| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 51780468000187 | Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
Um documentário de 52 minutos (média-metragem), full-hd digital, que mostra o dia na vida de quatro agentes comunitários de saúde, queatuam em diferentes cidades do Brasil. A eles se juntam quatro integrantes de equipes médicas:uma pediatra infantil, um enfermeiro, uma fisioterapeuta e um anestesista. Em comum a todos os personagens é a seriedade, a dedicação e a paixão com que realizam seu trabalho. Ao acompanhar o cotidiano destes profissionais, o filme, além de mostrar suas histórias pessoais, acaba revelando também os diversos aspectos do sistema de saúde brasileiro.
Um filme que se utiliza em sua captação de várias técnicas de documentário como cinema-verdade e reality-show, para mostrar com o máximo de fidelidade a rotina de trabalho dos profissionais da saúde, que lidam diariamente com situações extremas e, exatamente por isto, por se depararem diariamente com a vida e a morte, mais do que outros profissionais são tão cobrados por isto. Uma rotina onde se misturam em longas e exaustivas jornadas diárias os sentimentos de dever cumprido, satisfação, frustração, impotência, resignação, resiliência, persistência, paciência e principalmente, autocontrole e concentração, para lidar integralmente com a saúde de todos os pacientes. Isto não significa que o documentário pretenda idealizar ou mesmo romantizar estes momentos. Tampouco o filme se propõe a debater o quadro da saúde pública no país. Este documentário pretende mostrar a rotina e a importância cada vez maior do trabalho destes profissionais. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo geral Oficialmente, o trabalho dos agentes comunitários de saúde começou em 1991 em algumas regiões do Nordeste, no Distrito Federal e na cidade de São Paulo. Era uma nova categoria de trabalhadores, formada pela e para a própria comunidade, atuando e fazendo parte da saúde prestada nas localidades. Hoje, a profissão de Agente Comunitário de Saúde (ACS) é uma das mais estudadas pelas universidades de todo o País. Isso pelo fato de os ACS transitarem por ambos os espaços _ governo e comunidade _ e intermediarem essa interlocução, o que não é tarefa fácil. O agente comunitário de saúde tem um papel muito importante no acolhimento, pois é membro da equipe que faz parte da comunidade, o que permite a criação de vínculos mais facilmente, propiciando o contato direto com a equipe. "Só no âmbito do SUS a profissão de Agente Comunitário de Saúde faz sentido", diz Márcia Valéria Morosini, professora-pesquisadora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), que aponta o ACS como um trabalhador do SUS por excelência. Segundo ela, outras experiências na utilização de agentes de saúde na cobertura da atenção básica são possíveis, mas o trabalho do ACS como existe hoje, só foi possível a partir da criação de um sistema que situava a saúde como direito de todos os cidadãos. Mônica Nunes, professora da Universidade Federal da Bahia, concorda que a ligação entre SUS e ACS é muito estreita. "O ACS aparece como um produto dessa proposta de inclusão social de todos no acesso não só ao sistema de saúde, porque isso é insuficiente, mas à saúde de uma forma mais ampliada", afirma. E completa: "O ACS está organicamente ligado ao SUS". Mostrar a importância e a força do trabalho destes agentes é um dos objetivos deste filme. Além disso, são fundamentais na conexão com o trabalho das equipes médicas. Hoje, o trabalho feito por equipes multidisciplinares na área da saúde é comprovadamente mais eficaz. O quadro clínico é visto de forma mais ampla, e o com isto o cuidado é mais resolutivo. Este documentário quer ajudar a valorizar e a promover a qualidade e a importância do trabalho de todos os profissionais da saúde. Mostrar como o trabalho em equipe de médicos, enfermeiros, técnicos, agentes e gestores, são fundamentais para que milhares de vidas sejam garantidas e salvas. Também não podemos negar que o mundo não será mais o mesmo depois da pandemia do Covid-19. Mesmo que em essência nada se transforme tanto assim, a rotina, a maneira de olhar o outro e de se conviver em sociedade irá mudar. E também a forma de como vemos e lidamos com o trabalho dos profissionais de saúde. Mais do que nunca precisamos valorizar este trabalho. Objetivo específico 1) Produzir e distribuir a obra "Equipes médicas" 2) Realizar exibições em escolas publicas, seguidas de uma conversa com o Arte Educador para discussão do tema. 3) Realizar debates virtuais a respeito do tema. 4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.
A televisão desde seus primórdios, percebeu que histórias médicas davam muita audiência. De Dr.Kildare a Dr.House, de ER Plantão Médico (que ficou no ar durante 16 anos) à Grey’s Anatomy, o universo da medicina sempre despertou o fascínio do público. Os motivos são diversos, e vão desde a emoção de ver casos complicados serem resolvidos, até mesmo a morbidez do "antes ele do que eu", mesmo que se trate de uma ficção. No Brasil, uma das primeiras séries produzidos no formato americano de "soap-operas" foi "Obrigado Doutor", que tinha Francisco Cuoco no papel do ginecologista Rodrigo Junqueira que deixa a cidade grande e vai para o interior, na pequena cidade de Andorinhas, onde comanda a reativação do hospital local. Enfrentando os tradicionais problemas de falta de recursos e também da baixa escolaridade da população, a série fez sucesso ao mostrar o quão importante era a presença de um médico nos rincões do país. Isso foi no início dos anos 80. Passados 40 anos, a falta de médicos no interior do país ainda é uma questão a ser resolvida. Realidade ou ficção, o fato é que saúde e o ambiente hospitalar despertam interesse no grande público porque o espectador torce pela cura do doente, torce pelo sucesso do tratamento proposto pelo médico, torce pela equipe que está dando duro no hospital, muitas vezes em situações de total adversidade como falta de material e falta de equipamento. Os profissionais da saúde atualmente estão sendo colocados em situações extremas. A responsabilidade do trabalho deles segue sendo a mesma de sempre. Só que agora eles estão sob holofotes maiores. Cabe a nós, mostrá-los com as verdadeiras luzes. E uma boa maneira é mostrá-los atuando em equipe, como de fato faz todos os dias. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Um documentário de 52 minutos com captação feita em full-hd digital (alta resolução), em que a narrativa é conduzida somente pelos personagens e pelas situações por eles vividas em sua rotina diária. Mesmo os depoimentos de especialistas serão inseridos com estes, interagindo com os personagens. É um documentário para exibição em tv aberta e fechada, além de festivais e eventos ligados ao tema no Brasil e no exterior.
Documentário Acessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida social Acessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas exibições em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as exibições em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. O documentário será disponibilidade por meio de DVD para as escolas e bibliotecas públicas. Como ação formativa cultural, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). O tema da oficinia será "História viva", e será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.
Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At&t, General Motors, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoMe chamo Cadu, tenho 30 anos, moro em São Paulo e sou um apaixonado por contar histórias. Trabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Tenho uma carteira de projetos com diversas séries e longas metragens, além de peças e formatos de reality shows e programas factuais. Cristiane BalleriniCom formação em Rádio & TV e jornalismo, Cristiane é roteirista, pesquisadora e editora de séries e documentários para TV e plataformas digitais. Seus trabalhos mais recentes foram as séries Itinerários do Olhar, dirigida por Lauro Escorel para o Canal Brasil; e Mar Brasil, produzida pela Ocean Films, exibida pela Band News e pelo Canal Futura. Para a TV Globo, foi roteirista e editora da série Expedição Campo, grandes reportagens sobre sustentabilidade e agricultura. Como pesquisadora foi diretora de pesquisa da pioneira Gente que faz, série de miniprogramas exibidos pela TV Globo que revelou personagens de todo o país. Colaborou com inúmeros projetos como o documentário Galáxias, de Fabiano Maciel e o documentário Macunaíma, produzido pelo Centro de Vídeo do SESC. Esteve à frente do Núcleo de Criação de novos programas do Canal Futura e escreveu dois livros para coleção Aplauso, com entrevistas e análises sobre os filmes de cineasta Roberto Gervitz. Atua também como desenvolvedora e consultora de projetos. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. TRANSAMAZÔNICA,UMA ESTRADA PARA O PASSADO, série de 6 documentários produzidos para a HBO sobre a mítica estrada construída durante a ditadura militar. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadRoteirista: Cadu Machado eFabrício GallinucciPesquisador: Cristiane Ballerini e Matthew Garry ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, ficando desde já o compromisso de apresentar as definições desses profissionais e seus respectivos contratos no momento da solicitação da liberação de recursos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.