| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 60855574000173 | ACUCAREIRA QUATA S/A | 1900-01-01 | R$ 10,8 mil |
Este documentário, de 52 minutos (média-metragem), full-hd digital, contará a história do Brasil sob a perspectiva da ocupação, produção e desenvolvimento da agricultura e pecuária. Representará os marcos evolutivos como fator gerador do desenvolvimento do Brasil. Os capítulos da obra serão divididos em eixos temporais, acompanhados pela narrativa iconográfica:Brasil Colônia - agricultura praticada pelos nativos que sofre influência dos europeus com o extrativismo do pau-brasil e com a produção da cana-de-açúcar.Brasil Império - o desenvolvimento da cultura cafeeira, introduzida no final do período colonial.Brasil República - a diversificação das culturas, a mecanização nas lavouras e o desenvolvimento do agronegócio.Também abordará aspectos transversais como as transformações políticas e sociais. Como ação formativa cultural, iremos realizaroficinas para produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas.
O agronegócio, responsável por quase metade das exportações brasileiras e aproximadamente 1/4 do nosso PIB (o que corresponde a mais de R$1 trilhão por ano), é um dos setores mais relevantes da nossa economia. Fatores como o clima tropical, o solo fértil, a água em abundância e o relevo favorável tornam o agronegócio no Brasil um ramo repleto de oportunidades de investimento e desenvolvimento, em especial nas áreas de alimentos e bioenergia, como etanol e biodiesel. Responsável por grande parte do bom desempenho econômico do país nas últimas décadas, o campo foi fundamental na história do Brasil, (quase todos os ciclos econômicos que vivemos vieram da agricultura ou do extrativismo). Este documentário vai falar da nossa formação histórica a partir da agricultura além de discutir o papel do agronegócio no futuro do país, com suas contradições e desafios. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo GeralOs ciclos históricos do Brasil estão intimamente ligados ao extrativismo e a agricultura. Do pau-brasil ao ouro e os diamantes de Minas Gerais, da cana, do café, da borracha e mais recentemente da soja. Em seus cinco séculos de história, apenas nas últimas sete décadas é que o país passou a ter uma população urbana maior que a rural. Por outro lado, nas últimas décadas, a revolução agrícola fez com que aumentássemos de forma extraordinária a produção de alimentos com uma diversificação também impressionante. O país ainda tem que resolver a questão fundiária, da posse da terra, uma lição de casa que vários países fizeram no século XIX e o Brasil, em seu eterno "adiamento" histórico, insiste em não equacionar. Até porque, mesmo com os números fantásticos do agronegócio, que geram divisas importantes para o país, são os pequenos agricultores que alimentam os brasileiros diariamente. Podemos então dizer que entre os objetivos deste documentário, além de analisar a história do país sob a perspectiva de sua produção agroindustrial, também pretende-se discutir que caminhos o país deve seguir no futuro, em que outras discussões se colocam também, como o uso de agrotóxicos, de sementes transgênicas e de monocultura excessiva em todas as regiões do país. Objetivo específico1) Produzir e distribuir a obra "O futuro do agronegócio".2) Realizar oficinas sobre a produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas.3) Realizar debates virtuais a respeito do tema.4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.
Os portugueses que vieram para o Brasil no período colonial não tinham a intenção de ficar definitivamente. Mesmo assim, trouxeram recursos que visavam recriar seu ambiente familiar: "Trouxe vacas, bois, touros, ovelhas, cabras, carneiros, porcos, galinhas, galos, pombos, patos e gansos", como explicou o historiador e folclorista Luís da Câmara Cascudo (1898-1986). Suas frutas prediletas acompanhavam a bagagem: figos, romãs, laranjas, uvas, limões e tâmaras. Semearam o arroz e plantaram melancia, pepino, mostarda, nabos, alface, coentro, salsa, cominho, hortelã, cebolinha e alho, além de berinjela, agrião, manjericão, chicória, cenoura, acelga e espinafre. Também plantaram maçã, pera, marmelo e pêssego. E implantaram no país alguns produtos asiáticos como coco, banana, manga e jaca, culturas que se deram muito bem no clima tropical. Aliás, o clima foi o primeiro obstáculo que enfrentaram. Tropical e irregular, não permitia a prática agrícola a que estavam acostumados, com base nas estações do ano. Martim Afonso de Souza (1490-1564), por exemplo, plantou trigo em São Vicente (SP), em 1532. Não deu certo porque apesar das plantas darem flores, murchavam sem grãos. Não havia outro jeito senão experimentar os produtos cultivados pelos indígenas como feijão, milho, amendoim, batata-doce, pimenta e mandioca, com a qual os habitantes brasileiros originais faziam a "farinha-de-pau", que passou a substituir o pão que na Europa era feito com trigo. Entre tentativas e erros, os portugueses resolveram plantar a cana-de-açúcar que acabou se tornando a primeira grande cultura agrícola no Brasil. O Brasil foi o maior produtor de açúcar do mundo nos séculos XVI e XVII e suas principais regiões açucareiras estavam em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. Utilizava-se o sistema plantation, método agrícola baseado na monocultura de exportação, com a utilização de latifúndios e mão de obra escrava. As grandes fazendas mais produtivas empregavam a mão de obra africana - cujo tráfico também gerava lucros -, enquanto núcleos menores se valiam da mão de obra indígena. O fazendeiro, senhor de engenho, por vezes aproveitava as áreas excedentes para plantar tabaco e algodão. Deslocando-se para o Rio Grande do Sul, a partir da segunda metade do século XVIII, quando o estado se incorporou ao Brasil depois das disputas entre espanhóis e portugueses, a pecuária ganhou maior importância, favorecida pelas boas condições de relevo e pastos. As primeiras raízes de café foram plantadas no Brasil ainda no século XVIII, quando as mudas da planta foram cultivadas no Pará, em 1727. Vindo da Etiópia, o café teve um desenvolvimento acanhado no litoral brasileiro e, rumo ao sul, chegou à Baixada Fluminense e ao vale do Rio Paraíba, que atravessava as províncias do Rio de Janeiro e de São Paulo, por volta de 1760. Em São Paulo, se adaptou melhor e promoveu a mudança do centro da economia do país. Os europeus, italianos, alemães e espanhóis, em sua maioria, trabalharam no café em São Paulo, mas, o que talvez seja mais importante, ocuparam terras quase selvagens no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Durante todo o século XIX e no início do século XX, o café foi o principal produto brasileiro de exportação, garantindo as divisas econômicas necessárias para a sustentação do Império e também da República Velha. Em 1900, pelo Porto de Santos, foram exportados quase 80% de toda a produção mundial do produto, 12.069 sacas de 60 kg, o que era uma enormidade. A comercialização do café com os grandes mercados gerou, além de riquezas aos plantadores, lastro econômico para início da etapa de industrialização em São Paulo: havia dinheiro, a população estava crescendo _ passou, em toda a região de São Paulo, de 837 mil habitantes no ano de 1872, para 2 milhões e 283 mil, em 1900 _ e surgia a demanda pelos mais variados tipos de produto. A mão-de-obra livre e a chegada dos imigrantes em larga escala faziam aumentar o mercado interno que, invariavelmente era explorado pelo próprio dono das plantações nos "armazéns da fazenda". Assim é possível entender porque "a quase totalidade dos empresários brasileiros veio da elite rural. Por volta de 1930 não havia um único fabricante nascido no Brasil originário da classe inferior ou da classe média, e muito poucos surgiram depois" O processo de industrialização brasileiro, a partir da década de 1930, coincide com a crise do café e com o êxodo rural, cujo auge se dá em 1960, quando a população urbana ficou maior do que a população camponesa. Nos anos 1960, por exemplo, o economista Celso Furtado (1920-2004) que comandou a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), durante o governo de João Goulart (1919-1976), fez um levantamento das regiões cultiváveis do semiárido. Em 1972, a fundação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) representou um marco na evolução na história do agronegócio brasileiro. O caso mais emblemático da participação da empresa nesse desenvolvimento foi a soja que, trazida dos Estados Unidos ainda no século XIX, era usada apenas para alimentar o gado. Estudos da Embrapa levaram as sementes de soja para o centro-oeste e começaram a ser plantadas em meados doa anos de 1970. O resultado foi espetacular e, em 2020, o Brasil ocupava o posto de segundo maior produtor mundial do grão, atrás apenas dos Estados Unidos. Estados como Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás produzem cerca de 115 milhões de toneladas de soja contra cerca de 124 milhões de toneladas da safra total norte-americana. No segmento da pecuária, o Brasil possui o segundo maior rebanho bovino no mundo, com mais de 200 milhões de cabeças de gado, ficando atrás dos Estados Unidos. No entanto, o país é o maior exportador de carne do planeta. Até o ano de 2019, as exportações brasileiras de carne responderam por cerca de 60% do comércio mundial do produto. O país é também um grande produtor de leite, atividade mais voltada ao consumo interno. A revolução ocorrida no campo em apenas 50 anos se deve a dois fatores principais como a mecanização do campo, que se iniciou a partir da segunda metade do século XX; e a expansão da fronteira agrícola para o interior do território nacional. Cresceram, em meio século, a produtividade, as áreas cultivadas e as áreas de expansão. Como resultado, na década de 1990, quando surgiu o termo agronegócio (agribusiness, em inglês), o Brasil já estava bem posicionado nesse segmento. Cana-de-açúcar, café, laranja, soja, fumo, carne bovina e milho são os principais produtos agropecuários nacionais e contribuíram para que, em 2010, o Brasil ultrapassasse o Canadá, se tornando o maior produtor e exportador agrícola do mundo, atrás dos Estados Unidos e da União Europeia, com uma diferença fundamental: entre os três é o único que pode apresentar maiores crescimentos nos próximos anos. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Com locações em mais de 20 cidades em todas as regiões do país, este documentário de 52 minutos, será filmado e finalizado em Full HD (4K) para exibição em tv aberta e fechada, internet, bem como o circuito de eventos e mostras ligados ao tema. Iremos entrevistar agricultores, técnicos agrícolas, cientistas, economistas e, claro, historiadores. Um narrador fará a conexão entre os depoimentos. Imagens e fotografias de arquivo, bem gravuras e desenhos do Brasil Colônia e Império ilustrarão o documentário.
DocumentárioAcessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida socialAcessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas exibições em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as oficinas em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. O documentário será disponibilidade por meio de DVD para as escolas e bibliotecas públicas. Como contrapartidas sociais, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.
Marcos PifferFormado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU Santos, tem especialização em Gestão Ambiental, é Mestre em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Doutorando pela mesma Universidade. É professor universitário e autor de 16 livros de fotografia, entre eles Flora – Inventário particular de espécies da Mata Atlântica, Patrimônio Histórico, Cultural e Natural – baixada santista, Coffea – O café no Brasil no século XXI, Santos – Roteiro lírico e poético, Litoral Norte e Edifício Caetano de Campos. Suas fotografias integram os acervos permanentes do Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), Instituto Cultural Itaú, Banco Itaú BBA , Coleção Fnac e várias coleções particulares. Dos prêmios recebidos, é importante citar a Bolsa de Artes da Fundação Vitae, concedida em 1996, e o Prêmio Estímulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em 1995. Parte de suas imagens foi exposta várias vezes no país e no exterior. Vale destacar as exposições individuais “Coffea”, itinerante, instalada na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos (SP), e que percorreu todas as livrarias Fnac pelo Brasil; “Santos – Roteiro Lírico e Poético”, no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE); “Litoral Norte” no MAM; bem como sua participação nas exposições coletivas “Ibero-Americana 92”, em Colônia (Alemanha), e no Espaço Cultural Kultur Fabrik Esch-Sur-Alzette, em Luxemburgo. Foi editor da revista Guaiaó, em que propõe pensar a cidade de Santos (SP) através da cultura litorânea. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Petrobras, Itaú, Bradesco, Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoTrabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadDiretor de fotografia e cinematográfico: Marcos PifferRoteirista: Cadu Machado e Fabrício GallinucciPesquisador: Matthew ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.