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PRONAC 204424Apresentou prestação de contasMecenato

!PULSA! Movimento Arte Insurgente

OLHARES - INSTITUTO CULTURAL
Solicitado
R$ 4,30 mi
Aprovado
R$ 4,16 mi
Captado
R$ 1,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,00 mi

Eficiência de captação

24.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término

Resumo

Realizar o projeto !PULSA! Movimento Arte Insurgente, um festival artístico transdisciplinar, na cidade de Itabira (com a possibilidade de extensão para outras cidades do leste do estado de Minas Gerais, ou seja Vale do Rio Doce e Vale do Aço), composto de: mostra de espetáculos teatrais, com artistas nacionais e internacionais; intervenções artísticas em espaços públicos, como performances, grafite, práticas desportivas; formação pedagógica, ou seja, realização de seminários, workshops, rodas de conversa, residência artística; redes solidárias de benfeitorias para a comunidade; e a feira cultural, que terá atrações musicais, artes urbanas, exposições de livros, venda de comida, artesanato, projeção de filmes, contrapartidas sociais, dentre outras atividades.

Sinopse

Eixos Curatoriais FEMINISMO ARTÍSTICO A proposta do eixo Feminismo Artístico se engaja em uma rede de solidariedade. A ideia é que mulheres de diferentes gerações, origens e coletivos possam unir e refletir criticamente sobre o lugar que o feminino ocupa historicamente e na atualidade. As ações pretendem revelar para um público em geral as relações de opressão, tal como o acúmulo de conhecimentos, estimulando as práticas que valorizam a presença da mulher no mundo. NEGRITUDE ANTICOLONIAL A intelectualidade e os artistas negros vêm há muitos anos questionando como o racismo estrutural mantém o sistema neoliberal, criando dependências de exclusão às pessoas negras nas relações de mercado, agindo de forma subjetiva e ampla na sociedade. A ideia deste Eixo é tensionar essa realidade, levantando propostas para a superação do racismo e por meio de discussões públicas, artísticas, ocupando os espaços educacionais, propondo ações no campo político e estético; bem como, pautando responsabilidade para todas as pessoas e instituições. VIDAS TRANS-MUDAR A importância do Eixo Vidas Trans-Mudar é a criação de um espaço de reflexão em torno das rígidas construções sociais que discriminam a vida das pessoas por não se encaixarem nos padrões cisnormativos. Trazer trabalhos artísticos e pensamento em torno dos desafios sociais da vivência transgênera é uma oportunidade de valorizar as diferentes formas de ser, influenciando práticas afetivas que ampliam o nosso olhar. ARTE INDÍGENA CONTEMPORÂNEA Artistas, líderes, intelectuais indígenas levantam uma reflexão necessária contra o paradigma colonial que prevalece pelo aumento dos desmatamentos, na poluição dos rios, do ar, em um processo de invisibilidade e preconceito à diferença étnica e cultural. Neste Eixo pretendemos questionar a ideia antropocêntrica que insere o homem no centro do mundo, trazendo por meio da arte e da presença indígena pensamentos que engajam a saúde e o bem estar de todas as vidas no planeta. COLETIVOS PERIFÉRICOS Líderes, organizações e representantes artistas apresentam a singularidade local, a partir do contexto, da história e de suas criações. Desta forma o Eixo Coletivos Periféricos traz o questionamento sobre o que determina a periferia e seus corpos, tendo em vista as relações sociais, econômicas, geográficas e artísticas da cidade. A ideia é olhar para a produção local e sua intelectualidade, valorizando os modos de fazer e de pensar a cidadania a partir da experiência regional. Mostra de Espetáculos Teatrais Programação composta por 13 espetáculos de grupos e diretores nacionais e 02 internacionais, capazes de traduzir aspectos fundamentais das artes cênicas contemporânea, e que dialogam com as outras atividades do projeto que se organizam em torno dos eixos curatoriais. 1) Cidade Desterrada Grupo Pombas Urbanas | 2015 | 80min O espetáculo tem início com a chegada dos Encantados, seres cósmicos e imaginários que representam a força ancestral da comunidade que ali vai existir. Um grande bairro popular cresce neste lugar repleto de histórias e lutas por trabalho, comida, saúde, transporte. Logo chega uma trupe de teatro que representará as histórias desta população desterrada. Juntos, artistas e comunidade descobrem que para criar o futuro é preciso cultivar a memória e celebrar a vida. FICHA TÉCNICA Texto: Grupo Pombas Urbanas Direção: Adriano Mauriz, Marcelo Palmares e Paulo Carvalho Direção Musical: Giovanni di Ganzá e Grupo Pombas Urbanas Figurinista: Carlos Alberto Gardim Cenografia: Marcelo Larrea Iluminação: Edgard Duprat Assistentes de Figurino: Reinaldo Goulart e Danilo Maganha Assistente de Cenografia: Maya Batista Equipe de Apoio, Produção e Registro Audiovisual: Emily Meirelles, Larissa Evelyn e Thábata Letícia Elenco Adriano Mauriz – Tchan / Carteiro / Grupo de Teatro e Encantados Cinthia Arruda –Evangélica / Yolanda / Enfermeira / Grupo de Teatro e Encantados Juliana Flory – Santa Etelvina / Galinha / Vera / Repórter / Enfermeira / Grupo de Teatro e Encantados Marcelo Palmares – Evangélico/ Abdu / Zé / Grupo de Teatro e Encantados Marcos Kaju – Malcom Jesus / Fiscal / Enfermeiro / Grupo de Teatro e Encantados Natali Santos – Maria / Zefa / Dona Conceição / Grupo de Teatro e Encantados Paulo Carvalho – Pacheco / Morador / Enfermeiro / Grupo de Teatro e Encantados Ricardo Big – Domingos / Radialista / Enfermeiro / Grupo de Teatro e Encantados 2) Exília Juliana Pautilla | 2019 | 60min Exília é toda e qualquer forma de expulsão, voluntária ou não, de um território. Exilia, neologismo feminino, remete a exilada e ex-ilha, dois conceitos opostos que afirmam o sentido do exílio como criação, como espaço de desdobramentos de novas ideias, como olhar estrangeiro para o outro e consigo mesma. Uma nova vida que se anuncia, sem paraíso e sem padecimentos. Exercício artístico, feminista, social, comum e individual ao mesmo tempo. O corpo é a crise e o epicentro. Solo de Juliana Pautilla, que está em processo de criação e sendo gestado pelas artistas Juliana Pautilla (MG/SP) e Ana Luíza Santos (MG). CRIADORXS ENVOLVIDXS Concepção, direção, atuação e co-dramaturgia: Juliana Pautilla Provocações performativas e co-dramaturgia: Ana Luísa Santos Criação, atuação e instalação sonora: Lucas Morais Criação e atuação de luz: Lucas Pradino Provocação corporal: Thiane Nascimento (Pélvika) Assessoria em figurino: Jonnatha Horta Fortes Arte visual e gráfica: Daniel Carneiro Registro vídeo: Coletivo Avuá 3) Gota D’água {PRETA} Coletivo Negro | 2019 | 230min A adaptação de Gota d’Água, musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, ressalta as questões raciais embutidas na obra de 1975, que transfere a tragédia de Medeia para o subúrbio do Rio de Janeiro. Se o original discute as implicações sociopolíticas do regime militar brasileiro, então vigente, a releitura do diretor Jé Oliveira enegrece e atualiza a obra: traz um elenco majoritariamente negro, evidenciando o contexto social e racial dos personagens (pobres, moradores de um conjunto habitacional), além de salientar alguns aspectos de religiões de matriz africana e a musicalidade negra – com instrumentos de percussão africana e elementos do hip-hop. Joana, a versão brasileira de Medeia, é uma mulher de meia-idade que se vê abandonada pelo marido, o jovem sambista Jasão, e prestes a ser despejada do apartamento em que vive com os dois filhos. Com a metáfora de uma traição conjugal, o espetáculo realça a discussão racial, social e de classes com base no atual momento político do país. FICHA TÉCNICA DRAMATURGIA: Chico Buarque e Paulo Pontes DIREÇÃO-GERAL, CONCEPÇÃO E IDEALIZAÇÃO: Jé Oliveira ELENCO: Aysha Nascimento, Dani Nega, Ícaro Rodrigues, Jé Oliveira, Juçara Marçal, Marina Esteves, Mateus Sousa, Rodrigo Mercadante e Salloma Salomão BANDA: DJ Tano (pickups e bases ), Fernando Alabê (percussão), Gabriel Longhitano (guitarra, violão e cavaco) e Suka Figueiredo (sax) ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: e Figurino Éder Lopes DIREÇÃO MUSICAL: Jé Oliveira e William Guedes PREPARAÇÃO VOCAL: William Guedes CONCEPÇÃO MUSICAL E SELEÇÃO DE CITAÇÕES: Jé Oliveira CENÁRIO: Julio Dojcsar MONTADOR DE CENÁRIO: Jé Oliveira ARTISTA GRÁFICO: Murilo Thaveira LIGHT DESIGN: Camilo Bonfanti OPERAÇÃO DE LUZ: Camilo Bonfanti e Lucas Gonçalves TÉCNICO DE SOM E OPERAÇÃO: Alex Oliveira ASSESSORIA DE IMPRENSA: Elcio Silva COORDENAÇÃO DE ESTUDOS TEÓRICOS: Juçara Marçal, Jé Oliveira, Salloma Salomão e Walter Garcia PRODUÇÃO EXECUTIVA: Janaína Grasso PRODUÇÃO GERAL: Jé Oliveira FOTOS: Evandro Macedo e Tide Gugliano VÍDEO E EDIÇÃO: Marília Lino REALIZAÇÃO: Itaú Cultural PRODUÇÃO: Gira pro Sol Produções 4) Malen Chile | Ricardo Curaqueo | 2017 | 60min Uma obra de dança contemporânea que reinterpreta a cosmovisão mapuche. Com a direção de Ricardo Curaqueo e um elenco de dezesseis mulheres mapuche de diferentes idades e ocupações. Ayelen Curaqueo Curiche é uma menina de 9 anos. Ela é a mais jovem do elenco de 16 mulheres mapuche que dão vida a Malen, dança contemporânea que reinterpreta a cosmovisão mapuche. Malen significa menina ou mulher jovem em mapuzugun. "Malen é um convite a pensar em um presente mapuche como uma realidade, é abrir as possibilidades do comum e a diferença, do preconceito e do idealismo, do encontro e da distância no corpo: Malen é pensar a dança no mapuche", diz o dançarino Ricardo Curaqueo (A noite obstinada, Apologia do desejo). Sua estreia na direção e criação desta obra, o fizeram merecedor do Prêmio Melhor obra de Dança do Círculo de Críticos 2017. O trabalho é uma exploração do que significa ser mapuche, pensar, sentir e se mover como tal. Procura testemunhos da marginalidade que implica ser mapuche nos corpos de um elenco formado por mulheres que compartilham uma origem, mas têm diferentes idades, que vão da infância à velhice; e diferentes ocupações, algumas estudantes, outras atrizes, dançarinas, tecelões e professoras. O som e a estética de Malen inspiram-se em elementos tradicionais, como o vestuário preto e prata, ou a execução de instrumentos como o kultrun e o trompe. FICHA TÉCNICA Direção: Ricardo Curaqueo Curiche Assistente de direção e dramaturgista: Karen Carreño Rivera | Assistente de ensaio: Catalina Fernández Amado | Direção de arte: Deysi Cruz Vásquez | Design sonoro: Joaquín Montecinos Ortiz | Design de iluminação: Francisco Herrera | Intérpretes: Ayelen Curaqueo Curiche, Florencia Neira Oros, Agata Espinoza Fontana, María Paz Silva Romero, Rallen Montenegro Aguilera, Nathalie Moris Caniulef, Danitza Segura Licanqueo, Catalina Fernández Amado, Constanza Díaz Alfaro, Karina Díaz Osorio, Yasmín Millan Castro, Sonia Orobia Retamales, Millaray Ruiz Conejeros, Loreto Millalén Iturriaga, Norma Hueche Nahuel e Elsa Quinchaleo. Design e confecção de vestuário: Deysi Cruz Vásquez e Marianela Vásquez Medina. Fotografia: Felipe Gamboa e Patricio Melo 5) Terror e Miséria no Terceiro Milênio – Improvisando Utopias Núcleo Bartolomeu de Depoimentos | 2019 | 120min Nove atores e dois DJs ensaiam confinados em um teatro que lhes serve como uma espécie de fortaleza. Sentados em dois bancos, esperam para entrar em cena e falar sobre o tempo em que vivem; criam a partir de algumas cenas do Terror e Miséria no Terceiro Reich, de Bertolt Brecht, (que funciona como disparador) uma reflexão cênica sobre estes tempos. Num jogo entre atores e personagens, a cada cena, diferentes visões de mundo se confrontam, deixando evidente o que os une e o que os separa. FICHA TÉCNICA Direção: Claudia Schapira Dramaturgia: Claudia Schapira em colaboração com Lucienne Guedes e elenco – livremente inspirado em “Terror e Miséria no Terceiro Reich” de Bertolt Brecht Inserções de poemas: Jairo Pereira e Roberta Estrela D’Alva Tradução auxiliar: Camilo Shaden Direção Musical: Dani Nega, Eugênio Lima e Roberta Estrela D’Alva Direção de Movimento e Coreografias: Luaa Gabanini Assistência de Direção: Maria Eugenia Portolano Atores-MCs: Fernanda D’Umbra, Georgette Fadel, Jairo Pereira, Luaa Gabanini, Lucienne Guedes, Nilcéia Vicente, Roberta Estrela D’Alva, Sérgio Siviero e Vinícius Meloni. Atores-MCs e DJs: Dani Nega e Eugênio Lima Direção de arte: Bianca Turner e Claudia Schapira Vídeo e cenário: Bianca Turner Figurino: Claudia Schapira Figurinista assistente: Isabela Lourenço Técnica de spoken word e métricas: Roberta Estrela D’Alva Kempô e Treinamento de Luta: Ciro Godói Danças Urbanas: Flip Couto Preparação Vocal: Andrea Drigo Iluminação: Carol Autran Engenharia de Som: Eugênio Lima e Viviane Barbosa Costureira: Cleusa Amaro da Silva Barbosa Cenotécnico: Wanderley Wagner da Silva Design gráfico: Murilo Thaveira Estagiárias: Isa Coser, Junaída Mendes, Maitê Arouca Direção de Produção: Mariza Dantas Produção Executiva: Jessica Rodrigues e Victória Martínez (Contorno Produções) e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos- Teatro Hip-Hop Assistente de Produção: Leticia Gonzalez (Contorno Produções) O vídeo Contém samples dos documentários “SLAM: Voz de Levante” de Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann (poeta Kika Sena) e “Mães de Maio – um grito por justiça” de Daniela Santana) 6) Looping Felipe Assis, Leonardo França e Rita Aquino | 2016 | 90min Looping: Bahia Overdub é festa, dança e política. As festas de largo de Salvador e suas contradições são a paisagem predominante de Looping: Bahia Overdub, espetáculo que emerge do encontro entre pensamento sonoro e pensamento coreográfico. Looping constitui um estudo do tempo: repetição e acumulação. Movimentos de tensão e distensão da cultura, através de procedimentos que organizam sonoridades, corpos e espaços. Assim como nas ruas, o que está em jogo são arranjos coletivos através de uma participação estético-política. FICHA TÉCNICA Concepção e criação: Felipe de Assis, Leonardo França e Rita Aquino Criação musical: Mahal Pita e Felipe de Assis Músico: Ícaro Sá Intérpretes-criadores: Bruno de Jesus, Fábio Osório Monteiro, Isaura Tupiniquim, Jaqueline Elesbão, Jorge Oliveira, Leonardo França, Rita Aquino e Talita Gomes. Cenografia e identidade visual: TANTO Criações Compartilhadas Figurino: Flávia Couto Concepção de luz: Felipe de Assis e Rita Aquino Consultoria técnica de áudio: Regivan Santa Bárbara Assessoria de comunicação: Joceval Santana Fotografia: Patrícia Almeida Coordenação de produção: Felipe de Assis Técnico e assistente de produção: Lucas Barreto de Sá 7) Medo Companhia de Teatro Heliópolis | 2016 | 70min Com direção e concepção de Miguel Rocha e texto de Gustavo Guimarães Gonçalves, a montagem conduz o espectador por diferentes espaços físicos e sensoriais, pela casa onde viveu a pianista, cantora e ativista cultural Maria José de Carvalho. Envolvidos por uma atmosfera nebulosa, onde nada se revela totalmente, o público (de no máximo 15 pessoas) acompanha a encenação de oito atores ao mesmo tempo em que seus sentidos são estimulados pelas instalações e sensações provocadas pela escuridão ou pelas luzes, pelas cores, pelos sons ou pelo silêncio. FICHA TÉCNICA Concepção e encenação: Miguel Rocha Texto: Gustavo Guimarães Gonçalves Elenco: Alex Mendes, Dalma Régia, Francyne Teixeira, Gustavo Rocha, Janete Rodrigues, Klaviany Costa, Lucas Ramos e Walmir Bess. Instalação cênica: Samara Costa e Pinturas de Isabelle Benard Figurino: Samara Costa Iluminação: Toninho Rodrigues, Rodrigo Alves e Miguel Rocha Sonoplastia: Giovani Breissanin Sonorização: Giovani Breissanin e Lucas Breissanin Assessoria de imprensa: Eliane Verbena Designer gráfico: Camila Teixeira Realização: Companhia de Teatro Heliópolis 8) Nós Grupo Galpão | 2016 | 90min Enquanto preparam a última sopa, sete pessoas partilham angústias, algumas esperanças e muitos nós. A 23º montagem do Grupo Galpão debate questões atuais, como violência e intolerância, a partir de uma dimensão política. No espetáculo, a plateia é convidada a presenciar situações de opressão e de convívio com a diferença, provocadas pelas relações de proximidade entre artista e espectador, ator e personagem, cena e plateia, público e privado, realidade e ficção. A mais recente montagem do Galpão foi gerada a partir de um mergulho radical na experiência do grupo, que completou 35 anos em 2017. FICHA TÉCNICA Elenco Antonio Edson Beto Franco Eduardo Moreira Júlio Maciel Lydia Del Picchia Paulo André Teuda Bara Equipe de criação Direção: Marcio Abreu Dramaturgia: Marcio Abreu e Eduardo Moreira Cenografia: Play Arquitetura – Marcelo Alvarenga Figurino: Paulo André Iluminação: Nadja Naira Trilha e efeitos sonoros: Felipe Storino Assistência de direção: Martim Dinis e Simone Ordones Preparação musical e arranjos vocais/instrumentais: Ernani Maletta Preparação vocal e direção de texto: Babaya Colaboração artística: Nadja Naira e João Santos Assistência de figurino: Gilma Oliveira Assistência de cenografia: Thays Canuto Cenotécnica e construção de objetos: Joaquim Pereira e Helvécio Izabel Assistência e operação de luz: Rodrigo Marçal Desenho de som e programação de efeitos: Fábio Santos Assistente técnico: William Teles Assistente de produção: Cleo Magalhães Confecção de figurino: Brenda Vaz Técnica de pilates: Waneska Torres Fotos de divulgação: Guto Muniz Fotos do programa: Fernando Lara, Gustavo Pessoa e Guto Muniz Imagens escaneadas: Tibério França e Lápis Raro Registro e cobertura audiovisual: Alicate Projeto gráfico: Lápis Raro Design web: Laranjo Design (Igor Farah) Direção de produção: Gilma Oliveira Produção executiva: Beatriz Radicchi Produção: Grupo Galpão 9) Para que o Céu Não Caia Lia Rodrigues Cia de Danças | 2016 | 80min O mito do fim do mundo, relatado pelo xamã Yanomami Davi Kopenawa, diz que, rompida a harmonia da vida no universo, o céu – que no idioma Yanomami é entendido por “aquilo que está acima de nós” – desaba sobre todos os que estão abaixo e não apenas sobre os povos das florestas. Diante de tantas catástrofes e barbáries que todos os dias nos assombram e emudecem, neste contexto de drásticas mudanças climáticas que escurecem o futuro, o que nos resta a fazer? Como imaginar formas de continuar e agir? O que cada um de nós pode fazer para, a seu modo, segurar o céu? Não há tempo a perder antes que tudo desabe. O céu já está caindo e aqui estamos nós a viver sob ele. Vamos juntar nossas forças mais íntimas para manter este céu. Cada um à sua maneira. Na Maré nós dançamos no ritmo de máquinas e carros, helicópteros, sirenes, nós dançamos sob um calor escaldante, nós dançamos com chuva e tempestade, nós dançamos como uma oferenda e como um tributo, para não desaparecer, para durar e para apodrecer, para mover o ar e para se expandir, para sonhar e para visitar lugares sombrios, para virar vagalume, para sermos fracos e para resistir. Nós dançamos para encontrar um jeito de sobreviver neste mundo virado de cabeça para baixo. Dançar para segurar o céu. É o que podemos fazer. Para que o céu não caia… dançamos. FICHA TÉCNICA Criação e direção: Lia Rodrigues Assistente de direção e criação: Amália Lima Dançado e criado em estreita colaboração com: Leonardo Nunes, Gabriele Nascimento, Francisco Thiago Cavalcanti, Clara Castro, Clara Cavalcante, Dora Selva, Felipe Vian, Glaciel Farias, Luana Bezerra, Thiago de Souza, com a participação de Francisca Pinto Dramaturgia: Silvia Soter Colaboração artística e imagens: Sammi Landweer Criação de Luz: Nicolas Boudier Produção/Consultoria de projetos: Claudia Oliveira Programação visual: Monica Soffiati Secretária: Glória Laureano Professores: Amalia Lima e Sylvia Alcantara Produção/Difusão internacional: Thérèse Barbanel / Les Artscéniques Residência de criação: HELLERAU-European Center for the Arts Dresden, Alemanha Coprodução: Festival d’Automne à Paris; Centquatre, Paris; Montpellier Dance Festival - França; HELLERAU-European Center for the Arts Dresden; Kampnagel, Hamburgo; Hau, Berlim; Musenturm, Frankfurt; Tanzhaus, Düsseldorf - Alemanha. Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Rede Globo em parceria com o Centro de Artes da Maré e Redes da Maré 10) quando quebra queima coletivA ocupação | 2018 | 90min Criado pela atriz e diretora Martha Kiss Perrone com estudantes do movimento secundarista, "Quando quebra queima" é um dos destaques da temporada teatral de 2019 e, após a sua estreia, em São Paulo, já iniciou a sua primeira turnê internacional, com apresentações em dois festivais da Inglaterra, a partir de uma parceria estabelecida com o British Council. A encenação e os textos da montagem foram construídos a partir do encontro entre a diretora e um grupo de jovens estudantes secundaristas e de artistas de diferentes disciplinas, que formaram juntos a coletivA ocupação. A diretora e os jovens criaram cenas que remetem aos acontecimentos vividos pelos jovens durante o movimento secundarista ocorrido entre 2015 e 2016, em que estudantes realizaram manifestações e ocupações em escolas públicas para exigir mais investimentos e melhores condições na educação para alunos e professores, assim como a melhora na qualidade da merenda escolar e da infraestrutura das escolas. Na fronteira entre o teatro, a dança e a performance de rua, "Quando quebra queima" teve sua dramaturgia criada coletivamente, a partir das vivências e memórias dos performers-estudantes, que escreveram cenas a partir dos registros de seus diários, músicas, coreografias e fotografias, que se juntaram a vídeos realizados pela diretora. FICHA TÉCNICA Direção: Martha Kiss Perrone Dramaturgia: coletivA ocupação Atuação: Abraão Santos, Alicia Esteves, Alvim Silva, Ariane Fachinetto, Beatriz Camelo, Gabriela Fernandes, Ícaro Pio, Letícia Karen, Marcela Jesus, Matheus Maciel, Mel Oliveira e Pedro Veríssimo. 11) Bertoldo, o tubarão que queria ser gente Alvise Camozzi | 2019 | 50min O musical com direção de Alvise Camozzi narra a história de um tubarão aconselhado pelo professor Ninguém, (Keuner) a capturar e aprisionar os peixes em gaiolas no fundo do mar e a ensiná-los a nadar pacificamente e felizes para dentro de sua boca. Eis que um peixinho e o professor Alguém, que por sorte estavam ali por perto, acham essa ideia absurda e tentam fazer com que todos pensem e avaliem sobre os conselhos de Ninguém. FICHA TÉCNICA De Christine Röhrig Direção Alvise Camozzi Elenco Alvise Camozzi – Professor Ninguém Jorge Barbosa Neto – Professor Alguém Camilla Ferreira dos Santos – Tubarão Flávia Nogueira Mart Inek – Peixinho Danilo Ross de Almeida França – Pianista, Trilha Sonora e Composições Cenário e Figurinos – Márcio Vinicius Produção – Correia Cultural 12) MDLSX Itália | Motus | 2015 | 80min Estruturado como o set de um DJ, com seleções musicais de repertório pop e indie, o solo MDLSX, da atriz Silvia Calderoni, mistura fragmentos autobiográficos e evocações literárias. O texto é sobreposto às imagens em vídeo da infância e da adolescência da atriz, que sempre foi alvo de preconceito por sua andrógina ambiguidade física. Na montagem, são abordadas as tensões relacionadas à forma como as pessoas reagem em relação à possibilidade da superação do comportamento binário, conduzindo a um discurso mais amplo de respeito às diferenças. Para isso, a narração conta com alguns manifestos transfeministas e queer, de autores como Judith Butler, Donna Haraway e Paul Preciado. A peça integra o projeto 2011> 2068 Animale Politico, que busca refletir sobre as incertezas do futuro próximo. FICHA TÉCNICA Direção: Enrico Casagrande e Daniela Nicolò Dramaturgia: Daniela Nicolò e Silvia Calderoni Elenco: Silvia Calderoni Som: Enrico Casagrande Colaboração: Paolo Panella e Damiano Bagli Iluminação e vídeo: Alessio Spirli Produção: Motus 2015, em colaboração com La Villette – Paris (résidence d’artistes 2015), Create to Connect (EU project) Bunker/Mladi Levi Festival Lubiana, Santarcangelo Festival Internazionale del Teatro in Piazza 2015, L’arboreto – Teatro Dimora di Mondaino, MARCHE TEATRO, com o suporte de MiBACT e Regione Emilia-Romagna. 13) Cancioneiro Terminal Grupo MEXA | 2019 | 80min O MEXA é um coletivo artístico que trabalha com pessoas à margem. Em Cancioneiro Terminal, o grupo parte da investigação de fotografias e vídeos produzidos sobre si. Os performers se relacionam com as imagens gravadas e se perguntam com quais delas gostariam de contar a história do seu presente. O grupo atua desde 2015 e, ao longo desse tempo, algumas integrantes desapareceram, outras reapareceram, houve quem tentasse se matar, quem se transicionou, teve uma filha, foi presa, foi internada em um hospital, mudou de país, de profissão, de nome. Essas pequenas histórias, juntas, contam a narrativa sempre processual do grupo, que trabalha a partir de suas próprias vivências transformadas em cena. A cada performance, o MEXA reencena e edita em tempo real um novo filme, através de exercícios de tradução e dublagem. Ao fazer isso, os artistas pensam sobre o que significa ser uma imagem, o que fica quando tudo o mais desaparece e como, sendo um corpo coletivo, caminhar juntos. FICHA TÉCNICA DIREÇÃO GERAL: Grupo MEXA CONCEPÇÃO DO GRUPO: Anita Silvia e Dudu Quintanilha DRAMATURGIA: João Turchi DIREÇÃO AUDIOVISUAL: Dudu Quintanilha BANDA: Alessandro Lins dos Anjos, Dourado, Barbara Britto e Giulianna Nonato PRODUÇÃO: Lu Mugayar PERFORMERS: Daniela Pinheiro, Ivana Siqueira, Tatiane del Campobello, Patrícia Borges, Yasmin Bispo, Luiza Brunah Wunsch, Fabíola Dummont, Muniky Flor, Roberto Lima Miranda, Kristen Oliveira, Anita Silvia, Alessandro Lins dos Anjos, Barbara Britto, Dourado, Dudu Quintanilha, Giulianna Nonato, João Turchi, Laysa Elias, Lu Mugayar PROJETO GRÁFICO: Celso Longo ILUMINAÇÃO: Helo Duran CAPTAÇÃO DE IMAGENS: Laysa Elias MAQUIAGEM: Lavínia Favero e equipe Formação Pedagógica Oportunizar a formação prática e reflexiva, trazendo propostas que friccionam o saber local e dos convidados. A Formação Pedagógica é mais um ato que o !PULSA! propõe para aproximar diferentes conhecimentos em uma horizontalidade que valoriza todas as suas origens, sejam teóricos, de ativistas, pessoas que trazem pensamentos de culturas específicas, artistas, etc. Explorar a expansão dos percursos dos participantes, dos modos de fazer e pensar, como as potências do espaço urbano, levando ao público experiências pedagógicas-artísticas em diferentes linguagens que se tornem atos performativos, políticos, experimentais, criativos. Portanto, seria esse o lugar que procura a troca em aprendizados, dando voz e presença aos corpos em suas singularidades por meio de workshops, residências criativas, mas também encontros reflexivos, sejam no formato de seminários, palestras, rodas de conversa, sejam palestras-performances seguidas de discussão; ou mesmo, discussões em atos (como nos movimentos sociais em que um líder fala de forma central e o público estabelece próximo). INTERVENÇÃO DE RUA 1) Performance - Troco Pontos de Vista - Ana Luisa Santos (MG) 2) Performance do artista convidado Mawusi Tulani (SP - Zona Leste) 3) Ninguém manda no que a rua diz – Street art com o Coletivo Transverso (DF) 4) Grafite - Crânio (SP) 5) Performance Interdrag de Gaymada - Rafael Lucas Bacelar (MG) 6) Arte Indígena Contemporânea em muros da cidade, com Jaider Esbell (RR) e Denilson Baniwa (RJ). Como resultado será produzido um Mural de arte Indígena. 7) Movimento Secundaristas – Passeata Performance - coletivA ocupação 8) Pedal na Quebrada: Encontros, conversas e passeata performance de mulheres na bicicleta. Artista - Jo Pereira (SP) 9) Projeção poéticas Afro Ameríndias nos prédios, equipamentos regionais com grupo Legítima Defesa 10) Mural de Neon: implantação de mural de neon com frases ou palavras desenvolvidas por coletivos e artistas convidados SEMINÁRIOS 1) Seminário o Racismo Estrutural na Arte com convidados como: Silvio Almeida (SP), José Fernando Azevedo (SP), Djamila Ribeiro (SP), Sueli Carneiro (SP), Negô Bispo, Leda Martins (MG), Pedro Neto (SP), Jé Oliveira (SP) etc. 2) Seminário: Gênero(S), Linguagem(S) Artística(S) com convidados como Márcia Tiburi (RJ), Ericah Malunguinho (SP), Cida Falabela (MG), Ave Terrena (SP), Helena Vieira (CE), Pagu (SP), Rita Von Hunty (PR), Luh Maza (SP) WORKSHOPS 1) O cinema e o plantio com Carlos Papá (SP) e Cris Takuá (SP). Como resultado terá o plantio de um Horta Comunitária de plantas medicinais e alimentos 2) Floresta em Pé, Fascismo no Chão: Lambes cidade com Denilson Baniwa (RJ) 3) Grafite: estética, história e política com Crânio (SP) 4) Corpos periféricos em dança com Lia Rodrigues (RJ) 5) Introdução da Estética Queer na Arte, com Helena Vieira (CE) 6) A periferia ocupando a Cidade–Teatro nos espaços, com Lili Monteiro (SP) 7) A memória como documento feminino na criação artística com Juliana Pautilla (SP) 8) Mulheres no Slam (Poesia de rua) com Roberta Estrella D’Alva (SP) 9) O corpo Drag Queen - Montagem e pintura com Rafael Lucas Bacellar (RJ) 10) Performance na Dramaturgia Local com Ana Luísa Santos (MG) 11) O medo como lugar de criação com Cia Teatro Heliópolis (SP) 12) Fotografia e tradições do candomblé com Fernanda Procópio e Pedro Neto (SP) 13) Literatura e poesia com Elisa Lucinda (RJ) 14) Política públicas culturais com Tião Soares (SP) 15) Teatro para a terceira idade com Inez Vianna (RJ) RODAS DE CONVERSAS 1) Mulheres indígenas, o feminismo e o sagrado na Arte, com Cris Takuá (Bertioga - SP), Jera Guarani (Parelheiros - SP) e Shirley Krenak (MG) e convidadas regionais 2) Mulheres Negras, a arte e o poder, com convidados como Lecy Brandão (SP), Grace Passô (MG) e Elisa Lucinda (RJ) 3) Coletivos Periféricos: Estética, produção artística e política com líderes, intelectuais e artistas locais. 4) Experiência dos Quilombos Urbanos na produção Estética, Política e Poética, com Ericah Malunguinho RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Residência coletivA ocupação (SP): o coletivA irá realizar uma residência com alunos secundaristas para a criação de uma passeata artísticas que será realizada no último dia do !PULSA!. FEIRA CULTURAL !PULSA! Programaremos diversas manifestações artísticas durante o período do festival, desde shows, artes urbanas, movimento Hip-Hop, projeção de filmes. Shows 1) Edvaldo Santana 2) Ilú Obá de Min 3) Barbatuques 4) Brô Mc's - Rap dos Guarani 5) ZAP (Zona Autônoma da Palavra), competição de slam - Roberta Estrela D'Alva 6) Apresentações de grupos de cultura popular A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DO !PULSA! VAI DESDE ESPETÁCULOS E ATIVIDADES LIVRES PARA TODOS OS PÚBLICOS ATÉ A FAIXA ETÁRIA DE 16 ANOS

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar um movimento artístico que propõe um espaço de reinvenção da vida, valorizando a insurgência de corpos que agem em uma perspectiva anticolonial; estimando, divulgando e trocando com os seus modos de fazer e pensar a criação. Incentivar a formação de público no leste do estado de Minas Gerais, tenho como ponto de partida a cidade de Itabira (com a possibilidade de extensão para outras cidades do Vale do Rio Doce e Vale do Aço). OBJETIVOS ESPECÍFICOS* Realizar um movimento artístico que tenciona, critica e propõe novas formas de estar no mundo.* Entender o campo da arte de forma expandida que abre janelas e diálogo para diferentes possibilidades de criação, tais como o teatro, a dança, arte plástica, visual, música, intervenção de rua, performance etc. * Dar luz e visibilidade às artes e corpos das regiões do leste mineiro.* Proporcionar espaços de encontro entre as regiões do leste mineiro, estimulando a presença do público local e também as trocas entre artistas, pensadores, espectadores.* Realizar práticas pedagógicas por meio de formações, capacitações, intercâmbios artísticos e atividades reflexivas.* Incentivar a formação de público.* Criar interação entre artistas, programadores e curadores nacionais e internacionais em diálogo com a curadoria proposta. A primeira edição do projeto !PULSA! Movimento Arte Insurgente prevê a realização de: A primeira edição do projeto !PULSA! Movimento Arte Insurgente prevê a realização de: 1) 13 espetáculos nacionais: 03 apresentações/espetáculo com entrada gratuita; 2) 02 espetáculos internacionais: 03 apresentações/espetáculo com entrada gratuita; 3) 10 intervenções artísticas de rua: com artistas convidados, realizadas em espaço público ou alternativo; 4) 02 seminários: com artistas, grupos, coletivos, pesquisadores, ativistas, entre outros; 5) 15 workshops: com artistas, grupos e coletivos voltado para a população, artistas locais, estudantes, entre outros; 6) 01 residência artística: com a coletivA ocupação, pelo período de 15 dias; 7) 04 rodas de conversa: com artistas, grupos, coletivos, pesquisadores, ativistas, entre outros; voltadas para a população local; 8) 01 Feira !PULSA!: durante 12 dias em espaço público, com shows, performances, etc. ESTRATÉGIAS CENTRAIS 1) MAPEAMENTO DE ARTE INSURGENTE NO LESTE DE MINAS GERAIS O projeto prevê a implantação de um grupo de pesquisa com a finalidade de reconhecer as criações artísticas que florescem e realizam ações nas diferentes regionais que constituem o leste de Minas Gerais, tendo como partida a cidade de Itabira. A ideia é a elaboração de um mapeamento de coletivos, grupos, líderes, movimentos artísticos e outros setores que possam ter interesse no diálogo e no objetivo do !PULSA!. Também, é uma forma de identificar desejos de realização, necessidades, propostas, tais como ausências de políticas culturais. A proposta é convidar profissionais de notória experiência na área cultural para fazer a pesquisa e, assim, podermos dialogar e traçar caminhos que irão refletir na proposta anual do Movimento Arte Insurgente. Portanto, é uma maneira de olhar primeiro para dentro da cidade, para ações que pulsam nas regiões e, a partir deste movimento, estimular o pensamento reflexivo buscando a construção de formas de fazer mais horizontalizadas e que visam o bem estar coletivo por meio da interação com a arte. 2) ESCUTARIAS _ PRÁTICA DE CURADORIA COLABORATIVAComo uma das estratégias principais na realização do Movimento Arte Insurgente, pretende-se abrir a ação ESCUTARIAS enquanto uma prática de auscultação e diálogo com os fazedores de arte da região leste de Minas Gerais, com foco em Itabira. O convite será orientado a partir do trabalho de Mapeamento, tendo em vista a valorização da experiência produzida pelos artistas em suas regiões e a representatividade nos eixos curatoriais que perpassam as obras e ações (ver item: Eixos Curatoriais). A finalidade é alcançar um grupo de artistas-curadores para juntos com a organização do !PULSA! propor ações locais e entre regiões. Como forma de organizar a Prática de Curadoria Colaborativa pensamos em algumas premissas que partem de um pensamento/prática anticolonial: * Convidar representantes de diferentes regiões para participarem como co-curadores de eixos do evento em diálogo com a organização do !PULSA!.* A ideia é ouvir as diferentes perspectivas, ampliando a percepção sobre os conceitos, entendendo as necessidades e propostas imbricadas para a construção das ações. * Os curadores convidados, tais como a organização do !PULSA!, podem sugerir espetáculos, ações e trocas com artistas e pensadores originários de diferentes lugares, sejam nacionais ou internacionais. * A formação de público é um princípio importante na construção dos formatos que devem incidir na presença e recepção do público. * As ações serão definidas a partir da dimensão do evento, da capacidade de realização e orçamento, tendo em vista todas as estratégias apresentadas. 3) PONTESO !PULSA! pretende construir democraticamente e coletivamente uma valorização dos profissionais da região leste do estado de Minas Gerais, em uma ampla divulgação e circulação das artes enquanto um movimento que visa a troca entre os fazeres artísticos. Para isso se pauta em algumas questões: * Dar valor aos trabalhos artísticos da região leste mineiro proporcionando apresentações, workshops, palestras e encontros. Isto significa que é importante para o Movimento valorizar as ações artísticas alcançando diferentes públicos.* Propor estratégias de encontro entre obras e artistas de diferentes regiões, tais como ações conjuntas, apresentações ou mesmo como espectadores dos trabalhos um dos outros.* Oportunizar a vinda de profissionais de referência no campo nacional e ou internacional para realizarem atividades conjuntas com os participantes locais e assistirem a programação.* A partir da curadoria, propor espetáculos e trabalhos artísticos que possam apresentar nas regionais.* Estimular publicações em mídias impressas e virtuais que apresentem reflexões sobre o Movimento, tais como em diálogo com a mostra artística. 4) ESPAÇO DE ENCONTROEspaço de exposição chamado de !PULSA! - Feira Cultural, que será realizado ao longo de todo o período do evento em uma praça ou outro local de fácil acesso à comunidade. A Feira terá atrações como shows, mostra de cinema, etc. 5) FORMAÇÃO PEDAGÓGICAOportunizar a formação prática e reflexiva, trazendo propostas que friccionam o saber local e dos convidados. A Formação Pedagógica é mais um ato que o !PULSA! propõe para aproximar diferentes conhecimentos em uma horizontalidade que valoriza todas as suas origens, sejam teóricos, de ativistas, pessoas que trazem pensamentos de culturas específicas, artistas etc. Explorar a expansão dos percursos dos participantes, dos modos de fazer e pensar, como as potências do espaço urbano, levando ao público experiências pedagógicas-artísticas em diferentes linguagens que se tornem atos performativos, políticos, experimentais, criativos. Portanto, seria esse o lugar que procura a troca em aprendizados, dando voz e presença aos corpos em suas singularidades por meio de workshops, residências criativas, mas também encontros reflexivos, sejam no formato de seminários, palestras, rodas de conversa, sejam palestras-performances seguidas de discussão; ou mesmo, discussões em atos (como nos movimentos sociais em que um líder fala de forma central e o público estabelece próximo). 6) INTERCÂMBIO NACIONAL E INTERNACIONALMediante a diversidade cultural do nosso país, sabendo da importância e da força da nossa cultura, com o movimento !PULSA! propomos estreitar o diálogo e visibilizar a potência da produção cultural do nosso povo. A região de Itabira é uma que traduz a nossa diversidade por abrigar as culturas de todo nosso país, apesar de das desigualdades sociais e culturais escancaradas. Pensando na difusão gostaríamos de convidar para cada edição curadores e programadores de festivais de multilinguagens, ações artísticas nacionais e internacionais, programadores de salas de espetáculos, artistas brasileiros e estrangeiros para um diálogo e troca sem hierarquias. 7) ARTE PARA TODOS Queremos gerar ações que estimulem o encontrar com a arte. O norte do projeto é democratizar o acesso aos bens culturais, tornando viável que as pessoas que residem e atuam em todas as regiões do leste mineiro tenham contato e criem intimidade com as mais diversas linguagens artísticas.

Justificativa

UM MOVIMENTO ARTÍSTICO QUE PENSA A CULTURA COMO POLÍTICA PÚBLICA Desejamos criar espaços para que a arte possa adentrar e transformar a vida das pessoas Dados consultados a partir de pesquisas do IBGE, Unesco e IPEA evidenciam o apartheid cultural no qual a sociedade brasileira se encontra. Apenas 13% dos brasileiros vão ao cinema alguma vez no ano; mais de 92% nunca foram a um museu ou exposição de arte e 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança. Mais de 90% dos municípios brasileiros não possuem salas de cinema, teatro, museus ou espaços culturais multiuso e 73% dos livros estão concentrados nas mãos de apenas 16% da população. O Artigo 215 da nossa Constituição Cidadã estabelece que "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais". Porém, o que se pode constatar a partir dos dados, é que esse acesso aos bens culturais se dá de forma desigual e restrita a um eixo que, por muitas vezes, não dialoga com as diversidades de regiões e populações do país. Além dessa disparidade, faltam políticas públicas perenes que garantam o que é postulado na Constituição Federal. É preciso dialogar e expandir redes em tempos de tantas polaridades, para garantir o que figura no artigo 27º da Declaração Universal dos Direitos Humanos: "Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam." Além de estender o alcance das artes ao público em geral, um projeto como o !PULSA! Movimento Arte Insurgente também favorece o surgimento de novos empregos contribuindo para a evolução do mercado cultural, gerando renda para a economia criativa do país. Segundo a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas¹, encomendada pelo Ministério da Cultura em 2018, intitulada "Impactos Econômicos da Lei Rouanet", a cada R$ 1 captado e executado através da Lei de Incentivo (lê-se, R$ 1 de renúncia em imposto) gera um retorno em média de R$ 1,59 na economia local. Ou seja, a economia criativa incentivada pela lei gerou, na ponta final, recurso 59% maior em relação ao inicial. Ao contrário do que versa o senso comum, o mecanismo de incentivo à cultura gera riquezas à sociedade, e não custos. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) desenvolveu uma metodologia para mensurar os dados coletados de 53.368 projetos realizados nos últimos 27 anos. Os resultados comprovam que o retorno financeiro de um evento cultural vai muito além do investido. Criação de postos de trabalho, geração de renda e arrecadação de impostos são alguns dos benefícios retornados à sociedade. O impacto da cultura e economia criativa é percebido em 68 atividades econômicas diferentes, como turismo, comércio local, alimentação, transportes, para ficar só na superfície do alcance do setor da cultura sobre outras atividades. Um exemplo é a Campanha de Popularização do Teatro de Belo Horizonte, Minas Gerais, que atualmente gera mais de 2.000 empregos durante sua realização, compreendendo artistas, técnicos, produtores e demais trabalhadores. Ou mesmo, o relatório publicado em 2013 por instituições do governo francês ligadas às finanças e aos assuntos culturais, que mostram que a cultura corresponde a 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega 670 mil pessoas. Em 2011, foram 57,8 bilhões de euros investidos em cultura na França." (Pág. 17, Revista Cartografias MITsp 2019). Outro dado relevante exposto pelo estudo da FGV, contrariando detratores dos mecanismos de incentivo à cultura, mostra que 90%² dos recursos da lei, ou seja, das renúncias fiscais, vai para projetos de pequeno porte, com orçamento menor do que 100 mil reais. Há ainda muitos dados a serem explorados que consolidam a posição da cultura e economia criativa como 2,64% do PIB brasileiro² e justificam a políticas públicas sólidas e desvinculada dos humores políticos de cada gestão. Sendo assim, podemos aferir que os recursos da lei de incentivo aquecem micro e pequenas empresas dentro da economia criativa, não apenas grandes grupos já consolidados, fator essencial para o incentivo à inovação e à eventos que não necessariamente visam o retorno financeiro ou entretenimento. Portanto, o sucesso do !PULSA! está intrinsecamente ligado ao exercício das relações dialógicas entre público, a organização do festival e a implantação das estratégias de trabalho descritas abaixo. Prevemos um número de público de 30.000 pessoas, número de contratados 200 empregos diretos e 600 empregos indiretos, em 30 dias de evento, valorizando profissionais locais e tendo em vista para cada edição a realização de 15 espetáculos teatrais, 10 intervenções em espaços públicos (performances, teatro de rua, slams, grafite etc), 2 Seminários; 15 workshops, 1 feira como ponto de encontro e com apresentações musicais, sessão de cinema etc. Para cada edição iremos mensurar os indicadores: público, empregos e impactos financeiro direto e indireto.

Estratégia de execução

!PULSA! Movimento Arte Insurgente O !PULSA! surge como um movimento que pretende impulsionar formas de reinvenção da vida pela interação com a arte. Há o reconhecimento que a força criativa na sua essência tende a produzir transformação das perspectivas, o que se dá em diferentes experimentações, sejam no corpo, com a palavra, pela ocupação do espaço, com os sons, na transfiguração da imagem e dos sentidos. É um fluxo que inicia na escuta, no olhar e na valorização dos modos de fazer e pensar de corpos insurgentes - indígenas, negros, periféricos, corpos culturais, queers, feministas, artistas etc. Sujeitos-conhecimentos que na iminência coletiva do tempo em que vivemos trazem inspirações e proposições em formatos de criação. Com essa premissa e considerando a grande experiência na realização de eventos artísticos dos diretores idealizadores Andreia Duarte e Guilherme Marques; que o !PULSA! propõe realizar um movimento que abraça a arte em sua expansão por meio de diferentes linguagens. Por esse caminho vai abrindo uma janela para a realização de mostras nas regionais da cidade como uma oportunidade de horizontalizar a democratização do acesso e a formação de público. Pretende-se atingir o máximo de pessoas pela arte, transgredindo as fronteiras das dualidades, como centro e periferia. Fortalecendo o encontro de afetos nos quais a população e os participantes possam usufruir das ações locais, conectar diferentes regiões (também o centro) e trocar com artistas de outros estados e países. Ainda existe a intenção de fomentar o aprendizado por meio de encontros, feiras, debates, cursos e trocas pedagógicas, estendendo o pensamento sobre a influência das artes na formação social e na economia criativa, permitindo uma formação engajada do público, assim como a capacitação de jovens artistas de diferentes regiões. Uma dinâmica que deseja agrupar práticas, incentivar reflexões e espalhar forças vitais que almejam outros mundos possíveis. É assim que o !PULSA! Movimento Arte Insurgente anseia ocupar transversalmente o leste do estado de Minas Gerais, tendo como ponte de partida a cidade de Itabira, estimando a potência dos seus artistas, deslocando para a rua e para os equipamentos culturais um espaço imaginado, político e sensorial, em uma compreensão que vibra com as possibilidades da criação. Observa-se ainda que: os custos de todos os serviços na cidade de Itabira diferem de outros locais nacionais e que com espetáculos únicos e de grande repercussão faz-se necessária a contratação de equipe profissional e especializada que falem mais de uma língua, desde técnicos a produtores. OBS.: Nos custos de passagens aéreas, hospedagens e refeição, na fase de Pré-Produção do Evento, foi incluída a previsão de viagem internacional para os Diretores/Curadores escolherem espetáculos e ações para esta e futuras edições do festival.

Especificação técnica

Exposição de Marcas Peças Gráficas a serem produzidas e distribuídas (de acordo com valores incentivados). * Jornais Tabloide (programação) Quantidade: 100.000 Distribuição: Local e nacional. * Filipetas (flyer) Quantidade: 100.000 Distribuição: Local e nacional. * Cartazes Quantidade: 300 Distribuição: Local, nacional e internacional. * Convite Eletrônico Quantidade: 10.000 Distribuição: Convidados, patrocinadores e apoiadores. * Banners Quantidade: 40 Distribuição: Teatros, espaços alternativos, feira e etc. * Anúncios em rádio Quantidade: 50 inserções. * Carro de som Quantidade: 50 diárias. * Mídia Impressa - Jornal de Circulação Nacional 2ª ou 3ª capa do Guia de Cultura: 2 anúncios Meia página de anúncio: 1 anúncio 1/4 de página de anúncio: 2 anúncios Exposição de marcas peças gráficas; Web Site / Redes Sociais

Acessibilidade

Todos os espaços onde ocorrerão as apresentações atenderão o disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº10741, de 01/10/2003 e portadoras de deficiência física, conforme o disposto no art.46 do Decreto 3298 de 20/12/1999", ou seja, todos os eventos que integram a programação do !PULSA! Movimento Arte Insurgente acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências idosos e portadores de necessidades físicas especiais, de forma segura e autônoma. Além disso, a própria programação do evento está aberta e preparada para receber grupos de teatro formados por portadores de necessidades especiais. O projeto assegurará o livre acesso das pessoas portadoras de necessidades físicas especiais e idosos, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos culturais. FESTIVAL/MOSTRA Acessibilidade física: acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências portadores de necessidades físicas especiais de forma segura e autônoma, através de rampas de acesso e/ou elevadores, se for o caso. Acessibilidade para deficientes visuais: será oferecida audiodescrição em 3 intervenções de rua . Acessibilidade para deficientes auditivos: será oferecido intérprete de libras em 3 workshops. ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências portadores de necessidades físicas especiais de forma segura e autônoma, através de rampas de acesso e/ou elevadores, se for o caso. Acessibilidade para deficientes visuais: será oferecida audiodescrição em 3 espetáculos. Acessibilidade para deficientes auditivos: será oferecido intérprete de libras em 3 espetáculos. APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências portadores de necessidades físicas especiais de forma segura e autônoma, através de rampas de acesso e/ou elevadores, se for o caso. Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: será oferecido intérprete de libras em 2 shows. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: as palestras acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências portadores de necessidades físicas especiais de forma segura e autônoma, através de rampas de acesso e/ou elevadores, se for o caso. Acessibilidade para deficientes visuais: será oferecida audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: será oferecido intérprete de libras.

Democratização do acesso

Todas as atividades do !PULSA! Movimento Arte Insurgente serão gratuitas, sendo elas a mostra de espetáculos teatrais, as intervenções artísticas de rua ocorrem em espaços públicos, os workshops, os seminários, as rodas de conversa, a residência artística, as atrações culturais da Feira Cultural !PULSA! (shows, cinema na praça, atrações populares, performances, dança, hip-hop, slam, etc). A distribuição de ingressos gratuitos será realizada 01 hora antes da abertura de cada atividade, quando for o caso. * Estimativa total de público: 30.000 pessoas; Em teatros, espaços alternativos e rua, totalizando 96 apresentações de espetáculos, performances, shows, cinema, slams. * Mostra de espetáculos - Estimativa de público: 6.750 espectadores; Em teatros, espaços alternativos e rua. * Feira, shows, performances, mostra de cinema e slams - Estimativa de público: 23.250 pessoas. Atendimento ao artigo 20, item I . Atendimento ao artigo 21, item III e V Para o atendimento do inciso V do artigo 21 serão realizadas: Residências artísticas, Intervenções Artísticas e Seminários.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA (EQUIPE BASE PREVISTA) O PROPONENTE TERÁ A FUNÇÃO DE COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA/FINANCEIRA ATRAVÉS DA RUBRICA DE CUSTOS DE ADMINISTRAÇÃO (CUSTOS PREVISTOS NO ORÇAMENTO). Idealização, Direção Artística e de Produção: Guilherme Marques é também idealizador e diretor geral de produção da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp. Igualmente diretor geral e idealizador do Centro Internacional de Teatro ECUM – CIT – ECUM, do Encontro Mundial das Artes Cênicas (ECUM) e do Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas. Realizou coordenação, produção e/ou consultoria artística de diversos festivais artísticos nacionais e internacionais, entre eles: Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte (FIT-BH); Fórum Internacional de Dança de Belo Horizonte (FID); 1ª Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte; Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN); Festival Internacional de Teatro do Mercosul (Argentina); Festival Internacional de Teatro de Caracas (Venezuela); Inverno Cultural de São João Del Rei; Projeto Imagem dos Povos e Encontro de Artes Cênicas em Araxá. Participou na comissão/júri do Prêmio Myriam Muniz e do Programa Petrobras de Cultura. Foi relações internacionais para o Projeto Artístico no âmbito do Ano da França no Brasil. Foi curador de artes cênicas da 1ª Mostra Contemporânea de Arte Mineira – São Paulo. Idealização e Direção Artística: Andreia Duarte é artista, curadora, diretora e pesquisadora em teatro, com uma prática e pesquisa inserida no campo anticolonial. Morou cinco anos no Parque Indígena do Xingu com os Kamayura e desde então trabalha como apoiadora à causa indígena completando 20 anos de realizações. É doutoranda pela USP/ECA onde estuda Teatro e os Povos Indígenas com orientação da Profa. Doutora Beth Lopes e publicação de artigos em diferentes revistas, tais como Arte da Cena - UFG (2018) e Harvard Review of Latin America (2020). Há 18 anos participa como atriz de diferentes grupos e espetáculos em mostras nacionais e internacionais. Criou e atuou no solo Gavião de Duas Cabeças entre 2016 - 2019 passando por vários festivais, tal como o Festival Le Manifest na França em 2017, onde apresentou e levou como convidado o xamã Davi Kopenawa Yanomami. Realizou ao lado do líder indígena Ailton Krenak o experimento cênico “O silêncio do mundo” no festival Porto Alegre Em Cena em 2019 - um projeto de encenação que está em continuidade na parceria com artistas indígenas brasileiros. Trabalha há 5 anos como Coordenadora dos Eixos Reflexivo e Pedagógico da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Fez a co-curadora do Seminário Perspectivas Anticoloniais na sétima edição da MITsp ao lado dos professores Christine Greiner (PUC) e José Fernando Azevedo (EAD/USP). É diretora e co-curadora ao lado de Ailton Krenak da Mostra artística TePI – Teatro e os povos indígenas. Realiza uma curadoria sobre Arte Indígena Contemporânea para o Centro Cultural Virtual "O Ninho" - uma plataforma de divulgação artística do diretor Nondas Okiama. E, ainda, está realizando junto com Krenak o livro "Longa história de negação" pela Cia das Letras, uma biografia coletiva e conceitual do líder indígena. Coordenação Geral de Produção: Rachel Brumana Rachel Brumana é produtora cultural. Formada em Artes Cênicas pela Unicamp. Foi assessora cultural do Instituto Italiano di Cultura SP e coordenadora de eventos do Istituto Europeo di Design de São Paulo. Com a Substância Produções Artísticas, fundada em 2008, realiza a concepção, curadoria e produção de projetos, mostras, espetáculos teatrais e musicais. Destacam-se os espetáculos Só, Babel, O Bosque, a exposição Grimm Agreste e a colaboração com companhias internacionais como Fanny & Alexander, Teatro Linea de Sombra e LAminimAL Teatre Sistèmic. Integra o núcleo de pesquisa em artes integradas Societá Anonima deii Lavoratori del Mare. Coordenação Financeira: Olhares Instituto Cultural Hiago Marques é ator e produtor. Formado pela Escola de Teatro – PUC Minas, onde atuou nas adaptações das obras As Bruxas de Salem (2014) e Laranja Mecânica (2014), sob a direção de Cynthia Paulino. Em São Paulo, participou de diversos cursos na Oficina Cultural Oswald de Andrade e do Estúdio de atuação: Curso livre com Ondina Clais e Ruy Cortez, ministrado no CIT – ECUM. Atuou no espetáculo Máquina Paranóica (2015), da XI Paralela Noir, com direção de Roberto Alvim, e no Núcleo de Pesquisa de Montagem: Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de Bertolt Brecht (2015), do Grupo XIX de Teatro, com direção de Paulo Celestino. Em 2016, trabalhou como produtor de montagem dos espetáculos da 3ª MITsp e, em 2017, consolidou-se na equipe da Mostra, no setor administrativo e de projetos. Coordenação de Logística: Marisa Riccitelli Sant’ana Marisa Riccitelli Sant’ana é produtora cultural formada em Ciências Sociais e Economia pela PUC-SP. Sócia da empresa Santa Paciência Produções Artísticas e Culturais e membro fundadora do Coletivo Phila7. Participa da MITsp desde 2016, primeiramente como produtora e, desde 2017, como coordenadora de logística. Coordenação Técnica: André Boll André Boll é iluminador desde 1990, assinou mais de 200 projetos para teatro, música, dança e exposições. Como diretor técnico, atua em festivais nacionais e internacionais (Festival Contemporâneo de Dança, Panorama SESI de Dança, MITsp) e em turnês de companhias estrangeiras no Brasil (Jo Kanamori – Japão; Trisha Brown e Yvone Rainer – EUA; Xavier Leroy, Rodrigo Garcia – França; Robert Lepage – Canadá; Angelica Liddel – Espanha). Ministra cursos e palestras sobre iluminação a convite de instituições públicas e privadas. Coordenação Comunicação: Márcia Marques Márcia Marques é formada em Comunicação Social pela FAAP e diretora da Canal Aberto, empresa voltada a projetos na área cultural em suas diversas vertentes. Além de trabalhar com companhias e artistas importantes do cenário nacional e internacional, coordena a comunicação geral da MITsp e tem como colaboradoras diretas na assessoria de imprensa dessa edição Daniele Valério, Flávia Fontes e Kelly Santos. Coordenação de Relações Públicas: Carminha Góngora Carminha Góngora é formada em Teatro pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Colaborou na edição de Ator e Método, de Eugênio Kusnet, publicado pelo SNT. De 1986 a 2010 foi Coordenadora de Programação Cultural do Goethe-Institut São Paulo, com intercâmbio nas áreas de teatro, cinema, música, dança, artes visuais e pensamento. Integrou a equipe da Interior Produções Artísticas/prod.art.br. Desde 2015 é coordenadora de Relações Públicas da MITsp. Relações Nacionais e Internacionais: Natália Machiaveli Natália Machiaveli é artista, musicista e produtora, formada em audiovisual na Academia de Arte Gerrit Rietveld, em Amsterdã. Em 2011, dirigiu o curta Troca o Trópico, exibido nos principais festivais de cinema da Holanda. Criou e produziu as animações Will, Planta, Metamorfoses e It Trims, este último premiado no festival Curtacom em 2012. Além de dirigir, Natália é responsável pela composição das trilhas sonoras dos filmes, marca principal de seu trabalho. Desde 2013, trabalha como produtora e relações internacionais na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp. Assistente de Direção: Marina Watanabe Marina Watanabe é cineasta e produtora, formada pela Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade de Brasília – UnB. Entre 2007 e 2008 produziu e dirigiu dois curtas metragens sobre o sistema prisional feminino do Distrito Federal, intitulados “Extramuros” e “De muro a muro”, sendo o último selecionado para a Mostra Digital da 42º edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Com passagens por produtoras como Olhar Imaginário e Coração da Selva, colabora com a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp desde 2018.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Itabira Minas Gerais