| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 60860673000143 | Exxonmobil Química Ltda. | 1900-01-01 | R$ 311,9 mil |
Este livro bilíngue (português/inglês), faz um relato histórico da atividade pesqueira no país, do descobrimento aos dias atuais, localiza as principais comunidades pesqueiras artesanais que ainda teimam em existir, da pesca industrial e da pouco ressaltada presença feminina numa atividade quase sempre associada aos homens. Um livro que traz junto com ele toda a carga de aventura e romantismo que a pesca sempre carrega junto com ela através de fotografias contemporâneas. Como ação formativa cultural, serão realizadas rodas de leituras em escolas e instituições públicas da região, a fim de estimular e ampliar o acesso a cultura no país e explicar o conteúdo e os propósitos do projeto.
Em 1941 quatro jangadeiros cearenses viajaram durante 61 dias, sem bússola ou carta de navegação de Fortaleza, no nordeste do Brasil até o Rio de Janeiro. A aventura tinha um propósito nobre: chamar a atenção do governo do presidente Vargas para as péssimas condições de trabalho dos 35 mil pescadores do Ceará. Foi uma viagem tão arriscada que a revista Time publicou em dezembro de 1941 um artigo intitulado Four Men on a Raft, contando a odisséia de Jacaré, Tatá, Mané Preto e Mestre Jerônimo, que percorreram os 2.381 km que separam Fortaleza do Rio de Janeiro, na época, capital do Brasil. Folheando a revista, Orson Welles decidiu que aquela seria uma das histórias que ele contaria no filme It’s All True, que iria rodar no Brasil em 1942. O filme de Welles era mais uma das ações da política da boa vizinhança, dirigida pelo departamento de estado americano para impedir que países da América Latina, principalmente México, Brasil e Argentina se alinhassem com a Alemanha nazista. Welles filmou com os jangadeiros em Fortaleza e logo depois os trouxe de avião para o Rio de Janeiro, onde ficaram hospedados no Hotel Copacabana Palace. Welles reproduziu com eles várias cenas da viagem, mas durante uma filmagem na Barra da Tijuca, numa manobra desastrada da lancha que os rebocava, a jangada virou e os quatro tripulantes foram jogados ao mar. O corpo de Jacaré nunca foi encontrado. Welles seguiu filmando, inclusive em Fortaleza, onde a reconstituição da história de Jacaré foi feita com seu irmão Isidro. A celebridade dos 4 jangadeiros durou pouco tempo. Logo a história dos 4 marinheiros seria esquecida, assim como o filme de Orson Welles, que não foi lançado na época, foi dado como desaparecido até que em 1985, negativos de Four Man in a Raft foram encontrados num depósito da Paramount e recuperados com a colaboração de instituições de diversos países. Vale lembrar que os jangadeiros foram recebidos pelo presidente Vargas, que assinou na época uma lei dando à categoria os mesmos benefícios de outros trabalhadores sindicalizados: fundos de aposentadoria, atendimento médico, etc. Mas dos anos 40 para cá a situação não mudou muito para os jangadeiros cearenses. Presidente da Colônia Z-8 de Pescadores de Fortaleza, Posidônio Soares Filho nasceu na praia do Iguape, em Aquiraz, e chegou a Fortaleza aos 4 anos, quando o pai, pescador, saiu da Região Metropolitana para a Capital em busca de melhores dias. "Cada um tem sua própria resistência e meu pai foi um autodidata que fez a primeira jangada de tábua no Ceará. Isso em 1944, na época da Segunda Guerra. Acompanhando, aprendi a profissão de carpinteiro", rememora. "Para mim, meu pai foi referência". Posidônio Soares diz que o grande problema da categoria é a falta de renovação. A Colônia Z-8 tem hoje cerca de 2.500 filiados. Há duas décadas, esse número passava de 9 mil. "A cada novo afiliado, são três se aposentando", diz. Mas ao que tudo indica, o mar não está pra peixe. Nem pra pescadores. Histórias como estas, da odisseia de Jacaré e da luta de Posidônio são exemplos do que iremos contar neste livro, que também faz um registro histórico e cultural da atividade no Brasil.
Objetivo GeralEste livro tem como objetivos:1) Contar a história da atividade pesqueira no Brasil, do descobrimento aos dias atuais.2) Além do registro histórico, faz uma pequena "antologia" da representação da atividade no imaginário popular, seja na música, na poesia e na dança.3) Fazer um registro histórico através da pesquisa e captação de relatos de personagens relevantes de diversas comunidades pesqueiras artesanais do Brasil.4) Fazer um registro imagético, através de um belo e sensível trabalho fotográfico inédito destas comunidades.5) Resgatar e apresentar ao público raras e pouco conhecidas imagens iconográficas sobre o tema. Ainda, por sua natureza didática e cultural, este livro também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8313/91. Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. Objetivo específicoa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Comunidades pesqueiras".b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto.c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.
É na infância que ocorre o primeiro contato de homens e mulheres com as atividades pesqueiras. Em geral, é o pai que ensina o filho a tecer uma rede. Ou quem lhe dá uma linha de pesca para se distrair enquanto concerta a embarcação na beira da praia. O ofício vai muito além de saber jogar e puxar a rede no mar. Passa também por entalhar um tronco de árvore para fazer uma canoa, costurar e remendar a sua própria rede, armazenar o pescado adequadamente para conservá-lo, olhar o mar e saber reconhecer onde está e qual o cardume submerso apenas pelo jeito da água se movimentar; saber ler as condições meteorológicas para saber quando é melhor ficar em terra. Em geral, a pesca tradicional é feita pelos homens, mas as mulheres também têm seu papel. Nos estados do Sul, por exemplo, a presença feminina na preservação da pesca artesanal como atividade econômica e agregadora familiar é mais do que fundamental. As que trabalham em terra estão inseridas em todas as etapas do processo que faz a pesca artesanal funcionar. Cuidam da limpeza e do beneficiamento, incluindo descasque de camarão, filetagem de peixes, desconchamento de ostras e mexilhões ou extração de carne de siri. Na maioria das vezes, são elas que administram a comercialização. No Pará, segundo dados da Federação dos Pescadores - Fepa, as mulheres representam, hoje, cerca de 10% do total de 120 mil pescadores artesanais em atividade no Estado. É artesanalmente que 70% dos frutos do mar produzidos no país ainda são pescados, segundo o Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP). Apesar de existir um grande mercado consumidor, a vida dos pescadores artesanais anda cada dia mais difícil. O trabalho no mar é duro, exaustivo, necessita de longas jornadas debaixo do sol e não remunera bem. Se, por um lado, a tecnologia trouxe algumas facilidades, como barcos a motor e equipamentos de navegação por sonda, por outro, os grandes barcos industriais tem muito mais acesso a essas tecnologias e acabam tirando mercado dos pequenos. A pesca industrial feita sem controle, somada à poluição crescentes dos oceanos, causou, ainda, um outro efeito negativo: a redução drástica dos estoques de peixes. Onde antigamente era jogar a rede e puxar um cardume hoje já quase não tem peixe e os pescadores precisam ir cada vez mais longe da costa. Outro problema é que a pesca artesanal perdeu o poder de atração para os adolescentes e está se tornando uma atividade restrita aos mais velhos. Sem sangue novo para substituir aqueles que vão se aposentando, a sobrevivência de uma atividade que faz parte do patrimônio imaterial brasileiro está se tornando incerta. O registro histórico e imagético destas comunidades cada vez menores justifica esta publicação. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 cm x 22,5 cm Formato aberto: 45 cm x 22,5 cmQuantidade de imagens: 80Quantidade de laudas de texto: 15Quantidade de páginas: 192 Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores LogomarcasFormato: PolicromiaA logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação
LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 3.880,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticaSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas.b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresSerão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra.d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias.e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais)Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao públicoSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.
Marcos PifferÉ fotógrafo profissional desde 1989. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU Santos, tem especialização em Gestão Ambiental, é Mestre em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Doutorandopela mesma Universidade. É professor universitário e autor de 16 livros de fotografia, entre eles Flora – Inventário particular de espécies da Mata Atlântica, Patrimônio Histórico,Cultural e Natural – baixada santista, Coffea – O café no Brasil no século XXI, Santos – Roteiro lírico e poético, Litoral Norte e Edifício Caetano de Campos. Suas fotografias integram os acervos permanentes do Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), Instituto Cultural Itaú, Banco Itaú BBA , Coleção Fnac e várias coleções particulares. Dos prêmios recebidos, é importante citar a Bolsa de Artes da Fundação Vitae, concedida em 1996, e o Prêmio Estímulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em 1995. Parte de suas imagens foi exposta várias vezes no país e no exterior. Vale destacar as exposições individuais “Coffea”, itinerante, instalada na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos (SP), e que percorreu todas as livrarias Fnac pelo Brasil; “Santos – Roteiro Lírico e Poético”, no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE); “Litoral Norte” no MAM; bem como sua participação nas exposições coletivas “Ibero-Americana 92”, em Colônia (Alemanha), e no Espaço Cultural Kultur Fabrik Esch-Sur-Alzette, em Luxemburgo. Foi editor da revista Guaiaó, em que propõe pensar a cidade de Santos (SP) através da cultura litorânea. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa ( Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Marcos PifferCoordenação Editorial: Marcos PifferFotógrafo: Marcos PifferCoordenação de produção: Pedro SaadPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional. O proponente do projeto, Marcos Piffer, inicialmente, será responsável por todas as imagens da publicação e também, pela coordenação administrativa e financeira, pela coordenação editorial do projeto, responsável pelo acompanhamento e pela supervisão de todo o processo de produção do livro, desde a prospecção e contratação dos autores, até a gravação das mídias de impressão, passando pela diagramação e revisão dos textos, entre outras etapas do trabalho.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.