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PRONAC 204676Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Finge que a gente foi pra Lua

Bagum Saboa Produções Cinematográfica Ltda
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-02
Término
2022-05-02
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Finge que a gente foi pra Lua" é um curta de animação, de técnica mista, de 7 min, para crianças de 3 a 6 anos, inspirado no filme Viagem à Lua, de Geoges Méliès. Além do filme, serão produzidas 5 aulas virtuais, sobre o processo de produção de uma animação desse tipo. O curta aborda a temática da imaginação infantil, as brincadeiras e habilidades manuais, da criança na primeira infância. E filme será finalizado em 2k, masterizado em DCP, para exibição em salas de cinema, bem como exportado FullHD nos formatos H264 e MOV, para distribuição em streaming.

Sinopse

Mais do que uma adaptação, o curta-metragem “Finge que a gente foi pra Lua”, é uma homenagem ao filme “Viagem à Lua”, de Georges Méliès, França, 1902. Duas crianças, uma menina de 8 anos e um menino de 4 anos brincam dentro do apartamento, usando apenas a imaginação e objetos e sucatas fazem uma grande viagem até a lua e voltam. Toda a aventura é discutida e negociada entre os dois. Assim as idéias entram e saem da história conforme são “acordadas” entre as crianças. Os personagens mudam de cara ou personalidade, passam de bandidos a heróis, conforme as crianças chegam a um consenso. Frases como “finge que...”, “agora eu era...”, “É!!!!! Daí a gente foi...” ou “Tive uma ideia” são usadas constantemente. Passam por planetas desconhecidos, conhecem seres inimigos que viram amigos, se perdem nas crateras da lua e precisam se salvar, consertam a nave em pleno espaço. Ao fim durante a viagem de volta, pegam no sono contemplando as estrelas (que na verdade são estrelinhas adesivas no teto do quarto). Dedicado ao público da primeira infância, o curta será exibido em festivais de cinema que ofereçam sessões infantis, bem como em canais na internet e TV. Além disso, o orçamento prevê ajuda de custo para a produção 5 vídeo aulas sobre produção de animação, a serem exibidas gratuitamente na Web e divulgadas em instituições tais como: escolas, bibliotecas e centros culturais de todo o Brasil. Classificação indicativa: Livre Para Todos os Públicos. Público alvo: crianças de 3 a 6 anos.

Objetivos

Objetivo Geral O curta-metragem "Finge que a gente foi para a Lua", é uma homenagem ao filme "Viagem à Lua" de George Meliés, 1902. Com 7 min de duração, para o publico de até 6 anos. Finalizado em 2k, em streaming, será exibido em festivais de cinema, e distribuído em mídias digitais e canais de TV, sendo acessível gratuitamente em todo o território nacional. O curta propõe o resgate da brincadeira puramente imaginativa da criança, da utilização de objetos do cotidiano na brincadeira, e o uso de referências artísticas e culturais que acabam permeando nossas conexões de linguagens ao longo de toda a vida. Objetivos específicos A principal janela de exibição do curta é a Web, os canais abertos de vídeo em streaming. Além disso, foram levantados cerca de 50 festivais passíveis de exibição do curta metragem, entre nacionais e internacionais, especialmente festivais de cinema infantil e cinema de animação, mas também festivais de cinema que contemplam sessões infantis. Concomitantemente ao período de festivais, o curta será amplamente divulgado nas redes sociais para ser exibido no Youtube e outros canais de streaming, e chegar gratuitamente ao alcance de qualquer criança com acesso a internet no Brasil e no exterior. Podendo ser veiculado também em canais de TVs abertas e fechadas, públicas ou privadas, tais como, Canal Brasil, TV Sesc, TV Cultura, TVE, de maneira não exclusiva. O filme será disponibilizado para veiculação em canais internos e/ou públicos dos patrocinadores. Além disso, como contrapartida social, o orçamento prevê ajuda de custo de um mínimo de 5 sessões aulas virtuais sobre o desenvolvimento de projetos desse tipo. Usando a própria produção e making of do curta para proporcionar a divulgação do conhecimento sobre a realização de projetos de animação multi-técnicas. A divulgação dessas aulas virtuais será realizada em forma de tráfego pago e orgânico em mídias sociais e mala direta, via e-mail a, pelo menos, 500 (quinhentas) instituições de ensino, centros culturais, bibliotecas em todo o território nacional.

Justificativa

A produção de "Finge que eu fui pra Lua" se enquadra no objetivo do inciso II, alínea a, do Art. 3o da Lei 8.313/91, ou seja, produção de obra cinematográfica de curta-metragem. "Finge que a gente foi pra Lua" é um curta de animação, de 7 min, para crianças de 3 a 6 anos, realizado por empresa brasileira e por equipe Brasileira (Inciso IX - priorizar o produto cultural originário do País.) Inspirado no filme Viagem à Lua, de Geoges Méliès. Mais do que uma adaptação, é uma homenagem ao mestre do cinema, cuja mais famosa obra completará 120 anos, no ano de lançamento do curta, 2022.Como nas obras de Méliès, o filme explora a fantasia, e usa as técnicas de ilusão inventadas por ele para criar os efeitos de magia. (Inciso VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;) Dois irmãos, um menino de 4 anos e uma menina de 8, brincam dentro do apartamento. Usando apenas a imaginação e objetos de sucatas fazem uma grande viagem até a Lua. Toda a aventura é negociada entre os dois durante o processo. Assim as ideias entram e saem da história conforme são combinadas pelas crianças. Não existe no roteiro uma tentativa de esconder que tudo é uma brincadeira. Desde o começo o espectador sabe e embarca na aventura com eles. O filme estimula a brincadeira livre da criança, a imaginação, o fazer artístico, a reutilização de materiais, o companheirismo entre os irmãos. (Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;) A história que vai sendo criada é uma livre adaptação do filme do Méliès sem que isso seja comentado, sem parecer que os personagens conhecem o filme, por exemplo. A autora acredita que as referências artísticas em obras infantis não precisam ser didaticamente explicadas, que esse tipo de estratégia quebra o envolvimento, e vai deixando o filme distante, virando aula. Por outro lado, as referências absorvidas ao longo da infância, quando colocadas de maneira natural (invisível), serão "descobertas" ao longo da vida desse espectador, conforme ele for encontrando outras conexões com aquelas referências. ( Inciso - VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;) O filme será realizado em animação 2d tradicional composta com Stop Motion de objetos de sucatas. As crianças e os cenários são desenhados em estilo quase infantil e pintados à lápis de cor, os objetos feitos de sucatas ou com utensílios do cotidiano, serão fotografados e animados em Stop Motion, e composto digitalmente interagindo com o 2d. (Inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;) O filme e as contrapartidas sociais ficarão disponíveis gratuitamente na internet, garantindo amplo acesso na maior parte do território nacional. (Inciso- I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Assim o Mecanismo de Incentivo para financiamente para realização deste projeto se justifica especialmente nos incisos I, IV, VII, VIII, IX do Art 1o da lei 8.313/91.

Especificação técnica

O curta “Finge que a gente foi pra Lua” tem aproximadamente 7 minutos, classificação indicativa Livre e público alvo de 3 a 6 anos. E será finalizado 2k, masterizado em DCP, para exibição em salas de cinema, bem como exportado nos formatos H264 e MOV, para distribuição em streaming. Todas as versões contarão com legendas descritivas, áudio descrição e libras. Também serão disponibilizadas versões com legenda em inglês. Como contrapartida social, serão desenvolvidas 5 vídeo aulas sobre a produção e realização de filmes desse tipo, sobre as técnicas de animação utilizadas no curta, etc. Esses vídeos serão disponibilizados gratuitamente em canais de streaming na internet, bem como divulgados em redes sociais e através de malas diretas por email.

Acessibilidade

A produção deverá contemplar a acessibilidade de conteúdo tanto do filme, quanto das aulas virtuais (contrapartida). O primeiro por meio de realização de legendas descritivas, tradução em libras, e áudio descrição. E as aulas por meio de tradução em libras, por não se tratar de um conteúdo artístico, julgou-se desnecessário os outros tipos descrição. Serviços estes previstos no orçamento do projeto. O acesso físico fica a cargo dos festivais e mostras aos quais será submetido.

Democratização do acesso

A distribuição do curta será ampla e gratuita em todo o território nacional. Estando para livre acesso em canais de streaming na internet, (Youtube e outros que venham a ser negociados), e em canais de TV aberta de programação infantil, irrestritamente, de acordo com futuros interesses e negociações com canais. Também deverá ser amplamente divulgado entre as instituições de ensino público em todas as unidades da federação, para ser apreciado e utilizado como suporte didático para pais e educadores da primeira infância em todo o país. Além disso, o orçamento prevê ajuda de custo para a produção, como contra-partida social, de 5 vídeo-aulas sobre produção de animação, a serem exibidas gratuitamente na Web (Youtube) e divulgadas em instituições tais como: escolas, bibliotecas e centros culturais de todo o Brasil. Cada produto será lançado e divulgado com um tempo entre eles. Assim se atinge tanto o público de remarketing, quanto um público novo (interesse, lookalike, canais, etc), aumentando progressivamente o público, e a divulgação orgânica. Um profissional de SEO deve desenvolver as estratégias de anúncios digitais, elaborando um plano de tráfego orgânico e outro de tráfego pago. Além disso serão levantadas cerca de 500 instituições públicas de ensino, bibliotecas e centros culturais, em todo país, para envio de convite com link para o curta e as aulas. Esse convite deve alavancar o tráfego orgânico espontâneo entre o público alvo (crianças de 3 a 6 anos, seus pais e educadores). Espera-se com essa divulgação o alcance de, pelo menos 50.000 visualizações do curta no canal oficial do Youtube, e de 1.000 visualizacões dos vídeo-aulas sendo 200 para cada temática. Sendo que não haverá nennhum tipo de cobrança do público para essas visualizações, nem do curta, nem dos "vídeo-aulas" Cada vídeo aula terá entre 5 e 10 minutos de duração, com esplanação simples para público leigo, especialmente jovens da rede pública, e serão organizados nos seguintes temas: Aula 1: Roteiro Aula 2: Storyboard Aula 3: Dublagem e Animatic Aula 4: Técnicas de Animação Aula 5: Edição

Ficha técnica

Bagum Saboa / Érica Valle – Idealizadção, Roteiro, Direção, Produção, Animação Stop Motion e Edição. A fim de viabilizar a realização do curta, a Bagum Saboa Produções Cinematográficas LTDA-ME irá realizar, através de seus sócios dirigentes, algumas etapas do projeto “Finge que a gente foi pra Lua”, de maneira voluntária e/ou remunerada abaixo dos padrões de mercado. Realizará os serviços aos quais têm experiência e vocação. Sendo assim, além de Diretora Geral (de maneira voluntária) a sócia administrativa Érica Valle irá se dedicar à função de Coordenadora de Produção mediante cachês simbólico dividido em 4 momentos ao longo da produção: Pre-produção - abrangendo as etapas de planejamento e contratações; Produção – abrangendo todo o acompanhamento de projeto e desenvolvimento; Pós-produção - abrangendo toda a logística da realização dos estúdios envolvidos com a música, sonorização, finalização de imagem e masterização; Divulgação e distribuição – abrangendo o planejamento e negociações para divulgação do curta em streaming, e produção das aulas virtuais. A empresa produtora arcará com toda despesa de produção não discriminada no orçamento. Érica Valle acumula vasta experiência como animadora Stop Motion e finalizadora, tendo no filme “Primeiro Movimento” (Petrobras, 2006), desenvolvido uma técnica que une essas duas etapas de maneira bastante autoral, e que será aplicada agora. Esse filme, inclusive, já foi uma elaboração da técnica de Animação 2d Tradicional com Stop Motion de objetos, desenvolvido pela diretora. Érica Valle também acumula experiência em montagem e finalização de projetos de animação, assim, realizará as etapas de Animatic e Edição do curta. Fará esses serviços mediante cachês simbólicos. Currículo resumido de Érica Valle Érica Valle formou-se em Imagem e Som, pela UFSCar, em 2004. Desde então trabalha no mercado de animação como diretora, produtora, animadora e finalizadora. Foi diretora, produtora e animadora no premiado curta “Primeiro Movimento”, em 2006, contemplado pela Petrobras Cultural. Como animadora stop motion vem trabalhando para cinema, publicidade e televisão, em projetos tais como “Historietas Assombradas para Crianças Mal-Criadas” (Curta que deu origem a série), A Traça Teca (Curta que deu origem ao longa), “Menino Muito Maluquinho”, “Hoje é Dia de Maria 2”, “Criança Esperança 2012” (inserções de animação Stop Motion do Didi). Animou durantes um ano e meio o longa “Teca e Tuti – Uma noite na biblioteca”, sob a direção de animação de Fernando Miller. Foi uma das animadoras da série “Angeli – The Killer”, sob a direção de Cesar Cabral. Desde 2017 até 2020 foi umas principais animadoras do longa-metragem “Bob Cuspe, A gente não gosta de gente”, também sob a direção de Cesar Cabral, na Coala Filmes. Atualmente é animadora sênior na 2a temporada da série “Angeli, the Killer” Foi produtora executiva e diretora de produção de diversos curta-metragem, tais como, Calango Lengo (dir. Fernando Miller, MinC, 2009), Como se fosse ainda (dir. Érica Valle, MinC, 2010) , “Furico e Fiofó” (dir. Fernando Miller, RioFilme, 2011), “Meu corpo, meu mundo” (dir. Érica Valle e Fernando Miller, FIOCruz, 2008) e “Estufa” (dir. Érica Valle e Fernando Miller, MinC e MMA, 2012). Também produziu junto a empresa Bagum Saboa o desenvolvimento de série “Crônicas de Caixa-Prego”, contemplado no FSA, em fase de busca por parcerias. Foi finalizadora de todos os curtas que produziu. E também é montadora e finalizadora de mais de uma dezena de curtas de animação realizados pelo Instituto Marlin Azul, em Vitória - ES, desde 2007 até hoje. Bagum Saboa / Fernando Miller – Roteiro, Storyboard, Animação 2d, Desenho de Cenários Fernando Miller é também sócio da Bagum Saboa Produções. co-escreveu o roteiro e elaborou os desenhos de personagens, vai desenvolver o Storyboard detalhado de “Finge que a gente foi pra Lua”. Além disso, realizará as etapas de Animação 2d e Desenho de Cenários, com cachês abaixo do custo de mercado. Currículo resumido de Fernando Miller Em 2019, a carreira de Fernando Miller foi prestigiada com uma homenagem no maior festival de animação do Brasil, o ANIMA MUNDI, o qual realizou uma sessão dedicada exclusivamente ao seu trabalho. Fernando Miller é animador 2D e cineasta de animação por profissão e paixão há mais de 20 anos. Tendo atuado junto a alguns dos principais estúdios de animação do país, (Campo 4, Toscographics, Rocambole, 44 toons, Split, Marão Filmes, O2, Coala Filmes, etc), fazendo trabalhos para publicidade, televisão, filmes de longa-metragem ou curtas independentes. Foi diretor de animação de dois longa-metragens (“A Traça Teca”, em execução. E “Osmar, a primeira fatia do pão de forma, 2019). É autor dos premiados curtas "Calango Lengo - Morte e Vida sem ver água", 2008 (que tem milhões de visualizações no Youtube, bem como milhares de compartilhamentos em redes sociais), e "Furico e Fiofó" (2011). Em ambos acumulou as funções de diretor, diretor de arte, roteirista e animador. Alessandro Monnera – Intervalador e Arte finalista da Animação 2d Alessandro Monnerat, trabalha há 20 anos em animação, recentemente se dedica principalmente à animação 2D. Autônomo, já trabalhou em alguns estúdios de animação carioca, como Toscographics, Marão Filmes, Campo 4 e 2D Lab, participando de produções comerciais e institucionais de clientes como Rede Globo de Televisão, Xuxa Produções, Animamundi, entre outros. Destacam-se as participações nas seguintes produções autorais: Curta Metragem “Calango Lengo – Morte e Vida Sem Ver Água”, de Fernando Miller (10min, Campo 4) Função: Animação de Efeitos, Finalização e Edição Curta Metragem “Josoé e Pé de Macaxeira”, de Diogo Viegas (12min, Viegas Estúdio/ Campo 4) Função: Animação de Efeitos, Finalização e Edição. Série Animada “O Quarto do Jobi”, de Andrés Lieban (2D Lab) Função: Animação e Intervalação. Curta Metragem “Desentralha”, de Maurício Castaño (11min, 2D Lab) Função: Animação e Intervalação Piloto de Série “Corta”, de Andrés Lieban (3min, 2D Lab/ Universal Channel) Função: Rigging 2D Série Animada “O Sítio do Pica-Pau Amarelo”, de Humberto Avelar (56x10min, 2D Lab/ Mixer/ Rede Globo) Função: Animação e Rigging Série Animada “Laurinha”, de Thomas Larson (Usinanimada). Função Animação e Intervalação. Série Animada “Historietas Assombradas Para Crianças Malcriadas”, de Vitor-Hugo Borges (56x10min, Copa Studio/ Glaz Cinema) Função: Animação e Rigging 2D.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.