| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
A exposição Arte Rupestre e Realidade Virtual: da pré-história à pós-modernidade utiliza os mais modernos suportes disponíveis como a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada para exibir a mais antiga forma de expressão artística humana, a arte rupestre. A exposição consiste nas seguintes obras: A CAVERNA em Realidade Virtual, com uma simulação de uma caverna pré-histórica brasileira. O MAPA DAS MIGRAÇO~ES HUMANAS, consistindo em software de Realidade Aumentada e um mapa em alto-relevo. Dois minidocumenta´rios,O U´LTIMO CHA~O DA TERRA e A ARTE RUPESTRE DE MONTE ALEGRE. 12 Fotos dos desenhos rupestres de Monte Alegre, no Pará e aplicativo em Realidade Aumentada. A exposição também contará com 4 palestras sobre a Arte Rupestre brasileira transmitidas ao vivo pela internet.
A CAVERNA Em duas cavernas construídas, o visitante se vê transportado para mais de 12 mil anos atrás, com a ajuda dos óculos de Realidade Virtual. Ele terá uma experiência totalmente imersiva, admirando as pinturas rupestres da Serra da Capivara, junto com seus autores, os primeiros habitantes do continente americano. Um ancião interage com o visitante e explica-lhe as obras e a presença humana na região. O MAPA DAS MIGRAÇÕES HUMANAS - que utiliza a Realidade Aumentada para ver animações e textos sobre as teorias da travessia humana para o continente americano. Dois minidocumentários, O ÚLTIMO CHÃO DA TERRA e A ARTE RUPESTRE DE MONTE ALEGRE, nos quais são abordados questões relativas às teorias do povoamento da América, bem como sobre os desenhos rupestres de Monte Alegre, respectivamente; 12 Fotos dos desenhos rupestres de Monte Alegre serão colocados para exibição. Eles mostrarão as ricas pinturas de Belém, no Pará. FOLDER DA EXPOSIÇÃO, existe uma miniatura do mapa e um link para se baixar o aplicativo e ter a mesma experiência para além do espaço físico do museu;
Objetivo Geral A exposição Arte Rupestre e Realidade Virtual pretende atingir os seguintes objetivos: - Divulgar as importantes descobertas cienti´ficas feitas no Brasil e em outras partes da Ame´rica Latina e que sa~o, ainda, de pouco conhecimento do pu´blico em geral, como as dos pesquisadores Walter Neves e Nie´de Guidon. - Refletir sobre as razo~es que possibilitaram a migraça~o humana desde a Àfrica ate´ as Ame´ricas. - Colaborar para a revisa~o dos conceitos acerca dos primeiros habitantes das Ame´ricas, uma vez que existe resistência por parte da academia em aceitar as descobertas no restante da Ame´rica Latina, apesar de amplo reconhecimento de outras academias ao redor do mundo. - Difundir a arte rupestre brasileira, uma das mais vastas e importantes do mundo. Objetivos específicos - Desenvolver e aperfeiçoar 5 instalações: - Experiência em Realidade Virtual - Mapa das Migrações Humanas em Realidade Aumentada - Um minidoc sobre o as Teorias da Chegada do Homem ao continente americano. - Um minidoc sobre a arte rupestre de Monte Alegre, no Pará. - 10.000 folders com apresentação da exposição com um mapa de Realidade Aumentada - Disponibilização de um aplicativo para Realidade Aumentada.
A arte rupestre brasileira e´ uma das mais importantes do mundo, pore´m ainda pouco conhecida do pu´blico. Sua importância reside na~o apenas na beleza, mas tambe´m no fato de que nos locais onde foi encontrada esta~o os vesti´gios mais antigos da presença humana no continente americano. Essas descobertas recolocam a chegada ao continente mais de 30 mil anos antes do que se imaginava. Ale´m do seu excepcional valor antropolo´gico e este´tico, a arte rupestre suscita uma questa~o anterior à sua pro´pria existência: o que levou esses antigos povos a produzirem essas misteriosas pinturas sobre pedra? Qual a necessidade _ em tempos de preca´rios recursos _ de dedicar tempo e energia a algo que na~o estava ligado diretamente à sobrevivência? A resposta talvez esteja nessa intri´nseca necessidade humana de se comunicar, de contar sua histo´ria e, em u´ltima instância, de se expressar por meio da arte. A exposiça~o Arte Rupestre e Realidade Virtual busca justamente levar essa reflexa~o ao pu´blico, para mostrar algo que definitivamente na~o ficou no passado: a perene necessidade humana de produzir arte e a incri´vel capacidade dessa arte de resistir ao tempo, atravessando os milênios e impactando o homem de hoje com a força e o peso da pro´pria histo´ria humana, desde a mais recôndita caverna do passado ate´ o mais futuri´stico espaço virtual. O uso de modernas tecnologias digitais, como a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada, visa a contrastar, portanto, essas duas referências temporais, fazendo o visitante sentir-se, ao mesmo tempo, no passado e no presente _ quiça´ no futuro. Ao apontarmos a relevância da arte rupestre nacional queremos ainda provocar outras discusso~es, de cunho menos teo´rico e mais pra´tico, como a divulgação dos si´tios arqueolo´gicos brasileiros, incentivando a preservação e o turismo nesses locais. A exposição também valoriza a matriz indígena brasileira, uma vez que os primeiros habitantes do continente deram origem a todos os povos nativos do território brasileiro. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir a gratuidade da realização da exposição, ampliando seu alcance e cumprindo o seu papel de difundir a cultura e conhecimento científico brasileiro. Dessa forma, a exposição Arte Rupestre e Realidade Virtual: da pré-história à pós-modernidade tem a abrangência de atender a todos os incisos da Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Serão instaladas as seguintes obras: 1. A CAVERNA - Serão construídas duas cavernas que utilizam a tecnologia da Realidade Virtual. Nelas serão simuladas uma caverna virtual onde o visitante é transportada há 20 mil anos atrás para admirar as pinturas rupestres do local, além de interagir como os primeiros habitantes do continente americano. A experiência é de uma incrível realidade, causando um grande impacto nos visitantes. Nas cavernas serão retratadas as pinturas rupestres dos sítios arqueológico da Serra da Capivara, no Piauí, e Monte Alegre, no Pará. MATERIAIS_Dois óculos de realidade virtual; _Caverna cenográfica. 2. O MAPA DAS MIGRAÇÕES HUMANAS - Trata-se de uma instalação com um mapa mundi de 3 metros de largura com o continente americano ao centro. Por meio de um dos três tablets disponibilizados, o visitante poderá ver em Realidade Aumentada animações e textos sobre as teorias da travessia humana para o continente americano. 3. O minidocumentário O ÚLTIMO CHÃO DA TERRA . Nele são abordadas questões relativas às teorias do povoamento da América. São entrevistados os importantes arqueólogos como o Eric Boëda, a Niède Guidon e o Walter Neves. 4. O minidocumentário A ARTE RUPESTRE DE MONTE ALEGRE. No filme são discutidos os desenhos rupestres amazônicas de Monte Alegre, no Pará. O documentário é apresentado pela arqueóloga Edithe Pereira, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi. 5. 12 Fotos dos desenhos rupestres de Monte Alegre serão colocados para exibição. 6.- 100.000 folders com o Mapa das Migrações Humanas que poderá ser levado pelo visitante e acessado através de um aplicativo baixado nos dispositivos portáteis.
EXPOSIÇÃO ARTE RUPESTRE E REALIDADE VIRTUAL Acessibilidade física: A acessibilidade Física será dado por meio de rampas, banheiros e guias táteis no espaço de exibição, além de pessoal treinado para dar qualquer suporte necessário. Acessibilidade para deficientes visuais: Na exposição de fotos, haverá legendas em braile e também reproduções em alto-relevo dos desenhos rupestres para pessoas com deficiências visuais. Essas reproduções já foram utilizadas pelo Museu, que detêm a tecnologia para esse fim. Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá legendas em todas as obras audiovisuais, tais como a Caverna, as animações do Mapa das Migrações Humanas e os minidocs apresentados. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Palestra Arte Rupestre Brasileira - Ontem e Hoje Acessibilidade física: A acessibilidade Física será dado por meio de rampas, banheiros e guias táteis no espaço da palestra, além de pessoal treinado para dar qualquer suporte necessário. Acessibilidade para deficientes visuais: A palestra terá audiodescrição para os portadores de deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: A palestra contará com profissional de libras para os deficientes auditivos.
Como contrapartida serão oferecidas 4 palestras gratuitas para estudantes da rede pública sobre o tema Arte Rupestre Brasileira. As palestras serão gravadas, transmitidas ao vivo e disponibilizadas de forma gratuita na internet. Dessa forma serão atendidos os seguintes incisos do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Adriano Espínola Filho Criador e curador Adriano será o responsável pela curadoria e direção artística do projeto, selecionando os materiais a serem expostos, a criação e adaptação das obras interativas junto com a equipe técnica, bem como a interlocução das diferentes obras entre si. O processo de curadoria se dá pela escolha das fotos dos desenhos rupestres que compõe o Parque Estadual Monte Alegre, no Pará, e o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piaú. Uma parte das fotos selecionadas deverão compor uma série que ficará exposta para visitação. Outra parte será utilizada na experiência de Realidade Virtual, compondo as pinturas virtuais presentes na caverna. Possui graduação em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2005). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Roteiro e Direção Cinematográficos. Realizou filmes premiados, séries e exposições. Desenvolve também produções nas áreas de vídeo 360, Realidade Virtual e Realidade Aumentada. Realizou trabalhos para grandes marcas como Nike, Coca-Cola, Unilever e Diageo. Fundador das produtoras DDK Digital (2013), no Rio de Janeiro, e Centelha Filmes (2017), em Fortaleza, CE. Bruna Pellizzaro Produtora Executiva Formada em Design de Moda com especialização em Produção Executiva e Direção de Arte pela AIC, Rio de Janeiro. Desde de 2011 trabalha com cenários de moda e instalação. Em 2015 começou a assinar como diretora de arte projetos audiovisuais, sendo o curta “Berenice” ganhador de dois prêmios, o FIAV 2016 e Hell de Janeiro. Em 2018, fez a Produção Executiva para série de intitulada “Pela Fechadura”. Desde 2016 participa de projetos de expografia, em 2017 assina a cenografia da exposição "Verve para Mulheres", e em 2019 assina duas grandes exposições; a exposição "Arte Rupestre e Realidade Virtual"; em Belém do Pará, para o Museu Paraense Emílio Goeldi. E ainda me 2019 assina a exposição "História dos Jogos"; no Sesc Quitandinha, em Petrópolis. Nandressa Nun Coordenadora geral Iniciou sua vida profissional como assistente de cenografia pelas mãos do cenógrafo e figurinista Raul Belém Machado no Palácio das Artes em 1998, na ópera La Traviata. Desde então se somam a seu currículo mais de 45 óperas entre elas, Don Giovanni, O Barbeiro de Sevilha, Aida, Il Guarany, Turandot, Lohengrin, Andrea Chenier, Carmen, Madame Butterfly, Rigoletto, Gianni Schicchi,La Bohéme,Romeu e Julieta,La Cambiale di Matrimonio, entre outras.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.