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PRONAC 204433Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Rios de Brincar

LIA MANDELSBERG MONTEIRO
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (4)
Borba AmazonasCareiro AmazonasCareiro da Várzea AmazonasManaus Amazonas

Resumo

Ampliar o repertório de ações artísticas e formativas da Casa do Rio, com enfoque nas infâncias do território de atuação da instituição, valorizando a cultura do brincar e a arte como instrumentos de transformação social, ao estabelecer parceria com o coletivo "Aqui que a gente brinca!" e a "Companhia Giz de Cena" , que farão apresentações de teatro infantil e oficinas de compartilhamento de repertório com crianças, adultos e educadores em 4 Municípios/ Comunidades do Amazonas.

Sinopse

1. Show-espetáculo “Pé de Tudo” com a Companhia Giz de Cena Duração: 50 min / Classificação Etária: livre / Público Alvo: Todos / Vagas: Ilimitadas /Gratuito "Pé de Tudo", é um show - espetáculo de música para crianças com intervenções de dança e brincadeiras. Fruto do seu primeiro CD, este show reúne cenas, coreografias e músicas do repertório da companhia. É através das brincadeiras, iinspirações da Giz de Cena, que acessam os corpos de adultos e crianças num terreno conhecido a todos, o brincar! O show conduz a todos, pela arte da dança e da música, a terrenos inusitados das criações da Companhia e a experimentação. Há participação das crianças no palco e também oportunidades para que todos participem, à sua maneira, da platéia. Um passeio pela trajetória da Companhia que reuniu neste espetáculo as canções mais queridas e as cenas mais contagiantes colocando sua vasta experiência na relação com as crianças à serviço da arte que se faz junto, palco e platéia, neste delicioso espetáculo. Este show necessitará de estrutura de som, além de necessidades básicas para execução da parte do espetáculo que é dançado. Este espetáculo acontecerá em local definido juntamente a Casa do Rio com prioridade para espaços em áreas públicas e de costume das reuniões da comunidade, tais como praças,, ao ar livre, e se destina às crianças e à toda comunidade. 2. Jam de dança e música “Toca pra Dançar”, com a Companhia Giz de Cena Duração: 2h / Público: livre /Vagas: ilimitadas /Gratuito A partir do do seu repertório de pesquisa corporal e musical a Cia propõe um espetáculo com músicas autorais tocadas e cantadas ao vivo e uma dança brincante e improvisada. O espaço cênico se amplia e permeia a plateia com brincadeiras corporais e sonoras, que convidam a participação das crianças e a composição de cenas de forma divertida e espontânea. O público pode entrar e sair a qualquer momento, assistir ou participar brincando, dançando e tocando instrumentos.A Jam proporciona um espaço livre para o improviso cênico da dança brincante, dando vida a pesquisa de linguagem da Companhia. Os participantes são levados, embalados e impulsionados ao movimento pelas bailarinas e pelas músicas que sugerem jogos e remetem ao brincar. Numa grande brincadeira dançada, cantada e improvisada, crianças de todas as idades e público em geral experimentam movimento e som com a Companhia Giz de Cena. 3.OfiCenas de Giz, com a Companhia Giz de Cena Duração: 2h /Público: para educadores da rede municipal, prioridade para os da Educação Infantil /Vagas: 25 /Gratuito As oficinas são ministradas por 2 artistas-educadoras, que orientam a exploração de brincadeiras e movimento. Dentre o repertório elaborado de 6 (seis) oficinas, será escolhida 1 (uma) para cada localidade: O que farão nossos corpos? Oficina I. ACORDA -Acordar! Espreguiçar! Ação!O corpo no espaço, desafios. -Alongamentos com as cordas. -Brincadeiras de corda. -Exploração no espaço através de caminhos e formas com as cordas. -Criação com as cordas. Oficina II. AMAR É... LINHA Pular, cantar e ritmar: corpo todo, tudo junto! -Brincadeira: diferentes amarelinhas. -Criação de trajetos e desenhos no chão com fita. -Criação coreográfica nos riscos do chão. Oficina III MÃE POLENTA (e o Jabaculê Verde)Faz de Conta! Histórias e monstros: outros corpos. - Brincadeiras: pega-pegas mãe polenta e jabaculê verde. -Exploração da expressividade, qualidades de movimento e níveis do espaço a partir do movimento dos animais. -Criação de armadilhas e seres imaginários. Oficina IV PETECA NO ESQUELETO Nossos ossos, nossas dobras! De que somos feitos? O cuidado do corpo. O sentir. O lançar-se. -Brincadeiras: peteca, estátua, loja de brinquedos. -Sensibilização do corpo e exploração das articulações manipulando o corpo do outro. -Elaboração de sequências coreográficas. Oficina V PIÃO A qualidade do redondo: a roda e os giros. -Massagem com bolas. -Brincadeiras: de roda, balão, pião, barquinho, bexiga. -Pequenas composições de dança. Oficina VI SEM PÉ NEM CABEÇA Nonsense, som, gesto e criação. -Brincadeiras: “Isto é”, bate mãos. -Criação de diferentes bate mãos e “máquina humana” com palavras e sílabas. 4.Oficina de brinquedos, com o Coletivo Aqui que a gente brinca! Duração: 2h /Público: crianças a partir de 3 anos acompanhadas do adulto de referência, crianças a partir de 8 e adultos Vagas: 30 /Gratuito Esta oficina é destinada a todos os interessados da comunidade, o limite de vagas estará condicionado apenas ao espaço e aos materiais disponíveis, no entanto o objetivo será atender 100% da demanda, principalmente nas comunidades, e trazer para o ambiente da oficina a perspectiva do brincar livre, do ir chegando quando quer e entrando na brincadeira.Dentre o repertório de 4 (quatro) oficinas, será escolhida 1 (uma) para cada localidade: O que farão nossas mãos? Brinquedos de olhar “Todo ponto de vista é a vista de um ponto” (Leonardo Boff) Oficina I. Binóculos coloridos Começamos a oficina com um aquecimento do olhar por meio da exploração deformas coloridas e translúcidas e jogos de ilusão de ótica.Com olhares aquecidos e sensibilizados seguiremos então para a confecção dosnossos binóculos, momento em que crianças e adultos farão as escolhas estéticas, montarão e enfeitarão seu binóculo a partir de nosso estímulo inicial e de acordo com atransformação que quiserem fazer em suas formas de olhar. A oficina tem início com dinâmicas de sensibilização do olhar, jogos de ilusão deótica e introdução do funcionamento da caixa mágica ou câmera escura.Então seguiremos à confecção do brinquedo que aplica os princípios da fotografia, masnos oferece as imagens todas ao contrário, um mundo de ponta cabeça!. Oficina 2.Caixa mágica (câmera escura) A oficina tem início com dinâmicas de sensibilização do olhar, jogos de ilusão deótica e introdução do funcionamento da caixa mágica ou câmera escura.Então seguiremos à confecção do brinquedo que aplica os princípios da fotografia, masnos oferece as imagens todas ao contrário, um mundo de ponta cabeça! Brinquedos de lata. “Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar” (Siba) Oficina 3. Pés de lata -Os pés de latas trabalham o equilíbrio e o risco. Subir na lata e dar os primeiros passos é um desafio que se transforma em uma aventura deliciosa, desequilibrar e cair faz parte e aí é só começar de novo a brincadeira! No primeiro momento da oficina faremos brincadeiras de equilíbrio, depois de aquecidos,iniciaremos a confecção do brinquedo, momento em que crianças e adultos farão as escolhas estéticas, montarão e enfeitarão seus pés de lata. Oficina 4. Telefone de lata Os telefones de lata são brinquedos para brincar junto, para se comunicar, segredar e se encantar com a “mágica” do som. Como o som se propaga? No primeiro momento da oficina faremos brincadeiras que exploram a comunicação e a escuta, depois de integrados, iniciaremos a confecção do brinquedo, momento em que crianças e adultos farão as escolhas estéticas, montarão e enfeitarão seus telefones de lata. Ao final da oficina teremos, claro, um momento para brincar os brinquedos. 5.Caixa de brinquedos, com o Coletivo Aqui que a gente brinca! Duração: 4h /Público: Livre /Vagas: Ilimitadas / Gratuito Esta ação pretende ser uma grande celebração, momento de encontro e de troca, após nossa pequena grande jornada. Brincantes e suas caixas. Brincadeiras oferecidas como brinquedos. Guardados: Encontros, memórias, encantos e surpresas...A “Caixa de Brinquedos” oferece ao público as delícias do brincar! é uma intervenção lúdica do Coletivo Aqui que a gente brinca! em que propõe uma aproximação à caixa onde são guardados os trecos, as bagunças, os pertences mais preciosos das crianças. Cada brincante ambulante leva em suas caixas, brinquedos para compartilhar e brincar com o público.

Objetivos

OBJETIVO GERAL • Ampliar o repertório de ações artísticas da Casa do Rio, com enfoque nas infâncias do território, valorizando a cultura do brincar e a arte como instrumentos de transformação social, ao estabelecer parceria com o coletivo "Aqui que a gente brinca!" e a "Companhia Giz de Cena", grupos consolidados por sua trajetória como artistas e educadoras brincantes que se apresentaram por diversos palcos do país, realizaram oficinas e projetos de relevância comprovada, militam pelo direito ao brincar, entendem a cultura lúdica e a arte como estratégias de transformação da realidade e defendem a criança como fazedora de sua própria cultura. • Promover uma troca de experiências sensíveis artísticas e lúdicas entre a Companhia Giz de Cena, o Coletivo Aqui que a gente brinca! e a população de municípios e comunidades do Amazonas. • Instrumentalizar famílias, educadores e cuidadores • Promover ações de formação e multiplicação nas áreas da arte e da infância • Atuar como agentes de incentivo à valorização da cultura lúdica local. • Multiplicar as ações afirmativas e contribuir na garantia dos direitos das crianças, com atenção à fase da primeira infância, relativos ao brincar e ao reconhecimento da cidadania infantil nos municípios de atuação do projeto. • Publicizar leis do ECA e seus adendos relacionados à primeira infância as quais devem nortear políticas públicas relativas ao brincar. • Estimular a vivência intergeracional no terreno da arte e da brincadeira. • Promover a conexão entre arte e brincadeira através de intervenções, espetáculos e oficinas. • Promover o entendimento da brincadeira como arte, por suas características criativas e pela inerência da interlinguagem artística no ato de brincar. • Promover o entendimento da brincadeira como cultura da infância. • Promover a cultura lúdica como etapa essencial no desenvolvimento humano. • Utilizar o espaço público como espaço de encontro lúdico e intergeracional. • Movimentar o mercado cultural infantil no estado do Amazonas. OBJETIVO ESPECÍFICO Sob a coordenação da Instituição Casa do Rio, o Coletivo Aqui que a gente brinca! e a Companhia Giz de Cena farão 5 (cinco) micro residências em quatro municípios e comunidades do Amazonas e na cidade de Manaus - locais de abrangência da atuação da Casa do Rio - no intuito de mobilizar a comunidade educadora, famílias, crianças e comunidade em geral, na prática e valorização da arte e da cultura lúdica através das ações mais potentes destes coletivos, adaptadas para a realidade local e com atenção especial a primeira infância e aqueles envolvidos nos seus cuidados. Queremos com isso, construir juntos um real compartilhamento dos saberes, tal como são edificados os projetos da Casa do Rio, instituição atuante na região há 10 anos. Cada micro residência terá duração de dois dias e comporta 4 ações: 1 (uma) apresentação artística da Companhia Giz deCena (Show- espetáculo- " Pé de Tudo", ou Jam "Toca pra Dançar"), ao cair da tarde do dia 1 - gratuito, livre e sem limitede público ; 1 (uma) oficina "OfiCenas" com a Companhia Giz de Cena, na manhã do dia 2 - gratuito e para educadoresda rede municipal, prioridade para os da educação infantil; 1 (uma) oficina "Oficina de brinquedos" com o Coletivo Aquique a gente brinca na tarde do dia 2 - gratuita, livre e aberta ao público;1 (uma) intervenção "Caixa de Brinquedos", como Coletivo aqui que a gente brinca!, na tarde do dia 2 - gratuita e também aberta a toda comunidade. Ao final das 3 (três) micro residências nas comunidades e pequenos municípios, reproduziremos este conjunto de ações 1(uma) vez em Manaus/AM, com intuito de ampliar o alcance do trabalho, apresentando o projeto na capital do estado. Talpassagem por Manaus tem também como objetivo alcançar outras camadas sociais e promover formação de público paradança e música infantil. Todas as atividades realizadas em Manaus serão igualmente gratuitas e terão mesmo público alvo. Haverá a distribuição gratuita do CD "Pé de Tudo" em todas as atividades do projeto (até 250 CDs por localidade).

Justificativa

A presente proposta se enquadra no Art. 1º da lei Nº 8.313/91 nos incisos:I - Contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da Cultura e o pleno execício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3º da lei Nº 8.313/91, no inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante, alínea e) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O presente projeto se propõe a atuar numa região riquíssima pela exuberante natureza e todo o conhecimento humano obtido da relação com ela, mas que carece de respeito a sua diversidade e estrutura para um desenvolvimento específico, protagonizado por seus habitantes. Eis aqui um projeto proposto por uma artista paulistana para comunidades e municípios do Amazonas. Queremos com ele encurtar distâncias e aproximar culturas, visibilizar infâncias e criar uma verdadeira troca de saberes através do estabelecimento de vínculos efetivos e aproximações sensíveis, no terreno da arte e da cultura da infância, entre adultos, educadores, brincantes, artistas, crianças e cuidadores de todas as idades. Rios de brincar Este projeto é resultado da parceria de mais de 10 anos entre a artista brincante Lia Mandelsberg, a instituição Casa do Rio e seu idealizador e gestor Thiago Cavalli, ancorada na confluência de suas trajetórias e visões sobre o papel da arte, da crítica e da sensibilidade como caminhos de transformação social. Lia Mandelsberg faz parte do conselho gestor da Instituição desde a origem da Casa e atuou pontualmente como colaboradora em alguns de seus projetos. Em 2018 realizou o projeto "Rua de Brincar" e trouxe a experiência da ocupação das ruas do coletivo Aqui que a gente brinca!, do qual faz parte, para as ruas do Careiro (Castanho)/AM, local sede da Casa do Rio. Mobilizaram-se famílias, crianças e jovens em torno dessa ação: uma experiência intergeracional de compartilhamento e valorização do brincar, da ocupação do espaço público e da intervenção artística do grafite. Em 2020 realizou-se a residência nomeada "Projeto sem nome" na Escola do Igapó. Fruto de um longo processo de parceria da comunidade da RDS Igapó Açu (Reserva de Desenvolvimento Sustentável vinculada às prefeituras de Manicoré e Borba/ AM) com a Casa do Rio, a escola surge como local de investimento a longo prazo para educação, área de extrema relevância para instituição. A residência (interrompida momentaneamente pela pandemia do Corona vírus) da artista Lia Mandelsberg, contou com vivências lúdicas e sensíveis com crianças, educadores e comunidade. Atualmente buscam, juntos, caminhos para construção de um projeto político pedagógico para escola, protagonizado pela comunidade educadora e balizado pela arte e pela atenção à cultura lúdica local. Nesta experiência foi possível, também, observar educadores e adultos e os saberes da comunidade. Trazem consigo um conhecimento rico e abundante, relacionado aos conhecimentos empíricos de relação com a natureza. Sabem das plantas, das árvores, da qualidade das madeiras. Sabem de construção, de fazer casas e canoas. Reconhecem frutas e árvores. Nadam, dirigem canoas, colhem açaí, fazem vinho de buriti. Sabem deixar crianças livres a brincar ou cuidá-las brincantes dentro de casa. Respeitam modos diversos de criar filhos e de levar a vida. Respeitam os mais velhos e escutam seus saberes. Sabem do comer, sobre caça e sobre a força de cada carne, cada bicho, cada planta. Colhem, pescam e vivem da floresta. Os mais antigos contam suas histórias e lendas sobre a força da vida, da atitude, sobre como agir com o mundo. O espírito da floresta, o respeito por ela e a importância dela vem mais da vida cotidiana que da condição contemporânea de sustentabilidade. Sobre as crianças, é bonito de ver a confiança que os adultos têm nelas, desde muito cedo já as vemos em sua autonomia, vão sendo estimuladas desde sempre. Criança pequena que não sabe nadar, vai até a beira do rio com o irmão e não entra n’àgua; recebe o café quente na xícara e aguarda sozinho esperando esfriar. Na saída da escola, crianças de 5 anos caminham sem adultos acompanhantes. Vão andando, pegam a balsa, atravessam o rio e chegam em casa enquanto os adultos da comunidade os seguem com olhos de cuidado. Todo esse modo de vida carrega em si características culturais que muitos dos estudos sobre desenvolvimento humano realizados nas cidades se debruçam e tentam estabelecer em escolas, centros educacionais, culturais e de convivência infantil: cuidado compartilhado dos curumins (modo como são chamadas as crianças na região), a corresponsabilidade deles pela comunidade e o respeito à criança como ser dotado de autonomia e capacidades de discernir seus limites a partir da sua experiência e fruição no mundo. Outras características observadas no Igapó Açu - que refletem o cotidiano de muitas comunidades do interior do Amazonas - se relacionam com pensamentos e tendências contemporâneas para desenvolvimento de pedagogias inovadoras, desenvolvimento social e combate à desigualdade. Pautados em estudos que vão desde a sociologia da infância até a neurociência, entre outros, salientam a importância do brincar na qualidade do desenvolvimento humano, a arte como interface de acesso as áreas do conhecimento e o contato com a natureza como fundamental para a compreensão do mundo e sua consequente construção e transformação. Já é mais que comprovado que crianças que brincam, exploram livremente os elementos da natureza e de seu entorno, e tem acesso à experiências sensíveis e artísticas, tornam-se adultos mais resilientes e inventivos. Mais que isso: apesar de muito nos referirmos a infância como fase que irá criar as condições para um adulto mais saudável e inteligente é importante reforçar que a criança, ao brincar, experimentar a si e ao mundo e criar, torna- se mais feliz, mais saudável e mais autônoma. A criança, entendida como cidadã e produtora de sua própria cultura, têm garantido seu espaço na sociedade, seus direitos e lugar de fala. E assim tem espaço para inventar e criar soluções para o seu mundo de agora. Respeitá-la e ampará-la na sua singularidade é, acreditamos, o primeiro passo para criarmos infâncias saudáveis e sociedades que a respeitem. Só assim elas serão, depois, adultos capazes de sucesso numa realidade apoiada em sustentabilidade, em respeito à diversidade e outras qualidades intrínsecas a este "novo mundo" que tanto almejamos. A criança de hoje não fará um novo mundo no futuro; as crianças de hoje estão fazendo agora o mundo no qual iremos todos viver, principalmente elas. Nada mais potente para criar possibilidades de novos mundos se não a arte. Notamos que apesar de extremamente criativos e recebendo grande estímulo corporal, pela própria natureza a que estão atrelados, as crianças e educadores das regiões citadas carecem de repertório artístico e também de um espaço de valorização, diálogo e tempo para dedicarem-se a compreensão de sua própria produção artística e brincante. O presente projeto almeja que juntos possamos olhar para essa tal brincadeira que cria e esse contato com a natureza que é arte, ao compartilhar nossas ações brincantes e artísticas com pessoas - crianças, jovens, adultos, idosos e educadores - nos enriquecendo também pelo intercâmbio cultural proporcionado por este encontro das regiões sudeste e norte do país.

Estratégia de execução

O projeto será realizado em alguns locais de difícil acesso, como por exemplo a Comunidade do Igapó ( munícipio de Borba), por isso a necessidade da locação de carros pickups 4x4 para transporte de elencos, equipe, instrumentos e objetos de cena. Para outros locais é possível o transporte ser feito de Van. ECAD - a Cia. Giz de Cena é autora, compositora de todas as músicas e na època de realização do projeto, será enviada a liberação. Impostos - Todos os prestadores de serviço, participantes do projeto, artistas, técnicos são MEI. Colocamos algumas despesas apenas em uma das cidades para conseguirmos descontos comprando material, ou negociando locação de equipamentos de uma só vez, o pacote. De acordo com o art. 2º, § 7º, o proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac estará dispensado da comprovação de atuação na área cultural, sendo este limitado ao valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). No entanto apresentamos o currículo Lia Mandelsberg Monteiro DRT:30455/SP Lia Mandelsberg é artista do corpo. Atua profissionalmente como bailarina contemporânea, educadora, professora de dança e ballet clássico para crianças. Permeia as áreas da educação somática, improvisação, criação em dança, arte educação e cultura da infância. Pesquisa e atua no universo das brincadeiras infantis como fonte de inspiração e estudo sobre a sociedade, o corpo, a criança e suas relações. Como artista educadora atua no terreno da arte como instrumento de transformação social, vivenciando e pesquisando as relações macro e micro no território da cidade, através de articulações e relações entre pessoas, instituições e projetos. Formação Acadêmica 2003/06 Graduação em Comunicação e Artes do Corpo com habilitação em dança – PUC / SP Experiência artístico-pedagógica 2020 Casa do Rio - Residência artística brincante em que desenvolve projeto de arte educação e formação de professores na escola do Igapó Açú - AM junto à instituição. 2013/16 - 2019 PIÁ (Programa de Iniciação Artística da Secretaria Municipal de Cultura) - Artista Educadora (2013) Coordenadora Artista Educadora (2014), Coordenadora de pesquisa Ação (2015/2016) e Artista Educadora (2019) do programa, que atende crianças de 05 a 14 anos. Atuou no CEU Guarapiranga, Vila do Sol , Butantã, Campo Limpo e na Casa de Cultura do Campo Limpo. 2010/2019 Clube A Hebraica – coordenadora e professora do curso de iniciação à dança e balé clássico para crianças de 03 a 14 anos. 2018/2019 Escola de Coluna (programa idealizado pela bailarina e quiropraxista Marinês Calori para pacientes do seguro DaVita, a escola é instrumento de redução de cirurgias de coluna. Orienta os pacientes sobre a função e estrutura da coluna e os instrumentaliza com atividades físicas específicas inseridas na vida cotidiana) - Integrante da equipe e educadora corporal 2012 a 2019 CASA 360º (Arte, Cultura, Convivência e Infância) - Integrante da equipe da casa; idealizadora e professora do curso “ Balé e Pés no chão” de consciência corporal, criação em dança e balé clássico para crianças (2012 a 2014 e 2019).

Especificação técnica

OfiCenas de Giz, com a Companhia Giz de Cena As “OfiCenas de Giz” nasceram da vontade de ampliar as maneiras de compartilhar o trabalho autoral e criativo que a Companhia Giz de Cena realiza há 13 anos. A companhia mergulha nos elementos artísticos intrínsecos à brincadeira para pesquisar e criar espetáculos de dança e música a partir desse movimento espontâneo da criança: o brincar! Inspiradas nas cenas dos espetáculos “Levadas da Breca”, “5 Dançadeiras...” e “Meio-dia Panela Vazia” e nas músicas autorais - em especial as contidas no CD "Pé de Tudo" foram organizadas uma série de 7 oficinas. Em cada uma delas há temas específicos relacionados aos três eixos da pesquisa: a brincadeira, a dança e a música como linguagens e o processo criativo. Para este projeto as oficinas foram organizadas com enfoque nos educadores, que poderão posteriormente utilizar as músicas do Cd para reproduzir as atividades com as crianças. As OfiCenas de Giz convidarão as e os educadores a jogar com seu próprio corpo, com o tempo e o espaço, com objetos e brinquedos sonoros no terreno da brincadeira e da criação. Ao construírem dinâmicas corporais, desenhos, formas e sons criam outras realidades para si e com os outros, novos riscos no espaço, novas Cenas de Giz. É também para a companhia uma oportunidade de enriquecer seu repertório a partir dos novos olhares para o trabalho. A brincadeira é a cultura da criança, é a sua linguagem. É através da brincadeira que ela conhece o mundo exterior (de pessoas, de coisas) e o mundo interior (de pensamentos, de emoções), e elabora mundos possíveis. A experiência do jogo, da brincadeira e da expressividade do corpo é fundamental para sua formação física e psíquica. No ato de brincar conquista qualidades de concentração, escolha, respiração, emoção, persistência, resistência física, flexibilidade, tônus, força, imaginação, relação, precisão… Ao nos tornarmos adultos, muitas vezes essa percepção adormece. Ao tocar o corpo do adulto, pretendemos não só dar instrumentos para trabalhar com crianças, mas despertar nele mesmo o espírito de pesquisa que há no brincar e na arte, para que ele, curioso, compartilhe sua experiência com as crianças, tanto na vida cotidiana, como no ambiente escolar e nas mais diversas áreas do saber. Haverá uma pré seleção e inscrição das e dos educadores, realizada pela Casa do Rio, dado o limite de vagas. Os objetivos da oficina são estimular a criatividade, a imaginação e o desenvolvimento psicomotor dos participantes; contribuir na ampliação do repertório de movimento e musical dos participantes; fomentar a cultura do brincar no território; possibilitar aos participantes conhecer novas maneiras de dançar; compartilhar a pesquisa e o repertório da Companhia Giz de Cena. Oficina de brinquedos, com o Coletivo Aqui que a gente brinca! Esta oficina é destinada a todos os interessados da comunidade, o limite de vagas estará condicionado apenas ao espaço e aos materiais disponíveis, no entanto o objetivo será atender 100% da demanda e trazer para o ambiente da oficina a perspectiva do brincar livre, do ir chegando quando quer e entrando na brincadeira. Oficina de Brinquedo é uma proposta de encontros para fazer e brincar do Coletivo Aqui que a gente brinca! criada a partir da experiência prática com a intervenção “Caixa de Brinquedos”, que mobiliza todas as idades com brinquedos extremamente simples. Ambas ações integram este projeto. Esta oficina é uma proposta de encontro ao redor da confecção de alguns dos mais singelos objetos da “Caixa...”, considerando esse fazer mais uma forma de acessar memórias, encantamento e as delícias que surgem no ato do brincar.Muitas memórias emergem da relação com o brinquedo e alcançam lembranças de lugares, gestos de brincar e os modos e materiais de que são feitos. Pés de lata, pião, telefone de lata são exemplos de brinquedos da cultura popular feitos a partir de objetos do cotidiano, transformados ludicamente pelo contato da criança com o mundo e sua relação com o universo do adulto.Fazer o brinquedo faz parte da brincadeira, conecta gerações, culturas e faz das “Oficina de brinquedo” uma experiência para todas as idades, em qualquer lugar do planeta. Como numa oficina de um velho ferreiro, confeccionaremos o brinquedo não só com as mãos. A transformação de objetos em brinquedos feita coletivamente cria gestos e sentidos. Tanto o velho ferreiro quanto o jovem aprendiz se constroem enquanto constroem seu brinquedo. Depois de prontos, teremos, é claro, um momento para que os brinquedos possam ser brincados! Proporcionando envolvimento, desafio, troca, afeto e alegria!

Acessibilidade

Acessibilidade Lembramos que os produtos culturais do projeto serão realizados em espaços que atendam ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei n° 10741, de 1° de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. 1 - Espetáculo O pé de Tudo ou Jam, Toca para Dançar Acessibilidade Física: Serão espaços públicos, geralmente planos, prioritamente lugares reconhecidos como de convivência portanto já normalmente frequentado pela comunidade e de fácil acesso para todas as idades inclusive portadores de deficiência. O projeto está previsto para localidades com muito pouco acesso ao saneamento básico mas sempre próximos a um local que funcione como base para fornecer suporte como acesso à banheiros por exemplo a Escola do Igapó ou a Escola Municipal Waldir Garcia, em Manaus. Acessibilidade Auditiva: Previsto em orçamento a participação do Intérprete de Libras (Lingua Brasileira de Sinais) nas ações realizadas na cidade de Manaus, garantindo assim o acesso de pessoas com deficiência auditiva ao produto cultural Acessibilidade Visual: Prevista em orçamento equipe /equipamento de audiodescrição ao vivo, nas ações realizadas na cidade de Manaus, para garantir o acesso de público com deficiência visual também a este produto cultural. 2- Oficinas Oficenas Acessibilidade Física: Serão espaços públicos, geralmente planos, prioritamente lugares reconhecidos como de convivência portanto já normalmente frequentado pela comunidade e de fácil acesso para todas as idades inclusive portadores de deficiência. O projeto está previsto para localidades com muito pouco acesso ao saneamento básico mas sempre próximos a um local que funcione como base para fornecer suporte como acesso à banheiros por exemplo a Escola do Igapó ou a Escola Municipal Waldir Garcia, em Manaus. Acessibilidade Auditiva: Previsto em orçamento a participação do Intérprete de Libras (Lingua Brasileira de Sinais) nas ações realizadas na cidade de Manaus, garantindo assim o acesso de pessoas com deficiência auditiva ao produto cultural Acessibilidade Visual: Prevista em orçamento equipe /equipamento de audiodescrição ao vivo, nas ações realizadas na cidade de Manauas, para garantir o acesso de público com deficiência visual também a este produto cultural. 3- Intervenção Caixa de Brinquedos Acessibilidade Física: Serão espaços públicos, geralmente planos, prioritamente lugares reconhecidos como de convivência portanto já normalmente frequentado pela comunidade e de fácil acesso para todas as idades inclusive portadores de deficiência. O projeto está previsto para localidades com muito pouco acesso ao saneamento básico mas sempre próximos a um local que funcione como base para fornecer suporte como acesso à banheiros por exemplo a Escola do Igapó ou a Escola Municipal Waldir Garcia, em Manaus. Acessibilidade Auditiva: Previsto em orçamento a participação do Intérprete de Libras (Lingua Brasileira de Sinais) nas ações realizadas na cidade de Manaus, garantindo assim o acesso de pessoas com deficiência auditiva ao produto cultural Acessibilidade Visual: Prevista em orçamento equipe /equipamento de audiodescrição ao vivo, nas ações realizadas na cidade de Manauas para garantir o acesso de público portador de deficiência visual também a este produto cultural.

Democratização do acesso

Democratização do acesso 1 - Espetáculo O pé de Tudo ou Jam, Toca para Dançar Produtos Culturais atendem ao artigo 21 da IN 2/2019 VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil e infantojuvenil; 2- Oficinas Oficenas Produto Cultural atende ao artigo 21 da IN 2/2019 VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil e infantojuvenil; 3- Intervenção Caixa de Brinquedos Produto Cultural atende ao artigo 21 da IN 2/2019 VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil e infantojuvenil; Como forma de atender ao disposto no Artigo 22 da IN nº 2/2019 nosso projeto propoe ao público participar presencial e gratuitamente, de todas as etapas da montagem dos espetáculo: montagem cênica, passagem de som, ensaio técnico, apresentação e desmontagem. Garantimos que estas ações formativas culturais serão oferecidas obrigatoriamente a professores e alunos de qualquer nível e que pelo menos 50% serão de instituições públicas de ensino. Ação de Ampliação de acesso Vivência de Coxia / Bastidores - Coordenação: Carmin Mandelsberg e Claudio Blanco 25 jovens interessados em acompanhar todo o processo da realização / produção do espetáculo, desde a chegada das equipes até a desmontagem, a saber: montagem do mapa de palco, instrumentos, equipamento de áudio, passagem de som, ensaio técnico, rotina das artistas ( maquiagem, aquecimento, figurino). Critério de seleção: primeiros inscritos.

Ficha técnica

Ficha Técnica Proponente/ Coordenação Geral: Lia Mandelsberg Monteiro Concepção/Idealização: Lia Mandelsberg Monteiro Coordenação: Casa do Rio Direção de Produção: Carmín MandelsbergProdução Executiva: Lívia ImpérioCoordenador Técnico: Cláudio Garcia BlancoColetivo aqui que a gente brinca: Juliana Ferreira Leme, Juliana Bueno, Thiago Fermino, Lia MandelsbergCompanhia Giz de Cena: Nô Stopa, Christina Boch, Thata Ozetti, Livia Imperio, Lia Mandelsberg, Gisele PenafiereDesigner de Comunicação: Drika PratesSocial Media Manager: Nathalia DangeloAnalista de mídia Digital: Gabriel MoronVídeoMaker/Fotográfa: Danila Bustamente Lia Mandelsberg - Idealizadora do projeto, proponente com enquadramento MEI, além de ser a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, exercerá as funções e receberá através dos itens orçamentários: Bailarinos, Performance Artística, Cias. Escolas de Dança ( Oficinas) - atua profissionalmente como bailarina contemporânea, arte educadora, professora de dança para crianças. Permeia áreas da educação somática, improvisação, criação em dança, arte educação e cultura da infância. Pesquisa e atua no universo das brincadeiras infantis como fonte de inspiração e estudo sobre a sociedade, o corpo, a criança e suas relações. É professora e coordenadora pedagógica do curso de balé para crianças no clube A Hebraica desde 2009. Atuou, de 2013 a 2016 e 2019 no PIÁ, programa de iniciação artística (SMC/SP) como artista educadora e coordenadora trabalhando no terreno da arte como instrumento de transformação social, atuando nas relações macro e micro de territórios da cidade, através de articulações entre pessoas, instituições e projetos. Integra Escola de Coluna (mini curso na DaVita Seguros/coord. Marines Calori). Integrou o Centro de estudos e ensino do balé idealizado por Zelia Monteiro até 2017. Atualmente desenvolve projeto de arte educação e formação de professores na escola do Igapó Açú - AM junto à Casa do Rio. Integra a Cia Giz de Cena e do coletivo “Aqui que a gente brinca!”. Fez “Deslocamentos”, de Marta Soares (2014/2015); integrou a companhia até 2018. Integra o coletivo Kazunji de maurício Badé. Estudou ballet com Zelia Monteiro e técnica Klauss Vianna com Marines Calori, além de cursos livres de técnicas somáticas. (contato e improvisação, Bartenieff, Beziérs, BMC, Clown ). A Casa do Rio organização sem fins lucrativos, surge em 2011, com atividades voltadas para educação de base/rio Tupana - Careiro/AM. . Em 2014 formaliza sua existência e diversifica suas atividades ampliando a atuação para a sede do Careiro abrangendo o trecho norte da rodovia BR 319. Sua a estratégia consiste na ampliação das capacidades dos atores e comunidades, na produção e no compartilhamento de conhecimento e no apoio ao desenvolvimento sustentável das cadeias de valor nos territórios, aproveitando as vocações e o manejo dos recursos locais. Também em democratizar o acesso da sociedade às riquezas da Amazônia, ao passo que conserva os modos de vida das populações locais. Oferece formações que visam o desenvolvimento de capacidades, a garantia de direitos, a formação de lideranças, o estímulo ao protagonismo, ao empreendedorismo, à conservação ambiental e à sustentabilidade. Estimulam a formação e o fortalecimento de redes de jovens, de mulheres e agricultores familiares(1º lugar no prêmio Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente/2015;articulação da RETA (Rede Transdisciplinar da Amazônia) e do Fórum Permanente da BR 319, em parceria com Ministério Público Federal; 3º lugar do Prêmio Itaú-Unicef/ 2018; certificação da Fundação Banco do Brasil/2019. Carmín Mandelsberg Atualmente na NonStop Produções empresa de agenciamento de carreira dos grandes Influenciadores Digitias, produtora e agenda responsável pelas tournês nacionais e internacionais, está no planejamento e produção cultural desde 1980. Atuou na aplicação de projetos na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. // Projetos na área de formação cultural: inauguração e programação de Oficinas Culturais da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo / Implantação de cursos de teatro, música e artes plásticas nas escolas da rede pública estadual. Fez Direção de Produção e Produção Executiva de espetáculos de renomados atores e diretores. // Criação e formatação de projetos culturais para as leis de incentivo à cultura , Captação de Recursos e Prestação de contas. // Há 18 anos faz produção local em São Paulo para todos os espetáculos e eventos do Grupo Galpão (BH). Aqui que a gente brinca! (Contemplados pelo Programa da SMC - SP VAI 1 em 2013/14/15 e VAI 2 em 2017 e a Companhia Giz de Cena ( contemplados pelo II e IX edital do Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo e ProAc n. 05 e 19), são grupos consolidados por sua trajetória como artistas e educadoras brincantes que se apresentaram por diversos palcos do país, realizaram oficinas e projetos de relevância comprovada, militam pelo direito ao brincar, entendem a cultura lúdica e a arte como estratégias de transformação da realidade e defendem a criança como fazedora de sua própria cultura. Companhia Giz de Cena é um núcleo de pesquisa e criação em artes cênicas para público infantil. A proposta da companhia é trabalhar a partir do universo da criança (brincadeiras, cantigas, jogos,histórias) e criar espetáculos onde a dança dialogue com outras linguagens artísticas (teatro, música, artes visuais e palhaço). Iniciaram suas atividades em 2005, com as 1as apresentações do espetáculo "Levadas da Breca". O 2o espetáculo da Cia., “5 Dançadeiras... Peiras Meiras Dimofeiras Seracoteiras” (2008), foi realizado com apoio do Programa Municipal de Fomento àDança de São Paulo (II edital). O projeto AQUIACOLÁ, contemplado pelo IX edital do Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo, consistiu na criação do espetáculo inédito “Meio-dia Panela Vazia”.Em 2009/10 o projeto “5 DANÇADEIRAS POR SP” , contemplado pelo edital n. 17 do ProAc (Programa de Ação Cultural do Estado de SP), consistiu na circulação do espetáculo “5 Dançadeiras...”, na capital e interior do estado. Em 2013 a Cia. realizou o projeto “Meio-dia, Panela Vazia”, contemplado pelo edital n. 05 do ProAc (Programa de Ação Cultural do Estado De SP), para circulação do espetáculo de mesmo nome pelo interior. Em 2015 a Cia criou a Jam“Toca pra Dançar”. Nessa jam, músicas e cenas do repertório da cia foram selecionadas para embalar a plateia, com música ao vivo e improvisos de dança-teatro. Livremente o público é convidado a dançar, interpretar, brincar ou simplesmente assistir.Desde 2005 a Cia. apresenta-se em diversas cidades do Estado de São Paulo, em programas como a Virada Cultural, Virada Paulista, Recreio nas Férias e SESCs . Os espetáculos favorecem uma interação prazerosa entre crianças e adultos que são convidados a participar à sua maneira. Prestes a completar 13 anos a Companhia Giz de Cena lançou, em junho de 2018 o CD “Pé de Tudo”, primeiro disco autoral que reúne músicas de cada espetáculo de seu repertório. O disco foi produzido em parceria da Companhia com o premiado produtor musical Paulo Lepetit, com gravações iniciadas em dezembro de 2017 no estúdio Outra Margem em Sp. O CD deu origem ao também “Pé de Tudo”, Show-espetáculo de música, teatro e dança para crianças, trazendo como fio condutor o acesso a plateia através das brincadeiras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.