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PRONAC 204512Apresentou prestação de contasMecenato

Praias Brasileiras

PRODUTORA CANARINHO DE ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 314,4 mil
Aprovado
R$ 324,8 mil
Captado
R$ 311,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
60860673000143Exxonmobil Química Ltda.1900-01-01R$ 311,9 mil

Eficiência de captação

96.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PE
Município
Petrolina
Início
2020-12-01
Término

Resumo

Com quase 8 mil quilômetros de litoral, o Brasil reúne algumas das praias mais bonitas do mundo. Este livro vai trazer um panorama geral do litoral brasileiro, nos aspectos geográficos, sociais e econômicos, além de apresentarsete das mais belas praias brasileiras mostrando suas belezas naturais, infraestrutura turística e também os aspectos culturais e históricos de cada local. Os textos serão elaborados a partir de entrevistas com especialistas, como ambientalistas e mergulhadores, de personagens emblemáticos ligados à história local, como antigos moradores, contadores de histórias e historiadores. A publicação com192 páginas, terá versão bilíngue (português/inglês).

Sinopse

Neste livro, além de uma história política, econômica e social do litoral brasileiro, vamos conhecer sete praias consideradas as mais belas do país. São elas: Praia do Sancho (PE): a baía do Sancho, praia de Fernando de Noronha, foi considerada a melhor praia do Brasil pelo prêmio VT da Revista Viagem e Turismo. Além de ser a praia disparada no quesito beleza, Sancho é um dos grandes e mais famosos pontos de mergulho do país. Praia do Espelho (BA): escondida entre os povoados de Trancoso e Caraíva, a praia do Espelho é considerada uma das mais encantadoras do Sul da Bahia. Perfeita por natureza e bucólica por vocação, reúne águas azuis que formam piscinas naturais, gigantescas falésias brancas e avermelhadas, riozinhos e coqueirais. Praia do Rosa (SC): a Praia do Rosa fica situada em Imbituba, Santa Catarina. Conhecida por sua inesquecível beleza, a praia possui um ar muito amistoso apesar de ser bem agitada. A preservação ambiental no local permite apreciar a baleia Franca e fazer belas trilhas. Baía dos Porcos (PE): também localizada em Fernando de Noronha, ela tem apenas 100 metros de extensão. Piscinas naturais formam-se em frente ao Morro Dois Irmãos, cartão-postal da ilha.Baía dos Golfinhos (RN): a Baía dos Golfinhos, também conhecida como Praia do Curral ou Praia dos Golfinhos, é deslumbrante e merece ser visitada. O cenário é de tirar o fôlego, com penhascos, vegetação tropical e praias semidesérticas, tudo isso se misturando em perfeita harmonia.Praia dos Galés (AL): situada na orla de Maragogi, em Alagoas, Galés são as maiores piscinas naturais do estado. Nela é possível explorar os diferentes corais e animais marinhos como os peixes e ouriços. O clima é bem agradável para se divertir em família e a água é limpa e transparente.Praia Lopes Mendes (RJ): localizada na Ilha Grande, Rio de Janeiro, é um lugar ideal para relaxar. A paisagem é muito bonita com areia branca e fina, grandes pedras, amendoeira e riachos. O mar tem tonalidades em verdes e azuis com águas agitadas, o que atrai muitos surfistas. O acesso é por meio de trilhas e barco e não há água potável natural.

Objetivos

Objetivo geral1) Registrar imagens e informações sobre algumas das mais belas praias brasileiras.2) Ser um instrumento de divulgação (reforçado por ser uma edição bilíngue) destes lugares, mas principalmente, de defesa de sua preservação.3) Promover a discussão sobre a preservação e a não desfiguração de balneários, evitando que percam suas identidades históricas. Objetivo específicoa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Praias do Brasil".b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto.c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.

Justificativa

É comum ouvirmos a frase que o Brasil "fica de costas para o Brasil, de frente para o mar", esquecendo-se do interior e do "Brasil profundo". A frase tem alguma verdade, mas nem todos os ditados são absolutos. Se o país já não mais arranha as praias como caranguejos, porque, apesar de o Brasil ter uma das maiores faixas litorâneas do planeta, o potencial turístico ainda é sub-aproveitado? Ainda. Porque a pesca industrial, comparada à outros países - muitos deles, com extensões costeiras bem menores -, é uma atividade com tão baixo desempenho por aqui? A estas questões, podemos adicionar também, outras, em um pólo oposto: o da saturação. Como conciliar potencial turístico e preservação, tanto da paisagem natural, quanto das tradições das populações locais? Como conciliar atividades como o pré-sal, no litoral sudeste, que responde por 70% da produção de petróleo no país e a preservação do meio-ambiente? É possível conter o avanço do mar, uma questão que começa a preocupar ambientalistas e moradores de diversas localidades litorâneas em todo o Brasil? Todas estas questões serão colocadas neste livro, que ainda traz em seu conjunto a história de sete belas praias brasileiras. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.Como a publicação irá retratar sobre as diferentes praias brasileiras, será importante relatar a importância da preservação dos nossos mares e de todo o litoral brasileiro. De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 cm x 22,5 cm Formato aberto: 45 cm x 22,5 cmQuantidade de imagens: 80Quantidade de laudas de texto: 15Quantidade de páginas: 192 Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores LogomarcasFormato: PolicromiaA logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 3.880,00Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística.Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas.b) até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores.Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra.d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012.Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias.e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público.Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.

Ficha técnica

Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa ( Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Cássio VasconcellosCássio Campos Vasconcellos (São Paulo, SP, 1965) iniciou sua trajetória na fotografia em 1981. Como fotojornalista, trabalhou no jornal Folha de S.Paulo, em 1988. Já participou de mais de 200 exposições em 20 países, entre elas Coletivos, no Today Art Museum (TAM), Pequim, China (2013); Itinerant Languages of Photography, Princeton University Art Museum, Princeton, New Jersey, Estados Unidos (2013); O Elogio da Vertigem: Coleção Itaú de Fotografia, Maison Européenne de La Photographie, Paris, França (2012); Nous les Arbres, Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris, França (2019) e Civilization, The Way We Live Now, National Gallery of Victoria, Melbourne, Australia (2019). Ganhou vários prêmios, como Conrado Wessel de Arte (2011) e Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA, 2002), pela melhor exposição do ano com a mostra Noturnos São Paulo. Suas imagens fazem parte de diversas coleções no Brasil e no exterior, como o Masp – Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, Brasil), Bibliothèque Nationale (Paris, França) e Museum of Fine Arts (Houston, Estados Unidos). Publicou os livros Aeroporto (Ed. Madalena, 2015), Aéreas do Brasil (BEI, 2014), Panorâmicas (DBA, 2012), Aéreas (Terra Virgem Editora, 2010) e Noturnos São Paulo (2002). Cássio também integra o seleto grupo do livro The World Atlas of Street Photography, publicado pela Thames & Hudson, Inglaterra, e pela Yale USA em 2014, que traz a série Noturnos São Paulo. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Pedro SaadCoordenação Editorial: Pedro SaadPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresFotografia: Cássio VasconcellosTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Petrolina Pernambuco