Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A proposta deste projeto é circular com o espetáculo de teatro de animação CONTESTADOS, realizando apresentações teatrais seguidas de rodas de conversa, exibição do documentário TERRA CABOCLA e as ações formativas: Palestra O CINEMACOMO FERRAMENTA DE DEBATE, palestra O CONTESTADO NA SALA DE AULA e oficinaSENSIBILIZAÇÃO PARA AS FORMAS ANIMADAS.
ESPETÁCULO CONTESTADOSDireção: Willian Sieverdt | Atuação: Laura Correa e Mônica Longo Sinopse: Estreado em 2019, o espetáculo apresenta, por meio do teatro de animação, um recorte sobre a Guerra do Contestado, conflito de terras ocorrido no início do século XX, envolvendo os estados de Santa Catarina, Paraná, o Exército Brasileiro, a empresa norte-americana Brazil Railway e a população local. A montagem partiu de uma extensa pesquisa bibliográfica e de campo, que culminou no desenvolvimento de uma dramaturgia original, dando voz aos vencidos da guerra, o povo caboclo. O título do espetáculo, no plural, sugere tudo o que lhes foi contestado durante os quatro anos de conflito: suas terras, seus direitos e suas vidas. RODA DE CONVERSA COM GRUPOS LOCAISParticipação: elenco do espetáculo e grupos locais de cultura caboclaMediação: Letíssia CrestaniSinopse: Esta ação acontecerá na sequência da apresentação, com a participação do público do espetáculo. O objetivo é provocar um paralelo entre a obra artística assistida e a realidade cultural de cada cidade. Acontecerá entre o elenco do espetáculo, grupos locais de cultura cabocla, com mediação de uma museóloga especializada na história da Guerra do Contestado e do povo caboclo. DOCUMENTÁRIO TERRA CABOCLAProdução: Plural Filmes | Direção: Márcia Paraíso e Ralf TambkeSinopse: Passados 100 anos de uma guerra de extermínio da população tradicional da região do Planalto Catarinense - a Guerra do Contestado, o filme traz a força de resistência cultural do povo caboclo.PALESTRA O CINEMA COMO FERRAMENTA DE DEBATE (AÇÃO DE FORMAÇÃO)Ministrante: Márcia ParaísoSinopse: O Terra Cabocla é um documentário que fala da guerra do Contestado, mas num contexto de contemporaneidade, ou seja, trazendo, revelando e falando sobre as consequências da guerra e do espaço onde a mesma se deu, nos tempos de hoje, entre os descendentes das populações que vivenciaram o conflito. A proposta de conversa é dividir, a partir do relato da diretora e roteirista, Marcia Paraiso, como foi o percurso da ideia fundadora de realizar o documentário, encontrar os personagens de fala, filmar e finalizar o trabalho, assim como a ação de compartilhar o doc e perceber as distintas reações das pessoas na sua recepção. PALESTRA O CONTESTADO NA SALA DE AULA (AÇÃO DE FORMAÇÃO)Ministrante: Prof. Dr. Paulo Pinheiro MachadoSinopse: Esta palestra analisará as dificuldades de comunicação entre a produção acadêmica e o ensino do movimento social do Contestado. É identificada a necessidade de construção de mediações, de combate a preconceitos, de afirmação devalores positivos de trajetórias populares, além da importância do meio acadêmico aprender com as experiências dos professores do Ensino Fundamental. OFICINA SENSIBILIZAÇÃO PARA AS FORMAS ANIMADAS (AÇÃO DE FORMAÇÃO)Ministrante: Guilherme PeixotoSinopse: Busca sensibilizar os participantes para a animação de formas comuns como utensílios domésticos, sacolas de supermercado e papel jornal, fazendo-os vislumbrar um mundo de objetos que podem ganhar vida através do movimento. Está direcionada a iniciantes no teatro de formas animadas ou educadores que desejam ampliar suas metodologias pedagógicas.
GERALRealizar circulação com o espetáculo teatral CONTESTADOS por cidades localizadas na região do Vale do Contestado, em Santa Catarina, com o intuito de difundir a história da Guerra do Contestado, colaborar para a construção da identidade cultural cabocla e provocar o debate histórico. ESPECÍFICOSRealizar dez (10) apresentações do espetáculo de teatro de animação Contestados, da Cia Mútua, para o público catarinense;Realizar dez (10) rodas de conversa após as apresentações teatrais, com participação dos artistas e grupos locais de cultura tradicional cabocla, com mediação de uma museóloga especializada no tema;Realizar uma (1) exibição do documentário Terra Cabocla, com direção de Márcia Paraíso e Ralf Tambke;Realizar uma (1) palestra O Cinema como Ferramenta de Debate, com Glauco Broering, montador do documentário Terra Cabocla;Realizar uma (1) palestra O Contestado em Sala de Aula, com o historiador Paulo Pinheiro Machado;Realizar uma (1) oficina Sensibilização para as Formas Animadas, com o ator animador Guilherme Peixoto.
Reconhecida por suas produções em teatro de animação, a catarinense Cia Mútua já circulou por 19 estados brasileiros, Argentina, Chile e França, apresentando-se em importantes festivais nacionais e internacionais. Seus espetáculos mais conhecidos, A Caixa e Um Príncipe Chamado Exupéry foram contemplados com prêmios de excelência no teatro de animação. Pesquisadora desta linguagem desde 2002, a Mútua aposta, a cada montagem, em uma técnica de animação diferente. Em Contestados, espetáculo proposto no presente projeto, a produção inovou, utilizando uma técnica contemporânea, a figura plana, para contar uma história genuinamente brasileira. A técnica consiste na animação de figuras bidimensionais que, munidas de mecanismos construídos artesanalmente, criam um efeito de ilusionismo em cena. Bastante utilizada na Europa, esta técnica ainda é pouco conhecida no Brasil, o que reforça o caráter de ineditismo e originalidade da proposta. Em cena, duas atrizes utilizam 100 quilos de terra crua, que espalhada sobre uma mesa, sustenta figuras, cenários e adereços. O elemento terra compõe a geografia da história que vai sendo narrada, convertendo-se em montanhas, planícies e vales, mas sobretudo sendo o grande símbolo dramatúrgico da obra: o conflito por terras. A sonoplastia, também original, tem base nos instrumentos e melodias caboclas. A escolha da direção foi a de valorizar o uso de metáforas, pactuando convenções com o público desde sua entrada no espetáculo, quando as atrizes o recepcionam como quem recebe amigos em casa para partilhar causos. Estreado recentemente, o espetáculo apresentou-se em algumas cidades catarinenses, participando do FITA Floripa - Festival Internacional de Teatro de Animação, em Florianópolis/SC. Em 2020, foi selecionado para apresentar-se em quatro festivais nacionais e também para uma circulação estadual do SESC, porém, com o início do isolamento social, todos os eventos artísticos presenciais foram suspensos. Desde sua estreia, o espetáculo vem obtendo excelente retorno de artistas, historiadores e público em geral. Paulo Pinheiro Machado, professor de História da Universidade Federal de Santa Catarina, autor de diversos livros sobre a Guerra do Contestado e líder do Grupo de Investigação sobre o Movimento do Contestado, ao assistir o espetáculo, elogiou a capacidade de síntese dramatúrgica, sem perder a essência histórica. O ator, diretor, e professor de teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina Paulo Balardim, ressaltou, em crítica publicada na Revista Mamulengo, sobre a economia dos recursos cênicos e a universalidade do tema abordado na peça. Segundo Balardim, "percebemos a apresentação de um tema regional que tange uma problemática universal: a dominação e o poder exercidos sobre os mais fracos no intuito de acúmulo de riquezas. Cia Mútua aposta na economia de meios, ao propor um espaço cênico miniaturizado e figuras planas que sintetizam personagens e ações, e lança mão do trabalho de interpretação das atrizes para reforçar a dramaticidade da narrativa, mediando a empatia com as figuras." (BALARDIM, p. 32) Para a realização deste projeto, as apresentações serão adaptadas para os espaços disponíveis nas cidades elencadas, que receberão uma estrutura cênica básica (iluminação, sonorização, caixa preta), mantendo a qualidade cênica do espetáculo. Após as sessões, haverá uma roda de conversa entre o elenco, o público e grupos de cultura tradicional cabocla da cidade, mediados profissional especializada no tema. O objetivo é provocar a reflexão e o debate acerca da abordagem histórica, bem como da escolha estética da obra. O projeto também prevê a exibição do documentário Terra Cabocla, da Plural Filmes, com direção de Márcia Paraíso e Ralf Tambke. Estreado em 2015, o documentário traça um paralelo entre o passado e o presente da vida dos caboclos, população nativa de Santa Catarina, que um século após o término da Guerra, ainda sofre com as suas consequências. Esta obra foi muito importante para a pesquisa e montagem do espetáculo, sobretudo por algumas de suas imagens fazerem parte de sua dramaturgia. Como contrapartida social, a Cia Mútua propõe três ações formativas: a) a Palestra "O Cinema como Ferramenta de Debate", com Márcia Paraíso, diretora do documentário Terra Cabocla; b) a palestra "O Contestado em Sala de Aula", com o historiador Paulo Pinheiro Machado; c) a oficina teatral Sensibilização para as Formas Animadas, com o ator animador Guilherme Peixoto. Estas ações serão oferecidas a estudantes e professores da rede pública de ensino. Embora a Guerra do Contestado tenha sido a maior guerra camponesa da América do Sul, todavia ainda é de desconhecimento da maior parte da população, assim como seus impactos sociais, culturais e econômicos. Muito se sabe sobre os imigrantes europeus que repovoaram o estado de Santa Catarina, mas pouco se fala sobre aqueles que estavam aqui antes dos imigrantes chegarem. Os caboclos, nativos catarinenses, ainda resistem nos dias de hoje, ocupando a região com o menor índice de desenvolvimento humano do estado: o Vale do Contestado. O projeto pretende agraciar dez cidades desta região, onde o espetáculo é inédito. Estas cidades se caracterizam por terem sido de grande protagonismo durante o conflito e também por apresentarem IDH igual ou menor a 0,7 (Fonte IBGE). Com este projeto pretende-se fortalecer os laços com a história catarinense e a cultura regional do Contestado, por meio da poética do teatro de animação, trazendo reconhecimento, dignidade e valorização da população de origem cabocla na região. Referências: BALARDIM, Paulo. Mamulengo: Revista da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos. Florianópolis: ABTB/CUB. Ano 46, n. 15, março 2020. Acessível em: https://teatrodeanimacao.files.wordpress.com/2020/03/revista-mamulengo-nc2ba-15.pdf IBGE. Acessível em: https://cidades.ibge.gov.br/ PORQUE UTILIZAR A LEI DE INCENTIVO À CULTURA PARA ESTE PROJETO? O projeto se enquandra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O Projeto tem por objetivo, de acordo com os incisos do Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
PROGRAMAÇÃO DO PROJETO Três Barras/SC2/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Porto União/SC4/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Matos Costa/SC6/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Calmon/SC8/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Timbó Grande/SC10/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Lebón Regis/SC11/10/202114h - Oficina de Formas Animadas 12/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Caçador/SC14/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa15/10/2021 19h30 - Exibição de documentário 20h30 - Palestra Iraní/SC17/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Monte Carlo/SC19/10/2021 19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa Curitibanos/SC21/10/2021 10h - Palestra19h30- Apresentação do espetáculo 20h30 - Roda de Conversa
ESPETÁCULO CONTESTADOS + RODA DE CONVERSADuração: 55 min + 1 horaLotação: 200 pessoasClassificação: 12 anosDOCUMENTÁRIO TERRA CABOCLADuração: 1 hora e 22 minutosLotação: 200 pessoasClassificação: 12 anosPALESTRA O CINEMA COMO FERRAMENTA DE DEBATE (Ação de Formação)Duração: 60 minutosLotação: 200 pessoasPúblico Alvo: professores e alunos e público em geral PALESTRA O CONTESTADO NA SALA DE AULA (Ação de Formação)Duração: 60 minutosLotação: 200 pessoasPúblico Alvo: professores OFICINA SENSIBILIZAÇÃO PARA AS FORMAS ANIMADAS (Ação de Formação)Duração: 3 horasLotação: 20 pessoasPúblico Alvo: professores
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS + RODA DE CONVERSAAcessibilidade física: reserva de espaço para cadeirantes, pessoas obesas, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção em geral.Acessibilidade auditiva: tradução simultânea em librasAcessibilidade visual: letra ampliada no programa (folder impresso) do projetoAUDIOVISUALAcessibilidade física: reserva de espaço para cadeirantes, pessoas obesas, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção em geral.Acessibilidade visual: letra ampliada no programa (folder impresso) do projetoCONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: reserva de espaço para cadeirantes, pessoas obesas, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção em geral.Acessibilidade visual: letra ampliada no programa (folder impresso) do projeto
Em cumprimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, serão adotadas as seguintes medidas de democratização de acesso: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS + RODA DE CONVERSAI - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; AUDIOVISUALI - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; CONTRAPARTIDAS SOCIAISI - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
DO PROJETOCoordenação Geral: Companhia MútuaCoordenação de Produção: Mônica LongoProdução Executiva: Laura CorreaCoordenação Técnica e Operação Técnica: Guilherme PeixotoTécnico de Montagem: Flávio AndradeMediação de Rodas de Conversa: Letissia CrestaniPalestrantes: Glauco Broering e Paulo Pinheiro MachadoOficineiro: Guilherme PeixotoDO ESPETÁCULODireção: Willian SieverdtAtuação: Laura Correa e Mônica LongoDramaturgia: Guilherme Peixoto, Laura Correa, Mônica Longo e Willian SieverdtTexto: Gregory HaertelOperação técnica: Guilherme PeixotoCenografia: Jaime PinheiroTrilha Sonora: Guilhermo SantiagoDesenho e Pintura de Figuras Planas: Marcos LealMecanismos: Guilherme PeixotoIluminação: Flávio AndradeFigurino: Lucas DavidArte Gráfica: Antônio HumbertoVoz do Monge: Luciano Pedro EstevãoSÚMULASMÔNICA LONGO é atriz, bonequeira e produtora cultural, DRT 7130-SC. Pós-graduada em Gestão e Produção Cultural pelo SENAC (2017).Também se dedica à construção de bonecos, cenografia e figurinos. Integra a Cia Mútua desde 2002, elaborando e gerindo projetos e atuando como atriz e bonequeira em seus espetáculos. Se apresentou em 18 estados brasileiros, França, Argentina e Chile, compondo a programação de importantes festivais e projetos, como Palco Giratório SESC (2012). Prêmio Myriam Muniz FUNARTE (2008 e 2012). Prêmio Elisabete Anderle (2008, 2014, 2016 e 2017), Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural (2008 e 2013), Festival Mondial dês Théâtre de Marionnettes, em Charleville, França (2009), Festival Internacional de Teatro de Londrina/PR (2015), Programa Petrobrás Distribuidora de Cultura (2019). Recebeu o Recebeu o Prêmio Juri Popular de Melhor Espetáculo no X Otoño Azul Encuentro de Teatro, na Argentina (2009) e o Prêmio CBTIJ de Melhor Espetáculo de Teatro de Animação (2016).GUILHERME PEIXOTO é ator, mímico, bonequeiro e diretor teatral. Drt: 7129-SC. Formado pela Universidad de Salamanca, Espanha. Iniciou sua carreira artística em 1980. Prêmio Melhor Ator no FETEL (SC, 1986), e Prêmio Ator Revelação no Festival Catarinense de Teatro (SC, 1986). Em 1993 fundou a Cia Mútua. Apresentou-se em 18 estados brasileiros, França, Chile e Argentina. Duas vezes Prêmio Myriam Muniz FUNARTE (2008 e 2012). Prêmio Elisabete Anderle (2008, 2014, 2016 e 2017). Prêmio Juri Popular de Melhor Espetáculo no X Otoño Azul Encuentro de Teatro, (Argentina, 2009). Participou de importantes festivais como FIT - Festival Internacional de Teatro de Sa?o Jose? do Rio Preto/SP (2016), 13º Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte (2013), entre outros. Em 2012 circulou o país pelo Projeto Sesc Palco Girato?rio. Com o espetáculo ?Miragem? se apresentou em 2009 no Festival Mondial dês Théâtre de Marionnettes, em Charleville, França (2009).LAURA CORREA é atriz, bonequeira e produtora cultural. Formada em Artes Teatrais e Cinematográficas na Universidade de Buenos Aires .Iniciou suas atividades teatrais em Buenos Aires-Argentina. Em 2011 ingressa no universo do teatro de animação, participando de projetos e residências, concebendo ?El Viaje? seu primeiro trabalho solo, com o qual foi convidada a integrar a Companhia Mútua em 2012. Desde então integra o elenco e equipe técnica e de produção dos espetáculos: ?Contestados? (2019), ?El Gran Circo-Teatro de Luvas? (2015), ?Um Príncipe Chamado Exupéry? (2010), ?Teatro Lambe-lambe? (2009) e ?A Caixa? (2004). Já se apresentou em diversos festivais nacionais e internacionais por 18 estados brasileiros, Chile e Argentina. Como integrante do grupo participou dos projetos/editais EmCena Catarina (Sesc), Palco Giratório (Sesc), Prêmio Myriam Muniz (Funarte), Ocupação dos espaços da Caixa Cultural e Programa Petrobrás Distribuidora de Cultura.LETÍSSIA CRESTANI possui Licenciatura em História pela Universidade de Passo Fundo (2005), Especialização em Arquitetura e Patrimônio Arquitetônico no Brasil, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Graduada em Museologia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2011). Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville, (2017). Trabalhou como museóloga no Projeto de Revitalização da Casa de Cultura de Venâncio Aires, em Venâncio Aires/RS, entre 2012 e 2013. E, desde 2013, atua como museóloga no Museu Histórico e Antropológico da Região do Contestado, em Caçador, SC. Conselheira Municipal de Cultural, em Caçador/SC, atuando na Câmara Setorial de Patrimônio Cultural. Trabalha com as temáticas de museus, acervos, patrimônio cultural, representações sociais em museus, memória, Conflito do Contestado.WILLIAN SIEVERDT é diretor, ator e bonequeiro.185 DRT/SC. Trabalha profissionalmente com teatro desde 1989. Como ator e diretor, pesquisa, produz e dirige espetáculos que já foram apresentados por todos os estados do Brasil e em 14 países de 3 continentes. Como produtor cultural coordenou as três primeiras edições do Festival Catarinense de Teatro de Bonecos, I Semana de Estudos Sobre Teatro de Animação (em parceria com UDESC e FUNARTE) e é curador do Festival de Formas Animadas de Jaraguá do Sul desde 2003. Desenvolve intercâmbios com diversos artistas e companhias nacionais e internacionais. É vencedor nacional do Prêmio TOYP 2010 oferecido pela Junior Chamber International, na categoria "Êxitos Culturais?. Fundador da Trip Teatro (1989) que em 2012 foi premiada com a Medalha de Mérito Cultural Cruz e Sousa, indicado pelo Conselho Estadual de Cultura de SC.PAULO PINHEIRO MACHADO é Professor Titular do Departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina. É graduado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestre e Doutor em História pela Universidade Estadual de Campinas, com Pós-Doutorado na Universidade Federal Fluminense e na Universitat Autonoma de Barcelona. Leciona no curso de graduação e no Programa de Pós-Graduação em História da UFSC. É autor dos livros A Política de Colonização do Império (Ed. UFRGS, 1999) e Lideranças do Contestado (Ed. UNICAMP, 2004), junto com Márcia Espig, organizou o livro A Guerra Santa Revisitada: novos estudos sobre o Movimento do Contestado (Ed. UFSC, 2008) e junto com Gunter Axt publicou O Processo de Adeodato (Ed. MPE, 2017), entre outras obras. É líder do Grupo de Investigação sobre o Movimento do Contestado e integrante do Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura da UFSC. GLAUCO BROERING é formado em Cinema e Realização Audiovisual (UNISUL, 2014). Iniciou profissionalmente no audiovisual em 2012, tornando-se Montador, Roteirista e Diretor. Em 2012 lançou como diretor o curta-metragem ?Os Personagens?, que participou de diversos festivais em todo o país. Começou sua carreira de Montador com o média ?Sem Perder a Ternura? (2013), consolidando uma parceria com a Diretora Marcia Paraíso, que resultou nos filmes de longa-metragem ?Lua em Sagitário? (ficção), também como colaborador no roteiro de ?Terra Cabocla? (documentário), ?A Maravilha do Século? e ?Sobre Sonhos e Liberdade" (documentário), além das séries ?Visceral Brasil?, temporadas 1 e 2, e ?Invenções da Alma?, temporadas 1 e 2. Como Montador também realizou os longas ?Maracanã – no Templo das Emoções? e ?Brusque 92?, além de mais de 20 curta-metragens. Como diretor, além de ?Os Personagens?, lançou o curta experimental ?O Cara?, indicado para melhor fotografia pela ABC. Recentemente, roteirizou a série ?Submersos?, uma produção da Paramount Channel (13 episódios, 1 hora), lançada em maio de 2020 e que está em reprise no Paramount Channel e no Prime Box Brazil.FLÁVIO ANDRADE é iluminador, DRT-3827. Em 1995 assumiu a responsabilidade técnica do Teatro Maria Della Costa, em SP. Trabalhou nos espetáculos: ?E continua tudo bem? com Tarcísio Meira e Glória Menezes, ?Corra que Papai Vem Aí?, de Ari Fontoura (1999 a 2001),. ?Dois na Gangorra?, com Giovanna Antonelli e Murilo Benício (2003-4), Pequeno Príncipe, de Luana Piovanni (2006), entre outros. Participou da equipe técnica de musicais ?Isto é Brasil? de Carlinhos de Jesus e Ana Botafogo (2005), ?Sociedade Masculina e Grandes Mulheres? de Débora Coocker, entre outros shows de grandes artistas da música brasileira. Realiza oficinas de iluminação desde 2010 para o SESC Nacional, FUNARTE, e palestras pelo Brasil. Em Joinville, desde 2008 é técnico do Galpão de Teatro Ajote. Desde 2017 é Coordenador Técnico do Festival de Dança de Joinville.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.