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O Belo do Lixo é a realização de uma exposição de artes visuais que será composta por fotografias projetadas em galerias e prédios e escolhidas por meio de um concurso fotográfico. Além disso, será realizado um concurso de redação tendo como tema: O Belo do Lixo em que as pessoas poderão, através do registro de imagens e escrita literária, demonstar a importância de um movimento cultural mundialmente conhecido como Free Your Stuff - FYS, uma nova cultura / filosofia que estimula as pessoas a doarem e ressignificarem objetos que seriam descartados, ressignificando a ideia de consumo.
Exposição de Artes Visuais - Ponto de Coleta (Classificação Indicativa: livre)Uma exposição composta por artes visuais multimídia e projeções mapeadas que será composta das 60 melhores montagens das imagens que participaram do concurso de fotografia que será apresentadas em prédios da cidade e galerias de artes. Prêmio de Fotografia - O Belo no Lixo (Prêmio de Artes Visuais, Classificação Indicativa: 10 anos):Selecionar as 100 melhores fotografias que abordem a ressignificação do consumo e descarte de resíduos, Movimento Free Your Stuff, narrativas pessoais através de linguagens artísticas, tendo como tema O Belo do Lixo - Exposição Visual de um Futuro Possível. Haverá categorias para amadores, profissionais e estudantes. As 60 melhores fotos serão selecionadas para irem para a exposição multimídia. Todas as 100 fotografias selecionadas irão para o site e ficarão disponíveis para download em alta resolução. Concurso de Redação - O Belo no Lixo (Concurso de Humanidades, Classificação Indicativa: 10 anos):Selecionar as 50 melhores redações produzidas por estudantes de escolas públicas/particulares que tratem da ressignificação do consumo e descarte de resíduos, Movimento Free Your Stuff, narrativas pessoais através de linguagens artísticas, para irem para o site do projeto em formato de e-book. Contrapartidas Sociais (Humanidades, Classificação Indicativa: livre):Visitação de alunos de escolas municipais nas exposições, acompanhadas de um monitor e tradutor de libras. Catálogo Digital (e-book)Produto digital contendo as 50 melhores fotografias que ficará disponível no site para visualização e download.
Objetivo Geral: Ressignificar a relação da sociedade com o consumo apoiando movimentos culturais como o Free Your Stuff, um convite às práticas de expressão, desapego e consumo consciente. Objetivos específicos: 1. Realizar 1 exposição de artes visuais e multimídia com fotos selecionadas e reeditadas para linguagem multimídia; 2. Realizar 1 concurso fotográfico para estimular as pessoas a desenvolverem narrativas visuais singulares a partir de cenários de descarte de resíduos; 3. Promover 1 concurso de redação para debater sobre a cultura da renegeração planetária e consumo consciente, inclusive artístico; 4. Criar 1 livro-catálogo digital com as redações selecionadas pelo júri interno;
Este projeto enquadra-se o artigo 1º na lei 8.313/91, nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Tendo como o objetivo o inciso I - incentivo à formação artística e cultural, parágrafo b) a concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil previsto no artigo 3º da lei 8.313/91. A ideia básica do Free Your Stuff é doar o que não se usa mais ou pedir algo que se está precisando através de um grupo na rede social, que acaba por se tornar uma plataforma colaborativa. É uma iniciativa que tem tudo a ver com cooperação. Traduzido do inglês-Freecycling, ou reciclagem gratuita, é o ato de doar itens indesejáveis utilizáveis a outras pessoas, em vez de descartá-los em aterros sanitários. Esse termo costuma ser associado a grupos online que executam listas de discussão que oferecem itens aos membros sem nenhum custo. A Comunidade Free Your Stuff é uma das mais conhecidas e está presente em várias cidades. A ideia é reaproveitar objetos e combater o desperdício. Passar adiante em vez de jogar fora. Reaproveitar o que se tornou velho para alguém, mas que pode ganhar um novo significado e utilidade para você. Compartilhar o que não se usa mais é uma marca em comunidades no Facebook na Alemanha. A Free Your Stuff (FYS, em português, liberte suas coisas) é a mais popular. A principal regra é não estabelecer preços. Tudo é oferecido de forma gratuita como doação ou troca. "Estou vendendo o meu sofá 'de graça'", diz o anúncio de um usuário no Free Your Stuff Berlin. A Free Your Stuff Mainz, por exemplo, foi criada por um estudante que postou a oferta de um televisor que ele não queria mais. Milhares de pessoas se juntaram à comunidade, que se tornou uma das com mais membros na Alemanha. Também há comunidades em Berlim, Munique, Colônia, Düsseldorf e Hamburgo. No Brasil, foram criadas páginas para doação e troca em São Paulo e Porto Alegre, inspiradas na iniciativa alemã. Esse tipo de movimento nas redes sociais reflete um senso de comunidade numa era de pós-consumismo. Prolongar a vida útil de objetos que não servem mais para alguém, mas podem ser muito úteis para outra pessoa em outro lugar transmite uma mensagem de resistência ao desperdício. O que muitas vezes é considerado "velho" pode ganhar um novo valor. Este projeto faz um link com movimentos como este e pleitea registrar a cultura do desperdício e consumismo no Brasil e no Nordeste, bem como produzir conteúdo a partir das narrativas visuais e textuais de alunos de todo o Brasil sobre a temática da ressignificação do olhar artístico em objetos descartados, muitas vezes inadequadamente, nos cenários dos grandes centros urbanos. Procura, através do poder da arte, oferecer rumos para que o próprio público encontre os significados que precisa reconhecer para a tomada de consciência de que não há como consumir e descartar eternamente e aguardar que a natureza lide com todo o resíduo que produzimos. Através de uma ação incentivada via lei de renúncia fiscal, a qual encoraja investidores sociais a aportarem recursos para premiação das melhores obras e a manutenção dos profissionais que estão dedicados a esta realização, este projeto pode se fazer possível de uma forma sustentável e coerente. A Lei de Incentivo à Cultura é crucial para que médias e grandes empresas e investidores sociais possam destinar parte de seus recursos.
Considerando o contexto pandêmico esse projeto fará divulgação online por meio de lives realizadas nas redes sociais com a realização de palestras/debates com personalidades tendo como tema a prática do Free Your Stuff - FYS para promover a reflexão sobre a cultura do reaproveitamento e ressignificação dos objetos que são descartados e estimular a participação nos concursos.
Exposição de Artes Visuais - O Belo do lixoDuração: 21 diasQuantidade de Obras/Instalações: 60 Concurso de Redação:Duração: 03 mesesVagas: sem limite de quantidade ou local de inscrições. Premiação para as 50 melhores redações, que também irãocompor um e-book. Contrapartida Social: Oficina de Fotografia com celularDuração: 05 dias (uma oficina por dia)Vagas: 150 alunos da rede municipal de ensino público. Prêmio de FotografiaDuração: 60 diasVagas: 100 melhores fotografias escolhidas. 60 para compor instalação-galeria de Artes Visuais sobre o tema. Catálogo Digital (e-book)Duração: 60 dias para produção após a finalização do conscurso de Redação.Vagas: 50 melhores redações.
Quanto à Acessibilidade Física, a responsável pela realização adotará medidas de acessibilidade, conforme disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Abaixo a relação dos ítens de acessbilidade por produto: 1. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAISAcessibilidade Física: rampas e guias táteis no local. Acessibilidade para deficientes visuais: áudiodescrição das obras. Acessibilidade para deficientes auditivos: Legenda. 2. CONCURSO LITERÁRIOAcessibilidade Física: as inscrições e avaliações são através da escrita; Acessibilidade para deficientes visuais: serão aceitas redações em linguagem de Braile (tradutor de braile), as redações selecionadas e vencedoras do concurso ganharão áudiodescrição no site; Acessibilidade para deficientes auditivos: vídeo descrição em libras sobre o conteúdo no site. 3. PRÊMIO FOTOGRÁFICOAcessibilidade Física: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: as obras selecionadas e vencedoras do concurso ganharão áudiodescrição no site. Acessibilidade para deficientes auditivos: descrição. 4. CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade Física: rampas e guias táteis no local. Acessibilidade para deficientes visuais: áudiodescrição das obras. Acessibilidade para deficientes auditivos: tradutor intérprete de libras.
Será realizado uma exposição de artes visuais, um concurso fotográfico com ampla participação da sociedade e um concurso de redação junto às escolas da cidade de João Pessoa para estimular os jovens a pensar e debater sobre a importância da ressignificação da relação da sociedade com o consumo e com o descarte a partir das narrativas transpessoais. A participação nos concursos é gratuita. Além disso, de acordo com o artigo 21 da instrução normativa nº 02/2019 em seu inciso I (doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.
Gerson Abrantes (proponente do projeto, dirigente da Parahybólica Cultural)Paraibano, produtor cultural, músico e videomaker, Bacharel em Administração pela Universidade Federal da Paraíba, co-fundador da Parahybólica Cultural, produtora que atua há 08 anos na cidade de João Pessoa / PB com projetos culturais e eventos de música, teatro e encontros. Trabalha com desenvolvimento de conteúdo em vídeo para internet, campanhas de divulgação e projetos de marketing cultural e produção de eventos para editais e leis de incentivo, atendendo a marcas e produtores. Especializa-se na área de Elaboração de Projetos e Gestão e Captação de Recursos para o terceiro setor, Impacto Social e Economia Criativa. Está no Caminho do Conhecimento para tornar-se um multiplicador do Dragon Dreaming, Design de Projetos Colaborativos, método incentivado pela ONU. Neste projeto, responderá pela rúbrica de coordenação geral.Pedro Nogueira (coordenação de produção)Possui graduação em CST em Redes de Computadores pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (2010) e mestrado em INFORMÁTICA pela Universidade Federal da Paraíba (2014). Atualmente é professor da Faculdade Maurício de Nassau - João Pessoa, coordenador da Faculdade Maurício de Nassau - João Pessoa, coordenador da Faculdade Estácio de João Pessoa, professor da Faculdade Estácio de João Pessoa, professor da Faculdade Estácio de João Pessoa, coordenador da Faculdade Estácio de João Pessoa e coordenador da Faculdade Estácio de João Pessoa. Karla Rossana Francelino Ribeiro Noronha (curadoria em fotografia)Atua como fotógrafa a cinco anos. Tem investido em trabalho autorais buscando registrar e desenvolver projetos com temáticas voltadas para manifestações culturais, fotografia de rua, artística e autorretrato. Participa do coletivo fotográfico Brincantes de Imagens em que faz pesquisa e produção fotográfica individual e coletiva.Já participou de exposições coletivas pela Fundação Espaço Cultural (FUNESC/PB) Casarão 34 (FUNJOPE/PB), Usina Cultural Energisa (Edital de Ocupação Usina Cultural Energisa 2019/2020) e IFPB (curso de Fotografia Artística), Edital de Ocupação Usina Cultural Energisa 2017/2018, do Salão Nacional de Fotografia Pérsio Galembeck 2017 em Araras, São Paulo e individual no ExpoSESC 2017, e, em 2014 foi 1º lugar no Prêmio ALPB de Jornalismo na categoria Fotojornalismo.Natural de Crato, Ceará. Vive e trabalha em João Pessoa. É mestra em Comunicação pela Universidade Federal da Paraíba, professora universitária, trabalhou como repórter fotográfica em empresa privadas e órgãos públicos na Paraíba. Também ministrou disciplinas de fotografia pelo PRONATEC, curso e workshop de fotografia pelo SENAC/PB.
PROJETO ARQUIVADO.