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Plano Anual de atividades da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, que compreende a manutenção da sede da companhia, a manutenção de seu corpo artístico, técnico e a consequente preservação de sua linguagem artística, montagem de espetáculos; programação cultural; manutenção de acervo; circulação com montagens da companhia.
● Montagem de espetáculos inéditos e de espetáculos consagrados no repertório: Um espetáculo inédito da saga Cacilda está previsto para a comemoração de seu centenário em 2021, com direção de José Celso Martinez Correa. Em 2021 se comemoram 100 anos de Cacilda Becker. Desde 1998 a companhia monta os espetáculos da série Cacilda– com 900 páginas escritas por José Celso Martinez Correa e Marcelo Drummond, a dramaturgia cruza a vida de Cacilda Becker com as personagens que ela interpretou. Desta saga, foram montadas 7 peças até hoje. ● Programação cultural do espaço, composta de espetáculos da companhia Estão previstas as temporadas de espetáculos do repertório da companhia como: Paranoia, de Roberto Piva – direção Marcelo Drummond; Paranoia é um espetáculo performático mulltimídia, com aproximadamente 60 minutos de duração, Marcelo Drummond interpreta os poemas do livro de Roberto Piva, editados em 1963 por Massao Ono e relançado em 2000 pelo IMS. O ator do Teatro Oficina Uzyna Uzona apresenta este espetáculo desde 2011, e fez apresentações esporádicas por São Paulo: no Teatro Oficina, na Praça das Artes, no Clube das Artes-AAMAM, na Bibliotca Mário de Andrade, no Estúdio Lâmina, Festival Mundo Pensante 2017 na Casa das Caldeiras e no Mundo Pensante. Paranoia tem a estrutura de um show mas é um poeta que circula pela região central da metrópole - uma São Paulo mítica, noturna, que cresce - e se deixa invadir pelo erotismo e pela loucura latentes na madrugada. A trilha sonora composta por Zé Pi exalta a noite com batidas eletrônicas, Jazz, ruídos, sons de multidões em protesto, tiros e bombas que se soma a música executada ao vivo pelo pianista Chicão, a ação caligráfica da escrita milenar da caligrafia japonesa antropofagiada ao laser pichador de Sonia Ushiyama, ao cinema ao vivo de Ciça Lucchesi na projeções que entram pela cidade com imagens gravadas de muitas São Paulos de várias épocas misturadas com as geradas pela câmera ao vivo de Igor Marotti, a Luz de Lunna Dela Crist e Pedro Felizes com o som operado por Camila Fonseca completam essa perfomance coletiva. O Bailado do Deus Morto de Flávio de Carvalho; O Bailado do deus Morto, peça de Flávio de Carvalho escrita para a inauguração do Teatro da Experiência, em 1933 e censurada já na noite de estréia, imediatamente ao fim da apresentação, põe em cena uma reflexão sobre a fé, o medo e a morte de um Deus animal que se transfigura com a mecanização do mundo, temas sobre os quais o autor também escreveu em seu texto A Origem Animal do Deus, publicado junto com a peça. Tanto no texto e rubricas de gestos e movimentos corporais da peça quanto nas fotos e relatos que se tem da montagem, nas máscaras, fica claro o diálogo de Flávio com vanguardas modernas do início do século, como primitivismo, surrealismo e expressionismo - e a sua deglutição. Em agosto de 2019, o Oficina foi convidado para participar da exposição Flávio de Carvalho - O antropófago ideal, na galeria Almeida e Dale, e optou por encenar o Bailado do Deus Morto, dirigido por Marcelo Drummond. A companhia já havia trabalhado em outras versões da peça em duas ocasiões - Bienal de São Paulo de 2010 e Festival de Arte Serrinha em Bragança Paulista. Foi entre as telas vibrantes de Flávio que estreamos essa remontagem de 2019, num cubo branco apinhado de visitantes, na manhã da vernissage. O Bailado aterrou depois no Solar dos Abacaxis, em uma apresentação-acontecimento durante a ativação Manjar: Re-conhecimento, no Rio de Janeiro. Depois de algumas apresentações, a montagem foi transposta para a comprida rua Lina Bardi, no terreiro eletrônico do Oficina, onde teve curta e calorosa temporada em janeiro de 2020. Mutação de Apoteose , a partir de Os Sertões de Euclides da Cunha – direção de Camila Mota; E ao tornar da travessia o viajante, pasmo, não vê mais o deserto. Sobre o solo, que as amarílis atapetam, ressurge triunfalmente a flora tropical. É uma mutação de apoteose. O trecho da “A terra”, primeira parte de Os sertões, descreve a reação da natureza depois da chuva na caatinga. Tal força de renascimento, que para sempre se renova, conduz o espetáculo, dirigido pela atriz e diretora Camila Mota (Belo Horizonte, 1974), criado a partir das canções compostas para as montagens de Os sertões feitas pelo grupo no começo dos anos 2000. As músicas de autores como Tom Zé, Arnaldo Antunes, Adriana Calcanhotto, Chico César, Karina Buhr, José Miguel Wisnik e Celso Sim, além do próprio coro de atores, traçam aqui um novo caminho, inspirado pelas urgências do Brasil de agora. O espetáculo, realizado pela Universidade Antropófaga, teve uma primeira apresentação como espetáculo de abertura da Flip 2019, e contou com a participação de jovens de Paraty, num trabalho que resultou de oficinas de teatro e música, ações do Programa Educativo. Mutação de Apoteose vai ser recriada a partir do contexto pandêmico e será a peça que vai celebrar, após o período de isolomento, o reencontro entre artistas e público numa apoteose.
OBJETIVOS GERAIS: Manutenção do trabalho de criação da Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona bem como de sua sede, circulação de espetáculos, programação cultural e realização de palestras a título de contrapartida social. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) Manutenção e zeladoria da sede da companhia, edifício do Teatro Oficina, obra de arte de Lina Bo Bardi e Edson Elito; b) Manutenção e renovação de equipamentos da sede da companhia, que possibilitam a montagem de dezenas de espetáculos com estrutura moderna de som, luz e vídeo (cinema ao vivo presente em vídeo instalações que compõe a cena); c) Manutenção da linguagem da companhia, através do fomento direto ao seu núcleo artístico de criação; d) Montagem de um espetáculo inédito e de três espetáculos consagrados do repertório; e) Programação cultural composta de espetáculos da companhia, apresentações de artistas e de núcleos artísticos convidados; f) A título de contrapartida social, a realização de Noites antropófagas, que serão 6 Palestras vinculadas às montagens da companhia, abertas ao público, destrinchando o espetáculo sob os diversos pontos de vista da encenação (dramaturgia e direção; atuação; iluminação; sonorização, música, vídeo, direção de cena, arquitetura cênica; comunicação e mídia tática); g) Oficinas de formação e residências artísticas através da Universidade Antropófaga, prática de troca e transmissão de conhecimentos da companhia; h) Manutenção, preservação e restauro de acervo: figurinos, objetos, documentos, material gráfico e material audiovisual; i) Difusão do trabalho da companhia através de disponibilização online de espetáculos, e de conteúdo de pesquisa, através de "website" e redes sociais da companhia; j) Circulação de um espetáculo da companhia em temporada de um mês no Rio de Janeiro. Considerando as atuais restrições e indicações governamentais de distanciamento social, por conta do COVID-19, visando a manutenção do projeto, informamos que as atividades dos itens (d,e, f, g e j) poderão ser realizadas de forma digital, transmitidas pela internet.
O Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona é a Companhia mais antiga em atividade no Brasil. Sua sede, - obra de arte arquitetônica de Lina Bo Bardi e Edson Elito - é considerada o teatro mais bonito e intenso do mundo pelo jornal The Guardian. Preservar e desenvolver a linguagem vital da companhia, _ teatro musical, espetáculos de TragyComediaOrgya _ Ópera de Carnaval e obras audiovisuais, atravessados pela antropofagia e por um pensamento cosmopolítico, constituem bússolas éticas da companhia. Manter o edifício. Com um coro de mais de sessenta artistas atuadores de todas as áreas do teatro total: teatro, cinema ao vivo, videoarte, luz, arquitetura cênica, sonoplastia, banda, figurino, artes plásticas e poesia, desenvolve um programa permanente de transmissão de conhecimento. O Teat(r)o Oficina completou sessenta e um anos em 2019 em plena atividade artística e social. Surgido em 1958, passou por diversas fases; a profissionalização a partir de 1961; o fim da década de 60, quando foram encenadas obras que revolucionaram a dramaturgia brasileira como "Pequenos Burgueses" de Gorki e "O Rei da Vela" de Oswald de Andrade; o exílio entre 1974 e 1979, trabalhando em Portugal, Moçambique, França e Inglaterra produzindo obras cinematográficas como o "25", que narra a libertação do país africano e "O Parto" sobre a Revolução dos Cravos. Em 1979, o grupo reúne-se em São Paulo e durante dez anos trabalha para levantar o novo teatro, com projeto de Lina Bo Bardi e Edson Elito, aberto em 1993, com "Hamlet" de Shakespeare, seguida por "Bacantes" de Eurípides, realizadas à moda de Óperas de Carnaval. No início do século XXI o Oficina dá nova virada com o trabalho de transversão de "Os Sertões", de Euclides da Cunha, para o teatro e cinema e abre-se ainda mais para a valência social. Questões de educação, urbanismo e comunicação _ a cultura tratada como infraestrutura _ passam a ser trabalhadas com vigor e profundidade pelo grupo. Nasce, nessa época, o Movimento Bixigão - trabalhos artísticos realizados com as crianças e jovens em situação de risco social, no bairro do Bixiga - e a companhia e público tornam-se heterogêneos. Desafios Companhias estáveis de repertório possuem, na sua génese, características de educação através da cultura que produzem; pois, ao existir por décadas, é sempre necessária a renovação dos seus corpos artísticos. A transmissão de conhecimento torna-se condição fundamental para uma existência sempre renovada. Um grande desafio é abrir sempre para a colaboração de novos artistas, sem abrir mão da linguagem e da linhagem antropófaga. A nossa casa de acervo e produção, há 15 anos na Rua Major Diogo, Bixiga, precisou ser desocupada às pressas no dia 21 de junho de 2020: mais um efeito direto do avanço da especulação imobiliária agressiva que corrói, neste momento pandêmico, São Paulo e que tenta corroer já há muitos anos o nosso amado Bixiga. O casario será demolido para a construção de um mega empreendimento. Além de ser a nossa casa de produção, o espaço guardava grande parte do acervo (gráfico, audiovisual, documental, objetos y figurinos) dos quase 62 anos de existência da Companhia. Em estado de emergência, realocamos tudo dentro do teatro, na rua jaceguai 520, que não comporta todo o acervo com os cuidados necessários, nem com espaços destinados para a devida preservação de todo material. Por isso tudo isso, ter um programa anual que estruture e contemple as atividades vitais da Uzyna é, hoje mais do que nunca, urgente e fundamental para a continuidade do trabalho, da companhia, da nossa linguagem (através de ações da Universidade Antropófaga) e da própria memória-viva do teatro e da cultura brasileira que é o Teat(r)o Oficina. Este projeto atende as seguintes diretrizes dos artigos 1° e 3° da Lei 8.313/91: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;
- Por conta das agendas do elenco e dos demais profissionais envolvidos, os mesmos poderão ser substituídos por outro com o mesmo grau de profissionalismo e experiência na área. Desde já garantimos que uma eventual substituição não prejudicará o projeto; - O proponente informa que no momento ainda não é possível afirmar por quais itens irá se remunerar. No entanto se compromete que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. - O proponente informa que os ingressos disponibilizados aos patrocinadores e para divulgação que não forem por esse utilizados, poderão ser comercializados pelo proponente.
a) Manutenção e zeladoria da sede da companhia, edifício do Teatro Oficina, obra de arte de Lina Bo Bardi e Edson Elito; b) Manutenção e renovação de equipamentos da sede da companhia, que possibilitam a montagem de dezenas de espetáculos com estrutura moderna de som, luz e vídeo (cinema ao vivo presente em vídeo instalações que compõe a cena); c) Manutenção da linguagem da companhia, através do fomento direto ao seu núcleo artístico de criação; d) Montagem de um espetáculo inédito e de três espetáculos consagrados do repertório; e) Programação cultural composta de espetáculos da companhia, apresentações de artistas e de núcleos artísticos convidados; f) A título de contrapartida social, a realização de Noites antropófagas, que serão 6 Palestras vinculadas às montagens da companhia, abertas ao público, destrinchando o espetáculo sob os diversos pontos de vista da encenação (dramaturgia e direção; atuação; iluminação; sonorização, música, vídeo, direção de cena, arquitetura cênica; comunicação e mídia tática); g) Oficinas de formação e residências artísticas através da Universidade Antropófaga, prática de troca e transmissão de conhecimentos da companhia; h) Manutenção, preservação e restauro de acervo: figurinos, objetos, documentos, material gráfico e material audiovisual; i) Difusão do trabalho da companhia através de disponibilização online de espetáculos, e de conteúdo de pesquisa, através de “website” e redes sociais da companhia; j) Circulação de um espetáculo da companhia em temporada de um mês no Rio de Janeiro.
Plano Anual Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 onde as apresentações irão ocorrer. Está previsto no Plano Anual 2021 as obras de acessibilidade para os banheiros do público. O acesso e a locomoção interna no Teat(r)o Oficina já era feito por rampa, sem a presença de escadas no nível térreo do prédio, local reservado para pessoas com especificidades de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição em espetáculo gravado da Companhia. Legenda descritiva para o conteúdo imagético publicado nas redes sociais da Companhia. Acessibilidade para deficientes auditivos:Libras em espetáculo da Companhia. Espetáculo de artes Cênicas Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 onde as apresentações irão ocorrer. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição em espetáculo gravado da Companhia. Legenda descritiva para o conteúdo imagético publicado nas redes sociais da Companhia. Acessibilidade para deficientes auditivos:Libras em espetáculo da Companhia. Contrapartidas Social Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 onde ocorrerão as palestras. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 15599/2008, uma palestra contará com intérprete de libras.
Em atendimento ao art. 21 da IN 02/2019 do ministério da cidadania o proponente opta por: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, proponente, responsável por toda gestão e processo decisório do projeto. José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso) – DIRETOR GERAL/ARTISTICO Diretor presidente da associação, responsável pela gestão e processo decisório do projeto. Responsável pela direção geral, artística e gerenciamento de todas as atividades do projeto. Zé Celso é diretor, dramaturgo, atuador e um dos fundadores do Teatro Oficina. Encenou espetáculos considerados antológicos, tais como O Rei da Vela; Na Selva das Cidades; As Bacantes e Os Sertões. Ícone da tropicália. Camila Mota – ATRIZ, DIRETORA DE PRODUÇÃO, NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO Camila Mota (Belo Horizonte, 1974) é atriz, dramaturga, diretora e artista visual. Ana Maria Alvarenga de Barros (Ana Sette) – PRODUTORA EXECUTIVA Formada na Escola de Comunicação da UFRJ, iniciou seus trabalhos como fotógrafa do Jornal do Brasil em 1976. Anderson Puchetti – PRODUTOR EXECUTIVO E ADMINISTRADOR Produtor, concluiu, em 2006, o curso de bacharelado em Administração de Empresas pela universidade São Judas Tadeu em São Paulo. Em 2009, iniciou sua trajetória na Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, onde atua como produtor até os dias atuais. Beto Eiras – ASSISTENTE DO DIRETOR É artista visual, documentarista e pesquisador. Estudou Ciências Sociais na Universidade Federal de Pernambuco. Cafira Zoé – POETA, ATUADOR, NÚCLEO DE VÍDEO E MÍDIA TÁTICA Cafira Zoé, cobra-coral, poeta, artista visual, design gráfico, performer e cientista. é pesquisador no núcleo de estudos da subjetividade (PUC-SP), com interesse pelos chamados movimentos vitais e suas insurreições: humanas e não-humanas. Camila de Souza Fonseca – TÉCNICA DE SOM Formada em Produção Fonográfica, trabalha com mixagem de som ao vivo desde 2018 atuando no Teatro Oficina. Cyntia Correia Paiva Monteiro – DIRETORA DE ILUMINAÇÃO Cyntia Monteiro é iluminadora, figurinista e cenógrafa, formada em cenografia e figurino. Cyro Sérgio de Morais Barbosa – ATOR Atualmente, é aluno da pós-graduação “Gestão Cultural Contemporânea: da Ampliação do Repertório Poético à Formação de Equipes Colaborativas”, oferecido pelo Itaú Cultural. No cinema, protagonizou um documentário sobre a arte do ator gravado durante as sessões da peça Roda Viva (lançamento previsto para 2021), e fez participações em alguns filmes, como o curta-metragem Seja Feliz, vencedor de vários prêmios no festival Cine PE. Cyro Morais tem como cerne de sua pesquisa profissional a relação Corpo-Voz. Os estudos em Teatro, Dança, Música e Performance trazem um caráter híbrido para todos os trabalhos que desenvolve. Felipe Ionescu Botelho – DIRETOR MUSICAL Diretor musical da companhia Teatro Oficina Uzyna Uzona desde 2011, tendo trabalhado nas peças Macumba Antropófaga, Bacantes, Acordes, Cacilda!!!, Cacilda!!!!, Walmor&Cacilda68, Pra Dar Um Fim no Juízo de Deus, Mistérios Gozosos e Roda Viva, todas sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Ao longo das peças já atuou também como baixista, guitarrista, pianista, preparador vocal, compositor e arranjador. Fernanda Ribeiro Taddei – ATRIZ Fernanda Taddei é formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Trabalhou como programadora, curadora e produtora de mostras e festivais de cinema ao longo de dez anos, como as mostras de Stan Brakhage, Andy Warhol e Straub-Huillet, e o Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, para os quais trabalhou, como lugares de aprendizado e transformação. Igor Marotti – NÚCLEO DE VÍDEO Igor Marotti é fotógrafo, cineasta, artista visual e publicitário. Estudou Comunicação Social / Publicidade e Propaganda na PUC Minas entre 2005 e 2009. Isabela Mariotto – ATRIZ Isabela, 28 anos, é atriz. Atualmente, vive e trabalha na cidade de São Paulo. Completou em 2015 o Bacharelado em Francês na FFLCH-USP, mesmo ano no qual formou-se pela Universidade Antropófaga do Teatro Oficina. Kael Studart – ATOR, ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Kael Studart é artista de teatro e cinema de Brasília residente em São Paulo. Seu trabalho abrange atuação, direção, dramaturgia, produção, dublagem e transformismo. Kelly Campello – ATRIZ Atriz piauiense radicada em São Paulo, Kelly é formada pela escola técnica estadual de Teatro Gomes Campos em Teresina. Luana Della Christ – ILUMINADORA, ASSISTENTE DE SOM Formou-se como atriz na Fundação das Artes e iluminadora na Escola São Paulo de Teatro. Marília de Oliveira Cavalheiro Gallmeister – DIRETORA DE ARQUITETURA Arquiteta, urbanista, artista. Trabalhou de 2009 a 2014 colaborando com projeto, desenho e montagem de obras e instalações de artistas plásticos, como Olafur Eliasson, Artur Lescher, Carlos Vergara, entre outrxs e em exposições coletivas como a Bienal Internacional de Arte de São Paulo, em 2010 entre outras. Mayara Baptista Ignacio Miranda – ATRIZ Mayara Baptista é uma atriz e performer formada no curso técnico de Artes Cênicas pelo Senac (2017). Moisés Bernardes Teixeira (Moita Mattos) – MÚSICO Músico multi-instrumentista, compositor, arranjador, produtor, pesquisador e educador, atua desde 2016 como guitarrista no Teatro Oficina, já tendo participado das montagens das peças Bacantes (2016/2017), Macumba Antropófaga (2018) e Roda Viva (2019/2020), todas sob direção de Zé Celso. Bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia. Nash Laila – ATRIZ Nash Laila é atriz, cantora, preparadora de elenco, produtora no teatro e no audiovisual. Estudou Licenciatura em Teatro na UFPE, Histoire de l’art na l'Université Blaise Pascal em Clermont Ferrand e Interpretação na Hipérion Escola de Atuação em Recife. Sylvia Prado Lopes – ATRIZ Multi-artista formada em Artes Cênicas pelo Instituto de Arte e Ciência. Túlio Starling – ATOR Bacharel em Interpretação Teatral pela UnB. Victor Gomes Rosa (Victor Rosa) – ATOR, ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Victor Rosa é ator, produtor, contrarregra e diretor teatral: Formado em Teatro pela Etec de Artes e Atuação na SP Escola de Teatro. - Por conta das agendas do elenco e dos demais profissionais envolvidos, os mesmos poderão ser substituídos por outro com o mesmo grau de profissionalismo e experiência na área. Desde já garantimos que uma eventual substituição não prejudicará o projeto
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.