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Festival on _line. Festival competitivo com premiações para cantores líricos e músicos. Todas as apresentações e votações acontecerão na plataforma do Facebook. Todo o processo da etapa será virtual e o resultado final será divulgado virtualmente, no canal oficial da Orquestra Sinfônica Jovem do Bixiga pelo Facebook. Finalistas 30 cantores e 15 músicos. Duração do Festival 6 meses.
1o Festival da OSJB, festival competitivo. Master Classes e Palestras
Objetivo Geral Contemplar através de premiação cantores jovens líricos e músicos de orquestra. Objetivo Específico Festival on _line. A arte têm sido um alento para operíodo da pandemia. E, além de nutrir a população com momentos de lazer, é necessáriotambém proporcionar oportunidades aos profissionais que vivem da música. Pensando nisso,a Orquestra Sinfônica Jovem do Bixiga, resolveu promover o 1º Festival da OSJB.Em virtude da atual situação sanitária mundial, a realização do 1º Festival da OSJB, foicriado no intuito de apoiar os talentos brasileiros, nascidos e naturalizados, residentesno país, tanto de forma financeira e de crescimento artístico. A comissão julgadora,composta por 09 especialistas, fará a seleção sob vários critérios, e haverá tambémvotação on -line popular, para seleção de cada um dos prêmios 1º, 2º e 3º lugares,para os cantores das seguintes classificações vocais: Soprano, Mezzo Soprano ouContralto, Tenor, Baixo e Barítono além de 15 músicos selecionados para um 1º Lugar,dos seguintes naipes de instrumentos musicais: violino, viola, violoncelo, contrabaixo,percussão, piano, flauta, oboé, clarinete, fagote, trompete, trompa, trombones, tuba etímpano. Haverá também a premiação para Música Brasileira, Música de Câmara eÓpera. Totalizando em 33 premiações. Os Prêmios em dinheiro serão concedidos aofinal do Festival. Com início no dia 02 de Maio de 2021 finalizando em 07 de novembro de 2021. Festival on-line será inédito no Brasil! E tem como principal objetivo de incentivar oscantores e músicos. Durante o 1º Festival serão oferecidos masterclasses on _ line,pelos integrantes da banca dos jurados. Todas as apresentações e votações acontecerão na plataforma do Facebook e também haverá a votação popular que será contabilizada na plataforma do Youtube da Orquestra Sinfônica Jovem do Bixiga. Todo o processo da etapa será virtual e o resultado final será divulgado no dia 07 denovembro virtualmente, no canal oficial da Orquestra Sinfônica Jovem do Bixiga peloFacebook.
Os impostos existem para garantir o desenvolvimento social e o financiamento de projetos voltados à população nas áreas de educação, saúde, segurança, cultura e tecnologia, por exemplo. No entanto, em um país com a carga tributária elevada e, ao mesmo tempo, por meio das leis de incentivo fiscal, empresas e cidadãos têm a oportunidade de escolher a destinação que desejam dar aos seus tributos. "As leis de incentivo são de grande importância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para qualquer ação cultural, como apresentação de música clássica, shows, festivais culturais, musicais, e outros autorizados pelo Ministério, são viabilizados na sua maioria pelas leis de incentivo, uma vez que recursos de marketing são hoje 100% dirigidos para ações de marketing e vendas nas empresas", avalia o CEO da PlayCorp, Fernando Elimelek, com uma experiência de mais de 50 anos no mercado de eventos do país, criador do Reveillon na Avenida Paulista, em São Paulo além de ser responsável pela organização de outros grandes eventos. 1o Festival da OSJB, certamente através da Lei de Incentivo a Cultura, poderá proporcionar para músicos e cantores um momento especial, onde através das mídias sociais, poderão apresentar seus trabalhos, e também poderão atingir um maior número de pessoas que através do acesso ao Facebook, Youtube, Instragam poderão ter acesso as apresentações. Mesmo, caso tenhamos um situação diferencial para as ações culturais em 2021, acreditamos que as plataformas virtuais continuaram, facilitando a realização de muitos projetos. Uma plataforma que também veio para ficar. Facilitando a vida financeira de muitos artistas, que não teriam condições para virem pessoalmente para uma audição, terá a mídia para apresentar seu trabalho. Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. objetivos do Art. 3º I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Detalhes da ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL. Masterclasses - 9 jurados aberto para 30 participantes ( 270 participantes distribuidos entre os nove jurados) - ação gratuita 1. a ação formativa cultural será oferecida para professores e alunos de qualquer nível, onde 50% de vagas serão destinadas a instituições públicas de ensino. 2. a ação formativa será presencial e gratuita, caso a Pandemia permaneça ainda na época da realização a atividade poderá ser on-line; 3. a ação formativa é uma atividade à parte; 4. a ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso; 5. a ação formativa está ligada a Música, visando a conscientização para a importancia da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto.
1o Festival da OSJB Duração: 6 meses Além de Master Classes e Palestras.
APRESENTAÇÕES: acessibilidade física: atividade ser on line, não haverá a necessidade de atendimento, pois o participante não precisará se locomover até o local. acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição acessibilidade para deficientes auditivos: legenda descritiva CONTRAPARTIDA SOCIAL - MASTER CLASSES E PALESTRAS ( FORMAÇÃO DE PLATÉIA) acessibilidade física: para a atividade ser on line, não haverá a necessidade de atendimento, pois o participante não precisará se locomover até o local. acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição acessibilidade para deficientes auditivos: legenda descritiva Em todas as suas ações, eliminando-se as comprovadas impossibilidades, o 1o FESTIVAL DA OSJB, visando facilitar o livre acesso de pessoas portadoras de deficiênciaa todos os produtos culturais cadastrados nos projetos e possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos culturais. Todas as medidas empregadas pelo 1o FESTIVAL DA OSJB, proporcionam a portadores de deficiência visual o acesso ao conteúdo dos produtos cadastrados. Em todos os vídeos dos 30 finalistas cantores e dos 15 finalistas músicos - A.D.(audiodescrição) nos vídeos, leitura em Braille, e legendas, além dos Masterclasses. Em relação ao produto cultural FORMAÇÃO DE PLATEIA, as medidas de acessibilidade referem-se ao acesso virtual - A.D., Braille e Legendas nos Masterclasses e apresentações finalistas.
De acordo com o inciso V do artigo 21: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; 40% serão distribuidos gratuitamente para a população. ( 20% obrigatórios para professores e estudantes de escolas públicas e 20% para público em geral.) informamos as Atividades paralelas: 1. 1o Festival ( atividade principal) 2. Master Classes ( atividade paralela) 3. Palestras. (atividade paralela)
O proponente realizará no projeto, e o responsável pela gestão do processo decisório é a Gestora e Produtora Regina Papini ( Lourdes Regina Papini de Souza Moreira) Jurados e Palestrantes ( por ordem alfabética) Adelia Issa A soprano frequentou a Manhattan School of Music, em Nova York, e fez um curso de aperfeiçoamento com Nico Castel, na Metropolitan Opera. Em música de câmara, trabalhou sob a orientação do renomado pianista Dalton Baldwin. Tem se apresentado por todo o Brasil, Estados Unidos e Europa, em recitais, concertos sinfônicos e em óperas, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, Eugene Kohn, John Neschling, Aylton Escobar, Roberto Minczuk, e vários outros maestros de igual renome. Dentre suas atuações mais importantes em ópera destacam-se Un Ballo in Maschera de Verdi, ao lado do tenor Carlo Bergonzi, e Carmen de Bizet, com Plácido Domingo. Foi solista em primeiras audições mundiais de obras de vários compositores brasileiros, entre eles Camargo Guarnieri, Francisco Mignone, Jocy de Oliveira, e no Réquiem de Cláudio Santoro, com regência do compositor. A soprano é conhecida internacionalmente por suas interpretações de obras de Villa-Lobos (Bachianas Brasileiras nº 5) e Mozart, como a personagem Donna Anna, da ópera Don Giovanni. Participou do espetáculo Carnaval dos Animais, dirigido por Ivaldo Bertazzo, com participação de Marília Pêra. Adélia Issa gravou em LP as Modinhas Imperiais(recolhidas por Mário de Andrade) para o selo Eldorado, e participou da gravação dos CDs Remeiros do São Francisco, com obras de Ernst Widmer, e Missa, interpretando obras sacras brasileiras dos séculos XVIII e XIX, com regência de Naomi Munakata. Tem participado da gravação de trilhas sonoras para filmes - como Memórias Póstumas de André Klotzel, exibido no Festival de Berlim de 2001 - e para peças de teatro, compostas por Arrigo Barnabé. Em 2006, participou do Natal HSBC em Curitiba, onde cantou com as crianças das obras assistenciais do banco. Em Porto Alegre, cantou Pierrot lunaire de Arnold Schoenberg. Em 2006 e 2007 apresentou-se em espetáculos com Tetê Espíndola. Em 2007, no Sesc Pinheiros, interpreta novamente Pierrot Lunaire, de Schoenberg, no espetáculo LuarTrovado com direção musical de Lívio Tragtenberg e direção cênica de Gerald Thomas. Em 2017 gravou o CD Puertas com Edelton Gloeden, pelo Selo Sesc. Entre os compositores interpretados estão Castelnuovo-Tedesco, Stephen Goss, e Jorge Antunes com poemas de Hilda Hilst, Federico Garcia Lorca e William Shakespeare. Em 2019 lançou o CD Vozes Mulheres com a pianista Rosana Civile. As compositoras são Dinorá de Carvalho, Helza Camêu, Eunice Katunda, Esther Scliar e Kilza Setti. As obras são baseadas nos poemas de Cassiano Ricardo,Federico Garcia Lorca, Florbela Espanca, Helena Kolody, Hilda Hilst, Laci Osório, Mário de Andrade, Paulo Bonfim, Raimundo Correa e Suzanna de Campos. É casada com o violonista Edelton Gloeden , com quem apresenta-se regularmente por todo o Brasil e exterior. Edneia de Oliveira “Quente, bela em toda a extensão, seus agudos coloridos unidos a graves possantes fizeram dela uma grande Adalgisa”.Site Movimento, outubro de 2010Norma, Theatro São Pedro A “voz sem fronteiras”. Este é o título de Edinéia de Oliveira, cantora que vem se consagrando por atuações memoráveis em papéis como Lola/Santuzza (Cavalleria Rusticana, Mascagni), Sacerdotiza (Aïda, Verdi), M. Larina (Evguêni Onieguin, Tchaikóvsky), Laura (La Gioconda, Ponchielli) e Dalila (Samson et Dalilah, Saint-Saëns). Edinéia recebeu o Prêmio Carlos Gomes (2005) por sua brilhante performance como Iara (Bug Jargal, Malcher). Também colheu aplausos calorosos do público e critica por suas atuações em Sea Pictures (Elgar), no Rio de Janeiro, e ao viver Serena (Porgy and Bess, Gershwin), em São Paulo. Seu trabalho também é muito expressivo na música sinfônica e camerística, reconhecida por suas atuações em Magnificat (Bach), Grande Missa (Mozart), O Messias (Haendel) e Requiem (Duruflè). Edinéia dá especial ênfase ao lied alemão e à canção brasileira em seu repertório camerístico, tendo recebido da critica especializada os mais altos elogios por seu timbre, musicalidade e refinamento. O talento da cantora também conquistou as plateias internacionais, estreando como solista no “Concerto dos Cinco Continentes” em Seul, Coréia do Sul, e posteriormente na Alemanha e Itália. A mezzo-soprano gravou, como solista, junto ao grupo Brasilessência, uma coletânea de árias e canções da Música Colonial Brasileira. Entre os prêmios que Edinéia recebeu em sua carreira estão o Concurso de Canto Maria Callas, o de Jovens Solistas da OSESP, o III Concurso Nacional de Canto FUNARTE e o Concurso Nacional de Música Brasileira "Francisco Mignoni". Eduardo Janho-Abumrad Baixo, atua como solista lírico, executando um repertório vocal-sinfônico e camerístico. Diplomou-se em canto sob a orientação de Tiana Amarante e estudou com Hermínia Russo. Venceu, em 1973, o Concurso de Canto Carlos Gomes, em Campinas, cantando “Lucia de Lammemoor”. Dentre suas apresentações destaques para a “Missa Diligite”, de Camargo Guarnieri, sob regência do autor; a “Nona Sinfonia”, de Beethoven, sob regência de Isaac Karabtchevsky; e “Werther”, de Massenet – sua estreia na Europa, em Bruxelas, em 1979. Coordenador da Academia da Ópera da OSJB. Fábio Bezuti Bacharel em piano pela FAAM – Faculdade de Artes Alcântara Machado. Foi aluno de Maria Eliza Risarto, Beatriz Balzi e Yara Bernette, destacando-se também as aulas com Gilberto Tinetti, Dayse di Lucca, Aylton Escobar e Dalton Baldwin. No último ano, foi pianista correpetidor das óperas Édipo Rei de Igor Stravinsky, Os Contos de Hoffmann de Jacques Offenbach e das aulas de regência no 34º Festival de Inverno de Campos do Jordão, todos sob direção de Jamil Maluf. Como diretor musical, destaca-se seu recente trabalho na ópera Haroun e o Mar de Histórias de Charles Wuorinen, na qual também atuou como pianista. Foi pianista correpetidor das aulas de Stúdio Ópera ministradas pela cantora Regina Elena Mesquita no V Festival de Música nas Montanhas de Poços de Caldas. Foi pianista da master-class ministrada pelo tenor espanhol Jaime Aragall. Toca freqüentemente nas séries Vesperais Líricas e Concertos do Meio-Dia do Teatro Municipal de São Paulo. João Moreira Reis Iniciou os estudos musicais e de piano com Janette Bampa. Diplomou-se pelo Conservatório Musical “Carlos Gomes” e concluiu o curso de piano pela Faculdade Paulista de Arte, com Vera Velloso e André Muller – com quem retomou em 2004 os estudos de aperfeiçoamento técnico e estilístico. Além de atuar como solista e camerista, colabora ao piano com cantores eruditos, tendo se apresentado no Brasil, Alemanha e Itália. Maude Salazar Maude Salazar é uma das mais importantes cantoras líricas brasileiras e considerada pela crítica nacional uma das melhores intérpretes deste país. Especializou-se em Opera, Musicais da Broadway e Jazz. Tem em seu repertório mais de 60 papéis, além uma enorme gama de possibilidades, desde musicais, shows, música de câmara, cantatas, oratórios e óperas. Sua carreira internacional tem sido permeada por diversas apresentações como solista na Ásia, Europa, Canadá e Estados Unidos. Atriz de grande força e paixão empresta à ópera toda a magia que este grande espetáculo requer. A Escritora Escreveu o livro YOGA DA VOZ, sobre a importância da voz, publicado pela Editora Berkana. Está atualmente envolvida e escrevendo mais dois livros. A Diretora Foi Diretora da Companhia de Ópera do Teatro Municipal de Niterói. Tendo uma experiência de mais de 20 anos na produção de espetáculos em geral. Foi diretora artística em vários espetáculos em diversas cidades dos Estados Unidos com a Westchester Lyric Festival e o Center of Opera Performance de NY. A CARREIRA No Brasil estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como protagonista de A VIÚVA ALEGRE, sob a regência de David Machado. Sendo aclamada como uma "cantora completa", o seu treinamento em ballet clássico e teatro deu à sua carreira dimensão e estilo nos muitos personagens do seu repertório. Com formação na Manhatan School of Music, The Juilliard School, Università di Perugia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro e no Conservatório Brasileiro de Música. Em Nova Iorque estudou por mais de 10 anos com os professores Nico Castel, Yelena Kurdina, Kathy Hazelhurst (Metropolitan Opera), Rita Patane, Franco Iglesias, Wendy Waterman, Carl Allen, Edward Berkley. Participou de workshops com Luciano Pavarotti, Montserrat Caballe, entre outros grandes artistas internacionais. No Brasil trabalhou e estudou com Francisco Frias, Terezinha Schiavo, Consuelo Savastano, Larry Fountain, Maestro Roberto Duarte, Morelembaum, Romano Gandolfi, Eugene Kohln, David Machado, Ligia Amadio, Roberto Tibiriçá, Elena Herrera, Marco Antonio Rodrigues, Jose Florêncio Flores, João Guilherme Ripper, Abel Rocha, Benito Juarez, Silvio Barbato, Fernando Bicudo, entre outros de igual renome. Gravou o CD Portrait com árias de ópera, lançado pelo selo Niterói Discos, onde é acompanhada ao piano pela pianista do Metropolitan Opera House, Yelena Kurdina. O CD obteve excelentes críticas da imprensa especializada. Gravou o CD Todas as Vozes com repertório variado de Jazz e Musicais com o pianista João Carlos Assis Brasil. Gravou o CD Modinhas e Operas de Carlos Gomes com o pianista Larry Fountain. Para citar apenas alguns de seus trabalhos: Com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília e regência de Elena Herrera, cantou a 4o Sinfonia de Mahler, um concerto com árias de Puccini e interpretou VIOLETA em LA TRAVIATA. Foi solista da 9o Sinfonia de Beethoven com Coro e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro sob regência de Roberto Tibiriçá. Cantou o papel de ROSINA em O BARBEIRO DE SEVILHA, montagem da Cia de Ópera de Niterói com a Orquestra Sinfônica Nacional UFF, sob regência de Lígia Amadio, no Teatro Municipal de Niterói e cantou o papel da CONDESSA DE BOISSY na ópera O ESCRAVO de Carlos Gomes sob direção de Fernando Bicudo e regência de Eugene Kohln com a Orquestra Sinfônica de Belo Horizonte no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, montagem da Opera Brasil. Cantou a 1ª audição mundial da peça de João Guilherme Ripper: LIBERA ME. Foi solista em CARMINA BURANA com a Orquestra Sinfônica de Campinas, sob direção do maestro Benito Juarez. Fez vários concertos no CARNEGIE HALL, em Nova Iorque, com músicas de Villa-Lobos, pelos quais recebeu as mais elogiosas críticas da imprensa local. Interpretou Suzanna em BODAS DE FÍGARO, na sala Cecília Meireles, o REQUIEM de Verdi com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), sob a regência de David Machado, LÍÙ na ópera TURANDOT, na Praça da Apoteose no Rio de Janeiro, sob a regência de Romano Gandolfi. Foi solista na abertura da Temporada Lírica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro com a peça A FLORESTA AMAZÔNICA sob regência de Roberto Duarte. Cantou o AMOR em Orfeo e Eurídice no Teatro Arthur Azevedo de São Luiz do Maranhão, sob regência de Sílvio Barbato e direção de Fernando Bicudo. Cantou o papel da Tia na ópera "O Anjo Negro" de João Guilherme Ripper e Nelson Rodrigues, sob regência do maestro Abel Rocha e direção cênica de André Heller, no CCBB em São Paulo. Além dos acima citados tem feito vários concertos, espetáculos e apresentações por todo o Brasil. Escreveu o livro Yoga da Voz. Tem uma paixão pelo ensino do canto e trabalha em seu estúdio em São Paulo, dando aulas de canto lírico, popular, jazz, preparação para musicais, entre outras. Diretora Artística da OSJB Maestrina Vania Pajares Vânia Pajares cursou Bacharelado em Regência e Piano e Mestrado em Artes pela UNICAMP. Atuou como pianista correpetidora das óperas do Teatro Municipal de São Paulo (1993-2006). Como pianista erudita tocou em recitais no Brasil e no Exterior. Foi docente da UNICAMP (2000-2010), FAAM e Escola Municipal de Música de São Paulo. Atualmente leciona na FMU, Centro Universitário Belas Artes e em seu Estúdio Pajares. Como mezzo-soprano atuou em Carmen, La Cenerentola, Il Barbiere di Siviglia, Don Giovanni. Gravou as Canções de Carlos Gomes. Com Eva Wilma atuou na peça Primeira Pessoa (2004-05). Foi Regente e Preparadora Vocal em My Fair Lady (2007), West Side Story (2008) e O Rei e Eu (2010). Foi Diretora Musical e Regente de Evita (2011). Com a T4f foi Diretora Musical Residente e Regente de A Família Addams (2012 ), O Rei Leão ( 2013-2014), Jesus Cristo Superstar ( 2014 ), Mudança de Hábito ( 2015), Wicked . Com o Circuito BroadUai fez Tudo é Jazz( 2016 ). Em 2018 foi a Diretora Musical e Regente do espetáculo A Pequena Sereia da Disney. Maestro Carlos Moreno Uma carreira multifacetada entre a performance como Maestro junto as mais importantes orquestras. Um Maestro voltado à educação e formação de jovens e plateias é também um compositor de obras que criam vínculos diretos entre os intérpretes e o público. De suas composições a “Abertura Vitória” para grande orquestra, o “Divertimento para Sopros e Percussão e esta primeira Ópera intitulada “A Chave”, obras que traduzem uma linguagem e visão sobre toda uma larga experiência musical e o comprometimento com o acesso e compreensão, do maior número de pessoas, quanto a esta manifestação artística que é a Música. Iniciou seus estudos musicais ao piano aos seis anos de idade, passando posteriormente ao violino. Vencedor do 5º Concurso Latino-Americano para Regentes promovido pela OSUSP – 1998, e entre 2002 à 2007 transformou esta em uma das mais premiadas orquestras brasileiras. É um dos mais requisitados maestros de sua geração, regendo no Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia. De 2014 a 2016 atuou como maestro da OER-Orquestra Experimental de Repertório, uma das mais importantes orquestras de formação da América Latina. No Brasil, atuou frente às principais orquestras profissionais, onde podemos destacar OSESP, OSB, OSM (Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo), Filarmônica de Minas Gerais, Filarmônica de Goiás, OSBA (Sinfônica da Bahia), Sinfônica do Paraná, Sinfônica da UCS (Caxias do Sul). Os resultados alcançados nos primeiros passos junto a ópera, com a execução de Madama Butterfly, Tosca de G. Puccini, Pedro Malazarte de Guarnieri e Rigolleto de Verdi, chamaram a atenção para o maestro que, tendo suas ações voltadas a uma liderança atual e humana, afirma assim sua carreira. Em 2016 criou junto ao Mozarteum Brasileiro, dirigido por Sabine Lovatelli, a Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro, no Festival Música em Trancoso, sendo seu regente fundador e titular. O maestro Carlos Moreno é apoiado pelo Mozarteum Brasileiro em prol do talento nacional. Seu vínculo e apoio aos talentos da região de Trancoso, Porto Seguro, Santo André – Bahia tem produzido diversos resultados e, procurando nortear talentos diferenciados, espelhos futuros para suas respectivas comunidades. Neste ano de 2019 recebeu homenagem por sua atuação junto a Orquestra Sinfônica de Santo André – SP, onde atuou dirigindo e regendo por cinco brilhantes temporadas. Criou neste ano também a Golf Chamber Orchestra, resultado da união de duas paixões em sua vida, a música e o golfe. Maestro Roberto Tibiriçá – Presidente da mesa de Jurados Maestro titular da OSJB. Roberto Tibiriçá (São Paulo, 5 de janeiro de 1954) é um maestro brasileiro, titular da cadeira de nº 5 da Academia Brasileira de Música desde 26 de março de 2003. e Membro Honorário da Academia Nacional de Música, Rio de Janeiro desde 2018. Roberto Tibiriçá começou sua carreira como pianista e camerista recebendo fortes influências de Guiomar Novaes, Madalena Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire, Gilberto Tinetti e Peter Feuchtwanger. Porém, seus conhecimentos musicais não bastavam apenas para tocar piano. Resolveu então, procurar o Maestro Eleazar de Carvalho e começou a participar dos Festivais de Campos do Jordão, em São Paulo, como pianista e assistente do Maestro Dr. Hugh Ross, diretor da Schoola Cantorum, de Nova York. Iniciou seus estudos de regência com o Maestro Eleazar de Carvalho e venceu por duas vezes o Concurso para Jovens Regentes da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, passando a ser o Principal Regente-Convidado, trabalhando com o Maestro Eleazar por quase 18 anos até sua vinda para a cidade do Rio de Janeiro em 1994 para a Orquestra Sinfônica Brasileira, onde foi Diretor Adjunto e, posteriormente seu Diretor Artístico. Esteve em Lisboa, Portugal, entre 1984-1985, como Regente Assistente do Teatro Nacional de S.Carlos, onde teve a oportunidade de trabalhar com artistas como o barítono Gino Bechi, os sopranos Mara Zampieri, Montsarrat Caballé, Ileana Cotrubas, o tenor José Carreras e o Maestro Franco Ferrara. Até hoje mantém relações muito afetivas com este País, sendo convidado permanente do júri do Concurso Internacional para Jovens Chefes de Orquestra, promovido pela Fundação Oriente e pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, com a qual também já trabalhou. No Theatro Municipal de São Paulo, teve o privilégio de trabalhar com os sopranos Niza de Castro Tank e Agnes Ayres, o tenor Mario Del Monaco, os barítonos Fernando Teixeira e Giangiacomo Guelfi. Convidado para participar da Semana Guiomar Novaes em Miami, regeu um concerto com a Orquestra Filarmônica da Flórida e o pianista Arnaldo Cohen no dia 28 de Setembro de 1996. Como Diretor Artístico da gravadora RGE/FERMATA, foi o responsável (em 1974) pelo início das gravações de música clássica em gravadoras brasileiras, tendo entre elas o último e único LP gravado no Brasil pela grande pianista Guiomar Novaes interpretando somente músicas brasileiras, gravado no MASP – Museu de Arte de São Paulo. Participou ainda de um DVD sobre esta grande artista, dando depoimentos importantes para a realização deste documentário a convite da diretora Norma Bengel. Por este e outros trabalhos, recebeu das mãos da Sra. Arminha D'Almelda Villa-Lobos (Mindinha, esposa de Villa-Lobos) o Troféu VILLA-LOBOS como o Melhor Produtor de Discos Clássicos do Ano, no Teatro do Copacabana Palace, RJ. Foi também Diretor da gravadora COPACABANA onde realizou o último disco de outra grande pianista brasileira: Magda Tagliaferro (também gravado no MASP – Museu de Arte de São Paulo). Recebeu o prêmio de Melhor Regente Orquestral, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Lei Sarney como revelação na área de Regência Orquestral. Fundou em São Paulo a Orquestra Nova Filarmonia, que entre outros artistas acompanhou Luciano Pavarotti, a Orquestra Nova Sinfonieta e a Orquestra de Câmera Da Capo (conjuntos formados pelos melhores músicos da cidade) e onde realizou a primeira audição da Petite Messe Solennelle, de Rossini. Constantemente convidado a reger todas as orquestras brasileiras tem recebido excelentes críticas sobre suas apresentações. O Regente sem Orquestra - Exercícios Básicos, Intermediários e Avançados para a Formação do Regente, atuando como orientador dos autores Arthur Rinaldi, Beatriz De Luca, Daniel Nery e Luciano Vazzoler.The Conductor without Orchestra - Basic, Intermediate and Advanced Exercises for Conductor Formation, acting as advisor to the authors Arthur Rinaldi, Beatriz De Luca, Daniel Nery and Luciano Vazzoler
PROJETO ARQUIVADO.