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Criação, montagem e realização temporada do espetáculo "Heróis", da autora argentina Pilar Ruiz. O projeto ainda prevê a realização de palestras, em instituição pública de ensino.
Buenos Aires, 1982. Cecilia e Júlio, dois jovens de vinte e poucos anos, são namorados desde a infância. Juntos, compartilham desejos, sonhos e integram uma banda de rock. Até que o inesperado acontece: Júlio é convocado, subitamente, para servir na Guerra das Malvinas – o histórico conflito armado entre Argentina e Reino Unido pela conquista da soberania territorial dos arquipélagos do Sul. Cecília corre contra o tempo e tenta impedir que isto ocorra através da influência do seu pai, um alto militar do exército. Mas não consegue contatar o namorado antes do seu embarque para a ilha e, desta forma, vê seu plano frustrado. A partir deste ponto, tudo fica mais difícil. Eles perdem totalmente a comunicação e Júlio é enviado ao front de batalha. Os dias passam desta forma angustiante. Ele atravessando duras provações, em combate. E ela tentando seguir a vida como pode, em terra. Após 70 dias afastados, quando todos já acreditavam que Júlio havia morrido, o reencontro do casal acontece. Neste exato instante a peça se inicia. No quarto de Júlio, entre caixas e objetos pessoais espalhados, será onde toda a ação da peça se desenvolverá. Aos poucos e delicadamente, vamos entendendo o que ocorreu - através dos diálogos, dos silêncios e da poética dos corpos. Na busca por entendimento, os dois resolvem contar e vivenciar o que se passou nos terríveis dias. Júlio, admirador dos mitos gregos, organiza a narrativa de acordo com as regras estruturais da “Jornada do Herói” (de Joseph Campbell), percorrendo importantes etapas, como: O Chamado a Aventura, a Recusa ao Chamado, a Travessia do Limiar, a Provação e o Caminho de volta ao Mundo Comum. Após esta intensa experiência, fica nítida a impossibilidade do casal voltar a viver junto. Eles não são mais os mesmos. Há uma distância que eles não conseguem sanar. São as marcas indeléveis da guerra - que tudo destrói, inclusive as relações.
OBJETIVO GERAL Temos o objetivo de ensaiar e apresentar o espetáculo "HERÓIS" numa temporada de dois meses no Rio de Janeiro, possibilitando ao público o acesso à obra de autoria da argentina Pilar Ruiz, que conquistou enorme sucesso de público e crítica em 2018 e 2019 na cidade de Buenos Aires. Com este projeto, pretendemos ainda impulsionar o segmento teatral gerando empregos com a contratação de profissionais e técnicos do teatro (cerca de 30 pessoas), assim como de empresas especializadas (cerca de 15 empresas), contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da cidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Realizar a montagem e temporada do espetáculo Heróis, totalizando 24 apresentações; b) Realização de 1 Oficina/Workshop, inteiramente gratuito, sobre o processo criativo na montagem de um espetáculo. O Workshop terá duração de 9h/aula, sendo realizada durante 3 dias com (3h/dia), com 30 vagas.
Buenos Aires, 1982. Cecilia e Júlio, dois jovens de vinte e poucos anos, são namorados desde a infância. Juntos, compartilham desejos, sonhos e integram uma banda de rock. Até que o inesperado acontece: Júlio é convocado, subitamente, para servir na Guerra das Malvinas _ o histórico conflito armado entre Argentina e Reino Unido pela conquista da soberania territorial dos arquipélagos do Sul. Cecília corre contra o tempo e tenta impedir que isto ocorra através da influência do seu pai, um alto militar do exército. Mas não consegue contatar o namorado antes do seu embarque para a ilha e, desta forma, vê seu plano frustrado. A partir deste ponto, tudo fica mais difícil. Eles perdem totalmente a comunicação e Júlio é enviado ao front de batalha. Os dias passam desta forma angustiante. Ele atravessando duras provações, em combate. E ela tentando seguir a vida como pode, em terra. Após 70 dias afastados, quando todos já acreditavam que Júlio havia morrido, o reencontro do casal acontece. Neste exato instante a peça se inicia. No quarto de Júlio, entre caixas e objetos pessoais espalhados, será onde toda a ação da peça se desenvolverá. Aos poucos e delicadamente, vamos entendendo o que ocorreu - através dos diálogos, dos silêncios e da poética dos corpos. Na busca por entendimento, os dois resolvem contar e vivenciar o que se passou nos terríveis dias. Júlio, admirador dos mitos gregos, organiza a narrativa de acordo com as regras estruturais da "Jornada do Herói" (de Joseph Campbell), percorrendo importantes etapas, como: O Chamado a Aventura, a Recusa ao Chamado, a Travessia do Limiar, a Provação e o Caminho de volta ao Mundo Comum. Após esta intensa experiência, fica nítida a impossibilidade do casal voltar a viver junto. Eles não são mais os mesmos. Há uma distância que eles não conseguem sanar. São as marcas indeléveis da guerra - que tudo destrói, inclusive as relações. Este projeto vem proporcionar a realização do espetáculo "HERÓIS", que arrebatou o público argentino e conquistou grande sucesso de crítica. O espetáculo desenvolve uma linguagem lúdica, com verticalidade na pesquisa corporal e sonora, propondo ao espectador uma genuína experiência teatral, que o faz criar um universo fantástico e sensorial a partir das atuações e condução dramatúrgica, orientada pela épica "jornada do herói". A Guerra da Malvinas foi um hiato devastador para muitos jovens, que tiveram suas vidas interrompidas para lutar por um território sabidamente pertencente a Inglaterra. "HERÓIS" apresenta como base motriz a relação de dois amantes no pós-guerra e deflagra como essa experiência, carregada de traumas, pode devastar a lucidez e o afeto. Este espetáculo soa como um alerta de perigo para nosso tempo e nos pergunta quem são nossos verdadeiros heróis, dentro de um sistema onde não se sabe o limite entre humano e desumano, loucura e sanidade. Esta aliança entre história, música, guerra e poesia, contribui para a formação de um público que caminha entre a adolescência e a terceira idade, além de promover diversos questionamentos e um enriquecimento sociocultural da população brasileira. "A guerra das Malvinas sempre me comoveu e me inquietou, com seu contexto político, econômico e social. E ela está presente nesta obra. É um trabalho do corpo para o corpo. Não sei relatar o passado, mas torná-lo corpo presente. Com o objetivo definido na linguagem poética, "HERÓIS" torna-se um corpo com todos os corpos. Este trabalho é a tentativa de uma reconstrução, o confronto corporal e a busca desesperada de arrumar as peças de um quebra-cabeça quebrado. Foi a maneira que encontrei para abordar e fazer memória esse fato absurdo da nossa história." (Pilar Ruiz) POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? No Brasil, em espacial depois do advento da televisão, a arte cênica não tem sido valorizada pelo grande público como ferramenta cultural e de entretenimento. E dentro desse nicho já tão reservado, menos ainda são prestigiados os projetos de pesquisa, aqueles que se afinam com o desenvolvimento do pensamento crítico e da arte. Dada a problemática, como manter um mercado tão importante, tão vital para a identidade de um país? Como oferecer ao público um produto de qualidade, a valores acessíveis (democratizando o acesso) e que, ainda assim, mantenha financeiramente (e dignamente) toda uma equipe envolvida? Como manter uma equipe remunerada, dedicada ao seu ofício? No contexto apresentado, só temos uma resposta: o incentivo público à cultura, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura. O Projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
A Proponente do projeto desempenhará as funções a Atriz e Coordenação Geral no projeto.
Produto principal - Espetáculo Teatral Acessibilidade Física 1) As apresentações do espetáculo serão realizadas em teatros e/ou espaços que garantam medidas de acessibilidades para idosos e portadores de necessidades especiais, tais como sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia, etc. Acessibilidade de Conteúdo 1) O atendimento a pessoas com deficiência auditiva será feita por intérpretes de LIBRAS. 2) O atendimento a pessoas com deficiência visual será feita por sistema de audiodescrição. Produto Secundário - Oficina/ Workshop 1) A Oficina/ Workshop será realizada em espaço que garanta medida de acessibilidade para idosos e portadores de necessidades especiais, tais como sinalização, rampas de acesso, elevadores e banheiros etc. Acessibilidade de Conteúdo 1) O atendimento a pessoas com deficiência auditiva será feita por intérpretes de LIBRAS. Produto Contrapartida Social Acessibilidade Física 1) A palestra será realizada em sala de instituição pública de ensino que garanta medidas de acessibilidades para portadores de necessidades especiais, tais como rampas e elevadores de acesso, lugares reservados para cadeirantes, etc. Acessibilidade de Conteúdo 1) O atendimento a pessoas com deficiência auditiva será feita por intérpretes de LIBRAS. 2) A palestra será 100% verbal, possibilitando o usufruto integral de seu conteúdo por deficientes visuais. A disponibilização dos serviços de acessibilidade será difundida no material de divulgação com o intuito de promover a participação e a inclusão do público com deficiência auditiva e visual no projeto.
1) Produto principal - Espetáculo Teatral Serão disponibilizados exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística 480 ingressos gratuitos (20% do total), em cumprimento ao previsto no inciso I do Art. 20 da IN nº2/19. * 50% do total dos ingressos serão vendidos, na bilheteria do teatro onde a peça será realizada, a preços de: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia-entrada; * O registro audiovisual do espetáculo será disponibilizado na Internet. 2) Produto Secundário - Oficina/ Workshop Em atendimento ao artigo 21 da IN nº02/2019, o projeto oferece workshop sobre o processo criativo na montagem de um espetáculo. O Workshop terá duração de 9h/aula, sendo realizada durante 3 dias com (3h/dia), com 30 vagas. * O Workshop será inteiramente gratuito.
Proponente - KARENINA PRODUCOES ARTISTICAS - EIRELI - A empresa proponente, através de sua sócia e representante legal Karen Coelho, realizará as atividades de Coordenação Geral e gestão do projeto, sendo dessa maneira responsável por todo o processo decisório e demais funções de gerenciamento da produção. A gestora Karen Coelho está, portanto, diretamente ligada a todos os processos desta produção, participando também como atriz do espetáculo. Karen Coelho (Atriz e Proponente) Atriz formada na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) em Bacharelado em Artes Cênicas. Participou das peças teatrais: "As Bruxas de Salém", de Arthur Miller, com direção de Antônio Abujamra; "História de Amor", de Heiner Muller, dirigida por Nara Keiserman; "Gota D'água", de Chico Buarque e Paulo Pontes, sob direção de João Fonseca. Em 2009, integrou o elenco da premiada montagem "O Zoológico de Vidro", de Tennessee Williams. E, no ano seguinte, de "Olhe para Trás com Raiva", de John Osborne, ambas com direção de Ulysses Cruz. Na televisão, atuou na novela "Ciranda de Pedra", de Alcides Nogueira; no seriado de humor "Open Bar", de Álvaro Campos, no canal Multishow; na novela "Além do Horizonte", de Carlos Gregório e Marcos Bernstein, na Rede Globo. Participou das peças: "Silêncio!", de Renata Mizrahi; "A Tempestade", com direção de Marcelo Lazzaratto; "O Camareiro", direção de Ulysses Cruz. "Imagina esse Palco que se Mexe", dirigida por Moacir Chaves. "Branca", direção de Ivan Sugahara; "Os sete gatinhos", dirigida por Bruce Gomlevsky. Atuou na temporada paulista e na turnê de "Céus", com direção de Aderbal Freire-Filho. Ficou em cartaz com a peça "A profissão da Senhora Warren", dirigida por Marco Antônio Pâmio. E em "Além do que os nossos olhos registram" e "Depois do amor", com direção de Fernando Philbert. No cinema, participou do curta-metragem "Balão Azul", de Alice Gomes e do longa "Aos nossos filhos", dirigido por Maria de Medeiros, com lançamento previsto para 2019. Rodrigo Portella (Diretor) Diretor e dramaturgo, formado em Direção Teatral pela UniRio. Em 20 anos de carreira, dirigiu 19 espetáculos profissionais e escreveu 8 peças. Vencedor dos prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção por Tom Na Fazenda (2017), peça ganhadora do prêmio de Melhor Espetáculo Estrangeiro pela Associação de Críticos de Montreal. Foi indicado a 3 Prêmios Shell por Uma História Oficial (2012), Antes da Chuva (2014) e Insetos (2018). Seus últimos trabalhos integraram a programação dos maiores festivais de teatro do país, percorreram todas as capitais brasileiras e circularam por mais de 90 cidades, incluindo Argentina, Equador, Chile, Alemanha e Canadá. Atualmente, circula com o espetáculo As Crianças (2019), sucesso absoluto de crítica e público no Rio. Dirigiu as peças: As Crianças (2019), Versao Demo (2019), Nerium Park (2018), Insetos (2018), Tom na Fazenda (2017), Alice Mandou Um Beijo (2016), Quase Nada é Verdade (2015), Antes da Chuva (2014), O Cego e o Louco (2013), O Que Vc Mentir Eu Acredito (2013), Uma História Oficial (2012), As Bruxas de Salém (2009), Que Historia Espera Seu Fim (2007), Aqui jaz afrodite (2004), O Que vc Mentir Eu Acredito (2003), Incidências (2002), A Fabula (2002), Quietude (2001), A Cartomante (1999) Rodrigo Pandolfo (Ator) Rodrigo Pandolfo é ator e diretor, com Formação Técnica em Artes Cênicas pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras) e Graduado em Artes Dramáticas pela UniverCidade, na cidade do Rio de Janeiro. No Teatro, seus trabalhos foram: “Pi - Panorâmica Insana, dirigido por Bia Lessa, “Concerto para João”, dirigido por Cassio Scapin, "Céus", dirigido por Aderbal Freire Filho, "Galileu Galilei", dirigido por Cibele Forjaz. “R&J, de Shakespeare ”, dirigido por João Fonseca, com o qual foi indicado ao Prêmio APTR e ganhou o Prêmio Ítalo Rossi de Melhor Ator. “O Despertar da Primavera – O Musical”, dirigido por Charles Moeller e Cláudio Botelho, com o qual foi indicado aos Prêmios Shell e Arte Qualidade Brasil de Melhor Ator e ganhou o Prêmio APTR de Melhor Ator Coadjuvante. “Cine-Teatro Limite”, dirigido por Pedro Brício e Sergio Módena, com o qual foi indicado aos Prêmios Shell e APTR de Melhor Ator. No cinema, integrou o elenco de “Chacrinha - O Velho Guerreiro”, “João, O Maestro”, "Elis - O Filme", “Faroeste Caboclo”, “Minha Mãe é uma Peça 1 e 2”, “O Concurso”. Em televisão, seus últimos trabalhos foram as séries: “Samantha”, da Netflix, “Rua Augusta”, da TNT, “Prata da Casa”, da Fox, “A Menina sem Qualidades”, da MTV, “Junto e Misturado”, da Tv Globo e as novelas: "Geração Brasil" e “Cheias de Charme”. Marcello H. (Diretor musical) Diretor musical de teatro, cantor e compositor. Produziu a trilha de “O Estrangeiro”, de Albert Camus, com direção de Vera Holtz, que participou do festival de Edimburgo, em 2012. Na peça “Rockantygona” (2010), dirigida por Guilherme Leme, atuou e executou a trilha ao vivo - composta com o Vulgue Tostoi. Fez parte do espetáculo TRÁGICA.3, dirigido por Guilherme Leme, que realizou temporada por todo circuito CCBB e participou do Festival de Beijin na China. Na peça, além de atuar, Marcello assina a trilha ao lado de Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto. Criou a trilha para peça “Uma relação pornográfica”, de Philippe Blasband, com direção de Victor Garcia Peralta. Em “Memórias de Adriano”, de Marguerite Yourcenar, com direção de Inez Viana, assinou a trilha e a executou ao vivo durante o espetáculo. Compôs, junto com Beto Lemos, a trilha sonora do espetáculo “Gritos”, da Cia. Dos a Deux, indicada ao prêmio APTR de 2016. Assina a direção musical da peça “Tom na Fazenda”, de Michel Marc Bouchard, com direção de Rodrigo Portella. Trabalho indicado ao prêmio Shell. Entre 2017 e 2018 assina mais 15 trilhas sonoras de espetáculos apresentados nos principais equipamentos de cultura do país. Atualmente assina, a trilha sonora das peças: “As crianças”, de Lucy Kirkwood, direção de Rodrigo Portella e “Solo”, de Fabricio Branco, com direção de Vinicius Arneiro. No cinema, assina a trilha sonora do longa metragem “Copa 181”, de Dannon Lacerda, que estreou no festival do Rio de 2017. Sergio Saboya (Diretor de produção) Com experiência na produção de grupos e artistas como o Teatro Autônomo, Amok Teatro, Cia Pequod, Cia Os Dezequilibrados, Cia Dos à Deux, Denise Stoklos, entre tantos outros trabalhos de teatro realizados ao longo de 22 anos de carreira, com mais de 200 espetáculos produzidos e inúmeros prêmios. Idealizou e realiza projetos de fomento, como o “Seleção Brasil em Cena”, trabalho desenvolvido em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil, um programa de apoio à nova dramaturgia. Junto ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, desenvolve um projeto de tradução de 14 textos Brasileiros para 7 línguas, com leituras dramatizadas realizadas em diversos países do mundo, intitulado “Teatro Contemporâneo Brasileiro”. Em 2012 criou o Festival Cena Brasil Internacional, um festival que visa apresentar um painel contemporâneo da produção teatral investigativa nacional e internacional e promover o intercâmbio de linguagens, está na sua 9ª edição, e já trouxe ao Brasil mais 70 espetáculos estrangeiros. Realizou duas Mostras brasileiras em Edimburgo e uma em Avignon, com espetáculos premiados pela imprensa local em todas elas. A partir da mostra em Avignon, estabelece parceria com alguns festivais na China, tais como; Beijing Fringe Festival, Wuzhen Theatre Festival e Festival Bienal de Teatro em Shenzhen.
PROJETO ARQUIVADO.