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Este Projeto visa realizar 480 intervenções artísticas de palhaçaria em hospitais da rede pública do Rio de Janeiro, ao longo de 2021, por meio da Cia. Sapato Velho, dentro de uma perspectiva ampla de humanização, que inclui mostras de teatro. Em sete anos de existência, a Cia. Sapato Velho realizou mais de 1.200 intervenções artísticas de palhaço em hospitais, atendendo a mais de 50 mil pessoas, em 7 unidades públicas do Rio de Janeiro. São números que consolidam a companhia de teatro como referência entre as mais atuantes no Estado.
Ø Atendimento hospitalar (artes cênicas) A intervenção artística do palhaço visa resgatar na criança paciente e nos familiares e profissionais ao seu entorno uma oportunidade de comunicação lúdica, ressignificando a sua permanência no hospital. Em duplas (eventualmente em trios), os palhaços partem do improviso para criar uma dramaturgia em que o paciente se torna o protagonista da história. O tom brincante no contato dos artistas realça o clima de pureza e alegria, tão característicos nos primeiros anos de idade. As visitas são voltadas para as alas de internação pediátrica, ambulatórios e unidades intensivas. Ø Formação com profissionais da saúde (CONTRAPARTIDA SOCIAL) Os encontros com os profissionais e estudantes da saúde (professores e alunos da faculdade de enfermagem da rede pública do RJ) almejam despertar o ser brincante que existe em cada adulto. Por meio de dinâmicas que estimulam os participantes a se expressar e a se relacionar de modo inusitado, movidos pelo improviso do aqui-agora, o objetivo é criar um estado lúdico, propiciando uma comunicação mais fluida e íntegra com as crianças pacientes. Ø Treinamento de palhaço A atuação do palhaço em ambiente hospitalar requer uma formação e um treinamento específicos, muitas vezes difícil de encontrar em escolas de palhaçaria. Nesse sentido, a Cia. Sapato Velho vem se destacando no engajamento de dezenas de profissionais interessados em se aprimorar nessa linguagem. Os treinamentos são comandados pelos palhaços da Cia., e permitem um constante refinamento artístico, aprimorando o profissional para as delicadezas de se estar num ambiente tão particular. Ø Mostras de teatro As mostras de teatro serão realizadas pela Cia. Sapato Velho e artistas convidados nos auditórios dos hospitais. São resultado das vivências geradas no ambiente hospitalar, traduzidas numa linguagem da palhaçaria tradicional, baseadas em gags e reprises, e voltadas para todas as idades.
Em sete anos de existência, a Cia. Sapato Velho realizou mais de 1.200 intervenções artísticas de palhaço em hospitais, atendendo a mais de 50 mil pessoas, em sete unidades públicas do Rio de Janeiro. São números que consolidam a companhia de teatro como referência, sendo uma das mais atuantes e experientes em palhaçaria hospitalar no Estado. Planejado para 2021 / 2022, este Projeto visa realizar 480 intervenções artísticas de palhaçaria em hospitais da rede pública do Rio de Janeiro, dentro de uma perspectiva ampla de humanização, que inclui ainda 40 oficinas com profissionais da saúde, além de mostras de teatro.Previsão também de realização de cortejos musicais temáticos em enfermarias, oficinas com profissionais da saúde e treinamentos de palhaço relacional. O despertar do sorriso, o brilhar dos olhinhos, o resgate da alegria e do bem-estar em momentos difíceis é algo difícil de ser medido. Mas são muitos os estudos que apontam os benefícios da chamada "palhaçoterapia", tanto para os pacientes quanto para a equipe médica, pais e funcionários dos hospitais. Dos benefícios se destacam: redução da ansiedade e estresse; adaptação e facilitação dos procedimentos hospitalares; maior disposição a se alimentar e a se comunicar etc. etc. A experiência, a qualidade artística, o cuidado e o afeto no contato dos palhaços são o diferencial da Cia. Sapato Velho. Proporcionamos momentos de comunicação lúdica e fraterna entre pacientes, familiares e profissionais, fortalecendo a autoestima e potencializando ações solidárias no ambiente hospitalar. Objetivos Geral Ø Ampliar as oportunidades de humanização no espaço hospitalar, por meio da criação e do fortalecimento de redes solidárias de afeto e alegria, tendo como referência a linguagem do palhaço; Específicos Ø realizar atendimentos hospitalares de palhaços, duas vezes por semana, em seis unidades públicas no Rio de Janeiro, ao longo de dez meses, em 2021 / 2022, totalizando 480 intervenções; Ø realizar 40 encontros de treinamento e atualização para profissionais da palhaçaria hospitalar; Ø realizar 3 mostras de teatro da Cia. Sapato Velho e convidados, com espetáculos temáticos, a serem apresentados nos auditórios dos hospitais. Ø CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 7 encontros de formação com professores e alunos de faculdade de enfermagem da rede pública, proporcionando dinâmicas e brincadeiras, com vistas a despertar para a dimensão da ludicidade na relação entre as pessoas; Hospitais a serem atendidos em 2021 / 2022 Ø Hemorio Ø Hospital da Lagoa Ø Hospital Jesus Ø INCA I Ø INCA I /CEMO Ø INC-Laranjeiras
I Este Projeto atende aos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ destaque para este Projeto, no sentido de levar ações artísticas a pessoas que estão temporariamente impossibilitadas de frequentar equipamentos culturais, de forma gratuita, democrática, e para pacientes de hospitais públicos; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira _ a personagem arquetípica do palhaço e seu modo ingênuo, hospitaleiro e generoso, dentro do universo circense, está na essência da identidade popular brasileira. Este Projeto contribui, portanto, para a salvaguarda de uma linguagem que, sem apoio público, tenderia a acabar; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ o palhaço traz no fundamento de sua dramaturgia os valores e princípios universais do amor ao próximo e da solidariedade. Estimular a relação entre as pessoas a partir dessa linguagem é o diferencial proposto neste Projeto; II A alegria traz em si algo de incontestável. "É a prova dos nove", conforme o poeta Oswald de Andrade. No momento do ser alegre, tudo o mais se torna secundário. Os problemas, percalços acabam virando o motivo da galhofa: rimos da própria dor. O que leva uma pessoa a rir do tropeço do outro e até mesmo de sua tristeza individual? Seja lá qual motivo for, desde o princípio dos tempos as civilizações se serviram de profissionais especialmente treinados em tropeçar, cair, fazer rir _ e gerar alegria. Essa figura é tão fundamental no imaginário humano que se transformou num arquétipo, isto é, um estado do ser que se manifesta de variadas maneiras ao longo da história. Hoje em dia, esses são os nossos queridos palhaços. E eis que agora ele está diante de um cenário aparentemente inapropriado, estranho, mas ao mesmo tempo familiar e desafiador: um hospital, o palco da vida real. Recente pesquisa do Instituto Fonte para o Desenvolvimento Social revelou dados impressionantes sobre o desempenho dos palhaços no ambiente hospitalar. Dentre os mais de 500 profissionais de saúde entrevistados, 85,4% atestam que os seres de nariz vermelho influenciam, sim, na melhora da saúde das crianças. Para 77,7% dos entrevistados, as crianças passam a se alimentar melhor; e, para 89,2%, as crianças colaboram mais com os profissionais de saúde. E mais: 76,1% dos profissionais passam a brincar mais com os pacientes mirins. Sobre a relação do profissional de saúde com as pessoas próximas ao paciente: 90,1% acreditam que os palhaços contribuem para a confiança dos familiares na melhora das crianças. Os familiares tendem a brincar mais com as crianças, segundo 89,5% dos entrevistados. Os benefícios da "palhaçoterapia", contudo, só podem ser medidos considerando a qualidade dos artistas envolvidos. Pois, assim como um mal profissional de saúde pode prejudicar o tratamento de um paciente, um palhaço sem a devida formação pode gerar mais percalços que soluções. Nesse sentido, reside o diferencial da Cia. Sapato Velho, composta por palhaços experientes, que já realizaram centenas de intervenções nos últimos anos, além de investirem em constante treinamento em cursos, oficinas, laboratórios...
Por que patrocinar? Ø Porque sua empresa vai ganhar visibilidade direta junto ao público interno dos hospitais, funcionários, pacientes e familiares, ligando a imagem do patrocínio a uma ação humanizadora, despertando para o consumo consciente; Ø porque sua empresa terá a marca ligada a um Projeto consistente e de alta qualidade artística, fortalecendo a credibilidade do patrocínio junto a potenciais clientes; Ø porque o público consumidor tende, cada vez mais, a valorizar marcas e empresas que investem em projetos socioculturais; Ø porque estamos dispostos a dialogar, de forma a adequar nossos produtos e serviços às necessidades de marketing do patrocinador. Contrapartidas Ø Inserção da logomarca do patrocinador no colete utilizado pelos palhaços, em todas as intervenções e hospitais atendidos; Ø inserção da logomarca do patrocinador em todas as peças de divulgação impressas e virtuais do Projeto, com destaque para o site institucional e para as redes sociais (facebook e instagram); Ø citação do patrocínio em todos os releases para impressa e demais textos institucionais do Projeto; Ø citação do patrocínio na abertura de todas as mostras de teatro e das palestras junto aos profissionais de saúde; Ø realização de encontros entre palhaços e potenciais clientes do patrocinador, de modo a demonstrar os resultados do Projeto; Ø realização de uma pesquisa específica junto aos profissionais de saúde atendidos pelo Projeto, visando a obter números sobre o desempenho dos palhaços da companhia.
Ø Atendimento hospitalar (artes cênicas) Duração: 3h Periodicidade: 2 vezes por semana, ao longo de dez meses, em seis unidades hospitalares Total: 480 atendimentos – 1.440h = 4.000 pessoas / pacientes atendidos A intervenção artística do palhaço visa resgatar na criança paciente e nos familiares e profissionais ao seu entorno uma oportunidade de comunicação lúdica, ressignificando a sua permanência no hospital. Em duplas (eventualmente em trios), os palhaços partem do improviso para criar uma dramaturgia em que o paciente se torna o protagonista da história. O tom brincante no contato dos artistas realça o clima de pureza e alegria, tão característicos nos primeiros anos de idade. As visitas são voltadas para as alas de internação pediátrica, ambulatórios e unidades intensivas. Ø Mostras de teatro Duração: 1h30 Periodicidade: três vezes por ano, em uma unidade a ser definida Total: 3 mostras – 4h30 = 800 pessoas / pacientes atendidos As mostras de teatro serão realizadas pela Cia. Sapato Velho e artistas convidados nos auditórios dos hospitais. São resultado das vivências geradas no ambiente hospitalar, traduzidas numa linguagem da palhaçaria tradicional, baseadas em gags e reprises, e voltadas para todas as idades. Ø Formação (CONTRAPARTIDA SOCIAL) Duração: 3h Total: 7 encontros – 21h = 600 professores e estudantes de instituições públicas de ensino superior e/ou técnico Os encontros com pessoas da área de saúde (professores e estudantes da rede pública da faculdade de enfermangem no RJ) almejam despertar o ser brincante que existe em cada adulto. Por meio de dinâmicas que estimulam os participantes a se expressar e a se relacionar de modo inusitado, movidos pelo improviso do aqui-agora, o objetivo é criar um estado lúdico, propiciando uma comunicação mais fluida e íntegra com as crianças pacientes. Ø Treinamento de palhaço Duração: 3h Periodicidade: uma vez por semana, ao longo de dez meses Total: 40 encontros – 120h = 600 profissionais de artes circenses - palhaçaria A atuação do palhaço em ambiente hospitalar requer uma formação e um treinamento específicos, muitas vezes difícil de encontrar em escolas de palhaçaria. Nesse sentido, a Cia. Sapato Velho vem se destacando no engajamento de dezenas de profissionais interessados em se aprimorar nessa linguagem. Os treinamentos são comandados pelos palhaços da Cia., e permitem um constante refinamento artístico, aprimorando o profissional para as delicadezas de se estar num ambiente tão particular
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Deficientes auditivos: - Todos os 03 espetáculos cênicos no auditório dos hospitais terão traduções em libras. Deficientes visuais: - o conteúdo dos espetáculos cênicos será falado e descritivo. - impressão de 40 dos programas em braile para os espetáculos cênicos no auditório dos hospitais. CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Deficientes auditivos: - 04 oficinas terão traduções em libras. Deficientes visuais: - o conteúdo das oficinas será falado e descritivo. - impressão de 40 programas em braile para as oficinas. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: - rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc., conforme a lei 10.098/2000. Deficientes auditivos: - 03 encontros terão traduções em libras. Deficientes visuais: - o conteúdo dos conteúdos será falado e descritivo. - impressão de 40 programas em braile para as oficinas.
- Este Projeto é, pela sua própria constituição, elaborado exclusivamente para ser amplamente democrático e acessível, considerando que todas as suas ações são plenamente gratuitas e voltadas prioritariamente para pessoas de baixa renda e pertencentes a locais de pouco acesso a bens culturais; Atende a Artigo 21 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania, inciso: Espetáculo de artes cênicas: Apresentações gratuitas em hospitais I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Curso / oficinas/ estágios: Oficinas de formação de palhaços gratuitas I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Contrapartidas sociais: Ações de capacitação de palhaçaria gratuitas para professores e alunos de enfermagem de instituições públicas de ensinoI - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Espetáculo de artes cênicas IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Curso / oficinas/ estágios IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Contrapartidas sociais IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Contrapartidas sociais: Ações de capacitação de palhaçaria gratuitas para professores e alunos de enfermagem de instituições públicas de ensino V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Espetáculo de artes cênicas VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Curso / oficinas/ estágios: Oficinas de formação de palhaços gratuitas VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Contrapartidas sociais: Ações de capacitação de palhaçaria gratuitas para professores e alunos de enfermagem de instituições públicas de ensino VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
A instituição proponente realizará no Projeto atividades voluntárias de acompanhamento das intervenções artísticas bem como realização das oficinas. O relatório de atividades, bem como a acessibilidade em libras, não estão incluídos no orçamento, e são contrapartida voluntária do Proponente. Sobre a Cia. Sapato Velho Criada em 2012 pelos palhaços, produtores e atores Anneli Olljum, Dio Jaime Vianna e Paulo Hartung, a Cia. Sapato Velho se destacou na realização de intervenções de palhaços em hospitais no Rio de Janeiro, além de produzir teatro corporativo e atuações de palhaços em ruas e palcos da cidade. Em sete anos de atuação, a companhia realizou dezenas de participações no Circuito SESC Rio, além de prestar serviço para grandes empresas como Petrobras, BR Distribuidora e outras. Ganhou vários editais de prefeituras do Rio de Janeiro, Cabo Frio e outras. A companhia atuou em festivais no Maranhão (São Luís) e em Minas Gerais (Mariana). No seu repertório, destacam-se peças como “A palhaça que fugiu do circo”, “Dois palhaços pedem passagem”, e outros. Em parceria com a ONG Doutores da Alegria, a companhia realizou diversas edições do Plateias Hospitalares. Sobre a Hajalume Produções Criada em 2014, a Hajalume Produções surgiu para oferecer suporte técnico, jurídico e contábil aos projetos coordenados pelo jornalista e empresário Fernando Gasparini, que possui dez anos de experiência no mercado da cultura no Rio de Janeiro. A Hajalume realizou diversos Projetos importantes como: Ø “Tangos Hermanos – 20 anos do grupo LiberTango”, Teatro da Caixa Cultural de Curitiba, 2018, e Teatro de Arena da Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2016; Ø “I Festival Internacional Tango Brasil” (CCBB-RJ, 2014), que reuniu cantores e instrumentistas de tango do Brasil, da Argentina e do Uruguai, ao longo de 18 shows, alcançado um público de dez mil pessoas; Ø “Sanfona é Cultura Popular nas Escolas” (Prefeitura do Rio de Janeiro e SESC-RJ, 2014, 2015 e 2016), que alcançou cerca de 12 mil crianças da rede pública municipal do Rio de Janeiro em 30 apresentações nas escolas; Ø “O Rio de Janeiro de Edu Krieger” (Caixa Cultural-RJ, 2015), série de shows na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, em março de 2015; Ø “Encontros com o compositor carioca” (Centro de Referência da Música Carioca-RJ, 2015), reunindo seis dos mais representativos compositores do Rio de Janeiro, Edu Krieger, Rodrigo Maranhão, Luis Carlinhos, Gabriel Moura, João Cavalcanti e Tim Rescala, através de shows e palestras. Palhaços Anneli Olljum (Couve Flor) Palhaça, atriz, produtora e orientadora Produtora e atriz formada pela CAL 1997, cursou Artes Cênicas – interpretação/cenografia na Uni-rio, fez workshops com Eugênio Barba e Odin Teathre, Gerald Thomas, Denise Stocklos, Arthur Ribeiro (Dos a Deux), Juliana Carneiro da Cunha e Angel Vianna entre outros . Dentre os espetáculos que fez :” Virgínias “- Sobre Virgínia Woolf com o Teatro de frente, "Nariz de Prata" – Italo Calvino com direção de Marilena Bibas ( OMAMË Teatro), "Graal - retrato de um Fausto quando jovem" com direção de Gerald Thomas. Como Palhaça tem formação com Thierry Tremoroux, Lily Curcio, Ricardo Puccetti, Biribinha, Tubinho , Richard Riguetti e Lilian Moraes, , Em 2000 integra o Teatro de Frente, produzindo e atuando nos espetáculos: “A Porta Azul”. Em 2007 integra a ACB teatral (www.acbteatral.com.br ) dir. de Antônio C. Bernardes, viajando para apresentações em Bogotá, Colômbia. Córdoba, Ushuaia, Rosário na Argentina,e para Luanda em Angola . De 2006 a 2017 trabalhou como produtora e atriz da Cia.de Idéias. Desde 2012 trabalha como produtora e palhaça na Cia Sapato Velho e nos projetos Sapato de Hospital/Doktor Klovn. Dio Jaime Vianna de Almeida (Tatuí) Palhaço, Produtor, Ator, Curioso Musical Neto do palhaço Almeidinha, palhaço tradicional do Circo Brasileiro, Tem formação na ESLIPA ( Escola livre de Palhaços) na primeira turma,com o grupo Off Sina sob direção de Richard Riguetti, formação com Márcio Libar, Leris Colombaione, Lily Curcio, Ésio Magalhâes, Ricardo Pucceti, Tubinho, Biribinha entre outros. Como ator tem formação no Tablado –RJ e CAL Casa de Artes de Laranjeiras. Fez parte da Oficina de Criação de Espetáculos: Palco Social dirigido por Ernesto Piccolo e Rogério Blat e do grupo Tá na Rua com direção de Amir Haddad. Atuou em “Beijo no Asfalto” dir de Michel Bercovitch 2006, “Don Juan” dir de Michelle Cabral, “Um Rio camado Machado” com dir de Marcio Vieira (onde também assinava como diretor de percussão) e “ Algumas Aventuras das Vinte Mil Léguas Submarinas” dir A. C. Bernardes. Atualmente trabalha junto com o Palhaço Tilinha e Couve Flor no projeto Sapato de Hospital/Doktor Klovn. Paulo Hartung ( Tilinha) Palhaço Acróbata, malabarista Formado pela Escola Nacional de Circo, e Artes Cênicas SENAC. Fez oficinas com, Aziz Gual , João Carlos Artigos, Amanda Crockett, Ale Roit e Sarah Trägner. Tem habilidades Circenses: Perna de pau, monociclo, malabares, equilíbrio, powerjump, parada acrobática e corda bamba. Trabalhou como palhaço no Ringling Bros And Barnum e Bailey (2007/ 2008 E.U.A)Trabalhou na abertura de shows para O Rappa, Racionais MC,s , na Cia. Radiclown , ( 2005), Circo do Topetão. Participação na parada Momentos Mágicos da Disney ( 2009/2010) Trabalhou como Arte-educador no projeto social circo baixada,Queimados 2006/2007. ministrou aulas de circo no colégio Teresiano em 2005, oficinas de circo pela Escola Nacional de Circo e no colégio Eliezer Max 2009/2011. Fez parte do Polo Circo Upleon em 2016. Criador da Cia Sapato Velho e trabalha no projeto Sapato de Hospital/Doktor Klovn.
PROJETO ARQUIVADO.