| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 18459628000115 | Bayer S/A | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 02427026000146 | Aliança Navegação e Logística Ltda. | 1900-01-01 | R$ 1,3 mil |
Este documentário, de 52 minutos (média metragem), full-hd digital, irá mostrar as empresas e os projetos mais bem-sucedidos e originais e discutir com especialistas todo seu potencial no futuro próximo. O carbon free visa combater o aquecimento global e contribuir para a biodiversidade através da compensação ou neutralização de emissões de gases de efeito estufa. A técnica mais básica e comum estimula o plantio de árvores, que retiram e guardam CO2 da atmosfera. Uma viagem aérea, entre São Paulo e Londres, emite uma quantidade de gases de efeito estufa equivalente adois anos de uso de um automóvel. Empresas empenhadas em baixar suas emissões ou indivíduos mais conscientes podem pagar a mais pela passagem e uma empresa especializada se encarregará de plantar e cuidar de uma quantidadede árvores para compensar. Como ação formativa cultural, iremos realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais em escolas e instituições públicas.
Neste documentário iremos acompanhar 2 projetos que se utilizam dos créditos de carbono.O pioneiro projeto criado por Almir Suruí, uma das lideranças indígenas mais respeitadas no mundo. Em 1969, os Pater-Suruí, povo que habita o estado de Rondônia, tiveram o primeiro contato com os brancos que chegavam à região, incentivados pelos planos de colonização do governo militar. Apenas cinco anos depois deste encontro, em 1974, dos cinco mil integrantes Suruís, restavam apenas 250. Neste ano nascia Almir Suruí, que hoje em dia é o líder da resistência de seu povo. Aos 15 anos, mesmo falando com dificuldade a língua portuguesa, foi estudar Biologia na Universidade Católica de Goiás. De volta a Rondônia, diante do problema do tráfico ilegal de madeira, abundante em seu território, implantou um projeto de reflorestamento e fez acordos com a Google Maps para treinar os jovens no mapeamento e fiscalização de suas terras. Durante a reunião da COP 15 em Copenhague, em 2009, apresentou o Projeto de Carbono Suruí, ganhando o Prêmio Maia Lin e foi considerado pela revista Fast Company a pessoa mais criativa em negócios no Brasil. Mesmo sendo considerado uma celebridade internacional, a vida de Almir segue ameaçada por madeireiros. Ele é um herói dos povos indígenas que vive na Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal, Rondônia. É hoje reconhecido internacionalmente por ter tido a coragem de denunciar à Organização dos Estados Americanos (OEA), a exploração ilegal de madeira nas terras indígenas, por defender os direitos e a integridade dos Índios Isolados e por lutar contra as hidrelétricas do rio Madeira que vão afetar Terras Indígenas.Outro projeto que iremos mostrar é o Ecomapuá. Localizado a 30 horas de barco de Belém, no Pará, o projeto conserva cerca de 90.000 hectares do bioma amazônico na Ilha de Marajó, na jusante do Rio Amazonas. Os créditos de carbono são cadastrados no registro internacional Markit™ Environmental e foram aposentados para a Câmara Brasil-Alemanha. Com este exemplo, a Câmara Brasil-Alemanha contribuiu para a proteção do Clima substituindo os efeitos negativos de suas atividades pelo financiamento de ações de preservação de mata nativa. Também ouviremos especialistas no tema: ambientalistas, cientistas, pesquisadores, empresas que apoiam projetos de carbono free e empresas que negociam carbono free. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo GeralOs principais objetivos deste documentário são: mostrar ao grande público o que é o carbon free e o mercado de crédito de carbono; apontar as vantagens e as desvantagens do processo. Em um simples resumo, hoje passados quase duas décadas desde que o processo iniciou, podemos apontar benefícios e falhas: Os créditos de carbono representam a não emissão de toneladas de carbono na atmosfera. Os créditos auxiliam países que não conseguem reduzir suas emissões, mesmo que os projetos sejam realizados em outros países. Os países que recebem os créditos (hospedeiros) recebem benefícios ambientais e econômicos. Por outro lado, muitos ambientalistas acreditam que os créditos de carbono são apenas uma licença para que empresas continuem a poluir e que o valor dos créditos pode estar supervalorizado, só possibilitando a compra por nações ricas. Mas, mesmo com questionamentos, não se pode negar a importância da prática. Este documentário, vai mostar isto e alguns dos projetos que estão de fato se beneficiando do "carbon free". Objetivo Específico1) Produzir e distribuir a obra "Carbon free".2) Realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas.3) Realizar debates virtuais a respeito do tema.4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.
Crédito de carbono é um conceito, surgido a partir do Protocolo de Kyoto em 1997, que visa à diminuição dos gases de efeito estufa, que provocam diversos problemas ambientais associados as mudanças climáticas. Os créditos fazem parte de um mecanismo de flexibilização que auxilia os países que possuem metas de redução da emissão de gases poluentes a alcançá-las. Considerados a moeda do chamado mercado de carbono, os créditos de carbono representam a não emissão de dióxido de carbono à atmosfera. A cada uma tonelada não emitida, gera-se um crédito de carbono. Assim, quando um país consegue reduzir a emissão dessa tonelada, ele recebe uma certificação emitida pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), ou seja, recebe os créditos que estarão disponíveis para serem comercializados com os países que não alcançaram suas metas. O mercado de carbono existe no mundo todo e é regulado em cada país por uma legislação, como é o caso do Brasil, que o regulamenta por meio do Decreto nº 5.882 de 2006. Basicamente, o mercado de carbono é caracterizado pela venda dos créditos de carbono entre um país que os detém, ao ter reduzido sua emissão de dióxido de carbono, e um país que precisa diminuir suas emissões, mas não atingiu suas metas.A comercialização é feita segundo os modos do MDL. Esses modos podem ser: unilateral, bilateral ou multilateral.O modo unilateral corresponde ao desenvolvimento de um projeto por parte de um país em desenvolvimento, em seu próprio território. Tal projeto auxilia na redução das emissões de dióxido de carbono e, então, gera créditos que podem ser comercializados no mercado de carbono. Nessa modalidade, o valor do crédito de carbono é estipulado pelo próprio país que desenvolveu o projeto em seu território. O modo bilateral corresponde ao desenvolvimento de projetos realizados por um país desenvolvimento no território de um país em desenvolvimento, neste caso chamado de país hospedeiro. O dióxido de carbono não emitido gera créditos ao país que implementou o projeto. Nessa modalidade, os valores do mercado são decididos pelo país industrializado que implementou o projeto no país hospedeiro.Já o modo multilateral corresponde aos projetos implementados e financiados por fundos internacionais. Nessa modalidade, os valores para o comércio de créditos de carbono são estipulados pelos fundos de investimento. Esse mercado de carbono movimenta milhões em dinheiro durante o ano. Um exemplo foi citado pela Point Carbon, responsável pela divulgação de suas informações: em 2007, o mercado de créditos de carbono movimentou cerca de 40 bilhões de euros.Existem no mundo algumas bolsas de créditos, como a do Brasil, chamada Bolsa de Mercadorias do Futuro. Na América do Norte, há também a Chicago Climate Exchange e, na Europa, a European Union Emissions Trading Scheme. O Protocolo de Kyoto é resultado de diversos eventos que discutiram as questões climáticas, como a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima realizada em 1992, no Rio de Janeiro; e representa um compromisso das nações com as questões ambientais, especialmente relacionadas ao agravamento do efeito estufa.A existência desse tratado está associada à preocupação mundial a respeito das alterações climáticas observadas nos últimos anos. Essas alterações estão diretamente relacionadas com o modelo de desenvolvimento adotado pelos países, especialmente após a Revolução Industrial. O mundo presenciou uma nova fase da indústria e do modo produtivo proporcionado pela inserção de novas tecnologias, capazes de aumentar significativamente a produção e, consequentemente, dar início a uma nova era de consumo. E foi esse consumo compulsório que nos trouxe a essas condições. Quanto mais se consome, mais se produz, e quanto mais se produz, mais é preciso retirar da natureza para viabilizar a produção. Assim cada vez mais os recursos naturais foram explorados. Aumentou-se o desmatamento assim como a poluição mediante a queima de combustíveis fósseis nas indústrias. Assim, o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor somente em 2005 devido à dificuldade apresentada pelos países em ratificá-lo, estabeleceu diversas metas a fim de que os níveis de emissões fossem reduzidos (comparados aos níveis observados em 1990). O acordo apresentou metas diferentes para os países. As nações industrializadas ou desenvolvidas receberam compromissos específicos. Já as nações em desenvolvimento não receberam metas, tendo, portanto, uma participação voluntária no acordo. No entanto, já era previsto que nem todos os países conseguiriam alcançar essas metas com facilidade. Para isso, dentro do tratado, foram criados os chamados mecanismos de flexibilização, cujo principal objetivo é dar aos países um auxílio para que possam atingir suas metas, como o comércio de emissões e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Também vamos abordar neste documentário as dificuldades no percurso: um dos problemas é que, para que o sistema de compensações funcione, é preciso que haja uma contabilidade muito bem feita. É preciso estabelecer uma base, um cálculo de quanto desmatamento haveria sem compensações. É fácil manipular o sistema inflando esses números. O Brasil usa um programa de satélite que rastreia a perda de árvores em grande escala, começando com áreas do tamanho de cerca de 10 quarteirões de uma cidade. Mas há sinais de que os proprietários de terras estão desmatando áreas menores para escapar da detecção. O sistema não leva em conta outros fatores importantes, como a degradação, o desgaste de árvores por causa de incêndios e a extração de madeira. Recentemente, uma reportagem da BBC questionou como o governo do Acre podia ter certeza de que os créditos vendidos são válidos. Vera Reis, diretora executiva da agência ambiental estadual do Acre, disse que a credibilidade é "primordial" e que o país tem, sim, sistemas de monitoramento precisos, que detectam áreas menores. Fluvio Mascarenhas, analista do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo ele, o governo tentou fazer com que as pessoas valorizassem produtos florestais brasileiros, como castanha e borracha, mas o mercado não acompanhou. "O mundo está nos dizendo que temos que preservar", disse ele, "mas ninguém está nos mostrando como fazer isso." Esse tipo de problema é recorrente em projetos de compensação florestal em todo o mundo, explica a reportagem. Eles em geral têm como alvo moradores de zonas rurais que cortam árvores árvores para obter combustível ou para a agricultura, e que deixariam, em tese, de fazê-lo, mas isso só funciona se as vendas de crédito de carbono forem uma alternativa viável. Elas raramente são, diz a matéria. A borracha da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, é vendida por cerca de 2 reais o quilo, o suficiente apenas para uma xícara de café, enquanto uma vaca vale 800 reais. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Um documentário de 52 minutos com captação feita em full-hd digital (alta resolução) mostrando dois projetos de "carbono free" no norte do país, com depoimentos de cientistas, ambientalistas, economistas e empresários. A "costura" do documentário será feita por um ator-narrador, de preferência alguma personalidade reconhecidamente ligada ao tema. Produzido para exibição em tv aberta e fechada, suportes de streaming, além de de festivais e eventos ligados ao tema no Brasil e no exterior.
DocumentárioAcessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida socialAcessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas exibições em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as exibições em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. O documentário será disponibilidade por meio de DVD para as escolas e bibliotecas públicas. Como ação formativa cultural, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.
Marcos PifferFormado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU Santos, tem especialização em Gestão Ambiental, é Mestre em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Doutorando pela mesma Universidade. É professor universitário e autor de 16 livros de fotografia, entre eles Flora – Inventário particular de espécies da Mata Atlântica, Patrimônio Histórico, Cultural e Natural – baixada santista, Coffea – O café no Brasil no século XXI, Santos – Roteiro lírico e poético, Litoral Norte e Edifício Caetano de Campos. Suas fotografias integram os acervos permanentes do Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), Instituto Cultural Itaú, Banco Itaú BBA , Coleção Fnac e várias coleções particulares. Dos prêmios recebidos, é importante citar a Bolsa de Artes da Fundação Vitae, concedida em 1996, e o Prêmio Estímulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em 1995. Parte de suas imagens foi exposta várias vezes no país e no exterior. Vale destacar as exposições individuais “Coffea”, itinerante, instalada na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos (SP), e que percorreu todas as livrarias Fnac pelo Brasil; “Santos – Roteiro Lírico e Poético”, no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE); “Litoral Norte” no MAM; bem como sua participação nas exposições coletivas “Ibero-Americana 92”, em Colônia (Alemanha), e no Espaço Cultural Kultur Fabrik Esch-Sur-Alzette, em Luxemburgo. Foi editor da revista Guaiaó, em que propõe pensar a cidade de Santos (SP) através da cultura litorânea.Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Petrobras, Itaú, Bradesco, Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoTrabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadDiretor de fotografia e cinematográfico: Marcos PifferRoteirista: Cadu Machado e Fabrício GallinucciPesquisador: Matthew Garry ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.