| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,81 mi |
| 06881898000130 | Financeira Itaú CDB S.A. | 1900-01-01 | R$ 380,0 mil |
| 43644285000106 | ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 03816532000190 | Colgate Palmolive Industrial Ltda. | 1900-01-01 | R$ 192,3 mil |
| 34597955000190 | WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORTE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 103,0 mil |
| 04693022000305 | MR MINERAÇAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 83,2 mil |
| 24380578000189 | WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 82,0 mil |
| ***180877** | CARLOS GASTALDONI | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***854847** | DALTON SILVA PEDROTI | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***495087** | JORGE LUIZ BARBOSA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***690497** | DANIEL NUNES SAMPAIO GASTALDONI | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***705087** | ANA CLAUDIA CORREA LAVAQUIAL | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***178524** | AUREA REGINA DE SOUZA SAMPAIO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***873157** | FLORIANO JOSE GODINHO DE OLIVEIRA | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***497207** | CLAUDIA CORBISIER | 1900-01-01 | R$ 330,00 |
| ***758287** | ANA INES SOUSA | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
| ***175387** | ELIONALVA SOUSA SILVA | 1900-01-01 | R$ 200,00 |
| ***559677** | ISABELA SOUZA DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 150,00 |
| ***352027** | SERGIO DA SILVA SANTOS | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
Plano Anual de Atividades dos programas de cultura do Observato´rio de Favelas. Contempla a realizaça~o de exposições de artes visuais; residências artísticas; programa de formaça~o arti´stica e oficinas culturais; e pesquisas para mapeamento de pra´ticas arti´sticas.
Não e aplica.
Objetivos Gerais - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso a?s fontes da cultura e o pleno exerci?cio dos direitos culturais; - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Proteger as expresso?es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa?veis pelo pluralismo da cultura nacional; e - Estimular a produc?a?o e difusa?o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo?ria.Objetivos específicos I. Galpão Bela Maré *4 exposições de artes visuais com um programa educativo contínuo;*Manutenção das atividades na biblioteca de artes visuais; e*Formação de média duração para jovens e adolescentes em artes visuais. II. Imagens do Povo *2 exposic?o?es de fotografia; *Eixo de Formac?a?o: cursos e oficinas sobre fotografia; *Eixo de acompanhamento e difusa?o: Manutenc?a?o de age?ncia e Banco de Imagens. III. Arena Dicró (Residências Artísticas) *Ensaios Abertos: 24 propostas _ 12 de multilinguagem e 12 de dança - para micro-residências de 3 dias; *#LABDICRO?: 12 propostas _ 6 de teatro e 6 de danc?a - para laborato?rio de 45 dias; *Edital de ocupac?a?o da Galeria L: 12 propostas para exibic?a?o de artes visuais pelo peri?odo de um me?s; *Vive?ncias: 4 grupos atendidos em processo de ocupac?a?o conti?nua. IV. Culturas de Periferias*PROCESSO FORMATIVO CULTURAS DE PERIFERIA: realizar uma formação para 50 agentes locais residentes e atuantes nos territórios prioritários do programa, no campo da produção cultural, com ênfase em elaboração e gestão de projetos, biossegurança para eventos, inovação social e desenvolvimento territorial com total de 100 horas/aula.*PESQUISA: Desenvolvimento de pesquisa sobre instituições, produção e práticas culturais e seus desafios e perspectivas de atuação no contexto pós-pandemia; e*Ebook com a sistematização da pesquisa e ações empreendidas pelo projeto, disponível para download gratuitamente; V. Elã* Ciclo formativo em artes composto por 10 encontros-formativos, sempre aos sábados, entre 10h30 e 17h30, no Galpão Bela Maré, a partir de diferentes estratégias artístico-pedagógica; e* Realizar, ao final, uma mostra com trabalhos dos 15 artistas a ser montada no Galpão Bela Maré e a partir dela ativar o trabalho de arte educação e mediação do Programa Educativo do Galpão.
O Observatório de Favelas é uma organização da sociedade civil de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Buscamos afirmar uma agenda de Direitos a? Cidade, fundamentada na ressignificação das favelas, também no âmbito das políticas públicas. Criado em 2001, o Observatório e? desde 2003 uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP). Com sede na Mare?, no Rio de Janeiro, sua atuação e? nacional. Foi fundado por pesquisadores e profissionais oriundos de espaços populares, sendo composto atualmente por trabalhadores de diferentes espaços da cidade. Reconhecendo a multiplicidade de fatores implicados na reprodução das desigualdades, atuamos em cinco áreas distintas: Politicas Urbanas; Educação; Comunicação; Arte e Território; e Direito a? vida e segurança pública. Com suas iniciativas organizadas a partir destas cinco áreas, o Observatório de Favelas persegue os seguintes objetivos: · Ampliar sua rede sociopedagógica para influenciar na elaboração de políticas públicas, torná-las efetivas e criar práticas de intervenção social nos espaços populares; · Avaliar políticas públicas destinadas a? cidade e, em especial, aos espaços populares, a partir da produção de instrumentos conceituais e metodológicos plurais; · Elaborar conceitos, produzir informações e representações que ponham em perspectiva visões estereotipadas e homogeneizantes sobre as favelas e espaços populares; · Incidir no campo das políticas culturais, para que a definição destas reconheça e contemple as manifestações e práticas presentes nos espaços populares; · Formular e implantar práticas exemplares em educação, geração de trabalho e renda, moradia e regularização fundilharia urbana, cultura, Comunicação, segurança pública e valorização da vida; · Constituir referencias inovadoras de produção do conhecimento, dentro e fora de nossa rede social e política, para viabilizar propostas de Direito à Cidade. ÁREA DE ARTE E TERRITO?RIO DO OBSERVATO?RIO DE FAVELAS A história conta que as favelas são territórios fundamentais para criação cultural. Nelas a mistura de arte com a vida faz com que a esperança cotidiana também seja chamada de cultura. Além de patrimônio materialmente inscrito, cultura e? conhecimento de nós mesmos. Um sentido de pertencer a algo que nos pertence: o território. É aí que a cultura realiza as possibilidades de apropriação como conceito e de visibilidade como prática social. No entanto, a cultura funciona muitas vezes como uma série de expressões práticas que reforçam hierarquias sociais. Desta forma, alguns sujeitos passam a ser considerados mais ?valiosos? em função da sua maior capacidade de acessar e operar com produtos culturais distintivos. Esta lógica ainda encontra forte correspondência entre as políticas culturais, se expressando inclusive na distribuição desigual dos equipamentos e serviços culturais, geralmente concentrados em áreas nobres das cidades. Desde sua fundação, o Observatório de Favelas vem trabalhando para esvaziar de significado as representações estereotipadas das favelas e periferias urbanas. Nosso objetivo neste campo é romper fronteiras e construir 'arquipélagos de centralidades' e não 'ilhas' isoladas nas áreas já privilegiadas das cidades. Temos certeza que estas novas centralidades não podem ser criadas se não houver troca e encontro entre pessoas de diferentes cantos da cidade. Portanto, nossas iniciativas buscam impactar as políticas publicas de arte e cultura, evidenciando o papel dos espaços populares como matrizes da produção criativa. Para isto, buscamos legar metodologias de mobilização social e produção de conhecimento que assegurem que as práticas e manifestações culturais presentes nas favelas, figurem no conceito de cultura dos formuladores de políticas. O Observatório de Favelas acredita na centralidade política da cultura para a construção de um projeto transformador da cidade. A solicitação de apoio ao projeto Plano Bianual Observatório de Favelas 2021/2022 junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, via Lei de Incentivo, e? hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Em resposta à diligência, solicitamos considerar que a atividade principal do Plano anual é a realização de exposições de arte, e possuímos no CNPJ o CNAE "90.03-5-00 - Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas", compatível com a área e o segmento do enquadramento proposto, em conformidade com as determinações so Anexo VII da IN 02/2019.
Não se aplica.
Acessibilidade física (TODOS OS PRODUTOS E CONTRAPARTIDA SOCIAL): Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, apto a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. PLANO ANUAL Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público. EXPOSIÇÃO DE ARTE Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: No âmbito das exposições, asseguraremos a sinalização adequada dos espaços em braile, áudio-descrição e descrição em braile das obras expostas. CURSOS/OFICINA Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público.
PRODUTO PLANO ANUAL / EXPOSIÇÃO DE ARTE Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. PRODUTO CURSO / ESTÁGIO / OFICINA Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso III: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de programas e equipamentos culturais, como pode ser verificado nos projetos já realizados. Coordenação Geral: Observatório de Favelas O Observatório de Favelas é uma organização social de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Sua característica central é o fato de ter sido fundado por moradores das periferias e favelas cariocas. A partir desse “lugar de origem”, a instituição se dedica a construir um projeto de cidade sustentado no reconhecimento e legitimação das diferenças, na afirmação da igualdade de exercício da dignidade humana e no direito à convivência. Todos os conceitos, metodologias, estudos e proposições políticas do Observatório de Favelas têm, assim, o Direito à Cidade como princípio condutor. A missão da instituição é construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos e o trabalho está estruturado em cinco eixos: Comunicação, Direito à vida e segurança pública, Políticas Urbanas, Educação e Arte e Território. Diretoria Elionalva Sousa Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (CPDOC, FGV), especialista em Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor (FGV) e graduada em Licenciatura Plena em Pedagogia (Unirio). É fundadora do Observatório de Favelas, Representante Legal e Diretora Administrativo-Financeira da Organização. Isabela Souza Isabela Souza é Doutoranda em Geografia pela Universidade Federal Flu minense (UFF), Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem MBA em Gestão de Projetos pelo IBMEC - RJ e é Bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Isabela nasceu e cresceu na Maré e desde 2011, integra o quadro da OSCIP Observatório de Favelas do Rio de Janeiro. Atualmente é diretora da organização. Se interessa pelos debates acerca da cidade, das pessoas que nela vivem e da arte e da cultura como caminhos para construção de uma sociedade menos desigual. Aruan Braga Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ) com licenciatura completa em Sociologia (FE/UFRJ). Mestre pelo Programa de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (IE/UFRJ). Atuou como gerente de projetos na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (IPP/PCRJ) e também como consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Programa UPPSocial. Raquel Willadino Doutora em Psicologia Social pela Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia da Universidade Complutense de Madrid (UCM), Espanha, e graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Tem uma trajetória de atuação nacional no campo da segurança pública e da promoção e defesa dos direitos humanos. Atualmente, é Diretora do Observatório de Favelas e coordena a área de Direito à Vida e Segurança Pública da instituição no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, desenvolveu pesquisas e metodologias de intervenção centradas nos seguintes temas: juventude, violência urbana, segurança pública, favelas e direitos humanos na América Latina, priorizando as dimensões etárias, raciais, de gênero e territoriais. Dentre as publicações, destacam-se: Rotas de Fuga: caminhadas. Trajetórias de jovens na rede social do tráfico de drogas (2009); Prevenção à Violência e Redução de Homicídios de Adolescentes e Jovens no Brasil (2011), Guia Municipal de Prevenção da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens (2012), Novas Configurações das Redes Criminosas após a implantação das Upps (2018), Sociedad Civil y reducción de violencias en América Latina: tendencias y desafíos (2018). Coordenações Monique Bezerra Doutoranda em Geografia pela UFF. Mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ. Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense. Possui Especialização em Gestão de Projetos da Engenharia de Produção, pela UERJ e Especialização em Educação Tecnológica, no CEFET/RJ. Gerente de projetos nas áreas de cultura e inovação social. Colaboradora do Observatório de Favelas desde 2012, onde atuou por cinco anos na coordenação de projetos do eixo arte e território. Atualmente está na coordenação de desenvolvimento institucional da organização. Seu guarda-chuva profissional engloba os seguintes temas: cultura, inovação social e territorialidades. Jean Carlos Azuos Educador, Artista-curador e pesquisador. Bacharel, Licenciado em Artes Visuais e Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ. Participou de diversas mostras coletivas entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Foi assistente de curadoria no Festival Mais Performance (Oi Futuro Ipanema / RJ) e assinou curadoria e organização de Bela Verão (2018) Quimeras, Corpos in Trânsito, Superfícies, Bela Verão Transcendências (2019) e Estado de Graça. Atuou nos educativos do Museu Nacional de Belas Artes, Museu de Arte Moderna, Museu do Amanhã, entre outros espaços culturais. Integrou as equipes de educação dos Travessias 2, 3 e 5, Diálogos Ausentes, Bela Verão, Corpos in Trânsito e Superficies. Desde 2018 Coordena o Programa Educativo do Galpão Bela Maré. Interessa-se pelas zonas de contato entre arte, educação, território e as discussões de gênero e sexualidade, a partir da construção de editais, exposições e experiências artístico-pedagógica que tangenciam esses campos em desdobramentos e possibilidades. Rebeca Brandão É baixadense, produtora cultural, pesquisadora e curiosa da cultura independente carioca e fluminense. Foi produtora de ações realizadas em espaços públicos, como Sarau do Escritório (2014-2016) e Leão Etíope do Méier (2015-2017) e, com esses coletivos, participou da produção do Festival O Passeio É Público (2015 e 2016) e do Mapeamento de Saraus lançado em 2015 (MUFA/Sarau do Escritório). Foi colunista fixa da Agulha - Calendário de Cultura entre janeiro e outubro de 2017. Atualmente está na coordenação da Arena Carioca Carlos Roberto de Oliveira Dicró, equipamento público de cultura localizado na Penha, co-gerido pelo Observatório de Favelas, onde tem desenvolvido projetos de participação ampliada visando construir um modelo de gestão para equipamentos culturais fora do eixo centro- zona sul. Entre as metodologias desenvolvidas neste espaço estão: Sextas da Casa, Edital Ensaios Abertos, Edital LabDicró, etc. Priscila Rodrigues Priscila Rodrigues é Jornalista. Atualmente, coordena a Comunicação do Observatório de Favelas e seus projetos. Também representa a instituição no Fopir - Fórum Permanente de Igualdade Racial. Tem experiência em planejamento estratégico de comunicação, produção de conteúdo e social mídia. Já atuou à frente da comunicação do Festival de cinema negro - Zózimo Bullbul; da mostra Corpos Visíveis. Também roteirizou o curta-metragem “Rotulada – sapatão, preta, gorda e favelada”, foi Mentora de Mídia Geo Lead do projeto Adobe Youth Voices e publicou o conto “CaminhoNEGRA” no livro “Um Rio de Cores – Coletânea de Contos & Poesias Homoafetivas”, da editora Metanoia. Francisco Valdean Mestre em Ciências Sociais pelo PPCIS-UERJ, doutarando em artes no PPGARTES/ UERJ é fotógrafo e coordena o Programa Imagens do Povo. Realizou a curadoria das exposições: “Desde Junho na Ruas do Rio”, 2014. “XINGU”, 2018. “ENTRE MARÉ E ALEMÃO”, 2018. Bira Carvalho Fotógrafo, deficiente físico, coordenador da Agência Imagens do Povo, formado pela Escola de Fotógrafos Populares do Observatório de Favelas. Ministrou aulas nas oficinas de Pinhole do OF de 2006 a 2009. Destacamse como principais realizações: Participação na exposição Coletiva “Olhar Cúmplice”, na Caixa; participação na exposição coletiva “Esporte na favela”, mostra realizada no CCBB – RJ (Centro Cultural Banco do Brasil); Ambas das exposições “Olhar Cúmplice” e “Esporte na favela” foram exibidas no Palácio do Planalto em Brasília; participou da Mostra “Belonging: an inside story from Rio ́s favelas”, Canning House, em Londres; Participou da mostra Multi Meios, Museu do Estado, Recife; Exposição coletiva “Ginga da Vida” na galeria “Fondation Alliance Française”, em Paris; Exposição coletiva “Ginga da Vida” na galeria da Aliança Francesa Aliança Francesa Botafogo – RJ; Exposição em londres Horniman Museum and Gardens. Produtoras Ana Paula Gualberto - é produtora cultural desde 2011, quando em conjunto com o grupo de pixadores que fazia parte, começou a realizar eventos na zona norte do Rio de janeiro. Foi aluna da ESPOCC, atuou como colaboradora em organizações da sociedade civil e em movimentos sociais, assim como festivais de teatro, projetos de artes visuais e graffiti, exposições, intercâmbios literários e atividades culturais diversas. Enquanto mulher negra e moradora do subúrbio, Ana considera de extrema importância, em suas produções, ampliar a participação das manifestações culturais periféricas como o funk e o hip hop, e estimular o protagonismo de artistas negros e negras, além de provocar uma reflexão sobre o espaço que os negros ocupam nas artes de modo geral. Graduanda em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro, Ana é idealizadora do projeto Leopoldina Hip Hop e atualmente exerce a função de produtora executiva na Arena Carioca Dicró. Michelle Barros - Bacharel em Produção Cultural pela UFF. Fotógrafa formada pelo Ateliê da Imagem. Trabalha na área de forma independente. Atua na área de Produção Cultural desde 2012, onde foi estagiária do SESC Rio e assistente de produção em diversos projetos. Atualmente trabalha com Arte Educação no Galpão Bela Maré, onde atuou nas seguintes exposições Travessias, 3, 4 e 5, Exposição NÓS, Diálogos Ausentes, Bela Verão, Corpos InTrânsito, Memórias dos Domingos de Sol e Superfícies. Desde janeiro de 2019 está na assistência de produção do Galpão Bela Maré. Produção de mobilização e articulação territorial: Gabrielle Vidal - 19 anos, moradora do Complexo da Maré - Nova Holanda. Estudante, fotógrafa, mobilizadora e criadora do Transitando. Estudante do Ensino Médio, fotógrafa e videomaker no projeto Ecom; criadora do Transitando pelo projeto Active Citizens; e mobilizadora no Galpão Bela Maré. Thiago de Paula - Thiago de Paula é articulador social, ator, diretor e fotógrafo, residindo e atuando na Penha desde que nasceu. Como ator, trabalhou em espetáculos teatrais e como fotógrafo, expôs o seu trabalho no Rio de Janeiro, Duque de Caxias e Nova York. Seu espetáculo de estreia "Resistência - Um Sonho se Realiza" foi exibido na Mostra Cênica do Sesc Rio e também tem trabalhado com jovens de periferia no contexto da dança, tendo sido curador de audição para jovens dançarinos de Favela, para trabalhos na Grécia e no Chile. Atualmente é diretor do Projeto Social Passinho Carioca e produtor de mobilização da Arena Carioca Dicró, administrada pela SMC em parceria com o Observatório de Favelas. Educadoras/es Érika Lemos Pereira - Bacharel em História da Arte (EBA/UFRJ) e licencianda em Artes Visuais (CEUCLAR). Atuou como educadora no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (2015-2016), no Museu da Chácara do Céu (2016 - 2018) e Centro Cultural Banco do Brasil - RJ (2018). Desde 2018, atua como educadora no Centro Cultural Galpão Bela Maré. Atuou como professora de Artes Visuais no Pré-Vestibular Popular Bosque dos Caboclos e no Pré-Vestibular Comunitário Nós por Nós (2017-2019). Atua como pesquisadora independente investigando a interseção entre Artes Visuais, sobretudo Arte Contemporânea, e Educação. Claudia Ferreira de Moura - Professora, graduanda de Pedagogia na UERJ, mediadora de leitura, contadora de história, arte educadora e pesquisadora da cultura popular. Participa do grupo Mandala da Maré e do grupo Musical Itan. Atuou na S.M.D.S no Projeto de Erradicação do Trabalho Infantil, S.M.E no Programa Mais Educação e como recreadora em creche da mesma secretaria. É a bibliotecária responsável pelo acervo literário do Espaço de Leitura do Galpão Bela Maré, equipamento do Observatório de Favelas e mediadora de leitura da Biblioteca Lima Barreto, Redes da Maré. Equipe de Comunicação Gabriela Anastácia - Gabriela Anastácia é jornalista, carioca e empreendedora. Tem experiência em redação (jornais e sites), marketing digital e assessoria de imprensa. No portfólio trabalhos em redação produzindo conteúdo para sites e impressos, como o Grupo Folha Dirigida. Atuação na área de assessoria de imprensa, atendendo clientes de diversos portes e segmentos, como cultura, gastronomia, negócios, saúde, impacto social e outros. Desde janeiro de 2018 integra a equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Felipe de Sousa / Nyl Mc - MC, Produtor Cultural e Comunicador Popular. Há 10 anos em atividade na Cultura Hip Hop, apresentou o show Um Novo Amanhecer nos Jogos Rio 2016. Se formou na ESPOCC – Escola Popular de Comunicação Crítica, projeto do Observatório de Favelas. Lá também foi estagiário da Agência-Escola Diálogos. No mesmo ano se formou na RACC - Rede de Agentes de Comunicação Comunitária e até abril de 2017 atuou como colunista e assistente de redação do portal da ANF – Agência de Notícias das Favela e do jornal impresso A Voz da Favela. Integrou em 2018 a primeira turma de produção de vídeos para Youtube da AIC - Academia Internacional de Cinema. Atualmente é parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Joana Pinheiro (Quitta) - 24 anos, moradora da Baixada Fluminense - Nova Iguaçu. Performer, fótografa, produtora cultural, comunicadora e militante no movimento LGBTQI+. Fotógrafa por 4 anos do Cineclube Buraco do Getúlio, ex-aluna da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, realizadora por 1 ano no Canal Plá, fundadora e coordenadora do grupo Baphos Periféricos, coordenadora do Projeto Transarte em sua terceira edição (2018) e Comunicadora no Galpão Bela Maré (2017 a 2019). Atualmente, integra a equipe de Comunicação do Observatório de Favelas como Social Media. Marcella Pizzolato - 24 anos. Estudante de Publicidade e Propaganda e Produção de Games pelo Cinema Nosso. Trabalhou durante 3 anos como fotógrafa de casamentos e atuou durante 1 ano como estagiária de marketing na cidade de Macaé litoral do Rio de Janeiro. Atualmente faz parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas como designer gráfico. Fernanda Quevedo - Fernanda Quevêdo é redatora publicitária e analista web analytics. Pós graduanda em Marketing Digital, possui 11 anos de experiência em comunicação para mídias digitais. Foi coordenadora nacional de comunicação da CUFA - Central Única das Favelas e uma das fundadoras da Mídia NINJA. Em São Paulo e Porto Alegre atuou com inovação em comunicação digital e mais tarde em Brasília, foi coordenadora de uma das secretarias do Ministério da Cultura e também do Governo do Distrito Federal. Desde 2018, trabalha no Rio de Janeiro e compartilha experiências em Marketing Digital com instituições socioculturais e do terceiro setor em geral. Em maio de 2020 passou a integrar a equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Gabrielle Araujo - Gabrielle Araujo é moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e graduanda em jornalismo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Como Jovem Aprendiz, integrou a equipe de editoria de Whatsapp do Jornal Extra. Atuou como estagiária de Divulgação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Integrou a equipe de jornalismo do Voz das Comunidades, jornal comunitário do Complexo do Alemão. Como experiência recente, participou da Agência de Narrativas Periféricas (Agência Narra), projeto do Observatório de Favelas e do Data_Labe. Atualmente faz parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Taiane Brito - Taiane Brito é designer de comunicação visual formada pela Puc-RJ, pesquisadora das manifestações artísticas Afro-Indígena. Desenvolveu trabalhos audiovisuais - documentais amplificando voz das pessoas que são da cultura afro-brasileira. Especializada em projetos de Identidade visual, fotografia e ilustração, é criadora e designer da Awa Comunica, uma comunicação voltada para pequenos empreendedores e artistas do meio cultural afro-brasileiro. Atualmente faz parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas como designer gráfico.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.