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PRONAC 204720Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Bianual IAC 2022/2023

INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORANEA
Solicitado
R$ 2,33 mi
Aprovado
R$ 2,38 mi
Captado
R$ 1,85 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (12)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07256507000150Itauseg Participações S.A1900-01-01R$ 600,0 mil
61557039000107ITAU SEGUROS S/A1900-01-01R$ 300,0 mil
32588139000194J.P. MORGAN CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil
19749539000176VERDE ASSET MANAGEMENT S.A.1900-01-01R$ 155,0 mil
62232889000190Banco Daycoval S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
***674717**José Olympio da Veiga Pereira1900-01-01R$ 100,0 mil
33987793000133Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S/A1900-01-01R$ 100,0 mil
***202647**Sylvia Maria da Glória de M. F. Nabuco.1900-01-01R$ 52,0 mil
05832580000105CREDIT SUISSE CONSULTORIA DE INVESTIMENTOS LTDA.1900-01-01R$ 50,0 mil
***747808**LUCIANA MAURICIO CARDOSO WEVER1900-01-01R$ 30,0 mil
***198117**Patrícia de Moraes1900-01-01R$ 6,0 mil
***447048**Olavo Egydio Setubal Junior1900-01-01R$ 5,0 mil

Eficiência de captação

77.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-24
Término

Resumo

O plano anual de 2021 do Instituto de Arte Contemporânea _ IAC dará continuidade à valorização, difusão e memória da arte contemporânea brasileira, com foco nas suas atividades, para a preservação e divulgação de Arquivos Pessoais de artistas contemporâneos. O instituto atuará com ações voltadas a higienização, acondicionamento, digitalização, catalogação e disponibilização integral desta base de dados e realizará ações de fomento, através da exibição do acervo dos artistas em três exposições com suporte educativo e catálogos.

Sinopse

Em 2021, o Instituto de Arte Contemporânea irá promover três exposições. O maior objetivo de tais exposições está na possibilidade de expandir a visibilidade do conteúdo dos acervos do IAC por meio da presença do público em geral e ampliar a compreensão do processo produtivo dos artistas que fazem parte da coleção através dos olhares dos curadores convidados. Antonio Dias – Arquivo / o lugar do trabalho - probjetos e enigmagens Curadoria: Gustavo Motta Exposição: O princípio-motor da refuncionalização é um fio vermelho que perpassa a produção artística de Antonio Dias. Assim, premissas, consensos e estilos artísticos são apropriados e dotados de nova função, em conflito aberto com a usual: em seus trabalhos, o suposto espaço bidimensional-contemplativo da pintura é encarado como um corpo material dotado de peso e volume; elementos potencialmente expressivos são tomados como módulos reprodutíveis (e vice-versa); a dimensão gráfica, transcriada como espaço conflitivo de vivência reflexiva e corporal; o caráter único da obra de arte é inoculado pelos princípios da montagem e da serialização – que exigem uma mirada estrábica, na obra específica e no todo que desde fora a invade. A exposição Arquivo / o lugar do trabalho – probjetos e enigmagens de Antonio Dias apresentará, a partir de índices materiais de seu processo de trabalho, a gênese e o desdobramento de tais procedimentos de reengenharia subversiva da arte. Por meio da exibição de notas, projetos, obras, cadernos, publicações, esboços e recortes – oriundos majoritariamente do arquivo de trabalho de Antonio Dias e recém-confiados ao Instituto de Arte Contemporânea –, a mostra acompanhará os rastros de algumas das estratégias críticas, ao mesmo tempo políticas e estéticas, delineadas pelo artista, e que configuraram intervenções decisivas no debate coletivo da vanguarda brasileira pós-64. Como apontara Hélio Oiticica em relação aos contra-monumentos propostos sob a forma de imagens-enigma – no Livro de Projetos (1969) que viria a se tornar o álbum Trama (1977) –, enfatizando a refuncionalização do fato visual, transposto como “ato propositivo” por Dias: “os caminhos desenhados imaginativos se expressam como dimensões geográficas (medidas de terrenos abertos), improvisação de elementos, o uso livre do espaço aberto. Vamos mergulhar em suas propostas e construí-las de acordo com nossas necessidades”. Ivan serpa - Visões, Formas e Construções Curadoria: Regina Teixeira de Barros Essa exposição faz parte de um programa de exposições por meio do qual o IAC apresenta parcela de seu acervo ao público. Em geral, material de caráter inédito, o compromisso do IAC com tal programa vincula-se com o objetivo maior de tornar sua coleção disseminada despertando novas possibilidades de pesquisas. Exposição: A exposição Ivan Serpa - Visões, Formas e Construções foi organizada de maneira a apresentar ao público do IAC, seja pela exposição física quanto por sua versão virtual uma reflexão sobre a produção de Ivan Serpa tendo como fio condutor sua produção artística e, sobretudo, a relação das obras com os documentos reunidos em seu arquivo pessoal. A mostra não pretende esgotar a obra do artista nem tampouco ser uma retrospectiva, no entanto, buscará estabelecer um diálogo entre suas diversas fases e distintas formas de produção com o pensamento desenvolvido pelo artista em diálogo com outros intelectuais da época. Seu acervo depositado no IAC possui uma importante reunião de livros, revistas, fotografias e cartas que atestam sua importante participação na construção de uma narrativa sobre a arte do período tendo sido um importante articulador e apaixonado pela arte enquanto modo de produção. Suas pesquisas eram amplas e profundas e sua atividade incansável. Na exposição serão apresentados documentos que compõem seu arquivo pessoal bem como obras vindas de instituições públicas, privadas e de colecionadores que serão colocadas em diálogo com tais documentos inéditos. O projeto tem o mérito adicional de apresentar ao público um grande número de documentos que, até então, estavam restritos à família e a poucos pesquisadores. Diálogos Contemporâneos: Lothar Charoux e a poesia visual de Willys de Castro com participação de Marilá Dardot. Curadoria: Galciane Neves A série de exposições denominadas ‘Diálogos Contemporâneos’ pretende relacionar a produção dos artistas consagrados representados pela coleção do IAC com artistas contemporâneos em atividade buscando estabelecer possíveis conversas para além de relações meramente formais. Exposição: A relação entre Lothar Charoux, a poesia visual de Willys de Castro e a obra de Marilá Dardot se dá, sobretudo, pelo uso da palavra e do espaço de produção como algo a ser revelado ao público, bem como pela tradição do desenho que perpassa a trajetória de todos.

Objetivos

Objetivo Geral Fundado em 1997, o Instituto de Arte Contemporânea, adquiriu, no ano de 2019 uma sede própria. Atualmente, com 23 anos de atividades ininterruptas, com espaço próprio para desenvolvimento de todas as suas atividades, o IAC conquista uma nova visibilidade que permite a ampliação de sua missão, visão e metas. Suas ações voltadas para o colecionismo, preservação e divulgação de arquivos pessoais de interesse público tomam uma nova proporção seja na guarda de suas coleções e fundos em alto padrão de qualidade de nível museológico mundial, seja nas pesquisas baseadas em dados, informações e outras fontes inéditas que só o IAC possui e que são franqueadas de maneira inteiramente gratuitas. Em 2021 o Instituto dará continuidade as atividades de manutenção e preservação dos acervos dos artistas cujos arquivos estão sob sua tutela, são eles: Willys de Castro, Sergio Camargo, Sérvulo Esmeraldo, Lothar Charoux, Hermelindo Fiaminghi, Luis Sacilotto, Iole de Freitas, Ivan Serpa e Jorge Wilheim. Além disso, durante os anos de 2019 e 2020 o IAC realizou uma série de negociações para trazer novos arquivos pessoais para sua coleção. Esses acertos chegaram a bom termo e em 2021 serão incorporados os seguintes arquivos: Antonio Dias, Rubem Ludolf e Carmela Gross. Objetivo específico Oferecer à população da cidade de São Paulo um equipamento cultural com atividades gratuitas e foco da difusão das artes visuais; . Ampliar o acervo do IAC, patrimônio artístico e cultural brasileiro; . Promover e difundir o acervo do IAC e seus artistas, por meio de ações inovadoras educativas e de comunicação para um público mais amplo, para além do circuito tradicional das artes visuais; . Tornar acessível ao público os processos e procedimentos museológicos na preservação, organização e difusão de acervos; . Manter o IAC aberto de terça-feira a domingo, com entrada gratuita e um programa de exposições, eventos e ações para a população; Realizar três exposições de artes visuais: . Antonio Dias _ Arquivo / o lugar do trabalho - probjetos e enigmagens - Curadoria: Gustavo Motta . Ivan Serpa - Visões, Formas e Construções - Curadoria: Regina Teixeira de Barros . Diálogos Contemporâneos: Lothar Charoux e a poesia visual de Willys de Castro com participação de Marilá Dardot. - Curadoria: Galciane Neves · Editar três catálogos com o conteúdo relacionado as exposições realizadas no ano de 2021. · Realizar ações educativas por meio de oficinas associadas ao acervo. · Promover atividades de pesquisa e documentação, atendendo a pesquisadores brasileiros e estrangeiros, museus, arquivos, institutos de pesquisa e conservação, estudantes, curadores, críticos e interessados em arte. Realizar, como contrapartida social - três mesas redondas com especialistas, sobre temas relacionados às exposições. - três visitas guiadas, uma em cada exposição. - três palestras on line com os curadores das exposições.

Justificativa

Em mais de 20 anos de existência, o IAC conquistou, pela excelência em seu trabalho e pela especificidade de seu acervo, um lugar único entre as instituições culturais brasileiras. Para cumprir sua missão, a instituição oferece gratuitamente aos pesquisadores a possibilidade de agendar visitas para pesquisar as coleções in loco ou acessá-las por meio de um banco de dados com o registro de todos os itens documentais da coleção. O IAC também desenvolve uma série de programas relacionados à sua missão tais como o Programa de Exposições que tem como meta divulgar o conteúdo de suas coleções para um público cada vez mais amplo para que conheçam a importância dos artistas e arquitetos ali representados. Da mesma forma, mantemos um Programa educativo associado às nossas exposições e às nossas atividades de preservação. Em 2020 iniciamos um importante Programa de Cursos. É importante ressaltar que, além dos espaços qualificados para as ações de preservação, digitalização e catalogação das coleções, o IAC quadriplicou sua área de reserva técnica tendo conquistado a possibilidade de aumentar expressivamente o número de coleções que tutela e disponibiliza. Também aumentamos consideravelmente a área expositiva e conquistamos um espaço multiuso cuja finalidade principal prevê a oferta de cursos, seminários e espaços para criação de grupos de estudos e encontros de várias naturezas sempre relacionados com as atividades do Instituto. A nova sede tem atraído um interesse muito grande e, inserida no circuito cultural paulista, conquistou uma visibilidade que faz jus à importância do trabalho ali desenvolvido. De acordo com a Lei 8313/91 de 1991 e conforme exposto acima, o plano anual 2019 do IAC se insere nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do art. 1º da referida Lei. NÚCLEO DE DOCUMENTAÇÃO: Por meio do trabalho desenvolvido por seu Núcleo de Documentação e Pesquisa, seja, coleta, guarda, catalogação, conservação, pesquisa, divulgação e acesso gratuito à documentação histórica e arquivos dos artistas do seu acervo, as atividades propostas nesse Plano Anual se inserem no seguintes incisos: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Inciso V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Inciso VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Inciso VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Inciso IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. E para o cumprimento do artigo supracitado expomos abaixo os objetivos atendidos do artigo 3ª da referida Lei: Por ser uma instituição com grande ênfase na pesquisa e por disponibilizar todo o material já tratado, objeto de sua salvaguarda, em um banco de dados online e gratuito e por ser uma instituição aberta a receber pesquisadores gratuitamente, podemos considerar que o IAC cumpre o objetivo exposto nos seguintes itens e incisos do art. 3º da Lei 8313, conforme abaixo: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Por ter como foco principal a organização, preservação e salvaguarda de arquivos pessoais de grandes artistas brasileiros, consideramos que o presente Plano Anual cumpre o objetivo exposto nos seguintes itens e incisos do art. 3º da Lei 8313, conforme abaixo: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES: Por meio de seu Programa de Exposições que apresenta ao público, em sua sede, com acesso gratuito, mostras de acervo organizadas por curadores convidados, e que também participa de exposições de nível internacional em parceria com instituições museológicas para as quais cede itens do acervo, o presente Plano Anual se insere nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso III - apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus respectivos criadores. Inciso VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Inciso IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Para tanto o programa de exposições cumpre os objetivos expostos nos itens abaixo expostos no inciso II do art. 3º, conforme abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

O IAC realizou uma série de negociações para trazer novos arquivos pessoais para sua coleção, e em 2021 serão incorporados os seguintes arquivos: Antonio Dias Esse acervo é extremamente importante e composto por uma série de cadernos de artista nos quais Antonio Dias registrava seus processos de trabalho. Além disso, há desenhos, projetos, fotografias, maquetes, entre outros tipos documentais. Antonio Manuel Lima Dias ficou conhecido como artista visual e multimídia. Passou a infância em cidades do Nordeste brasileiro e aprendeu técnicas de desenho com o avô paterno. Em 1958, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou como desenhista e artista gráfico. Frequentou aulas de Oswaldo Goeldi no Atelier Livre de Gravura da Escola Nacional de Belas Artes onde conheceu os artistas do Grupo Frente. Sua primeira exposição individual acontece em 1962, na Galeria Sobradinho, Rio de Janeiro. Participou da mostra Opinião 65, marco do surgimento do novo realismo nas artes. Em 1968, foi contratado pelo Studio Marconi, em Milão, onde conheceu a arte povera. Em 1972, recebeu a bolsa Guggenheim, em Nova York, para editar os filmes da série Illustrations of Art, iniciada em Milão. De volta à Europa, foi convidado pelo artista alemão Joseph Beuys (1921-1986) para coordenar a seção latino-americana da Free International University (FIU). Em 1974, produz uma grande instalação no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). De volta ao Brasil, coordenou o Núcleo de Arte Contemporânea da Universidade Federal da Paraíba (NAC/UFPB). Retornou a Milão em 1981 e aproximou-se do movimento da transvanguarda. Em 2010, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 2018. Jorge Wilheim O arquivo pessoal de Jorge Wilheim a ser depositado no Instituto de Arte Contemporânea possui uma série de projetos não executados, entre eles, vários projetos para teatros em várias partes do mundo, plantas arquitetônicas, projetos urbanísticos, material relativo à Bienal de São Paulo onde foi presidente, além de cartas, fotografias, relatórios entre outros documentos. Jorge Wilheim nasceu em 1928 e faleceu em fevereiro de 2014. Atuou como arquiteto, urbanista, foi administrador público e teve uma importante participação no universo das artes visuais. Wilheim trouxe para o país alguns dos mais importantes debates contemporâneos relacionados à situação em que se encontram as cidades revelando uma compreensão essencial sobre o que significa seu processo de organização em países do terceiro mundo. Dotado de inegáveis qualidades intelectuais, apaixonado por música e profundo conhecedor do que significa o impacto da arquitetura com o meio, Wilheim não se furtou de atuar politicamente a partir de uma visão clara que possuía para a cidade de São Paulo. Sua facilidade em aliar os sentidos intelectual e pragmático fez com que ele fosse chamado a participar da ONU-HABITAT, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos levando-o a elaborar um diagnóstico da situação do mundo urbanizado e, com tais dados, organizou a importante Conferência de Istambul de 1996, que também resultou em uma publicação que narra o evento e que o levou a se apresentar para chefes de estado e/ou seus representantes de inúmeros países indicando a adoção de soluções que levariam a uma relação benéfica entre economia, ambiente e qualidade de vida. Jorge Wilheim desenvolveu o projeto de algumas obras fundamentais para se pensar a cidade de São Paulo tais como o Parque Anhembi (1967-73) e os projetos de reurbanização do Vale do Anhangabaú (1981-91) e do Pátio do Colégio, sítio da fundação de São Paulo (1975) Recebeu alguns prêmios tais como "Tarsila do Amaral" (1956), "Governador do Estado" (1964), "IAB de Urbanismo" (1965 e 67), "IAB para Ensaio" (1965 e 67), “Pensador de Cidades Luiz Antônio Pompéia” (2010) e a Ordem do Mérito de Brasília (1985). Uma de suas contribuições pioneiras e que merecem destaque foi a criação dos Planos Diretores. Desenvolveu mais de vinte planos urbanísticos, destacando-se os de Curitiba, Goiânia, Natal, São Paulo, Campinas e São José dos Campos entre dezenas de outras cidades. Implantou a primeira utilização oficial de álcool combustível no País, programa que seria conhecido mais tarde como PróAlcool. Foi professor convidado na Universidade de Buenos Aires, na Universidade de Barcelona, ocupou a cátedra Rio Branco na Universidade da Califórnia - Berkeley, nos Estados Unidos, e proferiu dezenas de conferências no exterior. No campo das artes, foi Presidente da Fundação Bienal de São Paulo e membro de inúmeras fundações, museus e instituições de artes plásticas no País. Rubem Ludolf O arquivo pessoal de Rubem Ludolf é composto por uma série de cadernos de estudos, projetos, desenhos, gravuras, fotografias, livros e catálogos. Nascido em Maceió e falecido no Rio de Janeiro em 2010, Rubem Ludolf tornou-se conhecido como pintor, arquiteto e paisagista. Formou-se pela Escola Nacional de Arquitetura da Universidade Brasil em 1955. Foi aluno de Ivan Serpa, outro artista do IAC, no curso livre de pintura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participou do Grupo Frente a partir de 1955 e integrou-se ao movimento concretista. Paralelamente a sua atividade como artista plástico, Rubem Ludolf atuou como arquiteto no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem dedicando-se principalmente ao paisagismo. Participou de cinco edições da Bienal Internacional de São Paulo, entre 1955 e 1967, recebendo o prêmio aquisição dessa última. Na metade da década de 1950, criou suas obras abstrato-geométricas, nas quais explorou as estruturas seriadas, o ritmo e os efeitos óticos. Na década de 1960, substituiu o rigor concretista por uma pintura caracterizada por pinceladas que constroem tramas de cor. Carmela Gross O arquivo pessoal da artista é composto por projetos de desenhos, gravuras, pinturas, esculturas e intervenções públicas, esboços, maquetes, filmes, fotografias entre outros materiais. Nasceu e vive em São Paulo. Tornou-se conhecida como artista visual. Estudou artes plásticas na Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo. A partir de 1972, é vinculada à área de Poesias Visuais no Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), onde leciona na graduação e na pós-graduação. Em 1981, conclui o mestrado em Artes na ECA e, em 1987, o doutorado, ambos sob orientação do crítico de arte e curador Walter Zanini. Em 1991, recebeu uma bolsa de estudos e passou quatro meses no The European Ceramics Workcentre, em Hertogenbosch, Holanda. O resultado da residência artística foi apresentado na exposição Facas, de 1994 Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, e no Museu de Arte Moderna em 1995, em São Paulo. Em 2000, o livro Carmela Gross, com entrevistas e panorama de sua trajetória artística é publicado pela editora Cosac & Naify. Participou de sete edições da Bienal de São Paulo; três edições do evento Arte Cidade; da 2a Bienal Nacional de Artes Plásticas , em Salvador; da 2a Bienal de Arte Contemporânea de Moscou; e da 5a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. Apresentou suas obras no Itaú Cultural, no Centro Universitário Maria Antônia, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras instituições no Brasil e no exterior. Produziu obras públicas para as cidades de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Laguna (Santa Catarina) e Paris (França). Seus trabalhos fazem parte de coleções, como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea da USP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte do Paraná, Fundação Padre Anchieta, Itaú Cultural e Biblioteca Luis Angel Arango de Bogotá. O percurso de Carmela Gross, trata da pesquisa teórica e formal, criando um repertório complexo. O material utilizado em sua obra, extraído do contexto original, serve como meio para a observação do processo artístico.

Especificação técnica

Para cada exposição, o IAC desenvolve os seguintes materiais: . Folder com texto institucional e do curador - Form.Aberto, 600 x 210 mm, Form.Fechado 150 x 210 mm, 1 Lâmina em Couche Fosco 170 g/m2, 4x4 cores, Corte Branco, Verniz Base D´Agua Total Frente e Verso, Verniz UV Total Frente, Vinco, Dobra, Refile Final, Prova Digital, Arquivo Fechado, Faca Especial. . Catálogos das exposições: Formato do catálogo: Formato fechado: 21,5 x 27 cm; impressos à 4x4 cores, Acabamentos: Dobra Man Cruzada/Paralela, laminação fosca, UV c/ Reserva 1. High Gloss, Vinco, Corte/Refile, 20 Miolo – no tamanho aberto 43 x27 cm em papel couche fosco 170g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Dobra Cruzada/Paralela, Corte/Refile; Capa vincada com 2 orelhas de 8 cm cada + 80 págs. Com laminação bopp fosco na frente da Capa. Com verniz uv reserva (50%) high gloss na frente da capa. Com verniz a base d’agua na frente e verso do Miolo. Miolo Costurado e colado na capa formando lombada quadrada.

Acessibilidade

PRODUTO: Plano Anual ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção, tanto às salas de exposição como às áreas técnicas, o IAC possui elevador, rampas e sanitários para adaptados para pessoas PNE. O Instituto oferece, também, cadeiras de rodas para auxiliar na locomoção de pessoas que queiram utilizá-las e passagens amplas que permitem o trânsito de cadeirantes pela exposição com conforto e segurança. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras e legendas nos vídeos postados no seu site. DEFICIENTES VISUAIS: As etiquetas e os textos de paredes são impressos em braile. Estamos prevendo, também, a inclusão de áudio descrição para que a visita possa lhes permitir ter as informações necessárias e aproveitar a visita de maneira mais plena e independente PRODUTO: Exposição ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção, tanto às salas de exposição como às áreas técnicas, o IAC, possui elevador, rampas e sanitários para adaptados para pessoas com PNE. O Instituto oferece, também, cadeiras de rodas para auxiliar na locomoção de pessoas que queiram utilizá-las e passagens amplas que permitem o trânsito de cadeirantes pela exposição com conforto e segurança. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Os textos da exposição e todas as legendas das obras estarão disponíveis em caderno impresso em braile e em fonte de grande formato para pessoas de baixa visão. PRODUTO: Contrapartida Social ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção, tanto às salas de exposição como às áreas técnicas, o IAC, possui elevador, rampas e sanitários para adaptados para pessoas com PNE. O Instituto oferece, também, cadeiras de rodas para auxiliar na locomoção de pessoas que queiram utilizá-las e passagens amplas que permitem o trânsito de cadeirantes pela exposição com conforto e segurança. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizar o registro do conteúdo no site da instituição

Democratização do acesso

Plano anual exposições e oficinas - Atendimento gratuito a pesquisadores e interessados em geral na consulta de seu acervo por meio do banco de dados; Para atender ao art. 21 da IN nº 2/2019, o IAC adotará como medidas complementares de ampliação de acesso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Exposições - Acesso gratuito do público nas exposições, diariamente; - Distribuição gratuita do folder e material educativo desenvolvido especialmente para as exposições, oficinas e atividades da contrapartida social a todos os visitantes; - Visitas monitoradas com agendamento gratuito para escolas, ONGs, associações e grupos interessados; Para atender ao art. 21 da IN nº 2/2019, o IAC adotará como medidas complementares de ampliação de acesso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Catálogo: - Distribuição de 20% da quantidade total dos catálogos e publicações produzidos no âmbito do projeto. Para atender ao art. 21 da IN nº 2/2019, o IAC adotará como medidas complementares de ampliação de acesso I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

EQUIPE IAC Raquel Arnaud Barbosa – Proponente do projetoPresidente da instituição a proponente exerce a atividade de forma voluntária.Como Presidente do IAC, Raquel é responsável pelas decisões de gestão e estratégia do Instituto e pela coordenação e chefia de todos os projetos do instituto.Presente na arte nos últimos 40 anos, período em que o circuito foi se profissionalizando, a marchand Raquel Arnaud foi uma das pioneiras na descoberta e promoção de nomes e movimentos hoje icônicos na cena artística. Ela soube usar sua atuação no então tradicional mercado de arte para construir as transições da arte moderna para a contemporânea. De sua relação próxima com grandes nomes da arte brasileira, Raquel se viu guardiã de um grande número de documentos, cartas, esboços, projetos, de artistas de grande renome como Sergio Camargo, Willys de Castro, por exemplo. Com o intuito de perpetuar sua produção e valorizar este relevante conjunto para a arte brasileira, surge o Instituto de Arte Contemporânea – IAC, entidade cultural sem fins lucrativos, fundada com os objetivos de divulgar a trajetória de artistas brasileiros, formar e disponibilizar gratuitamente um centro de pesquisa com documentação bibliográfica e museológica dos artistas; promover ações educativas e intercâmbios culturais com museus e instituições. Marilúcia Bottallo – Coordenação Técnica Doutora em Ciências da Informação, Mestre em Artes ambos pela ECA/ USP, Bacharel em História pela FFLCH/USP. Coordenadora Técnica do Instituto de Arte Contemporânea onde implantou o Núcleo de Documentação e Pesquisa. Coordenadora da Pós Graduação em Museologia, Colecionismo e Curadoria do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Atuou como Museóloga no Museu de Arte Moderna de São Paulo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no National Musem of American Art/Smithsonian Institute e no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Coordenou o Centro de Memória da Fundação Bunge. Membro do Comitê Internacional de Museus (ICOM) onde foi Diretora e, atualmente, é membro do Conselho Consultivo. Customiza, desenvolve e coordena projetos de implantação de sistemas de gestão de acervos e de informação relacionados à preservação de memória. Docente de disciplinas relacionadas à Salvaguarda Patrimonial: Documentação em Museus, Ética Patrimonial, Gestão de Coleções, Gestão de Processos, Curadoria e Teoria e História dos Museus. Cristiane Bloise - Coordenadora Administrativa Cristiane Bloise, bacharel em Direito pela Universidade São Judas Tadeu (2010) Pós-graduado em Direito do Trabalho na Unibam (2012). Pós-graduado em Museologia, Colecionismo e Curadoria pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2015). Concluiu o curso de extensão universitária em Gestão Cultural pela PUC (2019), curso EAD em Projetos Culturais (2020), curso EAD Proac (2020), curso EAD Promac (2020). Ocupa o cargo de Coordenação Administrativa e Produção do Instituto de Arte Contemporânea desde 2008), elaboração de projetos culturais e prestação de contas com experiência de mais de 10 anos em leis de incentivo. Rita Wirtti - Coordenação Institucional Rita Wirtti é Bacharel em Arte Cênicas pela UNICAMP (1998) e pós-graduada em Gestão Cultural pela USP (2008). Atua na área de desenvolvimento institucional com foco em captação de recursos e relações institucionais desde 2011, tendo passado pelo Instituto de Cultura Contemporânea - ICCo e pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT. Antes disso, trabalhou com gestão de projetos em instituições como Doutores da Alegria, Associação Mundaréu e Núcleo de Artes Cênicas Sebastian. Como consultora na área de projetos e captação atendeu empresas e instituições, tais como: H.Stern, Associação para o Patronato Contemporâneo. EQUIPE DE PESQUISA David Moore Forell Bevilacqua - Pesquisador Bacharelado em Geografia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH - Universidade de São Paulo – USP, 2006 a 2015. Instituto de Arte Contemporânea - IAC – pesquisador – atividade atual iniciada em 2012. Estágio no Arquivo Geral da Universidade de São Paulo – USP - 2011; Auxiliar técnico – Library Services - higienização de coleção de livros da Biblioteca da Faculdade de Química da USP - 2011; Auxiliar técnico – Mercúrio Tecnologia - indexação bibliográfica para a Associação Nacional de Professore de História (projeto de digitalização dos anais dos encontros nacionais da ANPUH) - 2011; Estágio no ateliê de restauro e conservação de papéis de Norma Cassares – 2010; Auxiliar técnico – Library Services - higienização de documentos tombados do Arquivo da Sabesp para destinação ao Arquivo do Estado de São Paulo - 2010; Auxiliar técnico - Library Services - mapeamento e acondicionamento de coleção de livros da Biblioteca da Faculdade de Química da USP - 2010; Auxiliar técnico - Library Services - higienização de coleção de livros da Biblioteca da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) - 2010; Auxiliar técnico – Library Services - organização, catalogação e diagnóstico de conjuntos bibliográficos pertencentes ao acervo da biblioteca Mário de Andrade - 2009 a 2010; Auxiliar técnico - organização e tratamento de arquivo fotográfico - Fundação José e Paulina Nemirovsky - 2008 a 2010; Estágio no Centro de Memória do Circo - Secretaria Municipal de Cultura - 2009; Auxiliar técnico - Identificação e relação patrimonial do Arquivo Dulce Damasceno de Brito - 2009; Auxiliar técnico – Aruanda projetos - identificação, higienização e acondicionamento de documentos do Arquivo Circo Nerino - Acervo Centro de Memória do Circo - Secretaria Municipal de Cultura – 2008 a 2009; Auxiliar técnico – Aruanda projetos - acondicionamento, informatização e digitalização de arquivo pessoal privado - 2008; Estágio na Biblioteca Mário de Andrade - Secretaria Municipal de Cultura – 2008 a 2009; Estagiário - Library Services - Organização, catalogação e diagnóstico de periódicos, pertencentes ao acervo da biblioteca Mário de Andrade – 2007 a 2008. VINÍCIUS MARANGON - Pesquisador Pós-graduado em museologia, colecionismo e curadoria pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. (Início: fev. 2015. Conclusão: jun. 2016). Pós-graduação em História da Arte pela Faculdade Paulista de Arte. (Início: ago. 2018. Em andamento). Bacharel em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH - USP). (Início: jan. 2009. Conclusão: nov. 2013). Licenciado em História pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE – USP). (Início: jan. 2009. Conclusão: nov. 2013). Atualmente ocupa o cargo de Pesquisador no Núcleo de Documentação e Pesquisa do Instituto de Arte Contemporânea - IAC, desde set. de 2013. Estagiou na Pinacoteca do Estado de São Paulo – Centro de Documentação e Memória - CEDOC. (04/2012-09/2013); Arquivo Histórico Municipal da Cidade de São Paulo. Documentação histórica do setor de obras e viação. (04/2011 – 04/2012); Instituto de Estudos Brasileiros da USP (IEB – USP). Setor educativo. (08/2010 – 11/2010); Livraria Silvio Romero. (01/2008 – 03/2008).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo