| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 23096269000119 | RIO PARANA ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 3,19 mi |
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 240,0 mil |
| 08862530000150 | TIGRE MATERIAIS E SOLUCOES PARA CONSTRUCAO LTDA. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 15401489000180 | CAB AGUAS DO AGRESTE S.A. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
O projeto tem como objetivo garantir, em 2021, a manutenção da Fundação Energia e Saneamento e a continuidade das ações de pesquisa, preservação e divulgação do patrimônio histórico dos setores de energia e saneamento ambiental paulistas, sob guarda da entidade (Plano Anual). O projeto contempla ainda os seguintes produtos secundários: Livros; Museu da Energia de Portas Abertas _ 2021; Exposições; "Patrimônio como Miragem" (contrapartida social).
Livro “Cidade Desenhada” (título provisório) No acervo da Fundação Energia e Saneamento destacam-se, entre outros documentos, desenhos de importantes edificações da cidade de São Paulo, hoje marcos arquitetônicos da paisagem urbana paulistana, tais como o Solar da Marquesa – Museu da Cidade, adquirido pela The Sao Paulo Gas Company em 1909 para a instalação de seu escritório e agência de atendimento; e o Edifício Alexander Mackenzie, atual Shopping Light, construído pela companhia Light de São Paulo na década de 1920 para abrigar seu escritório central. Além destes, sobressaem, do acervo, desenhos técnicos e croquis para a observação de projetos de infraestrutura urbana como linhas de bondes e postes elétricos. Com base nesse acervo e de outras instituições, a publicação conterá texto de profissionais da área de arquitetura, urbanismo ou engenharia com o objetivo de refletir sobre as ferramentas utilizadas no passado e no presente para o planejamento das edificações urbanas, e também discutir as transformações dessas estruturas e de suas funções no presente, em um momento de ressignificação de projetos arquitetônicos históricos para novos usos, como os de finalidade cultural e social (espaços administrativos no passado, centros culturais, comerciais e de coworking no presente), promovendo uma nova ótica sobre os patrimônios edificados. Como forma de também apresentar a importância do desenho e do fazer artístico na construção e arquitetura das estruturas urbanas das cidades brasileiras a partir dos chamados anos da belle époque e além, entre as últimas décadas do século XIX e os anos 1950, em um período caracterizado pelo signo da modernidade, a publicação “Cidade Desenhada” objetiva apresentar ao público uma reflexão sobre a arquitetura e o desenho técnico como documento histórico e de valor artístico, traçando um paralelo com os dias atuais – na era das tecnologias e do uso de ferramentas como o computador, o desenho de observação e o fazer artístico a mão mantêm-se insubstituíveis? O livro será publicado também em versão digital formatos PDF e E-pub, colorido, 184 páginas. Livro “Aves da Usina” (título provisório) Rico em biodiversidade, o Brasil possui mais de 1.800 espécies de aves, o que tem tornado popular uma prática já comum em diversos países: a observação de aves ou passarinhar, também chamada de birdwatching. No Estado de São Paulo, somente na vegetação de Mata Atlântica, são encontradas mais de 600 espécies, entre as quais 160 endêmicas, ou seja: não existem em nenhum outro habitat do mundo. Composto por um parque de 150 hectares de Mata Atlântica (onde está instalada, às margens do Rio Tietê, a centenária Usina de Salesópolis), o Museu da Energia de Salesópolis tem se consolidado como um importante ponto de encontro dos amantes de birdwatching. Mais de 300 espécies de aves já foram observadas, fotografadas e catalogadas no local, incluindo o recém-descoberto e já ameaçado de extinção bicudinho-do-brejo-paulista, pássaro endêmico do Estado de São Paulo. Em Aves da Usina, o leitor será apresentado a um belo catálogo fotográfico com o resultado dessas observações em Salesópolis, incluindo registros de diversos profissionais reconhecidos da área, revelando a diversidade da avifauna da região do Alto Tietê e convidando e estimulando os observadores profissionais e amadores a explorarem as potencialidades do ecoturismo no Museu da Energia. O livro será publicado também em versão digital formatos PDF e E-pub, colorido, 184 páginas. Livro “Energia e Inovação” (título provisório) Organizado pela Fundação Energia e Saneamento, o livro reúne artigos de diferentes pesquisadores e instituições sobre as mais relevantes iniciativas e tecnologias em alta e desenvolvimento no ramo energético no Brasil, como as novas soluções do setor do agronegócio na utilização de energia solar e bioenergia, o uso de tecnologias da informação para a otimização do consumo de energia nas cidades, as alternativas de mobilidade urbana pela fonte elétrica, entre outras. O livro será publicado também em versão digital formatos PDF e E-pub, colorido,300 páginas.
ORIGINALRealizar as ações cotidianas de manutenção da Fundação Energia e Saneamento; ações de pesquisa, preservação e comunicação dentro e fora das unidades da Rede Museu da Energia em São Paulo, Itu e Salesópolis e do Acervo Fundação Energia e Saneamento; dar continuidade às ações rotineiras de organização, preservação e reprodução do acervo documental e bibliográfico, realizadas no Acervo Fundação Energia e Saneamento; Disponibilizar transporte e lanches para estudantes de escolas públicas _ Programa de Visitação de Escolas Públicas à Rede Museu da Energia _ 2021 _ Produto principal: Plano anual;READEQUAÇÃONão está sendo disponibilizado ônibus e lanches para visitas. Não houve alteração nas demais ações. ORIGINALProduzir três livros, com 1.020 exemplares cada um _ produto secundário - Livros;SEM ALTERAÇÃOProdutos ainda não realizados (até o momento, sem captação de recursos)ORIGINALRealizar o Museu da Energia de Portas Abertas _ 2021 na Rede Museu da Energia (conjunto de ações socioculturais e educativas) _ produto secundário, cadastrado como Festa Popular;READEQUAÇÃORealizado com recursos próprios da Fundação Energia e Saneamento.ORIGINALProduzir quatro exposições _ produto secundário cadastrado como Exposição de artes;SEM ALTERAÇÃOProdutos ainda não realizados (até o momento, sem captação de recursos)ORIGINALRealizar a ação Patrimônio como Miragem na Rede Museu da Energia _ contrapartidas sociais;READEQUAÇÃORealizar a ação Patrimônio como Miragem na Rede Museu da Energia _ contrapartidas sociais _ com alterações. Abaixo, indicamos em negrito as readequações e, em anexo, enviamos a nova proposta na íntegra. Contrapartida social _ ?Patrimônio como Miragem? ORIGINALA ação compreende a produção de uma exposição itinerante; um caderno em braille com os textos que acompanhará a exposição; um Caderno para o Professor em formato digital; e será realizada por todas as Unidades do Museu da Energia (Itu, Salesópolis e São Paulo), com a presença de seus educadores.. Tem como objetivo estimular a discussão das questões associadas ao patrimônio, memória e identidade, favorecendo a construção do entendimento sobre os temas a partir do acervo da Fundação Energia e Saneamento e da comunidade de convivência dos estudantes envolvidos na atividade.READEQUAÇÃOA ação compreende a produção de uma exposição em formato digital na plataforma Google Sites, que permite a inserção de recursos acessíveis como audiodescrição e texto alternativo de imagens. A plataforma é intuitiva e de fácil acesso para que o público possa navegar pelas temáticas e conteúdos. Haverá ainda, um Caderno para o Professor em formato digital para download e uma live com duração de duas horas dedicadas a professores. Tem como objetivo estimular a discussão das questões associadas ao patrimônio, memória e identidade, favorecendo a construção do entendimento sobre os temas a partir do acervo da Fundação Energia e Saneamento e da comunidade de convivência dos estudantes envolvidos na atividade.ORIGINALA ação será oferecida a alunos e/ou professores de Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio, sendo que 50% serão de instituições públicas de ensino. Assim, ?Patrimônio como Miragem? visa contribuir para o desenvolvimento das habilidades previstas na Base Nacional de Comum Curricular (BNCC), sendo: (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, pertencimento e memória; (EF03HI04) Identificar os patrimônios históricos e culturais de sua cidade ou região e discutir as razões culturais, sociais e políticas para que assim sejam considerados;(EF03HI05) Identificar os marcos históricos do lugar em que vive e compreender seus significados; (EF04HI01) Reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo;(EF05HI10) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo; (EF06HI02) Identificar a gênese da produção do saber histórico e analisar o significado das fontes que originaram determinadas formas de registro em sociedades e épocas distintas;(EF06HI14) Identificar e analisar diferentes formas de contato, adaptação ou exclusão entre populações em diferentes tempos e espaços;(EF07HI13) Caracterizar a ação dos europeus e suas lógicas mercantis visando ao domínio no mundo atlântico;(EF09HI25) Relacionar as transformações da sociedade brasileira aos protagonismos da sociedade civil após 1989;(EM13CHS104) Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço;(EM13CHS501) Analisar os fundamentos da ética em diferentes culturas, tempos e espaços, identificando processos que contribuem para a formação de sujeitos éticos que valorizem a liberdade, a cooperação, a autonomia, o empreendedorismo, a convivência democrática e a solidariedade.SEM ALTERAÇÃOORIGINALA exposição ?Patrimônio como Miragem?, será composta por 10 painéis e trabalhará os conceitos de patrimônio, memória e identidade. Todos os dias, crianças, adultos, idosos, percorrem as ruas das cidades, caminham pelos lugares sem conhecer as histórias que habitam estes espaços. Como uma miragem, estes lugares desaparecem do campo da visão, são naturalizados, até o momento em que os transeuntes deixam de ter qualquer relação de pertencimento. O objetivo da exposição é provocar, através de linguagem acessível, a reflexão sobre o patrimônio material e imaterial e bem como os espaços museais histórico-científicos.READEQUAÇÃO A exposição ?Patrimônio como Miragem?, será composta na plataforma Google Sites e trabalhará os conceitos de patrimônio, memória e identidade. Todos os dias, crianças, adultos, idosos, percorrem as ruas das cidades, caminham pelos lugares sem conhecer as histórias que habitam estes espaços. Como uma miragem, estes lugares desaparecem do campo da visão, são naturalizados, até o momento em que os transeuntes deixam de ter qualquer relação de pertencimento. O objetivo da exposição é provocar, através de linguagem acessível, a reflexão sobre o patrimônio material e imaterial e bem como os espaços museais histórico-científicos.ORIGINALOs temas/conceitos tratados na exposição são: Heranças; Identidade; Tempo; Expressões e Produções; Patrimônios Materiais; Patrimônios imateriais; Patrimônios Ambientais; Outras vozes? outras histórias; A Fundação Energia e Saneamento. Composta por 10 painéis, no formato banner roll up, será instalada no pátio da escola, sendo acessível a todos os públicos da unidade escolar. A atividade acontecerá do horário do intervalo até o horário de saída dos alunos, nos períodos matutino e vespertino.READEQUAÇÃOOs temas/conceitos tratados na exposição são: Heranças; Identidade; Tempo; Expressões e Produções; Patrimônios Materiais; Patrimônios imateriais; Patrimônios Ambientais; Outras vozes? outras histórias; A Fundação Energia e Saneamento. Ficará acessível na Plataforma Google Sites.ORIGINALDurante a realização da exposição, os educadores dos Museus farão mediações junto ao público. Também estará disponível para o público cego e com baixa visão um Caderno em Braille com os textos da exposição. Para os surdos ou pessoas com baixa audição haverá um intérprete de LIBRAS, mediante a solicitação da escola no momento de agendamento junto aos Museus.READEQUAÇÃOComo a exposição será digital, não haverá mediação dos educadores. Será realizada, no entanto, uma live dedicada a professores. Na exposição, através da plataforma Google Sites, haverá audiodescrição para todas as imagens e texto alternativo - ferramenta de descrição de imagem para deficiêncientes visuais. As lives contarão com intérpretes de LIBRAS. ORIGINALO Caderno do Professor será estruturado em três momentos: 1) a apresentação dos temas patrimônio, memória e identidade; 2) referências bibliográficas e sugestões de instituições locais (Itu, Salesópolis e São Paulo) para realização de visitas pedagógicas; 3) sugestões de atividades e roteiros sobre os temas principais.SEM ALTERAÇÃO ORIGINALConsiderando-se que o número estimado de visitantes dos Museus, que compõem o produto principal - ?Plano Anual da Rede Museu da Energia e Acervo Fundação Energia e Saneamento _ 2021?, é de 35 mil pessoas antes da pandemia da COVID 19, a ação atingirá um público de 1.000 pessoas (entre alunos e professores), sendo que destes, pelo menos 500 serão de escolas públicas.READEQUAÇÃOPor conta da pandemia da COVID 19, os museus reabriram ao público em julho de 2021, a média de visitantes da Rede Museu da Energia é de 91/mês. Assim, a média de expectativa de público para este ano é de 650 pessoas.O número estimado de beneficiários é de 150 acessos à exposição disponibilizada na Plataforma Google Sites e 75 pessoas em cada live.
A Fundação Energia e Saneamento, criada em 1998, tem como missão preservar e divulgar o patrimônio histórico dos setores de energia e saneamento ambiental. Com mais de 3 mil objetos, 6 edifícios históricos, 260 mil documentos iconográficos, cerca de 1.600 metros lineares de documentos textuais, entre outros, o acervo abrange o período compreendido entre meados do século XIX e o século XXI, sendo considerado uma referência importante para a história paulista e brasileira, principalmente nos temas relacionados à industrialização e urbanização. Instituição privada e sem fins lucrativos, a Fundação procura assegurar o adequado tratamento e divulgação desse patrimônio por meio da Rede Museu da Energia nas cidades de São Paulo, Itu e Salesópolis, e do Acervo Fundação Energia e Saneamento na cidade de Jundiaí (SP), onde é realizado o tratamento técnico do acervo arquivístico e bibliográfico e onde o pesquisador encontra acesso amplo e gratuito à documentação. A Rede Museu da Energia desenvolve ações de forma integrada e em consonância com sua missão, porém pautadas na especificidade e vocação do acervo de cada museu, nas comunidades por ele afetadas e no espaço arquitetônico e ambiental em que ele se insere. A comunicação museal trabalha em conjunto História, Ciência e Meio Ambiente, criando um sentido integral das várias atuações do homem no meio em que vive. Em 2019, a Rede recebeu aproximadamente 45 mil visitantes. O Museu da Energia de São Paulo foi inaugurado em 2005 e está sediado em um casarão no bairro Campos Elíseos construído entre 1890 e 1894. Há evidências de ter sido projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo e é tombado por órgãos de níveis estadual e municipal responsáveis pela salvaguarda do patrimônio cultural. Ao longo do século XX, o imóvel foi ocupado como residência, colégio feminino, entidade filantrópica e por diferentes grupos que lutavam por habitação de qualidade no centro de São Paulo. Em 2001, foi recebido pela Fundação Energia e Saneamento sob forma de comodato da Secretaria de Estado da Cultura. O espaço passou por restauro e readequação, visando abrigar o Museu e as atividades técnicas e administrativas da Fundação. O Museu da Energia de Itu, inaugurado em 1999 após restauro, foi a primeira unidade da Fundação Energia e Saneamento a ser criada. Está sediado em um sobrado que teve sua construção em taipa de pilão iniciada provavelmente entre o século XVIII e XIX e o segundo pavimento acrescentado por volta de 1847. Serviu de moradia, sede e agência da Companhia Ituana de Força e Luz; e, na década de 1920, de moradia de funcionários, almoxarifado e agência de atendimento da The São Paulo Tramway Light and Power CoLtd. O Museu da Energia de Salesópolis fica na Pequena Central Hidrelétrica de Salesópolis, datada de 1911. A usina funcionou até 1929, quando fortes chuvas levaram à paralisação de suas máquinas, que só voltaram a funcionar em 1935. Em 1986, ela foi desativada e, em 1998, doada pela Empresa Metropolitana de Águas e Energia à Fundação Energia e Saneamento, que restaurou a vila residencial e as demais estruturas. Desde 2008, a usina voltou a gerar energia, permitindo aos visitantes a experiência de ver uma hidrelétrica do início do século XX em pleno funcionamento. O Acervo Fundação Energia e Saneamento abriga o acervo arquivístico da Fundação Energia e Saneamento e é composto por fundos e coleções que compreendem 1.600 metros lineares de documentos textuais, 260 mil documentos iconográficos, 10 mil documentos cartográficos, 1.975 documentos audiovisuais e 291 documentos sonoros, que datam do final do século XIX até o começo do século XXI. A biblioteca conta com cerca de 50 mil títulos sobre o desenvolvimento urbano e industrial e história da energia no Estado de São Paulo, com exemplares datados a partir de 1848. Além dos pesquisadores acadêmicos, são recebidos pesquisadores de editoras e produtoras e de empresas de energia que procuram o acervo, tanto para exposições e publicações, quanto para buscarem informações técnicas úteis aos trabalhos que realizam nas áreas em que atuam. Destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º. Da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º. da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Museu da Energia de Portas Abertas – Rede Museu da Energia – 2021 (cadastrado como Festa Popular). Conjunto de ações artísticas, socioculturais e educativas, reunidas em eventos pontuais, que visam integrar os Museus da Energia (de São Paulo, Itu e Salesópolis) às comunidades do entorno, reforçando os vínculos da instituição com a população das regiões onde os museus estão inseridos. OBS.: Em resposta à diligência de 28/10/2020, descrevemos no campo “Especificações Técnicas” o Museu da Energia de Portas Abertas – Rede Museu da Energia – 2021 (cadastrado como Festa Popular) DESTINAÇÃO DO BEM PATRIMONIAL ADQUIRIDO, APÓS O TÉRMINO DO PROJETO Informamos que os bens patrimoniais adquiridos, serão destinados a Fundação Energia e Saneamento conforme Declaração de bens permanentes anexada em informações adicionais no campo - anexar documentos. PROPOSTA MUSEOGRÁFICA DA EXPOSIÇÃO Informamos que as informações referente às exposições encontram-se no documento “Proposta Museógrafa da Exposição” anexado no campo - anexar documentos – documentos da proposta museógrafa da exposição.
Especificações técnicas dos Livros: Livro “Cidades Desenhadas” – título provisório Livro Capa Dura Tamanho fechado: 29,5 x 29,5 cm Capa: tamanho aberto 64,8x33,2 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; Cores: 4x0 2 Guardas: tamanho aberto 29,5x59,0 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; cores: 4x4 184 páginas Papel do miolo: couche fosco 150 g/m² Cores: 4x4 Quantidade: 1.000 exemplares 20 exemplares em braile Livro “Aves da Usina” – título provisório Livro Capa Dura Tamanho fechado: 29,5 x 29,5 cm Capa: tamanho aberto 64,8x33,2 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; Cores: 4x0 2 Guardas: tamanho aberto 29,5x59,0 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; cores: 4x4 184 páginas Papel do miolo: couche fosco 150 g/m² Cores: 4x4 Quantidade: 1.000 exemplares 20 exemplares em braile Livro “Energia e Inovação” – título provisório Formato: 15,5 x 23 cm (fechado) 304 páginas Cores 1 x 1 Papel miolo: polen 90gm Capa: 16 X 23 cm (fechada), papel cartão 300 gm, revestimento fosco, com orelhas Quantidade: 1000 exemplares 20 exemplares em braile Museu da Energia de Portas Abertas – Rede Museu da Energia – 2021 (cadastrado como Festa Popular). O Museu da Energia de Portas Abertas configura-se por um conjunto de ações e apresentações artísticas, socioculturais e educativas, reunidas em um evento de final de ano, que visam integrar os Museus da Energia às comunidades do entorno e promover a apropriação do espaço, reforçando os vínculos da instituição com a população da sua região, além de fortalecer e divulgar grupos e movimentos artísticos e culturais que atuam no âmbito local. O evento teve sua primeira edição em 2014 como uma iniciativa do Museu da Energia de São Paulo e, posteriormente foi expandido para as outras duas unidades da Rede Museu da Energia. A marca deste evento está na união entre o Museu e a Comunidade. Ele foi construído ao longo de cinco edições, aproximando instituições culturais e sociais na ocupação ativa do território e oferecendo ao público vivências práticas e imersivas. Tem como objetivo, além de proporcionar ao público novas experiências nos espaços museais, fomentar e fortalecer a produção artística local. Desde a sua concepção, o Museu da Energia de Portas Abertas tem uma clara missão de conectar parceiros no entorno dos Museus, criando uma rede colaborativa para as atividades, e permitindo ao público desfrutar de uma programação múltipla e sensível à produção artística local. O Museu da Energia de Portas Abertas se tornou um evento essencial para a ação cultural da Rede Museu da Energia, tornando acessível, ao público, atrações artísticas de qualidade e atividades que estimulam a participação ativa, promovendo experiências educativas e lúdicas. Dessa forma, os Museus da Energia atuam em seus territórios como lugares de convergência cultural, abrindo suas portas para a ocupação artística e as oferecendo ao público gratuitamente. O Museu da Energia de Portas Abertas - 2021 será oferecido ao público de forma totalmente gratuita nas três cidades-sede dos Museus (São Paulo, Itu e Salesópoilis), com ações e apresentações artísticas (entre elas, apresentações teatrais e musicais), além de visitas às exposições dos museus e ações educativas, promovendo, assim, a fruição cultural e o intercâmbio das equipes dos setores educativos das três unidades da Rede Museu da Energia. Por falta de espaço neste campo, anexamos a resposta à diligência de 04/11/20 no campo ”ANEXAR DOCUMENTO” – “INFORMAÇÕES ADICIONAIS” Em atendimento à diligência de 09/11/2020, excluímos “'Bomba de sementes”, “Experimentoteca” e “Pancnic” da programação e do projeto pedagógico das atividades educativas do Museu da Energia de Portas Abertas , que se encontram no campo "Anexar documentos - Informações Adicionais". Informamos que não houve exclusão de rubricas da planilha orçamentária, porque essas oficinas seriam realizadas por educadores dos Museus, não havendo custos para sua execução.
ORIGINALAcessibilidade física: A ação ?Patrimônio como Miragem? não ocorrerá nas dependências das unidades da Rede Museu da Energia; será realizada em escolas públicas, assim a acessibilidade física está atrelada à existência dos recursos nas escolas.Acessibilidade para deficientes visuais: A ação é realizada por dois educadores da unidade museológica. Assim, um deles estará disponível para atender pessoa com deficiência. É importante lembrar que as escolas oferecem tutores/professores auxiliares aos alunos com deficiência. Também estará disponível para o público cego e com baixa visão um Caderno em Braille com os textos da exposição que integra a ação.Acessibilidade para deficientes auditivos: As escolas oferecem tutores/professores auxiliares aos alunos com deficiência que auxiliarão durante a execução do projeto. O Museu oferecerá intérprete de LIBRAS quando houver a participação de aluno com deficiência auditiva na atividade, caso não haja tutor/professor auxiliar na escola.OBS.: Esses dados serão levantados no agendamento da atividade.READEQUAÇÃO:Acessibilidade física: Não se aplicaAcessibilidade para deficientes visuais: a exposição será realizada no Google Sites com texto alternativo - ferramenta de descrição de imagem para deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: a live contará com tradução simultânea com intérprete de Libras.
Produto - Plano Anual _ A entrada no Museu da Energia de São Paulo é gratuita para todos os públicos. _ Os Museus da Energia de Itu e Salesópolis possuem a seguinte política de ingresso: Museus da Energia de Itu e Salesópolis Condição: Ingresso Proposta: _R$ 4,00 _Ingresso Família: crianças até 07 anos são isentas e acompanhantes pagam meia-entrada. Meia – Entrada: _Estudantes (Lei nº 12.933/13 e Decreto nº 8.537/15) _Pessoa com deficiência e 01 acompanhante (Lei nº 12.933/13 e Decreto nº 8.537/15) _Jovem de baixa renda com apresentação da ID Jovem (Lei nº 12.933/13 e Decreto nº 8.537/15) Isenção: _Professores das Redes Pública e Privada _Guias de turismo e monitores de agência de turismo _Maiores de 60 anos _Escolas públicas mediante solicitação prévia e agendamento _Grupos em situação de vulnerabilidade _Instituições sociais sem fins lucrativos _Policiais Civis, Militares e Guardas Municipais (Resolução SC – 39/2010) _Profissionais de museus com identificação institucional _Funcionários das empresas mantenedoras da Fundação (CESP e Sabesp) _Andar térreo (Itu) Dia de Gratuidade: _Itu – Sábado _Salesópolis – Sábado Considerando a politica de ingressos informadas acima, o produto atenda às seguintes exigências: Considerando a politica de ingressos informadas acima, o produto atenda às seguintes exigências: Art. 20. Inciso I – Alíneas: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta. Art. 20. Inciso II – Alíneas: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados; b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do projeto; Parágrafo único. Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. Art. 21 Inciso VII: Realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Produto - Livros Art. 20 – Inciso I - Alíneas: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; Art. 20 – Inciso II Parágrafo único. Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. Art. 21 Inciso VII: Realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Produto “Museu da Energia de Portas Abertas – 2021” Não haverá cobrança – ação 100% gratuita. Dessa forma, atende ao que segue:. Art. 20. Inciso I – Alíneas: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; Art. 21 Inciso VII: _ Realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Produto - Exposições Como as exposições são realizadas nos Museus da Energia, a democratização do acesso é atendida de acordo com o explicado acima no Produto Plano Anual.
Ana Paula Sbrissa - Coordenadora do Museu da Energia de Itu Bacharel em Turismo (Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp), Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/ECA/USP). Vice-Presidente do Conselho Municipal de Turismo de Itu. Atuação no desenvolvimento de projetos turísticos e culturais, e exposições; monitoramento com estudantes em equipamentos culturais e roteiros; na elaboração de projetos de ação educativa para escolas. Edilene Maria da Silva – Coordenadora Administrativa Graduada em Administração pelo Centro Universitário Fundação Santo André e Especialista em Gestão Empresarial pela Faculdade Estácio de Santo André. Atua na Fundação Energia e Saneamento na área de Gerência de Documentação e Pesquisa, assessorando tecnicamente os projetos culturais da instituição. Fernando Ferreira de Souza Lima – Designer Gráfico Graduado em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi, atua como designer gráfico com experiência em materiais de divulgação, produtos editoriais (livros, revistas e catálogos), exposições (designer e expografia) e publicações digitais. Isabel Regina Felix – Coordenadora da área de Projetos e Produtos Editoriais Graduada e pós-graduação (Mestrado) em História Social pela Universidade de São Paulo, desde 1998 atua na Fundação Energia e Saneamento, onde é responsável pela coordenação de projetos e de produtos editoriais. Maria Fernanda Mendes e Freitas – Coordenadora de Documentação Bacharel em Arquivologia, formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pós-graduanda em Inteligência de Mercado pelo SENAC, capacitou-se em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini. Atuou como gestora da informação e do conhecimento em empresas de engenharia de software, cultura e administração pública. Mariana de Andrade Dias da Silva – Analista de Comunicação Formada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Santos (UniSantos). Atua na Assessoria de Comunicação da Fundação Energia e Saneamento na elaboração de conteúdos para os canais de comunicação com o público, dentre eles newsletters e redes sociais, auxilia na coordenação da Assessoria de Imprensa como também colabora na elaboração dos projetos da instituição, como exposições e publicações. Simone Villegas Reis – Coordenadora do Museu da Energia de Salesópolis Possui graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNITAU); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Poli/USP), Sistema de Gestão Integrada – Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social (UMC) e Qualidade Ambiental ISO14000 (Senac SP). Responsável por gerenciar o projeto. Rita de Cassia Martins Souza – Diretora Executiva (DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO) Advogada, bacharel em Direito pela FMU/SP, pós-graduação (Especialização) em Direito Processual Civil pela PUC/SP, (Extensão) em Direito da Energia Elétrica pela Faculdade de Direito da Universidade Cândido Mendes/RJ, (Extensão) em Direito do Terceiro Setor pela ESA (Escola Superior de Advocacia) - OAB/SP, desde 1999 atua na Fundação Energia e Saneamento como Assessora Jurídica. Em dezembro/2013 foi nomeada, pelo então Conselho Curador, para exercer o cargo de Superintendente Executiva e a partir de outubro/2015, pelo atual Conselho de Administração, foi nomeada Diretora Executiva. Estatutariamente é a representante legal da instituição. OBS: A atividade da dirigente não será realizada de forma voluntária – ver rubrica “Diretor geral”. Atendendo à diligencia de 21/09/20, seguem informações complementares: Não há delegação da Proponente (dirigente da Pessoa Jurídica). Rita de Cassia Martins Souza é funcionária da instituição, em regime CLT, desde 01/10/2000 e sua nomeação como Diretora Executiva e representante legal da instituição é estatutária. A Proponente, dirigente da Pessoa Jurídica, é a representante legal da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento (nomeada como Diretora Executiva em 23/10/2019 para um mandato de 4 anos), de acordo com o disposto em seu Estatuto Social em vigor, como segue: Seção III – Diretoria - Art. 14. A Diretoria é o órgão gestor da Fundação e é constituída por 03 (três) Diretores, um deles o Diretor Executivo, eleitos pelo Conselho de Administração para mandato de 04 (quatro) anos, sendo permitidas reconduções. Art. 17. Compete ao Diretor Executivo, isoladamente: a) Dirigir e orientar a administração da Fundação, zelando pelo cumprimento das diretrizes de trabalho e das normativas que venham a disciplinar suas funções pelo Conselho de Administração (documentação regularizada no cadastro da Proponente). Dessa forma, não há caracterização de delegação e, consequentemente, de intermediação, uma vez que Rita de Cassia Martins Souza é a responsável legal pela instituição, pela gestão de todo processo decisório, por todas as ações realizadas no âmbito deste projeto e da instituição.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.