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PRONAC 204542Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Livro SEI

ACACIA CULTURAL SERVICOS GRAFICOS, EDITORIAIS E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 672,8 mil
Aprovado
R$ 672,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-05
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A presente proposta prevê a publicação do livro de arte SEI, publicação que apresentará o trabalho de diversos artistas nikkeis (descendentes de japoneses) que atuam na área cultural brasileira e investigam temas relacionados à ancestralidade, ruptura e continuidade. O livro registrará obras nas seguintes áreas: fotografia, artes plásticas, cinema. cerâmica, música, deisgn e culinária.

Sinopse

Sinopse: O livro SEI apresentará as criações de 12 artistas nikkeis (descendência japonesa). Trata-se de uma celebração do encontro e simbiose da cultura japonesa e brasileira, tendo em vista que o Brasil é o país com a maior comunidade japonesa fora do Japão. De que forma essas culturas se influenciaram e dialogam nas produções artísitcas contemporâneas? Através da apresentação das obras e entrevistas com os artistas selcionaods pretende-se explorar esse fértil campo de produção cultural.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral da proposta é apresentar para o público em geral, por meio de uma publicação de arte, a produção de artistas de descendência japonesa que atuam no Brasil e dessa forma criam obras que levantam questões como pertencimento, identidade, raízes e gerações. Serão apresentados diversos artistas que navegam por diversas expressões artísticas como fotografia, artes plásticas, cinema, música, cerâmica, culinária e design. Além da produção artística, o livro apresentará entrevistas com cada artista. Objetivo Específico - Produzir uma tiragem de 1.500 exemplares do livro de arte intituldo SEI, que apresentará a produção artística de nikkeis, artista de descend6encia japonesa que atuam no cenário cultural brasileiro. - Apresentar o trabalho de 12 artistas através do livro; - Realizar 1 evento de lançamento da publicação; - Realizar 1 palestra aberta ao público em geral com alguns artistas e os organizadores da publicação.

Justificativa

O Brasil é o país que abriga a maior população de origem japonesa fora do Japão, com cerca de 1,5 milhão de nikkeis no território. A compreensão da influência e força da cultura japonesa na construção de nossa história é de grande importância para entendermos de que forma nossa sociedade se estruturou e vem se moldando conforme o passar do tempo. A presente proposta tem como foco investigar e divulgar a criação artística de nikkeis por meio da publicação de um livro de arte que explore diversas linguagens atísticas (artes visuais, cinema, fotografia, cerâmica, música e culinária) e seus criadores. Nikkeis que atuam na área cultural brasileira reunidos em livro que imprime ancestralidade, ruptura e continuidade Perpassando os limites da nacionalidade e das origens, gerações de japoneses e seus descendentes no Brasil percorrem com originalidade e maestria um espaço intercalar que surge entre a tradição e a contemporaneidade. Com imagens e diálogos documentando suas obras, a publicação de temática inédita trará reflexões sobre pertencimento, identidade e raízes. Este livro apresentará um importante recorte do legado da imigração japonesa no Brasil e, sobretudo, estimulará laços de compreensão entre as gerações mais novas. Em relação ao enquadramento do projeto nos incisos do Artigo 1, podemos citar as conexões abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Já em relação aos objetivos do Artigo 3, citamos abaixo aqueles que tem relação direta com o alcance do projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante / b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante/ b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

392 PÁGS TOTAIS SENDO: 320 PÁGS EM OFFSET 150 GRS + 32 PÁGS EM PÓLEN BOLD 90 GRS + 40 PÁGS EM VEGETAL 112 GRSTítulo: LIVRO "SEI” - PÁGS+CAPA (COSTURADO) + BASE CP.DURA EM PAPELÃO PRETO C/ BX RELEVO N.Páginas:392 ComponenteCoresPapelF.FechadoF.AbertoAcabamentos 14-CADERNOS EM OFFSET 150 GRS 16pg4x4OFFSET 150grs 230x300 460x300 DOBRADOS; CAPA_BROCHURA SIRIO ULTRA BLACK 370g230x300 460x300 REFILADOS; 2-CADERNOS EM PÓLEN BOLD 90 GRS 16pg4x4POLEN BOLD 90grs 230x300 460x300 DOBRADOS; 10-CADERNOS EM OFFSET 150 GRS 8pg4x4OFFSET 150grs 230x300 460x300 REFILADOS; DOBRADOS; 10-CADERNOS VEGETAL 112 GRS 4pg1x1VEGETAL 112grs 230x300 460x300 REFILADOS; DOBRADOS; 1-CADERNOS EM OFFSET 150 GRS 8pg4x4OFFSET 150grs 230x300 460x300 REFILADOS; DOBRADOS; 10-CADERNOS EM OFFSET 150 GRS 4pg4x4OFFSET 150grs 230x300 460x300 REFILADOS; DOBRADOS; REVEST_CAPA REV. ESPECIAL (BOBINA (50/100M) 0g 1230x300 460x300 CORTE DE BOBINA; FORRO_BASE REV. ESPECIAL (BOBINA (50/100M) 0g 1230x300 460x300 CORTE DE BOBINA; PAPELÃO_BASE PAPELÃO PRETO 1250g230x300 460x300 REVEST_BASE CURIOUS MATTER 135g230x300 460x300 REFILADOS; UV BRILHO RES. FRENTE; ADESIVO COUCHE ADESIVO DFAM BRILHO 220g230x300 460x300 REFILADOS; Acabamento Geral: LIVRO_BROCHURABROCHURA ( COSTURADO + HOT MELT ); PINTURA LATERAL (TINTA); PRE_PRESSINCLUSO 01 JOGO DE PROVAS;

Acessibilidade

Acessibilidade Fisica: Como se trata de um projeto que visa a realização de um livro, não apresenta limitações de acesso aos portadores de necessidades especiais locomotivas. De qualquer forma, o local que abrigar o evento de lançamento será adaptado. Acessibilidade de Conteúdo: - No que se refere à realização do lançamento do livro e da palestra com artistas e organizadores, conforme as normas ABNT 15599, serão contratados intérpretes de libras para atender ao público com deficiência auditiva, seguindo paragrafo 5.4.1 - atendimento especializado em LIBRAS e por meio de articulador orofacial, devidamente sinalizado e divulgado em todo material promocional; - Desenvolvimento do livreo digital utilizand a tecnologia Daisy - Disponibilizado em CD, permite à pessoa cega ou com visão subnormal acesso à literatura destinada ao estudo e à pesquisa de forma rápida e estruturada. O leitor permite visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e ouvir simultaneamente em voz sintetizada. O livro Daisy possui mecanismos de buscas por palavras, é editado com notas de rodapé opcionais, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de sinais, além da pronúncia correta de palavras estrangeiras. O formato é ideal para transformar o conteúdo de catálogos, livros, manuais, relatórios, listas, índices telefônicos, guias, bulários, entre outros materiais, em conteúdos acessíveis às pessoas com deficiência visual. Contrapartidas Sociais - Para a realização das palestras nas insitui'ões públicas de ensino, serão contratados monitores capacitados para o atendimento ao público com deficiência que possam desenvolver atividades específicas para alunos que possuam deficiência visual, propondo exercícios que trabalhem texturas relacionadas ao livro. - Intérprete de Libras

Democratização do acesso

Para garantir a democratização do acesso da população ao projeto "SEI” foram adotadas as seguintes ações: - 20% dos exemplares (600 exemplares) serão distribuídos gratuitamente entre bibliotecas do Estado de São Paulo (via Sistema Estadual de Bibliotecas) , instituições de ensino da rede pública e organizações não-governamentais que trabalhaem com formação cultural; - 300 exemplares vendidos a preços populares - R$ 50,00 Em relação ao artigo 21 da IN 02/2019 o projeto prevê: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - doação de 600 exemplares

Ficha técnica

Proponente - Acácia Cultural. O proponente assume a coordenaçõa Editorial e Geral do livro. O proponente possui experiência em desenvolvimento de projetos via leis de incentivo, tendo prestaçao de conta já apresentada do PRONAC 150281 e projeto aprovado, em vias de captação e execução PRONAC 193722 - Coordenação Editorial/Coordenação geral (não remunerado); Acacia Cultural é uma editora criada por Acácia Lischewski Mattar e Alexandre de Lucia Rabelo com a pretensão de se diferenciar no mercado editorial brasileiro, assim como a Taschen é um ícone mundial, e produzir livros com total excelência gráfica para que o produto final se destaque em seus nichos de atuação. Com a premissa de que livro é cultura, nós pensamos e produzimos com respeito, seriedade e muita criatividade para se tornar arte que inspira. - Organização e produção textos .Madalena Natsuko Hashimoto Cordaro Possui graduação em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Artes pela Universidade de São Paulo (1982), graduação em Língua e Literatura Portuguesa e Espanhola pela Universidade de São Paulo (1984), graduação em Língua e Literatura Japonesa pela Universidade de São Paulo (1988), mestrado em Arts - Printmaking, pela Washington University (1994) e doutorado em Filosofia (Estética) pela Universidade de São Paulo (1999). É livre-docente em Literatura e Arte Japonesa (2011). Tem experiência na área de Letras e Artes, com ênfase na área de japonês, atuou principalmente nos seguintes setores: literatura japonesa clássica e moderna, pintura e xilogravura japonesa e cultura japonesa. Atualmente é Professor Senior junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais na Escola de Comunicações & Artes. Também se dedica à gravura, desenho e colagem - Direção de arte - Akira Goto Nasceu na cidade de São Paulo, na década de 60. Com suas raízes orientais, foi alto didata e iniciou sua carreira como artística plástico, se especializando em pintura de arte de paredes, em casa de pessoas famosas. Com pintura de arte, trabalhou com grandes arquitetos e decoradores como Sig Bergamin, João Armentano e o internacionalmente conhecido Alain Renault, cursou Historia da Arte em 1998 com Rodrigo Naves. Confeccionou a pintura de arte do cenário do filme de longa-metragem, “Castelo Ra-Tim-Bum”, dirigido por Cao Hamburguer. Iniciou sua carreira como Diretor de Arte e cenógrafo em fotos publicitárias / Brasil. Como Diretor de Arte e Pintura de Arte de fotografias publicitárias, inclui em seu currículo a Campanha da Grendene com Gisele Bundchen, com o afamado fotógrafo Miro, dentre outras. Participou da criação e concepção da pintura de arte do stand da Agência Africa em Cannes, nos anos de 2005 e 2006. Com suas pinturas em quadros, participou de várias exposições e leilões beneficentes, incluindo a Exposição UbuRei, na FAAP, coordenada por Cacá Rosset. Em 2009, participou da exposição acompanhada por leilão virtual, produzido pela empresa de telefonia Vivo em parceria com a Agência África. Iniciou sua carreira de cinema como Diretor de Arte em 2001. AKIRA GOTO - Artista Plástico, Diretor de arte Direção de Arte - Filme - RIOCORRENTE - 2013, Brasil, ficção, DCP/35mm, cor, 79 min - Meu Mundo em Perigo - Ano: 2007 - Curta "O absolutismo das Coisas". - "Eu Receberia as Piores Notícias de seus Lindos Lábios" 2012 - ENTRE INDAS E VINDAS | 2016 - Filme BILLI PIG COMÉDIA | 90’ | BRASIL | 2012 - Castelo Rá-Tim-Bum, o filme, de Cao Hamburger, 1999, 108min - Fotografia - Tatewaki Nio Formado em sociologia pela Universidade Sophia (Tóquio), estudou fotografia no Senac-SP. Recebeu o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea em 2011 e foi contemplado com a residência fotográfica do Museu de Quai Branly em 2016. Com o projeto realizado para a Bolsa, participou das exposições Histórias Afro-Atlânticas (Masp e Instituto Tomie Ohtake, 2018) e Ecos do Atlântico Sul (Instituto Goethe e Pivô, 2018 e 2019). - Convidados / Artistas .Akira Goto Artes Plásticas, Fotografia e Cinema Nasceu na cidade de São Paulo, na década de 60. Com suas raízes orientais, foi alto didata e iniciou sua carreira como artística plástico, se especializando em pintura de arte de paredes, em casa de pessoas famosas. Com pintura de arte, trabalhou com grandes arquitetos e decoradores como Sig Bergamin, João Armentano e o internacionalmente conhecido Alain Renault, cursou Historia da Arte em 1998 com Rodrigo Naves. Confeccionou a pintura de arte do cenário do filme de longa-metragem, “Castelo Ra-Tim-Bum”, dirigido por Cao Hamburguer. Iniciou sua carreira como Diretor de Arte e cenógrafo em fotos publicitárias / Brasil. Como Diretor de Arte e Pintura de Arte de fotografias publicitárias, inclui em seu currículo a Campanha da Grendene com Gisele Bundchen, com o afamado fotógrafo Miro, dentre outras. Participou da criação e concepção da pintura de arte do stand da Agência Africa em Cannes, nos anos de 2005 e 2006. Com suas pinturas em quadros, participou de várias exposições e leilões beneficentes, incluindo a Exposição UbuRei, na FAAP, coordenada por Cacá Rosset. Em 2009, participou da exposição acompanhada por leilão virtual, produzido pela empresa de telefonia Vivo em parceria com a Agência África. Iniciou sua carreira de cinema como Diretor de Arte em 2001. .Kimi Ni Arte Cerâmica Nascida em Hiroshima, Japão. Vive no Brasil desde 1957. Formou-se em Desenho Industrial pela Faculdade de Artes Plásticas da FAAP em 1972. Iniciou na cerâmica em 1978. Hoje trabalha em seu atelier em São Paulo, desenvolvendo peças utilitárias e esculturas. .Hirozuke Kitamura Arte Fotografia Nascido em Osaka, Japão em 1967, Hirosuke Kitamura se formou em Letras pela Universidade de Estudos Estrangeiros de Kyoto e veio ao Brasil em 1990 como estagiário de intercâmbio. Em 1993 começou a estudar processos contemporâneos, pintura e desenho de observação no Museu de Arte Moderna de Salvador e em 1995 fez curso intensivo de fotografia, quando iniciou seu trabalho como fotógrafo independente. .Takashi Fukushima Artes Plásticas São Paulo, 1950. Pintor, gravador, desenhista e cenógrafo. Filho do pintor Tikashi Fukushima (1920 - 2001), estuda com Luiz Paulo Baravelli (1942) em 1970 e, no mesmo ano, ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP. Paralelamente aos estudos universitários, expõe nas Bienais Internacionais de São Paulo em 1973 e 1975, obtendo, nesta última, prêmio aquisição. Participa de várias edições do Salão Paulista de Artes Plásticas, sendo premiado em 1976 e 1987. Também em 1987, faz a concepção visual e os cenários da peça Pássaro do Poente, com o Grupo Ponkã, recebendo, no ano seguinte, os prêmios Apetesp, Mambembe, Molière e Revelação da Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA. Em 1990 estuda na Universidade Nacional de Artes e Música de Tóquio, Japão, com bolsa concedida pela Fundação Japão. No mesmo ano, recebe o prêmio de excelência na 1ª Bienal Brasileira de Design, em Curitiba. Em 1991, obtém menção honrosa no 6º prêmio Museu da Casa Brasileira, São Paulo. Em 2001 obtém o título de mestre em estruturas ambientais urbanas na FAU/USP, sob orientação de Issao Minami, iniciando no mesmo ano tese de doutoramento. Desde 1992 leciona desenho no curso de arquitetura e urbanismo da Faculdade de Belas Artes de São Paulo. .Oscar Oiwa Artes Plásticas Nasceu em São Paulo, formou-se em arquitetura pela FAU USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1989). Participou da 21° Bienal de Arte de São Paulo ( 1991) e na mesma época foi morar em Tóquio, onde viveu por 11 anos. Possui obras em vários acervos importantes pelo mundo como por exemplo: The National Museum of Modern Art, Tokyo; Museum of Contemporary Art, Tokyo; Phoenix Museum of Art, Prince Albert II of Monaco Foundation, entre outros .Em 1995, foi passar um ano em Londres após ganhar a bolsa The Delfina Studio Trust, artist in residence grant. Mais tarde recebeu as seguintes bolsas americanas: The Pollock-Krasner Foundation(1996), John Simon Guggenheim Memorial Foundation (2001) e Asian Cultural Conciul (2002). Atualmente reside e trabalha em Nova York . Desde 1990 tem realizado cerca de 40 mostras individuais. O artista é representado pelas seguintes galerias: Galeria Nara Roesler (São Paulo), Galerie Agathe Helion (Paris), Artfront Gallery (Tóquio), BTAP+Tokyo Gallery (Beijing/Tóquio) , Keumsan Gallery(Seoul) Connoiseur Contemporary (Hong Kong).Foi convidado para fazer o poster dos eventos "Fifa World Cup 2014- Official Art Poster" e "Mountreux Jazz Festival 2013". .Herman Tacasey Artes Plásticas Nasceu em São Paulo no ano de 1962. Formou-se em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado em 1987. Estudou, também, Litogravuras na Oficina Imago em São Paulo no ano de 1985; Gravura em Metal na Fukasawa Itiro, Tóquio, Japão, em 1985; Xilogravura em IDA, cidade de Kioto, Japão, em 1985; e Papel Artesanal no Museu do Papel, novamente em Tóquio, em 1986. O início profissional foi marcado pela união entre as artes plásticas, realizando painéis, pinturas e esculturas para diversos restaurantes; a confecção de mesas e objetos em geral no ateliê próprio; e a elaboração de vitrines para muitas lojas, como FIT e Forum. Adquirida essa experiência, foi chamado pela ZonaD para desenhar e produzir peças. Herman realizou diversas exposições, como as individuais: Centro Cultural São Paulo, 1990; Galeria São Paulo, São Paulo, 1995; Galeria Marina Potrish, Goiânia, 1997. E exposições coletivas: Fundação Brasil Japão, São Paulo, 1983; Centro Cultural São Paulo, São Paulo, 1990; Museu de Arte Moderna, São Paulo, 1992; 22ª Bienal Internacional de São Paulo, São Paulo, 1994; Mosteiro dos Jerônimos, Lisboa, Portugal, 1995; Contemporary Brazilian Nikkey Artists, exposição itinerária pelo Japão, 1995; Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, 1996 e 97. Além disso, possui obras em coleções de importantes museus. .Dudu Tsuda Arte Musica Figura emblemática da cena musical alternativa de São Paulo na última década, Dudu Tsuda, No decorrer de 2008, Tsuda fazia parte, simultaneamente, de dez bandas. Além de Jumbo, Cérebro e Trash, já citados, tocava no Cabaret Duar Tsu & Tie Bireaux (com Tiê e Zé Pi), Zero Um (com Tatá Aeroplano e Paulo Beto), Freak Plazma (com Paulo Beto), Elétrons Medievais (com Tatá, Zé Pi e Peri Pane) e como tecladista no Pato Fu e nas bandas de Fernanda Takai e Junio Barreto.Sem contar as colaborações ativas com a Cia. de Dança Contemporânea Núcleo Artérias, que estava em turnê nacional. E outras duas complexas instalações que montou no Sesc. Tsuda frisa que a maioria dos artistas que, hoje, influenciam a novíssima geração veio desse esquema coletivo. De músicos que, além de manter vários projetos correndo simultaneamente, colaboram nos trabalhos individuais dos colegas.Ele mesmo também pode ser ouvido, como instrumentista, nos discos de Tiê, Thiago Pethit, Tulipa Ruiz, Juliana Kehl e Péricles Cavalcanti. .Tizuka Yamasaki Arte Cinema Tizuka Yamasaki é filha e neta de japoneses. Seus pais tinham se conhecido em Atibaia, no interior de São Paulo, onde foram apresentados através de um nakodo (uma espécie de casamenteiro na cultura japonesa. Sua mãe, Sumiko, era filha única, e a avó materna, Titoe Koga, via no pai de Tizuka, Tosio Yamasaki, um herdeiro para sua propriedade rural em Atibaia. Em 1970, Tizuka Yamasaki transferiu-se para a capital federal, onde cursou Arquitetura na Universidade de Brasília. Quando a faculdade foi fechada, Tizuka decidiu estudar cinema no Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF.[4] Nesse período, Tizuka realizou alguns curta-metragens. Um de seus professores foi o cineasta Nelson Pereira dos Santos, cujas ideias a influenciaram. Ao lado dele, Tizuka desenvolveu a revista Luz e Ação, a qual nunca circulou. Além disso, no filme O Amuleto de Ogum, de 1974, dirigido por Santos, ela fez o trabalho de continuísta e fotógrafa de cena. Após trabalhar com Santos, Tizuka colaborou com outros nomes da indústria cinematográfica nacional, tais como Glauber Rocha, Lael Rodrigues e Paulo Thiago. Em 1978, Tizuka Yamasaki fundou sua própria produtora, a CPC, que produziu filmes como Bar Esperança, de Hugo Carvana, Rio Babilônia, de Neville De Almeida e Idade da Terra, o último filme de Glauber Rocha. Em 1980, desenvolveu o roteiro de Gaijin - Os Caminhos da Liberdade, seu primeiro longa-metragem como diretora; o filme conta as dificuldades passadas por imigrantes japoneses em uma fazenda de café, no começo do século XX. Bem recebido, Gaijin conquistou o prêmio de melhor filme no Festival de Gramado daquele ano e recebeu Menção Especial pelo júri do Festival de Cannes, na França. Após o sucesso de Gaijin, Tizuka dirigiu o drama Parahyba Mulher Macho (1983), baseado na história real da poetisa feminista Anaíde Beiriz (interpretada por Tânia Alves), amante de João Dantas, o assassíno e rival político de João Pessoa, cuja morte foi o estopim para a mobilização armada da Revolução de 1930. O terceiro longa de Tizuka Yamasaki, Pátriamada (1984), tem grande valor documental, pois começou a ser rodado sem ter um roteiro pronto, durante os movimentos reivindicatórios das Diretas Já, unindo simultaneamente ficção e realidade. Nos anos de 1989 e 1990 dirigiu juntamente Carlos Magalhães a novela Kananga do Japão.Essa novela, voltada para o público adulto, foi recebida positivamente pela imprensa. Segundo a revista Veja, "ficou evidente a intenção dos diretores de usar tomadas de estilo cinematográfico".[Desta forma, foi condecorada por seis categorias vencidas no troféu APCA, da Associação Paulista dos Críticos de Arte. A partir da década de 1990, Tizuka começou a dirigir filmes voltados para o público infantil, todos sucessos de bilheteria. Lua de Cristal (1990) foi o primeiro de uma série de longas estrelando a apresentadora Xuxa Meneghel. Já O Noviço Rebelde (1997) estrelou Renato Aragão. Em 1996, porém, Yamasaki dirigiu o filme Fica Comigo, o qual tem como foco o universo dos adolescentes. Segundo a própria cineasta, a adoção de seu filho Fábio[9] — na época das filmagens um adolescente — determinou a escolha do projeto. Em 2005, lançou Gaijin - Ama-me como Sou, que voltou ao tema de seu primeiro longa. .Jun Sakamoto Arte Culinária Leonardo Jun Sakamoto (jun, em japonês, significa puro), paulistano e quase arquiteto (parou no 3º ano da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP), que até o início dos anos 2000 havia passado pelas cozinhas do Nagayama e do Flying Sushi.Natural de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e descendente de pai e mãe japoneses. Leonardo foi, gradativamente, sempre com muito trabalho duro, se transformando no sushiman Jun Sakamoto. A carreira não nasceu de um curso de culinária, Jun foi forjado nos restaurantes nova-iorquinos, onde passou de ajudante-geral a ajudante de sushiman. Depois veio o Jun estudante de arquitetura na USP, consultor e sushiman, tudo ao mesmo tempo. O chef Jun Sakamoto sintetiza experiências e interesses aplicados na sua profissão. A luz que ilumina seus pratos é como o “desenvolvimento de um palco” e vem da paixão pela fotografia, de acordo com Sakamoto. Da mesma forma, o estudo de arquitetura lhe ensinou que o visual não pode ser maior do que a comida. “Gastronomia não é só ingrediente e técnica de preparo. É transferência de cultura, de informação. Não se faz só com o produto dentro do prato, mas com o prato, a mesa e a cadeira. Com o tipo de piso e revestimento da parede. Muito com o tipo de iluminação. Toda essa composição, se não tiver harmonia, não vai encantar as pessoas”, explica. Tanta sofisticação já fez Sakamoto ser elogiado por sua rigidez e por fazer um trabalho “de artesão”. Suas concepções mudaram com o tempo, porém. O próprio chef diz que sua opinião é de que a culinária é viva, feita de adaptações. .Tomoshigue Kusuno Artes Plásticas Desenhista, pintor, artista visual, professor e gravador. Estuda na Universidade de Arte e toma parte no Núcleo de Arte de Vanguarda, em Tóquio, Japão, na década de 1950. Imigra para o Brasil em 1960, fixando-se em São Paulo. No ano seguinte, participa do 10º Salão Paulista de Arte Moderna. Em 1962, é premiado no Salão do Paraná, em Curitiba, e no Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, em São Paulo - neste salão também ganha o grande prêmio em 1970, na sua 14ª edição. Ainda na década de 1960, une-se a artistas ligados a tendências da nova figuração, e participa das mostras Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, e Propostas 65, na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap. No Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP, expõe em várias ocasiões, participando da mostra Jovem Arte Contemporânea, na qual recebe prêmios em 1967 e 1972. Ensina desenho na Faap e na comunidade rural Yuba, em Mirandópolis, São Paulo. A partir da década de 1990, integra inúmeras exposições coletivas, entre as quais se destacam a Bienal Brasil Século XX, em 1994, e a Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, em 1996, no Museu de Arte de São Paulo - Masp. .Morito Ebine Arte Madeira – Design Mobiliário Meu prazer está em dar forma à madeira” Brasil, mais de 30 anos depois. Ebine, hoje com 51 anos, tem seu ateliê escolhido como um dos 25 estúdios de arte mais importantes do mundo pela revista inglesa Monocle. Seu trabalho é respeitado tanto entre designers quanto em meio a artistas. Avesso à fama, ele não se considera nem um nem outro. “Sou marceneiro, um artífice da madeira. Para mim, designer é quem desenha e ganha a vida com isso. E artista é quem faz pintura, escultura.” Classificar Ebine como um marceneiro, no entanto, é algo como dizer que a Mona Lisa é uma pintura: uma verdade factual, que esconde um significado muito mais profundo. Ele é um dos poucos profissionais que trabalham com o método do encaixe — seus móveis de design não têm nenhum prego ou parafuso. Peças montadas dessa forma são muito mais duráveis do que as que incluem metal. “Com o tempo, os pontos onde há pregos e parafusos se desgastam, e o móvel estraga, perde a estabilidade. Nas minhas peças, a madeira continua viva”, afirma. .Nasha Gil Arte Gráfica – Design Nasha Gil, arquiteta e designer formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). Ela participa integralmente dos trabalhos desenvolvidos pelo, também arquiteto e marido, Vicente Gil. “Na realidade, estamos tentando quebrar todas as regras, inclusive as nossas, e atualmente fazemos coisas funcionais, divertidas e inteligentes ao mesmo tempo”, comenta Vicente Gil, designer, arquiteto, professor da FAUUSP e titular de um dos escritórios de design mais requisitados do Brasil, o Vicente Gil Design. Enquanto Vicente ocupa-se da carreira acadêmica, o núcleo de criação da agência é dirigido por Nasha, que também comandou a direção artística das exposições sobre as obras de Stanley Kubrick e David Bowie, no Museu de Imagem e Som (MIS) de São Paulo. Nasha trabalhou para a exposição de Ai Weiwei, um dos grandes artistas do momento. Nasha também contribuiu graficamente para o espetáculo Kollwitzstrasse 52 — material que faz parte dos mais de 80 trabalhos que o seu escritório já forneceu para a ADG (responsável pela Bienal de Design Gráfico). Ela também desenvolveu a identidade visual para o Maio Fotografia do Museu da Imagem e do Som, onde fez um catálogo para a exposição e um folder para cada um dos artistas que foram expostos na ocasião (os robustos nomes de Chico Albuquerque, Willy Ronnis, Joakim Eskildsen e Carlos Eberts).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.