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PRONAC 204619Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Sankofa

CLIPS PRODUCOES CULTURAIS E PUBLICIDADE LTDA
Solicitado
R$ 586,1 mil
Aprovado
R$ 586,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-01-01
Término
2023-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O livro "Sankofa" é um reecontro com os nossos irmãos do outro lado do Atlântico. Em 2014, o fotógrafo Cesar Fraga percorreu 9 países africanos protagonistas do tráfico de escravizados _ Cabo Verde, Guiné-Bissau, Senegal, Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique _ para a produção do livro "Do Outro Lado". Com essa tiragem praticamente esgotada, é hora de cruzar novamente o oceano. Desta vez, o artista afrodescendente percorrerá Serra Leoa, Costa do Marfim, Congo, São Tomé e Príncipe e Tanzânia. A nova publicação, inédita em forma e extensão, trará à luz os lugares de memória material e imaterial do "holocausto negro", além de aspectos contemporâneo de 14 países africanos, responsáveis (em grande parte) por toda a riqueza cultural dos países americanos. A publicação será bilingue, terá formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura e sobrecapa. Estão também previstas palestras ministradas pelo autor paraestudantes em vulnerabilidade social, além da produção de um audiolivro.

Sinopse

EPÍGRAFES, PREFÁCIO, APRESENTAÇÃO E SUMÁRIO INTRODUÇÃO Apresentação do projeto, destacando a relevância, os objetivos, as perspectivas e os métodos do trabalho. Explanação fundamental sobre as relações entre Memória e História, abordando o embate que envolve a construção da memória sobre a escravidão no Brasil e sua relevância para debates mais amplos a respeito de inclusão, cidadania e enfrentamento do racismo estrutural. CABO VERDE As ruínas do império português e o pelourinho da Cidade Velha. SENEGAL A influência islâmica e a Casa dos Escravos. GUINÉ-BISSAU O Porto de Cacheu e as correntes do tráfico em Bulol. SERRA LEOA Tradição cultural dos mandês e timenés, ruínas do Castelo da Ilha Bunce e do antigo império português. COSTA DO MARFIM Cidade Histórica de Grand-Bassam, escarnificação, Rio dos Escravos, festa das máscaras e dança dos punhais. GANA Os taboons, o Castelo de São Jorge da Mina, Cape Coast, o rio dos escravos, o Mercado de Kumasi e a Montanha Sagrada. TOGO O Mercado de Fetiches, o funeral de Togoville e a Casa de Wood. BENIM Os egunguns, a porta do não-retorno, a família do Chachá, o ritual no templo das pitons, a Floresta Sagrada, os palácios do Daomé, a procissão das sacerdotisas de Dan, a Veneza Africana, os agudás de Uidá e o sacrifício de Savalu. NIGÉRIA O templo de Oranmiyan, a casa de Xangô, o santuário de Oxum, os agudás, o “carnaval brasileiro”, o “ponto do não-retorno” e as “casas brasileiras”. SÃO TOMÉ E PRINCIPE Roças de cana, Fortaleza de São Sebastião, Forte de Santo Antônio, Tchioli e auto de São Lourenço. CONGO Kiebé-Kiebé (dança teatral iniciática), teatro de fantoches, ANGOLA As ruínas do império português, as pedras negras, o Morro da Catumbela, o cais de Benguela e os “feiticeiros de Dombe Grande. TANZÂNIA Zanzibar, a cidade de pedra , influência islâmica, casa de Tippu Tip, celas de escravos no subsolo da Catedral Anglicana e Memorial da Escravidão. MOÇAMBIQUE A influência islâmica, a Damba, a Fortaleza de São João Batista, o Jardim da Memória, a fortaleza de São Sebastião, o Tufo, a “cidade makuti” e a “cidade de pedra e cal”.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Pesquisar e divulgar o "holocausto africano", capítulo fundamental para o entendimento da História do Brasil; Produzir um ensaio fotográfico autoral e poético, retratando os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados na África, além de aspectos contemporâneos de seus distintos povos; Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio africano, de valor inquestionável para a nossa cultura; Incentivar o respeito aos povos africanos, provocando uma reflexão sobre os traços comuns que nos unem; Afirmar a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar uma expedição fotográfica pelos 5 países africanos, retratando os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados e trazendo à luz as culturas dos distintos povos; Fazer uma criteriosa curadoria dos dois acervos fotográficos (novo e pré-existente), redigir textos aprofundados, produzindo um conteúdo relevante para a sociedade brasileira; Publicar um livro de arte bilingue (português/inglês), formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares; Distribuir gratuitamente 600 exemplares para jovens em vulnerabilidade social, 600 exemplares para bibliotecas e escolas públicas e comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Produzir 1.000 cópias de um audiolivro, com imagens áudio descritas, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Ministrar quatro palestras para jovens estudantes em vulnerabilidade social.

Justificativa

TEMPOS EXTREMOS Entre os séculos XVI e XIX, mais de dez milhões de africanos foram escravizados e transportados para as Américas, um triste capítulo da História que nos uniu para sempre ao continente africano. Aqui eles influenciaram profundamente as formas de viver e de sentir dos nossos povos, transmitindo às sociedades em formação, elementos valiosos da sua cultura. Hoje, apesar da pujança das culturas afro-americanas, o racismo ainda prevalece, fruto podre de nosso passado escravagista. RESGATE No Brasil, em março de 2003, foi aprovada a Lei Federal nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. A Lei tem como objetivo promover uma educação que reconhece e valoriza a diversidade, comprometida com as origens do povo brasileiro. Passados mais de quinze anos, há muito o que se fazer para que isso se torna uma realidade plena em nosso país. O "Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil", da UNESCO se apresentou como primeiro passo no sentido de dar visibilidade aos lugares de memória da herança africana no Brasil. Iniciativas similares tem sido conduzidas em outros países, tanto na África, quanto nas Américas do Sul, Norte, Central e Caribe, como o recente Seminário sobre Preservação de Patrimônio Cultural de Matriz Africana, organizado pelo US National Park Service, com apoio do governo norte-americano. Em Charleston, há também iniciativa de criação do Internacional African American Museum, IAAM. Especialistas partilharam suas experiências e começaram a construir pontes para esse grande desafio americano, do Norte ao Sul: honrar e celebrar a herança africana. LIVRO "DO OUTRO LADO" (2014) + EXPOSIÇÃO "SANKOFA" (2017) O fotógrafo Cesar Fraga cruzou de volta o Atlântico. Em uma viagem por nove países africanos _ Cabo Verde, Guiné Bissau, Senegal, Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique _ percorreu as cidades protagonistas do tráfico de escravizados para o Brasil. O livro "Do outro lado" trouxe importantes registros da memória material e imaterial destes tempos extremos e um olhar contemporâneo sobre nossos irmãos africanos. A publicação está praticamente esgotada. O mesmo conteúdo foi exibido na Exposição "Sankofa" (Caixa Cultural | RJ), nas Revistas Revista National Geographic e Courrier (Portugal) e no Caderno "Somos todos África", que rendeu ao fotógrafo Cesar Fraga um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND). LIVRO "SANKOFA" Com o livro "Do Outro Lado" praticamente esgotado, é hora de manter essa chama acesa e cruzar de volta o oceano, em uma nova expedição por cinco países _ Serra Leoa, Costa do Marfim, Congo, São Tomé e Príncipe e Tanzânia. A nova publicação buscará ainda mais passos dos nossos ancestrais na África, totalizando 14 países visitados, trazendo a tão poderosa referência que o nosso povo precisa. "Sankofa" é um grande reencontro de irmãos separados à força. INCENTIVO À CULTURA A Lei de Incentivo à Cultura foi criada em 1991, quando a cultura brasileira atravessava uma fase especialmente cinzenta de sua existência. Foi quando a lei se tornou o principal financiador da cultura do país. Agora, quase três décadas mais tarde, após o país mergulhar em uma das crises mais profundas de sua história, nossa população volta a se distanciar das livrarias, que vêm fechando suas portas. É nesse contexto que precisamos seguir publicando livros relevantes, a mais poderosa ferramenta de transformação da sociedade. "Sankofa" é um desses projetos fundamentais. Vivemos em uma das sociedades mais ricas do planeta, em se tratando de cultura e diversidade racial. Mas é nesta mesma sociedade que ainda persiste um ambiente discriminatório contra os afrodescendentes, legado de um doloroso passado escravagista. Este cenário se torna um entrave ao progresso da sociedade brasileira, na medida em que vem de encontro aos direitos humanos mais fundamentais e aos anseios de uma nação justa, tolerante e democrática. O nosso olhar para os lugares de memória do tráfico de escravizados na África, conhecendo e reconhecendo nossas origens, resgata nossa autoestima e fortalece a formação da nossa própria identidade. IMPACTO SOCIAL Ao final de uma das inúmeras palestras que fez sobre o livro "Do Outro Lado", o fotógrafo Cesar Fraga perguntou a plateia da comunidade de Heliópolis (São Paulo), quem se considerava afrodescendente. Para sua surpresa, poucos tiveram a coragem de levantar a mão. Segue abaixo carta recebida dois meses depois: "Olá, César. Meu nome é Maria Helena, sou professora da EMEF CAMPOS SALLES, do bairro de Heliópolis. Há alguns meses, você fez uma apresentação do seu livro "Do outro lado" no Polo e levamos nossos alunos para assistir a sua palestra (maravilhosa, diga-se de passagem) e quando você abriu para debate, percebemos que os alunos, do 9o ano, não se consideram, ou negaram sua afro-ascendência. Então, a partir daquele dia, nós começamos um trabalho emergencial de conscientização e aceitação. Confesso que saíram materiais de pesquisa fantásticos, os alunos estão aprendendo e agora já se aceitam, alguns até com um certo orgulho, a sua ascendência afro. Por que estou lhe contando isso? Porque sua apresentação foi o início de tudo: da Mostra Cultural (07/11) e do TCA da escola para este ano. Muito obrigada pela contribuição". ENQUADRAMENTO O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91 da seguinte forma: Inciso I, ao distribuir gratuitamente 20% da tiragem para jovens estudantes em vulnerabilidade social, 20% para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e comercializar 10% da tiragem a R$ 36 - valor abaixo do valor do Vale-Cultura -, ministrar quatro palestras para jovens em vulnerabilidade social e produzir 1.000 cópias de um audiolivro, com imagens áudio descritas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Inciso IV, ao retratar toda a riqueza africana, um dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo nacional; Inciso VI, ao revelar os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados na África, parte do patrimônio histórico do nosso povo; Inciso VII, ao incentivar o respeito aos povos africanos, provocando uma reflexão sobre os traços comuns que nos unem; Inciso VIII, ao produzir um livro que afirma a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. O projeto atenderá o Artigo 3º da Lei nº 8.313/1991 da seguinte forma: Inciso II, alínea "b", ao editar uma obra relativa às ciências humanas; Inciso III, alínea "d", protegendo o folclore e as tradições populares nacionais, herdeiras legítimas das tradições africanas; Inciso IV, alínea "a", ao distribuir gratuitamente 1.200 exemplares do livro e ministrar quatro palestras para jovens estudantes em vulnerabilidade social, levando esse poderoso conteúdo para quem mais precisa; Inciso IV, alínea "b", fazendo um documentário artístico dos lugares de memória do tráfico de escravizados na África; Inciso V, alínea "a", ao contar com o "apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante a realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive, através do fornecimento de passagens aéreas".

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

TIRAGEM 3.000 unidades IDIOMAS Bilíngue (português / inglês) PÁGINAS DO MIOLO 240 (20 cadernos de 12) FORMATOS Miolo: fechado – 280 x 280 mm / aberto – 560 x 280 mm Capa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 620 x 320 mm Sobrecapa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 780 x 285 mm PAPÉIS Miolo: couché fosco 150 g/m2 (BVS Plus Scheufelen ou similar) Revestimento da capa: couché brilho 115 g/m2 Sobrecapa: couché brilho 170 g/m2 Guardas: vergé 180 g/m2 IMPRESSÃO Miolo: 4/4 cores (CMYK) + verniz de proteção à base d'água Capa e sobrecapa: 4/0 cores (CMYK) Guardas: 4/0 cores (CMYK) ACABAMENTO Lombada costurada, capa dura e sobrecapa Laminação fosca na capa e na sobrecapa

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: A seleção do espaço de lançamento do livro deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Está prevista a produção de 1.000 audiolivros junto a Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais. Com a ajuda de narradores especializados, as imagens sairão das páginas para as mentes de quem não pode enxergá-las. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A seleção dos espaços das quatro palestras deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: As quatro palestras serão interpretadas em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Estudantes com deficiência visual receberão gratuitamente cópias dos audiolivros produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP).

Democratização do acesso

LIVRO Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para jovens estudantes em vulnerabilidade social, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão comercializados 300 livros (10% da tiragem) a R$ 36, valor abaixo do valor do Vale-Cultura, de acordo com o Inciso I, alínea "d" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, de acordo com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Estão prevista quatro palestras ministradas pelo fotógrafo/autor para jovens estudantes, em escolas da rede pública, de acordo com o incisos V e VII do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. AUDIOLIVRO Serão distribuídos gratuitamente 1.000 cópias do audiolivro (100% da tiragem) para bibliotecas e instituições de apoio a deficientes visuais, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 e com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Quatro palestras serão ministradas pelo autor, em escolas da rede pública, de acordo com o Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.

Ficha técnica

PRODUÇÃO EXECUTIVA, FOTOGRAFIA E PALESTRAS – CESAR FRAGA Designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ, pós-graduado em marketing pelo Instituto COPPEAD/UFRJ e fotógrafo autodidata, atuou em projetos na América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia, África e Antártica. Colabora com diversos veículos de comunicação, tais como o Jornal Extra e as Revistas National Geographic, Courrier Internacional (Portugal), Gol e História Viva. É autor das quatro exposições “Pomeranos de Jetibá” (2012/2013), das mostras “Sankofa – Memória da Escravidão na África” (2016) e “MadurÁfrica” (2018) e dos livros “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), “Empurrando Água”/Clips Editora (2014) e “Guerreiro”/Clips Editora (2018). Ganhou um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND) pelo conjunto de fotos do Caderno "Somos todos África", publicado no Jornal Extra em 2014. O fotógrafo é diretor da Clips Produções Culturais e Publicidade Ltda., proponente do projeto "Sankofa". Como produtor executivo, será o responsável pela gestão do processo decisório. PESQUISA E REDAÇÃO – LUIZ ANTÔNIO SIMAS Historiador e escritor, é autor de livros como O vidente míope (2007), em parceria com Cássio Loredano; Samba de enredo: história e arte (2010), com Alberto Mussa; Pedrinhas miudinhas: ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros (2013); Dicionário da história social do samba (2016), com Nei Lopes, vencedor do Jabuti como melhor livro de não ficção; Almanaque brasilidades (2017); Guerreiro (2018), em parceria com o fotógrafo Cesar Fraga; Fogo no Mato: a ciência encantada das macumbas (2018) e O corpo encantado das ruas (2020). CURADORIA, PROJETO GRÁFICO E PROJETO EXPOGRÁFICO – ALINE CARRER Designer formada pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/RJ, tem ampla experiência em design editorial e em exposições, com destaque para catálogos de arte e projetos na área cultural. Destacam-se, dentre outras, as publicações “Rio de Assis – Imagens Machadianas do Rio de Janeiro”/Editora Casa da Palavra (1999), “O Rio que eu piso”/Editora Memória Brasil (2007) e “Alair Gomes: a new sentimental journey”/Editora Cosac Naify (2009). Na área expográfica, foi responsável pela Identidade visual para o Museo del Carnaval de Barranquilla (Colômbia, 2019) e para a exposição Rio de Assims (Farol Santander, SP, 2019); desenvolveu o cenário para o Prêmio Trip Transformadores (SP, 2019) e participou como uma das curadoras da exposição Paisagem Carioca (MAM-RJ, 2000). TRATAMENTO DE IMAGENS E PRODUÇÃO GRÁFICA – CLÍCIO BARROSO FILHO Fotógrafo formado pela Nikon School of Photography e em Design de Multimídia pelo SENAC-SP, trabalhar alguns anos no Estúdio Abril. A frente de seu próprio estúdio, realizou trabalhos em São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha como impressor fineart e fotografa para agências nacionais e norte-americanas. Recebeu três menções honrosas do Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Fotografia. Na área digital, ministrou cursos e palestras, no Brasil e no exterior, sendo dez sobre fotografia e tecnologia digital realizadas no Japão. É autor de 8 livros sobre tecnologia digital aplicada à fotografia. TRADUÇÃO – ANNABELLA BLYTH Tradutora pós-graduada pela Oficina de Tradução Literária/PUC-RJ e pelo Michigan Test of English Proficiency/IBEU-RJ, foi responsável pela tradução e pela versão de diversas publicações, tais como “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), “Drama & Humor”/Editora Aeroplano (2013) e “Gênese da saúde global”/Editora Fiocruz (2013). É autora de “O tradutor como Leitor”/2006 e faz parte da ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes. REVISÃO DE TEXTOS – CAMILLA SAVOIA SODRÉ AZEVEDO Profissional de Comunicação Social, formada em Jornalismo e em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e pós-graduada em produção editorial pela FGV/RJ, é responsável pela revisão de todo o material direcionado ao Ensino Médio das escolas do Grupo Eleva, além de atuar no editorial da empresa. Foi roteirista da temporada 2018 do Programa “Amor e Sexo”, exibido pela Rede Globo. Sócia-diretora da Ginga Edições, foi responsável pela revisão de diversos projetos, tais como o livro “Ritos do nascer ao parir”, da artista plástica Mana Bernardes, e o livro Guerreiro, do fotógrafo Cesar Fraga. AUDIODESCRIÇÃO – FUNDAÇÃO DORINA NOWILL Há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição gratuita de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual e para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Também oferece, gratuitamente, programas de serviços especializados à pessoa com deficiência visual e sua família, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.