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PRONAC 204376Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Trianual Intermuseus 2021-2023

INTERMUSEUS
Solicitado
R$ 1,91 mi
Aprovado
R$ 2,86 mi
Captado
R$ 2,19 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
56994502000130Norvartis Biociências S.A1900-01-01R$ 400,0 mil
05416618000150INFRALL ADMINISTRAÇÃO LTDA1900-01-01R$ 400,0 mil
08357240000150BANCO CSF S/A1900-01-01R$ 306,5 mil
10487157000147BR PARTNERS ASSESSORIA FINANCEIRA LTDA.1900-01-01R$ 250,0 mil
68102011000116ICC INDUSTRIAL COMERCIO EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA1900-01-01R$ 228,0 mil
33270315000108WILLIS CORRETORES DE SEGUROS LTDA1900-01-01R$ 160,8 mil
17895646000187Uber do Brasil Tecnologia Ltda.1900-01-01R$ 150,0 mil
00383281000109BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR1900-01-01R$ 135,9 mil
29981859000100WILLIS CORRETORA DE RESSEGUROS LTDA1900-01-01R$ 119,2 mil
59418806000147Fratex Indústria e Comércio Ltda.1900-01-01R$ 39,0 mil

Eficiência de captação

76.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Ação educ-cult inc seminár, congresso, palestras
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término

Resumo

O Plano Anual 2021 do Intermuseus visa dar seguimento à missão de fomentar e disseminar o papel dos museus, instituições e experiências sociais por meio da realização de projetos piloto promotores de inovação; da mobilização de parcerias intersetoriais; da integração de museus e instituições culturais a causas sociais; do estímulo a debates; da sensibilização da sociedade para temas sensíveis à defesa dos direitos humanos.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivos Gerais Tomando a cultura como um potente motor e catalisador de transformação social em direção a uma sociedade mais justa e sustentável, o Plano Trianual Intermuseus 2021-2023 visa fortalecer as iniciativas e instituições culturais como atores pró-ativos nestes processos de transformação. Este Plano parte dos três eixos que estruturam o Intermuseus, TERRITÓRIOS, CAUSAS e CONHECIMENTO como estão descritos a seguir - TERRITÓRIOS: Criar, realizar e disseminar práticas e metodologias inovadoras na área cultural, fortalecendo museus e instituições culturais nas suas estratégias voltadas ao envolvimento do público e comunidade do entorno ou território no qual se insere.- CAUSAS: Promover causas sociais a partir de projetos culturais que mobilizem instituições culturais na interação com instituições públicas e privadas que desenvolvem projetos nas áreas sociais e de educação.- CONHECIMENTO: Realizar estudos, workshops, oficinas, debates e capacitações, voltados a questionar e qualificar a atuação e o posicionamento dos museus e instituições culturais em seu papel social. Objetivos Específicos Realização das seguintes iniciativas: EIXO TERRITÓRIO: Concepção, desenvolvimento e aplicação do Programa educativo do Sítio Roberto Burle Marx;Elaboração e desenvolvimento de projeto executivo para sistema de incêndio e pânico. EIXO CAUSAS: 02 edições de mostra itinerante Museu da Empatia ?Caminhando em seus sapatos?, com duração de 30 dias cada edição; 02 edições da Oficina de capacitação ?Cultura e educação: conviver para transformar? para educadores-professores de educação infantil e educadores-mediadores de museus; EIXO CONHECIMENTO 02 Seminário/laboratório ?Cultura e transformação social?, a ser realizado na cidade de São Paulo.

Justificativa

O Intermuseus é uma OSCIP criada em 2011 por um grupo de especialistas na área cultural. Partiu da premissa de que a cultura é uma dimensão específica que deve ser parte intrínseca do desenvolvimento social e que também tem o potencial de provocar e catalisar mudanças em direção a um desenvolvimento sustentável, com base no desenvolvimento social, econômico, ambiental e humano.Tem por missão inspirar, promover e fomentar a atuação e o reconhecimento de instituições museológicas e culturais como atores fundamentais em processos de desenvolvimento sustentável do território ao qual pertencem com a visão de ser uma organização de referência em modelos inovadores de integração destas instituições em processos de desenvolvimento sustentável na sociedade brasileira.Desta forma, Intermuseus tem por papel ser um parceiro para trabalhar na interface entre o campo social e o campo cultural e promover uma agenda para fortalecer e promover a cultura como peça chave da transformação social. Este caminho entretanto, deve ser realizado como um projeto de duas mãos, de abertura das instituições culturais para o território onde se encontram assim como pela integração de temas e formas de expressão presentes na sociedade contemporânea.A atuação do Intermuseus está organizada em uma agenda que engloba três eixos interdependentes e complementares:No eixo Territórios trabalha no desenho e experimentação de metodologias e modelos de atuação dos museus e instituições culturais junto a seus stakeholders, públicos específicos, comunidades e território no qual se inserem, bem como da implementação de processos de transformação destas organizações tais como requalificações, planejamento estratégico, mobilizações e engajamento de públicos. Tem por objetivo fomentar e disseminar modelos inovadores de atuação, posicionamento e realização de parcerias das instituições museológicas e culturais com comunidades e organizações sociais.No eixo Causas busca explorar causas sociais a partir do capital de conhecimento, acervo e metodologias dos museus e instituições culturais, sua conexão com políticas públicas nas áreas de educação e desenvolvimento. Engloba a realização de ações de divulgação e comunicação de causas por meio de iniciativas e projetos destas instituições.Por fim, no eixo Conhecimento o Intermuseus atua no desenvolvimento de estudos e diagnósticos qualitativos, na realização de seminários, campanhas e ações em eventos públicos, bem como na pesquisa e disseminação de ?boas práticas? tanto para dar subsídio aos programas dos museus quanto para sua valorização no campo social de forma mais ampla. Visa aprofundar o conhecimento a respeito dos públicos atuais e potenciais dos museus, assim como as barreiras e possibilidades de interação e integração dos museus e instituições sociais em outros espaços e territórios externos ao seu.No período de 2015 e 2016, realizou atividades de engajamento de público e reflexões sobre patrimônio cultural e empoderamento feminino e uma oficina com grupos LGBT sobre representações de gênero no universo do futebol, em conjunto com o Museu do Futebol (15a Semana Nacional de Museus).Ao longo de 2017, foi responsável pela implementação do Museu da Empatia no Brasil, por meio da exposição que ficou em cartaz de novembro a dezembro, no Ibirapuera, financiada pelo canal GNT, e pelo primeiro Seminário Desafios, que teve como tema ?Empatia: cultura, educação e mobilização social nos enfrentamentos de conflitos sociais?, realizado em 14 de novembro no auditório do MAM-SP, com parceira institucional do British Council e do Instituto Alana., atendendo um público de 10 mil pessoas,Entre 2018 e 2020, coordenou a Requalificação do Sítio Roberto Burle Marx financiada pelo BNDES, que envolveu múltiplas frentes de ação, entre elas: novos planejamento estratégico e plano diretor, projetos arquitetônicos para melhor estruturação da gestão e dos espaços de acolhimento do visitante e desenvolvimento de pesquisas e programação para o público, projetos arquitetônicos, exposição permanente, catalogação do acervo museológico e pesquisa da comunidade no entorno e engajamento no território; conduziu o projeto de memória institucional ?Memória Viva? do A.C. Camargo Câncer Center, com a coleta de história oral e catalogação do acervo históricoAs iniciativas propostas para 2021/2022 buscam, por um lado, o fortalecimento da conexão dos museus e instituições culturais públicas para receber e compreender melhor seu público, abrindo-se à participação deste em seus projetos de planejamento; por outro lado absorvendo temas de relevância e impacto social que discutem o papel das políticas no campo da cultura para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas aos grandes desafios do desenvolvimento social e enfrentamento das desigualdades na sociedade brasileira. Em ambos os casos, a perspectiva é a de provocar situações que promovam esta interação entre museus e instituições culturais com organizações sociais e do campo da educação, públicos diversos, comunidades e territórios. A solicitação de apoio ao Plano Bianual Intermuseus 2021-2022 junto à SEFIC, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura à população.Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Especificação técnica

1. Programa educativo do Sítio Roberto Burle Marx Desenvolvimento de um Programa Educativo e Cultural, entendido como um documento orientador específico, que se desdobre das orientações gerais que constam do Plano Estratégico do Sítio Roberto Burle Marx (2019) e estabeleça a missão educativa, os referenciais teóricos e conceituais, a descrição das linhas programáticas e atividades, plano de trabalho, sistematização, avaliação e formação continuada, seguindo as recomendações da Política Nacional de Educação Museal do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM, 2018). O programa é composto por três frentes de ação junto à equipe de educadores-mediadores do Sítio: a. Formação da equipe de educadores: Palestras de inspiração destinadas à equipe do Sítio, coordenadas pelo Intermuseus e participação de profissionais convidados. Os encontros de formação devem acontecer em plataforma online (zoom ou similar) e abarcar diferentes campos do conhecimento ligados à vocação do Sítio, com ênfase para educação patrimonial (botânica, paisagismo, arquitetura, educação ambiental, artes, museologia-patrimônio). Serão 10 encontros, sendo 1 de orientação e debate sobre os temas com a equipe do Sítio, 8 com palestrantes especialistas nos diversos campos do tema das artes, patrimônio, arquitetura e botânica e 1 final de sistematização do aprendizado. Os encontros serão gravados e editados em material didático online a ser publicado no site do Sítio e divulgado para a rede de museus do IBRAM e instituições culturais similares ao Sítio. b. Criação de material pedagógico para uso com escolas de nível fundamental visitantes do Sítio. Desenvolvimento de um material pedagógico, que se concretize no formato de uma mala de viajante-explorador (com referência ao personagem Roberto Burle Marx e à sua atuação) voltada. A mala teria itens do patrimônio cultural do SRBM (espécies, sementes, réplicas, reproduções de obras de arte, livreto, fotos do Burle Marx, etc) para instigar a curiosidade sobre o patrimônio, e seria enviada previamente para a escola e devolvida no dia da visitação. A elaboração desse material deve partir de uma pesquisa de referências de materiais semelhantes já desenvolvidos em museus da rede Ibram/Iphan e de outros casos bem sucedidos. Conterá também um mapa do sítio com os espaços e percursos, orientando a organização de trilhas pedagógicas organizadas por etapa escolar e diferentes áreas do conhecimento, contemplando ações interdisciplinares e um guia de exploração com as orientações conceituais e de aplicação, perguntas disparadoras e articulação com a Base Nacional Comum Curricular. c. Construção do Plano Piloto de articulação com a escola Euclides Roxo, vizinha ao Sítio RBM para um projeto piloto de educação continuada. Foi eleito para ser trabalhado o 5º ano do ensino fundamental e terá como foco educação patrimonial e ambiental. Duração de um semestre letivo, com encontros regulares. Resultará em um documento editado de forma didática para ser utilizado pelas equipes de educadores da escola e do Sítio. Características do material resultante da formação: · 8 minidocs de 30min · 4 teasers online de 4min Características do material pedagógico: · Três exemplares da mala de viajante-explorador com materiais a serem utilizados pelo educativo do Sítio Burle Marx junto ao público escolar e visitantes. A mala e seu conteúdo será criada com a equipe do Sítio e deverá conter jogos com imagens, materiais tridimensionais e ferramentas de exploração como microscópios adaptados a celulares organizado a partir dos elementos botânicos e artísticos presentes no Sítio e representativos da obra de Burle Marx que servirão para preparar os estudantes previamente à visita escolar. Características da publicação: · Folheto de 6 páginas, colorido, 500 exemplares. · Caderno brochura de 12 páginas, 500 exemplares. 2. Projeto Executivo Segurança contra Incêndio Sítio Roberto Burle Marx O projeto executivo de segurança contra incêndio para o Sítio Roberto Burle Marx foi selecionado em Chamada Pública do BNDES “Seleção de Projetos de Patrimônio Cultural – Segurança em Instituições Culturais de Guarda de Acervos Públicos Memoriais – nº 01/2018. Em janeiro de 2019 foi realizado um estudo diagnóstico de segurança contra incêndio, segurança patrimonial e dos acervos e segurança da infraestrutura física do Sítio Roberto Burle Marx, em anexo, a partir do qual foi definida a proposta de intervenção para segurança contra incêndio. A primeira etapa da proposta trata da realização do projeto executivo com o detalhamento e informações técnicas para revisar a infraestrutura de instalação e detalhar em projeto as medidas construtivas de proteção ao fogo. Será entregue planilha quantitativa e memorial descritivo e desenhos em DWG e PDF, fornecidos em mídia e impresso. Esta etapa será realizada com a supervisão da equipe de arquitetos e botânicos do Sítio Roberto Burle Marx e consultoria de uma museóloga para avaliar as restrições e cuidados do acervo a serem observados na intervenções definidas. 3. Exposição itinerante “Caminhando em seus sapatos…”. O Intermuseus realizará, em parceria com o Empathy Museum, a instalação expositiva “Caminhando em seus sapatos…”. O público é convidado a escolher um par de sapatos e sair caminhando com eles enquanto ouve a gravação de uma história de vida do dono dos sapatos. A exposição tem por objetivo provocar o público a se colocar no lugar do outro e repensar as relações sociais de preconceito, conflito e desigualdades sociais, enfrentar-se com seus medos e, ao propiciar uma experiência participativa, promover uma compreensão da importância da empatia nas relações humanas. O que significa ser um policial, uma deficiente visual, uma jovem que luta contra a gordofobia, um menino bailarino, um morador de rua, um pai de um jovem trans, uma mulher analfabeta? Desenvolver a empatia, a habilidade de compreender a realidade e o ponto de vista de pessoas que se desconhece ou a respeito das quais se tem visões pré-concebidas ou preconceituosas é fundamental para o amadurecimento da sociedade por meio de uma educação cidadã de reconhecimento e respeito às diferenças. Trata-se de um primeiro passo para que se construa um debate saudável entre pontos de vista, posicionamentos na sociedade e projetos diferentes de sociedade. A exposição “Museu da Empatia: caminhando em seus sapatos” pretende promover o encontro de culturas e de pontos de vista a partir de uma iniciativa desenhada para que cada pessoa do público se coloque no lugar de outra pessoa. Trata-se da parceria do Intermuseus com o Empathy Museum da Inglaterra, para a itinerância em cidades brasileiras desta exposição interativa. Em termos práticos, trata-se de uma exposição na qual o público entra em uma grande caixa de sapatos - um container customizado - no interior da qual se encontra em um cenário de uma loja de sapatos. Tem à sua disposição gravações de histórias de pessoas de perfis e experiências de vida diversas. Ao selecionar uma história para ouvir, o visitante deve calçar um par de sapatos usados desta pessoa, doado para a exposição e caminhar pelo espaço do entorno ouvindo a história com um fone de ouvidos. Exposição Caminhando em seus sapatos..., a ser instalada num contêiner em espaço público de grande fluxo (local a ser confirmado) na cidade de Salvador pelo período de um mês. O público poderá escolher entre 25 depoimentos de aproximadamente 10 minutos, coletados e editados em 2017. A proposta museográfica básica encontra-se em anexo: "Proposta Museográfica". 4. “Cultura e educação: conviver para transformar” - formação para profissionais de museus e pré-escolas em decolonização e antirracismo O projeto “Cultura e educação: conviver para transformar” propicia o aprofundamento de formação e o encontro entre educadores atuantes na rede de ensino e nos museus, voltado a troca de ideias e experiências em torno de um desafio comum: construir práticas de uma pedagogia decolonizadora e antirracista. Nesse sentido, envolve dinâmicas formativas, de co-criação e prototipagem de soluções/recursos/abordagens. Para registro e multiplicação, integram o projeto a produção de materiais – escolhidos entre as propostas piloto a serem desenvolvidos no processo colaborativo –, de vídeos inspiradores e de uma plataforma de referências. O projeto terá a coordenação geral do Intermuseus com envolvimento de profissionais experientes no campo da educação na escola e no museu, que terão a responsabilidade de realizar um trabalho de facilitação e sistematização do processo colaborativo do grupo de participantes, de modo a adensar as propostas e fortalecer os elos de parceriar orientando a pactuação de uma agenda ou plano de ação. O projeto se desenrolará nas seguintes fases: a. Preparar - detalhamento do percurso formativo – convidados, encontros, oficinas Elaboração de chamada/convocatória aos participantes Está prevista a participação de 50 educadores no processo formativo, sendo no mínimo 10 profissionais atuantes em museus e espaços culturais. Para esta primeira edição do projeto, está previsto o recorte territorial no Estado de São Paulo Conforme critérios a serem detalhados na convocatória, entre os participantes serão selecionados 5 museus/centros culturais para que sejam alvo de estudos de caso e prototipagem. Visando que o processo possa oportunizar a criação de relacionamentos continuados entre professores e mediadores, entre escolas e equipamentos culturais, a chamada para os professores será orientada para as localidades nas quais estão situadas as instituições em que atuam os mediadores. Efetivação de parceria com SISEM-SP – Sistema Estadual de Museus e do CECA-BR – Comitê de Educação do ICOM-BR para identificação de interessados Divulgação da chamada, inscrições e seleção b. Inspirar e compreender - realização da primeira etapa de formação, composta por encontros online conduzidos por vários convidados, num programa voltado à sensibilização e ao letramento a respeito dos temas decolonização e antirracismo. Ao final dessa etapa pretende-se que os participantes tenham se apropriado de um referencial conceitual/prático e construído reflexões próprias, ligando as abordagens da formação com sua realidade e atuação profissional. Uma plataforma digital terá a função de organizar e reunir os conteúdos, materiais, referências e atividades do processo formativo – google classroom. c. Imaginar e conceber - realização da segunda etapa, composta por oficinas em formato híbrido – online e presencial – em que os participantes trocarão suas experiências e vivências, discutirão problemas comuns, escolherão desafios a serem trabalhados conjuntamente, num trabalho de identificação de problemas, definição de objetivos e idealização de soluções ou práticas ativadoras. Prevê-se a formação de 5 a 10 grupos de trabalho mistos, com professores e mediadores, a serem agrupados conforme as localidades/municípios dos participantes. d. Criar e intervir - todos os grupos realizarão a atividade de consolidação sistematização, que inclui definição de uma agenda ou plano de trabalho conjunto entre os professores/escola e os mediadores/museus. As propostas que se mostrarem amadurecidas e consistentes na etapa anterior passarão por uma semana intensiva de laboratório/oficina de criação coletiva, focada nos desafios escolhidos. O laboratório será voltado a criar um recurso educativo inovador, a partir do acervo ou do repertório cultural ativado pelo museu ou espaço cultural, que resulte em prática, exercício, atividade de valorização da diversidade cultural sob perspectiva decolonizadora e antirracista. Nesta etapa atuarão como colaboradores profissionais do campo de design e de desenvolvimento de jogos/materiais educativos. e. Multiplicar - produção dos recursos educativos desenvolvidos na fase anterior. Desenvolvimento de uma série de 10 podcasts no formato de entrevistas com os convidados e a equipe coordenadora/facilitadora. Plataforma digital onde ficará o registro do projeto, incluindo acesso aos conteúdos e materiais organizados e os recursos educativos criados colaborativamente pelos grupos. f. Sistematizar e avaliar - encontro de balanço do projeto, com os educadores, e formulário de avaliação, com foco em obter dados para medição de impacto e sugestão de melhorias. Relatório reflexivo da equipe de coordenação. Palestrantes convidados (levantamento preliminar): Clélia Rosa - Pedagoga e mestre em educação pela Unicamp. Atua em educação nos seguintes temas: formação de professores/as e construção de metodologias para promoção da igualdade racial e de gênero. Atuou como coordenadora pedagógica do primeiro Centro de Referência em Promoção da Igualdade Racial da Cidade de São Paulo no ano de 2016.É associada ao Geledés Instituto da Mulher Negra. É uma das co-criadoras do Luderê Afro Lúdico, um grupo que tem como premissa ofertar apresentar africanidades para crianças e familiares através do brincar. Jerá Tenondé Porã - Professora e liderança Guarani Mbya, das terras indígenas Tenondé Porã, localizadas em Parelheiros e Marsilac, no extremo sul da cidade de São Paulo. Formada em pedagogia pela USP, desde 2012 realiza atividades dentro e fora da aldeia sobre o que é ser hoje descendente de povos originários do Brasil e pelo direito legítimo da demarcação da terra indígena. Deh Bastos - Consultora Antirracista e Co-fundadora do projeto "Criando Crianças Pretas". Tem como propósito através da comunicação propor reflexões sobre o combate ao racismo e a partir dessa troca de conhecimento criar redes de aliadas e aliados na luta antirracista. Antônio Bispo dos Santos – Lavrador, formado por mestras e mestres de ofícios, morador do Quilombo Saco-Curtume, localizado no município de São João do Piauí. Ativista político e militante de grande expressão no movimento social quilombola e nos movimentos de luta pela terra, atua na Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Piauí (CECOQ/PI) e na Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ). Daniel Munduruku - Escritor e professor, mestre em antropologia social e doutor em educação pela USP, com pós-doutorado em literatura pela UFS-Car. É Diretor-Presidente do Instituto Uk´a - Casa dos Saberes Ancestrais. É autor de 52 obras, sendo a maioria classificada como literatura infanto-juvenil. Extremamente engajado no movimento indígena brasileiro. Ibã huni Kuin (Isaías Sales) - Professor e txana, mestre dos cantos na tradição do povo huni kuin. Aalia os saberes de seu pai Tuin Huni Kuin aos conhecimentos ocidentais, pesquisando a escrita a sua tradição junto com seus alunos. Criador do Projeto Espírito da floresta, que visa pesquisar processos tradutórios multimídia para os cantos compondo o coletivo MAHKU – Movimento dos Artistas Huni Kuin. Juliana de Paula Costa e Arianda Patrícia – Professoras, integrantes do projeto "Pisar nesse chão devagarinho", de educação antirracista e afroeducação. Francisco Alemberg de Souza Lima / Alemberg Quindins - Músico de formação popular, historiador autodidata, Fellow da Ashoka e Líder da Avina. Fundador da Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri, organização não governamental que tem como missão educar crianças e jovens através da gestão cultural e do protagonismo juvenil. Como consultor do UNICEF, criou nos assentamentos dos sem terra no Ceará e no Rio Grande do Norte, o projeto Vez da Voz com a implantação de irradiadoras para crianças e adolescentes, além de rádios escolas em várias cidades do Ceará. Na África, em Moçambique e Angola, criou a rede de jovens comunicadores da língua portuguesa. São mais de 30 programas “de criança para criança”, fortalecendo o protagonismo juvenil e o intercâmbio entre os países pares. Lia Vainer Schucman - Doutora em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio de Doutoramento no Centro de Novos Estudos Raciais pela Universidade da Califórnia. Professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Lia é ativista antirracista e pesquisadora de psicologia e relações étnico-raciais. 5. Laboratório Cultura e Transformação Social Trata-se da criação de um espaço de debates e construção compartilhada de conhecimento e soluções tendo por tema os impactos da cultura nas transformações sociais com a perspectiva de ativar profissionais do campo da cultura para gerarem iniciativas que colaborem para a construção de uma sociedade justa e sustentável. A cultura é uma dimensão fundamental para ativar processos de transformação social. O estímulo às sensibilidades e curiosidade proporcionada pela cultura é capaz de provocar a imaginação e a criação de novas possibilidades de convivência e organização social, superação das diversidades e enfrentamento das desigualdades presentes em nossa sociedade. A proposta da criação de um Laboratório tem por objetivo iniciar um processo continuado de debate de dilemas concretos de enfrentamento de questões sociais por meio da cultura. O projeto envolve 3 etapas: 1ª etapa - Contexto e Inspiração Trata-se de um seminário virtual inspiracional com a participação de profissionais do campo da cultura que estão à frente de experiências concretas como resposta a questões sociais. 2ª etapa – Criação de Grupos de Trabalho Nesta etapa serão selecionados, por meio de um edital, 30 profissionais do campo da cultura que enfrentam desafios sociais concretos como parte de seu trabalho. Este grupo se encontrará virtualmente durante 1 semana em sessões de 3 horas/dia nas quais cada um deverá apresentar seu problema em 15 minutos e ao final de cada dia serão debatidas as questões levantadas. Estas sessões serão acompanhadas por facilitadores experientes no campo cultural e social. Ao final da semana serão formados 6 grupos de trabalho (GTs) definidos pelo grupo conjuntamente e que deverão selecionar 1 desafio em cima do qual deverão trabalhar conjuntamente nos 2 meses seguintes. 3ª etapa – Pesquisa Cada GT terá o acompanhamento de 1 facilitador experiente e deverá, ao longo de 2 meses, desenvolver a formulação do desafio, pesquisar iniciativas e cases que possam iluminar as dificuldades e impasses para prototipar uma solução para o desafio. 4ª etapa – Apresentação Após a finalização dos 2 meses, haverá uma nova semana de encontros virtuais no qual cada Grupo apresentará o desafio, a pesquisa e a solução desenhada para o comitê de especialistas que irá comentar, questionar as soluções e sugerir ajustes. Ao final, será criado um repositório online dos cases construídos que será divulgado amplamente nas redes sociais. Todas as etapas contarão com gravação integral para disponibilização online para o grande público. Palestrantes convidados para a primeira etapa (indicativos) Nina Simon - diretora da organização “Of,By. For all”, de Santa Cruz, EUA que trabalha com metodologias para conexão de organizações culturais com sua comunidade de entorno; Bonita Benett - diretora do District Six Museum da Cidade do Cabo, África do Sul, um museu que reativou um bairro negro que foi destruído pelo Apartheid; Anwar Akhtar - diretor executivo da organização The Samosa – UK, organização que articula comunidades islâmicas e sul-asiáticas no Reino Unido para criar cooperação e debates por meio das artes e meios de comunicação. Helena Singer – líder da Estratégia de Juventude América Latina na Ashoka e do programa Jovens Transformadores, desta organização. Facilitadores convidados (indicativos) Marília Bonas – Diretora técnica na IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, OS que dirige o Museu da Língua Portuguesa e o Museu do Futebol. Beatriz Cavalcanti de Arruda – especialista em pesquisa no Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC)

Acessibilidade

PLANO ANUAL / EXPOSIÇÃO DE ARTE / OFICINAS Acessibilidade física: Os locais escolhidos para as atividades deverão ser com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, contando com rampas, elevadores (se for o caso), cadeiras de rodas. Deficientes auditivos: tradução em libras (presencial e digital) Deficientes visuais: audiodescrição e/ou programas em braile CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: Os locais escolhidos para as atividades deverão ser com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, contando com rampas, elevadores (se for o caso), cadeiras de rodas. Deficientes auditivos: tradução em libras (presencial e digital) Deficientes visuais: audiodescrição e/ou programas em braile

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuitas. PLANO ANUAL / EXPOSIÇÃO DE ARTE / OFICINAS: Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, prevemos a adoção do Inciso IV: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos apresentados e executados com recursos incentivados – PRONAC 1510064, 177138, 184560 e 193036. COORDENAÇÃO GERAL: Intermuseus A Associação Intermuseus é uma OSCIP criada em 11 de novembro de 2010 por um Conselho de pessoas de grande relevância no cenário cultural brasileiro, tais como João Cândido Portinari, José Eduardo de Lima Pereira, Justo Werlang, Aracy Amaral. Atualmente compõem o quadro de associados especialistas atuantes nas áreas museológicas, culturais, socioculturais e ambientais. DIRETORA EXECUTIVA: ANDRÉA BUENO BUORO Mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com bolsa de especialização sobre Cidadania Ativa no Centro de Estudos da Sociedade Civil da Johns Hopkins University – USA. É diretora executiva da Associação Intermuseus - OSCIP atuante na área cultural. É responsável pela estruturação e interface com a governança, pela gestão de parcerias e equipe, desenho de programas e parcerias e negociações com financiadores e coordenação de projetos. Foi Diretora Adjunta do Instituto Arapyaú - Organização de Investimento social privado focada no fomento de iniciativas de desenvolvimento sustentável, tendo sido uma das responsáveis pela criação da organização; definição de estratégias da organização, desenho de programas, estabelecimento de parcerias. Responsável pela realização de planejamento estratégico, plano de ação, cronograma de atividades e metas. Participou da criação da Fundação Telefônica da qual foi gerente de projetos entre 1999 a 2008. Desenvolveu e coordenou as áreas de educação e cultura, tendo sido responsável pela manutenção, gestão e divulgação do acervo do antigo Museu do Telefone. Dentre outras, foi responsável pela coordenação de publicações sobre este acervo: Jogo Bellatrix e o Palácio do Tempo - desenvolvido pela Fundação Telefônica e vencedor da categoria e-entertainment da etapa brasileira do World Summit Award, prêmio internacional realizado no âmbito da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação; e concepção e criação de produtos educativos. Foi pesquisadora do CENPEC – Centro de Estudos em Educação e Cultura – entre 1996 a 1998 e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência - USP de 1990 a 1995. Programa educativo do Sítio Roberto Burle Marx Coordenação técnica - Bianca Soares Ramos Arquiteta e Urbanista formada pela UFRJ com especialização em análise de Políticas Públicas pelo Instituto de Economia da UFRJ. Atua há 10 anos na gestão pública, nas áreas de cultura e educação, e no terceiro setor. Participou do Programa Intersetorial de educação integral Bairro-Escola, entre 2006 e 2009, e na assessoria à presidência da Agência Nacional do Cinema, entre 2009 e 2011. Atuou como Gestora da Associação Cidade Escola Aprendiz durante a implementação do Projeto Bairro Educador na Cidade do Rio de Janeiro, entre 2011 e 2013. Colaborou com organizações como a o Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e a fundação do MAIS – Movimento de Ação e Inovação Social. Em 2019, desenvolveu a Pesquisa de Engajamento Territorial do Sítio Roberto Burle Marx. Coordenação pedagógica - Maria Antonia Goulart Membro do GT Nacional de Criatividade e Inovação (MEC) e bacharel em Direito pela UNB. Tem experiência na área pública como secretária municipal de Nova Iguaçu/RJ, responsável pela concepção e implementação do Programa Intersetorial de Educação Integral “Bairro-Escola” de 2005 a 2010. Coautora do livro “Caminhos da Educação Integral no Brasil” (Editora Penso, 2012). Cofundadora e Coordenadora Geral do Movimento Down e do MAIS – Movimento de Ação e Inovação Social. Coordenadora da iniciativa do Unicef do livro digital acessível no Brasil e membro do Comitê Gestor do Centro de Referências em Educação Integral. Projeto Executivo para Segurança Combate a incêndio Sítio Roberto Burle Marx. Engenheira - Katia Beatris Rovaron Moreira Arquiteta/Engª de Segurança Profª Dra em Segurança em Edificações FAUUSP CAU A 17134-4 Exposição itinerante Museu da Empatia “Caminhando em seus sapatos…” Coordenação técnica – Joana Tuttoilmondo Doutora em história da arte (FAU-USP), mestre em antropologia social (FFLCH-USP) e formada em ciências sociais (FFLCH-USP), é também especialista em estudos de museus formada em museologia (MAE-USP). Desenvolve investigações e ministra cursos universitários e livres nos campos da arte, dos museus e de gestão cultural. Atua como pesquisadora, consultora e coordenadora de conteúdo para diversos projetos culturais, museológicos, editoriais e de exposições. “Cultura e educação: conviver para transformar”. Formação para profissionais de museus e pré- escolas em decolonização e antirracismo Coordenação técnica – Márcia Padilha Mestre em história social pela USP. Há duas décadas vem atuando junto a organizações no Brasil e na América Latina tendo coordenado mais de 30 projetos inovadores sobre uso de tecnologias e cultura digital na educação, formação docente, desenho e avaliação de projetos em educação. É autora e co-autora de vários artigos e livros. Nos últimos anos se dedica a desenvolver projetos, formações e consultorias com enfoque em criatividade, autoria e co-criação de processos orgânicos e sustentáveis de inovação para melhoria da qualidade educativa. Marcia Padilha, é mestre em história social pela USP. Há duas décadas vem atuando junto a organizações no Brasil e na América Latina tendo coordenado mais de 30 projetos inovadores sobre uso de tecnologias e cultura digital na educação, formação docente, desenho e avaliação de projetos em educação. É autora e co-autora de vários artigos e livros. Nos últimos anos se dedica a desenvolver projetos, formações e consultorias com enfoque em criatividade, autoria e co-criação de processos orgânicos e sustentáveis de inovação para melhoria da qualidade educativa. Co-coordenação técnica – Dayna Leyton. Daina Leyton é Psicóloga (PUC-SP), educadora e professora convidada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenou o programa educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). Desde 1999 desenvolve projetos culturais para públicos diversos que buscam a sensibilização e a tomada de consciência para uma vida em uma sociedade pluralista. Laboratório “Cultura e seus impactos na transformação social” Curadoria - Mariana Várzea Museóloga, doutora em Políticas Públicas em Museologia, UHLT-Lisboa. Exerceu distintos cargos públicos, privados e em organismos do terceiro setor, sempre desenvolvendo programas de convergência das áreas de Cultura, Educação e Sustentabilidade, dentre os quais se destacam: Diretora de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura do Rio de Janeiro ( 1995/2001), coordenadora da área de Cultura do SENAC Rio (2002/2205), Gerente de Projetos de Patrocínios do Oi Futuro (2005/2008), Superintendente de Fomento e Lei de Incentivo da Secretaria de Estado de Cultura (2008/2011), Superintendente de Museus (2011/2016), Subsecretária de Cultura (2017). É professora dos MBAs de Gestão Cultural e de Gestão de Museus da Universidade Candido Mendes, conselheira do ICOM-BR (Conselho Internacional de Museus) e da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Atualmente é diretora da Inspirações Ilimitadas Projetos Culturais, empresa especializada em consultoria de projetos e conteúdos em Museus, Cultura e Educação Cultural.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo