| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 18459628000115 | Bayer S/A | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 10663610000129 | Nossa Caixa Desenvolvimento - Agência de Fomento do Estado de São Paulo S/A | 1900-01-01 | R$ 147,0 mil |
Os contrastres sociais se revelam emvárias áreas do conhecimento e na medicina isto não é diferente. A primeira escola médica no Brasil foi criada na Bahia em 1808, quando Dom João VI veio para o país. A primeira escola no interior, só foi implantada mais de um século depois, em 1950, em Sorocaba. Hoje o país tem 289 faculdades de medicina e quase meio milhão de médicos atuando. Mesmo assim, faltam médicos. Temos cidades que não contam com saneamento básico, tampouco com atendimento médico, mas a cidade de São Paulo tem dois hospitais na lista dos melhores do mundo. Este documentário de 52 minutos (média-metragem), full-hd digital, conta a história da atividade médica no país, dos curandeiros e pajés aos cientistas, dos médicos que trabalham em pequenos postos de saúde nos lugares mais remotos aos que trabalham na emergência de hospitais nas grandes cidades. Como ação formativa cultural, iremos realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais em escolas e instituições públicas.
A história da prática médica no Brasil, da colônia ao século XXI. Os grandes médicos e sanitaristas; as principais escolas, quando foram criadas e o esforço que foi desprendido por gerações de brasileiros para que fosse possível a realização de milhares de grandes feitos. Hoje, em que áreas de atuação médica estamos se destacando? Onde precisamos mudar radicalmente nossa estrutura e também, nossa postura em relação à saúde pública? A história do SUS, porque é fundamental fortalece-lô neste momento tão delicado por qual todos estamos passando? Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo geralEste documentário, além de contar a história da prática da medicina no Brasil, mostrando as principais escolas e ainda, um pouco da vida dos nossos grandes pesquisadores, cientistas, sanitaristas e médicos de diversas especialidades, vai apresentar também as diferentes realidades da medicina no Brasil hoje em dia. Em um país de dimensões continentais, os cuidados com a vida adquirem contornos variados. Médicos embarcados em navios fluviais oferecem atendimento a comunidades ribeirinhas na Amazônia e no Pantanal, com a mesma desenvoltura que cirurgiões altamente especializados realizam transplantes de órgãos sintéticos produzidos em impressoras 3D com o auxílio de robôs. O avanço da medicina ocorre tanto pelo desenvolvimento tecnológico quanto com a ampliação do acesso a um serviço médico humanizado e próximo da população. E estar próximo da população, significa apoiar o SUS. E neste documentário, mostraremos porque é de fundamental importância se salvaguardar nosso sistema público de saúde. Objetivo específico 1) Produzir e distribuir a obra "Medicina no Brasil".2) Realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas3) Realizar debates virtuais a respeito do tema.4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.
Se hoje, mesmo com todos os esforços realizados nas últimas décadas, os brasileiros ainda sofrem com a falta de médicos e de unidades de saúde, no passado, durante quase três séculos, só havia a possibilidade de se tratar com pajés, curandeiros e feiticeiros. Os cirurgiões-barbeiros eram os responsáveis pela prescrição de drogas, sangrias e atendimento aos partos difíceis. Não havia faculdade de medicina e quem podia, ia para Portugal, estudar em Coimbra. De modo geral, no Rio de Janeiro do século XIX, por exemplo, remédio era algo do "tipo caseiro": rodelinhas de limão nas frontes para enxaquecas, suadouros de sabugueiro e quina, para as febres: cataplasmas contra as asmas: antipirina para as dores de cabeça; banhos de malva para as dores nas cadeiras; um "cordial" contra a insônia e, para os loucos, o Hospício, na Praia Vermelha. Quando mudou com a corte de Lisboa para o Rio, Dom João VI fez muito mais do que abrir os portos do Brasil às nações amigas de Portugal. Em fevereiro de 1808, por influência e insistência do Cirurgião_mor do Reino, José Correia Picanço, mandou criar a Escola de Cirurgia da Bahia que deu início ao ensino da medicina no país. Meses depois foi criada a Faculdade de Medicina da UFRJ. Um século depois, Oswaldo Cruz precisava de ajuda policial para vacinar a população do Rio de Janeiro, cidade onde grassavam a febre amarela, a varíola, o tifo e a malária. Na década seguinte, sanitaristas importantes sairiam em caravana pelo país para traçar um primeiro levantamento da situação de saúde e higiene dos brasileiros. Em uma palestra que ficou famosa, o médico paulista Miguel Pereira não poderia ter sido mais verdadeiro: "O Brasil é um imenso hospital". E hoje, um século depois do desabafo de Miguel Pereira, o que mudou? É claro que muita coisa mudou, que o Brasil de 2020 não é o mesmo país de 1920. Podemos citar muitos médicos que desenvolveram trabalhos que se destacaram em todo o planeta. Médicos como José Eduardo de Souza, que 1999, introduziu uma prótese de metal na coronária: o stent. O procedimento logo se tornou o mais utilizado para o tratamento da Doença Arterial Coronariana (DAC) e de outros problemas cardiovasculares, uma vez que impede a obstrução das artérias por placas de gordura; ou de Carmen Valente Barbas, médica dos hospitais das Clínicas e Albert Einstein, pesquisadora e professora com 60 anos de idade e mais de 35 de carreira, ela é uma sumidade internacional em ventilação mecânica, usada no tratamento de casos graves de Covid-19. Curiosamente, ela que teve toda a sua carreira dedicada a salvar vidas e formar médicos, teve sua vida salva pelas técnicas que ajudou a criar - e pelos médicos que treinou. Estes são apenas dois, entre muitos exemplos e histórias fantásticas que contaremos neste documentário. Histórias que sozinhas, já justificam a realização deste documentário. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Neste documentário de 52 minutos iremos ouvir os depoimentos dos principais médicos, cientistas, pesquisadores e estudiosos da saúde no Brasil. Estas histórias serão costuradas por um narrador em off. A captação de imagens será feita em full-hd digital (alta resolução) e a previsão de exibição é em tv aberta e fechada, festivais e eventos ligados ao tema no Brasil e no exterior.
Documentário Acessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida social Acessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas exibições em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as oficinas em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. O documentário será disponibilidade por meio de DVD para as escolas e bibliotecas públicas. Como contrapartidas sociais, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.
Cristiano BurmesterDedica-se profissionalmente à fotografia desde 1993. Durante seu percurso, produziu intensamente reportagens nas áreas de natureza, ciência, meio ambiente, documentários sociais e viagem. Seus ensaios foram veiculados em diferentes publicações nacionais e estrangeiras, tais como: Horizonte Geográfico, Terra, Náutica, Mergulho, UnespCiência, National Geographic e Photo Techniques. Desde 1999, uniu a versatilidade e o conhecimento adquiridos no fotojornalismo ao rigor e a criatividade do trabalho publicitário. A partir de seu estúdio em São Paulo, realiza produções fotográficas para agências de publicidade, editoras e empresas, tais como: Competition, DM9DDB, Editora Abril, Editora SENAC, Louis Dreyfus CommoditiesReebok SmartFit, Sony, Terra. Sua formação acadêmica inclui um Bacharelado em Economia e Especialização, Mestrado e Doutorado na área de comunicação. Também é professor nos cursos de Jornalismo e Propaganda da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor dos livros, Himalaya - Editora Brasileira, Conhecendo o Mar do Brasil: fauna e flora e Conhecendo o Mar do Brasil: litoral e ilhas, ambos pela Editora SENAC. Realizou trabalhos e documentação para instituições como o Instituto Oceanográfico da USP, Museu de Arte de São Paulo - MASP, Pinacoteca de São Paulo e American Museum of Natural History. Expôs seu trabalho em diferentes instituições, museus e galerias no Brasil e no estrangeiro. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At&t, General Motors, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoTenho 30 anos, moro em São Paulo e sou um apaixonado por contar histórias. Trabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadDiretor de fotografia e cinematográfico: Cristiano BurmesterRoteirista: Cadu Machado e Fabrício GallinucciPesquisador: Matthew Garry ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.