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Arô é uma coletiva de artistas que trabalha transversalmente em vários eixos culturais: audiovisual, webséries, música, literatura, vivências e bate-papos. O objetivo desse projeto é realizar 3 eventos online que visam contribuir para a visibilidade e valorização da arte independente e periférica, são eles:SAMBA POÉTICA - Experimento poético,FILHOS DO ORUM - Espetáculo teatral,WEBSERIE -"Namoro a distância, até que o fim da quarentena nos una", além de debates com alunos e professores da rede pública.
01 - SAMBA POÉTICA Um experimento poético que mescla a palavra cantada e falada: samba e spoken word. Trata-se de uma apresentação em formato intimista de musicalidade negra e literatura marginal periférica. Com um repertório todo autoral, Samba Poética traça uma narrativa em sete atos: amor, ancestralidade, resistência, feminismo, política, empoderamento e literatura. BREVE ROTEIRO: Em cada ato serão recitadas poesias (individuais e em grupo) seguidas de intervenções musicais. A cada apresentação o espetáculo será gravado e editado. Os vídeos de cada apresentação poderão ser acessados através de diversas redes sociais, tanto dos(as) artistas envolvidos(as) no projeto quanto das bibliotecas que tiverem interesse na parceria com o coletivo. 02 - FILHOS DO ORUM Filhos do Orum, é um espetáculo teatral e experimento poético musical que reúne poesia, performance e música. É a busca pela ancestralidade, ao som de atabaques e berimbaus, uma forma singela, sem a dor do banzo. Uma proposta de trazer remanso e afago para dias tão perturbados como os que estamos vivendo atualmente e o amor para nossas lutas diárias como arma fundamental para que uma REVOLUÇÃO de fato aconteça! 03 - WEBSERIE “Namoro a distância, até que o fim da quarentena nos una” trata de um amor platônico desenvolvido em época de quarentena devido a necessidade do isolamento social: duas meninas começam a conversar e se apaixonam, a trama se passa em São Paulo, nas periferias diversas que a cidade apresenta e tem como protagonistas e coadjuvantes atrizes negras da periferia. Aborda temas como racismo, o não -lugar das negras claras, reconhecidas como pardas, representatividade LGBTQ+, desemprego, e outros gatilhos que a situação vivida por todos e todas nós de forma tão atípica nos trouxe. 04 - ENTRE O VERSO E O COPO Show sertanejo com a voz importante da compositora Patrícia Meira. Em sua totalidade com músicas autorais, o show é uma apresentação com moda de viola, resgatando a principal característica dos sertanejos antigos, misturado com temas atuais muito escutados pela juventude contemporânea. As participações especiais ficam por conta da convidada que com poesia completa o envolvimento do público na teia musical proposto pela cantora.
OBJETIVO GERAL Promover, dar continuidade e visibilidade para escritores, poetas, editores, criadores e gestores culturais da periferia de São Paulo, com a realização de 4 eventos online que visam contribuir para a visibilidade e valorização da arte independente e periférica, são eles: SAMBA POÉTICA - Experimento poético, FILHOS DO ORUM - Espetáculo teatral, ENTRE O VERSO E O COPO - Show de música, WEBSERIE - "Namoro a distância, até que o fim da quarentena nos una", além de debates com alunos e professores da rede pública. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realização de 4 eventos online que visam contribuir para a visibilidade e valorização da arte independente e periférica, são eles: 01 - SAMBA POÉTICA - Serão realizadas 7 edições pela plataforma ZOOM de encontros virtuais. 02 - FILHOS DO ORUM - Serão realizadas 7 edições pela plataforma ZOOM de encontros virtuais. 03 - ENTRE O VERSO E O COPO - Serão realizadas 7 edições pela plataforma ZOOM de encontros virtuais. 04 - WEBSERIE - "Namoro a distância, até que o fim da quarentena nos una" - Disponibilizar acesso de wifi localizada em região periférica menos assistida culturalmente na cidade de São Paulo, nos dias que acontecerão os eventos. Bairro: Jardim Lapenna, Brasilândia, Jardim Helena, Vila Curuça, Ermelino Matarazzo, Cangaíba, Vila Jacuí, Jardim Japão, Belém, Vila Penteado
A proposta é dar continuidade aos projetos de criação, divulgação e estímulo à criação literária e pictórica desenvolvida pelos poetas e artistas da periferia e produzidos pela Arô. Percebemos que a realidade atual vem afastando cada vez mais jovens e estudantes do ato de ler. Aspectos como computadores, videogames, TV, o acesso restrito a leitura no núcleo familiar, e a falta de incentivo, têm ocasionado pouco interesse para leitura e por conseqüência dificuldades marcantes que sentimos na escola, pois a maioria de nós artistas somos educadores e formadores de poetas e vemos a realidade no vocabulário precário, reduzido e informal, dificuldade de compreensão, erros ortográficos, poucas produções significativas, conhecimentos restritos aos conteúdos escolares, mas não na cena dos slams. Slam é uma competição em que poetas leem ou recitam um trabalho original (ou, mais raramente, de outros). Estas performances são, em seguida, julgadas por membros selecionados ou então por uma comissão de jurados. Começou na década de 80 em Chicago, EUA, e rapidamente se espalhou pelo mundo. Suas regras básicas: textos autorais, duração máxima de 3 minutos, sem a utilização de figurinos, adereços e acompanhamento de instrumentos musicais. o torneio funciona da seguinte maneira: quatro chaves (com cinco países. Passam três), duas semifinais (com cinco países. Passaram três), uma final (com seis países. Um campeão). Hoje existe o divertido Slam Interescolar. Crianças de escolas de diversas cidades da França chegavam empolgadas ao Teatro fazendo barulho, cantando, sorrindo. Levaram faixas, cartazes, gritam o nome da escola e dos poetas representantes de suas respectivas escolas. Tive a oportunidade de sentir a energia e a seriedade que como é levado o Poetry Slam na Europa. As crianças recitavam seus poemas dentro do mesmo formato de competição dos adultos com o sistema de notas somadas automaticamente pelo computador e projetadas no telão. Tinha o desejo de realizar um Slam com crianças e ao presenciar me sentir no dever de iniciar no local onde trabalho, com toda essa narrativa, queremos mostrar no que acreditamos, que com os Slams somos capazes de resgatar o valor da leitura, como ato de prazer e requisito para emancipação social e promoção da cidadania. A leitura nunca se fez tão necessária, principalmente acessando os atuais dados sobre depressão, sendo a doença mais incapacitante. Em 2018, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que neste ano, a depressão seria considerada a doença mais incapacitante do mundo e um estudo feito pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) apontou que os casos de depressão praticamente dobraram desde o início da quarentena. Entre março e abril, dados coletados online indicam que o percentual de pessoas com depressão saltou de 4,2% para 8,0%, enquanto para os quadros de ansiedade o índice foi de 8,7% para 14,9%. O coordenador da pesquisa, Alberto Filgueiras, explica à CNN que os dados revelam o adoecimento da saúde mental dos brasileiros durante o período de isolamento social por causa da pandemia de Covid-19. O pesquisador explicou que o medo de contrair o vírus nas ruas faz os trabalhadores que precisam sair durante a quarentena adoecerem mais do que aqueles que estão de home office ou isolados em suas casas. Somos um coletivo onde todos os artistas estão diariamente nas quebradas e vemos que assim como nós, podemos através da leitura oferecer ao ser humano que somos capazes e conseguimos se transportar para o desconhecido, explorá-lo, decifrar os sentimentos e emoções que nos cercam e acrescentam a nossa vida o sabor da existência. Podemos com a poesia então, vivenciar experiências que propiciem e solidifiquem os conhecimentos significativos no processo de aprendizagem de qualquer indivíduo. Neste sentido pensamos ser dever, de nos poetas e das instituições governamentais, juntamente com professores e equipe pedagógica propiciar aos nossos jovens e povo momentos que possam despertar neles o gosto pela leitura, o amor ao livro, a consciência da importância de se adquirir o hábito de ler. O ser humano deve perceber que a leitura é o instrumento chave para alcançar as competências necessárias a uma vida de qualidade, produtiva e com realização. Sabemos que, do hábito de leitura dependem outros elos no processo de evolução e educação. Sem ler, o ser humano não sabe se reconhecer como uma pessoa livre, não é capaz de pesquisar, resumir, resgatar a idéia principal de um texto ou no simples da vida, como pegar um ônibus ou assinar seu próprio nome, analisar, criticar, julgar, posicionar-se. Daí a nossa certeza que este projeto contará com o apoio de todos os professores, saraus, slams e as mais diversas linguagens, independente da da arte expressada, temos plena consciência de que quem acessa os eventos nem todos possui o domínio sobre a língua oral e escrita, tendo em vista sua autonomia e participação social. Assim estimulando a leitura, faremos com que as pessoas, compreendam melhor o que estão aprendendo dentro de um evento de poesia, especificamente dos Slam, e mais especificamente, queremos mostrar o que acontece no mundo de escritores marginais em geral, entregando a eles um horizonte totalmente novo. Segundo pesquisa realizada em maio de 2016 pelo jornal Folha de São Paulo, cerca de 44% da população brasileira não tem hábitos de leitura e 30% nunca compraram sequer um livro, para 67% a justificativa é a falta de incentivo, esses índices são agravados quando analisados em regiões periféricas. A literatura em qualquer de suas instâncias (contos, crônicas, romances, poesia), colaboram com a reflexão e a aguçam a sensibilidade e imaginação dos adolescentes. Nos dias atuais os saraus, slams de poesias, batalhas de rimas tem crescido nas periferias da cidade e é salutar que essa prática seja propagada para um número ainda maior de pessoas. Em uma sociedade dominada pelos meios virtuais de comunicação a promoção de uma interação social com grupos das mais variadas idades proporciona novas vivências e a troca de experiências diversas. A prática da poesia falada (spoken word) na forma de batalhas aproxima adultos e jovens e estimula o contato com os livros. Arô então surge com intuito de organizar e centralizar nos projetos SAMBA POÉTICA; FILHOS DO ORUM; WEBSÉRIE E ENTRE O VERSO E O COPO que é voltado para a produção e a divulgação da cultura literária e visual da atualidade periférica, com circulação ininterrupta e de distribuição gratuita. Visa o encontro dos artistas do território com os(as) alunos(as) da escolas da região através de clubes de leitura e das bibliotecas públicas e comunitárias, além de incentivar a produção e a divulgação literária e pictórica através do encontro por bate papos, redes sociais, lives e vídeos. O presente projeto se justifica por empreender um esforço contínuo de poetas da periferia em tempo de pandemia e acreditando que a Cultura pode melhorar um estado psíquico, de educação social, de conscientização e defende a proposta de democratização cultural capaz de atravessar as mais diversas classes sociais e atingir os mais diferentes sujeitos e grupos sociais ampliando as possibilidades de leitura de poemas, crônicas, contos nas escolas públicas e particulares; criação, produção e divulgação dos produtos culturais da região periférica de SP e intercâmbios possíveis no decorrer do projeto. O projeto se enquadra no Inciso I do art. 1o. da Lei 8313/91 O projeto se enquadra na letr a) do Inciso II art. 3o. Lei 8313/91
DEFESA TEÓRICA - Conscientização através das intervenções artísticas para o olhar necessário aos cuidados coletivos e individuais em combate a pandemia que se apresenta na atualidade. - Democratização da arte através da distribuição gratuita do conteùdo dos espetáculos, através de pen -drive, não limitando assim a divulgação, independente do acesso a internet, já entendendo as dificuldades encontradas em alguns lugares do território. - Estímulo do comércio local, através da contratação dos serviços por eles disponibilizados e que atendam as demandas necessárias para a realização do projeto. - Incentivo ao encontro das artes para composições, trocas, aprendizados, valorizando dessa forma a ação conjunta desses(as) artistas da periferia. - Doação de livros para coletivos e espaços independentes (ocupações culturais) de arte, promovendo o incentivo a leitura, a valorização dos(as) artistas periféricos(as) e ampliação do acesso a literatura independente contemporânea. - Valorização e profissionalização dos(as) artistas periféricos(as), espaço de visibilidade para a multiplicidade das linguagens artísticas independentes e manutenção do preparo, composição e finalização dos trabalhos de todos(as) artistas envolvidos. - Impacto social pela representativa negra, gorda, LGBTQ+, periférica, artística, feminina e independente.
PRODUTO ESPETÁCULO E SHOW ONLINE: 01 - SAMBA POÉTICA PÚBLICO-ALVO: Interessados FAIXA ETÁRIA: Livre CARGA HORÁRIA: 90 minutos NÚMERO DE EDIÇÕES: 7 TRANSMISSÃO: Plano Profissional Zoom (Até 100 participantes) 02 - FILHOS DO ORUM PÚBLICO-ALVO: Interessados FAIXA ETÁRIA: Livre CARGA HORÁRIA: 60 minutos NÚMERO DE EDIÇÕES: 7 TRANSMISSÃO: Plano Profissional Zoom (Até 100 participantes) 03 - ENTRE O VERSO E O COPO PÚBLICO-ALVO: Interessados FAIXA ETÁRIA: Livre CARGA HORÁRIA: 60 minutos NÚMERO DE EDIÇÕES: 7 TRANSMISSÃO: Plano Profissional Zoom (Até 100 participantes) PRODUTO WEBSÉRIE: WEBSERIE - “Namoro a distância, até que o fim da quarentena nos una”
PRODUTO ESPETÁCULO E SHOW ONLINE: Acessibilidade física: Disponibilização de wifi gratuito para acesso aos eventos. DEFICIENTES AUDITIVOS: todas as edições dos espetáculos um(a) tradutora em libras, visando que nosso conteúdo chegue ao maior quantidade de pessoas, independente de suas necessidades especiais. PRODUTO WEBSÉRIE: Acessibilidade física: Disponibilização de wifi gratuito para acesso aos eventos. DEFICIENTES AUDITIVOS: A websérie terá um(a) tradutora em libras, visando que nosso conteúdo chegue ao maior quantidade de pessoas, independente de suas necessidades especiais. DEFICIENTES VISUAIS: A websérie terá uma versão com áudio descrição, visando que nosso conteúdo chegue ao maior quantidade de pessoas, independente de suas necessidades especiais.
PRODUTO ESPETÁCULO E SHOW ONLINE: Acessibilidade física: Disponibilização de wifi gratuito para acesso aos eventos. DEFICIENTES AUDITIVOS: todas as edições dos espetáculos um(a) tradutora em libras, visando que nosso conteúdo chegue ao maior quantidade de pessoas, independente de suas necessidades especiais. PRODUTO WEBSÉRIE: Acessibilidade física: Disponibilização de wifi gratuito para acesso aos eventos. DEFICIENTES AUDITIVOS: A websérie terá um(a) tradutora em libras, visando que nosso conteúdo chegue ao maior quantidade de pessoas, independente de suas necessidades especiais. DEFICIENTES VISUAIS: A websérie terá uma versão com áudio descrição, visando que nosso conteúdo chegue ao maior quantidade de pessoas, independente de suas necessidades especiais. DEBATES - sendo direcionado exclusivamente para professores e alunos, sendo que pelo menos 50% dos convites serão direcionados para profissionais e alunos da rede pública de ensino. Dessa forma estamos atendendo a letra a) do art. 22 da IN 02/2019. Público alvo: estudantes e professores de instituicões públicas de ensino e interessados 700 vagas
FICHA TÉCNICA Proponente e administração do Projeto: Corpo Rastreado Direção geral: Lika Rosa, Mariana Felix e Patrícia Meira Direção webserie: Carol Vidal Artistas convidados: Alldry Eloise, Guina Theodoro, Deusa Poetisa, Renato Kolla, Humberto Beká, Índia, Jaqueline Alves Pinto, Nylane de Fatima Silva, AfroDite, Jady Maria, Glaucy Alexandre, Jessica Marcele e Tim Arrif Músicos: A definirAtores: A definirFigurinista: A definirIluminador: A definirRoteirista: A definirCenógrafo: A definir MARIANA FELIX SANTOS - "MARIANA FELIX" Escritora, produtora cultural, slammer, romancista, oficineira e empreendedora. Escritora e publicou seu primeiro livro em 2016 "Mania", seu segundo livro em 2017 "Vício" e seu terceiro livro em 2019 “Abstinência”, todos com poesias, crônicas e dissertações sobre o empoderamento feminino, a emancipação da mulher negra, amor e suas relações com a cidade. Publicou também dois zines: "Só se for uma rapidinha" (2015) somente com poesias curtas e "Gavetas" (2016) somente com versos livres de amor. Todas as suas publicações são independentes. Foi finalista na batalha nacional de poesias (Slam BR) nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017. Foi convidada para eventos importantes, como o Encontro de escritores negros e de inúmeros eventos junto ao Sesc, inclusive o maior de seus eventos: o Circuito Sesc de Artes, em todos, com o lançamento de seus livros. Participou da FLUPP (Festa literária das periferias) no ano de 2015, da Feira literária de São Miguel Paulista em 2016 e da FLIP (Festa literária internacional de Paraty) em 2017, 2018 e 2019. Faz parte do coletivo Alcova que faz saraus itinerantes pela cidade de São Paulo, já comandou duas batalhas de poesia: Slam Fluxo e A Grande Batalha dos Slams, é a Matemática do Slam Diversos e participa do espetáculo "Samba Poética" que mistura samba e spoken word. Ministrou oficinas de produção textual e performance em escolas públicas, CCAs e centros educacionais no ano de 2018, pelo BiblioSesc. Em 2019 junto a Escrevedeira, com o público alvo adulto, ministrou a oficina “Na raiz, poeta. Nas folhas, escritores”, como ênfase nas produções textuais para Slam. Ainda em 2019 é uma das poetas formadoras nas escolas inscritas no Slam Interescolar, ministrando oficinas de produção poética e performance, para adolescentes de escolas públicas. Hoje ela tem mais de 150.000 seguidores nas redes sociais e seus vídeos de poesia ultrapassam a marca de 15 milhões de visualizações. Junto do coletivo de audiovisual Prosa Poética criou o programa "Além da Poesia", no qual ela é a apresentadora, e o mesmo é transmitido pela TVT. PATRÍCIA PEREIRA MEIRA - "PATRÍCIA MEIRA" Poeta, produtora cultural, slammer, romancista, roteirista, compositora, oficineira e afro empreendedora. Nascida no interior da Bahia, numa cidade chamada Itajuípe-Ba, veio tentar a vida em São Paulo aos 20 anos de idade. Escreve desde criança, mas, aos 14 anos destruiu tudo que tinha e só em 2014 voltou a escrever, morou por quatro anos no Rio de Janeiro e foi lá que reatou sua relação com a escrita. Assim que retornou a São Paulo, começou a frequentar o Sarau Movimento Aliança da Praça (M.A.P) em São Miguel Paulista, Zona Leste. Por muito incentivo dos amigos que começou a participar dos slams (campeonato de poesia falada) em setembro de 2016, participou pela primeira vez de uma edição do Slam da Guilhermina e ganhou. Foi a partir desta competição que ela foi escrevendo sua história nos Slams. Patrícia Meira foi vice-campeã do Slam SP (Campeonato Paulista de Poesia Falada) em 2018; Grande finalista e destaque do Slam BR (Campeonato Brasileiro de Poesia Falada) também em 2018; Campeã do Campeonato Argentino de Poesia Falada em 2019; Autora de 4 livros de poesia: Por amar outra mulher, Resisto; É amor que você quer? Então Toma!; Impressões; Manual da Imoralidade; e foi a primeira slammer a publicar um romance: Emaranhado. Slam Master do Slam DiVersos; Integrante e produtora do Coletivo Alcova; MC e performer do Sarau Alcova da Deusa; Slam Master do Slam Juvenil Pira VDC; criadora do selo PIB - Poesia Interna Bruta que publica crianças de 10 a 15 anos; Idealizadora e produtora do Coletivo PIB- POESIA Interna Bruta; produtora do Sarau PIB; diretora e roteirista da websérie Na Alcova da Deusa. ELIANE ROSA DA SILVA - "LIKA ROSA" Agente cultural, poeta, apresentadora, cantora e empreendedora cultural. Uma vida de resistência e luta, sua formação feita em prática, em 2000 iniciou música, teatro, capoeira e educadora social, cursos gratuitos pela prefeitura de SP. De 2001 a 2004 vivenciou aprendizagens de teatro, circo, dramaturgia e produção de eventos com a Cia. Estável de Teatro, através da Lei de Fomento ao Teatro. Desde então se fez educadora e integrante da Associação Amigos da Multidão, um coletivo de artistas que se organizavam para escrever editais. Desenvolveu projetos das diversas linguagens e um deles deu origem no seu primeiro trabalho intitulado Lika Rosa - Movi...Mento (2012), projeto que gerou autonomia financeira até 2018, em parceria com a Associação cultural Periferia Invisível onde daria início ao desenvolvimento do selo musical Sigo Som. Em 2016 estudou na Escola Livre de Teatro de Santo André. No ano de 2017 foi Slam Master do maior slam da américa latina, Slam Resistência. Em 2018, lançou junto com programa VAI, a primeira antologia e o documentário do Slam Resistência, neste mesmo ano fez sua primeira publicação como poeta, a Coleção de Cartões Arte Poesia, projeto que pretende ampliar outros artistas da quebrada. Em 2019 apresentou seu primeiro Livro chamado de: Hoje não vai ter… ambos trabalhos foram realizados junto com a TV Uniao Leste. Em 2020 aliada com escritor Rodrigo Ciríaco e a produtora cultural Mönica Alves para criação e desenvolvimento da primeira agência cultural de artistas periféricos, projeto integrado com a Casa Poética. Atualmente, aprendiz de um mundo novo e uma nova vida. Uma mulher na busca de um Espaço Livre de Expressão Artística, onde todas as artes se encontram e se complementam. Disposta a engajar arte em almas, cria suas músicas e poesias, mostra no corpo todas as vivências de lugares diversos e com experiências diferentes, uma pesquisadora da vida, da arte que manifesta um instinto diferente do comum, da rotina, dos tabus conservadores e costumes machista e lesfobico. CAROLINA VIDAL FERREIRA - “CAROL VIDAL” Artista audiovisual, musicista, pesquisadora e idealizadora da Arô. Trabalha desde 2012 produzindo conteúdo para o meio artístico e musical. Mestranda em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) com pesquisa sobre mulheres no Slam. É editora e produtora de conteúdo online no Sesc-SP, desde 2015 passando pelas unidades Avenida Paulista, Pompeia e Itaquera. Tem atuação profissional na fotografia, design gráfico e marketing. Com pós-graduação em Design Gráfico no Senac-SP, MBA em Marketing na FGV e graduação em Letras Inglês (UFSC), com intercâmbio em Cinema e História da Arte na Wayne State University, Detroit, EUA. Possui interesse em cultura latino-americana, feminismo e direitos LGBTQi. CORPO RASTREADO - A Corpo Rastreado é uma rede criada por artistas produtores, que desenvolve propostas autorais, a partir da necessidade primeira de entender e investir em novos meios de produção. A Corpo desenvolve parceria na gestão de projetos importantes para o cenário das artes cênicas no Brasil. No Teatro, efetuamos parcerias de projetos e produtos artísticos com Renata Carvalho, Maikon K, Wagner Schawartz, Cacá Carvalho, Sara Antunes, Gabriela Carneiro da Cunha, José Fernando Peixoto de Azevedo, Marat Descartes, Marco Antonio Rodrigues, entre outros. Trabalhamos ainda com grupos de teatro como Teatro da Vertigem, Legítima Defesa, Isso não é um Grupo, 29 Patas Furiosas e A Motosserra Perfumada.No ano de 2012 e 2015 fomos indicados ao Prêmio Femsa de Produção.
PROJETO ARQUIVADO.