| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 360,0 mil |
| 58119199000151 | Odontoprev S/A | 1900-01-01 | R$ 220,4 mil |
Um documentário de 52 minutos (média-metragem), full-hd digital, que acompanha o trabalho de três diferentes profissionais: uma geóloga que trabalha embarcada na Bacia de Campos, um oficial da marinha brasileira que comanda uma fragata de vigilância costeira, um biólogo que atua no arquipélago de São Pedro e São Paulo. Além da vida no mar, o que une estas pessoas é o trabalho que desenvolvem fornecendo dados para o reconhecimento internacional da Amazônia Azul. Desde 2004 o Brasil reivindica junto à CLCS, a extensão dos direitos econômicos da nossa faixa marítima. São 2,1 milhões de km² a mais, o que elevaria as dimensões do espaço marítimo brasileiro para 5,7 milhões de km². Neste documentário, vamos conhecer o que é a Amazônia Azul, quais são os seus limites geográficos, sua importância e o impacto que ela poderá trazer para a economia brasileira no futuro.Como ação formativa cultural, iremos realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais em escolas e instituições públicas.
Declarado parte do Brasil em 1982, durante a Convenção das Nações Unidas sobre os direitos do mar, o território correspondente à Amazônia Azul é formado por quase 4,5 milhões de km². A área oceânica, que cobre boa parte do Brasil, é ainda formada por mais de três milhões de km² de Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e mais 950 mil km² de plataforma continental. Este documentário irá apresentar a Amazônia Azul e introduzir o assunto na sociedade, uma vez que muitas pessoas desconhecem o tema. A narrativa será estruturada e conduzida a partir do acompanhamento do trabalho de nossos três personagens principais: uma geóloga, um oficial da marinha e um biólogo. São as experiências de vida deles no mar que nos levam, inclusive aos depoimentos de outros especialistas como historiadores, diplomatas, cientistas, economistas, entre outros. O documentário também fará um apanhado histórico da relação do Brasil com o mar, ao longo de sua formação histórica. E ainda, abordará a intrincada estratégia diplomática que o país vem fazendo nas últimas décadas para garantir o nosso direito sobre a região. Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo geralSegundo dados da Marinha brasileira, "há uma outra Amazônia, cuja existência é, ainda, tão ignorada por boa parte dos brasileiros quanto foi aquela por muitos séculos.Trata-se da Amazônia Azul que, maior do que a verde, é inimaginavelmente rica. Seria, por todas as razões, conveniente que dela cuidássemos antes de perceber-lhe as ameaças." Declarado parte do Brasil em 1982, durante a Convenção das Nações Unidas sobre os direitos do mar, o território correspondente à Amazônia Azul é formado por quase 4,5 milhões de km². A área oceânica, que cobre boa parte do Brasil, é ainda formada por mais de três milhões de km² de Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e mais 950 mil km² de plataforma continental. Tão importante como a área verde, a Amazônia Azul movimenta fortemente a economia brasileira. Em 2014, aproximadamente 1,6 bilhões de barris de petróleo foram retirados por dia da Amazônia Azul, o que correspondia, à época, a US$ 35 bilhões por ano. Além disso, o transporte marítimo aparece como uma importante ferramenta para o desenvolvimento sustentável do país. Aproximadamente 95% do comércio exterior (incluindo importações e exportações) ocorrem pelo mar, movimentando centenas de bilhões de dólares por ano. A pesca também é forte fonte de renda, alimentos e empregos em toda extensão da costa do país. Outros segmentos que se beneficiam com a Amazônia Azul são o turismo e o lazer. Cruzeiros nacionais e internacionais são favorecidos graças ao vasto litoral, além de ser também muito bem aproveitado por esportistas aquáticos. Protegida e preservada pela Marinha do Brasil, a costa oceânica tem fiscalização e a manutenção dificultadas devido à enorme extensão do litoral. Por isso, é preciso realizar esforços conjuntos para que o território marítimo não seja impactado negativamente pela exploração de seus recursos biológicos. Programas governamentais que buscam a participação das comunidades costeiras são uma forma de preservar a Amazônia Azul. Dessa forma, alia-se a inclusão social e o desenvolvimento sustentável no litoral. Podemos afirmar que o principal objetivo deste documentário é apresentar a Amazônia Azul e introduzir o assunto na sociedade, uma vez que muitas pessoas desconhecem o tema. Objetivo específico1) Produzir e distribuir a obra "Amazônia Azul".2) Realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas.3) Realizar debates virtuais a respeito do tema.4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.
O Brasil é um país de dimensões continentais e litorâneo, que possui além do seu território terrestre o direito e domínio sobre territórios marinhos. São 8.514.877 km² de território terrestre, mas o que pouca gente sabe é que nosso país possui também um extenso território de aproximadamente 3,6 milhões de quilômetros quadrados de mares. É um país, costeiro voltado para o Oceano Atlântico, que possui 10,8 mil km de linha de costa e, se contabilizadas a forma real da costa brasileira com todas as reentrâncias naturais, essa extensão chega a aproximadamente 514 mil km, ao longo de 17 estados litorâneos. Esse extenso litoral, aliado à sua posição geográfica, dá ao Brasil uma importante posição política e estratégica. Qual deve ser a extensão, mar a dentro, que um país costeiro pode ter sob seu domínio? De onde vem essa importância territorial dos mares? Que parcela desses mares nos pertence como território? No senso comum, os mares costeiros são apenas o conjunto de águas mais próximas dos litorais, onde ocorrem as atividades econômicas, esportivas e culturais. Porém trata-se de uma extensão demarcada e muito maior. A definição dessa extensão é estratégica e combina várias atividades de interesse dos estados. Ou seja, o mar territorial é uma extensão da imensidão oceânica abrangida por um território determinado e regida por direitos sobre os recursos naturais nela contidos. Recursos que se distribuem em distintos ambientes aquáticos, do solo e subsolo marinhos. O Brasil sempre esteve ligado ao mar na história da sua formação territorial. Dotado de uma extensa zona costeira, como vimos, foi pelo mar que o país foi colonizado a partir do século XVI. Há indícios de que, ao longo de sua história, outros povos também aqui chegaram pelos mares, desde tempos pré-históricos. As ocupações indígenas, particularmente o povo Tupi, também se instalaram na zona costeira e, ao longo dos séculos subsequentes, o mar sempre teve importância nas atividades econômicas. Grandes cidades brasileiras se localizam na zona costeira e quase metade da população brasileira vive a menos de 200 km do mar. Os mares são fontes de alimentos para a humanidade há milhares de anos. É por mares que as redes de mercadorias exportadas e importadas navegam, e é também desses que o país obtém recursos energéticos como gás e petróleo. O mar territorial brasileiro é considerado estratégico e fundamental para o desenvolvimento econômico. Estudos científicos advindos dos ambientes marinhos comprovam a ocorrência de uma ampla gama de recursos naturais. Os oceanos são considerados, de diversas formas, como fonte de alimentos (pesca e atividades correlatas) de energia renovável (marés, ondas, gradiente térmico), de combustíveis fósseis (óleo e gás), de minerais de valor econômico apreciável (diamante e ouro), de materiais para construção (cascalho e areia), de fertilizantes (fosfatos) e de outros produtos químicos (sal) e medicinais (algas). Utilizamos igualmente o mar de outras maneiras, como: ligadas aos aspectos turísticos (vela, natação, mergulho e pesca esportiva), como vias navegáveis para o comércio e espaço para instalação de outros dispositivos (cabos submarinos e oleodutos) e finalmente como bacias captadoras de tantos rejeitos. Os limites da faixa de mar territorial brasileira foram fixados inicialmente em três milhas em meados do século 19. Em 1969, o governo brasileiro estendeu esses limites para 12 milhas marítimas, medidas a partir da linha de baixa-mar. Posteriormente essa largura foi expandida para 200 milhas marítimas na década de 1970. Nessa época, o tema teve ampla repercussão nacional, com a participação ativa de segmentos da sociedade na defesa de um território marinho brasileiro expandido, como símbolo de pertencimento nacional. As definições de largura do mar territorial são convencionadas internacionalmente, pois estados nacionais disputam os recursos naturais oceânicos. Conforme esses acordos, os países definem como vão explorar a faixa de mar territorial. Em 1982, foi celebrada a Convenção das Nações Unidas. Definir a faixa de domínio territorial não é simples. Somente depois de longas e ásperas disputas em torno da largura máxima do mar territorial e da delimitação de outros espaços marítimos foi possível a assinatura pelos estados da versão final da CNUDM, que adotou para o Brasil um mar territorial com largura máxima de 12 milhas marítimas, contadas a partir das linhas de base, e criou o conceito de zona econômica exclusiva (ZEE), de no máximo 200 milhas marítimas, contadas da linha de base, ou seja, 188 milhas para os Estados que estabeleceram um mar territorial de 12 milhas marítimas. Isso ocorreu em 1994, ou seja, o Brasil viu reconhecidas as 200 milhas que pleiteava há décadas. Agora pretende alargar essa faixa, considerando os limites físicos da plataforma continental. A importância deste reconhecimento e o pouco conhecimento do mesmo por grande parte da nossa população, já justificam a realização deste documentário. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Documentário de 52 minutos com captação feita em full-hd digital (alta resolução) a narrativa é conduzida somente pelos personagens e pelas situações por eles vividas em sua rotina diária.Os depoimentos de especialistas serão inseridos com estes interagindo com os personagens. Será realizado para exibição em tv aberta e fechada, além de festivais e eventos ligados ao tema no Brasil e no exterior.
Documentário Acessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida social Acessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas oficinas em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as exibições em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. Como contrapartidas sociais, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A oficina terá uma duração, em média, de até duas horas e serão realizadas até três oficinas. As escolas serão definidas durante a execução do proejto e também, assim que existir algum tratamento em relação a pandemia da Covid-19. A proponente preza pela saúde de todos os seus profissionais e de todos os terceiros envolvidos com/no projeto. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.
Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At&t, General Motors, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Fabrício GallinucciEconomista pela PUC-SP e cineasta pela FAAP-SP, Fabrício Gallinucci atuou na coordenação de planejamento financeiro e na controladoria de grandes multinacionais (Gillette do Brasil, PepsiCo. do Brasil), até migrar em 2010 para a produção audiovisual. Entra para o time da Gullane Filmes onde participa da reestruturação administrativo-financeira da produtora e cria relatórios de retorno de projetos audiovisuais. Ao mesmo tempo, atua como Consultor em Planejamento para a SIAESP, onde concebe ferramentas de análise do cinema paulista e nacional, pesquisa métodos e políticas públicas audiovisuais do mercado cinematográfico americano, europeu e asiático e desenvolve modelos comparativos de performance comercial para longas-metragens. Em 2012, funda a Perigo Filmes, atuando na produção de filmes publicitários, curtas e longas até especializar-se em roteiro e direção de documentários. Vence em 2017 a Medalha de Prata do Festival Cinefoot com o longa “Vai Guarulhos!”, sobre um time de futebol à beira da falência. Atualmente, roteiriza e produz em parceria com a Globo News o documentário “Artéria China”, sobre o polêmico e atordoante comércio de soja entre o Brasil e o gigante asiático. Cadu MachadoMe chamo Cadu, tenho 30 anos, moro em São Paulo e sou um apaixonado por contar histórias. Trabalho como roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de cena. Além disso, já tive um bar, um food truck, uma empresa de eventos e meia dúzia de kombis antigas das mais variadas cores e estilos. Fui criado Guarulhos, o maior subúrbio da América Latina, e morei por um período em Oxford, na Inglaterra, depois mais um tempinho com índios ashaninkas no Acre, além de um período no Jalapão, e outro em New York City. Essa mistura me trouxe uma visão de mundo muito particular. Desde 2009 trabalho com audiovisual e teatro, exercendo quase todas as funções possíveis, mas sempre com foco em criação de dramaturgia e direção de cena. Fui colaborador, entre outros, da telenovela vencedora do Emmy "Malhação - Viva a diferença", de Cao Hamburguer e em "Sessão de Terapia", a versão brasileira do sucesso internacional "In treatment". No mais, escrevi diversos realities shows, curtas e longas metragens (doc e ficção), além de atuar como dramaturgo em grupos de teatro e produzindo textos para comediantes stand-up. Trabalhei como criativo e produtor de conteúdo em diversas produtoras como Delicatessen, Perigo Filmes, Moonshot Pictures e Endemol Shine e com redação publicitária para clientes como Idea!Zarvos e Unillver. Tenho uma carteira de projetos com diversas séries e longas metragens, além de peças e formatos de reality shows e programas factuais. Cristiane BalleriniCom formação em Rádio & TV e jornalismo, Cristiane é roteirista, pesquisadora e editora de séries e documentários para TV e plataformas digitais. Seus trabalhos mais recentes foram as séries Itinerários do Olhar, dirigida por Lauro Escorel para o Canal Brasil; e Mar Brasil, produzida pela Ocean Films, exibida pela Band News e pelo Canal Futura. Para a TV Globo, foi roteirista e editora da série Expedição Campo, grandes reportagens sobre sustentabilidade e agricultura. Como pesquisadora foi diretora de pesquisa da pioneira Gente que faz, série de miniprogramas exibidos pela TV Globo que revelou personagens de todo o país. Colaborou com inúmeros projetos como o documentário Galáxias, de Fabiano Maciel e o documentário Macunaíma, produzido pelo Centro de Vídeo do SESC. Esteve à frente do Núcleo de Criação de novos programas do Canal Futura e escreveu dois livros para coleção Aplauso, com entrevistas e análises sobre os filmes de cineasta Roberto Gervitz. Atua também como desenvolvedora e consultora de projetos. Fabiano MacielDiretor e roteirista de documentários e programas de televisão. Seus trabalhos mais conhecidos são: OSCAR NIEMEYER, A VIDA É UM SOPRO (2005) Longa-metragem sobre a vida e a obra do arquiteto brasileiro. Projeto premiado pelo BNDES. Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. CARRAPATEIRA NÃO TEM MAIS CIÚMES DA APOLO 11 (2004) Documentário sobre a vida de uma cidade no interior da Paraíba. Exibido na Mostra Internacional de documentários do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no Mini-Input, de Santiago do Chile. VAIDADE (2003) Documentário sobre revendedoras de cosméticos na Amazônia, Prêmio Petrobras de Roteiro (2001) e menção honrosa da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (2002). MOÇAMBIQUE (1996) Documentário sobre a reconstrução do país após trinta anos de guerra civil. Em 2019 estreia seus novos trabalhos: SAMBALANÇO, A BOSSA-NOVA QUE DANÇA, longa-metragem documentário, co-produção com TV Zero, Telenews e Canal Brasil, que conta a história dos músicos Ed Lincoln, Durval Ferreira e Orlandivo. TRANSAMAZÔNICA,UMA ESTRADA PARA O PASSADO, série de 6 documentários produzidos para a HBO sobre a mítica estrada construída durante a ditadura militar. Equipe TécnicaDiretor geral: Pedro Fernandes SaadRoteirista: Cadu Machado e Fabrício GallinucciPesquisador: Cristiane Ballerini e Matthew Garry ShirtsDiretor de produção: Fabiano Maciel Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.