| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 60318797000100 | Astra Zeneca do Brasil | 1900-01-01 | R$ 800,0 mil |
O projeto visa a realização de uma exposição de artes, história e ciências sobre a trajetória feminina na história da ciência e da produção de conhecimento, a partir de exemplos concretos de contribuições de mulheres nas áreas da ciência, humanas e tecnológica. A exposição possuirá cerca de 200m², e será realizada na cidade do Rio de Janeiro, em local a ser definido quando da etapa de pré-produção. A partir de uma pesquisa histórica, objetos de acervos diversos fotografias, arte contemporânea e cenografia, pretende-se construir uma narrativa expográfica acessível que expõe a relevância das mulheres nas ciências, tirando-as da sub-representação para colocá-las como protagonistas na história da ciência, valorizando os seus feitos, pesquisas trajetórias etc. Prevê-se também ação de formação cultural, com visita mediada especial para alunos e professores da rede pública de ensino.
"Nós - Arte e Ciência por Mulheres" é uma exposição de artes e ciência que apresenta a relevância histórica de mulheres no campo da ciência e da produção de conteúdo informativo. Com cerca de 200m², e duração de 03 meses, a exposição convida o público a conhecer o trabalho de figuras femininas que revolucionaram a ciência, mas que foram negligenciadas e silenciadas quanto ao reconhecimento de seus trabalhos. O projeto de exposição conta com a consultoria de Magali Romero Sá, doutora em filosofia e história ciência pela universidade de Durhan na Inglaterra, sendo o projeto expográfico e curadoria do estúdio M’Baraká, que atua na produção cultural carioca há 16 anos, produzindo diversos projetos de exposição e educação patrimonial.Com entrada gratuita, a exposição "Nós - Arte e Ciência por Mulheres" será realizada em março de 2023, no Paço das Artes, localizado na cidade de São Paulo - SP. O projeto busca fomentar o debate sobre a igualdade de gênero, além de promover a democratização do acesso a conteúdo diversos produzidos pelas instituições de ensino e pesquisa, através de uma narrativa acessível e linguagem artística, apresentando também a interseção do tema entre ciência e artes.
Objetivo Geral: O projeto visa a realização gratuita de uma exposição de artes, ciências e história, com cerca de 200m² e duração de cerca de 03 meses, no Paço das Artes, localizado na cidade de São Paulo - SP. A exposição tem como objetivo apresentar e valorizar a relevância histórica de mulheres que revolucionaram os campos das ciências, humanas e tecnologia. Com isto, o projeto prevê a criação de uma experiência expográfica que democratize o acesso às conquistas e contribuições femininas ao longo da história do progresso científico. A narrativa se concentrará em ilustrar o caminho percorrido por mulheres que na maioria das vezes tiveram suas conquistas profissionais silenciadas e negligenciadas, mesmo com trabalhos relevantes de utilidade pública e aderidos pela sociedade. Objetiva-se também discutir o papel das instituições científicas enquanto fonte de acesso ao conhecimento científico e sua responsabilidade histórica na tão almejada e hoje copiosamente discutida igualdade de gênero. O projeto expográfico e curadoria serão do estúdio M’Baraká, que há 16 anos atua no cenário da produção cultural carioca, realizando projetos diversos que promovem a inclusão e experiências positivas e relevantes. O projeto contará também com a consultoria de Magali Romero Sá, Doutora em filosofia e história da ciência pela Universidade de Durhan na Inglaterra. A realização da exposição tem por finalidade:- Dar visibilidade e valorizar a vasta produção científica desenvolvida por mulheres ao longo da história, além de colocar em debate o fazer artístico e científico da mulher e sua representação em instituições de acesso ao conhecimento;- Colocar em foco o papel do museu e das instituições científicas com relação à igualdade de gênero, discutindo também a importância do acervo dessas instituições e seu protagonismo frente à democratização do acesso ao conhecimento;- Apresentar a liderança e protagonismo feminino na produção científica contemporânea em diferentes áreas do conhecimento;- A curto prazo, o projeto pretende fomentar o debate sobre igualdade de gênero, presente nas mais diversas áreas de atuação, e também promover uma melhoria na autoestima da população feminina através da representatividade e identificação. Desta forma, projeta-se a democratização do acesso à informação como meio à construção coletiva de soluções positivas em escala comunitária, seja no âmbito psicológico quanto no espacial da cidade. - A longo prazo, a exposição pretende se firmar como referência em metodologia para comunicação da ciência a partir de pesquisa artística, apresentado em seminários futuros de museologia, educação, memória social, dentre outros.Objetivos Específicos:- Atingir um público de cerca de 5.000 pessoas com a exposição; - Atingir 500 alunos e/ou professores, com a ação de contrapartida social (visitação mediada especial para alunos e professores da rede pública de ensino), com disponibilização de transporte e lanche para os beneficiários deste produto- Gerar interesse da mídia a fim de ter um retorno estimado em cerca de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais) em mídia espontânea;- Impulsionar a divulgação do projeto na mídia a partir de contratação de assessoria de imprensa especializada;- Fazer um registro fotográfico e videográfico da exposição, a fim de promover e difundir a proposta cultural.- Promover a Secretaria Especial da Cultura e o Governo Federal com a aplicação das marcas nas peças de divulgação do projeto.
Em artigo publicado ao jornal El País, "O relicário de uma pandemia" em 09/08/2020, a antropóloga Debora Diniz faz uma reflexão social, econômica e cultural sobre o atual cenário de pandemia do Covid-19, apresentando também a sua prospecção esperançosa de um mundo pós-pandêmico que não se baseia na "normalização" de problemas estruturais: "Não pode haver retorno a um 'novo normal’, pois a naturalização do normal é um apagamento de injustiças, tais como a violência contra as mulheres na casa, o racismo estrutural ou o genocídio dos povos indígenas (...)De onde animo minha esperança? Da emergência de uma solidariedade feminista. A solidariedade parte do desalento do luto e se move para a criação de novas formas de coexistência no comum. O paradigma da imunidade neoliberal do indivíduo não nos salvará como coletividade: a pandemia nos mostrou como somos interdependentes e, tão importante quanto, como o cuidado é uma atividade relacional que nos define como humanos que desejam a transformação. A experiência física do desalento, vivido pelos corpos desde as particularidades de suas existências no tempo e no espaço do falso normal, é o que nos moverá para o giro de transformação."O projeto de exposição de artes ciência e história "Nós - Arte e Ciência por Mulheres" tem por objetivo trazer o debate sobre a igualdade de gênero ao ambiente das galerias de Museus e Centro Culturais de grande visibilidade da cidade do Rio de Janeiro. Com objetivo central de democratizar o acesso ao conteúdo histórico produzido por mulheres nas áreas da ciência, humana e tecnologia, representando-as com a devida visibilidade e protagonismo que seus trabalhos e conquistas requerem; prevê-se a sensibilização do público feminino pela representatividade e consequente identificação, bem como ao público masculino a comoção para valorização do papel da mulher na construção do saber na sociedade.O que se pretende com a exposição é traçar um panorama abrangente cujo argumento reside na questão do poder enquanto controle, onde só quem tem acesso ao conhecimento é quem detém o poder. Os museus, por exemplo, foram criados para reforçar o poder dos soberanos e criar narrativas em favor da moral de uma sociedade hierárquica. Diagnosticar a situação passada das mulheres no conhecimento científico, e os reflexos deste passado sobre o presente, representa o primeiro passo no sentido de avaliar os avanços e as dificuldades encontradas pelas mulheres em sua busca por afirmação profissional em terrenos tradicionalmente ocupados por homens.Historicamente, o acesso e a detenção do conhecimento concentram-se em um determinada classe social, a exemplo do clero, a monarquia e mais tarde a sociedade burguesa. Da mesma forma, também a desigualdade de gênero é histórica. O que se espera, no entanto, e muito desse cenário se deve ao atual enfrentamento da pandemia do Covid-19, é a compreensão de uma nova ordem social, uma que já vinha sendo delineada pelas mulheres, que vai além do estado nação e cuja atualização, numa visão otimista, reside na solidariedade, cooperação global, interdependência, proteção social e política de amparo.A responsabilidade é principalmente dos agentes de cultura que estão na ponta das atividades experimentais que possibilitam a criação destes cenários de acesso. É neste sentido que entendemos o projeto como uma contribuição de peso à compreensão e construção desse novo cenário em que o poder ganha novas medidas e os valores se reinventam, sendo de extrema relevância a sua execução pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais.Desta forma, O projeto "Nós - Arte e Ciência por Mulheres" se enquadra nos incisos destacados abaixo, do art.1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto "Nós - Arte e Ciência por Mulheres" também atinge os seguintes objetivos do art.3º da referida Lei:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Não se aplica
Exposição – Produto PrincipalMetragem: cerca de 200 m²Duração: cerca de 03 mesesIngresso: gratuito Local: Paço das Artes (R. Dr. Albuquerque Lins, 1345 - Higienópolis, São Paulo - SP, 01230-001)Estreia: março de 2023Classificação: LivreContrapartida social (produto secundário):Formato: visita mediada especial à exposição de artes e ciência (produto principal), com garantia de transporte e distribuição de lanches aos beneficiários desta atividade, a fim de promover a democratização do acesso à ação em questão. Público-alvo: alunos e professores da rede pública de ensino e/ou grupos sociais, de 07 a 16 anos (infanto juvenil)Quantidade de beneficiários:500 pessoasIngresso: gratuitoPeríodo: as atividades de contrapartida social serão realizadas durante o período em cartaz da exposição, que tem duração média de 03 meses, e estreia prevista para março de 2023.
A proponente buscará a contratação do serviço de consultoria em acessibilidade, para melhor aplicação das medidas de acessibilidades propostas pelo projeto cultural:1- EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade física: - O projeto será realizado em Museu que possui medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, tais como rampas, elevadores e sanitários acessíveis.- Adoção do conceito de desenho universal para elaboração de uma expografia acessível ao visitante, sem barreiras físicas para garantir a autonomia de circulação no espaço expositivo. O mobiliário expositivo contará com altura e inclinações adequadas para visualização de pessoas com cadeira de rodas, baixa estatura e crianças pequenas. Acessibilidade para deficientes visuais: - Desenvolvimento de recursos multissensoriais, para explorar os demais sentidos que permitem também uma leitura da exposição e do conteúdo proposto (exemplos: objetos táteis, recursos olfativos e ambientações sonoras nas salas)- Produção de mapa ou obra tátil- O proponente também se atentará ao tamanho dos caracteres e uso de contrastes nos painéis expositivos, a fim de facilitar a leitura dos textos propostos- Produção de áudio guia e/ou audiodescrição, em caso de captação total Acessibilidade para deficientes auditivos: - Aplicação de Legendas descritiva ou janela de libras nas obras de vídeo com áudio- O proponente buscará também a contratação de educadores que saibam a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) para mediação da exposição, quando necessário e solicitado pelo visitante. 2- CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: - O projeto será realizado em Museu que possui medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, tais como rampas, elevadores e sanitários acessíveis.- Adoção do conceito de desenho universal para elaboração de uma expografia acessível ao visitante, sem barreiras físicas para garantir a autonomia de circulação no espaço expositivo. O mobiliário expositivo contará com altura e inclinações adequadas para visualização de pessoas com cadeira de rodas, baixa estatura e crianças pequenas. Acessibilidade para deficientes visuais: - Os monitores contratados pelo projeto vão explorar nas visitas medidas os recursos multissensoriais propostos na exposição.- Produção de mapa ou obra tátil- O proponente também se atentará ao tamanho dos caracteres e uso de contrastes nos painéis expositivos, a fim de facilitar a leitura dos textos propostos Acessibilidade para deficientes auditivos: - Aplicação de Legendas descritiva ou janela de libras nas obras de vídeo com áudio- O proponente buscará também a contratação de educadores que saibam a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) para mediação da exposição, quando necessário e solicitado pelo visitante.
EXPOSIÇÃO DE ARTES:A exposição "Nós - Arte e Ciência por Mulheres" será realizada com entrada gratuita no Paço das Artes, localizado na cidade de São Paulo - SP, com duração de cerca de 03 meses e estreia prevista para março de 2023. Prevê-se atingir um público de no mínimo 5 mil visitantes, durante o período em cartaz da exposição. Ademais, para atender ao art.21. da Instrução Normativa nº 02/2019, como medida de ampliação do acesso será adotada o seguinte inciso do presente artigo:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no §2º do art.22;IV – Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;CONTRAPARTIDA SOCIAL:Como ação de formação cultural, e para atender ao art.22. da Instrução Normativa nº 02/2019, a produção disponibilizará transporte e lanche para 500 professores e estudantes da rede pública de ensino e grupos de projetos socioculturais (o equivalente a 10% do público previsto pelo projeto), em um atendimento especial com visita mediada pelos educadores à exposição. O público-alvo dessa ação são alunos e professores da rede pública de ensino e/ou grupos sociais, de 07 a 16 anos (infanto-juvenil). A produção vai priorizar as escolas e/ou grupos que geograficamente são mais distantes do local de realização da exposição, de forma a auxiliar na democratização do acesso ao projeto. Ademais, para atender ao solicitado no art.21. da Instrução Normativa nº 02/2019, como medida de ampliação do acesso serão adotados os incisos do presente artigo: IV – Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Estúdio M’Baraká (proponente) Há 14 anos o estúdio M’Baraká atua na produção cultural, com a realização de projetos em diversas áreas artísticas, e reconhecimento pela abordagem popular e provocativa nas experiências expositivas e culturas criadas, a partir da multilinguagem com abordagem crítica, criativa e multidisciplinares. Especialmente na área de exposições, o estúdio já realizou mais de 15 mostras, em todas atuando nas etapas acima citadas. Algumas delas: - Darwin, Origens & Evolução (2019 - Museu do Meio Ambiente, Rio de Janeiro) / Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei 8.313/91) - Expedição Coral (2018 - Museu Nacional, Rio de Janeiro) - Galeria Pop Up CRAB (2018 - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - CRAB) - Quando o mar virou Rio (2017 - Museu Histórico Nacional ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS - Feito Aqui (2017 - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - CRAB) - Tropicália - um disco em Movimento (2017 - CCBB RJ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS - Rolé pelo Rio Hackeado (2015 / 2016 - Museu do Amanhã) / Lei Federal de Incentivo à Cultura- Lei 8.313/91 - Exposição Design e Utopia dos Jogos (2016 - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - CRAB, RJ) - Se Liga - Arte, Ciência e Imaginação (2015 - CCBB RJ) / Lei Municipal de Incentivoà Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS - Virei Viral (2013/2014 - CCBB RJ) / Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS O proponente atua em campos estratégicos de todas as etapas de trabalho do projeto, de forma a assegurar a execução e entrega do produto proposto, tais como: direção artística, direção de produção, curadoria, expografia, design, coordenação de conteúdos e coordenação administrativa. Isabel Seixas (Curadora / Coordenação de Produção) Formada em Produção Cultural – UFF, Isabel é sócia fundadora da M’Baraká, onde atua prioritariamente na área de desenvolvimento de conteúdos e projetos. Em todos os projetos expositivos do estúdio, Isabel Seixas atua desde a etapa de definição temática e de conteúdo, e gerencia as etapas de pesquisa, curadoria e criação de conteúdo. Isabel sempre atuou diretamente na pesquisa e criação de conteúdos visando a narrativa da exposição. Com uma formação múltipla, que incluiu a iniciação nas graduações de economia (UFF) e Ciências Sociais (UFRJ), a posterior formação em Produção Cultural (UFF), pós-graduação em Marketing de entretenimento na ESPM-RJ e cursos livres como “Formação Livre em Roteiro, na Academia Internacional de Cinema, Isabel tem como habilidade principal a pesquisa e criação de narrativas para exposição de conteúdos diversos e no desenvolvimento de storytelling para diferentes suportes. Diogo Rezende (Direção de Arte e Curadoria) Diogo Rezende é formado em desenho industrial pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com especialização em Design de Exposições pela EAV, e Design Estratégico pela ESPM. Foi responsável pela Direção de Arte de diversos projetos culturais, dentre exposições, mostras, festivais, espetáculos de teatro e circo. Dentre eles, destacam-se: Copa Fest (2008 a 2013); Expo SE LIGA! (2012 e 2015); EXPO VIREI VIRAL (2013 e 2014 CCBB RJ); Exposição Tropicália - Um disco em Movimento (2017 - CCBB-RJ), Exposição Quando o Mar Virou Rio (2017, Museu Histórico Nacional), diversas mostras no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro do SEBRAE, Rolé Pelo Rio Hackeado (Museu do Amanhã), Vamos Comer (galeria BNDES), exposição de longa duração sobre a História do Banco do Brasil, no CCBB RJ e Mostra Expedição Coral em celebração aos 200 anos do Museu Nacional (2018). Letícia Stallone (Pesquisadora) Letícia Stallone é mestre em lingüística pela PUC-Rio e atualmente doutoranda em Estudos da Linguagem na UFF. Escreve sobre as relações entre linguagem e cultura tendo se especializado no desenvolvimento de exposições científico culturais como a Série Se Liga - Arte, Ciência e Imaginação (Casa França 2012 e CBB 2015), Virei Viral (CCBB 2013 e 2014); Quando o Mar virou Rio (Museu Histórico - 2015) e Expedição Coral (Museu Nacional - 2018). Larissa Victorio (Coordenação Administrativa) Larissa de Souza Oliveira Victorio é graduada em Economia pela Universidade Federal Fluminense, possui Especialização em Política e Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ e Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE – IBGE). Possui experiência nas áreas de Economia, Planejamento Urbano e Regional e Pesquisas Sociais, com ênfase em mercado de trabalho e Economia da Cultura, gestão e elaboração de projetos culturais. Desde 2009, atua na gestão de projetos do Estúdio M’Baraká onde vem realizando as seguintes atividades: produção executiva, elaboração de projetos, planejamento de projetos, controle orçamentário e prestação de contas no que tange à execução de projetos culturais. Magali Romero Sá (Consultoria de História da Ciência) Bióloga e Historiadora da Ciência, Mestre em Ciências biológicas (Zoologia) pela UFRJ (1986) e Ph.D. em História e Filosofia das Ciências pela Universidade de Durham, Inglaterra (1996). Pesquisadora Titular da Fundação Oswaldo Cruz desde 1997, atuando no Departamento de Pesquisa da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. Autora de mais de 80 artigos, livros e capítulos livros nas áreas da história das ciências naturais, biológicas e da saúde, com destaque para organização com Heloisa Bertol Domingues dos livros “A Recepção do Darwinismo no Brasil” (2003) e “Darwinismo, Meio Ambiente e Sociedade” (2009). Participou como curadora das exposições: “Dresden, 1911: 100 anos da Exposição Internacional de Higiene” e “Obras e periódicos alemães do acervo da Biblioteca de Ciências Biomédicas da Fiocruz”.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.