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PRONAC 204574Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Bianual Arte, Cultura, Memórias e Identidades - Redes da Maré 2022/2023

ASSOCIACAO REDES DE DESENVOLVIMENTO DA MARE
Solicitado
R$ 2,48 mi
Aprovado
R$ 3,71 mi
Captado
R$ 3,36 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,00 mi
11253257000171Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A.1900-01-01R$ 800,0 mil
10588595001092SANOFI MEDLEY FARMACEUTICA LTDA1900-01-01R$ 800,0 mil
06881898000130Financeira Itaú CDB S.A.1900-01-01R$ 270,0 mil
33885724000119Banco Itaú BMG Consignado S.A1900-01-01R$ 200,0 mil
09023931000180Votorantim Corretora de Seguros S.A1900-01-01R$ 200,0 mil
33228024000151WLM INDUSTRIA E COMERCIO S/A1900-01-01R$ 85,5 mil
21358126000102QUALITY SUPPORT SERVICOS EMPRESARIAIS LTDA. - EPP1900-01-01R$ 500,00
***948347**ALEX FERREIRA MAGALHAES1900-01-01R$ 500,00

Eficiência de captação

90.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-01-18
Término

Resumo

Realizar o Plano Anual de atividades da Redes de Desenvolvimento da Maré - Redes da Maré, contemplando manutenção de espaço cultural, cursos, oficinas, exposições, espetáculos de dança e teatro, shows, exibições de cinema, rodas de conversa, formações, publicações.

Sinopse

Classificação etária para todas as atividades – LIVRE para todo tipo de público.

Objetivos

Objetivo Geral Possibilitar a democratização e ampliar o acesso à arte e cultura aos moradores das 16 Comunidades da Maré, maior conjunto de favelas com cerca de 140 mil habitantes e da cidade do Rio de Janeiro como um todo; Consolidar atividades desenvolvidas em diversos projetos, amplificando as ações em dança, teatro, cinema, fotografia, música. Objetivos Específicos 1. Realizar a manutenção de espaço de artes cênicas - Centro de Artes da Maré - com a Escola Livre de Dança da Maré: 02 oficinas de teatro; 07 modalidades de oficinas regulares em dança e núcleo de formação continuada em dança para 20 jovens, por ano; 2. Realizar 12 shows - Festival Maré de Música, 06 por ano; 3. Estimular artistas, produtores e comunicadores populares das favelas da Maré, para que repensem suas atividades, nesse novo contexto de distanciamento social, e possam garantir uma sustentabilidade mínima para seus projetos artísticos, culturais e comunicacionais. Selecionar 20 projetos (10 por ano), capacitar através de mentorias artistas, produtores e comunicadores e lhes oferecer bolsas de incentivo para realização de seus trabalhos; 4. Realizar 02 Oficinas de fotografia por ano, e 01 exposição de arte - Projeto Mão na Lata; 5. Realizar um conjunto de ações educativas/culturais voltadas ao público jovem e de adultos em 03 formatos: Exposição ?Negras Marés? - Exposição artística com diferentes artistas da Maré e do Brasil; Pesquisa, produção de conhecimento (publicações) e ciclo de formação (2 ciclos de 10 encontros, um por semestre, a cada ano) sobre reeducação das relações raciais no Brasil - Casa Preta da Maré; 6. Realizar Seminário dentro da Edição do Festival WOW 2021: O projeto consiste na edição do Festival Mulheres do Mundo, versão brasileira do Women of the World Festival (WOW). O festival é dividido em 04 eixos de programação (artístico-cultural, ativismo, empreendedorismo, diálogos) e inclui a realização de diversas atividades tais como palestras, debates, apresentações teatrais e musicais, exposições de trabalhos de coletivos, oficinas, performances.

Justificativa

A Maré está em 9º lugar entre os bairros mais populosos da cidade do Rio de Janeiro (IBGE 2010) com aprox. 140 mil habitantes, dos quais 45% possuem idade abaixo de 30 anos. Neste cenário densamente povoado, equipamentos culturais permanentes são raros, não há teatros, cinemas e são pouquíssimos os espaços dedicados à arte e cultura. A Redes da Maré é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos - OSCIP, dedicada a articular moradores, organizações sociais, instituições privadas e o poder público na realização de projetos de desenvolvimento com vista a transformação estrutural da Maré. Com uma atuação de longa data neste território, realiza projetos estruturantes em torno de 5 eixos de atuação: Arte e Cultura; Educação; Identidades, Memória; Direito à Segurança Pública e acesso à Justiça; Desenvolvimento Territorial. As ações desenvolvidas pela Redes da Maré tem como meta geral a ideia de melhoria dos índices de qualidade de vida e bem-estar da população da Maré e consequentemente da cidade do Rio de Janeiro. Isso significa o acesso a bens e serviços públicos e privados com qualidade, além da garantia de direitos básicos, tais como: saúde, educação, arte e cultura, segurança, informação e comunicação. Para tanto é necessário um esforço conjunto dos próprios moradores, das instituições comunitárias na articulação de esforços para que a Maré se desenvolva nos planos econômico, social, ambiental, cultural, dentre outros, considerando as especificidades da região, as demandas e o protagonismo de seus habitantes. Todas as ações promovidas nos mais de 30 projetos realizados pela instituição são franqueadas ao público e buscam suporte em parcerias continuadas, institucionais e no apoio através de doadores, promovendo além da realização das ações, a escrita de projetos para Editais nacionais e internacionais e leis de incentivo, evidenciando a importância de diversificar ao máximo as fontes de financiamento. Podemos afirmar nesse sentido, que Redes da Maré possui experiência acumulada na criação e execução de seus projetos, conta com setores específicos de trabalho nos campos da comunicação, monitoramento e setor administrativo/financeiro. Conduz três equipamentos públicos culturais locais: o Centro de Artes da Maré em parceria com a Lia Rodrigues Cia de Danças, a Lona Cultural Municipal Herbert Vianna em co gestão com a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Biblioteca Popular Escritor Lima Barreto. Realiza um trabalho inovador em diferentes linguagens: fotografia, dança, teatro, cinema e artes plásticas - no sentido de romper com a segmentação existente entre os diferentes territórios da cidade no campo do direito à arte. Em 2014, a Redes da Maré foi contemplada com o Prêmio de Cultura do Estado RJ pelo conjunto do trabalho realizado com projetos na Maré. Em 2018 realizou o Festival Mulheres do Mundo WOW, com 3 dias de evento e 97 mil pessoas no centro do RJ. Principais realizações dos projetos apresentados no Plano anual: Centro de Artes da Maré - CAM: 2009 início das atividades, o CAM tornou-se Ponto de Cultura. Sede da Lia Rodrigues Companhia de Danças, onde todas suas criações nascem e se apresentam ao público carioca, garantindo a presença cotidiana de uma companhia de dança contemporânea profissional na Maré; 2011 início Escola Livre de Dança da Maré que atende 300 alunos de todas as idades por ano, sem interrupção, e já contou com diferentes apoiadores: Petrobras (ICMS, 2012), SMC e Globo (ISS, 2014 e 2016), Fondation d’Entreprise Hermès (desde 2011), Grupo Libra (ISS, 2015) e Galeão (ISS, 2016); 2011/2012 Cine Mais Cultura, apoio Governo Federal; desde 2011 parceria UNIRIO através do Programa de extensão Teatro em Comunidades; 2 temporadas da "Mostra Maré de Artes Cênicas" 40 apresentações entre teatro e dança, promovendo a circulação de espetáculos e de públicos de todas as partes da cidade (Prêmio Funarte, 2013 e Fomento SMC, 2014); desde 2013 parceria Festival Internacional Panorama de Dança que inclui o CAM na sua programação anual, promovendo oficinas, workshops e espetáculos neste espaço trazendo artistas e profissionais da dança do Brasil e do exterior; 2016 "Ocupação" (Fomento Olímpico SMC, 2015), público adulto e infantil com cerca de 2.000 pessoas; 2018 ações através da Lei do ISS. Alunos do Núcleo de Formação da Escola Livre de Dança da Maré realizaram turnê internacional com espetáculo "May B"; 2019 ações através da Lei do ISS, oficinas de teatro e dança. Promoveu a Mostra Maré de Música com apoio da Natura Musical (8 shows com 16 artistas). Casa das Mulheres da Maré: Inaugurada em outubro de 2016, é um espaço concebido para fomentar o protagonismo das mulheres da região. Trata-se da concretização e do reconhecimento do papel histórico das mulheres no surgimento de movimentos sociais e de lutas ligadas à infraestrutura na Maré, desde a déc. 80. As atividades oferecidas na casa se encaixam em diferentes frentes de trabalho: qualificação profissional, enfrentamento das violências contra as mulheres, atendimento sóciojurídico e psicológico e a articulação territorial para a criação de uma agenda positiva nas políticas públicas para as mulheres. O Festival Mulheres do Mundo _ Women of the World Festival (WOW) é um movimento global criado por Jude Kelly em 2010 em parceria com o Southbank Centre (Londres). Há nove anos vem sendo realizado anualmente em diferentes cidades em todos os continentes. Entre 16 e 18 de novembro de 2018 o Brasil recebeu a primeira edição do festival na América Latina, na Praça Mauá, Rio de Janeiro (RJ), tendo recebido por volta de 97 mil participantes em três dias. Mão na Lata: 2006 "Mão na Lata e Berro D’água", livro de fotografia inspirado no personagem Quincas do romance A morte de Quincas Berro D’água, de Jorge Amado e da viagem realizada pelo grupo a Bahia, Editora Nova Fronteira | Lançamento do livro na Feira Literária de Paraty - Flip; 2007 "Mão na Lata e Berro D’Água", exposição de fotos no FotoRio; 2013 "Cada dia meu pensamento é diferente", publicação do livro com fotografias e textos a partir da obra de Machado de Assis, Editora Nau. 2014 "Cada dia meu pensamento é diferente", exposição do ensaio fotográfico no Museu de Arte do Rio - MAR/ Fotografias do ensaio integram a coleção do MAR através do Fundo Orlando Nóbrega de Fotografia / A Maré e suas Latinhas Mágicas: Letras, Latinhas e Sonhos, exposição no Centro de Artes da Maré; 2015/2016 Realização, produção e finalização do curta de animação CAIO, com exibição no Festival Anima Mundi; Exposição "Em Tudo há gente, em tudo Nós" como parte do projeto Ocupação Centro de Artes da Maré, Edital Fomento da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro; 2017 Participação na retrospectiva "Feito Poeira ao Vento", acervo fotográfico do Museu de Arte do Rio - MAR Casa Preta da Maré: Espaço para discussões sobre as questões raciais e suas interseções com questões de gênero e outros temas no território da Maré. A Casa Preta da Maré, enquanto um projeto itinerante, surge em 2019 como embrião de algo que se quer maior, duradouro e de cunho sócio educativo, como têm sido as ações da Redes da Maré. Pelos argumentos apresentados comprova-se que o incentivo através da lei n˚ 8.313/1991 é essencial para viabilização do projeto, que dialoga com o Art. 1˚ nos seguintes itens: I _ Contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por ser um projeto com programação inteiramente gratuita; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, por se tratar de um projeto de programação diversa, com proximidade com diferentes vertentes artísticas e culturais de várias regiões do país; E com o Art. 3˚ da mesma lei nas seguintes medidas: IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a entrada gratuita em todas as atividades do projeto.

Especificação técnica

(ver programa pedagógico completo anexado no Salic) Manutenção de espaço de artes cênicas Centro de Artes da Maré I. Formação: formação de platéia e formação de jovens artistas - Experimentação através de oficinas continuadas e de oficinas temporárias de teatro e dança, atendendo a distintas faixas etárias, ampliando o conhecimento de cada um; para crianças, jovens e adultos, de 08 a 82 anos, abertas a todos. - Núcleo de Formação Continuada com atendimento direto a um grupo de 20 jovens, aulas diárias totalizando 60h/mês; com 3h/aula diárias de dança, com idades entre 16 a 24 anos. Festival/Mostra Mostra Maré de MúsicaII. Difusão: ampliação do alcance da produção local e circulação de espetáculos de fora. - Apresentação de espetáculos de música. Mostra com 8 apresentações, à serem selecionados. Bolsa de Pesquisa Estimular artistas, produtores e comunicadores populares das favelas da Maré, para que repensem suas atividades, nesse novo contexto de distanciamento social, e possam garantir uma sustentabilidade mínima para seus projetos artísticos, culturais e comunicacionais. Selecionar 20 projetos, capacitar através de mentorias artistas, produtores e comunicadores e lhes oferecer bolsas de incentivo para realização de seus trabalhos. Como serão indivíduos e coletivos, são aprox. 60 pessoas atingidas. Curso / Oficina / Estágio Mão na LataOficina FOTO E IMAGEM Carga-horária: 8h por semana / 08 semanas / total: 64 horas Público-alvo: crianças e adolescentes / 08 a 14 anos Projeto Pedagógico: a oficina produzirá uma série de oficinas de fotografia, visando construir olhares afetivos sobre o território do Conjunto de Favelas da Maré. Após a formação, os jovens farão uma exposição artística de seus trabalhos, junto com outros artistas visuais do Conjunto de Favelas da Maré Oficina IMAGEM EM MOVIMENTO Carga-horária: 08h por semana / 08 semanas / total: 64 horas 15 jovens e adultos comporão uma equipe de desenvolvimento de vídeos em diferentes linguagens (videoclipe, mini documentário, ficção). O desenvolvimento da oficina estará dividido em diferentes momentos, desde o estudo das diversas linguagens na produção de videoclipes, até o exercício de funções técnicas de um set de filmagem durante a realização do video, a ser pensado e estruturado na oficina. Haverá uma mostra com as produções, ao final do processo. Casa Preta da Maré Atividades previstas - Projeto Estruturado em três frentes, trazendo a temática racial para ações concretas: Ação 1:Formação “Jovens negros movendo as estruturas”: Ciclo de formação voltada para público jovem (de 16 a 30 anos) da Maré, buscando oportunizar formação qualificada em relações raciais para jovens negros.Público: 25 jovens Ação 2:Pesquisas e produção de conhecimento (publicações) sobre reeducação das relações raciais no Brasil.Serão realizadas três publicações, versando sobre questão indígena na Maré, questão negra na Maré e uma terceira com artigos de diversos intelectuais que pensem reeducação das relações raciais em favelas.As publicações terão uma versão em pdf e uma tiragem mínima de 70 exemplares cada.Público: as publicações serão disponibilizadas gratuitamente para o público em geral.Ação 3:Exposição “Negras Marés” - Exposição artística com diferentes artistas da Maré e do Brasil. A linha curatorial pretende fazer uma ligação simbólica entre África e Maré através do oceano Atlântico, observando as ligações históricas, poéticas e artísticas a partir da construção diaspórica do Brasil e da Maré.A exposição durará 3 meses e será feita no Centro de Artes da Maré.Público: Por conta da pandemia, o acesso será agendado e controlado. Público de 400 pessoas ao mês. Ação 4:Ciclo formativo “o racismo é um problema de todos” - Ciclo de formação interna para tecedores e tecedoras da Redes da Maré, a fim de engajar e capacitar a instituição como um todo, no sentido do combate ao racismo e promoção da equidade racial.Serão feitos 10 encontros imersivos, com duração de 4 horas.Público: 180 pessoas Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Festival Mulheres do Mundo - WOW - Territórios de partilha 12 mesas com duração de 1h30 cada Formato: 4 palestrantes e 1 mediadora Entre 15 a 20 minutos de fala para cada palestrante 30 minutos para perguntas do público - Rodas de conversa 18 mesas com duração de 1h30 cada Formato: 4 palestrantes e 1 mediadora Entre 15 a 20 minutos de fala para cada palestrante 30 minutos para perguntas do público - Trocas de experiências 18 mesas com duração de 1h30 cada Formato: 4 palestrantes e 1 mediadora Entre 15 a 20 minutos de fala para cada palestrante 30 minutos para perguntas do público - Fórum de vivências 12 mesas com duração de 1h30 cada Formato: 4 palestrantes e 1 mediadora Entre 15 a 20 minutos de fala para cada palestrante 30 minutos para perguntas do público - WOW Bites: compartilhando trajetórias 5 seções com 1h30 cada nos três dias de festival Formato: 7 palestrantes 1 mediadora Entre 10 e 12 minutos de fala para cada palestrante A mediadora encerra a mesa - Mentorias: vidas em conexão 5 seções de 1h30 cada nos três dias de festival Formato: 15 mentoras e 1 mediadora Cada mentora atende um participante por vez, para uma conversa sobre as questões colocadas pelos participantes, impulsionando a inovação e a criatividade. Público estimado em 10.000 pessoas em todas as atividades Contrapartidas Sociais Todas as atividades são desenvolvidas para alunos da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. O público frequentador das oficinas, cursos, cineclubes, centro de artes, são moradores da Maré, em sua maioria crianças e jovens da rede pública de ensino fundamental e médio.

Acessibilidade

Os espaços coletivos da Redes da Maré vem, paulatinamente, sendo adaptados para receber pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, com rampas e banheiros adaptados. O Centro de Artes da Maré está localizado próximo à uma Passarela de pedestres, facilitando o livre acesso por transporte coletivo ou à pé. O espaço funciona em um amplo galpão de 1.200m e possui rampa de acesso, na porta principal, a portadores de necessidades especiais, bem como aos banheiros. A Biblioteca possui livros em braile e com letras aumentadas para atender o público com deficiência visual. Todas as atividades desenvolvidas, oficinas e espetáculos, possuem entrada franca e atendem a crianças, jovens e adultos sem distinção. A inclusão da chamada terceira idade tem sido cada vez maior nas ações propostas no CAM. A equipe de trabalho do CAM deverá conhecer as definições legais e sociais das deficiências e como elas refletem nas atitudes e práticas cotidianas, buscando: # Desenvolver as habilidades necessárias para o trabalho com pessoas com deficiência em termos de planejamento, envolvimento e atenção às necessidades do público.# Usar linguagem adequada e respeitosa e aplicá-la à deficiência em diversos contextos profissionais com ênfase na linguagem descritiva e clara.# Além do uso de cartazes e mídia social, as ações serão divulgadas em carro de som pela comunidade ampliando acesso aos deficientes visuais. Em 2016 o Centro de Artes da Maré recebeu o espetáculo de dança da Pulsar Cia de Danças, com bailarinos portadores de diferentes deficiências e incentiva este público a frequentar o espaçoentendendo a importância em discutir este tema, ver link: http://www.sopacultural.com/ companhia-de-danca- contemporanea-carioca- apresenta-novo-espetaculo-na- mare-tijuca-e-largo-do- machado/ Produto: Manutenção de espaço de artes cênicas Local: Centro de Artes da Maré ACESSIBILIDADE FÍSICA: Deficiência motora, idosos e pessoas com dificuldade de deslocamento: Rampa de acesso Disponibilidade de espaço exclusivo e demarcado próximo ao palco. Os lugares estarão demarcados com placa de acessibilidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Produto: Curso / Oficina / Estágio - Deficiência motora: os educadores estão preparados para conduzir as atividades com crianças e jovens com deficiência, incluindo os mesmos na turma. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampa de acesso, banheiros adaptados DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Produto – Seminário/simpósio/encontro/congresso/palestra ACESSIBILIDADE FÍSICA: Deficiência motora, idosos e pessoas com dificuldade de deslocamento: Rampa de acesso, Banheiro com acessibilidade, Barras laterais, Assentos para cadeirantes Disponibilidade de espaço exclusivo e demarcado próximo ao palco. Os lugares estarão demarcados com placa de acessibilidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Produto – Bolsa de Pesquisa ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição no site Produto – Festival/Mostra ACESSIBILIDADE FÍSICA: Deficiência motora, idosos e pessoas com dificuldade de deslocamento: Rampa de acesso Disponibilidade de espaço exclusivo e demarcado próximo ao palco. Os lugares estarão demarcados com placa de acessibilidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica Produto - Contrapartidas sociais DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Acessibilidade de conteúdo: A proposta dialoga com os incisos I e III do Art.º 42 da Lei nº 13.146/2015 nas seguintes medidas: Produto: Manutenção de espaço de artes cênicas - Deficiência auditiva: Tradução em libras com intérprete em todas as mesas Produto: Seminário/simpósio/encontro/congresso/palestra Público estrangeiro: Tradução simultânea port./inglês/ nos encontros Deficiência auditiva: Intérprete de libras Há mais de 3 anos recebemos um aluno com deficiência auditiva que frequenta as oficinas de dança do Centro de Artes da Maré, ver link: http://tvines.ines.gov.br/?p= 16333 # O CAM possui acesso a internet sem fio aberto ao público, possibilitando o envio de mensagens escritas por ZAP e acesso direto ao site da Redes da Maré com resumo das exposições o que também auxiliará a pessoa surda.# as exposições contarão com equipe de mediação apta a fazer a descrição das imagens e acompanhamento dos deficientes visuais.# as imagens expostas contarão com legendas

Democratização do acesso

Produto: Curso / Oficina / Estágio II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com de ciência ou com mobilidade reduzida e aos idosos do Art 21 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, prossionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto: Seminário/simpósio/encontro/congresso/palestra I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; Produto: Manutenção de espaço de artes cênicas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto – Bolsa de Pesquisa III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto – Festival/Mostra III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto: Plano Anual I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deciência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, prossionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Todas as atividades desenvolvidas pela Redes da Maré, oficinas, apresentações, seminários, cineclubes, workshops e espetáculos, possuem entrada franca e atendem a um público diverso: crianças, jovens e adultos sem distinção. Também entendemos a necessidade de amplificar o acesso coletivo à internet gratuita, disponibilizando o acesso livre da internet ao público dos espaços. O Centro de Artes da Maré atende anualmente em suas oficinas 300 pessoas com idades variadas entre 8 a 82 anos, além do público anual de cerca de 5.000 pessoas para eventos no espaço. Festival WOW: As atividades visam alcançar o público de mulheres de todas as idades, com prevalência para mulheres da idade adulta (20 a 59 anos). As estratégias para democratização de acesso estão garantidas a partir do cumprimento do Artigos 53, Inciso I, alínea ‘a’, ao Artigo 55 da IN 01/2017 e ao Artigo 56 da IN 01/2017: todas as atividades serão gratuitas, e será permitido a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. Prevemos as seguintes ações para incremento e divulgação das atividades: 1. Produção Local: parceria com associações de moradores e instituições locais, com divulgação e apoio ao projeto; 2. Material de divulgação: folders, cartazes, banners, camisetas, carro de som; 3. Site: programação de cada projeto , fotografias, press-releases, patrocínios/parceiros; 4. Redes sociais: contas no Facebook, Instagram, YouTube e Twitter. FORMAÇÃO DE PLATEIA Em atendimento ao Artigo 57 da IN 01/2017, todos os projetos realizados pela REDES da Maré estabelecem parcerias locais com escolas públicas. Nesse sentido, a realização de oficinas e demais atividades propostas como as Sessões de Cineclube terão como público alvo, estudantes e aos professores de instituições públicas de ensino da Maré.

Ficha técnica

Abaixo colocamos os currículos resumidos da equipe eixo Arte, Cultura, Memórias e Identidades da Redes da Maré: Diretora Presidente: Eliana Sousa Silva (Voluntária) Doutora em Serviço Social e Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio. Graduada em Letras Português/Literaturas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. É Doutora Honoris Causa pela Queen Mary University of London. Em 2018 assumiu a Cátedra Olavo Setubal de Artes, Cultura e Ciência no Instituto de Estudos Avançados, IEA, USP. Líder do Grupo de pesquisa do CNPq Núcleo Políticas de Prevenção da Violência, Acesso à Justiça e Educação em Direitos Humanos. Migrou aos sete anos de Serra Branca na Paraíba para Nova Holanda, uma das 16 favelas da Maré no Rio de Janeiro, onde viveu por quase três década. Desde então, vem atuando como defensora de diretos dos moradores e moradoras de favelas. Fundou algumas instituições com atuação na Maré, dentre elas, o então Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré e, ainda, a Redes de Desenvolvimento da Maré, Redes da Maré, da qual é uma das dirigentes até hoje. Trabalhou 32 anos na UFRJ, destacando-se na direção da Divisão de Integração Universidade Comunidade, DIUC. É consultora metodológica do projeto Aluno Presente, da organização social Associação Cidade Aprendiz. É curadora da 1ª edição do Festival Mulheres do Mundo, WOW, no Brasil. É autora dos livros Testemunhos da Maré (2015) e A Ocupação da Maré pelo Exército Brasileiro (2017). Curadoria Dança: Lia Rodrigues Coreógrafa e diretora há 20 anos da Lia Rodrigues cia. de danças, artista renomada no Brasil e no exterior. Além de outras ações, estabeleceu estreita parceira com a Redes de Desenvolvimento da Maré e desde 2007, mantém a sede de sua companhia na comunidade da Nova Holanda situada no conjunto de favelas do Complexo da Maré, denominado Centro de Artes da Maré, onde desenvolve atividades pedagógicas para a comunidade, além de palestras sobre arte e mostra dos espetáculos do seu repertório e de outros artistas. Seu trabalho dialoga com diversas obras e manifestações artísticas além da dança, como o cinema, literatura e as artes plásticas. Curadoria Teatro: Isabel Penoni Diretora de teatro, atriz e antropóloga, Isabel Penoni é doutoranda do Programa de Pós‐Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (UFRJ), com pesquisa sobre rituais e espetáculos tradicionais no leste de Angola, África Central. É diretora-fundadora da Cia Marginal, tendo dirigido os espetáculos “Qual é a nossa cara?” (2007), “Ô,Lili” (2010) e In_Trânsito (2013), esse último, com co-direção de Joana Levi. Em 2009, ganhou o Prêmio Interações Estéticas (MINC/Funarte) com o projeto “Do Teatro ao Cinema – laboratório de criação teatral entre os Kuikuro do Alto Xingu”, que resultou na realização do curta metragem de ficção “Porcos Raivosos”, co-dirigido por Leonardo Sette (Festival de Cannes de 2012; IDFA 2012 – International Documentary Film Festival Amsterdam; Glasgow Short Film 2013 – prêmio de melhor filme). Atriz formada pela CAL ‐ Casa das Artes de Laranjeiras, atuou como atriz e assistente de direção em diversos grupos e companhias de teatro cariocas, entre eles, o Grupo Moitará, a Cia Ensaio Aberto, o Grupo Hombu e a Grande Cia Brasileira de Mystérios e Novidades. Coordenação Escola Livre de Dança da Maré: Gabriel Lima Dançarino Afro profissional. Formado em Licenciatura em Dança pela UFRJ. Mestrando em Dança pela UFRJ. Experiência em performance e pesquisa de Dança Afro-Brasileira, com artigos publicados sobre o tema no portal wikidanca.net. Formação em dança afro-brasileira com Fábio Batista, Charles Nelson, Aline Valentim e Katia Bezerra. Atua como professor de dança e intérprete, tendo dançado em mostras nacionais e internacionais com a COMRUA - Cia. de Dança de Rua de Niterói e com o Grupo de Dança Afro e Danças Populares Katia Bezerra. Residência coreográfica internacional com o professor Clyde Morgan, da Brockport State University of New York; Cursos de extensão em dança africana, dança moderna, ballet clássico e danças urbanas em New York. Professor de Danças Afro Brasileiras na Escola Livre de Dança da Maré desde Janeiro de 2016 e Coordenador desde Janeiro de 2019. Mão na Lata - Coordenação artística pedagógica e educadora das oficinas itinerantes: Tatiana Altberg Artista visual, com ampla experiência em projetos ligados à design, fotografia, vídeo e educação pela arte. Graduada em Comunicação Visual pela Pontifícia Universidade Católica - PUC-Rio e Pós-graduada em Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais - Universidade Candido Mendes, Rio de Janeiro. Em sua trajetória teve três livros publicados, entre eles Sí Por Cuba, pela editora Cosac Naify, algumas das imagens do livro foram incluídas no cd de Maria Bethânia com Omara Portuondo em 2008; participou de diversas exposições coletivas e individuais em alguns museus e centros culturais como o MAR, Centro Cultural OI FUTURO, Mostra Rumos do Itaú Cultural, 35º Panorama da Arte Brasileira, MAM SP; realizou oficinas em parcerias com algumas instituições, dentre elas Instituto Moreira Salles, MAR, DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas), Secretaria de Cultura do Estado e Município do Rio de Janeiro; realizou com o Mão na Lata o curta metragem de animação em stop motion Caio, dirigiu os documentários Construindo Caio, Latinhas Mágicas, Cada dia meu pensamento é diferente e Mão na Lata e Berro d’água, todos eles sobre os processos de criação do projeto Mão na Lata.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro