| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09346601000125 | B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO | 1900-01-01 | R$ 315,0 mil |
Publicar um livro,ricamente ilustrado, que resgate a história da economia brasileira com a chegada do mercado de ações, o surgimento da primeira bolsa de valores no país até os dias atuais.Queremos mostrar como a presença do mercado de ações impactou e impacta na prosperidade do Brasil e no desenvolvimento sociocultural.
A obra, com edição de 2.000 exemplares, no formato 21x25 cm, 144 páginas e cerca de 80 imagens visa a divulgar a história econômica brasileira e fatos marcantes ao longo da trajetória dos ciclos econômicos, o processo de industrialização, o surgimento das sociedades anônimas e do dinamismo da sociedae brasileira para estudantes do ensino médio e universitários, professores, profissionais das áreas de história, sociologia, fotografia, ciências econômicas, e leitores interessados no assunto. Buscamos levar acesso ao conhecimento, a cultura e a história econômica do Brasil para o maior número de leitores possível.
Objetivo Geral Realizar ricamente ilustrado com rica iconografia e textos de autores especialistas em suas áreas de atuação sobre a expedição de Fernão de Magalhães e Juan Elcano, que realizou a primeira circum-navegação da história, descobrindo o caminho para as Índias e assim estabelecendo uma inédita rota de comunicação em escala global. Objetivo Específico Produzir um livro 21 x 25 cm, cerca de 80 imagens e 144 páginas, com 2000 exemplares, que divulgue a história econômica brasileira e fatos marcantes ao longo dessa trajetória para estudantes do ensino médio e universitários, professores, profissionais das áreas de história, sociologia, fotografia, ciências econômicas, e leitores interessados no assunto. Visamos levar acesso ao conhecimento, a cultura e a história econômica do Brasil para o maior número de leitores possível. Promover o conhecimento e a valorização da nossa história para estudantes do ensino médio e universitários, profissionais, professores, nas áreas de história, sociologia, fotografia, ciências econômicas, e leitores interessados no assunto, buscando assim atingir aos incisos: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória presentes no Art. 1º da Lei 8313/91, alcançando os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Segundo alguns historiadores, a origem das bolsas de valores remonta ao collegium mercatorum da Roma antiga; segundo outros, as bolsas de valores se desenvolveram a partir do empórion (praça do comércio marítimo), da Grécia antiga ou dos funduks (bazares palestinos), onde os comerciantes se reuniam para tratar de negócios. Mas, certamente, na sua origem todos esses mercados tinham características muito diferentes das bolsas atuais. No Brasil, o então presidente Emílio Rangel Pestana fundou a Bolsa Livre em 23 de agosto de 1890. A política do encilhamento, plano econômico de Ruy Barbosa, no entanto, causou grande crise de crédito e acabou por ocasionar o fechamento da Bolsa Livre em 1891. Depois dessa derrota para a então nascente bolsa de valores brasileira, em 1895, nascia a Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo. Quarenta anos depois, ela foi transferida para o Palácio do Café, no Pátio do Colégio, no Centro da capital paulista. Foi justamente em 1935 que ela passou a se chamar Bolsa Oficial de Valores de São Paulo e em 1967, passou a se chamar de Bovespa, a Bolsa de Valores de São Paulo. Mas a Bovespa não era a única bolsa do Brasil naquela época. No início da década de 60, havia uma bolsa de valores por estado. Eram controladas pelas respectivas secretarias estaduais de finanças e eram entidades oficiais corporativas. Mas, em meados, de 1965, todas elas se desvincularam da coisa pública e passaram a ser associações civis sem fins lucrativos: estavam por conta própria, regulando-se com autonomia financeira e administrativa. É difícil imaginar a B3, única bolsa de valores brasileira, sem ter a importância que tem hoje. Na realidade esse posto era ocupado pela Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Durante a ditadura militar, houve a crise econômica de 1970 e a bolsa de São Paulo começou a ganhar destaque cada vez maior. Foi em 2000 porém que as duas bolsas, do Rio e de São Paulo, trataram de iniciar a unificação das nove bolsas então ativas no Brasil. Além das duas: Minas-Espírito Santo, Brasília, do Extremo Sul, de Santos, da Bahia-Sergipe-Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba, do Paraná e a Bolsa Regional. O ano de 2007 foi marcado pela abertura de capital da Bovespa, que passou a ter suas ações negociadas também. E, finalmente, em 2008, foi celebrada a união com a Bolsa de Mercadorias e Futuros. A instituição passou a se chamar BM&FBovespa. Finalmente, em 2017, a BM&FBovespa se uniu à Cetip, criando-se assim B3 (Brasil, Bolsa, Balcão). Curiosamente, o nome do principal índice da bolsa brasileira permanece o mesmo (Ibovespa - Índice Bovespa), pela popularidade e pelo reconhecimento da marca. Este livro propõe uma leitura da história econômica brasileira buscando compreender as suas características e práticas do passado, presente, visando a construção de um futuro próspero, de maior desenvolvimento sociocultural e sustentável.
livro Tiragem: 2500 exemplaresImagens: cerca de 80formato: 21 x 25 cmmiolo: 144 páginas impressas a 4 x 4 cores, em papel eurobulk 135 gr. capa: capa dura revestida em couche 150gr, com verniz totalguardas em colorplus 180 gr Banner Formato 90 x 60 cm 4 coresacabamento: com lona e tubete Audiolivro: CD mp3
O livro será distribuído para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty, além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento e Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil. Idosos acima de 60 anos terão desconto de 20% (sobre o preço de capa) na compra do livro feita diretamente na editora. Será produzido um audiolivro da publicação que será doado para a "União dos cegos no Brasil", empresa sem fins lucrativos situada no Rio de Janeiro. Através dessa doação será possível a disponibilização do conteúdo do livro para grande parte dos cegos no Brasil. Livro Acessibilidade física: as livrarias vendem os exemplares pela internet e muitas tem medidas de acessibilidade no estabelecimento Acessibilidade para deficientes visuais:será produzido um audiio livro Acessibilidade para deficientes auditivos:não se aplica. O livro pode ser lido. Contrapartida Social - Palestra Acessibilidade física:a palestra será realizada em escolas ou ONGs que tenham acesso para pessoas com problema de mobilidade. Acessibilidade para deficientes visuais:as palestras podem ser ouvidas Acessibilidade para deficientes auditivos:teremos uma pessoa de libras para os deficientes auditivos
Atendendo ao art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Realizaremos uma palestra com o autor do livro voltada para uma escola pública do estado, que poderá ser utilizada para a realização de programas paradidáticos voltados aos jovens de ensino médio. Atendendo a Seção III, art. 22 § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneáciários, a critério do proponente. prevemos realisar uma palestra com um dos autores da obra, abordando a importância e valorização da história do nosso país, conscientizando os ouvintes a respeito da preservação da nossa memória e do nosso patrimônio histórico. Esta palestra será direcionada preferencialmente a uma instituição de ensino público no Estado do Rio de Janeiro em área vulneráveil, tendo como público estudantes e professores do ensino médio. Estimamos alcançar no mínimo 200 jovens com a ação.
Andrea Jakobsson Estúdio (coordenacão geral) Andrea Jakobsson Estúdio Editorial tem em seu catálogo a publicação de mais de 100 livros, com foco em história do Brasil e do Rio de Janeiro e em meio ambiente. Já recebeu quatro prêmios Jabuti como melhor produção editorial. Em 2010, recebeu o Prêmio Livro do Ano da Academia Brasileira de Letras na área de estudos sociais. Andrea Jakobsson Estúdio exercerá as atividades de coordenação geral, orientando a produção tanto em relação ao conteúdo e às propriedades gráficas do projeto quanto ao cronograma físico-financeiro.O processo decisório é de sua responsabilidade, não sendo delegada a terceiros qualquer etapa de gestão do projeto. MaisArte Marketing Cultural - Jacqueline Menaei (coordenação editorial) Jacqueline Menaei nasceu no Rio de Janeiro em 1972. Fundadora da MaisArte, é pós graduada em marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou , durante 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. Autor convidado (texto e organização) Vamos convidar um especialista, que seja referência em história econômica brasileira, para elaborar o texto desta obra.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.