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PRONAC 204380Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

BATUCADAS BRASILEIRAS JOVENS URBANOS

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 1,40 mi
Aprovado
R$ 1,40 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 60,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-01-11
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Especificamente voltado para o ensino da música e da cultura brasileiras, o projeto BATUCADAS BRASILEIRAS JOVENS URBANOS se configura como uma plataforma de desenvolvimento de um conjunto de oficinas de percussão e de ritmos do Brasil, teoria e percepção musical, ritmos universais e latino-americanos, serigrafia, grafite, cidadania e história da formação da cultura brasileira, visando a profissionalização dos jovens, realçando a função social da cultura popular, do ponto de vista da sua democratização, da identidade nacional e resgate da autoestima da juventude contemplada, apresentando ao público carioca um show com os resultados das oficinas da escola em espaço cultural da cidade.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA O projeto Batucadas Brasileiras, Jovens Urbanos - Ano XI - objetiva o ensino e a capacitação profissional de 180 jovens na arte da música e da percussão, e 70 em serigrafia, grafite e moda. 1 – ESCOLA DE PERCUSSÃO BATUCADAS BRASILEIRAS: Desenvolver os módulos que correspondem ao exercício do Programa de Formação e Capacitação de Jovens na Arte da Percussão do projeto, com 02 aulas por dia (manhã e a tarde), tendo 02 horas de duração cada; 10 aulas por semana, 10 aulas por semana (20 horas), 50 aulas por mês (100 hs), 600 aulas em 12 meses (1200 hs), para 100 alunos. Entre os módulos estão: Teoria e Percepção Musical I, II,III e IV; Samba Enredo I e II; Percussão Nordestina I e II; Samba Carioca; Samba do Recôncavo; Percussão Brasileira I e II; Percussão Latina; Percussão Africana; Prática de Instrumentos I, II, III, e IV; Percussões e Programações Eletrônicas e Prática de Conjunto I, II, III e IV; 2 – OFICINAS DE SERIGRAFIA – 02 aulas por dia (manhã e a tarde) com 2 horas de duração cada, 10 aulas por semana (20 horas), 50 aulas por mês (100 hs), 600 aulas em 12 meses (1200 hs), para 20 alunos. 3 – OFICINAS DE GRAFITE – 02 aulas por dia (manhã e a tarde) com 2 horas de duração cada, 10 aulas por semana (20 horas), 50 aulas por mês (100 hs), 600 aulas em 12 meses (1200 hs), para 20 alunos. OBS: SEM CONTAR OS FERIADOS. 4 - Evento de Lançamento do projeto no CIEP Henfil, no Caju, tendo a participação da equipe, dos músicos do projeto, artistas convidados e lideranças comunitárias. 4 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Eleger 03 escolas públicas da região do Caju para a realização das contrapartidas sociais: Escola Estadual Clovis Salgado, CE jornalista Maurício Azevedo e CIEP Henfil, com as presenças dos músicos do projeto oferecendo aos alunos palestras sobre a importância da música popular brasileira na formação educacional e da cidadania, incluindo a realização de um workshop de percussão.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Formar os músicos-percussionistas através do desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e habilidades artísticas e culturais, preparando-os para a atuação performática com excelência no contexto dos múltiplos espaços socioculturais; Formar técnicos em serigrafia, lançando com eles uma marca de camisetas e acessórios, gerando oportunidade de trabalho e renda para os jovens beneficiados; Disseminar conceitos os valores da cultura brasileira, de cidadania e responsabilidade social entre os alunos do projeto. Possibilitar o conhecimento sobre o Brasil e a sociedade brasileira, através da história da música popular e das demais expressões artísticas do nosso país; Manter laços com os mais expressivos músicos e instrumentistas, percussionistas e artistas, que contribuem para a difusão da MPB e vêm se destacando através de uma produção musical de qualidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver os módulos que correspondem ao exercício do Programa de Formação e Capacitação de Jovens na Arte da Percussão do projeto Escola de Percussão Batucadas Brasileiras para 180 jovens. Entre eles, estão: Teoria e Percepção Musical I, II,III e IV; Samba Enredo I e II; Percussão Nordestina I e II; Samba Carioca; Samba do Recôncavo; Percussão Brasileira I e II; Percussão Latina; Percussão Africana; Prática de Instrumentos I, II, III, e IV; Percussões e Programações Eletrônicas e Prática de Conjunto I, II, III e IV, as aulas são diárias com 2 horas de duração (em 2 turnos, de manhã e à tarde); Oferecer aos alunos o Módulo de Especialização para tocar 06 instrumentos: pandeiro, alfaia, surdo, caixa, congas e cuíca; Criar uma oficina de serigrafia com 2 aulas por semana de 2 horas de duração (em 2 turno _ de manhã e à tarde) para ensinar a 35 jovens a técnica do silk-screen, tendo por objetivo mobilizá-los para uma ação de empreendedorismo coletivo; Criar uma oficina de grafite com 2 aulas por semana de 2 horas de duração (em 2 turnos _ manhã e à tarde) para 35 jovens com o objetivo de promover uma campanha em espaços públicos pela Cultura da Paz, da Não Violência e Cidadania, através dos resultados das aulas. Realizar um show de apresentação com os resultados da escola em um espaço cultural selecionado no Rio de Janeiro

Justificativa

JUSTIFICATIVA Encontramos nas áreas da Antropologia e da Sociologia muitos trabalhos que discorrem sobre a formação da(s) identidade(s) dos grupos em condição de subalternidade como é o caso dos sujeitos sociais moradores de comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro. Levando em conta os processos de escolarização pelos quais passaram estes grupos em sua trajetória de vida, vê-se um quadro de insuficiência e descaso pelas condições que lhes foram oferecidas. Neste contexto, há de se considerar os desdobramentos das condições sociais destes grupos: as ligações com o tráfico de drogas, o envolvimento na guerra urbana e o alto índice de morte entre os jovens cariocas. Reconhecendo os processos pelos quais esses fenômenos são reforçados, e hierarquizam os grupos por características do seu pertencimento cultural, a plataforma de intervenção do ISC quer dar visibilidade aos aspectos que separam os sujeitos pelas heranças culturais de dominação ou de submissão tendo como meta discutir as heranças sociais esquecidas por processos de deslegitimação de vozes periféricas. As iniciativas anunciadas no conjunto de propostas desenvolvidas a partir deste ideário são justificadas com base naquilo que instituímos como agência social definida nas relações interculturais, o que implica agregar, valorizar e ouvir as vozes dos sujeitos que não detêm estruturas importantes de poder. Ao considerarmos as culturas silenciadas como vozes esquecidas, nosso intuito é chamar a atenção para as perdas que uma sociedade marcantemente diversa como é a sociedade brasileira tem quando não reconhece seus diferentes segmentos. Constatados os graves problemas que um adolescente tem para competir no mercado cada vez mais sofisticado e globalizado, a estratégia de realização do projeto Batucadas Brasileiras Jovens Urbanos está ligada a um plano de criação de uma rede de intercâmbio cultural interdependente. Além de capacitar os adolescentes, o projeto estimula uma organização profissional de qualidade, de modo que, a partir do segundo ano de sua realização, serão postos em prática mecanismos coletivos e eficientes de produção, distribuição e colocação de serviços e produtos culturais no mercado. A economia da cultura é um mercado emergente apontado como um dos mais importantes e promissores do início do século XXI. Sob essa perspectiva, a cultura popular assume um papel importantíssimo tanto para as economias locais quanto para a geração de oportunidades de trabalho. É dentro deste contexto que se justifica o investimento na realização do projeto Batucadas Brasileiras que tem por meta principal a criação de uma nova proposta de capacitação profissional geradora de trabalho e renda e desenvolvimento sustentável para jovens em situação de risco moradores de comunidades na Zona Portuária e adjacências, região que sofreu um processo recente de revitalização urbana, mas que não diminuiu os seus índices de criminalidade, nem o envolvimento da juventude no tráfico de drogas. Por isso, a importância do enquadramento do projeto na Lei Rouanet para estimular as empresas patrocinadoras a investirem em uma ação de responsabilidade social na região. O PROJETO SE ENQUADRA NOS SEGUINTES INCISOS DO ART. 1º- DA LEI 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Será alcançado o seguinte objetivo do Art. 3º- da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. O projeto se enquadra na Lei Rouanet como: música: erudita, coral e instrumental (art. 18, § 3º, alínea c). Ao propor a fusão de cidadania, política e atividade econômica, a fim de promover a transformação social em comunidades no Rio de Janeiro, o investimento no projeto Batucadas Brasileiras implica em excelente retorno para a Instituição Patrocinadora e a Secretaria Especial de Cultura, por estarem vinculando suas marcas a uma atividade que busca o estabelecimento da paz em nossa sociedade.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES: Áreas de Abrangência: Zona Portuária (Saúde, Gamboa, Santo Cristo e Caju) e adjacências (Catumbi, Estácio e Rio Comprido). Comunidades: Morros da Providência, Mineira, Fogueteiro e Querosene, favelas São Sebastião, Ladeira dos Funcionários, Quinta do Caju, Clemente Ferreira e as dos Parques Nossa Senhora da Penha, da Boa Esperança, da Conquista e da Alegria. Escolas Públicas: 124 escolas públicas da Zona Portuária e adjacências. Todos os jovens que o projeto beneficia encontram-se em situação de risco, cursam a rede pública de ensino, estão na faixa etária de 14 a 25 anos (ambos os sexos) e são residentes de comunidades de baixa renda, localizadas na Zona Portuária e adjacências. Em seus 09 primeiros anos de atividades, o projeto Batucadas Brasileiras alcançou a meta de tornar-se uma oficina/escola de percussão que se destaca entre as mais importantes do país. Uma das causas desse sucesso foi a utilização de uma pedagogia especial para a capacitação dos seus alunos, junto a profissionais e mestres de alto gabarito, que têm larga experiência dentro da Música Popular Brasileira. LISTA DE MATERIAL NA ÍNTEGRA: Pré-Produção: 1 – MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO: 1.1 - Instrumentos e equipamentos oficinas de percussão: * Agogô – 10 unidades x 48,00 = 480,00; Alfaia – 04 unidades x 350,00 = 1.400,00; Congas – 02 pares x 920,00 = 1.840,00; Caixas – 10 unidades x 180,00 = 1.800,00; Pandeiros – 20 unidades x 110,00 = 2.200,00; Repiques e Repiniques – 20 unidades x 280,00 = 5.600,00; Surdos – 08 unidades x 580,00 = 4.640,00; Tamborins – 20 unidades x 110,00 = 2.200,00; Zabumbas – 04 unidades x 320,00 = 1.280,00; Reco-recos – 10 unidades x 140,00 = 1.400,00; triângulo – 08 unidades x 180,00 = 1.440,00; baquetas – 10 caixas x 150,00 = 1.500,00; 01 mesa de som = 2.490,00; 01 amplificador (contrabaixo) = 2.490,00; 01 amplificador (guitarra) = 1.580,00; 01 caixa (violão) = 640,00; microfones – 06 unidades x 220,00 = 1.320,00; pedestais com suporte – 06 unidades x 89,00 = 534,00; estantes de partitura – 04 unidades x 45,00 = 180,00. SUBTOTAL = 32.524,00 1.1 - Material oficina de grafite (equipamento de pintura): * máscaras – 30 unidades x 7,00 = 210,00; rolos – 100 unidades x 5,90 = 590,00; lápis dermatográfico – 100 unidades x 8,90 = 890,00; tinta spray – 200 unidades x 23,00 = 4.600,00; conjunto de boleadores – 20 unidades x 18,00 = 360,00; kit lápis – 30 unidades x 230,00 = 6.900,00; caneta posca (kit com 06) – 10 unidades x 45,00 = 450,00; kit caneta stabilo – 05 unidades x 150,00 = 750,00; corante líquido – 100 unidades x 4,50 = 450,00. SUBTOTAL = 15.200,00 1.2 - Material oficina de serigrafia: * lavadoras de tela – 02 unidades x 2.180,00 = 4.360,00; máquina de serigrafia (manual cilíndrica) – 05 unidades x 680,00 = 3.400,00; kit de serigrafia (básico) – 10 unidades x 280,00 = 2.800,00; telas serigráficas – 10 unidades x 150,00 = 1.500,00; tinta silk (1 kg) – 100 unidades x 60,00 = 6.000,00. SUBTOTAL = 18.060,00 2 – MATERIAL DE CONSUMO 2.1 – Material de Escritório *computadores – 02 unidades x 2.400,00 = 4.800,00; Impressora jato de tinta – 450,00 SUBTOTAL = 5.250,00

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Os cursos básicos e específicos serão ministrados em um prédio na Zona Portuária, de 03 andares, com 240 m² cada, em local escolhido para a realização das oficinas de percussão, ritmos brasileiros, teoria e percepção musical, ritmos universais e latino-americanos, cidadania e história das raízes da cultura brasileira, além de possuir espaços para a guarda de materiais, objetos e dezenas de instrumentos de percussão de todos os gêneros. Na sua maioria, o grupo de jovens que será mobilizado para as oficinas está circunscrito a 124 escolas públicas e nas comunidades de baixa renda em torno da Zona Portuária e suas adjacências.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE 1 – OFICINAS DE PERCUSSÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com o resumo da orientação geral das oficinas da escola. 2 – OFICINAS DE SERIGRAFIA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Dar acesso por aula para 5 “Deficientes Físicos” tenham interesse em participar das oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Produzir um vídeo para ser disponibilizado na internet para os deficientes auditivos com uma síntese da metodologia de aprendizagem da serigrafia a cada módulo das oficinas. Os dispositivos utilizados irão converter textos e imagens para LIBRAS (a Língua Portuguesa de Sinais). Dessa forma, manter uma plataforma com acessibilidade para deficientes auditivos fará parte da estrutura disponível a todos os usuários possíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 Cds de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com o resumo da orientação geral das oficinas. 3 – OFICINAS DE GRAFITE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Dar acesso por aula para 5 “Deficientes Físicos” tenham interesse em participar das oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Produzir um vídeo para ser disponibilizado na internet para os deficientes auditivos com uma síntese da metodologia de aprendizagem do grafite a cada módulo das oficinas. Os dispositivos utilizados irão converter textos e imagens para LIBRAS (a Língua Portuguesa de Sinais). Dessa forma, manter uma plataforma com acessibilidade para deficientes auditivos fará parte da estrutura disponível a todos os usuários possíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 Cds de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com o resumo da orientação geral das oficinas. 4 – CONTRAPARTIDA SOCIAL: em escola pública mais próxima do projeto. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de um assistente de produção destinado ao atendimento dos deficientes físicos, acomodando-os adequadamente no auditório da escola e ajudando-os na sua locomoção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento de lançamento no auditório da escola. Faremos isso em conjunto com a direção de cada escola. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente no evento da escola para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 5 – SHOW DE LANÇAMENTO DOS RESULTADOS DAS OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de uma para o transporte de um grupo de 15 pessoas com deficiência física para assistir a apresentação e de um assistente de produção destinado ao atendimento dos deficientes físicos, acomodando-os adequadamente no auditório do espaço cultural selecionado para a apresentação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento de lançamento no espaço selecionado para a apresentação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente no evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos.

Democratização do acesso

OFICINAS: - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; (no caso das oficinas); APRESENTAÇÃO MUSICAL: - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: O projeto Batucadas Brasileiras conta com as participações de: - Jorginho Gomes (Direção Musical e Prática de Conjunto I, II e III); - Sérgio Chiavazzoli (Produção Musical e Prática de Conjunto I, II e III); - Ary Dias (Percussão Nordestina I e II); - Mestre Odilon Costa (Samba Enredo das Escolas do Rio de Janeiro); - Gabriel Aguiar (Teoria e Percepção Musical I, II, III e IV); - João Bani (Percussão Brasileira I e Alfaia); - José Izquierda (Percussão Latina); - Marco Lobo (Percussão Étnica/Música do Mundo); - Maurício Nolasco (Coordenação Geral). JORGE GOMES Direção Musical e Prática de Conjunto Jorginho Gomes era o baterista dos Novos Baianos, na década de 70. Com o fim do grupo, em 1978, ele tocou com Gilberto Gil durante décadas e acompanhou artistas como Jorge Ben Jor, Erasmo Carlos, Sivuca, Tim Maia, Milton Nascimento, Wando, Gal Costa, Baby Consuelo e, mais recentemente, Ana Carolina. Veio de uma família de dez músicos e começou profissionalmente aos 12 anos, em 1967, ao lado do irmão, Pepeu Gomes, no grupo Os Príncipes do Iê Iê Iê. Além de baterista, Jorginho Gomes toca vários instrumentos, entre eles cavaquinho e violão. “É essa experiência que quero passar para os alunos do Batucadas”, diz Jorginho. SÉRGIO CHIAVAZZOLI Direção Musical e Prática de Conjunto O guitarrista e maestro Sérgio Chiavazzoli é o homem das cordas e dos arranjos de diversos grupos e orquestras. Trabalhou em estúdio e no palco com uma constelação da música brasileira e internacional que inclui Paralamas do Sucesso, Oswaldo Montenegro, Verônica Sabino, MPB-4 e Quarteto em Cy, Peter Gabriel e Yousson ’Dour, Margareth Menezes e Maria Bethânia, Moraes Moreira e Xuxa. Seu nome está na ficha técnica de discos e shows como Eu, Tu, Eles, Gil e Milton e Kaya N’Gan Daya, todos sucesso de crítica e público neste início de século XXI. Chiavazzoli é também diretor musical do Expresso 2222, que Gilberto Gil monta em Salvador, no circuito Ondina/Barra, todo carnaval. “Vamos trabalhar com improvisação, teoria musical e todos os ritmos brasileiros. A idéia é formar um grupo com os alunos que se destacarem e ter um disco e um show para apresentar”. ARY DIAS Percussão Nordestina Músico renomado, Ary Dias registra em sua trajetória 10 anos de percussão com o grupo A Cor do Som e passagens por bandas de artistas como Gilberto Gil, Jorge Benjor, Rita Lee, além de participações em trabalhos de Chico Buarque, Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Moraes Moreira, Armandinho, Elba Ramalho, Carlinhos Brown, Tools Thilemans e muitos outros“Gosto de trabalhar introduzindo elementos novos, contemporâneos à base rítmica, natural que todos têm. O objetivo é ensinar o princípio das notas, as figuras rítmicas, e os valores, para envolver os jovens de uma forma leve e gostosa”, adianta Ary. ODILON COSTA Samba Enredo Aos 11 anos de idade, ele chegou à bateria da União da Ilha do Governador, escola de samba do bairro onde nasceu e cresceu. Lá iniciou como ritmista o aprendizado que o transformaria no Mestre Odilon, um dos mais conceituados dirigentes de bateria do carnaval carioca. Nesses quarenta anos dedicados ao samba, Mestre Odilon comandou as baterias da União da Ilha e da Grande Rio, do Salgueiro, Beija-flor, Santa Cruz, Dendê e Boi da Ilha. Como músico criou o grupo Os 20 do Mestre Odilon e participou de gravações com artistas como Caetano Veloso, Ultraje à Rigor, Dionne Warwick e Sérgio Mendes. GABRIEL AGUIAR Teoria e Percepção Musical Licenciatura em Música. Conservatório Brasileiro de Música. Admissão: Janeiro de 2004. Conclusão: Julho de 2010. Formação no método “O Passo”: Aluno de Lucas Ciavatta no curso de extensão "O Passo", dentro do Núcleo do Ator da Faculdade de Teatro da UNI-RIO de 2002 a 2006. Completou o curso: “Método 'O Passo' para professores”, ministrado por Lucas Ciavatta no Conservatório Brasileiro de Música, em 2002. Aluno particular de percepção musical de Lucas Ciavatta durante o ano de 2004. Estagiário de Lucas Ciavatta na Escola Oga Mitá durante o ano de 2004. Assistente de Lucas Ciavatta em 2004 e 2005 em oficinas ministradas em diversos espaços como no Conservatório Brasileiro de Música, na Associação de Canto Coral e no SESC. Atividades de Magistério: Professor dos cursos livres de músicado Estúdio Giselle Ruiz, de 2003 a 2009. Ministrou oficinas do Passo em diversas instituições, como o Conservatório de Música, a Prefeitura do Rio de Janeiro e o SESC, entre 2003 e 2010. Professor de música da Escola de Dança da Maré no ano de 2005. Professor de música da Escola Oga Mitá de 2005 a 2009. Professor de música do CEAT desde 2005. Professor da oficina d'O Passo para menores infratores na Escola João Luiz Alves (DEGASE) em 2005 e 2006. Assistente de Odilon Costa, mestre de bateria da G.R.E.S Acadêmicos da Grande Rio, no Sesc em 2006. Professor da oficina d'O Passo voltado para crianças do Morro dos Prazeres, em 2006 e 2007. Professor da Escola de Música Villa-Lobos em 2007. Professor de música do Ensino Fundamental do Colégio Santo Inácio, desde 2008. Professor da Graduação em Licenciatura em Música do Conservatório Brasileiro de Música (CBM) – Centro Universitário, desde 2010. Membro da banca de vestibular do Conservatório Brasileiro de Música (CBM) – Centro Universitário, em Janeiro de 2011. Professor das turmas de Musicalização Infantil da Pro-Arte, em 2011. JOÃO BANI Percussão Brasileira Nascido em Salvador , iniciou sua carreira nos anos 80, em Brasília. Na Capital, atuou com artistas como Cássia Eller, Rosa Passos, Marco Pereira, Zélia Duncan, dentre outros. Foi professor de percussão da Escola MusiMed. Em 1995, durante show no Rio com a cantora Rosa Passos, foi convidado a integrar a banda da cantora Simone, com quem trabalhou durante cinco anos e centenas de shows pelo Brasil e exterior, incluindo a gravação de um CD ao vivo: “Brasil”. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde acompanhou, além de Simone, artistas como Marcos Valle, Ana Carolina, Milton Nascimento & Gilberto Gil, Marília Pêra, Tania Alves, Claudia Telles, Roberto Menescal e Wanda Sá, Márcio Montarroyos, Claudio Dauelsberg, Vander Lee, Virginia Rodrigues, Leila Pinheiro, Margareth Menezes, dentre muitos outros. De 1998 a 2007 acompanhou em centenas de shows e gravou diversos Cds e DVDs com o cantor e compositor carioca Jorge Vercillo, e em projetos como do DVD “Coisa de Jorge”, com Jorge Benjor, Jorge Aragão, Jorge Vercilo e Jorge Mautner, assim como do show em duo de Leila Pinheiro e Jorge Vercillo. Atualmente, integra juntamente com Humberto Mirabelli e Romulo Duarte o "João Bani Trio", e também se apresenta em Duo com a pianista Maria Teresa Madeira, além de acompanhar a cantora e compositora Dulce Quental. Na área pedagógica e social, João Bani, além de ensinar percussão em aulas particulares, foi responsável em 2009/2010 pelo ensino da percussão no Projeto Social IBISS, que atende à comunidade da Vila Cruzeiro, Penha – Rio. JOSÉ IZQUIERDA Percussão Latina Estudos Acadêmicos: Conservatório de Música da Universidad de Chile - Santiago / Chile. Pedagogia em Educação Musical pela UMCE - Santiago / Chile. Especialização - “Educación Musical Aplicada a la enseñanza de instrumentos musicales” pela Universidad de Chile - Santiago / Chile. Estudos de Música: Flauta Transversa, Conservatório de la Universidad de Chile - Santiago / Chile. Estudo de ritmos folclóricos e populares latino-americanos em Cuba, Brasil, Chile, Peru, Bolívia e Argentina. Estudo da música religiosa de origem yorubá em Cuba, ritmos folclóricos e populares cubanos, de 1998 ao 2001, realizando a sua última viajem no ano 2007. La Habana- Cuba Pesquisas: “La Educación Musical en Cuba” – 1999. Pesquisa realizada nas escolas de La Habana para o Departamento de Música, Universidad de Chile. Pesquisa sobre a música yorubá em Cuba, La Habana. 1999-2001. Pesquisa sobre a música yorubá no Brasil, Terreiro do Gantois, Salvador-BA. 2003/2007/2009. Experiência Profissional Musical: Diretor da Orquestra de Conga (música latino-americana). Diretor e percussionista do Grupo IORÍ (Tambor Batá e Dança dos orishas). Diretor e músico do Bloco de Conga (ritmos cubanos). Percussionista do TRIO ARCANO. Percussionista de Pedro Morais e Grupo. Percussionista do Grupo Macumbia (folclore colombiano). Percussionista do Grupo de Salsa ASSOKÊRE. Percussionista da Banda de Pepeu Gomes. Percussionista - Brazil Tour Alejandro Sanz -Fundador e Diretor musical da Escola de Samba Kawin e Grupo Folclórico de Danças do Brasil - Santiago / Chile. MARCO LOBO Percussão Étnica Apaixonado pela pesquisa de sons e ritmos, Marco Lobo não se sacia com os instrumentos tradicionais de percussão. Acredita que há sempre uma nova impressão acústica a nascer daquilo que nunca ousou imaginar. O experimentalismo é uma de suas marcas. E é isto que tenta transmitir ao público, quando sobe aos palcos ou grava em estúdio, acompanhando e ajudando a enriquecer o trabalho de músicos da MPB, música instrumental, cinema e dança. Radicado no Rio de Janeiro há cerca de 20 anos, Marco Lobo participou de trabalhos de música instrumental com Léo Gandelman, João Carlos Assis Brasil e Arthur Maia. Nos estúdios gravou com Djavan, Segio Mendes, Marcio Montarroyos, Billy Cobham, Milton Nascimento e Dionne Warwick, dentre outros. Em 2007 lançou seu primeiro trabalho solo intitulado " Aláfia" que teve a prticipação do Milton Nascimento, em 2010 gravou o CD Marco Lobo e Convidados "Bahia" na Alemanha e teve como convidados o grupo alemão Trio Elf e o Saxofonista Marcio Tubino. Agora está lançando o seu terceiro Cd " Marco Lobo " que conta com participações de Billy Cobham e Toninho Horta dentre outros. Em 2009 e 2010 protagonizou o projeto bRatuques. O percussionista Marco Lobo recebeu músicos e artistas dos mais variados estilos para celebrar a diversidade musical brasileira. Este projeto em suas edições já trouxe aos palcos (a preços populares) artistas como: Milton nascimento, Jorge Vercilo, Maria Gadu, João Bosco, Fernanda Abreu, Moraes Moreira, Geraldo Azevedo e muitos outros. Discografia de participações: 1988: Margareth Menezes - álbum: Margarareth 1994: Djavan - álbum: Coisa de Acender 1995: Totonho Villeroy - álbum: Trânsito 1996: Sérgio Mendes - álbum: Oceano 1996: Marisa Monte - álbum: Barulhinho Bom 1997: Quarteto em Cy - álbum: Bate-Boca 1998: Maria Bethânia - álbum: Imitação da Vida 1998: Jussara Silveira - álbum: Canções de Caymmi 1999: Milton Nascimento - álbum: Crooner 1999: Banda Beijo - álbum: Meu Nome É Gil 1999: Lenine - álbum: Na Pressão 1999: Ana Carolina - álbum: Ana Carolina 2000: Ivan Lins - álbum: Um Novo Tempo 2000: Milton Nascimento e Gilberto Gil - álbum: 2000: Ivete Sangallo - álbum: Ivete Sangallo 2001: João Bosco - álbum: Na Esquina (ao vivo) 2001: Gilberto Gil - álbum: Gil and Milton 2001: Festival de Jazz de Viena - (vários: Gil, Milton, 2001: Maria Bethânia - álbum: Maricotinha 2001: Simone - álbum: Seda Pura 2001: Titãs - álbum: A Melhor Banda de Todos os te 2002: Antônio Carlos Jobim Song Book - vol. II e IV 2003: Virgínia Rodrigues - álbum: Mares Profundos 2003: Milton Nascimento - álbum: Pietá. 2004: Copenhagen Jazz Festival - com Milton 2006: Severino - Marco Lobo & Amigos - 2006: Milton Nascimento European Tour 2006: Billy Cobham World Tour 2006: Fiorella Mannoia (Itália) - participação 2006: Vander Lee - DVD: Pensei que Fosse o Céu 2006: Milton e Caetano - (show) 2006: Lula Ribeiro - álbum: Algum Alguém 2006: Luiz Brasil - álbum: Brasileiro. 2008: Billy Cobham album: Fruit From the Loom. 2010: Maria Bethania DVD: Amor, feat e devoção. 2010: Billy Cobham album: Palindrome . 2010: Trio ELF álbum: ElfLand (Com Milton Nascimento . 2010: Milton Nascimento DVD Tambores de Minas. 2011: Paola Vegas álbum: Paola Vegas (Participação). MAURÍCIO NOLASCO Coordenação Geral O jornalista Maurício Nolasco iniciou suas atividades profissionais em 1979. Trabalhou por 04 anos no Departamento de Comunicação Social da Sociedade Civil de Planejamento Familiar no Brasil. Intensamente envolvido com as questões da transformação social do Brasil, publicou várias reportagens sobre os principais temas nacionais. De 89 a 95, dedicou-se às questões ambientais, ao desenvolvimento sustentável e à política de ocupação e exploração econômica da Amazônia em suas diversas regiões. Participou de várias redações (O Dia, O Globo, Última Hora). Foi editor de economia da Tribuna da Imprensa de 94 a 96. É coordenador Instituto Solidariedade e Cultura, que tem por responsabilidade orientar a criação de politicas de execução de projetos sociais e de difusão da cultura brasileira, com uma experiência acumulada na coordenação geral dos projetos há 10 anos. É responsável pela comunicação institucional e o planejamento das atividades do Instituto. ESCLARECIMENTOS SOBRE ATIVIDADES TÉCNICAS Instituto Solidariedade e Cultura O Instituto Solidariedade e Cultura – ISC – é uma entidade civil sem fins lucrativos, de caráter social, cultural e educacional, destinado a fomentar, por meio da implementação de estratégias de economia solidária e da utilização de princípios e técnicas de marketing social, o desenvolvimento e a sustentabilidade em comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro e a difusão das manifestações de comunidades tradicionais de várias regiões do país. O ISC incentiva a criação de novas infraestruturas e espaços para a produção de bens culturais e o debate sobre o importante papel do Brasil como depositário de um valioso patrimônio histórico, cultural, ambiental e, notadamente, turístico. A experiência acumulada vem da realização do projeto “Escola de Percussão Batucadas Brasileiras”, patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, durante 10 anos (dez) consecutivos, na Rua Camerino 60 – Zona Portuária do Rio de Janeiro. E 2 anos (dois) com o patrocínio da Braskem, em Campos Elíseos, no Polo Petroquímico de Duque de Caxias. O projeto “Batucadas Brasileiras” levou a instituição a se relacionar com inúmeras comunidades tradicionais criativas do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Amazonas e Pará; escolas de samba, a exemplo da Mangueira, Portela, Beija-Flor de Nilópolis, Vila Isabel e Grande Rio; comunidades tradicionais afrodescendentes na Baixada Fluminense, no Vale do Jequitinhonha (MG), em Contagem (MG), no Recôncavo da Bahia e em Salvador, comunidades de Maracatus em Pernambuco, comunidades folclóricas do Amazonas e do Pará, entre outras. A Missão do ISC é incentivar novos modelos educativos e sistemas alternativos de produção de cultura e comércio de produtos populares que permitam o desenvolvimento econômico e social nas comunidades, a geração de trabalho e renda, a disseminação de conceitos e valores sobre direitos humanos e cidadania, e a preservação ambiental e do patrimônio histórico e cultural, nas comunidades com as quais a instituição se relaciona. Sendo assim, o ISC busca promover a união dos povos tradicionais do Brasil, através da música, da dança, do cinema, da literatura, das artes plásticas e das manifestações populares cujas matrizes deram origem à cultura moderna e contemporânea. Para tanto o ISC obtém apoio e também se relaciona com vários profissionais da arte, consagrados ou não: artistas, cantores, compositores, músicos, sambistas, ritmistas, mestres de bateria, jornalistas, fotógrafos, artistas plásticos, ilustradores, cartunistas, artistas gráficos, escritores, antropólogos, acadêmicos, professores e alunos da rede de ensino, pública e privada, lideranças comunitárias, ameríndias e afrodescendentes. Esta é a base de sustentação teórica e prática de produção das atividades do Instituto Solidariedade e Cultura. Todos os projetos da instituição são de autoria própria e nunca participamos de projetos de outras instituições e de outros artistas, ou terceiros. É o ISC que sempre convida os profissionais das diversas áreas (contratados) a participarem de suas atividades. E não o contrário. Sendo assim, declaramos, junto à Coordenadoria de Admissibilidade de Projeto da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o nosso total “desinteresse” de participar de ações culturais que não tenhamos o “controle ativo” das suas produções, desde a concepção original à realização da pré-produção, da produção, da divulgação e da administração dos projetos. Até mesmo para a captação dos recursos não nos utilizamos de intermediários, a não ser profissionais coordenados por nossa equipe. Declaramos, para os devidos fins, a total responsabilidade sobre o exercício de cada projeto apresentado a esta Coordenadoria, garantindo as nossas parcerias, para as suas realizações, na Presidência, com a senhora Viviane de Azeredo Mendoça, na produção executiva e administração, com os senhores Sóstenes Luiz Frade Ramalho, Vice-Presidente e Secretário Geral, e Camilo Rezende Nolasco, ex-Presidente e atual Coordenador de Planejamento e Relações Institucionais, contando com a participação especial do escritor e jornalista Maurício Nolasco, Coordenador Geral das nossas atividades e autor intelectual dos nossos projetos, considerando que podemos contratar outros profissionais para executar funções relacionadas em nossas planilhas orçamentárias.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.