| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09346601000125 | B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO | 1900-01-01 | R$ 8,63 mi |
Este projeto trata da criação do Museu da Bolsa de Valores (nome provisório), que irá expor ao grande público o acervo hoje pertencente ao Centro de Memória da Associação BM&F. O objetivo é democratizar o conhecimento a respeito do mercado de títulos no Brasil e sua relação com diversos processos políticos, históricos e culturais que afetaram e afetam o mercado de capitais no país e no exterior. O projeto contempla a criação legal da instituição museológica acompanhada da elaboração do Plano Museológico e de seus programas; ações de aquisição e preservação de acervo; o desenvolvimento do conceito e a construção da exposição de longa duração; e a manutenção do funcionamento do espaço, aberto ao público em geral, pelo período de 9 meses.
A partir do Plano Museológico, o MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil contará com uma Exposição de longa duração que visa transmitir, de forma moderna, interativa e democrática, a essência do acervo patrimonial que hoje pertence ao Centro de Memória da Associação BM&F. Serão abordados diferentes módulos expositivos que tratarão sobre os movimentos histórico-sociais nas relações econômicas, a bolsa de valores com foco na realidade paulistana, questões técnicas do mercado financeiro, etc. O objetivo é desmistificar a complexidade comumente associada à Bolsa de Valores e ao mercado de capitais, servindo como proposta educativa capaz de despertar o interesse de públicos variados por meio de experiências imersivas e elementos lúdicos. O desenvolvimento conceitual aprofundado da exposição será realizado durante a pré-produção do projeto, assim como sua construção e instalação estão contempladas na etapa de produção. Outros detalhes da proposta encontram-se no campo ?Outras Informações?.
Objetivo Geral Disseminar conhecimentos sobre a história do mercado financeiro e do investimento no Brasil por meio da constituição do MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil, tendo como base o Plano Museológico desenvolvido em conformidade com o Estatuto de Museus (Lei 11.904/2009, artigos 44 a 47) e com o Decreto nº 8.124/2013 (Capítulo II), visando a subsequente implementação de seus programas a curto, médio e longo prazo. Objetivos Específicos Criar e implementar o MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil em edifício já existente, cuja fachada é tombada como patrimônio histórico e que atualmente pertence à B3 SA, localizado na Rua 15 de Novembro - São Paulo (SP); Desenvolver o Plano Museológico, que determinará a constituição e funcionamento do Museu, cumprindo todos os requisitos da Lei 11.904/09 e do Decreto nº 8.124/13, os quais dispõem sobre o Estatuto de Museus e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram); Desenvolver site exclusivo para a instituição museológica, visando o agendamento de visitas e disponibilização de acervo e conteúdo produzido durante o projeto; Editar, publicar e disponibilizar o Plano Museológico para acesso gratuito na internet, por meio do site da instituição, a ser desenvolvido via projeto; Realizar uma pesquisa para seleção prévia de documentos textuais, iconográficos e tridimensionais disponíveis no acervo cedido pelo Centro de Memória mantido pela Associação BM&F (documentação anexa), o que fundamentará o desenvolvimento dos programas de Pesquisa, Exposição e Acervo do Plano Museológico, além de servir como base para a Exposição de Longa Duração; Aprimorar a proposta museográfica que determinará o formato e conteúdo da exposição de longa duração do Museu; Adquirir, além dos documentos disponibilizados pelo Centro de Memória, cerca de 100 imagens e documentos de fontes externas para compor a exposição de longa duração; Construir e montar a exposição de longa duração, que pretende inaugurar o MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil, disponibilizando conteúdo histórico em formato inovador e interativo, por meio do uso da tecnologia. Digitalizar e disponibilizar gratuitamente, pela internet, itens do acervo que irão integrar a exposição de longa duração, além de outros elementos que farão parte da proposta expográfica, como vídeos e imagens. Garantir o funcionamento do Museu durante 9 meses, a partir de sua abertura, com funcionamento de segunda a sexta-feira e dois sábados por mês, sempre das 9h às 17h, com entrada 100% gratuita e público estimado em uma média de 400 pessoas por dia; Beneficiar, ao final de 9 meses de funcionamento, cerca de 79.200 pessoas, considerando a abertura do Museu em 22 dias por mês. Beneficiar, aproximadamente, 1000 estudantes e professores de instituições públicas de ensino, por meio da promoção de 30 visitas agendadas ao museu, oferecidas regularmente durante os 9 meses de funcionamento, incluindo palestra complementar sobre a história da bolsa de valores e alimentação como ação de contrapartida social.
O projeto MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil visa "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro", segundo consta no inciso VI, Art. 1º da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Também atende aos incisos I e VIII do mesmo artigo, contribuindo com o acesso livre às fontes de cultura e estimulando a difusão de bens culturais formadores de conhecimento. Para isso, cumprirá com o objetivo III do artigo 3º da mesma lei, que trata da preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico. Isto se dará mediante a constituição de um Museu que irá democratizar o acesso, resgatar, modernizar e disponibilizar o acervo já existente no Centro de Memória que se encontra sob a gestão da Associação BM&F. Inaugurado em 1996, o acervo possui grande potencial de musealização, sendo composto por mais de 100 mil itens entre documentos textuais, vídeos, fotografias, boletins diários com cotações de pregões e objetos variados, tais como telefones e jalecos utilizados pelos operadores do pregão viva voz. O Centro de Memória, que já é e seguirá disponível em plataforma digital (http://acervob3.com.br/), constitui a preservação de um patrimônio cultural com 130 anos de existência - e que, com a criação do Museu, terá seu acervo amplamente conhecido e democratizado. Em anexo encaminhamos link da lista de todos os itens do acervo que serão disponibilizado pela Associação BM&F para o projeto, junto de uma indicação preliminar dos itens que serão utilizados na exposição. O acervo citado será complementado com outros arquivos e elementos cênicos, a fim de produzir uma exposição de longa duração convidativa, lúdica e 100% gratuita, direcionada tanto ao público local quanto a profissionais da área financeira, turistas, jovens em processo de formação educacional e qualquer apreciador da cultura e memória. Destaca-se também a importância de aquisição de documentos e imagens de outras fontes e bancos de armazenamento, visando a incrementação da exposição e do acervo deste Museu. Está prevista no presente orçamento a aquisição desse material complementar, que será pesquisado e selecionado pela equipe técnica do projeto. É importante destacar que a história das bolsas de valores no Brasil intersecciona-se com a própria história do país e da cidade de São Paulo. Assim, resgatá-la é proporcionar um olhar sobre as diversas políticas econômicas e as ideologias vigentes no território nacional desde pelo menos o século XIX, quando foi criada a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em 1843 (Paes, 2020). Quase meio século depois, seria fundada a Bolsa Livre de São Paulo, cidade que hoje abriga o centro financeiro do país (Côrrea, 2020). Já a conhecida ?Bovespa? teve origem em 1895, sob a denominação de ?Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo?. No ano 2000, a concentração das bolsas de valores brasileiras em uma só instituição transformou a até então denominada Bovespa na maior bolsa da América Latina. Em 2008, a Bovespa se fundiu à Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F), uma bolsa de derivativos que reunia outras duas empresas (Paes, 2020). Recentemente, em 2017, houve uma nova fusão pela qual a BM&FBOVESPA se uniu à Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos Privados (CETIP), transformando-se na atual B3 (Brasil, Bolsa, Balcão). A transferência do polo financeiro do país do Rio de Janeiro para São Paulo, em meados do século XX, tem relação com a economia cafeeira e com o fato de a cidade consistir, na época, em um ?centro articulador? da zona produtora de café (Côrrea, 2020), funcionando como um entroncamento ferroviário que escoaria a produção dos bens agrícolas até o porto da cidade de Santos, de onde eram exportados. Além disso, em virtude da decadência do regime de escravidão, por volta de 1886 São Paulo possuía um fluxo de mão de obra migratória na ordem dos 700 mil imigrantes, resultando na diversificação da moeda e da economia. Esses e diversos outros aspectos das transformações socioeconômicas no país serão resgatados pelo MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil, que também abordará questões sobre a geopolítica internacional e a influência das guerras e das crises mundiais na economia brasileira. As informações serão levantadas por meio de pesquisa que fundamentará tanto o Programa de Pesquisa do Plano Museológico quanto servirá de base para a Exposição de longa duração. Alguns desses conteúdos já constam no Diagnóstico de Subsídio para Projeto Museológico, elaborado pelo museólogo Gustavo Nascimento e anexado a este projeto. Além disso, o prédio onde o MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil será instalado possui fachada tombada como patrimônio histórico, e seu uso será cedido gratuitamente pela B3 SA, atual mantenedora do local. Essa cessão diminuirá consideravelmente os custos do projeto com relação à locação e manutenção de espaço, além de possibilitar o máximo alcance de público devido a sua localização acessível e estratégica. Vale destacar que o espaço não receberá nenhum tipo de obra ou intervenção arquitetônica para funcionamento do Museu. O edifício localiza-se na Rua XV de Novembro, 275. Era nesta rua onde se encontravam as principais joalherias, relojoarias e roupas finas da cidade, sendo que, na década de 1910, a XV de Novembro já abrigava os principais bancos e filiais de bancos estrangeiros (Côrrea, 2020). A importância da região como polo financeiro perdura até os dias de hoje. Soma-se, a isso, a presença de diversas construções históricas que cumprem funções educativas, culturais e de resgate da memória, a exemplo do largo Pateo do Collegio, local da primeira missão jesuíta no município; do Museu da Cidade de São Paulo; e do Centro Cultural Banco do Brasil. Nos dois sentidos, a presença do MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil se faz relevante, agregando um valor cultural e patrimonial ainda maior ao centro histórico paulistano e fazendo referência às atividades financeiras tradicionais naquela localização. Defende-se, com o presente projeto, o acesso amplo, 100% gratuito, de forma criativa e lúdica aos processos históricos que permearam a trajetória da Bolsa de Valores e do investimento no Brasil, a fim de constituir um produto que alcance o público tanto por seu valor cultural e atrativo quanto educacional.
De maneira preliminar, a proposta museográfica prevê a seguinte jornada de visitação para a Exposição de longa duração, que corresponderá aos diferentes espaços do edifício: 1. Recepção/Entrada dos Visitantes/Escadas; 2. Entrada da Exposição; 3. Praça do Comércio; 4. Escritório da década de 30; 5. Sala da Maquete do Pregão de 1930; 6. Desenvolvimento dos Mercados de Capitais; 7. Área de Conexões; 8. Evolução Tecnológica; 9. Origem/Produtos/Siglas/Empresas mais valiosas; 10. Maquetes Giratórias dos Pregões dos anos 1990 e 2000; 11. A história contada pelas pessoas e Curiosidades; 12. Ibovespa; 3. Descubra o que passa pela B3; 14. O que é Oferta Pública Inicial (IPO); 15. Balcão IPO (photo opportunity); 16. Saída/Corredor
Os produtos contemplados pelo projeto consistem em: 1. Plano Museológico (Pesquisa) O Plano museológico, que fundamentará a criação do museu, será desenvolvido mediante aprovação do projeto no PRONAC. A contratação de museólogo e equipe interdisciplinar para esta função está prevista na planilha orçamentária do projeto, na etapa de pré-produção. O documento irá conter todos os programas recomendados pela Lei 11.904/09 e pelo Decreto nº 8.124/13, a saber: 1. Programa Institucional, 2. Programa de Gestão de Pessoas, 3. Programa de Acervos, 4. Programa de Exposições, 5. Programa Educativo e Cultural, 6. Programa de Pesquisa, 7. Programa Arquitetônico-urbanístico, 8. Programa de Segurança, 9. Programa de Financiamento e Fomento, 10. Programa de Comunicação, 11. Programa Socioambiental e 12. Programa de Acessibilidade Universal. Todos os programas do Plano Museológico deverão ser implementados em até 4 anos. Nos primeiros 9 meses, as atividades visam a concretização sobretudo do programa institucional, da exposição de longa duração e da gestão de pessoas, já em diálogo com as ações educativas e de acessibilidade. 2. Ações para aquisição e preservação de acervo (Preservação de Acervo Cultural) O produto consiste na digitalização, organização e armazenamento de parte do acervo disponibilizado ao Museu pela Associação BM&F, além de prever a pesquisa e aquisição de documentos e imagens de outras fontes e bancos de dados. Ambas as etapas subsidiarão a confecção do Plano Museológico e a criação da exposição de longa duração. Vale destacar que o acervo será disponibilizado gratuitamente no site do Museu. 3. Site do Museu (Sítio Eletrônico) Desenvolvimento de um site exclusivo para a instituição museológica, visando o agendamento de visitas, disponibilização de acervo e outros conteúdos oriundos do projeto. O produto é parte fundamental dos princípios de democratização de conteúdo histórico propostos por este projeto. 4. Exposição de longa duração (Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais) Como mencionado anteriormente, a Exposição de longa duração será constituída a partir de uma narrativa expográfica que abordará diferentes contextos (módulos expositivos) que se relacionam, a saber: movimentos histórico sociais nas relações de mercado, bolsa de valores com foco na realidade paulistana, apresentação e contextualização das questões técnicas envolvidas na operacionalização de mercado, ambientes de imersão tecnológico, etc. A previsão de duração é de 4 anos. Após os 9 meses indicados na presente proposta, sua continuidade se dará mediante novos projetos incentivados e demais fontes de recurso. As definições gerais da exposição de longa duração constam na proposta museográfica preliminar, enviada anexa. O presente projeto submetido ao PRONAC visa expandir o conteúdo previsto pelo documento, que foi inicialmente desenvolvido pela B3. Com isso, busca-se reforçar os valores educativos e culturais do museu, para além de uma perspectiva institucional da marca. A proposta museográfica preliminar será revisada e complementada após o desenvolvimento do Plano Museológico, para fins de alinhamento. Já é possível informar que, como indicações para a exposição de longa duração, estão previstos materiais do acervo cedido em comodato pelo Centro de Memória da Associação BM&F e a compra de licença de até 100 imagens/documentos adicionais, as quais consistirão em fotografias, registros de jornais de época e demais arquivos que ajudem na construção da narrativa pretendida, material previsto no produto de acervos acima indicado. Ao todo, farão parte dos recursos expográficos: material audiovisual, textos expositivos, legendas, materiais gráficos, reprodução e ambientação cenográfica, etc. A seleção preliminar do material a ser utilizado na exposição está sendo enviada como anexo. Reforçamos ainda que o presente produto não exigirá processo de obra ou intervenções arquitetônicas no espaço que o receberá. Destacamos que por trata-se de exposição de longa duração com aquisição de materiais permanentes para a instituição museológica, o produto foi cadastrado como equipagem de museu. Considerando ainda que na área de museologia há discussões sobre a utilização da nomenclatura “exposição permanente”, utilizamos no presente projeto o termo “exposição de longa duração”. 5. Funcionamento do museu (Manutenção de Museu) O presente projeto também contempla a abertura de portas do museu e seu funcionamento por 9 meses, tendo a B3 SA como principal mantenedora, conforme contrato de patrocínio em anexo. Após esse período, o proponente poderá contar com outras formas de financiamento. Visando a ampliação do acesso, o museu tem como indicação preliminar de funcionamento os períodos de segunda a sexta das 9h às 17h e dois sábados por mês, no mesmo horário. Os ingressos serão 100% gratuitos. Haverá, permanentemente, uma equipe multidisciplinar que inclui museólogo, coordenação educativa, monitores, equipes de segurança e limpeza do espaço, entre outras funções. Todas serão contempladas pelos programas Institucional e de Gestão de Pessoas do Plano Museológico, cujas rubricas já estão previstas no orçamento desta proposta. Estima-se a média de 400 visitantes por dia, o que resultará em cerca de 79.200 beneficiados ao final dos 9 meses, considerando-se o funcionamento durante 22 dias por mês. Vale destacar que o presente projeto prevê a viabilização de produtos culturais permanentes como o Plano Museológico ou de longa duração como a exposição. Logo, o projeto atenderá diretamente uma quantidade ainda maior de beneficiários, uma vez que a criação da instituição museológica e sua equipagem visam garantir o trabalho a médio e longo prazo.
O projeto aqui contemplado entende que a acessibilidade plena é parte indissociável da construção de museus. De acordo com o Art. 35 da Lei nº 11.904/09, que institui o Estatuto de Museus, estes “caracterizar-se-ão pela acessibilidade universal dos diferentes públicos, na forma da legislação vigente”. A fim de cumprir com este requisito, estão previstas as seguintes ações, por produto: Produto: Plano Museológico (Pesquisa) Documento base para a elaboração de museus, o plano aqui referido prevê ações relativas à acessibilidade em todos os 12 programas determinados pela legislação, os quais encontram-se detalhados no campo “especificações técnicas” do Salic. Entre eles, está o Programa de Acessibilidade Universal, que será desenvolvido e aperfeiçoado a partir das ações mencionadas a seguir. Cabe destacar que o Programa de Acessibilidade será elaborado com auxílio de uma consultoria técnica já prevista em orçamento. A empresa indicada preliminarmente para o trabalho de consultoria é a Museus Acessíveis. O Plano Museológico também terá como base a Lei nº 13.146/2015, que Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. No que diz respeito à acessibilidade do documento em si, ele será disponibilizado na internet, em site a ser desenvolvido exclusivamente para o Museu, cuja programação permitirá que sejam utilizadas ferramentas externas de acessibilidade (ex: audiodescrição). . Produto: Site do Museu (Sítio eletrônico) Desenvolvido exclusivamente para abrigar conteúdo sobre a instituição museológica, o site permitirá a utilização de ferramentas externas de acessibilidade, como as que realizam a audiodescrição para pessoas com deficiência visual e as que executam a tradução de conteúdos digitais do português para a Língua Brasileira de Sinais, a fim de contemplar a população com deficiência auditiva. Produto: Aquisição e preservação de acervo (Preservação de Acervo Cultural) Trata-se da digitalização e organização de parte do acervo disponibilizado pela Associação BM&F, além da aquisição de imagens e documentos de outras fontes para subsidiar o plano museológico e a exposição de longa duração. Todo esse conteúdo será disponibilizado pelo site do Museu, contando então com as medidas de acessibilidade propostas no referido produto, sendo estas as mais adequadas também para este produto. Produto: Desenvolvimento e Construção da Exposição de longa duração (Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais) A acessibilidade da Exposição de Longa Duração não será apenas uma tentativa de tradução do conteúdo já existente. Todo o potencial interativo e tecnológico será aproveitado de maneira a estimular os diversos sentidos a fim de oferecer uma experiência rica que inclua pessoas com deficiência. Para a população com deficiência visual, estão previstas: instalação de piso tátil, legendas em braile na descrição dos materiais, recursos para aumento de fontes e audiodescrição onde couber este recurso. No que diz respeito aos deficientes auditivos, haverá: tradução dos materiais em vídeo para LIBRAS e inclusão de legendas, legendas descritivas em conteúdos audiovisuais e onde mais couber este recurso e a descrição por escrito de informações que dizem respeito às peças expostas e seu contexto. Produto: Funcionamento do Museu (Manutenção de Museu) O prédio onde funcionará o museu conta com rampas de acesso, elevadores, banheiros acessíveis e outras medidas necessárias para permitir a máxima acessibilidade do projeto. O andar que sediará a exposição de longa duração é plano e acessível com elevador. Além disso, a equipe do museu incluirá monitores capacitados que estarão disponíveis diariamente para realizar o acompanhamento de pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, visual, psicossocial ou múltiplas.
A democratização de acervo que constitui patrimônio histórico e cultural é um dos princípios basilares deste projeto, além de seu acesso integralmente gratuito, que visa disseminar o conhecimento a respeito do desenvolvimento financeiro no Brasil. Entre seus produtos, destacam-se as seguintes ações de democratização: Plano Museológico (Pesquisa): Elaborado de maneira participativa com a equipe do museu e redigido com linguagem acessível, o documento será distribuído gratuitamente por meio online. A disponibilização gratuita se enquadra no item III do Art. 21 da IN nº 02/2019 do PRONAC, que trata da disponibilização dos produtos na internet. Produto: Site do Museu (Sítio Eletrônico)O desenvolvimento de site exclusivo para o Museu visa facilitar o agendamento de visitas e efetivar a democratização do acervo e de outros conteúdos produzidos pelo projeto. Dessa forma, o produto se encaixa também no item III do Art. 21 da instrução normativa em vigor. Produto: Aquisição e preservação de acervo (Preservação de Acervo Cultural) Este produto contempla a digitalização, organização e armazenamento de parte do acervo disponibilizado pela Associação BM&F, além da pesquisa e aquisição de documentos e imagens de fontes externas. Ambas as etapas subsidiarão a confecção do Plano Museológico e a criação da exposição de longa duração. Além disso, todo esse conteúdo será disponibilizado no site do Museu, cumprindo com o item III do Art. 21 da IN 02/2019. Desenvolvimento e Construção da Exposição de Longa Duração (Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais): Além de cumprir com as medidas já citadas de acessibilidade e de a exposição ser elaborada de forma lúdica, didática e criativa, itens do acervo que serão expostos poderão ser acessados virtualmente por meio do site da instituição museológica, a ser desenvolvido via projeto. Outros materiais criados ou adquiridos para a exposição de longa duração também ficarão disponíveis, como vídeos educativos. Assim, o conteúdo do museu será amplamente divulgado em meio online, cumprindo o item III do Art. 21 da IN nº 02/2019, a saber: ?disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial?. Ressalta-se que o acervo que constitui o Centro de Memória pode ser consultado, desde já, entrando em contato pelo canal de atendimento disponível no endereço: http://www.b3.com.br/pt_br/b3/educacao/institucional/centro-de-memoria/ Funcionamento do Museu (Manutenção de Museu): O MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil, a partir da constituição do Plano Museológico, atenderá aos princípios fundamentais dos museus determinados pelo Art. 2º da Lei nº 11.904/09, sendo eles I – a valorização da dignidade humana; II – a promoção da cidadania; III – o cumprimento da função social; IV – a valorização e preservação do patrimônio cultural e ambiental; V – a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural; e VI – o intercâmbio institucional. A democratização do acesso ao Museu será garantida sobretudo pelas facilidades ligadas à sua localização, uma vez que se encontra na região central de São Paulo, cercada por diversos pontos de ônibus, metrô, pontos de táxi e estacionamentos. A entrada será 100% gratuita, tendo uma estimativa de 400 visitantes por dia. Os horários de visitação serão abrangentes, de segunda a sexta e dois sábados por mês, sempre das 9h às 17h. Está prevista a possibilidade de agendamento de visitas para grupos de escolas, universidades, turistas etc. A potencialização do alcance será reforçada, ainda, por meio do material de divulgação, produzido e distribuído gratuitamente. Vale destacar ainda que este produto prevê uma verba mensal para produção de materiais pedagógicos que serão utilizados com os visitantes, tendo como foco o público infantil e famílias. Trata-se da produção e distribuição de conteúdo lúdico complementar em formatos diversos como revista de atividades e similares. Essa ação corresponde ao item VII do Art. 21 da IN 02/2019 que diz ?VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil?.
A democratização de acervo que constitui patrimônio histórico e cultural é um dos princípios basilares deste projeto, além de seu acesso integralmente gratuito, que visa disseminar o conhecimento a respeito do desenvolvimento financeiro no Brasil. Entre seus produtos, destacam-se as seguintes ações de democratização: Plano Museológico (Pesquisa): Elaborado de maneira participativa com a equipe do museu e redigido com linguagem acessível, o documento será distribuído gratuitamente por meio online. A disponibilização gratuita se enquadra no item III do Art. 21 da IN nº 02/2019 do PRONAC, que trata da disponibilização dos produtos na internet. Produto: Site do Museu (Sítio Eletrônico)O desenvolvimento de site exclusivo para o Museu visa facilitar o agendamento de visitas e efetivar a democratização do acervo e de outros conteúdos produzidos pelo projeto. Dessa forma, o produto se encaixa também no item III do Art. 21 da instrução normativa em vigor. Produto: Aquisição e preservação de acervo (Preservação de Acervo Cultural) Este produto contempla a digitalização, organização e armazenamento de parte do acervo disponibilizado pela Associação BM&F, além da pesquisa e aquisição de documentos e imagens de fontes externas. Ambas as etapas subsidiarão a confecção do Plano Museológico e a criação da exposição de longa duração. Além disso, todo esse conteúdo será disponibilizado no site do Museu, cumprindo com o item III do Art. 21 da IN 02/2019. Desenvolvimento e Construção da Exposição de Longa Duração (Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais): Além de cumprir com as medidas já citadas de acessibilidade e de a exposição ser elaborada de forma lúdica, didática e criativa, itens do acervo que serão expostos poderão ser acessados virtualmente por meio do site da instituição museológica, a ser desenvolvido via projeto. Outros materiais criados ou adquiridos para a exposição de longa duração também ficarão disponíveis, como vídeos educativos. Assim, o conteúdo do museu será amplamente divulgado em meio online, cumprindo o item III do Art. 21 da IN nº 02/2019, a saber: ?disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial?. Ressalta-se que o acervo que constitui o Centro de Memória pode ser consultado, desde já, entrando em contato pelo canal de atendimento disponível no endereço: http://www.b3.com.br/pt_br/b3/educacao/institucional/centro-de-memoria/ Funcionamento do Museu (Manutenção de Museu): O MUB3 - Museu da Bolsa do Brasil, a partir da constituição do Plano Museológico, atenderá aos princípios fundamentais dos museus determinados pelo Art. 2º da Lei nº 11.904/09, sendo eles I – a valorização da dignidade humana; II – a promoção da cidadania; III – o cumprimento da função social; IV – a valorização e preservação do patrimônio cultural e ambiental; V – a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural; e VI – o intercâmbio institucional. A democratização do acesso ao Museu será garantida sobretudo pelas facilidades ligadas à sua localização, uma vez que se encontra na região central de São Paulo, cercada por diversos pontos de ônibus, metrô, pontos de táxi e estacionamentos. A entrada será 100% gratuita, tendo uma estimativa de 400 visitantes por dia. Os horários de visitação serão abrangentes, de segunda a sexta e dois sábados por mês, sempre das 9h às 17h. Está prevista a possibilidade de agendamento de visitas para grupos de escolas, universidades, turistas etc. A potencialização do alcance será reforçada, ainda, por meio do material de divulgação, produzido e distribuído gratuitamente. Vale destacar ainda que este produto prevê uma verba mensal para produção de materiais pedagógicos que serão utilizados com os visitantes, tendo como foco o público infantil e famílias. Trata-se da produção e distribuição de conteúdo lúdico complementar em formatos diversos como revista de atividades e similares. Essa ação corresponde ao item VII do Art. 21 da IN 02/2019 que diz ?VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil?.
Projeto aprovado e publicado no Diário Oficial da União.