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PRONAC 204610Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

VENENO

GENESE GESTAO ARTISTICA E CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 51,1 mil
Aprovado
R$ 51,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-01
Término
2021-06-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem de estreia do espetáculo teatral VENENO e realização de uma palestra como contrapartida de ação formativa.

Sinopse

Na peça VENENO, testemunhamos o reencontro de um ex-casal no túmulo de seu filho, anos após a sua morte. Um tipo de veneno foi descoberto ao redor do cemitério, e seu filho morto deve ser enterrado novamente. Enquanto aguardam o processo administrativo, confrontos abrem feridas antigas. É sobre luto, sobre perdão.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a montagem e temporada de estreia do espetáculo VENENO, da dramaturga holandesa Lot Vekemans com direção de Silvana Garcia, na cidade do Rio de Janeiro. Objetivos específicos: - Realizar uma temporada com 6 apresentações na cidade do Rio de Janeiro. - Oportunizar para os espectadores da cidade do Rio de Janeiro o contato com um texto inédito no Brasil, da autora Holandesa mais encenada internacionalmente, Lot Vekemans. - Oferecer o espetáculo para uma plateia de 300 espectadores em 6 apresentações. - Proporcionar ao público uma oportunidade de observar e analisar suas próprias experiências de perda e luto, através da encenação do espetáculo - um mecanismo de elaboração da perda e do luto, através da experiência teatral, e também através da realização de uma palestra com a participação da equipe do espetáculo e o público presente, abordando a temática, a pesquisa e a criação da peça.

Justificativa

O Ser Humano expressa o luto de maneiras diferentes. Há diversas formas e rituais para isso. Mas na experiência humana, isso não difere muito. A dor da perda nos torna iguais em qualquer parte do mundo. Todos nós já perdemos ou perderemos alguém, e essa empatia é o primeiro mérito desse texto. Olhar para as duas faces de uma mesma história e ser capaz de compreender dois opostos, nos prende à trama que só é revelada aos poucos. O público, ao estar completamente envolvido pelas personagens, têm a possibilidade de traçar um paralelo com sua própria vida e autoanalisar suas atitudes frente ao luto. A temática do espetáculo é importante pois aborda, através de um drama pessoal, uma parte da vida que é inevitável para qualquer espectador. Falar sobre questões tão delicadas, ajuda na compreensão dos sentimentos para assim conseguir achar uma melhor forma de encarar o pesar. Principalmente num momento tão delicado para a população mundial, inserida numa pandemia como o COVID-19. Este projeto tem previsão de gerar ao menos 15 postos de trabalhos diretos e a escolha da equipe considerou um grupamento de artistas e técnicos, com reconhecida expertise e capacitação profissional, que já vêm trabalhando juntos há alguns anos em outros projetos. Por se tratar de uma equipe coesa e já afinada, optamos por sua escolha que é um facilitador na cadeia de produção e manutenção das atividades laborais desses artistas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; No tocante ao Artigo 3º da Lei 8313/91, atende ao inscisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Complemento curriculos ANDRÉ ROMAN Ator e produtor teatral com 14 anos de atuação. Produziu e atuou em mais de 50 espetáculos de teatro. Últimos trabalhos: Produção Executiva na 4ª edição do projeto SESC Entre Dança (2019); Produção Executiva e administração de temporada de “O Preço’, de Artur Miller, com direção de Gustavo Paso; Produção Executiva do espetáculo “A Última Aventura é a Morte” inspirado no “Poema 409” de Heinner Muller, encenado pela PeQuoD Cia de Teatro com direção de Miguel Velhinho com Patrocínio CCBB (2018); produção executiva e administração das temporadas dos espetáculos “Mergulho”, da Delas Cia de Teatro/SP, na Caixa Cultural/RJ em setembro|2018; dos espetáculos “Aproximando-se de A Fera na Selva”, com dramaturgia de Marina Corazza e direção de Malú Bazán e, “As Ondas ou Uma Autópsia”, com concepção e direção de Gabriel Miziara, no Teatro Poeira/RJ em junho|2018; produção e administração da temporada do espetáculo “A Festa de Aniversário”, de Harold Pinter, com direção de Gustavo Paso (2017). TIAGO CARDOZO Graduado em Artes Cênicas – habilitação em Indumentária pela Escola de Belas Artes/ UFRJ, 2012. Possui cursos de formação complementar em Costume Design e Fashion Design na Arts University Bournemouth, 2013, no Reino Unido. Com uma maior experiência em teatro, realizou trabalhos ao lado de figurinistas como: Beth Filipecki, Ney Madeira, Marcelo Marques, João de Freitas Henriques, Thanara Schonardie, Cris Kangussu e Marcelo Olinto. E também realizou trabalhos, como assistente, com o cenógrafo Ronald Teixeira para espetáculos musicais e infantis. Em 2019, assinou o figurino da peça Ânsia (Crave), texto da autora inglesa Sarah Kane, com direção de Cesar Augusto. ANDRÉ POYART Diretor musical, regente, compositor e arranjador, tem atuado com frequência no meio de teatro musical, onde assinou a direção musical das montagens Hoje é Dia de Rock, A Lira dos Vinte Anos, Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812, Sweeney Todd, A Festa Selvagem e Rent, realizados pelo núcleo de Teatro Musical da CAL, e de espetáculos onde se destacam Ânsia, de Sarah Kane, Cícero, de Samir Murad, a trilogia Oleanna, Race e Hollywood, de David Mamet, A Festa de Aniversário, de Harold Pinter, Casa Caramujo e Garagem, de Gustavo Paso e Subversões, de Luis Salem e Aloísio de Abreu. Participou ainda como músico da orquestra dos musicais Merlin e Arthur, A Noviça Rebelde, A Família Addams, Hair e O Despertar da Primavera. Formado em Violão pela Escola de Música UFRJ e Mestre em Poética pela Faculdade de Letras UFRJ, foi solista do Concerto para Violão e Orquestra de Heitor Villa-Lobos e membro do coro sinfônico da Escola de Música da UFRJ, atuando nas montagens da ópera Colombo de Carlos Gomes e das cantatas Requiem de Gabriel Fauré, Magnificat de Antonio Vivaldi e Carmina Burana de Carl Orff. Como docente, foi professor de música da FAETEC e da UERJ. Participou como conferencista da II e III CDG (Conferência de Desenvolvedores de Games), ministrando palestras sobre o tema Trilha Sonora Para Games e foi orientador da disciplina Áudio Para Games, do curso Desenvolvimento e Design de Jogos 3D na PUC-RJ. É diretor geral da produtora de áudio Arte Eletrônica. GENESE GESTÃO EMPRESARIAL LTDA A Gênese Produções, fundada em 2007, pelo ator e produtor Alexandre Galindo, iniciou as suas atividades na área artística com o espetáculo “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, em 2017 e 2018, com a direção de Gustavo Paso, que estreou no teatro Poeira, um sucesso de crítica e público, com duas indicações ao Prêmio Cesgranrio de Teatro nas categorias melhor atriz e melhor iluminação. Produziu também em 2017 os espetáculos “Animal Doméstico” com texto e direção de Hayla Barcellos e “A Viagem do Capitão Tornado” com adaptação e direção de Clóvis Levi”. Em fevereiro de 2019 estreou o espetáculo “Crave ou Ânsia” de Sarah Kane, com direção de César Augusto, no SESC Tijuca. Em abril de 2019 esteve em cartaz com o espetáculo “Educação Siberiana”, no SESC Tijuca. Em junho fez a reestreia do espetáculo “Ânsia” de Sarah Kane no teatro Ipanema. Atualmente trabalha no desenvolvimento e captação dos projetos “O Desordeiro da Escada” de Joe Orton, “O Torniquete” de Luigi Pirandello, “A Festa” de Sally Poter, dentre outros.

Especificação técnica

O espetáculo: Espetáculo Teatral, para público adulto. Recomendação etária 14 anos. Duração aproximada de 50 minutos. 6 apresentações com um público presente de 300 expectadores. Palestra:Duração de 50 minutos após uma das sessões do espetáculo, para o público presente. 50 pessoas. Contará com sessão de libras. Impacto Ambiental: Trata-se de uma montagem teatral, com especial atenção da nossa produção para o tema do impacto ambiental. Em parceria com a equipe artística e técnica desse e de outros projetos, trabalharemos na diretiva de evitar desperdícios e reduzir a produção de resíduos na criação e execução de cenários, figurinos, no uso do material de consumo, no material gráfico que terá suas impressões em papel reciclado ou certificado por fontes renováveis, bem como a doação de lonas para reaproveitamento. Acreditamos que assim, estamos contribuindo com a redução do impacto ambiental e com a conscientização dos profissionais da área cultural.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Realização da proposta em salas de apresentações capacitadas para receber pessoas com deficiência física, observando algumas medidas no espaço, como a existência de rampas de acesso e elevadores, banheiros e plateia adaptados para esse público. Acessibilidade para deficientes visuais: Uma sessão inclusiva com serviço de áudio descrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: uma sessão inclusiva com recursos de Libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: realização da palestra em local capacitado para receber pessoas com deficiência física, observando algumas medidas no espaço, como a existência de rampas de acesso e elevadores, banheiros e plateia adaptados para esse público. Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilizaremos serviço de áudio descrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com um intérprete de Libras, que poderá inclusive, mediar perguntas e respostas entre a equipe e artistas e o público, incluindo-se, os portadores de algum tipo de deficiência.

Democratização do acesso

De acordo com o artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, atenderemos aos seguintes incisos no tocante as medidas de ampliação do acesso: PRODUTO PRINCIPAL | ESPETÁCULO TEATRAL: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDA SOCIAL | PALESTRA: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

ELENCO (Personagens): ALEXANDRE GALINDO (Ele) | HAYLA BARCELOS (Ela) Dramaturgia: LOT VEKEMANS Direção artística | SILVANA GARCIA Idealização e direção de produção | ALEXANDRE GALINDO Desenho de luz | BERNARDO LORGA Arquitetura cênica, figurinos e adereços | TIAGO CARDOZO Direção musical, trilha sonora e sonoplastia | ANDRÉ POYART Produção executiva: ANDRÉ ROMAN Coordenação de Projeto: ALEXANDRE GALINDO Idealização, Produção, Realização e Administração: GENESE PRODUÇÕES (Proponente) SILVANA GARCIA Teórica, ensaísta e professora. Analista voltada para as atividades cênicas paulistas nos anos 1990, dedica-se a perceber o trabalho de grupo continuado junto às pesquisas experimentais e a dramaturgia contemporânea brasileira. Após formar-se em direção teatral na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), em 1973, Silvana inicia uma carreira acadêmica que inclui a dissertação de mestrado Teatro da Militância, sobre o teatro de resistência no período da ditadura, lançada em 1990, e a tese de doutorado As Trombetas de Jericó, em 1997, dedicada ao teatro de vanguarda. Torna-se professora de matérias teóricas na Escola de Arte Dramática (EAD), assumindo sua direção de 1997 a 2000. Como dramaturgista acumula algumas significativas realizações, como com os espetáculos: Farsas e Improviso de Molière, direção de Beth Lopes (1956), ECA/USP, 1997; Em Lugar Algum, adaptação do livro Tempo de Despertar, de Oliver Sacks, direção de Beth Lopes, ECA/USP, 1998; Luzes da Boemia, de Ramón del Valle-Inclán, direção William Pereira (1962); A Casa de Bernarda Alba, de Federico García Lorca, direção de William Pereira, Projeto Sesc Lorca na Rua, São Paulo, 1998; adapta o romance Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro (1941-2014), para o Teatro Vila Velha, do baiano Márcio Meirelles (1954), texto lido em Salvador, 2001. Sua produção ensaística registra contribuições internacionais importantes, como: ...Yet there is method in't. Ham-let. José Celso Martinez Corrêa (1937), em Gestos. University of California/Irvine, 1995; Vau da Sarapalha: la poética de Guimarães Rosa en escena, em Teatro al Sur, Buenos Aires, 1995; Jó, su cuerpo y Diós..., em Teatro al Sur, 1996; Éxubérance et pluralité théâtrales. Bilan de la production théâtrale de São Paulo, em Teatro al Sur, edição especial em língua francesa, 1996; Production, Diffusion Et Public Des Spetacles à São Paulo, surgida em La Mediation Théâtrale, Bélgica, 1998; Un homme de spetacle bien brésilien: Antonio Nóbrega (1952), em Teatro al Sur, edição especial em língua francesa/Festival de Avignon, 1999. Junto às publicações brasileiras possui diversas contribuições, com destaque para De Büchner a Bread & Puppet: Sendas do Teatro Político Moderno, no livro J. Guinsburg: Diálogos sobre Teatro, de 1992; A Cena Classicista, na obra O Classicismo, de Jacó Guinsburg (1921), de 1999, e Do Sagrado ao Profano: O Percurso do Teatro da Vertigem, uma análise sobre o trabalho do grupo, presente no livro Teatro da Vertigem: Trilogia Bíblica, 2002. Em 2001, passa a dirigir a Divisão de Pesquisas do Centro Cultural São Paulo (CCSP) e lança, no ano seguinte, Uma Odisséia do Teatro Brasileiro, agrupando depoimentos dos mais expressivos criadores da cena brasileira contemporânea, numa série de encontros promovidos pelo Ágora - Centro para o Desenvolvimento Teatral. Silvana Garcia é assiduamente convocada como debatedora, curadora e integrante de comissão julgadora de encontros, eventos, festivais, premiações e editais em torno da produção teatral paulista. ALEXANDRE GALINDO Ator, produtor e engenheiro, formado pelo Instituto CAL de Arte e Cultura no Rio de Janeiro, cursou um MBA em Gerenciamento de Projetos na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Fundador da empresa Gênese Produções, produziu e protagonizou o espetáculo “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, em 2017 e 2018, com a direção de Gustavo Paso, que estreou no teatro Poeira, com sucesso de crítica e público, com duas indicações ao Prêmio Cesgranrio de Teatro nas categorias melhor atriz e melhor iluminação. Produziu também em 2017 os espetáculos “Animal Doméstico” com texto e direção de Hayla Barcellos e “A Viagem do Capitão Tornado” com adaptação e direção de Clóvis Levi”. Em fevereiro de 2019 produziu e atuou no espetáculo “Crave ou Ânsia” de Sarah Kane, com direção de César Augusto, no SESC Tijuca. Em abril de 2019 produziu e atuou no espetáculo “Educação Siberiana”, no SESC Tijuca. Em junho fez a reestreia do espetáculo “Ânsia” de Sarah Kane no teatro Ipanema. Atualmente trabalha no desenvolvimento e captação dos projetos “O Desordeiro da Escada” de Joe Orton, “O Torniquete” de Luigi Pirandello, “A Festa” de Sally Poter, dentre outros. No cinema protagonizou o filme "Sonhos de Papel”, dirigido por Fernando Cassibi e Aloísio Barros Correia e a série “Crimes.com” do canal Discovery. Em 2018 fez uma participação na novela Jesus da Record. HAYLA BARCELOS Hayla Barcellos, 32 anos. Bacharel em Artes cênicas pela CAL ( Casa das Artes de Laranjeiras). Dançarina da CIA. Carlinhos de Jesus. Cursou a Oficina de atores da CESGRANRIO. Cursou a Oficina “O subsolo criativo do ator” com Cacá Carvalho no SESC. Dançarina do show de Diogo Nogueira "Ao vivo em Cuba". Como atriz, atuou nas seguintes produções: Série "Bem-aventurados"- CESGRANRIO, espetáculo "S.I.M" - Teatro Cândido Mendes, espetáculo "Desculpe o pó"- Festival de teatro de Curitiba, "CRAVE" - Teatro Sérgio Britto, espetáculo "A viagem do Capitão Tornado"- SESC Tijuca, Espetáculo "Animal doméstico"- Teatro Café Pequeno, novela "Apocalipse"- TV Record. Dirigiu os espetáculos, "Sons de Vermelho"- Solar de Botafogo, "Quando eu entro em ebulição"- Espaço Rampa e "Animal doméstico"- Teatro Café Pequeno. BERNANRDO LORGA Iluminador, formado em Direção Teatral pela UNIRIO, integrante do núcleo de pesquisa em artes Miúda. Desenhou a luz dos espetáculos com sua direção, além de criar, montar e operar a luz de outros espetáculos de teatro e música. Indicado ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2017 na categoria “Melhor Iluminação” pelo espetáculo “A Festa de Aniversário” e indicado ao Prêmio Botequim Cultural em 2019 na categoria "Melhor Iluminação" pelo espetáculo "Solo". Entre suas últimas realizações, desenhou a luz dos seguintes projetos: “Estudo sobre a maldade”, direção Miwa Yanagizawa (2017); Espetáculo infantil “Pira Caipira”, direção Juliana Linhares (2017); “A Festa de Aniversário”, direção Gustavo Paso (2017); “Volta Seca”, direção de Joelsson Gusson (2018); Lançamento do EP Terra, da cantora Nívea Magno (2018); “Dissocia” direção de Gustavo Paso (2018), “A Garagem”, direção de Gunnar Borges (2018); Show da banda Pietá com o instrumental Relógio de Dali (2018); “Trajetória Sexual”, monólogo de Álamo Facó (2018); “Solo”, direção de Vinicius Arneiro (2019); “O Preço”, de Arthur Miller com direção de Gustavo Paso (2019); "Sucesso", direção de César Augusto (2019). * Demais curriculos estão no campo outras informações.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.