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PRONAC 204707Apresentou prestação de contasMecenato

Formiga - Toda história tem endereço

BUSHIDO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 186,1 mil
Aprovado
R$ 186,1 mil
Captado
R$ 105,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

56.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-02-01
Término
2022-03-31
Locais de realização (1)
Formiga Minas Gerais

Resumo

Edição e publicação do livro "Formiga _ Toda história tem endereço", com histórias, depoimentos, pesquisa e imagens sobre Formiga (MG), e realização de palestra como contrapartida social.

Sinopse

O livro Formiga - Toda história tem endereço apresentará narrativas visuais e textuais sobre o município de Formiga, resgantando sua memória, identidade coletiva e histórias. Será formado por uma introdução, apresentando a história da ocupação do território mineiro, a picada para Goiás e fundação do arraial, e por capítulos focados em determinados "endereços" da cidade, pelos quais será contada a história contemporânea, tanto do local como do seus moradores.

Objetivos

Objetivos Gerais Editar e publicar o livro "Formiga _ Toda história tem endereço", promovendo a democratização do acesso à cultura por meio da publicação de livro de valor artístico, literário e humanístico. Objetivo Específicos Produzir e distribuir 2.500 livros. Realizar duas palestras em escolas como contrapartidas sociais.

Justificativa

O município de Formiga, na região Centro-Oeste de Minas Gerais, é um dos mais tradicionais do Estado. Cantada em seu hino como sendo a "Princesa D’Oeste", Formiga já chamava a atenção no primeiro quarto do século 19. O naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire passou pelo então "Arraial de Formiga", localizado "perto do rio que tem seu nome, em um grande valle limitado por collinas cobertas de pastagens e bosques", em 1819. No relato de sua "Viagem ás Nascentes do Rio São Francisco e pela Província de Goyaz", Saint-Hilaire descreveu a intensa atividade econômica do arraial: Localizada ás portas do Sertão, Formiga faz um commercio consideravel com essa zona. Os marchantes entretêm relações directas com o Rio de Janeiro; enviam para o interior do Sertão o sal, o ferro e outras mercadorias. (...) Os proprios arredores de Formiga produzem muito algodão; mas são os porcos que, como já disse, constituem a principal riqueza do districto. Cria-se em quantidade até mesmo nas menores fazendas; os mercadores os compram e enviam em varas á capital do Brasil. Como a região é muito comercial e ahi passam continuamente caravanas provenientes de Goyaz ou do Sertão, todas as mercadorias se vendem facilmente (...). Também o pioneirismo faz parte da história formiguense. Vindo de trem até Itapecerica e seguindo em carros de boi, chegou à cidade em 1897 o primeiro aparelho de raio-x da América do Sul. O médico José Carlos Ferreira Pires tomou conhecimento da invenção, divulgada menos de dois anos antes, e adquiriu o equipamento, importado da Alemanha. Na ocasião a cidade sequer era abastecida por energia elétrica e o aparelho era alimentado primeiro por baterias rudimentares, depois por um motor a gasolina que funcionava como gerador de energia. Em 1898 Lauro Müller, que viria a ser governador de Santa Catarina e Ministro das Relações Exteriores e dos Transportes foi submetido à primeira radiografia feita pelo Dr. Ferreira Pires _ patrono da cadeira número 34 da Academia Mineira de Medicina. Estas narrativas, histórias e personagens guardam relação com pontos geográficos determinados da cidade. A Avenida Brasil, a Unifor, o Cristo Redentor, a Estação Ferroviária, o posto da BR, a praça e a Matriz S.Vicente Férrer, o Country Club e o Centenário, Furnas, o Terminal Rodoviário, a Merci Brasília, o Parque de Exposição e muitos outros endereços guardam as memorias da cidade, elaboradas ao longo de décadas. Cada morador tem uma história para contar de um desses locais e esse conjunto de histórias oferece um panorama rico e diverso da Cidade. A execução de um projeto deste porte, em um município do interior, com limitado acesso à Cultura, é inviável sem o apoio de políticas públicas de fomento. Por estas razões, acreditamos que a iniciativa está em consonância com os seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Acreditamos também que, por se tratar de um livro de valor humanístico, literário e artístico, com rica pesquisa histórica revelando a importância desses espaços para a formação da identidade e cultura brasileira, acompanhado pelo registro fotográfico de qualidade artística, o projeto atende aos objetivos do artigo 3º da referida lei ao fomentar a produção cultural e artística por meio da: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

Miolo Formato 21 x 27 cm (fechado) Cores: 4 x 4 Páginas: 168 pgs Papel: couche fosco Laminação Capa: dura Cores: 4 x4 Laminação Luva Cores: 4x4 Laminação Guarda Cores: 4 x 4 Laminação

Acessibilidade

Livro Acessibilidade física - não se aplica. Deficientes auditivos - não se aplica. Deficientes visuais - Em consonância com o inciso V do artigo 3º da Lei 13.146 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), será disponibilizada gratuitamente, em um endereço a ser divulgado, uma versão do livro em áudio-book (meios de voz digitalizados). A geração do áudio-book será feita com a utilização de ferramentas online ou softwares de uso gratuito, eliminando a necessidade de prever rubricas para o custeio dessa etapa do projeto. Palestra (contrapartida social) Acessibilidade física - A palestra será realizada em local adaptado para receber o público com necessidades especiais, com rampas e/ou elevadores de acesso e locais para permanência de cadeirantes, assim como sinalização adequada. Deficientes auditivos: Será disponibilizado um tradutor de libras. Deficientes visuais: A palestra não utilizará recursos visuais e, portanto, não se aplica. Caso necessário, entretanto, o conteúdo visual será disponibilizado em formato de locução.

Democratização do acesso

Conforme o Artigo 21 da Instrução Normativa no 2/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto propõe como medidas de democratização do acesso: Livro I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Palestra (contrapartida social) IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

BUSHIDO PRODUÇÕES: O proponente será remunerado pela rubrica coordenação geral CONRADO MOREIRA: Coordenação editorial NITRO NARRATIVAS VISUAIS: Fotografia Artística CURRÍCULOS RESUMIDOS Bushido Produções:A Bushido Produções tem ampla experiência no segmento editorial, bem como na produção e gestão de projetos culturais de outras naturezas, contando com os códigos da CNAE relacionados à Edição de Livros (58.11-5-00) e ao Ensino de Arte e Cultura (85.92-9-99), entre outras atividades. O sócio-diretor da Bushido, Guilherme Aragão, tem em seu portfólio dois livros inscritos como pessoa física, aprovados, captados, executados e com as contas prestadas junto ao Ministério da Cultura: Futebol e Arte (Pronac 122086) e Anos Olímpicos (Pronac 1012712). Além disso, atuou na publicação dos livros Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3) e Peirópolis: o Vale dos Dinossauros brasileiro (ISBN 978-85-69628-08-8), entre outras obras recentes. Guilherme Aragão é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em História do Brasil Pós-30, pelo Centro Universitário Newton Paiva, e Gestão de Projetos Editoriais e Multimídia (em conclusão) pelo Centro Universitário UNA. Atuou por mais de 15 anos como jornalista, repórter e editor, reportagens nas áreas de cultura, cidades, arquitetura e educação. Conrado Moreira: Conrado Moreira é graduado em Comunicação Social (Relações Públicas) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013) e pós-graduado (MBA) em Projetos Editoriais Multimidiáticos pelo Centro Universitário UNA (2017). Desde 2010 atua como pesquisador, redator e editor de projetos culturais e editorais desenvolvidos por órgãos públicos, empresas privadas e entidades do terceiro setor. Foi gestor de projetos editoriais e de extensão na Agência de Comunicação Solidária da UFMG (2010 e 2011) e pesquisador e redator de três edições do Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha (2011). O almanaque reuniu causos, contos, lendas, poesias e curiosidades de diversas cidades do Vale do Jequitinhonha. Ganhou o prêmio nacional na categoria ?Projeto de Comunicação para o Terceiro Setor?, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2012).Entre 2012 e 2016 foi produtor executivo da ONG Orquestra Jovem das Gerais. Lá coordenava, na equipe de Comunicação, a produção de conteúdo editorial e jornalístico, por meio da pesquisa, apuração, redação e edição de textos, monitorava a avaliação das atividades do projeto junto aos parceiros e patrocinadores e auxiliava na produção de concertos e outros eventos. Foi responsável pela produção dos textos do livro Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3) e atuou na produção editorial do livro Rio Paisagem Cultural (ISBN 978-85-63325-15-0), entre outras publicações. Nitro Narrativas Visuais: A Nitro surge em Belo Horizonte no ano de 2003 como uma agência clássica de fotografia. Ao longo do tempo eles descobriram a vocação que tinham para contadores de histórias. Atualmente é formada pelos fotógrafos Marcus Desimoni, Bruno Magalhães, Leo Drumond, João Marcos Rosa e o jornalista Gustavo Nolasco. Entre suas produções está o livro Os Chicos (2011), vencedor do Prêmio Jabuti na categoria fotografia. O projeto “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico” (2012) é um manifesto multicultural pela valorização da memória das cidades, e a agência se firma como uma produtora de conteúdo e de desenvolvimento de projetos. E "Região do Queijo Canastra” (2015), uma websérie de 25 capítulos rotereizada, produzida e editada pela NITRO, coloca a empresa entre as maiores produtoras de storytelling do país, asssumindo sua capacidade de produção para todas as formas narrativas.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.