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O Festival de Música de Prados, de música instrumental e clássica, acontece há 42 anos (em 2020 a pandemia não permitiu a realização da 43º edição) naquela cidade histórica e colonial de Minas Gerais, bem como em cidades da região. O Festival oferece a todos os interessados: 1) concertos de música de câmara e orquestral acompanhados de palestras; 2) aulas práticas para jovens profissionais bolsistas; 3) aulas de diversos instrumentos musicais para o público infanto-juvenil e adulto da cidade, além de atividades pedagógicas voltadas à introdução e aprimoramento da linguagem musical através de teatro musical. Todas as atividades, concertos, ensaios, palestras e aulas práticas, acontecem em locais públicos, com classificação etária livre e entrada gratuita, integrando o público local aos bolsistas do Festival, professores e músicos convidados reconhecidos no cenário musical.
O Festival terá como atividades as apresentações musicais, as aulas de instrumento e prática em conjunto, e as oficinas de instrumentos e musicalização em forma de teatro musical. As apresentações musicais serão realizadas pelos professores, bolsistas alunos do Festival e os grupos musicais da cidade, a partir da programação proposta pelo Diretor Artístico. Todos os concertos e atividades ocorrerão em locais públicos adequados à prática musical, com classificação etária livre (exceção oficinas de musicalização), e terão entrada gratuita. BOLSISTAS / AULAS PRÁTICAS O quadro de bolsistas e professores será o seguinte: 8 violinos, 3 violas, 3 violoncelos, 1 contrabaixo, 1 flauta, 1 oboé, 1 clarinete, 1 fagote, 1 trompete, 2 trompas, 1 piano, 1 professor de percussão e 1 professor de musicalização infanto‐juvenil por meio do teatro. Os bolsistas e professores serão selecionados pela direção artística e pedagógica do Festival. APRESENTAÇÕES / ENSAIOS / PALESTRAS As apresentações musicais dos bolsistas e professores serão realizadas quase diariamente, em 15 apresentações, na Casa da Música, Capela Nossa de Senhora do Rosário, Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, bairro de Vitoriano Veloso (zona rural de Prados), Coronel Xavier Chaves, Tiradentes e Barbacena, executando repertório selecionado pelo diretor artístico. Este repertório será formado pelos cânones da música erudita, pelos compositores da região, e por peças definidas entre os músicos e o diretor artístico. Antes do concerto serão realizadas palestras que dissertam sobre os compositores, períodos e gêneros musicais, oferecidas pelo diretor artístico, os próprios músicos, e pesquisadores convidados pela direção pedagógica. Algumas apresentações são tradicionalmente realizadas no mesmo período desde a criação do Festival há 42 anos. No penúltimo dia do Festival, numa sexta‐feira, ocorrerá a apresentação dos alunos que queiram se apresentar, e será quando os alunos terão a possibilidade de mostrar o quanto evoluíram durante o período de aprendizado, e quando também terão a oportunidade de se apresentarem num palco junto a seus professores. Outra apresentação tradicional é a Retreta da Banda da Lira Ceciliana, grupo musical da cidade, que ocorrerá no domingo seguinte à abertura do Festival, na parte da manhã, na praça principal da cidade, quando muitos pradenses estão na praça aproveitando o domingo.
Projeto Pré-Selecionado no Edital de Seleção 2020 Chamada VALE de Patrocínios Culturais, e deve atender o seguinte cronograma, conforme Regulamento do edital (anexo): 6.5 _ Encaminhamento das propostas culturais ao mecanismo do incentivo a projetos culturais do Pronac, pelo proponente do projeto pré-selecionado conforme resultado preliminar do ítem 6.4 deste edital: 26/10/2020 a 02/11/2020.6.6 _ Comprovação da homologação da captação do projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura por meio da apresentação da Portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU), contendo o número do Pronac, e da cópia do Contrato de Abertura da Conta de Captação junto ao Banco do Brasil, conforme solicitação a ser enviada pela Vale diretamente ao proponente do projeto selecionado: até o dia 30/11/2020.6.7 _ Divulgação do resultado final da Chamada Vale no site do Instituto Cultural Vale: 01/12/2020.6.8 _ Contratação dos projetos e aporte dos recursos em conta de captação específica: 16 a 28/12/2020. Esta proposta trata-se do mesmo projeto de número de Pronac 194216, em nome da Proponência de Eduardo Toni Raele, já aprovado por este Ministério, e que teve que ser reinscrito em nome de Pessoa Jurídica, conforme o Regulamento do Edital de Seleção 2020 Chamada VALE de Patrocínios Culturais: 4.3 _ É vedada a inscrição de projetos apresentados por:a) Proponente pessoa física; E conforme orientação fornecida pelo Ministério, o Pronac 194216 deverá ser arquivado, cujo pedido já foi feito em Minhas Solicitações do referido projeto. OBJETIVO GERAL O 43º Festival de Prados - MG, que conta com uma programação de música erudita e instrumental, acontecerá entre os dias 18 a 31 de julho de 2021 em Prados e cidades vizinhas, como Barbacena, Tiradentes e Coronel Xavier Chaves, em Minas Gerais. Todas as atividades ocorrerão em locais públicos adequados à prática musical, com classificação etária livre, e terão entrada gratuita, contribuindo para o pleno exercício dos direitos culturais e democratização do acesso aos bens de cultura nacionais. A Lira Ceciliana, entidade sem fins lucrativos da cidade de Prados, que existe desde 1858, parceira na realização do Festival juntamente com a Prefeitura Municipal da cidade, é responsável pela agenda musical do município e empresta os instrumentos para que os alunos da cidade possam estudar durante o Festival, em atividades que conduzem à produção, promoção e difusão de bens culturais locais. O 43º Festival de Música de Prados ‐ MG visa fomentar e divulgar as tradições e o conhecimento desenvolvidos ao longo destes anos na cidade, tanto para a região como em âmbito nacional; e especificamente, durante o período de intensa atividade musical do Festival nas últimas quatro décadas, resgatando e contribuindo para o engrandecimento e conhecimento de nossas raízes culturais e musicais, propiciando condições naturais da prática e apreciação musical e de inclusão sociocultural de diversas camadas da sociedade, com a contribuição de intelectuais; e através do qual, pretende‐se agir na diminuição da vulnerabilidade cultural comum ao território nacional e na difusão de formas de expressão e criações artísticas, através da linguagem musical. O Festival atinge grande parte da população local, tornando a comunidade pradense a principal beneficiária do projeto. O Festival é realizado durante o período de férias escolares, o que potencializa a participação nas atividades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS BOLSAS - O 43º Festival de Música de Prados - MG concederá 17 bolsas de estudos para estudantes de diversos instrumentos musicais pré‐selecionados, que cursam graduação em Bacharelado, Licenciatura ou pós‐graduação em Música, com idade entre 17 a 35 anos. Os alunos receberão aulas de prática em conjunto e atuarão, com a supervisão de 8 professores, na Orquestra do 43º Festival, e em conjuntos menores designados como grupos de câmara. O quadro de bolsistas e professores será o seguinte: 8 violinos, 3 violas, 3 violoncelos, 1 contrabaixo, 1 flauta, 1 oboé, 1 clarinete, 1 fagote, 1 trompete, 2 trompas, 1 piano, percussão e musicalização infanto‐juvenil. Os bolsistas e professores serão selecionados pela coordenação pedagógica do Festival. As bolsas oferecidas proporcionam que os jovens músicos ministrem aulas, se apresentem para a comunidade e tenham aulas com profissionais altamente qualificados, gerando assim um enorme impacto na vida profissional desses jovens selecionados, pois dessa forma o Festival oferece aos bolsistas espaço para estudo de repertório, ensaio em grupo, aulas com grandes profissionais, a oportunidade de eles mesmos darem aulas e praticarem a pedagogia musical, e por fim se apresentarem em espetáculos. APRESENTAÇÕES/Ensaios/Palestras - Durante o Festival serão realizados 15 concertos que ficarão a cargo dos seguintes conjuntos: Orquestra, Banda e Coro da Lira Ceciliana, que são grupos da cidade de Prados; professores e bolsistas da Orquestra do 43º Festival; alunos do Festival e do Teatro, e eventualmente, artistas convidados pela direção artística. Sendo 12 apresentações na cidade de Prados (2 ao ar livre) e 3 apresentações da Orquestra do Festival em outras cidades da região, como Coronel Xavier Chaves, Tiradentes e Barbacena. A lotação máxima das salas e igrejas é de 120 pessoas. Para os concertos ao ar livre não existe limite de público, porém foi considerado o mesmo número de pessoas para efeitos de Plano de Distribuição. Antes das apresentações musicais ocorrerão palestras abertas para toda a comunidade sobre a música colonial da região e o repertório a ser realizado no dia da apresentação, ministradas pelos próprios músicos e pesquisadores de reconhecido mérito ou com publicações nesse campo de estudo. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Oficinas/Cursos - Também dentro da programação do Festival serão ministradas pelos bolsistas e professores do Festival, 12 oficinas de instrumentos para crianças, jovens e adultos, além de musicalização infanto‐juvenil para crianças de no mínimo 05 anos de idade, por meio do teatro musical. As aulas, que ocorrerão diariamente, serão dos seguintes instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, clarinete, flauta doce e transversal, oboé, fagote, instrumentos de metal, percussão, piano, violão e musicalização infanto‐juvenil por meio do teatro musical. Durante os 15 dias do Festival ocorrem pela manhã as aulas de instrumentos e de musicalização. Após o almoço a orquestra ensaia até o fim da tarde, e enquanto isso os instrumentistas que não participam da orquestra ensaiam, dão aulas e preparam seus materiais. Após o jantar acontecem as apresentações musicais, sejam nas igrejas, no teatro ou no auditório. O formato do Festival é assim há 42 anos, e nunca mudou. A programação final será definida na etapa de Pré‐Produção e enviada ao Ministério durante a execução do projeto. Estes objetivos serão alcançados por meio de divulgação, e principalmente devido à tradição do Festival, que ocorre há 42 anos em formato semelhante a este projeto, no mesmo período, durante a segunda quinzena de julho, e que desta forma já se encontra incorporado às tradições e calendários culturais das cidades próximas e seus moradores.
A solicitação de apoio ao projeto do 43º Festival de Música de Prados _ MG junto ao Ministério do Turismo e da Secretaria Especial da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, é uma importante forma de garantir a realização do Festival, e permitir maior acesso do público brasileiro ao que se produz e se apresenta também no âmbito internacional. Desta forma, o projeto atende aos incisos do Art. 1o da Lei 8.313/91: I ‐ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II ‐ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV ‐ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII ‐ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8.313/91): I ‐ incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O Festival ocorre há 42 anos e está enraizado na cultura do município de Prados. Anualmente recebe por volta de 150 alunos de instrumento e as apresentações musicais estão sempre lotadas. A Prefeitura de Prados não tem verba para realizar o Festival, pois é uma cidade pequena, de apenas nove mil habitantes, e o Festival não cabe no orçamento. Os benefícios de aulas de música para as crianças já é tão conhecido pela Academia que nem é preciso destacar sua importância, sendo essas aulas a maior justificativa para que o Festival ocorra. Os resultados das aulas são apresentados pelos alunos do Festival, no penúltimo dia do evento. Essas aulas ocorrem diariamente, e os professores são muito capacitados, sendo escolhidos pela coordenação pedagógica do Festival. Prova disso são os muitos alunos do Festival ingressando em faculdades de música e em orquestras espalhadas pelo país. Durante as apresentações musicais são realizados repertórios com a música colonial da região, ou seja, de compositores brasileiros, repertórios barrocos e clássicos, e repertório contemporâneo. A música popular, principalmente o samba e o choro, também estão presentes em duas apresentações de música de câmara. O uso do mecanismo de incentivo fiscal à projetos culturais é vital para a sobrevivência deste Festival que tem 4 décadas de tradição, pois com o falecimento de seu fundador, Maestro Olivier Toni, o Festival perdeu seu patrocínio, feito até então pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e outros parceiros. Comparando‐se o desempenho atual dos músicos da comunidade de Prados com o verificado por ocasião de nosso primeiro contato com a mesma, pode‐se observar primeiramente, a elevação extraordinária do nível artístico de todos os envolvidos no projeto, como consequência da ação direta dos professores e músicos que vêm atuando sistematicamente no Festival. Salienta‐se que vários dos professores envolvidos neste objetivo educacional retornaram a Prados em outras ocasiões, para dar continuidade ao projeto. Sendo um projeto de 42 anos de tradição, a ida à cidade é muito aguardada pelos habitantes de Prados. Com ela, a cidade aproveita das apresentações de música de concerto, permeadas com linguagem acessível para explicar as nuances de um concerto erudito, e principalmente com as aulas de instrumento, ministradas gratuitamente para qualquer nível de aluno. Durante os últimos anos tem‐se assistido um número cada vez maior de interessados. Em Prados, sob a direção de competentes professores, o ensino ministrado nesta cidade por alunos de música escolhidos sempre entre os mais capacitados, resultou na formação de excelentes jovens mestres e pesquisadores, treinados pelo ensino ministrado por eles à população, sendo notório o fato de que dentre estes, inúmeros já se destacaram entre os profissionais mais requisitados do país. Alguns destes, inclusive, iniciaram sua carreira na área musicológica em decorrência da sua participação como docentes nos cursos oferecidos pelo Festival e como pesquisadores junto aos arquivos de música do período colonial existentes na região. O Festival tem uma característica bastante particular se comparado aos seus congêneres, pois ele toma como ponto de partida a longa tradição musical da zona da mineração iniciada ainda no século XVIII, mantida viva pelas comunidades até hoje. Assim, é a partir da prática da música entre a própria população pradense que se constroem as atividades pedagógicas e sua dinâmica programação de espetáculos. O Festival, assim, fomenta e divulga as tradições e o conhecimento musical desenvolvidos ao longo dos mais de 40 anos de sua realização, mas também contribui para o resgate de uma cultura musical de mais de dois séculos, promovendo a difusão e conhecimento da música brasileira. As aulas do Festival, incluídas as de instrumento, bem como as teóricas e prática de conjunto, são ministradas gratuitamente para qualquer nível de aluno. Eles podem ser ouvidos no penúltimo dia do evento e é surpreendente não só o nível que atingem, mas seu interesse e dedicação.
O público alvo do Festival é a população de Prados, hoje com nove mil habitantes, e das cidades vizinhas, que tem contato com a música desde o século XVIII. A cada edição mais alunos se matriculam nas aulas, também gratuitas, de todos os instrumentos de orquestra, totalizando em 2019, 150 alunos ativos. Todos os ensaios e aulas de instrumentos têm classificação etária livre, exceto oficina de musicalização. PLANO DE DIVULGAÇÃO As peças gráficas do Festival conterão a programação dos concertos, aulas e oficinas, além dos programas de concerto, com os nomes dos músicos e o repertório utilizado, conforme: Produção e veiculação de outdoors (5 unidades) Confecção de banners c/ ilhos ‐ 2,80m x 2,00 cada (2 unidades) Confecção de banner 1,00m x 1,4m (2 unidades) Confecção de lonas 1,55m x 2,05m (2 unidades) Impressão de folders ‐ A4 dobrado ‐ papel couche 115g (4500 unidades) ‐ Impressão de cartazes ‐ formato A2 ‐ papel couche 115g (300 cartazes) ‐ Impressão de flyers ‐ A4 com 4 imagens (2000 unidades) Além de mídias sociais e mídia espontânea local e na região. Haverá registro de foto e vídeo em todas as apresentações do Festival, que duram em média 80 minutos sem intervalo. A programação geral do 43º Festival de Música de Prado - MG, com detalhamento de temas, bolsistas e professores de cada atividade, será consolidada durante a etapa de pré-produção do projeto e com auxílio da Assessoria de Imprensa contratada pelo projeto. Informações diversas - os ensaios da orquestra e dos grupos que se apresentarão nos concertos serão abertos a toda a comunidade, em especial aos professores e alunos das instituições de ensino da cidade, e terão espaços para perguntas e respostas sobre como se prepara uma peça musical, dúvidas sobre as funções dos músicos e do maestro, dúvidas sobre os instrumentos e sua organologia, sobre a importância da arte e da cultura e o que mais for pertinente ao espaço em questão. Esse espaço de interação com os artistas acontecerá antes do intervalo do ensaio e após o final do ensaio. Os participantes serão convidados para assistirem ao concerto com as peças discutidas. A cidade somente possui instituições públicas de ensino, sendo esse o principal público alvo. As peças gráficas do Festival conterão a programação dos concertos, aulas e oficinas, além dos programas de concerto, com os nomes dos músicos e o repertório utilizado, conforme: produção e veiculação de outdoors, confecção de banners e lonas e impressão de folders, cartazes e flyers. Além de mídias sociais e mídia espontânea local e na região. O material de divulgação do projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas e disponibilizadas para o público. O controle será feito mediante retirada de senha meia hora antes dos intervalos dos ensaios. Haverá registro de foto e vídeo em todas as apresentações do Festival, que duram em média 80 minutos sem intervalo cada. Veículos O Festival de Música de Prados costuma receber divulgação através de revistas especializadas de música - como a revista Concerto - ou de pesquisa - como a revista Pesquisa, da Fapesp, e eventualmente pelas matérias jornalísticas voltadas para a divulgação de eventos semelhantes. O Festival também recebe cobertura de canais locais de comunicação como parte da agenda de eventos da região. O nosso Plano de Comunicação será o seguinte: MAPEAMENTO DE MÍDIA CIDADES Produção de pautas e contatos direcionados à mídia (impressos, televisão, rádio e internet) das seguintes cidades: • Municípios polo – Juiz de Fora, Barbacena e Lavras (MG); • Municípios do Festival e seu entorno – Prados e São João del Rei (MG); • Capitais - Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). RELEASE E NOTAS Produção e distribuição de release, sugestões de pautas e notas adequadas à demanda de cada veículo e editoria (ex: Cultura, Turismo etc); BLOGS E COLUNAS Produzir e enviar para os principais influenciadores, blogueiros e colunistas dos municípios listados acima, notas exclusivas sobre o evento, antecipando e repercutindo fatos e notícias; OFERTA DE ENTREVISTAS EXCLUSIVAS Além da pauta geral, negociar entrevistas exclusivas com o porta-voz do Festival em veículos de relevância; CONVITE IMPRENSA E INFLUENCIADORES Mapear nomes estratégicos da mídia (jornalistas e influenciadores) e convidá-los para realizar cobertura in loco do Festival, com o objetivo de gerar maior destaque e visibilidade para o evento, seus promotores e patrocinadores; ATENDIMENTO À IMPRENSA Atendimento permanente à imprensa e influenciadores, dando conta de suas demandas, promovendo relacionamentos e sugerindo pautas; RELATÓRIO DIGITAL Produção de relatório digital, clipping e análise de mídia qualitativo e quantitativo (valoração) reunindo toda a cobertura realizada pelos veículos da imprensa – impressos, TV, rádio e internet. Abrangência da divulgação O Festival de Música de Prados faz parte do calendário cultural da região, sendo um ponto de atração turística para as cidades circundantes (São João Del Rei, Tiradentes, Barbacena, entre outras), mas também para visitantes de outras regiões do País. A divulgação tem abrangência local e nacional e sua repercussão é bastante grande nos meios musicais brasileiros, dada sua longevidade. Ele integra o calendário turístico e cultural não só de Prados, mas de Minas Gerais e da música brasileira. As cidades vizinhas que recebem apresentações do Festival são, da mesma maneira, beneficiadas com a programação e habitualmente fomentam a permanência de longa duração de seus visitantes graças ao Festival. Os jornais regionais e as publicações especializadas em música têm forte papel na divulgação do Festival. Inscrição Edital de Seleção 2020 Chamada Vale de Patrocínios Culturais - Outubro de 2020 Pré-Seleção - 28 de outubro de 2020 Inscrição Lei Federal de Incentivo à Cultura - até 2 de novembro de 2020 Publicação DOU aprovação inicial - até 30 de novembro de 2020 Resultado Final - 1 de dezembro de 2020 Abertura e Regularização de Contas Bancárias - até 15 de dezembro de 2020 Captação - Patrocínio Vale - de 16 a 28 de dezembro de 2020 EXECUÇÃO - 2021
CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - OFICINAS/APRESENTAÇÃO TEATRO MUSICAL Plano de execução e carga horária da área pedagógica do 43º Festival de Música de Prados-MG - Projeto pedagógico O público‐alvo é a comunidade pradense de modo geral, desde crianças a idosos, com todos os níveis, desde iniciante à experiente. Isso se deve à diversidade de professores que são levados para o Festival: especialistas em educação para todas as idades, em crianças iniciantes, em jovens experientes, em pessoas que necessitam atenção especial. Os objetivos principais das aulas de instrumento são: familiarizar os alunos com os instrumentos e suas sonoridades, propor a música como atividade lúdica e de lazer, despertar a curiosidade sobre os diferentes estilos musicais brasileiros e do mundo, tirar proveito de todos os benefícios que o fazer musical traz para os seres humanos e ensinar música para que as pessoas vivam melhor. Para os alunos iniciantes será utilizado o Método Suzuki, de grande fama e eficácia comprovada em todo o mundo, que entende o ensino musical como um outro idioma. Para os alunos mais avançados, as metodologias de ensino serão definidas pelos professores, visto que neste estágio as metodologias devem se adequar ao nível do aluno e o que ele busca com as aulas de música. Para as turmas mais avançadas, aspectos técnico‐interpretativos serão mais trabalhados, como dedilhados, afinação, interpretação historicamente orientada, técnicas de arco, respiração, leitura musical, e outros pontos que se referem à prática mais avançada de instrumentos musicais. As aulas dos alunos mais avançados também envolverão assistir aos ensaios, que são abertos, pois essa é uma atividade importante para entender como funciona uma orquestra. O projeto pedagógico foi organizado pelo Diretor Pedagógico do Festival, Eduardo Toni Raele. Formado em Licenciatura em Música pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), passando por escolas como Rodrigues Alves e Escola Nossa Senhora das Graças, e que desde 2012 realiza as oficinas e aulas durante os Festivais de Música de Prados. Durante as inscrições o Diretor Pedagógico e os professores de instrumento dividem os alunos em níveis e interesses, e decidem se as aulas serão coletivas e individuais, a depender do nível e objetivo dos alunos. Como o Festival acontece há 42 anos, a grande maioria dos alunos já teve aulas nos anos anteriores, e a Direção do Festival sempre que possível retorna a Prados com os bolsistas e profissionais que foram no ano anterior, para maior continuidade das atividades. As aulas de instrumento e prática em conjunto para os que se inscreverem nas oficinas serão ministradas pelos professores e bolsistas do Festival, diariamente na parte da manhã, das 9h às 12h, e das 14 às 18h, em turmas coletivas e individuais, a depender do nível dos participantes e de suas necessidades individuais. Todas as atividades pedagógicas serão coordenadas pela direção pedagógica, que dividirá os alunos interessados entre os professores que mais têm o perfil dos alunos matriculados. As atividades de musicalização ocorrerão somente na parte da manhã, portanto os alunos de instrumento também poderão participar das aulas de musicalização. As oficinas ocorrem diariamente durante os 15 dias do Festival. A carga horária é definida entre o aluno, professor e o diretor pedagógico, mediante disponibilidade, interesse, nível e objetivos do aluno. De modo geral, os alunos inscritos têm o compromisso de fazer no mínimo 06 horas de aulas durante o Festival, não podendo passar de no máximo 18 horas de aula durante o Festival. Para se apresentarem, os alunos devem fazer no mínimo 09 horas de aulas. Também é discutido com o aluno se ele deseja se apresentar no final do Festival, na apresentação dos alunos. Após o início dos cursos, o Diretor Pedagógico diariamente visita as aulas para ver como estão ocorrendo e dirimir dúvidas e apontar procedimentos pertinentes às aulas e objetivos dos alunos. Os instrumentos ensinados são os seguintes: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta doce e transversal, oboé, clarinete, saxofone, fagote, trompete, percussão, piano, cravo, órgão e bandolim. Ainda são ministradas a oficina de choro e improvisação, aulas de teoria e história musical e musicalização infanto juvenil por meio de teatro. O conteúdo programático depende do nível do aluno, que pode ser desde iniciante até avançado. Os professores do Festival são capacitados para todo o tipo de ensino. Em todas as aulas de instrumentos são tratadas as seguintes áreas da música, a depender do nível do aluno: timbre, melodia, harmonia, acordes, dedilhado, estética, fraseamento, leitura musical, contraponto, solfejo, afinaçãoe prática em conjunto.
Todos os espaços em que as apresentações, aulas e oficinas do 43º Festival de Música de Prados serão realizadas são espaços acessíveis a todos os públicos. BOLSAS e OFICINAS/Cursos (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) Acessibilidade física: As aulas acontecerão na Escola Estadual Dr. Viviano Caldas, que possui rampa, salas no térreo e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição será realizada em todas as atividades. Acessibilidade para deficientes auditivos: A tradução simultânea em Libras será realizada em todas as atividades em que sejam demandadas, conforme inscriçao. APRESENTAÇÕES/Ensaios/Palestras Acessibilidade física: As apresentações musicais ocorrem nas duas igrejas do centro da cidade (Capela de Nossa Senhora do Rosário e Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição), além do Teatro Municipal de Prados e a Casa da Música, todos também com recursos de acessibilidade. Em Coronel Xavier Chaves, a apresentação acontece na Capela do Rosário. Demais localidades ainda estão sendo reagendadas. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição será realizada em todas as atividades. Acessibilidade para deficientes auditivos: Quanto à acessibilidade de conteúdo, antes de todos os concertos serão realizadas palestras sobre o que será executado com intérpretes de Libras. A proposta se encontra em conformidade com o Decreto 5.761/06, artigo 27, incisos II ‐ proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência; e IV ‐ desenvolver estratégias de difusão que ampliem o acesso. As pessoas idosas são extremamente bem recebidas no Festival. Temos anualmente alunos idosos inscritos nos cursos de instrumento (algo pouco comum em festivais brasileiros) e são os idosos a maioria dos espectadores dos concertos. Também será oferecido espaço exclusivo para portadores de deficiência mentais, com cursos específicos e professores capacitados no ensino para portadores de deficiências mentais, mediante interesse mínimo de 04 estudantes com deficiências mentais. Como adendo, a música é muito bem recebida por portadores de deficiências mentais, e já houve durante estes anos de Festival muitos casos emocionantes envolvendo esse público. O projeto está de acordo com a IN 2/2019, artigo 18, parágrafo 2o: o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
Todas as atividades do Festival, produtos culturais resultantes conforme Plano de Distribuição, são gratuitas para todos os envolvidos, de todas as faixas etárias, atendendo assim ao Decreto 5.761/06, artigo 27, incisos I ‐ tornar os preços de comercialização de obras ou de ingressos mais acessíveis à população em geral; e III ‐ promover distribuição gratuita de obras ou de ingressos a beneficiários previamente identificados que atendam às condições estabelecidas pelo Ministério do Turismo, estando em conformidade também com a IN 2/2019, artigo 20, salientando que não haverá comercialização de ingressos. Em relação ao Artigo 21, da referida IN, o projeto atende aos seguintes incisos: APRESENTAÇÕES/Palestras e Ensaios - Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; e em específico com a Oficina de Musicalização, ao Inciso VII ‐ realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. BOLSAS - Inciso VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;
PROPONENTE - Responsável pela gestão do processo decisório do projeto junto com a Direção do projeto. Remunerado em Custos Administrativos. A Circus Produções Culturais faz o planejamento, realização e manutenção das carreiras de importantes artistas brasileiros, como Arthur Nestrovski, Arthur Nogueira, Cacá Machado, Ceumar, Dante Ozzetti, Juliana Amaral, Jussara Silveira, Lívia Nestrovski, Luiz Tatit, Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik. É também selo fonográfico – em 2015, o álbum "A Mulher do Fim do Mundo", de Elza Soares, lançado pelo Selo Circus, venceu o Grammy Latino. Além disso, é especializada por trazer grupos internacionais para o Brasil e produção de festivais, principalmente para o Sesc (Serviço Social do Comércio), produzindo eventos como o Nublu Jazz Festival e o Festival Sesc de Música de Câmara. EDUARDO TONI RAELEFunções no projeto – direção pedagógica e direção de produçãoFormado em Licenciatura em Música pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, é produtor do grupo de música Orquestra Moderna e do grupo de música renascentista Camerata Grave, coordenador artístico e pedagógico das últimas seis edições dos Festivais de Música de Prados ? MG. Integrou equipes de produção de exposições podendo citar: Mostra São Paulo não é uma Cidade (Sesc 24 de Maio), Amelia Toledo (CCBB SP), Água (Sesc Belenzinho) entre outras. Participou como conferencista das duas últimas edições do Transform Orchestra Leadership do British Council, congresso com foco em gestão orquestral. Realizou o Curso Sesc de Gestão Cultural, oferecido pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo. FÁBIO BRUCOLIFunções no projeto – direção artística e instrutorViolinista de destaque no cenário musical brasileiro. Ganhou por duas vezes o concurso ?Jovens Solistas da OSESP? durante três anos. Estudou na Alemanha com o renomado violinista russo Roman Nodel. É bacharel em violino e também formado no curso de Künstlerische Ausbildung, pela Escola Superior de Música de Mannheim, na Alemanha. Ganhou em 1995 e 1997 o Prêmio APCA para os melhores músicos de câmara do ano. Juntamente com seus irmãos, forma o Aulustrio, grupo brasileiro que gravou, com reconhecido sucesso,a obra integral de Heitor Villa?Lobos e de Glauco Velasquez para a formação. Em 2012, ganha o 1o lugar em concurso para o cargo de spalla da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Ainda no mesmo ano, inicia participações efetivas como coordenador e solista nos Festivais de Prados – MG. Esse trabalho motivou Olivier Toni a indicar Fabio Brucoli como seu sucessor na Direção Artística desse tradicional festival de música, que em 2019 realizou sua 42º edição. Recentemente lançou em CD e em plataformas digitais, o trabalho Violino Solo, com obras de extrema dificuldade técnica e interpretativa, nunca antes gravadas por um artista brasileiro, como a Sonata para Violino Solo de Béla Bartók . Atualmente atua como 1o violinista da Orquestra Sinfônica Municipal de SP, violinista do Aulustrio e Diretor Artístico dos Festivais de Prados –MG. ANDRÉ MISIARA BACHURFunções no projeto – maestro da orquestra e instrutor de choroNascido em São Paulo em 1986, iniciou?se na música através do violino. Depois dedicou?se ao estudo do piano e do bandolim. Ingressou em 2006 no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, no curso de Bacharelado em Regência, onde teve aulas com Sérgio Assumpção, Aylton Escobar e Gil Jardim. Foi, de 2011 a 2014, regente assistente da Orquestra de Câmara da USP onde trabalhou com o Mto. Gil Jardim e com outros regentes convidados como Olivier Toni, Kirk Trevor e Aylton Escobar além de ter contato com importantes solistas do Brasil e do mundo. Participa, desde 2013, do Festival de Música de Prados – MG, como regente assistente do Mto. Olivier Toni nas 36º e 37º edições (2013/14) e como regente titular da 38º ao 42º festival (2015?2018), onde também se apresenta como solista, professor e arranjador. É, atualmente, aluno de regência da Academia de Música da OSESP, onde estuda sob a orientação de Marin Alsop e Valentina Peleggi e participou de masterclasses com importantes nomes do cenário atual brasileiro e mundial como Alexander Shelley (ING), Louis Langreé (FRA), Ricardo Bologna (BRA), Alexander Liebreich (ALE) e Isaac Karabtchevsky (BRA). Dentro da sua intensa atividade como instrumentista destacam?se o trabalho com o Grupo João de Barro e o duo com Daniel Grajew (piano), no Duo Veredas. MARCELA CARVALHO CAMPOSFunções no projeto – produção executiva e co-responsável administrativaBacharel em Relações Públicas, Comunicação Social pela ECA-USP, com especialização em Gestão de Projetos Culturais pelo CELACC, da Pró Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, ECA?USP. Produtora e gestora de projetos, iniciou na área de cultura em 1995 com Yacoff Sarkovas. Foi ombudsman da Mostra do Redescobrimento Brasil +500 em 2000 e gerente de projetos da associação durante 2 anos, dentre os quais, exposição 50 Anos de TV e +, de curadoria de Marcelo Dantas. Em 2002 criou empresa própria, e atende entidades de 3o setor, empresas privadas, artistas e curadores. Projetos em destaque: Novos olhares sobre a Literatura, no CCBB?SP; exposição Alex Flemming, curadoria Ana Mae Barbosa; Que Chita Bacana, criação Renato Imbroisi; projeto Edições Acervo Cachuera!, 3 volumes sobre cultura tradicional, contemplado no Programa Petrobras Cultural; publicação do livro A arte visionária de Ranchinho, junto a Galeria Brasiliana; consultora em Lei Roaunet para o Museu do Ipiranga, no projeto de Restauro do edifício?monumento, em SP e eventos. Atualmente é consultora de Lei Rouanet para a FapUNIFESP, na Reforma do Centro Cultural em Saúde. PARCEIROS DO PROJETOLIRA CECILIANA (Presidente Tatiana Aparecida Nascimento)A Lira Ceciliana, sociedade dos músicos de Prados, entidade sem fins lucrativos, cujas origens remontam, segundo a tradição, ao ano de 1858, é herdeira do movimento musical que se desenvolveu em Minas Gerais a partir do século XVIII. Tendo como motivação e objetivo o estudo e o cultivo da música, mantém em funcionamento um coro, uma orquestra, uma banda de música e uma pequena escola de iniciação musical para a formação de novos integrantes. Suas atividades, de caráter contínuo, voltam?se para o passado de sua tradição ao mesmo tempo em que visam o futuro, tendendo para a diversidade e o ecletismo.Seu vínculo com a comunidade de Prados enraiza?se ao longo dos cerca de trezentos anos da história local, sendo que a cidade reconhece no cultivo da música um dos traços mais marcantes de sua identidade cultural. A banda de música, a orquestra ou o coral da Lira Ceciliana também se apresentam em outras cidades em diversas ocasiões. Desde 1977, a Lira Ceciliana realiza, em parceria com Olivier Toni (in memorian) e músicos convidados, os Festivais de Música de PradosTatiana Aparecida Nascimento. Nascida e criada em Prados, Minas Gerais, é formada em Educação Física pela Universidade Federal de São João del Rei. Participa da Lira Ceciliana, entidade da qual é a atual presidente, desde 1996, quando começou a fazer aulas de instrumentos durante o Festival de Música de Prados. Contrabaixista da Orquestra da Lira Ceciliana e cantora do Coral da Lira Ceciliana, colabora para a organização do Festival desde 2012. A Prefeitura Municipal de Prados é parceira do Festival há décadas, cedendo o alojamento para estadia dos bolsistas, divulgação do evento na cidade e na região, oferecendo alguns traslados entre as cidades que recebem o festival para apresentações e cedendo o Teatro Municipal de Prados para ensaios e apresentações. A Paróquia de Prados também é parceira do Festival, cedendo a Igreja de Nsa. Sra. do Rosário e a Matriz de Nsa. Sra. da Conceição para ensaios, concertos e gravações. Em Barbacena temos parceria com o Grupo Ponto de Partida e com a Bituca - Universidade de Música Popular, que oferecem seus espaços para a realização das apresentações e workshops.Flavia Camargo Toni - Diretora de Pesquisa - Mestre (1985) e Doutora (1989) em Artes, Livre-Docente (2004) e Professora Titular (2009) da Universidade de São Paulo. Pesquisadora no Instituto de Estudos Brasileiros, onde foi Presidente e Coordenadora do Programa Culturas e Identidades Brasileiras entre 2010 e 2014. Orienta também na pós-graduação em Musicologia do Departamento de Música (CMU) da Escola de Comunicações e Artes (USP). Antes de seu ingresso na Universidade, como pesquisadora do Centro Cultural São Paulo, processou e descreveu todo o acervo constituído pela Missão de Pesquisas Folclóricas trabalhando, a partir da década de 1990, pelo restauro e preservação da Coleção. Na Musicologia tem trabalhado com ênfase nos assuntos da primeira metade do século XX atuando principalmente nos seguintes temas: a literatura musical de Mário de Andrade, Modernismo e Música, Camargo Guarnieri: vida e obra, Etnomusicologia, Metodologia da Pesquisa em Música. Foi do Conselho Editorial da Revista do IEB entre 2017 e 2018 e atualmente é vice-diretora da instituição. É também acadêmica da Academia Brasileira de Música.
Pedido de readequação finalizado. O parece está disponível no Salic em ?Outras Informações/Documentos Assinados?.