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PRONAC 204591Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A verdade por trás do Anjo Negro

PARADISO FILMES LTDA
Solicitado
R$ 712,9 mil
Aprovado
R$ 712,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
São Sebastião do Paraíso
Início
2021-01-18
Término
2021-06-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Em 1948,a Companhia Maria Della Costa de teatro ensaia seu próximo espetáculo, "O Anjo Negro", de Nelson Rodrigues. Durante os ensaios, é sugerido que na peça, o papel do personagem principal seja representado por um ator branco pintado de graxa. A partir daí, o espetáculo traz a tona como essa notícia incide nos bastidores da companhia e de que forma era vista a questão racial na época.

Sinopse

Maio de 2020. Em um programa de entrevista da maior emissora do Brasil, a apresentadora ícone dos baixinhos nos anos 80, era a entrevistada da noite. Ao ser questionada sobre ter usado o black face para um número musical ao lado de Grande Otelo, o ator negro mais famoso daquela época, ela responde: Se você parar para ver, todos os programas que eu fiz antigamente, 80% do que eu fazia no Xou da Xuxa era politicamente incorreto." Após algumas outras considerações, o entrevistador conclui: As pessoas não podem olhar uma década com os olhos de outra, não podem olhar para o Monteiro Lobato e expor foi isso ou foi aquilo, é um outro tempo. Será? O espetáculo inedito de Adalberto Neto (Prêmio Shell de Dramaturgia 2020) e com direção de Lázaro Ramos, se passa em 1948, conta os bastidores de uma companhia de atores "brasileiros" nos ensaios da montagem do novo espetáculo. A encenação dessa companhia traz texto inédito de um autor consagrado. Durante os ensaios a censura proíbe a peça. Depois de três meses e muita conversa, a produção, consegue a liberação para montagem. Para espanto dos envolvidos, teve uma sugestão: o personagem protagonista deverá ser interpretado por um ator branco. No texto original do autor, o personagem foi escrito para um ator negro e a questão racial é o tema central da peça. Diante desse impasse e das pressões da censura, a comissão de cultura do teatro em que a peça vai estrear, afirma para o autor que a peça poderia ser um fracasso porque, negros não frequentavam aquele teatro. Ainda relutante, o autor pressiona a companhia para manter o ator negro no elenco. O diretor da companhia, que por sinal é estrangeiro, também defende que seria melhor evitar "problemas" e por isso, é melhor ter um ator branco para o papel. O autor só desiste, quando o próprio ator para quem a peça foi escrita abdica do papel. A montagem é protagonizada por um ator branco pintado de graxa. Apesar do relevante sucesso do espetáculo, o teatro brasileiro nunca mais foi o mesmo. O ator negro funda sua própria companhia de onde sai os maiores artistas negros do Brasil de todos os tempos. A texto de Adalberto mistura personagens fictícios com figuras reais numa lente contemporânea para rever as estruturas preconceituosa do teatro daquela época. De que forma esse veto afetou os atores da companhia, os seus discursos e quais eram a posição dos envolvidos? Quem eram essas pessoas e o que regia o pensamento delas para tomar tal atitude? O espetáculo aborda temas como limite entre arte e racismo, o modus operandi que permitiu que o espetáculo escrito para um negro fosse interpretado por um ator da pele branca. Aborda as injustiças do sistema teatral e por quanto tempo isso suprimiu, extirpou e destruiu sonhos e sucessos daquele e de tantos outros atores negros. A dramaturgia propõe também uma perspectiva: E se estivéssemos interrompido o curso dos acontecimentos considerados "normais" para época, como estaríamos no momento presente que vivemos? Teria sido outro momento, melhor? E, se as decisões mais difíceis tivessem sido tomadas naquela época? E se apesar de tudo, o final fosse diferente? O espetáculo propõe essa discussão e tenta extrair dessa realidade uma reeducação perceptiva para mostrar que as vezes é preciso reescrever a história.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Montagem e temporada do espetáculo inédito, com texto também inédito de Adalberto Neto e direção de Lázaro Ramos. Esse projeto tem o objetivo de democratizar ainda mais o acesso do Centro Cultural Banco do Brasil, e seu espaço teatral a comunidade negra, através de um espetáculo com artistas renomados e de qualidade com um tema de alta relevância que dará voz e lugar de fala e aos negros. Esse espaço será usado por eles, em todas as esferas do projeto: autoria, direção, elenco, passando pela equipe técnica. Criação de uma dramaturgia inédita, criando um elo entre texto e fatos históricos, com o intuito de contribuir para a formação do público em geral e as artes cênicas do Brasil, e recriar um momento de uma época teatral relevante do país. Trará a importância da Companhia Maria Della Costa, criada pela própria Maria Della Costa e seu marido, Sandro Polônio, companhia essa que montou textos dos maiores autores dramaturgos brasileiros, como Nelson Rodrigues e Gianfrancesco Guarnieri, e foi a primeira companhia a encenar Brecht no Brasil. Além de lançar uma leva de atores brasileiros que anos mais tarde, viriam a ser alguns dos maiores nomes do nosso teatro. O espetáculo se propõe a contribuir para as discussões sobre o black face e o racismo estrutural para sensibilizar os espectadores a enxergar o lugar "do outro". OBJETIVO ESPECÍFICO: Montagem, temporada do espetáculo com montagem inédita na unidade do Centro Cultural do Banco de Brasil- Rio de Janeiro em 2021. A temporada será de dois meses, de quarta a domingo. Espetáculo adulto e com classificação a partir de 16 anos. - Debates com o elenco e direção: a realização de ao menos 2 sessões nas quais poderá ser realizado, ao final do espetáculo, um pequeno debate com o Diretor artístico e o elenco, junta a plateia presente. - realização de ensaios abertos e gratuítos ao público: Serão realizados dois ensaios abertos e gratuitos no Rio, para que o público possa ter acesso ao processo de construção do espetáculo e para que possamos ter o termômetro do público. Esses ensaios serão realizados no teatro onde o espetáculo for estrear. Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência dos ensaios aqui mencionados, sendo que será respeitada a ordem de chegada para a retirada na bilheteria do teatro e a lotação permitida pela casa.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pela Secretaria da Cultura da Presidência da República - SEC/PR, ouvida a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - CNIC. c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

CONTINUAÇÃO CVS ELENCO Hugo Germano - Seus trabalhos no teatro são: Macunaíma (2019), uma rapsódia musical Direção: Bia Lessa; Musical Dona Ivone Lara Um sorriso negro (2018), Direção: Elizio Lopes Junior; Musical, Cartola o Mundo é um moinho(2016), Direção Roberto Lage; A Cuíca do Laurindo( 2016) Indicado ao prêmio Cesgranrio Melhor ator de musical; Direção Sidnei Cruz 2016; Malala, a menina que queria ir a escola (2018), Direção Renato Carrera 2018;Trans-Hamlet-Formation (2016) Shakespeare Festval Neuss - Alemanha;Histórias de Jilú(2011) eVestido de Noiva(2013) ambas dirigida por Renato Carrera ;Flor Tapuya(2011), Direção de Antonio Karnewale No cinema: Desenrola de Rosane Svartman (2009) Pluft, o fantasminha- Rosane Svartman Na TV:Escolher dá trabalho Multirio, Desenrola Aí , Subúrbia- Luiz Fernando Carvalho, Sob Pressão- Rede Globo 2018. Jean Marcell Gatti - Ator, Músico e Palhaço. No cinema está no elenco dos longas The Seven Sorrows of Mary do diretor português Pedro Varela, Delírius Insurgentes do diretor Fernando Mamari e no curta argentino El Baño , nas séries Dependentes do Canal Futura direção de Marco Altberg, Pico da Neblina direção de Quico e Fernando Meirelles que está no ar pelo canal HBO. No teatro espetáculos como IELDA - Comédia Trágica ÀKILOQNOSKALA e Na Cozinha, ambos com direção de Renato Carrera e Macbeth com direção de Angel Palomero. Como Palhaço, fez parte da Academia de Palhaços do Teatro de Anônimo, também autor da peça Cartas que um Palhaço levou espetáculo inspirado na palhaçaria clássica, com gags e sem fala. Na música, foi vocalista de um grupo de samba/pagode por sete anos e toca instrumentos como cavaco, violão e percussão geral. Marcel Giubilei (proponente e produtor) Kelzy Ecard - No teatro: Eu, Moby Dick, de Pedro Kosovski, dir. Renato Rocha, indicada ao Prêmio Cenym. Indicado a todos os prêmios de teatro do RJ em 2019;Tom na Fazenda (2017), de Michel Marc Bouchard, dir. Rodrigo Portella - 5 indicações para o Prêmio Shell, 7 para o Prêmio Cesgranrio, 10 para o Prêmio Botequim Cultural e 17 para o Prêmio Cenym (os dois últimos inclui uma premiação de Melhor Atriz em papel coadjuvante); Fauna (2017), de Romina Paula, dir. Marcelo Grabowsky e Erika Mader - indicada ao Prêmio Cenym de Melhor Atriz em papel coadjuvante;Incêndios, de Wadji Mouwaad, dir. Aderbal Freire-Filho - Prêmio CENYM e o Prêmio APTR de Melhor Atriz em Papel Coadjuvante 2013; Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, dir. de Dudu Sandroni (Melhor Atriz em papel Coadjuvante APTR 2007) indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz de 2012, Prêmio Quem e Prêmio Questão de Crítica (melhor elenco, junto com Andreia Horta) pelo espetáculo Breu, de Pedro Brício. Ricardo Ferreira Lopes - Como ator: "Um Tartufo", "Um estranho no ninho", "Festa de Família", todas com direção Bruce Gomlevsky. Com a Cia Oráculo: Adoráveis Criaturas Nelson Rodrigues, O Planeta, O Bar do Manolo, todas com direção Gilson Gomes; Ópera de Aida Teatro Municipal, "Fábula das Fábulas" - Direção: Ailton Guedes, "Dos Males o pior" - Direção: Everton Frank, "Cama, Mesa e Banho" - Direção: Bruno Herbstrith, "A Cantora Careca" - A Decadência - Autor: Ionesco, adaptação Ailton Guedes, "Cordel Shakespeariano" Direção: Vic Militello. Musicais: "Festas da Tia Ciata" direção: Loly Nunes, A Sabiá Tributo a Clara Nunes direção Cazé Neto, "O Mundo Bita A imaginação que sumiu" direção Alessandra Colassanti, "Hair o Musical" - direção: Charles Muller e Cláudio Botelho. Leituras Dramatizadas: "O Batizado" - Direção: Dani Ornellas e Léa Garcia, "Como se fazia um deputado" - Direção: Paula Sandroni, "Arena conta Zumbi" (leitura musicada) direção Paula Sandroni, "Boca de Ouro" - Direção: Paula Sandroni. Thiago Catarino - Baile Partimcundum (2019) Dramaturgia: Adriana Falcão e Matheus Torreão, direção:Cris Moura, Inez Vianna, Mariana Lima e Renato Linhares; Na boca do vulcão (2019/ em processo ) Dramaturgia e Direção: Luiz Felipe Reis; Angels in America (2019) com Armazém Cia de Teatro. Dramaturgia: Tony Kushner / Direção Paulo de Moraes Indicado na categoria Melhor Ator ao Prêmio Cenym; Casa Caracol (2018 /em processo) Direção: Renato Linhares Rose(2018)Dramaturgia: Cecília Ripoll / Direção: Vinicius Arneiro; O Jornal - The Rolling Stone Dramaturgia: Chris Urch / Direção: Kiko Mascarenhas e Lázaro Ramos - Indicado na categoria ;Melhor Ator ao Prêmio Olhares da Cena 2018; "I Batalha de Máscaras Balinesas dos Bondrés (2016) Cia dos Bondrés, direção: Fabiana Melo e Souza e Ana Achcar; Mercedes (2016) Dramaturgia: Sol Miranda e Cássio Duque; Os cadernos de Kindzu(2017) Amok Teatro, texto: Mia Couto, direção: Ana Teixeira e Stephane Brodt Indicado como Melhor Ator ao Prêmio Shell 2017. Gustavo Damasceno - Um Tartufo (2018), sob direção de Bruce Gomlevsky no Teatro Poeira; Os Cadernos de Kindzu, do Grupo Amok Teatro, trabalho este que lhe rendeu uma indicação ao prêmio aptr 2017 de melhor ator coadjuvante; Demônios (2016) de Lars Norren, com a Cia de Teatro Esplendor no espaço SESC Copacabana, Teatro Leblon; Anti- Nelson Rodrigues(2015) no Centro Cultural Banco do Brasil - Rj, e Teatro Glaucio Gill; Festa de Família (2014) de David Eldridge e O Funeral (2014) de Tomas Vinterberg no espaço SESC Copacabana, Teatro Poeira e Galpão Gamboa (2015), tendo recebido uma indicação ao prêmio APTR 2015 de melhor ator coadjuvante por sua participação em O Funeral. KABUL dir. Ana Teixeira e Stephane Brodt - Festival Internacional de Edimburgo, FRINGE, Escócia, (2013) / turnê na China (2014 e 2015). Espaço Cultural dos Correios, RJ (2012) e Sesi Consolação,Teatro Anchieta, SP. Sonhos de uma noite de verão, William Shakespeare, realizado em 34 praças da cidade do RJ (2013), entre outros. E ainda 1 ator negro e 2 atrizes negras serão escolhidas por seleção.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: - O projeto atenderá o DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. Altera o Decreto nº 5.296, de 2 dezembro de 2004, para dispor sobre a reserva de espaços e assentos em teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares para pessoas com deficiência, em conformidade com o art. 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. Acessibilidade para deficientes visuais: - Haverá recurso de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Será realizada uma sessão com tradução para Libras ao longo da temporada. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: - O projeto atenderá o DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. Altera o Decreto nº 5.296, de 2 dezembro de 2004, para dispor sobre a reserva de espaços e assentos em teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares para pessoas com deficiência, em conformidade com o art. 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. Acessibilidade para deficientes visuais: - Haverá recurso de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Um dos três debates terá intérprete de libras.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.

Ficha técnica

DIREÇÃO: LÁZARO RAMOS - Ator, apresentador, cineasta e escritor de literatura infantil. Iniciou a carreira artística no Bando de Teatro Olodum. Ganhou notoriedade ao interpretar João Francisco dos Santos no filme Madame Satã (2002). Lázaro foi indicado ao Emmy (2007) de melhor ator por sua interpretação na novela Cobras & Lagartos, como Foguinho. Madame Satã foi seu primeiro filme como protagonista. Mas, antes da estreia deste filme, Lázaro já havia rodado O Homem que Copiava, em que também fazia o papel principal, o tímido desenhista e operador de fotocopiadora André. Em Cafundó, de Paulo Betti, Lázaro viveu seu terceiro protagonista, João de Camargo, um ex-escravo que vira líder religioso. Na literatura escreveu os infantis: Paparutas e "A Velha Sentada". No teatro, atualmente dirige e encena ao lado de Tais Araújo o drama O Topo da Montanha, texto de Katori Hall. O espetáculo imagina as últimas horas de vida do líder dos direitos civis norte-americanos Martin Luther King Jr AUTOR: ADALBERTO NETO - Jornalista, autor e roteirista No teatro: Ganhou o 32º Prêmio Shell, em 2020 por Oboró Masculinidades Negras(2019), por Melhor Dramaturgia, dirigido por Rodrigo França. O espetáculo ainda foi Vencedor do Prêmio Ubuntu nas categorias Autor Revelação, Direção, Direção de Movimento e Ator; Vencedor do Prêmio Shell nas categorias Dramaturgia e Figurino; Indicado ao Prêmio Cesgranrio na categoria Especial, pela Direção de Movimento; Indicado ao Prêmio APTR nas categorias Texto, Figurino e Música; Vencedor do Prêmio Botequim Cultural na categoria Prêmio Espacial, pela referência ao trabalho de qualidade e militância pra valorização da negritude. autor de Mulher preta também sabe amar (sobre a solidão da mulher negra) temporada 2020 em São Paulo adiada para data ainda a ser definida por conta da Pandemia;O Circo de Benjamin (sobre o primeiro palhaço preto do Brasil) - Temporada 2020 no Rio adiada por conta da pandemia. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E ATOR: MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE) - FORMADO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PELA ETFG-SEBRAE/MG E ENGENHEIRO CIVIL PELA PUC-CAMPINAS, TRABALHOU NA ÁREA DE ENGENHARIA E ADMINISTRATIVA POR 13 ANOS (2000 A 2013). FEZ UM PROJETO DE VIABILIZAÇÃO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA SALA DE CINEMA EM PARAÍSO EM 2002. FREQUENTA CURSOS E ESTUDOS DE AUTOCONHECIMENTO E EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA HÁ MAIS DE 10 ANOS, TEM NO CV CURSOS COMO AVATAR (HARRY PALMER), LEADER TREANING (TADASHI), MEDITAÇÃO TRANSCENDENTAL, PRÓ-VIDA, BARRAS DE ACCESS E PNL. COMO ATOR, PRODUTOR, FEZ OS SEGUINTES TRABALHOS: NOVELAS - A REGRA DO JOGO, GLOBO (2015/16); JESUS, RECORD (2018/19). CINEMA - DELÍRIUS INSURGENTES _ PROTAGONISTA, PRODUTOR EXECUTIVO E COLABORADOR DE ROTEIRO (FILME CONVIDADO PARA PARTICIPAR DE DOIS FESTIVAIS NA ÁFRICA DO SUL. DURBAN INTERNATIONAL FILM FESTIVAL E IMPAC - INICIATIVA FOR MOVING IMAGES ON THE AFRICAN CONTINENT 2017), E 6 CURTA- METRAGENS, COMO CLEPTO _ PROTAGONISTA E COLABORADOR DE ROTEIRO (MOSTRA COMPETITIVA DE MÉDIAS E CURTAS DO FESTIVAL DE HAVANA EM CUBA 2019). TRABALHOU COMO PRODUTOR POR MAIS DE 3 ANOS NA PAJÉ CULTURAL, PRODUTORA DE CINEMA. IDEALIZADOR, ROTEIRISTA E PRODUTOR DE “INATURA - DEPOIS DA ÚLTIMA HORA”. TEATRO - 12 PEÇAS COMO ATOR, DENTRE ELAS E OUTRAS, FEZ MAIS DE 10 PEÇAS COMO PRODUTOR, COM DESTAQUE PARA A PEÇA ‘A SERPENTE’ DE NELSON RODRIGUES, (SESC NITERÓI, 2016; TEATRO ZIEMBINSKI, 2017; TEATRO MARIA CLARA MACHADO, 2017; CIRCUITO SESC RJ, 2017), "IELDA - COMÉDIA TRÁGICA" (2020) QUE TEVE MAIS DE 2 MIL PESSOAS NA TEMPORADA SESI RJ, E COMEÇAVA A SEGUNDA TEMPORADA NO TEATRO PETRA GOLD. "PORTO DE MEMÓRIAS" (2014), 6 PEÇAS HISTÓRICAS COM ALGUMAS DELAS TENDO APROXIMADAMENTE 100 ARTISTAS EM CENA, ONDE PRODUZIU AS 6 E ATUOU EM 4 DELAS. "AS BRUXAS DE SALÉM", "PEDRO, PEDRO E O QUADRO", "A VERDADE POR TRÁS DO ANJO NEGRO", IDEALIZADAS E PRODUZIDAS POR ELE, FICARAM PARA 2021 E 2022 DEVIDO A PANDEMIA. CURSOS - ATUAÇÃO PARA CINEMA COM FRED TULIPAN; CURSO LIVRE DE TEATRO COM DANIEL HERZ; NÚ ESPAÇO; UM ANO DE OFICINA DE IMERSÃO NAS OBRAS DE NELSON RODRIGUES (SESC NITERÓI) - MINISTRADAS PELO DIRETOR RENATO CARRERA (2017); E RASABOXES, MINISTRADO POR ANA ASCHAR (PRÊMIO SHELL)(2019). DIRETOR DE PRODUÇÃO: GABRIEL GARCIA - "A Noite dos Inocentes" (Ator e Produtor, 2019) direção Nelson Yabeta espetáculo encenado num apartamento em Copacabana; Akiloqnoskala (Ator e Produtor, 2018) com orientação de Renato Carrera no Solar de Botafogo; Apocalipse Naquela Esquina ou a Corrosão do Caráter (Ator e Produtor, 2016/17) texto e direção de Gustavo Damasceno, que estreou no Teatro Ziembinski, e fez duas temporadas. O espetáculo reestreou no Teatro Sergio Porto em julho de 2017 Caminhando entre Contos, Palavras e Amores(Ator e Produtor, 2009), Direção Elena Konstantinovna; Projeto Shakespeare nas Praças: Sonho de uma noite de verão ( Ator, 2006-2014), Direção Robson Sanches e Supervisão de Amir Haddad. O espetáculo ganhou todos os editais culturais municipais, estaduais e federais, como o Myriam Muniz, FATE, entre outros. Ficou oito anos em cartaz e percorreu mais de 70 praças em diversas cidades do Brasil. PRODUÇÃO EXECUTIVA: RAFAEL FAUSTINI - Como Diretor de Produção: Nem Mesmo todo o Oceano, de Alcione Araújo e direção de Inez Viana, Infância Tiros e Plumas, de Jô Bilac e direção de Inez Viana, 3ª Mostra Hífen de Pesquisa Cena, com curadoria de Diogo Liberano; Processo de Conscerto do Desejo, com direção e atuação de Matheus Nachtergaele que ficou 3 anos em turnê pelo Brasil em mais de 80 cidades; Marido Ideal de Oscar Wilde com direção e adaptação de Gilberto Gawronski; O Abacaxi de Veronica Debom com direção de Debora Lamm , Fricção de Breno Motta com direção de Morena Cattoni e Trilogia da Perda Trajetória Sexual, Mamãe e Talvez, conjunto de 3 solos do ator e diretor Álamo Facó. Atualmente está com o espetáculo 3 Maneiras de Tocar no Assunto com texto e atuação de Leonardo Netto e direção de Fabiano de Freitas, espetáculo que até agora já acumulou 17 indicações a prêmios, sendo vencedor do Prêmio Cesgranrio de Teatro 2019 de Melhor Texto, Melhor Ator e Dir. de Movimento. Todas as outras funções na ficha técnica serão realizadas por artistas e profissionais negros. ELENCO: Alexandre Mello - diretor, curador artístico, ator e professor especializado na preparação de atores e discussão de projetos artísticos com jovens diretores e intérpretes. Organizou o livro Vestindo Nelson pela Editora Francisco Alves. Trabalhou de 2012/15 como diretor artístico do Teatro Gonzaguinha 2016/18 do Teatro Ipanema da Rede Municipal de Teatros do Rio de Janeiro. Integrou a equipe de curadores das duas edições do FESTIVAL DOIS PONTOS. Seu último trabalho de direção foi Hamlet Candidato no Sesc Copacabana em 2019. Dirigiu mais de vinte montagens teatrais. Fez sucesso com QUEBRA OSSOS no Teatro Laura Alvim,indicado ao Prêmio SHELL 2012, UM DIA QUALQUER em 2013 no SESC Copacabana, indicado ao PREMIO APTR 2013, ganhou o Prêmio Myriam Muniz de circulação para 2015 e os prêmios Fate e fomento da prefeitura em 2015/16/18. Atualmente dirige BUG no ateliê Alexandre Mello. Carolina Ferman - Formada pela CAL e pela PUC-Rio,foi indicada ao prêmio Cesgranrio 2014 na categoria melhor atriz com a peça "Desalinho" de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat. e também, "Por amor ao mundo- um encontro com Hannah Arendt", com Kelzy Ecard no papel de Hannah. Já fez mais de vinte espetáculos, dentre seus principais trabalhos estão: "IELDA-COMÉDIA TRÁGICA" com texto e direção de Renato Carrera. "Abas", texto autoral; direção de Felipe Storino. "Laio e Crísipo" de Pedro Kosovsky; direção de Marco André Nunes. "A Serpente" de Nelson Rodrigues; com Os Dezequilibrados; direção de Ivan Sugahara. "As horas entre nós", "Amérika" e "Paisagem Nua" com Cia Dragão Voador; direção de Joelson Gusson. É integrante e co-fundadoras da OutraCia, onde realizou os espetáculos "Baseado na rua de trás" e "Apocalipse naquela esquina"; ambos com direção de Gustavo Damasceno e do Grupo Fragmento com quem realizou "Paraíso zona sul" de Jô Bilac.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.