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O projeto Circo Social de Sarandi inicio-se em 2018 na cidade de Sarandi no interior do Paraná. Como atividade principal, são ofertadas aulas de técnicas circenses ministradas para 80 (oitenta) alunos oriundos de região de alta vulnerabilidade social da referida cidade. Os educandos terão aulas semanais com professores especializados em técnicas circenses, além do acesso a outras ações artisticas como teatro e dança. Serão realizadas ainda duas grandes apresentações, sendo a primeira no inicio do ano letivo com a presença de um grupo profissional e a participação dos alunos dos anos anteriores e a segunda apresentação será a finalização de ano letivo com a participação de todos os alunos do projeto.
Objetivo Geral:Desenvolver a Terceira Etapa do projeto "Circo Social de Sarandi" que visa a manutenção de cursos livres em diversas habilidades e técnicas das artes circenses. Objetivos específicos:a) Atender, durante 10 (dez) meses, 80 (oitenta) alunos com aulas de técnicas circenses em 2 (dois) encontros semanais. O curso será voltados a jovens e crianças da região periférica da cidade de Sarandi que encontram-se em situação de alta vulnerabilidade social; b) Realizar 02 (duas) apresentações de espetáculos circenses, sendo 1 (uma) como abertura da Terceira Etapa do projeto Circo Social de Sarandi (artistas convidados) e a segunda apresentação realizada por alunos e convidados no encerramento da Terceira Etapa, atendendo gratuitamente, um publico estimado de 600 (seiscentas) pessoas. c) Desenvolver 04 (quatro) oficinas voltadas a educadores com a temática circense com carga horária de 8 horas aulas cada, com um total de 60 (sessenta) vagas; d) Desenvolver conhecimentos, atitudes, habilidades artísticas e culturais para a atuação em números e espetáculos circenses; e) Fomentar o surgimento e aperfeiçoamento para educadores que pretendem atuar no campo das artes circenses ou utilizar esta linguagem artitica como ferramenta pedagógica; f) Conhecer a história do circo com o propósito de valorizar seus diversos elementos; g) Favorecer ao educando o desenvolvimento da autoestima, do espírito solidário, da autonomia e da cidadania; h) Desenvolver a socialização e a integração em grupos, favorecendo a ampliação da criatividade e da cooperação mútua.
O projeto Circo Social de Sarandi, em sua terceira etapa, cumprirá os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, será cumprido o seguinte: item "c" (instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos) do inciso I; item "c" (realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore) do inciso II; item "a" (distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos) do inciso IV. A história do circo é milenar e pode ser contada desde de registros em pinturas chinesas de mais de 5.000 anos que retrata contorcionistas, acrobatas e equilibristas, passando pela antiga Grécia, pelo Egito, coliseus romanos, pelo chamado "Circo Moderno" que eclodiu na Inglaterra, na segunda metade do século XVIII, com espetáculos que atendiam os anseios da recém formada sociedade burguesa até as super produções do canadense "Cirque du Soleil". No Brasil, essa história remonta do século XVIII onde saltimbancos e ciganos percorriam principalmente a parte litorânia do país exibindo seus números de encanto e destrezas. A presença desses grupos ganha reforços no século seguinte (XIX) graças ao ciclo do café e da borracha que possibilitou a vinda de novos grupos europeus para mambembar por terras tupiniquins. No século XX, o formato do fazer circense ganha novas formas entretanto não perde seu carácter viajante e de tradição familiar onde os saberes e fazerem são repassados de pai para filhos e, até o final dos anos 1970, assim permanece. No inicio do anos de 1980, surge no país a primeira escola voltado a aprendizagem das artes circenses, trata-se da Escola Nacional de Circo, fundada em 1982. Após o surgimento dessa escola houve uma mudança radical de paradigma no que diz respeito a formação e atuação do artista circense. Outras escolas com esse mesmo objetivo foram criadas pelos quatro cantos do país, entretanto um novo conceito surge já na década de 1990, é o chamado Circo Social. Fábio Dal Galo (Doutor em Artes Cênicas), em um trabalho intitulado A Renovação do Circo e o Circo Social, aponta "Entende-se por circo social o fenômeno no qual a arte circense é utilizada como ferramenta pedagógica para formação e educação de sujeitos, dando preferência aos que se encontram numa situação de risco social". Já, segundo Claudio Barría Mancilla (membro do Colegiado Setorial de Circo/CNPC) "De um modo geral pode-se definir a Metodologia de Circo Social como a construção por meio da arte circense de um diálogo pedagógico no contexto da educação popular e numa perspectiva de promoção da cidadania e de transformação social". Entendemos a educação como um processo de construção do saber, que possibilita ao educando o despertar do conhecimento através das vivencias de processos de socialização e humanização e que visa o desenvolvimento da capacidade intelectual e da capacitação técnica dos envolvidos. A educação pode ser dividida em três modalidades: educação formal, informal e não-formal. Enquanto a primeira é regida por normas definidas pelo Estado, a segunda é fruto do convívio social seja na família, com os amigos etc. Já a terceira é o conhecimento adquirido através do convívio coletivo como igreja, clubes e outras instituições. É nesta terceiro que o projeto "Circo Social de Sarandi" está enquadrado. A instituição que aportará essa fase do projeto é de amplo reconhecimento no segmento da assistência social, trata-se da Associação de Proteção a Maternidade e a Infância de Sarandi, que foi fundada em 24 de junho de 1983, na cidade de Sarandi no interior do Paraná. Com seu carácter filantrópico a Entidade lança mão de várias ferramentas na incansável busca de transformar a realidade das pessoas que utilizam seus programas. Com uma estrutura que proporciona um atendimento diário de 200 crianças e adolescente, utilizando de várias linguagens artísticas no intuito de contribuir com sua missão. Assim, música, dança, artes plásticas e cênicas são práticas comuns no dia-a-dia dos educandos assistidos por essa instituição. O projeto "Circo Social de Sarandi", dentro da filosofia dos circos sociais, terá como meta principal oportunizar a inclusão de uma parcela de cidadãos deixadas de lado em seus direitos a cidadania. Entretanto, em divergência com o pensamento do professor francês Hugues Hotier que afirma "A ideia - do circo social - não é de formar artistas de circo...", acreditamos que, mesmo sem deixar de lado a filosofia que o norteia, um projeto de circo social pode e deve possibilitar o surgimento de artistas circenses, bem como contribuir para seu constante aprimoramento visando inclusive a profissionalização dos envolvidos em todos os processos.
Projeto Circo Social de Sarandi – etapa 3 CURSO LIVRE DE TÉCNICAS CIRCENSE – PLANO ANUAL O Curso terá calendário anual será oferecido a alunos de 09 a 14 anos Tema: curso livre de artes circenses – Circo Social de Sarandi (3ª etapa) Objetivo: promover a valorização humana e a democratização do saber circense por meio de atividades com caráter sócio educativo. Duração: 300 dias Tuma: 09 a 11 anos (02 turmas de 20 alunos – atendimento de um total de 40 alunos) Turma: 12 a 14 anos (02 turmas de 20 alunos – atendimento de um total de 40 alunos) Carga horária mensal: duração das aulas de 1:30 cada, sendo 04 turmas, somando um total de 6 horas de atendimento por semanas Carga horária anual: serão 06h por semana e em 300 dias de aulas, a carga horaria total será de 240 horas/aula. Professoras: Vanuza Eloiza e Camila Pinheiro (currículo na ficha técnica do projeto) EMENTA – ANUAL Modalidade Circense – Acrobacias I Preparação corporal específica, com ênfase em potência muscular. Noções de segurança. Reconhecimento e desenvolvimento dos fundamentos técnicos dos aparelhos: saltos, portagens, movimentos acrobáticos em combinação, paradas com diferentes partes do corpo. Execução de sequência técnica de movimentos. Modalidade Circense – Equilíbrios I Preparação corporal específica. Noções de segurança. Reconhecimento e desenvolvimento dos fundamentos técnicos: equilíbrio estático e dinâmico sobre os aparelhos, adição de elementos cênicos, combinação dos fundamentos de equilibrismo com manipulação de objetos. Execução de sequência técnica de movimentos. Modalidade Circense – Manipulação de Objetos I Preparação corporal específica. Noções de segurança. Reconhecimento e desenvolvimento dos fundamentos técnicos dos aparelhos, a partir do controle óculo-manual dos objetos: lançamento e captura do objeto, jogos em dupla ou mais pessoas. Execução de sequência técnica de movimentos. Fundamentos da Dança para as Artes do Circo I A conscientização das estruturas corporais, a exploração do movimento e a expansão da expressividade corporal. A organização do corpo no espaço e a percepção das diferentes dimensões da dança. A reflexão a respeito do movimento e a compreensão das escolhas estéticas. Postura corporal para execução de sequência técnica de movimentos. Fundamentos Cênicos - Desenvolvimento de Performance Circense I Técnicas teatrais aplicadas às artes do circo. Interpretação, jogos teatrais, improvisação, expressão corporal e vocal. Estética e elementos da linguagem visual e da encenação. Teatro de rua e performance. Construção de personagem. Espaço cênico. Laboratórios de prática cênica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – ANUAL DISCIPLINA: Modalidade Circense – Acrobacias I CURSO: Técnico em Arte Circense MODALIDADE: infanto-juvenil REGIME: anual PERÍODOS E CARGA HORÁRIA: 1º período, 4 horas/aula semanais ANO LETIVO: 2020 1. OBJETIVO GERAL Desenvolver no educando preparação corporal específica para as acrobacias, bem com a capacidade de observar, entender e executar os fundamentos técnicos e princípios artísticos que norteiam os movimentos constitutivos da base acrobática. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Possibilitar ao educando o desenvolvimento de força, flexibilidade e resistência específicas para a modalidade; - Desenvolver no educando a capacidade de dominar fundamentos técnicos das acrobacias de solo; - Proporcionar ao educando o domínio de elementos básicos do repertório circense; - Criar condições que possibilitem ao educando a realização de uma sequência de movimentos acrobáticos com destreza e segurança; - Desenvolver um ambiente onde o educando possa conhecer e praticar noções básicas de segurança; – Dar iniciação à performance de números. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I – PREPARAÇÃO E CONHECIMENTO - Preparação física: execução de exercícios para aquisição e aprimoramento de força e flexibilidade específicos para a modalidade; - Fundamentos corporais: nomenclatura de posições, posturas e encaixes corporais; - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento na modalidade circense; - Fundamentos circenses: conhecimento e primeiras tentativas para a execução do repertório; – exercícios educativos: rolamentos: frente, atrás, grupado, carpado; movimentos acrobáticos simples: estrela/pantana, pirueta, rondada, reversão pernas separadas. UNIDADE II – APRIMORAMENTO FISICO E DESENVOLVIMENTO DO REPERTÓRIO - Preparação física: execução de exercícios para aquisição e aprimoramento de força e flexibilidade específicas para a modalidade e específicos para as dificuldades que o professor identificar em cada aluno; - Iniciar trabalho de resistência no aparelho e nos exercícios preparatórios; - Fundamentos corporais: posturas e encaixes corporais no aparelho - manutenção durante a execução dos movimentos. - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento – correções e aprimoramento; - Fundamentos circenses: aprimoramento dos truques: vela, parada de mão, parada de cabeça, curveta, envergada, repulsão com rolamento grupado, oitava parada; - Noções de segurança nas acrobacias; - Noções de alinhamento corporal e postura cênica. UNIDADE III – APRIMORAMENTO DO REPERTÓRIO E DESENVOLVIMENTO DA SEQUÊNCIA FINAL - Aprimoramento do repertório adquirido: domínio, fluência e limpeza dos movimentos isoladamente e, principalmente, em sequência; - Combinação e derivação de movimentos; - Intensificação da resistência física para execução dominada e segura da sequência; - Intensificação dos aspectos de performance: postura corporal e cênica, limpeza e destreza nos movimentos, manipulação cênica do aparelho e relação com o público; - Noções de segurança nas acrobacias; - Encaminhamentos para a apresentação final; - Introdução a outras acrobacias. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas práticas e/ou expositivas orientadas pelo professor; 5. MATERIAL DIDÁTICO - Equipamentos circenses; - Equipamentos de segurança; - Fontes iconográficas: vídeos e fotografias; 6. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações individuais sobre o processo de ensino-aprendizagem; - Participação e contribuições em aula; - Assiduidade; - Apresentação no final do semestre. DISCIPLINA: Modalidade Circense – Equilíbrios I CURSO: Técnico em Arte Circense MODALIDADE: infanto-juvenil REGIME: anual PERÍODOS E CARGA HORÁRIA: 1º período, 4 horas/aula semanais ANO LETIVO: 2020 1. OBJETIVO GERAL Desenvolver no educando preparação corporal específica para o aparelho, bem com a capacidade de observar, entender e executar os fundamentos técnicos e princípios artísticos que norteiam o equilíbrio. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Desenvolver um ambiente onde o educando possa conhecer e praticar noções básicas de segurança; - Possibilitar ao educando o desenvolvimento de força, flexibilidade e resistência específicas para a modalidade; - Desenvolver no educando a capacidade de dominar fundamentos do Equilibrismo; - Criar condições que possibilitem ao educando a realização uma sequência de movimentos com destreza e segurança. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I – PREPARAÇÃO E CONHECIMENTO - Preparação física: execução de exercícios para aquisição e aprimoramento de força e flexibilidade específicas para a modalidade; - Fundamentos corporais: posições, posturas e encaixes corporais no aparelho; - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento na modalidade circense. UNIDADE II – APRIMORAMENTO FISICO E DESENVOLVIMENTO DO REPERTÓRIO - Preparação física: execução de exercícios para aquisição e aprimoramento de força e flexibilidade específicas para a modalidade e específicos para as dificuldades que o professor identificar em cada aluno. Inicio de trabalho de resistência no aparelho e nos exercícios preparatórios; - Fundamentos corporais: posturas e encaixes corporais no aparelho – manutenção durante a execução dos movimentos; - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento – correções e aprimoramento; - Noções de alinhamento corporal e postura cênica. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas práticas e/ou expositivas orientadas pelo professor; 5. MATERIAL DIDÁTICO - Equipamentos circenses; - Equipamentos de segurança; - Fontes iconográficas: vídeos e fotografias. 6. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações individuais sobre o processo de ensino-aprendizagem; - Participação e contribuições em aula; - Assiduidade; - Apresentação final de semestre. DISCIPLINA: Modalidade Circense – Manipulação de Objetos I CURSO: Técnico em Arte Circense MODALIDADE: Infanto-juvenil REGIME: anual PERÍODOS E CARGA HORÁRIA: 1º período, 4 horas/aula semanais ANO LETIVO: 2020 1. OBJETIVO GERAL Desenvolver no educando preparação corporal específica para o aparelho, bem com a capacidade de observar, entender e executar os fundamentos técnicos e princípios artísticos que norteiam do jogo individual com bolas, claves, swing e bambolê. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Possibilitar ao educando o desenvolvimento de força, flexibilidade e resistência específicas para a modalidade; - Desenvolver no educando a capacidade de dominar fundamentos técnicos de manipulação de objetos; - Proporcionar ao educando o domínio de elementos básicos do repertório circense; - Criar condições que possibilitem ao educando a realização de uma sequência de movimentos com destreza e segurança; - Desenvolver um ambiente onde o educando possa conhecer e praticar noções básicas de segurança; - Dar iniciação à performance de números. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I – PREPARAÇÃO E CONHECIMENTO - Preparação física: execução de exercícios para aquisição e aprimoramento de força e flexibilidade específicas para a modalidade; - Fundamentos corporais: posições e posturas corporais; - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento na modalidade circense; - Fundamentos circenses: conhecimento e primeiras tentativas para a execução do repertório – exercícios educativos: Jogar individualmente três bolinhas; jogar individualmente três claves; manipular individualmente dois swings. UNIDADE II – APRIMORAMENTO FISICO E DESENVOLVIMENTO DO REPERTÓRIO - Preparação física: execução de exercícios para aquisição e aprimoramento de força e flexibilidade específicos para a modalidade e específicos para as dificuldades que o professor identificar em cada aluno. Inicio de trabalho de resistência no aparelho e nos exercícios preparatórios; - Fundamentos corporais: posturas e encaixes corporais no aparelho – manutenção durante a execução dos movimentos; - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento – correções e aprimoramento; - Fundamentos circenses: aprimoramento dos truques: Jogar individualmente duas, três ou quatro bolinhas; jogar individualmente três claves; iniciar câmbio com 2, 4 e 6 claves entre duas pessoas com claves; - Noções de confecção e manutenção de equipamentos circenses; - Noções de alinhamento corporal e postura cênica. UNIDADE III – APRIMORAMENTO DO REPERTÓRIO E DESENVOLVIMENTO DA SEQUÊNCIA FINAL - Aprimoramento do repertório adquirido: domínio, fluência e limpeza dos movimentos isoladamente e, principalmente, em sequência. - Intensificação da resistência física para execução dominada e segura da sequência; - Intensificação dos aspectos de performance: postura corporal e cênica, limpeza e destreza nos movimentos, manipulação cênica do aparelho e relação com o público; - Noções de segurança no aparelho; - Introdução à manipulação de outros objetos. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas práticas e/ou expositivas orientadas pelo professor; 5. MATERIAL DIDÁTICO - Equipamentos circenses; - Equipamentos de segurança; - Fontes iconográficas: vídeos e fotografias; 6. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações individuais sobre o processo de ensino-aprendizagem; - Participação e contribuições em aula; - Assiduidade; - Apresentação final do semestre. DISCIPLINA: Fundamentos da Dança para as Artes do Circo I CURSO: Técnico em Arte Circense MODALIDADE: infanto-juvenil REGIME: anual PERÍODOS E CARGA HORÁRIA: 1º período, 2 horas/aula semanais ANO LETIVO: 2020 1. OBJETIVO GERAL - Proporcionar ao educando a conscientização das estruturas corporais, a exploração do movimento e a expansão da expressividade corporal. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Possibilitar ao aluno aprender a contrair e relaxar o corpo, e a perceber as diferenças entre estes estados; - Criar situações onde o educando descreva o que está fazendo, visando auxiliar na memorização e fixação do movimento; - Buscar através da cultura corporal existente do educando novas formas de se expressar com movimentações dançantes com elementos circense; - Desenvolver a percepção do educando nas diferentes possibilidades que o corpo oferece para fazer cada movimento proposto; - Possibilitar que o educando compreenda o que é necessário para que cada movimento desejado se realize. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I – PREPARAÇÃO E CONHECIMENTO - Preparação física: Aquecimento, exercícios de base no centro da sala; - Fundamentos corporais: expressão corporal; - Fundamentos técnicos: movimentos educativos decupados, de maneira a se poder dar atenção a cada etapa do movimento; linguagem baseada nas técnicas de jazz, hip hop, balé e dança contemporânea. UNIDADE II – DESENVOLVIMENTO DO REPERTÓRIO - Fundamentos corporais: noções de postura cênica; - Fundamentos técnicos: combinação dos movimentos educativos, buscando a execução do movimento completo. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas práticas e/ou expositivas orientadas pelo professor; 5. MATERIAL DIDÁTICO - Equipamentos circenses; - Equipamentos de segurança; - Fontes iconográficas: vídeos e fotografias. 6. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações individuais sobre o processo de ensino-aprendizagem; - Participação e contribuições em aula; - Assiduidade; - Apresentação no final do semestre. DISCIPLINA: Fundamentos Cênicos para o Desenvolvimento de Performance Circense I CURSO: Técnico em Arte Circense MODALIDADE: infanto-juvenil REGIME: anual PERÍODOS E CARGA HORÁRIA: 1º período, 2 horas/aula semanais ANO LETIVO: 2020 1. OBJETIVO GERAL - Instrumentalizar o educando circense para desenvolvimento performático, expressão corporal, vocal, interpretação e convenções cênicas. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Desenvolver no educando a consciência e expressividade corporal e vocal; - Possibilitar ao educando a compreensão das regras e convenções cênicas nos diferentes tipos de palcos e espaços cênicos; - Desenvolver no educando os potenciais de sensibilidade e expressividade artísticas; - Propiciar ao educando o conhecimento da linguagem teatral, suas especificidades e seus desdobramentos; - Proporcionar ao educando o domínio de códigos e convenções próprios da linguagem cênica na concepção da encenação; - Possibilitar que o educando aplique o domínio técnico e expressivo do corpo e da voz para interpretação teatral. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I – PREPARAÇÃO E CONHECIMENTO - Fundamentos corporais: expressão corporal; - Fundamentos técnicos: interpretação vocal; jogos teatrais; improvisação; uso do espaço; - Convenções e códigos teatrais; entradas e saídas de cena. . UNIDADE II – DESENVOLVIMENTO DO REPERTÓRIO - Fundamentos corporais: noções de alinhamento corporal e postura cênica; - Fundamentos técnicos: dinâmica de deslocamento – correções e aprimoramento. UNIDADE III – APRIMORAMENTO DA PRÁTICA CÊNICA - Aprimoramento do repertório adquirido; - Intensificação dos aspectos de performance: postura corporal e cênica, limpeza e destreza nos movimentos, manipulação cênica do aparelho e relação com o público. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS - Aulas Práticas; - Jogos teatrais; - Leitura e escuta; - Aulas teóricas expositivas e dialogadas; - Atividades individuais, em duplas, trios e grande grupo; - Exercícios. 5. MATERIAL DIDÁTICO - Textos, poesias e livros; - Utilização de imagens e figuras para exploração de criatividade; elementos cênicos e mobiliário para criação cênica; objetos (bolas, bastões, cordas, aros, tecidos, etc.) para exploração corporal; e equipamentos circenses para construção de número; - Utilização de equipamento multimídia, vídeos e músicas. 6. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações individuais e em grupos; - Assiduidade e participação ativa do aluno nas aulas; - Realização de trabalhos práticos; - Trabalho de apresentação final. Fonte principal: Plano Pedagógico da Escola Nacional de Circo OBS: conteúdo completo (com referências) em anexos da proposta.
CURSO LIVRE DE ARTES CIRCENSES (10 meses de aula, somando 240 horas/aulas para 80 alunos) Acessibilidade física: Todos os espaços nos quais serão realizados as aulas de artes circenses contarão com estrutura e/ou equipamentos de acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida; tais como: rampa de acesso e banheiros adaptados. (ação sem custo para o projeto) Acessibilidade para deficientes visuais: Os educadores, em parceria com a instituição que abriga o projeto (CIAPS), receberão treinamentos específicos para atender alunos com deficiência visual. (sem custo para o projeto). Acessibilidade para deficientes auditivos: Está acordado com o espaço físico recebedor do projeto (CIAPS), no caso de alunos com deficiencia auditiva, disponibilizarão de profissional para realizar tradução em lingua de sinais (LIBRAS) nas turmas necessárias, nos dias e horários das aulas. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Todos os espaços nos quais serão apresentados os espetáculos de artes cênicas deverão ter estrutura e/ou equipamentos de acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; tais como: rampa de acesso, cadeiras adaptadas, banheiros adaptados. (ação sem custo para o projeto) Acessibilidade para deficientes visuais: Contratação de um audiodescritor o qual participará do ensaio aberto e será autorizado a filmar o espetáculo. A filmagem será utilizada na elaboração do roteiro de audiodescrição e no dia do espetáculo ocorrerá a narração ao vivo do espetáculo onde será disponibilizado às pessoas com deficiencia visual aplicativo e acesso a internet. Através de link poderão acesso a narração (celular e fone) e teremos profissionais de apoio que já terão sidos treinados para atender as aulas de circo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Disponibilização de profissional para realizar tradução em lingua de sinais (LIBRAS) durante todo o tempo das apresentações planejadas. (custo devidamente previsto no projeto) CONTRAPARTIDA SOCIAL (04 oficinas - "A importância do Circo") Acessibilidade física: A estrutura física do Centro Integrado de Ações Pedagógicas Sociais-CIAPS de Sarandi, que será utilizado para as aulas conta com todas a condições de acessibilidade físicas (banheiros, rampas, guias) aos participantes com necessidades especiais de locomoção. Os educadores contratados deverão estar preparados para atender os alunos com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O material pedagógico utilizado nas oficinas de contrapartida social serão transcritos em Braile para alunos com deficiência visual matriculados nelas e contarão com a monitoria dos educadores, que em parceria com a instituição que abriga o projeto (CIAPS), terão recebido treinamentos específicos para atender alunos com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Disponibilização de profissional para realizar tradução em lingua de sinais (LIBRAS) para a realização das 04 oficinas. (custo devidamente previsto no projeto)
Visando atender o Art. 21. da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, serão realizadas atividades que diz respeito aos incisos III e V, a saber: a) Transmissão online (LIVE) do espetáculo de final realizado pelos alunos de por meio da plataforma Youtube; b) Realização de ensaio aberto do espetáculo de final do ano onde serão convidados todos os alunos do CIAPS (200 alunos), alunos das escolas circunvizinhas e comunidade em geral. c) Realização de um "aulão" de aquecimento e dinamicas circenses para os 200 alunos do CIAPS com os professores no 1º semestre de aula.
Francisco Pinheiro - Diretor Geral Francisco Pinheiro formou-se em Letras e pós graduou-se em Arte e Educação. Especializou em Gestão Cultural pelo Itaú Cultural e Universidade de Girona/Espanha. Filiado ao Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão - Sated/PR. Registrado na Delegacia Regional do Trabalho na habilitação de Artista - Drt. N.º 7080-96. Esteve, de 2003 a 2009, frente à Coordenação de Ação Teatral da Fundação Cultural de Campo Mourão, onde desenvolveu um trabalho que foi desde a formação de núcleos de teatro até a produção de espetáculos de grande monta como o Guardião do Fogo (produção grandiosa que tem em seu elenco mais de 400 artistas). Também produziu eventos como: Festival de Teatro de Campo Mourão/Fetacam (uns dos principais festivais de teatro do sul do pais); Festival Estudantil de Teatro/Festa (maior festival estudantil de teatro do estado do Paraná) e Bienal do Livro e Leituras de Campo Mourão. É oficineiro nas áreas de teatro, arte-educação e contação de histórias. Participou em diversos projetos na Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria do Estado da Educação como: Paranização, Comboio Cultural e Fera. Também atuou em projetos do Governo Federal, como Agente Jovem e Formando Cidadão. Em 2008, foi empossado na cadeira nº 27 da Academia Mourãoense de Letras/AML como reconhecimento pela sua contribuição na área artística e literária no município de Campo Mourão. Em 2010 e 2011, gerenciou a área cultural do SESC - Regional de Roraima onde desenvolveu uma reestruturação do setor. Na oportunidade, coordenou projetos como: XX Feira de Livros do Sesc Roraima, Mostra de Artes Aldeia Cruviana, Mostra Amazônia das Artes, Palco Giratório, Mostra de Música Sesc Canta Roraima, FestRock e Sesc Movimento Interior. Dentre sua atuação na campo da gestão cultural podemos destacar ainda sua atuação como diretor de Desenvolvimento Cultural da Fundação Cultural de Campo Mourão e Diretor de Cultura da Secretaria Municipal de Maringá, ambas cidades do Paraná. Com incentivo da Lei Rouanet coordenou projetos como: R.u.a.r.t - Rota urbana de artes de rua; O Alegre Choro do Paraná; Ponte Latina, Enquanto conto, encanto - Mostra Nacional de Contadores de causos e outras história e Circo Social de Sarandi. Débora Soares - Coordenação, Gestão Cultural MBA em Gestão de Pessoas e Inteligência Competitiva pela Faculdade Integrado de Campo Mourão, Tecnóloga em Gestão Pública pelo Instituto Federal do Paraná, Licenciatura em Geografia pela Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão e cursando Pós em Gestão Cultural.Envolvida com gestão cultural desde 2004, ocupou o cargo de Coordenadora Administrativa da Fundação Cultural de Campo Mourão por 04 anos, Diretora Administrativa Financeira da Fundação Cultural por mais de 04 anos, Membro do Conselho Municipal de Cultura representando os produtores culturais, por 6 anos exerceu a função de parecerista na Lei de Incentivo à Cultura do Município e em 2014 compôs o time de pareceristas do PROFICE.De 2013 a 2017 desenvolveu a função de produtora executiva e cultura de dos eventos como a Bienal do Livro e Leitura de Campo Mourão, Conferência Municipal de Cultura de Campo Mourão, Festival de Música de Campo Mourão; Espetáculo "A Paixão de Cristo de Campo Mourão" Espetáculo "A Guardiã do Fogo de Campo Mourão" Festival de Teatro de Campo Mourão/ Fetacam. Através de Leis de Incentivo à Cultura (Rouanet) foi gestora cultural nos projetos: RUART – Rota Urbana de Artes de Rua; Espetáculo O Alegre Choro do Paraná, Espetáculo Ponte Latina: Unindo Flamenco e Samba, Circo Social de Sarandi, Mostra Nacional de Contadores de Histórias, Viola Viva Viva Viola.Em 2018 prestou assessoria a realização na 17ª edição do Festival de Teatro de Campo Mourão e da 4ª edição do Festival de Música de Campo Mourão. Como coordenadora da Casa da Música criou grupos de circulação "Grupo Musical Biággio", "Flautas Transversal C.M" e "Canto Visita Musical".Em 2019 realizou a gestão cultural da 1ª Edição da Mostra Enquanto Conto Encanto, direção executiva da 5ª Edição do Festival de Música de Campo Mourão, coordenadora a Casa da Musica de Campo Mourão, gestora cultural dos projetos "Mosaico Unindo Diferenças" e "O Alegre Choro do Paraná”, aprovados no PROFICE.Devido a vivência de mais de 15 anos na área cultural, em seus vários seguimentos, seu profissionalismo está voltado a produção e gerenciamento de projetos e eventos culturais, somando a formação de gestão pública, gestão de pessoas e uma sensibilidade cultural reconhecida pelos artistas de seu network. Leonice de Faria Silva- Pedagoga Pedagoga e Gestora Educacional da Casa do Verbo Assessoria Cultural. Possui Pós-graduação em Atendimento Educacional Especializado (Educação Especial) e Especialização em Deficiência Intelectual e Múltipla. Possui Licenciatura Plena em Pedagogia e Filosofia. Vanuza Eloiza da Silva - professora de artes circense Bacharel em Turismo e Meio Ambiente - UNESPAR –Campus de Campo Mourão. Atriz, Acrobata aéreo, palhaço e ensaiadora circense, com Formação Atriz e artista circense- Registro profissional nº 0024703 – SATED / PR. Experiencia na área circense - Experiencia de mais de 20 nas artes circense, integrou a Trupe de Circo Fundacam e desde então traçou sua caminhada por esta arte, desenvolveu muitos números circense e circulou com os mesmos representando a Fundação Cultural de Campo Mourão, fazendo abertura oficiais de eventos em Campo Mourão e regão. Ministrou oficina como: de Lira - Nível médio e avançado – II Festival Curitibano de Malabares e Circo, Técnicas Circenses - Projeto Paraná Fazendo Arte - Secretaria de Estado da Cultura, Técnicas Circenses - Escola Municipal de Artes Circenses - Campo Mourão / PR, O Ator no circo – I Festival de Circo de Campo Mourão, Técnicas Circenses - Semana de arte e Educação de Campo Mourão e Técnicas Circenses e Montagem de Espetáculos - Projeto Paranização. Em 2019 aprovou o projeto o espetáculo "A Fábula do Dejavu Infinito" na Lei de Incentivo à Cultura de Campo Mourão que atualmente esta em circulação e é coordenadora técnica do projeto "Circo Social de Sarandi" aprovado pela Lei Rouanet. Experiencia na área de teatro - Atuou como atriz e Diretora da Cia. Dunada, instrutora de teatro da Coordenação de Ação Teatral – CAT – Fundação Cultural de Campo Mourão, integrante da comissão de organização do Festival de Teatro de Campo Mourão, diretora de muitas produções tais como: 2012 – Quando as Maquinas Param – Plinio Marcos – Fundação Cultural de Campo Mourão, 2012 - A Guardiã do Fogo - Festa Nacional do Carneiro no Buraco, Auto da Paixão de Cristo - Fundação Cultural de Campo Mourão, 2011 - O Grande Dia - Texto Cia Manicômicos - MG - CIA DUNADA, 2011 – A Guardiã do fogo – Festa Nacional do Carneiro no Buraco, 2010 - Ciclo de Leitura Dramática Nelson Rodrigues - CIA DUNADA, 2010 – O Guardião do Fogo – Festa Nacional do Carneiro no Buraco. Camila Pinheiro - professora de técnicas circense Artista circense integrante da Trupe de Circo Fundacam desde 2013, participando de espetáculos como: Espetáculo Estrelas do Oscar- Grand Class Estudio de dança- coreografia La LaLand, Cabaré festival de circo de Campo Mourão ( duo Intranse), Noite de Variedades, festival de circo de Londrina ( duo Intranse), Auto da Paixão de Cristo da Fraternidade o Caminho– Direção: Vanuza Eloiza,Personagem: Salomé, Espetáculo de Abertura do Projeto social de Sarandi, Espetáculo Varieté (Trupe de Circo Fundacam), Mostra Junina (Escola Municipal de Artes Circenses) maquiadora e assistente depalco, Espetáculos Piolin (Trupe de Circo Fundacam), Espetáculo Terra do Sol Nascente remontagem (Trupe de Circo Fundacam) Artista circense, Espetáculo Saltimbancos o Circo (Escola Municipal de Artes Circenses)maquiadora e assistente de palco, Loading (Trupe de Circo Fundacam) Artista/ Coreografa, A Guardião do Fogo Direção: Vanuza Eloiza. Personagens: animal/ onça e índia, Parapapapa (Del Arte) Artista circense, Espetáculo dos alunos (Escola Municipal de Artes Circenses) Artista contra regra/ maquiadora, A Guardião do Fogo Direção: Vanuza Eloiza. Personagens: animal, Espetáculo Utopia (Trupe de Circo FUNDACAM) Artista circense, Passeatas/ palco Natalino Campo Mourão/PR, ZooCircus ( Escola Municipal de Artes Circenses)maquiadora e assistente depalco, Espetáculo 7 Sete (Trupe de Circo FUNDACAM) Artista circense, Auto da Paixão de Cristo- Direção: Vanuza Eloiza. Personagem: escravos de Herodes, Passeatas/ palco Natalino Campo Mourão/PR, Circo Encantado (Escola Municipal de Artes Circenses - Campos Mourão) maquiadora e assistente de palco, Espetáculos Vossa Majestade o circo (Trupe de Circo FUNDACAM) Artista circense, Professora da Escola Municipal de Artes Circenses de Campo Mourão e Professora e coreógrafa do projeto Circo Social de Sarandi nos anos de 2018 e 2019, Professora de Pole Dance de 2018/2019.
PROJETO ARQUIVADO.