| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 05349595000109 | Caixa Consórcio S.A Administradora de Consórcios | 1900-01-01 | R$ 741,3 mil |
Visa à produção de uma mostra audiovisual, onde parte do conteúdo será produzido através de oficinas de formação para jovens entre 18 e 29 anos. As oficinas vão produzir 02 curta-metragens e 08 videoclipes em um período de 12 meses. A mostra pretende, além de escoar produção audiovisual periférica, formar profissionais capazes de produzir o próprio conteúdo audiovisual, democratizando o acesso ao conteúdo e a linguagem cinematográfica na periferia. Além das oficinas, serão ministrados workshops relacionados a produção cinematográfica, serão cursos rápidos no formato de cursos de verão. Como contrapartida social, propomos workshops sobre linguagem audiovisual acessível, para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, em uma escola pública da região.
Este item não se aplica ao projeto em questão por não tratar de um espetáculo. No entanto, os produtos audiovisuais frutos desse processo, ainda não têm sinopse definida, porque serão desenvolvidos dentro do processo de criação, na decorrência do projeto. Os produtos serão de criação coletiva. O texto será elaborado pelos alunos no decorrer do curso, o qual será condizente com a realidade do local. Os temas trabalhados serão os seguintes: - Violência (urbana, sexual, sentimental, etc.) - Ecologia (reciclagem, desperdício, desmatamento, etc.) - Problemas sociais (trabalho, educação, drogas, preconceito, etc.) - Família (relacionamento, economia doméstica, planejamento, etc.) - Sexualidade (gravidez na adolescência, DST, anticoncepcionais, etc.) - Escola (conteúdos, professores, carreira, etc.) - Amigos (influências, diferenças, etc.) - Cidadania (conscientização, estrutura política, Leis, etc.)
Objetivos Produção de 01 mostra audiovisual; 02 curta-metragens; 08 videoclipes e 10 oficinas - que darão suporte a criação e concepção dos produtos audiovisuais. As oficinas são: 1. Audiovisual 01 | Filmagem e Som; 2. Audiovisual 02 | Direção e Roteiro; 3. Fotografia; 4. Produção Cinematográfica;5. Atuação. Como objetivos gerais pretendemos: Capacitar jovens e adultos principalmente em audiovisual e em áreas culturais necessárias para realização de produtos audiovisuais; Incentivar produções culturais gratuitas que possam circular nas comunidades; Gerar emprego e renda; Propiciar vivências, despertar reflexões e disseminar informações sobre acessibilidade e inclusão nos produtos culturais; Estimular processos de inclusão nas favelas e comunidades de modo a contribuir para a democratização do acesso à cultura em comunidades que durante muito tempo viveram (ou vivem) em situação de exclusão e violência, presencial e virtualmente; Aprimorar linguagens artísticas que vinculadas à ampla oferta de acessibilidade na comunicação, contemplem a inclusão de pessoas com deficiência, na produção e no acesso à cultura; Fazer Cultura enquanto expressão simbólica, de cidadania e economia, e como importante fator na construção e na constituição de um sujeito autônomo; Possibilitar uma nova forma de educação popular a este público com o intuito de torná-los cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres. Objetivo específico (12 meses): formação de (20) vinte jovens e adultos em audiovisual 01 - filmagem e som; formação de (20) vinte jovens e adultos em audiovisual 02 - direção e roteiro; formação de (20) vinte jovens e adultos na área de fotografia; formação de (20) vinte jovens e adultos na área de produção cinematográfica; formação de (20) vinte jovens e adultos na área de atuação; atender cerca de (300) trezentas crianças e adolescentes entre 10 e 16 anos com workshops da contrapartida social em uma escola pública da região; formação de plateia, com a criação dos produtos audiovisuais; sensibilização da comunidade quanto à importância da expressão artística para o pleno desenvolvimento humano e do seu forte poder transformador com as atividades culturais para formação de plateia; valorizar a cultura nacional e local com base no resgate de valores históricos e sociais.
A Lei de incentivo a cultura é um mecanismo essencial para realização desse modelo de projeto, que necessita de um aporte de recursos maior, porque trata de várias atividades simultâneas ao longo de 12 meses. Por ser um formato de incentivo que possibilita a isenção fiscal a quem apoia a proposta, é quase que a única alternativa possível para realização de projetos neste formato. O presente projeto justifica-se porque se encaixa nos objetivos postos pela lei de incentivo a cultura, Art 1. I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Justifica-se também porque tem objetivos em consonância do Art 3º da lei de incentivo a cultura, que são eles: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Além disso justifica-se porque em questão territorial a Ceilândia, cidade na qual sediará o projeto, foi criada como forma de afastar a população das "invasões" localizadas no berço do Planalto Central para lugares mais afastados do centro. A sigla CEI, que significa Campanha de Erradicação de Invasões, junto à palavra "lândia" que significa cidade, formaram o nome da cidade satélite do Distrito Federal. Até 1989, Ceilândia era considerada uma grande "favela" da cidade de Taguatinga. A partir daquele ano, Ceilândia passou a ser a IX Região Administrativa do Distrito Federal. É a maior periferia do Distrito Federal e, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a 43ª cidade mais populosa do Brasil com 494 mil habitantes. Como toda a periferia brasileira, sofre com a falta de políticas públicas de cultura, e consequentemente, com a escassez de equipamentos públicos direcionados ao fazer cultural. O DF também se destaca por ser o Estado da Federação com a segunda maior desigualdade de renda. A cidade não possui um teatro ou centro cultural público. Esta realidade não é muito diferente em toda a região que o projeto abrangerá. São raros os prédios públicos destinados à produção teatral, em sua maioria, consistindo em projetos de iniciativas sociais que estão em crescente nesse cenário. Ainda que seja uma cidade com importância histórica, é o local que mais abrigou nordestinos no DF na época da construção de Brasília, a cidade sofre com a escassez de meios de transportes e a falta de estrutura. Quanto aos equipamentos culturais, a cidade dispõe de somente 2 bibliotecas públicas. Como as iniciativas culturais são muito esparsas e raramente conseguem se desenvolver, devido à carência de incentivos nesta área, é pela necessidade de geração de renda imediata que os artistas e agentes da cultura do município são levados a abandonar as suas habilidades culturais. O projeto CINE DE EXPRESSÃO justifica-se pois busca ampliar as possibilidades de acesso aos meios de produção, de modo a contribuir com a política de descentralização da cultura no Distrito Federal. Oferece, portanto, espaço de formação cultural, algo extremamente raro e de alto custo para jovens, principalmente de baixa renda. Ademais, o projeto fomenta as diversas formas de criação artística envolvidas na expressão urbana, destinando espaços para concepção e difusão de obras. Todas as ações educativas almeja ultrapassar a dimensão de "transmissão de saberes". Serão espaços de promoção do diálogo, propiciando reflexões e debates sobre expressões culturais e valores presentes nas comunidades onde serão realizadas. A intenção não é "ensiná-los" elementos externos ao contexto em que estão inseridos, mas trabalhar a partir daquilo que faz parte do cotidiano desses sujeitos, valorizando suas trajetórias e características. No Cine de Expressão, todas as pessoas que participaram das oficinas profissionalizantes terão a oportunidade de colocar em prática seus novos conhecimentos. Isto se dará na produção do curta-metragem e dos videoclipes. Em resumo, esta iniciativa configura-se em uma rara oportunidade de um projeto nesta cidade, que é considerada a mais pobre da região, de mudar sua imagem construída na mente de seus próprios habitantes, tornando-a referência pela cultura, promovendo o desenvolvimento econômico, empoderamento e a conquista da cidadania.
Observações gerais • Todos os cursos serão certificados; • As aulas serão montadas de acordo com a disponibilidade de cada instrutor, no entanto será prioritariamente mantida aulas 02 vezes por semana com duração de 2h cada; • O produto final de cada oficina será a produção de 01 curta-metragem e 04 videoclipes; • As oficinas serão ministradas por profissionais que possuem didática de trabalho com público jovem; • O material didático de cada oficina consta na planilha orçamentária; • A metodologia de cada oficina muda de acordo com o instrutor mas o conteúdo será diretamente relacionado aos temas de audiovisual.
1. Audiovisual 011.1. Objetivo Oficina voltada, principalmente, para o ensino sobre som e filmagem. O objetivo da oficina de audiovisual 1 é passar aos participantes o conhecimento necessário para a realização de uma produção audiovisual. Desde o conhecimento básico sobre a câmera, a organização da produção, a filmagem e noções básicas edição do produto. A oficina será realizada com ensinamentos teóricos e exercícios práticos, estimulando a criatividade e interatividade aos participantes. 1.2. Fotografia e filmagem Pensaremos a fotografia dentro do audiovisual. O diretor de fotografia leva para o público toda o contexto imaginado na pré-produção, através de técnicas como iluminação, lentes, filtros, movimentos de câmera, enquadramento, cor e exposição. 1.3. Som O técnico de som é responsável pela captação dos ruídos e diálogos da produção. Sendo, junto com o diretor de fotografia, peça-chave para a construção da atmosfera pensada na pré-produção. Aqui, serão ensinadas as várias faces dessa parte da produção, como desenho de som, som direto, dramaturgia sonora, edição de som, ambientes, efeitos, foley e mixagem. 1.4. Metodologia Serão ministradas aulas presenciais com disponibilidade de conteúdo online. A metodologia aplicada vai mesclar a teoria com a prática, levando em perspectiva a experiência de profissionais locais, que possam trazer a relação do que pode ser adaptado para realidade local, em termos de técnicas e equipamentos. 2. Audiovisual 022.1. Objetivo Nesta oficina, a direção e o roteiro serão os componentes mais explorados. Oficina voltada, principalmente, para o ensino sobre direção e roteiro. O objetivo da oficina de audiovisual 02 é passar aos participantes o conhecimento necessário para formação de diretores e roteirista, que darão suporte a criação de produtos audiovisuais de diversas categorias. Desde o conhecimento básico sobre conceitos de direção, preparação, importância da roteirização, noções de enquadramento fotográfico, luz, ambientes internos, externos e composição de cenário. A oficina será realizada com ensinamentos teóricos e exercícios práticos, estimulando a criatividade e interatividade aos participantes. 2.2. Direção O diretor é quem conduz e liga todas as pessoas envolvidas na produção. Aqui, é esperado que aprendam a gramática do cinema, que envolve as diferenças entre tipos de direção, trabalho de câmera, diferentes estilos e planos, trabalho de direção com os atores, além de aprender a planejar o seu trabalho desde o início do projeto audiovisual até a pós-produção. 2.3. Roteiro O roteiro apresenta-se como guia da produção audiovisual. Todas as informações necessárias para que o resultado seja como o esperado, estão registradas no roteiro. Buscaremos, portanto, unir os elementos fundamentais da arte e da técnica da escrita de roteiro. O roteiro é peça fundamental para a direção de uma obra audiovisual, o diretor necessita do roteiro para que ele saiba o que deve ser filmado, para que ele decida o como vai ser filmado. A relação do diretor para com o roteiro é de necessidade mútua. Dessa forma, esperamos que o aluno consiga atuar e interligar esses dois componentes da produção audiovisual. 2.4. Metodologia As oficinas serão uma mescla de teoria e prática. Como serão dados dois conteúdos correlatos na mesma oficina: direção e roteiro. O conteúdo será sempre adaptado para explorar, quase que de forma simultânea, as características comuns e essenciais de cada uma dessas áreas. Serão produzidos estudos de caso sobre adaptações cinematográficas e audiovisuais de grandes obras da história do cinema, sem deixar de lado os premiados produtos audiovisuais do DF, em particular da cidade de Ceilândia - local de realização das oficinas. Um dos métodos será a construção em grupo dos roteiros do curta-metragem e dos videoclipes, possibilitando atuação da oficina na prática da concepção de produtos audiovisuais reais. Que devem conter todos os trâmites necessários para realização de um produto, com prazo de entrega determinado para o final do curso, com tempo de execução e produção de 2 meses. Pretendemos explorar as afinidades de cada integrante da oficina para, quando formada a equipe de captação, sejam selecionados grupos de interesse entre fotografia e captação e tratamento de som. Assim, esperamos explorar os talentos de forma a criar um ambiente de interesse que, sistematicamente, mesmo após as oficinas, possa servir de caminho para a profissionalização. 3. Atuação para Audiovisual3.1. Objetivo O objetivo da oficina de atuação para Audiovisual é analisar e refletir sobre os aspectos técnicos e artísticos que compõem a linguagem do cinema a partir da perspectiva do ator. O ator é peça central na narrativa cinematográfica: os elementos estéticos e estilísticos dialogam com ele, criando nuances, pontuando e intensificando sua performance dentro de todo o contexto narrativo. 3.2. Metodologia A oficina fornece instrumentos para que o ator tenha a compreensão prática e teórica da relação entre diretor e ator num set de filmagem. Faz uma análise introdutória das escolas de interpretação dentro do contexto histórico do cinema e seus desdobramentos e, parte de exercícios práticos para apresentar ferramentas e métodos para que os alunos possam encontrar sua forma de construir seus personagens, além de apreenderem como conduzir e proteger o seu espaço criativo. O aluno também estuda as etapas de trabalho e o processo de realização de um filme, no que diz respeito ao trabalho do ator, dando destaque para a construção da unidade mínima de um filme: a cena. 4. Fotografia4.1. Objetivo O objetivo do curso de fotografia é desenvolver um olhar estético, artístico e crítico no campo da fotografia através de pesquisas temáticas, com recursos técnicos básicos, linguagem visual na produção fotográfica, noção de edição em laboratório digital e produção contextualizadas. 4.2. Metodologia A metodologia do curso inclui aulas expositivas e práticas, com data show, exibição de vídeos e visitas de profissionais nas aulas. Haverá também o momento de visita à exposição (1 por mês) e saídas fotográficas. Com a intenção de mediar conhecimentos básicos sobre histórico da fotografia, será apresentada a vida e obra de fotógrafos nacionais e internacionais. Buscando diariamente a análise crítica e técnica das obras fotográficas e auto avaliação dos trabalhos realizados no curso. Sempre vinculando os exercícios dos módulos ao tema trabalhado para compor o espetáculo multilinguagem. Ex: produzir um ensaio fotográfico sobre empreendedorismo ou um ensaio de moda com artigos de cooperativas de costureiras da comunidade; Orientar a criação e organização de portfólio virtual (CD ou DVD) e propor a criação de coletivos de fotografia formado por ex-alunos. 5. Produção Audiovisual5.1. Objetivo Apresentar ao aluno o que faz um produtor audiovisual no mercado. Explicar as principais fases do processo de desenvolvimento do produto audiovisual. O objetivo é que os alunos aprendam a formatar projetos que possam, de fato, ser viabilizados. Aprendam como funciona um pitching, como deve ser a formatação e apresentação de um projetos, legislações básicas, elaboração de cronograma, orçamento, plano de financiamento e plano de negócios. 5.2. Metodologia Teremos uma etapa teórica para explicar conceitos e algumas legislações. Também teremos um bate papo com profissional do mercado para troca de conhecimentos sobre a áreas e ser ensinado como se deve agir em um pitching. A produção cinematográfica é bastante teórica mas vamos mesclar a teoria com a prática, pois a turma vai estar envolvida no projeto de produção de 01 curta-metragem e 04 videoclipes. Com produtos em linguagens diferentes, podemos explorar melhor as várias vertentes de uma produção audiovisual e explorar melhor seus desafios.
Para promover o acesso às exibições cinematográficas às pessoas com deficiência visual e auditiva (em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa n° 02/2019), foram adotadas todas as medidas a seguir: Audiodescrição (pelo menos 1 sessão); Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE (pelo menos 1 sessão); e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (pelo menos 1 sessão). 1. Produto: Festival/Mostra - Audiovisual (Principal).1.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Galpão Cultural, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, piso tátil, banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. O projeto também prevê: equipe de brigadistas e banheiros químicos PNE. 1.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. 1.2.1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: sessão de videoclipes e todas as rodas de bate-papo e debate;1.2.2. Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: as sessões de longas e curtas metragens, que são duas das três sessões principais, terão todos os filmes legendados, será critério de inscrição; 1.3. DEFICIENTES VISUAIS. 1.3.1. Audiodescrição: A sessões das mostras competitivas de curtas e longas terão audiodescrição. O que corresponde a duas das três principais sessões da mostra competitiva. Será montada uma cabine e disponibilizado 30 fones receptores; 1.3.2. Braille sistema de escrita tátil: O folheto de programação virá com sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas - Braille. 1.3.3. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Serão transmitidas as principais rodas de bate-papo via internet e com ampla divulgação. Será produzido material em vídeo de pós-evento com legendas. Será permitida captação de conteúdo durante todas as rodas de bate-papo e palestras. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 2. Produto: Curso / Oficina / Estágio.2.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Galpão Cultural, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, piso tátil, banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 2.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. 2.2.1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. 2.3. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. O conteúdo das oficinas será gravado e re-transmitido pela internet, em canal aberto, sem restrições e amplamente divulgado. Será permitida captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 3.1. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual.3.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Galpão Cultural, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, piso tátil, banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 3.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. 3.2.1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. 3.2.2. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. O conteúdo das oficinas será gravado e re-transmitido pela internet, em canal aberto, sem restrições e amplamente divulgado. Será permitida captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 4. Produto: Contrapartidas Sociais.4.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. Os locais de realização, serão escolas públicas próximas a região de execução do projeto, elas atendem às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso, piso tátil e banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 4.2. DEFICIENTES AUDITIVOS. Caso a escola atenda alunos com necessidades especiais, será disponibilizado intérprete em libras para acompanhamento das oficinas. 4.3. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. O conteúdo das oficinas será gravado e re-transmitido pela internet, em canal aberto, sem restrições e amplamente divulgado. Será permitida captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso.
Da Ampliação do Acesso, atendendo a portaria nº 04/2017 de 30 de novembro de 2017, o Cine de Expressão irá disponibilizar: Todas as ações propostas serão gratuitas: oficinas - respeitando a capacidade do local: 20 pessoas por oficina, inscritas em formulário online ou presencialmente. Mostra audiovisual, será com acesso e inscrições gratuitas, todas as ações serão amplamente divulgadas, os filmes contarão com interpretação em Libras. Além das ações acima citadas será garantida, de acordo com a lei, as seguintes medidas: III - Disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VII- O projeto buscará sua viabilização pautando-se no conceito de acessibilidade, os locais serão todos adaptados tantos os de realização de oficinas quanto os espetáculos para receber portadores de deficiência física e/ou mental, com rampas de acesso, banheiros específicos e condições mínimas para tal. IX- Todas essas são medidas essenciais para promover o acesso e realizar a inserção social de portadores de deficiência como consumidores da arte teatral.
COORDENADOR GERAL - Antônio de Pádua Presidente da Entidade, Jornalista com 10 anos de experiência em Terceiro Setor, atuando em cargos de coordenação de comunicação, gestão de projetos e atualmente o presidente do Instituto de referência da Juventude. Especialista em projetos sociais que envolvem o audiovisual, produziu o Cine Periferia Criativa - mostra de cinema relacionada a temas sociais, atua há mais de 10 anos com projetos de formação audiovisual e em produções culturais e esportivas com foco na juventude de periferia. Atua em projetos de empreendedorismo social, saúde, prevenção a violência, drogadição e empoderamento juvenil. COORDENADOR CULTURAL- Max Maciel Especialista em gênero e políticas públicas, pela Universidade de Brasília, Produtor cultural a mais de 10 anos. Especialista em cultura urbana, produziu atividades como: Cine Periferia Criativa, Programa Jovem de expressão - oficinas de audiovisual, Praça Ibero-Americana no 53º Aniversário de Brasília; Coletânea Voz Ativa; Festival Elemento em Movimento (5 anos pela Lei Rouanet). Pedagogo e Especialista em Gestão de Políticas Públicas. Nascido em Ceilândia (DF), com 13 anos dedicados à militância juvenil. Ajudou na elaboração da Política Nacional de Atenção Integral a Saúde de Adolescente e Jovens. COORDENADOR DE PRODUÇÃO - Mariana Gomes Ribeiro Produtora cultural com experiência de 04 anos em coordenação e produção de eventos, atuando na idealização e elaboração de projetos culturais (inclusive formatação para Leis de Incentivo à Cultura e editais culturais), no contato comercial e agenciamento artístico, orçamentos, negociações, contratos, produção executiva, logística, coordenação e supervisão de equipe artística e técnica, mapa de palco, documentação, prestação de contas, pagamentos e contato diário com rede de clientes, fornecedores, parceiros e prestadores de serviços diversos. Fez parte da equipe de grandes eventos culturais no DF como 50º Festival Brasília do Cinema Brasileiro, Elemento em Movimento IV e V Edição, Satélite 061 V Edição, Favela Sounds I e II Edição, Porão do Rock (2017) dentre outros. COORDENADOR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO - Kim de Souza Fortunato 28 anos, Cientista Contábil e Produtor Cultural a 10 anos. Especialista em criação, elaboração e prestação de contas de projetos culturais. Tem em seu currículo projetos realizados e aprovados pela ONU: UNESCO E UNODC; Ministério da Cultura; Turismo; Desenvolvimento Agrário; Esporte; Justiça; Turismo e com a Secretaria de Cultura do DF. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO - Dayana da Silva Moradora da cidade de Ceilândia, 26 anos, publicitária, estágio realizado na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), colaboradora no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2011, participou do grupo cultural Cerrado Otaku e do projeto Fest Dance. Hoje sou Auxiliar de Comunicação no Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e Repórter do Portal Ceilândia e Produtora Eventos Festival Elemento em Movimento e Praça Ibero-Americana da Juventude; e Festival Elemento em Movimento. Atualmente é coordenadora de comunicação do Centro Cultural RUAS.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.