Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 204391Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual Instituto Fazendo História 2021

INSTITUTO FAZENDO HISTORIA
Solicitado
R$ 740,8 mil
Aprovado
R$ 740,8 mil
Captado
R$ 740,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (16)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03239470000109PITAGORAS - SISTEMA DE EDUCACAO SUPERIOR SOCIEDADE LTDA1900-01-01R$ 210,1 mil
20520298000178ADIQ SOLUCOES DE PAGAMENTO S.A.1900-01-01R$ 100,0 mil
23862803000150VELT PARTNERS INVESTIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 89,0 mil
***416768**RENATO SCHLOBACH MOYSES1900-01-01R$ 71,0 mil
62285390000140Socopa Sociedade Corretora Paulista Ltda1900-01-01R$ 51,1 mil
***312468**Paula Penna Moreira1900-01-01R$ 40,0 mil
25099255000184STIMA ENERGIA LTDA1900-01-01R$ 36,1 mil
20775003000104EXPORTADORA DE CAFE GUAXUPE LTDA1900-01-01R$ 35,0 mil
15177464000145BEACON SCHOOL ENSINO INTEGRADO LTDA.1900-01-01R$ 26,7 mil
***886398**MAURICIO RIBEIRO DE MENEZES1900-01-01R$ 16,5 mil
60935608000130Cosmoquímica Indústria e Comércio Ltda1900-01-01R$ 16,4 mil
***717698**Ricardo Taira1900-01-01R$ 16,0 mil
***379108**MARIA BEATRIZ DE BARROS SANTORO VILELA DOS REIS1900-01-01R$ 10,0 mil
55789390000112EDITORA SCHWARCZ S.A.1900-01-01R$ 10,0 mil
***733428**ALEXANDRE TRAVASSOS1900-01-01R$ 8,0 mil
***969528**DANIEL MOTTA CAMARGO SILVA1900-01-01R$ 5,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-04-05
Término

Resumo

Este projetoprevê a implantação de espaços de leitura com acervo de livros em serviços de acolhimento para crianças e adolescentes. Haverá também implantação de programa de mediação de leitura, composto por seminários, supervisões in loco e formação, que prepararão educadores e voluntários a realizarem atividades de leitura e arte cotidianamente com as crianças e adolescentes. Um livro da vida das crianças e adolescentes também será montado no âmbito do projeto.

Sinopse

Os seminários para os profissionais dos serviços de acolhimento, as supervisões in loco e o ciclo de formação dos voluntários seguirão o formato pedagógico descrito abaixo: 1º SEMINÁRIO PARA PROFISSIONAIS DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO Este seminário estará focado na apresentação, funcionamento e objetivos do projeto, além das boas práticas para realização da mediação de leitura. Também será apresentado o acervo de livros. Serão realizadas diversas dinâmicas que sensibilizam para o papel do mediador de leitura, bem como sessões de mediação e questionamentos sobre a prática a ser desenvolvida. Haverá uma etapa destinada ao compartilhamento de ferramentas para uma boa gestão da biblioteca, como as possibilidades de retirada e devolução, além de ferramentas para a gestão macro do projeto, incluindo organização de horários de atuação dos profissionais e voluntários e momentos de acompanhamento das atividades. 2º SEMINÁRIO PARA PROFISSIONAIS DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO Este seminário terá como foco compartilhar as boas práticas iniciadas e revitalizar o papel de mediador de leitura dos educadores e técnicos envolvidos. Além disso, formará os profissionais para a realização de atividades artísticas e educacionais a serem realizadas com as crianças e adolescentes, bem como a construção do livro pessoal de cada um com fotos, colagens, pinturas, desenhos e textos autorais escritos por eles e para eles. 3º SEMINÁRIO PARA PROFISSIONAIS DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO O último seminário tem foco na avaliação, multiplicação e sustentabilidade da metodologia. Será um espaço de trocas de experiências, boas práticas, conquistas do projeto e os maiores desafios enfrentados, buscando soluções para esses. VISITAS E SUPERVISÕES IN LOCO Cada serviço de acolhimento receberá uma visita inicial de um profissional do projeto na qual será feita um diagnóstico inicial relacionado ao trabalho já desenvolvido com a literatura infantil e juvenil, bem como o tipo de atividades artísticas individuais e grupais que são realizadas. O projeto será explicado detalhadamente e um contrato entre as partes será firmado. Posteriormente, 3 supervisões in loco serão realizadas em cada serviço de acolhimento para supervisionar o trabalho, esclarecer dúvidas e oferecer suporte para solucionar desafios. A última supervisão in loco tem como objetivo avaliar o projeto e delinear ações que permitam sua sustentabilidade de forma autônoma nos anos seguintes. CICLO DE FORMAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS Os voluntários aprendem sobre a política do acolhimento, sobre o projeto e suas metodologias. Cada voluntário é responsável por

Objetivos

Objetivos Gerais do projeto estão: Criar oportunidades de desenvolvimento integral para as crianças e adolescentes dos serviços de acolhimento selecionados através de espaços de expressão, brincadeiras e conversas, bem como acesso à cultura e ao conhecimento; Dar oportunidade de que cada criança e adolescente conheça a sua origem pessoal, familiar e cultural, através dos livros e do registro da própria história; Auxiliar a identificação de seus gostos, preferências e potenciais, descobrindo e fortalecendo suas identidades; Criar mecanismos de sustentabilidade do projeto por meio da formação de multiplicadores capazes de replicar a metodologia. Objetivos Específicos Doação de acervo com 300 títulos para 10 serviços de acolhimento para crianças e adolescentes da Grande São Paulo; Doação de acervo com 400 títulos para 10 serviços de acolhimento para crianças e adolescentes da Grande São Paulo; Criação de 10 espaços atrativos de leitura dentro de cada serviço, com mobiliário específico para guardar os livros e para promoção de contato prazeroso com a literatura; Incentivar em 200 crianças e jovens, através da arte, o prazer pela leitura; Confeccionar 01 livro de memórias de cada criança e adolescente com suas lembranças e histórias, através de recursos artísticos e juntoa um adulto; Realização de 3 seminários e 3 supervisões in loco para instrução de 100 profissionais de 10 serviços de acolhimento como mediadoresde leitura;Realização de 3 seminários em formato virtual pela plataforma Zoom e 3 supervisões in loco (1 delas em formato virtual pela plataforma Zoom e 2 delas em formato presencial) para instrução de 100 profissionais de 10 serviços de acolhimento como mediadores de leitura; Realização de 1 ciclo de formação para 50 voluntários, cidadãos comuns, como mediadores de leitura.Realização de 1 ciclo de formação em formato virtual pela plataforma Zoom para 50 voluntários, cidadãos comuns, como mediadores de leitura. Cada biblioteca contará com um acervo de 300 livros infanto-juvenis, além de mobiliário adequado para um espaço aconchegante econvidativo à leitura. Os livros e o mobiliário se tornarão patrimônio dos serviços através de um termo de doação de bens, assinado por representante do serviço de acolhimento.O acervo literário não é exclusividade dos moradores dos centros de acolhimento, ele poderá ser retirado pelos voluntários e educadores para serem trabalhados na comunidade e servirão de base para realização das atividades artísticas com as crianças e adolescentes. Alguns títulos serão específicos para portadores de deficiência visual ou cegos. Além disso, cada participante dos seminários para profissionais dos serviços de acolhimento ganhará 5 livros como forma de incentivo ao contato prazeroso com universo da literatura epara que possam utilizá-los com sua própria família e comunidade, ampliando a democratização cultural que esse projeto almeja.Em relação ao livro de memórias, ele é elaborado pelas crianças e adolescentes com suas lembranças e histórias, através de recursosartísticos e junto a um adulto. Usa dois livros impressos para cada criança. No orçamento temos orçados 400 livros mas o públicoatendido nesse produto é de 200 pessoas. Cada biblioteca contará com um acervo de 400 livros infanto-juvenis, além de mobiliário adequado para um espaço aconchegante e convidativo à leitura. Os livros e o mobiliário se tornarão patrimônio dos serviços através de um termo de doação de bens, assinado por representante do serviço de acolhimento.O acervo literário não é exclusividade dos moradores dos centros de acolhimento, ele poderá ser retirado pelos voluntários e educadores para serem trabalhados na comunidade e servirão de base para realização das atividades artísticas com as crianças e adolescentes. Alguns títulos serão específicos para portadores de deficiência visual ou cegos. Além disso, cada participante dos seminários para profissionais dos serviços de acolhimento ganhará 8 livros como forma de incentivo ao contato prazeroso com universo da literatura e para que possam utilizá-los com sua própria família e comunidade, ampliando a democratização cultural que esse projeto almeja. Em relação ao livro de memórias, ele é elaborado pelas crianças e adolescentes com suas lembranças e histórias, através de recursos artísticos e junto a um adulto. Usa dois livros impressos para cada criança. No orçamento temos orçados 400 livros mas o público atendido nesse produto é de 200 pessoas.

Justificativa

JUSTIFICATIVA: O acolhimento é uma medida de proteção, de caráter excepcional e provisório, prevista no art. 101. do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), para garantir os direitos da criança e do adolescente, quando foram violados. De acordo com o Levantamento Nacional de Crianças e Adolescentes em Serviços de Acolhimento, realizado em 2011 pelo Ministério do Desenvolvimento Social, existem no Brasil cerca de 37 mil crianças e adolescentes em serviços de acolhimento. Os principais motivos de acolhimento são negligência (37,6%), responsáveis dependentes químicos/alcoolistas (20,1%), violência doméstica física (10,8%), situação de rua (10,1%), carência de recursos da família (9,7%), violência doméstica sexual (5,5%) e orfandade (4,4%). Antes da Constituição Federal de 1988, quando a Doutrina da Situação Irregular vigorava, a criança era vista como mero objeto do Estado. O termo ?menor? era utilizado para se referir às crianças pobres e abandonadas e incluía também aquelas consideradas de conduta antissocial (os autores de ato infracional). O antigo Código de Menores, lei de 1979, funcionava como um instrumento de controle social e propunha a internação com o objetivo de corrigir comportamentos antissociais, desviantes, ?delinquenciais? e proteger a sociedade do convívio com crianças e adolescentes pobres, isolando-os do convívio social, com a finalidade de reeducá-los. Nessa época, existiam os grandes orfanatos, que se pautavam pelo modelo de uma instituição fechada (as chamadas instituições totais), à semelhança dos manicômios, conventos, prisões; ofereciam atividades de educação, saúde, lazer, profissionalização dentro das próprias instituições e a convivência familiar e comunitária era esporádica e pouco estimulada. No final da década de 90 ocorreu o desmonte das grandes instituições, a partir do início do processo de municipalização dos serviços de acolhimento. Esse processo convocou seus profissionais a transformarem as antigas práticas dos orfanatos e a investir no reordenamento e profissionalização deste serviço, no atendimento personalizado a cada uma das crianças e adolescentes, na elaboração de um projeto técnico e na efetivação do direito à convivência familiar e comunitária. As crianças e os adolescentes passaram a ser compreendidos como sujeitos de direitos e, ao invés de ?menores em situação irregular?, deveriam receber atenção prioritária da sociedade e do Estado por serem pessoas em condição peculiar de desenvolvimento, com direitos assegurados à vida, à saúde, à alimentação, à profissionalização, ao esporte, ao lazer, à cultura, à dignidade, ao respeito e à liberdade, à convivência familiar e comunitária. Crianças e adolescentes, de 0 a 17 anos, devem, por Lei, permanecer acolhidos por até 18 meses até serem reintegrados à família de origem ou, quando isso não for possível, colocados em família substituta. Além de terem vivido uma situação delicada que levou ao acolhimento, vivenciaram perdas e separações diversas: de sua família e comunidade, casa, pessoas próximas, vizinhos, amigos, escola, etc. Nesse contexto, a criança e o adolescente acolhidos necessitam dos adultos para entender as condições que levaram ao acolhimento e para ter suas angústias, sofrimentos e dúvidas reconhecidos e compreendidos. Esse processo de reparação exige a presença de pessoas preparadas para olhá-los de forma singular, levando em conta suas histórias de vida, seu contexto sociocultural e sua potência. O serviço de acolhimento deve ser um espaço no qual as crianças e os adolescentes se sintam protegidos e criem vínculos de confiança que favoreçam o desenvolvimento da autonomia, criatividade, capacidade de persistir, desejar e projetar o futuro. No entanto, a rotina de um serviço de acolhimento, que atende até 20 crianças e adolescentes, é corrida, cheia de acontecimentos, tarefas e emergências. Nesta dinâmica, educadores se focam em ações como dar banho, comida, levar à escola, ao médico, mediar conflitos, restando pouco ou nenhum momento para atividades compreendidas como menos urgentes, mas não menos importantes, como ler livros, aproximá-los de recursos culturais e conversar afetivamente com eles sobre suas histórias. Além disso, muitos educadores que trabalham em serviços de acolhimento não tiveram ao longo da vida contato com a literatura e oportunidade de desenvolver o prazer pela leitura. São adultos com baixa formação escolar e que ainda não compreenderam a importância dos livros na formação emocional e intelectual do ser humano. Dessa forma, crianças e adolescentes têm pouco acesso à cultura e a livros, pois não há adultos disponíveis para aproximá-las desse importante bem cultural. Além disso, ficam sem o registro de suas histórias. Seu passado fica guardado em prontuários restritos aos profissionais. Seu presente, desenvolvimento, novas aquisições, rotina e a relação com pessoas significativas não são registrados em um documento pessoal. Através da mediação de leitura e do registro das histórias de cada criança e adolescente, feito junto a um adulto, e por meio de atividades artísticas e lúdicas, o projeto consegue abrir espaço para se expressarem e compartilharem cultura, ações fundamentais para que sejam capazes de construir um futuro diferente, sem repetir as situações de violação de direitos a que foram submetidos. Tem, assim, a possibilidade de levar consigo vivências de cuidado e proteção para compartilhar com seus filhos, familiares e outras pessoas da comunidade. O Instituto Fazendo História conta com uma equipe multidisciplinar e mantém parceria com cerca de 70 serviços de acolhimento. Com esse projeto o Instituto pretende expandir sua experiência para serviços da Grande São Paulo. A especificidade do trabalho junto às crianças e adolescentes afastados do convívio familiar, pelos mais diversos motivos, é grande e só quem já tem experiência nessa área consegue desenvolver tais atividades de forma qualificada. A solicitação de apoio ao projeto Fazendo Minha História na Grande São Paulo, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento, de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;0 e III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;O projeto se enquadra nos incisos I e V do Art 1º da Lei 8313/91 que diz que o projeto contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, assim como opera para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos em formato virtual de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento, de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;0 e III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;O projeto se enquadra nos incisos I e V do Art 1º da Lei 8313/91 que diz que o projeto contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, assim como opera para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.

Estratégia de execução

.1) Os 3 seminários para 50 profissionais de 10 serviços de acolhimento ocorreram pela plataforma Zoom. Os 2 primeiros tiveram duração de 6 horas cada um (2 horas de seminário ao longo de 3 dias consecutivos para cada seminário). OO 3º e último seminário teve duração de 4 horas (2 horas de seminário ao longo de 2 dias consecutivos); 2) O ciclo de formação para 50 voluntários interessados em integrar o projeto teve duração de 8 horas (2 horas de formação ao longo de 4 dias). 3) A palestra virtual para orientação de professores da rede pública de ensino sobre a importância da leitura nos serviços de acolhimento (Contrapartida Social) foi realizada pela plataforma Zoom e teve 2 horas de duração. 4) As 1ªs supervisões in loco em cada serviço de acolhimento foram realizadas virtualmente pela plataforma Zoom e tiveram duração de 2 horas cada uma. As 2as e 3as supervisões in loco foram realizadas presencialmente e duraram de 2 a 3 horas cada uma.

Especificação técnica

ESPAÇOS DE LEITURA/DOAÇÃO DE ACERVOSerão doados 300 livros de literatura infanto juvenil selecionados e avaliados pela equipe do projeto. Os títulos, com diversidade de editoras e autores, tratam de temas e afetos universais, que podem ser experimentados por qualquer ser humano e que podem conduzir a realidades semelhantes ou distantes das do leitor (lista de livros que poderão ser utilizados no anexo).Para ajudar as crianças e adolescentes a se relacionarem de forma prazerosa com os livros, os espaços de leitura que serão montados precisam ser aconchegantes e convidativos.Dessa forma, cada serviço de acolhimento receberá mobiliário e objetos tais como: estante aberta para os livros, puffs, almofadas, EVAs, produtos para pintura de paredes e para pequenos ajustes de iluminação. PROGRAMA DE MEDIAÇÃO DE LEITURAO 1º seminário para 50 profissionais dos serviços de acolhimento permitirá a formação dos profissionais dos serviços como mediadores de leitura. Serão 2 dias de seminário, com duração de 12 horas no total. Nele serão entregues o acervo composto por 300 livros paracada serviço de acolhimento e os materiais metodológicos que permitem a realização e sustentabilidade das atividades nos serviços de acolhimento: guia de gestão para os serviços e guia para os voluntários, fichas plastificadas para replicação da formação dos atoresenvolvidos, pendrive com documentos de gestão do projeto e organização dos livros. As visitas aos serviços de acolhimento serão espaços complementares de formação de profissionais que não estiveram nos seminários como mediadores de leitura. Cada visita terá duração de 2 horas a 3 horas em cada serviço de acolhimento.Para incentivar os participantes do seminário a atuarem como mediadores de leitura e para democratizar o acesso desses profissionais, de suas famílias e comunidades à cultura literária, cada um deles ganhará 5 livros infanto-juvenis.Parte da formação de 100 voluntários também terá como foco a mediação de leitura, formando-os para esse papel. O ciclo de formação é composto por 3 encontros de 3 horas cada. Nele são utilizados fichas plastificadas, vídeos e documentos que se encontram nopendrive do kit metodológico. LIVRO DE MEMÓRIASNo contexto do acolhimento, registrar as experiências é necessário para que elas não se percam e possam ser transmitidas para pessoas importantes, como familiares, amigos, e educadores; no presente e no futuro. O livro de memória é também um instrumento para que a criança ou adolescente se aproprie de sua história, de sua identidade e de sua cultura.Os livros de memórias possuem uma capa dura de papelão (H25 100g), com dimensão 33,4x25,4x1,8 cm. Na capa há espaço para uma foto do protagonista da história. Sua parte interna é composta por 30 folhas de 33,1x25,1 cm (Kraft 300g).No 2º seminário para 50 profissionais dos serviços de acolhimento, os participantes serão formados e sensibilizados em relação à importância das histórias pessoais na formação de cidadãos conscientes e ativos e no fortalecimento cultural de comunidades às quais as crianças e adolescentes pertencem. Serão 2 dias de seminário, com duração de 12 horas no total. Nele serão entregues os livros-álbuns para registro das lembranças e histórias de cada criança e adolescente e os kits de materiais gráficos para a construção desses livros.As visitas aos serviços de acolhimento serão espaços complementares de formação de profissionais que não estiveram nos seminários como mediadores de leitura. Cada visita terá duração de 2 horas a 3 horas em cada serviço de acolhimento.Parte da formação dos 100 voluntários também será dedicada a esse tema. O ciclo de formação é composto por 3 encontros de 3 horas cada. Nele são utilizados fichas plastificadas, vídeos e documentos que se encontram no pendrive do kit metodológico.

Acessibilidade

O projeto tem o compromisso de priorizar a seleção de serviços de acolhimento que buscam garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas. Serão adquiridos e farão parte do acervo 20 títulos específicos para os portadores de deficiência visual ou cegos. Para pessoas com deficiência auditiva a forma de interação será via a visualização de textos e linguagem simples de escrita. Os seminários e formação de voluntários serão realizados no formato virtual, através da plataforma Zoom. Dessa forma, pessoas com deficiência, de mobilidade reduzida e pessoas idosas terão acessibilidade garantida. Além disso, durante essas atividades, haverá um intérprete de libras. Na etapa de pré-produção, a divulgação do projeto aos serviços de acolhimento ocorrerá por meio de uma carta eletrônica junto às fichas de inscrições, que deverão ser preenchidas pelos serviços interessados. Nesta carta eletrônica, haverá descrição das medidas de acessibilidade adotadas pelo projeto para os deficientes visuais e auditivos. Produto: Biblioteca. Acessibilidade Física: rampas, portas e corredores amplos, corrimões.Acessibilidade Física: rampas, portas e corredores amplos, corrimões, escadas com fitas antiderrapantes. Deficientes Auditivos: intérprete de libras. Deficientes Visuais: farão parte do acervo 20 títulos específicos para os portadores de deficiência visual ou cegos. Produto: Livro Acessibilidade Física: não se aplica Deficientes Auditivos: não se aplica Deficientes Visuais: livros em Braille, audiolivro. Produto: Seminário Acessibilidade Física: rampas, portas e corredores amplos, corrimões.Não se aplica pois acontecerão virtualmente Deficientes Auditivos: Intérprete de libras Deficientes Visuais: Linguagem oral Produto: Oficinas Acessibilidade Física: rampas, portas e corredores amplos, corrimões.Não se aplica pois acontecerão virtualmente Deficientes Auditivos: Intérprete de libras Deficientes Visuais: Linguagem oral Produto: Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física: não se aplica Deficientes Auditivos: Intérprete de libras Deficientes Visuais: Linguagem oral

Democratização do acesso

A gratuidade atinge a totalidade do público direto do projeto: 350 beneficiários, sendo 200 crianças e adolescentes, 50 voluntários e 100 profissionais dos serviços de acolhimento. E também o público indireto: a comunidade do entorno, pais, amigos e familiares das crianças e adolescentes. Desta forma, o projeto está de acordo com o art. 20 da IN nº 02/2019 inciso I item “a”. Os produtos do projeto citados abaixo adotarão as seguintes medidas do inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania: Produto: Biblioteca VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto: Livro VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto: Seminário VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Produto: Oficinas VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Produto: Contrapartida Social VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; É importante ressaltar também que o produto principal do projeto prevê a doação do acervo literário para os serviços de acolhimento. Os livros poderão ser retirados pelos voluntários e profissionais para serem trabalhados nas suas respectivas comunidades.As atividades do projeto serão registradas e postadas no blog do Instituto Fazendo História.

Ficha técnica

Associação Fazendo HistóriaA Associação Fazendo História é proponente, realizadora e coordenadora do projeto, articuladora junto aos serviços de acolhimento participantes, implementadora do programa e coordenadora administrativa. Entretanto, esses serviços não são remunerados pela planilhaorçamentaria do projeto na Lei Federal de Incentivo á Cultura.A Associação Fazendo História atua desde 2005 para que as crianças e adolescentes que precisaram ser separados de suas famílias possam encontrar na experiência do acolhimento um momento de reparação afetiva. Sua missão é colaborar com o desenvolvimento decrianças e adolescentes com experiência de acolhimento, a fim de fortalecê-los para que se apropriem e transformem suas histórias. Já atuou nos seguintes estados: São Paulo, Maranhão, Paraíba, Ceará, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Vale ressaltar que, noEstado de São Paulo, o Instituto atuou em mais de 20 municípios em 2017. Desde 2005, desenvolveu mais de 20 projetos incentivados em parceria com: - Conselho Municipal da Criança e Adolescente através do FUMCAD;- Ministério da Cultura através da lei Rouanet;- Secretaria Estadual da Cultura através do PROAC. Ficha Técnica Coordenação Geral – Débora Vigevani Produtora executiva – Beatriz Ramos Carneiro Secches Assistente de Produção – Daniela Loureiro de Vasconcellos Arte educadora 1 - Mahyra Costivelli Arte educadora 2 – Isabel Penteado Arte educadora 3 – Carla França Consultora 1 – Ana Raquel Ribeiro Moraes Bueno Consultora 2 – Heloisa de Souza Dantas Coordenadora técnico 1 – Tatiana Barile Coordenadora técnico 2 – Lara Naddeo Coordenação Pedagógica ‐ Débora Vigevani Psicóloga formada pela PUC-SP, coordenadora do programa Fazendo Minha História do Instituto Fazendo História, onde atua desde 2007. Concluiu aprimoramentos em Psicoterapia de Casal e Família pela Clínica Psicológica Ana Maria Poppovic e “Clínica Psicanalítica: Conflito e Sintoma” pelo Sedes Sapientiae. Realizou primeiro ano da Formação em Psicanálise pelo Departamento de Psicanálise do Sedes Sapientiae. É formada em Acompanhamento Terapêutico pelo Instituto de Desenvolvimento e Pesquisa da Saúde Mental e Psicossocial “A Casa”. Produtora executiva – Beatriz Ramos Carneiro Secches Consultora em Supply Chain na Positiv.a (Empresa do Sistema B de produtos de limpeza 100% naturais, biodegradáveis). Estágio voluntário em Comunicação e suporte Planejamento Administrativo do Pro Saber SP (ONG foco educação Infantil crianças de Paraisópolis). Experiência de 17 anos em Supply Chain como Gestora nas áreas de Planejamento de Demanda, Supply Planning e Customer Service. Foco em projetos para redução de nível de estoque, melhoria de serviço e desenvolvimento de pessoas. Pós-Graduada em Social Innovation Management na Amani Institute, com projeto voltado para Melhoria da Educação como ferramenta para redução de Desigualdade Social. Coordenadora Técnica – Lara Naddeo Mestrado em Intervenção psicossocial – Universidade de Barcelona (Departamento de Psicologia Social) – concluído em julho/2018; Graduação em Psicologia (FACHS) – PUC/SP – concluído em Dez/2012; Aperfeiçoamento em Clínica psicanalítica: Conflito e Sintoma. Instituto Sedes Sapientiae (2016), Aprimoramento Clínico. Projeto Espaço Palavra: Aprimoramento e Serviço de atendimento ao Autismo e á Psicose da primeira infância a idade adulta. PUC-SP (2013). Participou dos cursos: Curso online Família Acolhedora, módulo 2, com Bel Bittencourt; - Institut de Drets Humans de Catalunya (abril 2018) Los Derechos Humanos antes los extremismos y la discriminación. Universidad Autónoma de Barcelona (2015) curso online; Libros y literatura infantil y juvenil: producción, uso y recepción. Writopia Lab, Nova York (março 2015) Vivência em ONG que desenvolve metodologia de escrita criativa para crianças e jovens, Partners for Youth Empowerment, São Paulo: Workshop de Facilitação Criativa 1 (2015); Curso de narrativas de ficção com Paulo Nogueira O Barco, centro de cultura contemporânea (2014) - Consultora Técnica – Tatiana Barile Formada em Psicologia pela PUC- SP e especializada em Psicodrama, tem ampla experiência no contexto do acolhimento. Como técnica e coordenadora de diversos programas do Instituto Fazendo história e como psicoterapeuta de crianças e adolescentes acolhidos, conhece de perto os desafios e angústias de meninos e meninas que estão separados de suas famílias. Além disso, trabalhou em parceria com diversos serviços de acolhimento e realizou formações de seus profissionais, entre 2005 e 2017, o que lhe permitiu conhecer com profundidade os desafios ligados ao dia a dia de trabalho nestes equipamentos. Consultora – Heloísa de Souza Dantas Mestre em psicologia comunitária pela Michigan State University nos Estados Unidos e Mestre pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. Professora no curso de Pós-Graduação “Psicossociologia da Juventude e Políticas Públicas” da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP. Coordenadora do Núcleo de Direitos Humanos e Política de Drogas do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (GREA) do Instituto de Psiquiatria da USP. Conselheira do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas. Condução de capacitações e supervisão de equipes que atuam com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Consultora - Ana Raquel Bueno Moraes Ribeiro Graduada em Psicologia (PUC/SP), com MBA em Gestão Empresarial (FGV) e Mestrado em Economia Aplicada (ESALQ/USP) e Graduação em Engenharia Agronômica (ESALQ/USP). Possui Aprimoramento em Psicoterapia Psicanalítica (PUC/SP), Formação em Psicanálise e Fundamentos da Psicanálise I e II (ambos no Instituto Sedes Sapientiae) e Arte Integrativa (Universidade Anhembi Morumbi SP). Coordenou as Dinâmicas dos Grupos (SBDG - Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos). Arte Educadora – Carla França Psicóloga Clínica e Social, especialista em Saúde da Família, Arte Educadora e Contadora de Histórias. Coordenadora do Projeto Continuar, projeto que visa a realização de intervenções que unam a saúde, educação, cultura e a arte promovendo palestras, encontros, oficinas e formações para educadores e colaboradores sob enfoque da Psicologia e Arteeducação. Ampla vivência em equipamentos sociais como Abrigos, NCI, CCA, CEI e CEUs, UBSs, ONGs e Instituições de Ensino. Arte Educadora - Mahyra Costivelli Formada em Psicologia pela PUC- SP, com especialização em Psicanálise da Criança pelo Instituto Sedes Sapientiae, Mahyra trabalha no Instituto Fazendo História desde 2005 e faz atendimentos clínicos desde 2006. Iniciou seu percurso no Instituto através do programa Fazendo Minha História, trabalho que a inspirou escrever dois livros infanto-juvenis editados pelo Instituto e pela Grão Editora. Atualmente atua diretamente com os jovens acolhidos atrás do Programa Grupo nÓs. Arte Educadora– Isabel Penteado Psicóloga, formada pela PUC- SP em 2005. Atuou como voluntária em trabalhos com crianças e jovens em diversas ONGs de 1997 a 2005. Participou da Formação da metodologia do Museu da Pessoa, promovido pelo Pontão de Cultura Brasil Memória em Rede, do Curso Gestão para Entidades da Sociedade Civil, da FIA Butantã. Trabalha no Instituto Fazendo Historia desde 2007, tendo a atuado como técnica e coordenadora do programa Fazendo Minha História. Atualmente, é coordenadora geral. Assistente de Produção - Daniela Loureiro de Vasconcellos Graduada em Economia e Finanças pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com experiência em gestão de unidades de negócios e empresas, atuando com ênfase nos segmentos de varejo, arquitetura e financeiro – em atividades da administração e operação. Participação em cursos de formação na área financeira e de negócios, além de possuir vivência acadêmica internacional.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2022-12-31
Locais de realização (9)
Cotia São PauloEmbu das Artes São PauloEmbu-Guaçu São PauloItapecerica da Serra São PauloJuquitiba São PauloSão Lourenço da Serra São PauloSão Paulo São PauloTaboão da Serra São PauloVargem Grande Paulista São Paulo