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PRONAC 204799Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MATILDA - produção de curta-metragem em animação

POLEN ESTUDIO DE ANIMACAO LTDA
Solicitado
R$ 154,9 mil
Aprovado
R$ 154,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-01-03
Término
2022-06-25
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

Produção de curta-metragem infantil, em animação 2D (com cenários 3D e personagens 2D, mas finalização em 2D), de 8 minutos, colorido e digital. Este filme é o 3º e último da trilogia "Primeiras Impressões", todos com protagonistas infantis, cujo tema, desta vez, é a perda, a morte de um ente querido pela criança. Em "Matilda", uma menina negra, de quatro anos, deficiente física, precisa aprender a lidar pela primeira vez com o sentimento da perda da amiguinha Matilda, uma formiga saúva. A saída final do curta para exibição em festivais e sua comercializaçao será em digital/virtual, no formato: 4K UHD, 23,976 fps e som stereo 48 KHZ.

Sinopse

O curta Matilda possui classificação livre, para todos os públicos, e seu tema principal é a morte, a perda de um ente querido. Na história, uma menina de 4 anos, negra e deficiente física experimenta esse terrível sentimento pela primeira vez quando sua amiguinha Matilda, uma formiga saúva, falece. Além do curta, serão produzidos o Making of e o “Diário” do filme. O Making of irá registrar fragmentos de todo o processo, desde a pré até a pós-produção, com entrevistas, depoimentos e parte de algumas cenas. A edição final ficará em torno de 10 minutos. Já no “Diário” do filme, o Diretor Cinematográfico documentará o passo a passo de todas as etapas – da pré-produção à divulgação – no momento em que elas acontecem, postando pequenos vídeos regulares na página do curta no site da Pólen Estúdio. Portanto, um registro bem maior e completo do que o Making of. Serão disponibilizados nessa página o espaço para comentários e perguntas, similar a um chat, possibilitando uma interação maior entre os espectadores e os realizadores do curta. Logline Menina negra, de quatro anos, deficiente física, precisa aprender a lidar pela primeira vez com o sentimento da perda de uma amiguinha, uma formiga. Sinopse da história Uma Menina de quatro anos, com cabelo penteado em marinha-chiquinha, negra e deficiente física – com uma prótese mecânica do joelho direito para baixo – brinca de pique com o Coelho, seu pet de estimação, ele correndo atrás dela, na maior algazarra, percorrendo os canteiros da horta do quintal de sua casa. O Coelho possui os pelos azuis, olhos vermelhos e um belo bigode. É idoso, um vovô, e usa óculos. No quintal há também um grande pé de manga. E, próximo a ele, um formigueiro de saúvas cortadeiras. Matilda, uma cortadeira, junto com outras companheiras, está nessa mangueira cortando folhas para levar ao formigueiro. Matilda também é deficiente, não possui toda a perna direita, forçando-a a andar aos pulos. Matilda e Menina têm certa semelhança no formato da cabeça. Na correria e sem querer, a Menina pisa no formigueiro criando séria divergência com Matilda. Constrangida, a Menina pretende consertar o formigueiro imediatamente, mas Matilda não permite, aos “gritos” com a Menina, que vai para a casa chateada. O Coelho a segue. Por fim, vendo a Menina se afastar triste, Matilda se arrepende. No dia seguinte, a Menina e o Coelho estão pegando manga do pé, mas a Menina e o Coelho estão no chão. Matilda está trabalhando nos galhos da mangueira e vê os dois. Ela corta o talo de uma manga madura que cai. Surpresa, a Menina pega a manga, percebe que foi um ato de boa-fé de Matilda e aceita a ajuda para pegar as outras mangas. A saúva, no final da tarde daquele dia, sem a presença da Menina que já tinha ido para casa, percebe uma muleta de gravetos deixada perto do formigueiro. Ela olha para a casa da Menina e a vê na janela do seu quarto, sorrindo para ela. Matilda sorri de volta em agradecimento. A partir daí, Matilda passa a usar a muleta e a amizade entre esses três personagens se firma em muitas cenas, como pegar manga, brincar de pique pela horta (Matilda em cima do Coelho, ou no ombro da Menina), Coelho e Menina levando folhas ao formigueiro, Menina carregando Matilda em sua mão... No entanto, Matilda vai envelhecendo rapidamente, ficando mais morosa e fraca. Um dia chega a escorregar da mangueira! Mas, por sorte, a Menina consegue pegá-la a tempo, que alívio! Mas... Numa noite muito escura, no final da labuta, Matilda, já bem velhinha, desmaia perto do formigueiro. As amigas a socorrem rapidamente. Vem logo uma formiga médica que toma seu pulso, em vão: Matilda falecera! Na manhã seguinte, a Menina descobre que a amiguinha morrera. Naquela mesma noite, a Menina e o Coelho, apenas os dois, fazem um “velório” para Matilda que está enterrada próximo ao formigueiro, num pequeno túmulo de terra. A Menina, agachada sobre suas pernas, deixa a muleta sobre o túmulo. O Coelho finca uma plaquinha com o nome “Matilda” na cabeceira do montículo de terra. Os dias seguintes são bastante tristes para a Menina que se lembra das brincadeiras com Matilda e não quer sair da cama para brincar de pique, mesmo sob insistência do Coelho. Os dias passam: há uma pequena elipse temporal “negativa”, usando flashes de dias de entardecer bem alaranjados nos quais plantinhas envelhecem e murcham. Mas logo depois acontece uma elipse temporal “positiva”, com flashes de dias ensolarados, com plantinhas nascendo e crescendo vigorosamente. Uma sementinha é levada pelo vento, cai sobre o túmulo e fica. Num belo dia, os raios do sol, juntamente com o Coelho, acordam a Menina. O amigo ancião lhe mostra algumas folhas de mangueira que ele trouxe e, desta vez, a Menina abre um sorriso e aceita o convite, correndo para o quintal onde pega mais folhas e as leva ao formigueiro. Lá, muitas formigas trabalham e agradecem a ajuda. Essa ação se repete algumas vezes, mas de forma diferente, numa elipse temporal de dias. Paralelamente a isso a sementinha do túmulo vai crescendo e erguendo a muleta até que, no final do crescimento, a muleta fica em pé, debaixo de uma das duas únicas folhas da plantinha, cuja flor tem semelhança com Matilda no formato do rosto. No dia seguinte, a Menina brinca de pique pelos canteiros da horta com o Coelho em seu encalço. Em uma das “esquinas” dos canteiros, o sol lhe atrapalha a visão. Ela para, leva a mão ao rosto e, por entre os dedos, vê a plantinha sobre o túmulo. Olha para a sombra da plantinha e percebe a silhueta de Matilda. A Menina sorri para si mesma, feliz, e volta ao pique divertido com o Coelho, em plena algazarra! A plantinha, ao sabor do vento, se movimenta para cá e para lá, e, pela sua sombra, parece que dança alegremente. Ao fundo do quadro, a Menina e o Coelho continuam na correria do pique às gargalhadas!

Objetivos

OBJETIVO GERAL Há um número insignificante de filmes brasileiros com protagonistas negros e/ou com algum tipo de necessidade especial. E há também um percentual muito pequeno de filmes brasileiros destinados ao público infantil. Segundo o escritor e curta-metragista João Batista Melo, no livro "Lanterna Mágica _ Infância e Cinema Infantil", de 2011, "(...) dos 3.898 filmes brasileiros de longa-metragem produzidos entre 1908 e 2009, apenas cerca de setenta, pouco mais do que 02% da produção cinematográfica nacional, destinaram-se ao público infantil. E dentro desse universo infantil, são mais escassos ainda os que abordam o tema da morte, da perda de um ente querido por parte das crianças. De acordo com o TCC de Especialização em Docência na Educação Infantil da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de 2014, realizado por Sônia Maria Marmitt Zambeli, "A abordagem da morte constitui um dos temas mais difíceis de serem encontrados na literatura infantil contemporânea. A morte aparece no cotidiano de nossas crianças, quase que corriqueiramente, e nós adultos velamos este assunto ao tratar com as crianças, na tentativa de protegê-las, deixando-as desamparadas sem compreender o que de fato está acontecendo ao seu redor, usando clichês para falar sobre este assunto". O curta "Matilda", além do puro entretenimento, pretende criar identificação com as crianças que passaram, estão passando, ou que ainda irão passar pelo mesmo problema abordado no filme (a perda de um ente querido), e ainda despertar a atenção/consciência dos pais para a relação de seus filhos com os seres à sua volta, não só com os seres humanos. A maioria das crianças adoram ter animais de estimação. A afetividade existente entre uma criança e um animalzinho de estimação é muito forte, e a morte desse amigo fiel e inseparável pode acarretar problemas sérios de saúde para a criança. Assim, o filme pode servir tanto como um tipo de catarse para as crianças que já tiveram essa dolorosa experiência, como também ajudá-las e alertá-las para o que ainda estar por vir, criando inclusive um gancho para os pais conversarem com seus filhos sobre o tema. De forma despretensiosa, este projeto pretende colaborar no preenchimento dessa lacuna, tanto em relação ao cinema nacional infantil quanto no que tange à falta da temática "morte/perda" e ainda de protagonistas com necessidades especiais. OBJETIVO ESPECÍFICO Produzir: - Um curta-metragem, em animação 2D, colorido e digital. - Uma Oficina de Continuidade Cinematográfica, para 30 alunos, como Contrapartida Social.

Justificativa

O financiamento para a produção de filmes na atual conjuntura brasileira tem-se mostrado difícil e, em alguns casos, inviável sem o incentivo fiscal e prêmios afins, principalmente quando se trata do formato curta-metragem. Apesar de este formato ser de extrema importância para a cultura, para a formação do indivíduo, para a profissionalização do mercado audiovisual e diversas outras características também importantes, o grupo empresarial privado não patrocina as obras nesse formato fora do âmbito da renúncia fiscal. Até mesmo nos EUA, com sua rica e poderosa produção hollywoodiana, existem esses mecanismos, como a famosa "Seção 181". O cinema é uma poderosa ferramenta para instrução, educação e reflexão humanas. Através dos filmes temos oportunidade de expandir nosso conhecimento de várias formas, além de nos entretermos com a história contada, de nos identificarmos com as situações vividas pelos personagens, trazendo isso para nossa própria vida, nos convidando a uma reflexão individual e necessária. Esse é o propósito do curta "Matilda"; partindo de uma história ficcional, envolvente e tratando de um assunto extremamente delicado (o sentimento de perda de um ente querido por uma criança pela primeira vez), o filme convida o espectador _ cujo foco principal são as crianças _ a refletir sobre o tema de forma lúdica e terna, mas consciente, e prepará-la para o que estar por vir. Em relação ao Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra principalmente nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Respondendo aos Incisos acima, o filme será exibido primeiramente em mostras e festivais, que são gratuitos. Após ser comercializado, ele será disponibilizado gratuita e perenemente no Youtube ou Vímeo, alcançando milhares e milhões de pessoas ao redor do mundo no decorrer dos anos. Todos os membros da equipe são de Minas Gerais e moram no estado, com exceção de uma profissional, que também é mineira, mas mora atualmente em São Paulo. Todos os membros estudaram e se formaram na área audiovisual em Minas. Temos um jeito mineiro de realizar os projetos, mas com uma linguagem universal, que atinge a todas as regiões, não só as do Brasil, mas de todo o planeta. O projeto exerce também um papel de inclusão social por apresentar uma protagonista feminina, infantil, negra e com necessidades especiais. Além disso, o filme não possui diálogos textuais _ a história é contada apenas pelas imagens e ações dos personagens _ favorecendo sua disseminação pelo mundo afora. Outro ponto é a presença da personagem Matilda, uma formiga da espécie Saúva, as "cortadeiras", cujo habitat é apenas as Américas, mais precisamente da América Central até Sul do Brasil, Uruguai e parte da Argentina. Geralmente, são retratadas nos filmes somente as espécies cujo habitat são de outras regiões do mundo. Em relação ao Art. 3°, os objetivos que pretendemos alcançar se referem principalmente aos itens II e IV: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Já respondido no texto acima sobre o Artigo 1º.

Estratégia de execução

O curta Matilda possui algumas características com a intenção de tentar preencher algumas carências referentes à área cinematográfica: filmes com protagonistas negros, femininos, infantis e com necessidades especiais. Além disso, ele não possui diálogos textuais, possibilitando o entendimento a qualquer cidadão do mundo que não possuam deficiência visual (mas haverá os recursos brasileiros da audiodescrição, legendagem descritiva e janela de Libras). Essas características não são exclusivas deste filme. Seu roteirista e diretor, Laly Cataguases, em sua trajetória profissional, tem procurado trabalhar com protagonistas classificados pela sociedade como “minorias” ou que sofrem algum tipo de discriminação: Curtas anteriores Tá doido, doido? – loucos Vida simplesmente – cadeirante Elza Geralda – mulher na melhor idade O voo da cegonha – criança surda – filme sem diálogos textuais Meu melhor amigo – infantil – filme sem diálogos textuais Literatura O homem quer era verde – livro com CD [audiolivro]: cegos. Dentre os contos do livro, há alguns com temática LGBTQ+, melhor idade, anões, além da forte presença feminina.

Especificação técnica

O filme terá duração em torno de 8 minutos, colorido, produzido em 2d (personagens) e 3d (cenários), mas finalizado em 2d. Resolução 4K UHD, com 23,976 fps e som stereo 48 KHZ. Ele será divulgado em festivais/mostras majoritamente no formato virtual (tendência atual desses eventos) cujo arquivo será armazenado no drive (nuvem) do filme. Sua comercialização também se dará da mesma forma. Entretanto, haverá cópias em dispositivos portáteis (pendrives, HD/SSD externos) para o armazenamento do filme na Produtora, envio a alguns festivais e para a prestação de contas.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O curta contará com os recursos de Audiodescrição (para cegos), Legenda Descritiva e Janela de Libras (ambas para surdos). Como o filme não possui diálogos textuais - a história é contada pelas imagens e ações dos personagens - os recursos para os surdos servirão mais para mostrar a existência da trilha sonora (música alegre ou dramática) e manifestações sonoras dos personagens, como sustos, surpresas, gargalhadas, choro, etc., facilitando sobremaneira a assimilação da dramaturgia para essa população. Essa característica (de não possuir diálogos textuais) faz com que o projeto seja universal, possibilitando-o ser assistido por pessoas de outros idiomas, do mundo todo. Os outros dois curtas anteriores do diretor - "O voo da cegonha" e "Meu melhor amigo" - e que fazem parte, junto com "Matilda", da trilogia "Primeiras Impressões" também não possuem diálogos textuais. ACESSIBILIDADE FÍSICA Num primeiro momento, o curta terá uma carreira em festivais e mostras, tanto nacionais quanto estrangeiros. A maioria dos festivais acontece em salas de cinema. E estas, por força de lei, são obrigadas a possuir acesso a cadeirantes - como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço reservado na sala de cinema – e também a cegos – como os guias táteis. O filme é protagonizado por uma criança com deficiência motora. Por isso o foco maior será festivais voltados não só à infância, mas, principalmente, os de inclusão social. Há festivais que são exclusivos à população com necessidades especiais – como o Assim Vivemos e o Moviearts – ou que oferecem sessões exclusivas a elas – como o FESTin (Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa), dentre outros. Tentaremos também a seleção do curta no projeto Cine Solar, da Produtora Brazucah. Com uma van movida a energia solar, os produtores viajam pelo interior do Brasil e a locais de difícil acesso, até mesmo comunidades quilombolas e indígenas, que em alguns casos nem energia elétrica possuem. Uma tela inflável é montada numa praça ou local similar, de fácil acesso, realizando sessões de cinema ao ar livre e gratuitamente. Tivemos essa experiência com o filme anterior, “Meu melhor amigo”, que foi bastante gratificante. Pelas características do curta Matilda – não possuir diálogos textuais e ser protagonizado por uma criança negra e com necessidade especial – acreditamos que ele tenha bastante potencial para a seleção. Após a carreira em festivais, o filme entrará na fase de sua comercialização com canais de tv e plataformas de streaming.

Democratização do acesso

1) Assim que o filme iniciar sua carreira em festivais nacionais e no exterior – que em sua grande maioria são eventos gratuitos – A Pólen Estúdio, paralelamente, procederá à sua comercialização, participando de fóruns, pitchings e rodadas de negócio, como a MAX, em Belo Horizonte, e a Rio2C, no Rio de Janeiro, e também aqueles que ocorrem dentro dos festivais, para oferecer o filme a distribuidoras e também comercializá-lo diretamente com os players participantes desses eventos. Além disso, agendaremos reuniões diretas com alguns players dos quais já temos os respectivos contatos. 2) Após ser comercializado e cumprir seu tempo de carência – respeitando as condições e prazos contratuais de licenciamento e venda – o curta será disponibilizado na íntegra e gratuitamente no Youtube ou Vímeo, alcançando dessa forma milhares ou milhões de pessoas ao redor do mundo no decorrer dos anos. 3) Será oferecido gratuitamente pelo Diretor Cinematográfico do projeto um Workshop sobre Continuidade Cinematográfica para 30 alunos, como Contrapartida Social. A divulgação será feita prioritariamente em escolas públicas de Belo Horizonte nas esferas municipal, estadual e federal. A idade mínima exigida dos alunos será de 13 anos de idade. No âmbito federal, o foco será preferencialmente os cursos de Comunicação Social. Já nas escolas municipais e estaduais buscaremos captar pessoas que anseiem por sua ingressão na área audiovisual e não sabem ainda como fazê-lo. O profissional de Continuidade terá essa atividade como uma ótima ferramenta de se iniciar na carreira cinematográfica, pois o conhecimento adquirido nessa função favorece sobremaneira esse futuro realizador, não só com seus roteiros autorais como também em dirigir seus próprios projetos e de terceiros. Custo – Inscrições gratuitas. Público Alvo – A oficina é indicada a Continuístas, Diretores Cinematográficos, Roteiristas e a quem pretende se iniciar na carreira cinematográfica de uma forma geral. Conteúdo Programático: Características da função e perfil do continuísta; noções sobre eixo (quebra de eixo) e raccord; preenchimento da folha de continuidade; uso da claquete, cronômetro e máquina fotográfica; o cuidado com os planos/contraplanos; suporte ao diretor cinematográfico na inclusão/exclusão de cenas durante as filmagens; os planos de cobertura; continuidade de luz; os erros de continuidade; tabela de conversão. Minibiografia do Ministrante: Laly Cataguases trabalha na área audiovisual há 21 anos, principalmente como Roteirista, Diretor e Continuísta. Cursou Publicidade e Propaganda pela Uni-BH (incompleto) e tem feito diversos cursos técnicos (como a Escola de Cinema Daller, quando ainda não existia cursos de Cinema de ensino superior em Belo Horizonte), oficinas e masterclass de cinema durante toda sua carreira. Roteirizou e dirigiu os curtas “Meu melhor amigo” (animação), “O voo da cegonha”, “Elza Geralda” (ambos em live-action digital) e “Vida, simplesmente" (super-8). Trabalhou em diversos projetos de terceiros como Assistente de Direção, Produtor e Continuísta. Ministra oficinas de Introdução ao Roteiro, desde 2003, e de Continuidade Cinematográfica, desde 2013. É cocriador, junto com Rafael Guimarães, da série "O Fabuloso Seixo de Satra", inspirada nos personagens do curta "Meu melhor amigo", de sua autoria, ganhador de três prêmios em festivais. Site: https://lalycataguases.jimdofree.com/ 4) "Diário" do Filme Além dos procedimentos descritos acima, será ainda aberta uma página do projeto no site da Pólen Estúdio na qual serão disponibilizados gratuita e regularmente pequenos vídeos, produzidos principalmente pelo Diretor Cinematográfico, registrando passo a passo todas as etapas da feitura de um filme de animação: pré-produção, animação e pós-produção. E também sobre a carreira de Matilda nos festivais e sua comercialização, cujas etapas correrão paralelamente. Esses registros serão feitos com o celular, ou gravados diretamente pela web nos casos de reuniões com os membros da equipe técnica, realizadas em plataformas próprias, como o Zoom e Meeting. A ideia é de atender, além do público comum (fora da área cinematográfica), estudantes de Comunicação e de Cinema para poderem acompanhar todas as fases de um filme de animação, praticamente no momento em que acontecem, aberto a perguntas e comentários pelos usuários, similar a um chat. Tentaremos uma parceria com as faculdades de cinema e de comunicação para divulgação aos alunos dos cursos de cinema e animação. Esses vídeos permaneceram disponíveis ao público no site da Pólen Estúdio mesmo após o projeto for finalizado e sua prestação de contas entregue. Como início a esse processo, além de disponibilizarmos em pdf o roteiro que está sendo agora inscrito na lei de incentivo, o diretor gravará um vídeo narrando a história do filme, e também curiosidades e outros dados exclusivos ao projeto. A partir daí haverá registros de todo o processo, desde a reunião com a consultora de psicopedagogia, os possíveis tratamentos no roteiro, as reuniões com outros setores da equipe técnica, feitura do storyboard, animatic, concepts dos personagens, cenários (BG), rigging, animação, etc. OBS.: Além desse "diário", haverá o Making of oficial, padrão, registrado e editado por outro profissional, com entrevistas próprias e outros conteúdos, com duração total em torno de 10 minutos.

Ficha técnica

A Pólen Estúdio de Animação, proponente do projeto, será a responsável, a gestora, de todo o processo de animação do curta. Seu sócio-fundador, Rafael Guimarães, é empreendedor audiovisual, animador e roteirista, formado em Cinema de Animação e Pintura pela Universidade Federal de Minas Gerais, atuando na área da animação desde 2006. No curta Matilda, Rafael Guimarães realizará as seguintes funções: Direção de Animação, Direção de Arte, storyboard, layout, composição e parte da animação. A Pólen Estúdio coproduziu o curta "Meu Melhor Amigo", de Laly Cataguases, uma animação 3d. Rafael Guimarães trabalhou no curta como Supervisor de Animação, storyboarder, animador e finalizador. O filme está dando origem a uma série de animação infantil denominada "O Fabuloso Seixo de Satra", cocriação de Laly Cataguases e Rafael Guimarães, projeto aprovado em dois editais de desenvolvimento: Codemge/2018 e BH nas Telas/2019, com o nome provisório de "Meu melhor amigo - A série". Outros projetos produzidos pela Pólen Estúdio/Rafael Guimarães: Vila Colorê (série animada educativa para DVD), A nova Capital (Animação 2d recorte digital), Involução (Roteirização do curta), Vila Colorê – Poços de Caldas (curta infantil em Animação 3d), Vila Colorê – O Velho Chico (curta infantil em Animação 3d), Eras Geológicas (Animação 2d tradicional e Digital), 147 (Design de personagens), Betinho (curta em animação 3d) Prêmios - Curta "Meu melhor amigo" - 7º Curta Brasília (Prêmio Brazucah) / 13º Encontro Nacional de Cinema e Video dos Sertões (Troféu Cacto de Ouro de Melhor Animação, pelo Júri Popular, e Troféu Cacto de Ouro de Melhor Montagem) - Curta "Involução" - Festival de Cinema de Animação Locomotiva (Melhor Roteiro) Laly Cataguases - Roteirista e Diretor Cinematográfico Trabalha na área audiovisual há 21 anos. Cursou Publicidade e Propaganda pela Uni-BH (incompleto) e tem feito diversos cursos, oficinas e masterclass de cinema durante toda sua carreira, como a Escola de Cinema Daller e a Oficina de Roteiro de Séries para TV, com Luca Paiva Mello. Roteirizou e dirigiu os curtas “Meu melhor amigo” (animação), “O voo da cegonha”, “Elza Geralda” (ambos em live-action digital) e “Vida, simplesmente" (super-8). Trabalhou em diversos projetos de terceiros como Assistente de Direção, Produtor e Continuísta. Ministra oficinas de Introdução ao Roteiro e de Continuidade Cinematográfica. É cocriador, junto com Rafael Guimarães, da série "O Fabuloso Seixo de Satra", inspirada nos personagens do curta "Meu melhor amigo". Prêmios - pelo Curta "Meu melhor amigo", citados acima no bloco da Pólen Estúdio/Rafael Guimarães. Cláudio COnstantino - Produtor Executivo Bacharel em Artes Plásticas com especialização em Cinema de Animação e em Desenho, e disciplinas de mestrado pela EBA/UFMG; Atua na área audiovisual desde 1998 como realizador, roteirista, animador, diretor, ministrante de oficinas, membro de comissões de seleção de projetos audiovisuais de editais locais e do MinC; Produtor Executivo de diversos projetos audiovisuais, como prêmios, mostras, filmes e séries, como a recente série “Meu melhor amigo”, ganhadora de dois Editais de Desenvolvimento: Codemge/2018 e Coinvestimento regional FSA - BH nas Telas/2019. Já participou de diversos cursos e workshops sobre a Ancine, Fundo Setorial do Audiovisual, Pitchings, Distribuição Cinematográfica e Planejamento Executivo. Foi Presidente da Associação Curta Minas/ABD-MG em mais de um mandato, e diretor do Congresso Brasileiro de Cinema(2008/09). Sócio-diretor da Mascote Assessoria e Consultoria Empresarial Ltda. (desde 2006); membro da Câmara da Indústria da Comunicação e Audiovisual da FIEMG (desde 2017) e da Federation Internationale Cinema Television Sportifis/Itália (desde 2018). Tarcísio de Souza Rezende - Modelagem (Artista 3D) Formado como Tecnólogo em Jogos Digitais, Game Design, Modelagem e Animação, pela PUC Minas, Tarcísio trabalha como modelador 3D e game designer há 10 anos. É sócio-fundador da Mup Studios, empresa de games onde trabalha como Administrador, Game Designer e Artista 3D, desenvolvendo jogos educacionais, advergames, além de treinamentos e aplicativos em Realidade Virtual e Realidade Aumentada. Trabalhou em projetos de diversas empresas, entre elas, a Hermit Crab Game Studio, Mao Studios, Mtime.com, Mídia Filmes, Pólen Estúdio e Construtora MRV. https://www.linkedin.com/in/tarcisiorezende/ https://www.artstation.com/shendoo Drª Cláudia Márcia Simões Vieira Menezes - Consultoria Psicopedagógica É formada em Pedagogia pela Uni-BH, pós-graduada em Psicopedagogia pelo Centro de Estudos e Pesquisas Educacionais de Minas Gerais – Cepemg, Psicanálise pelo Instituto Avançado de Psicanálise Miesperanza e pós-graduada em Psicanálise pela Faculdade de Poliensino. Atualmente faz doutorado em Psicanálise Infantil no Miesperanza International University e consultoria psicopedagógica na série "O Fabuloso Seixo de Satra", da Pólen Estúdio. Giovanna Guimarães - Cenários (BG) É graduada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes/UFMG, com Mestrado em Artes, área Cinema, também na EBA. Trabalhou como ilustradora e em outras funções em diversas produtoras, como a Casa dos Quadrinhos (Estúdio Big Jack), TAG Video Design, 2DLab (na animação do longa "Nautilus"), Copa Studio (nos projetos "Historietadas Assombradas para Crianças Malcriadas", "Tromba Trem" e "Irmão do Jorel"), Cool mini or Not (empresa norte-americana de jogos, elaborando artes para jogos), ilustrações para publicações da Skrypt Editora (Brasil) e criação de personagens para o projeto Crypto Kitties para a Dapper Labs (CANADÁ), dentre outros. Gabriel Brandão - Animador É formado em Artes Visuais na Habilitação de Cinema de Animação pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atua na área de animação desde 2011, fazendo trabalhos em animação 2d e 3d, além de Concept Art, design de personagens, dentre outras funções. Empresas para as quais realizou projetoss de animação: Produtora Março (Agência Lápis Raro), CCPR, Produtora Tutano Filmes, Instituto Robson Pinheiro, Canal Conspiracy Skateboards, Pólen Estúdio, dentre outras. Daniel Roscoe - Editor Cursou Relações Públicas na Faculdade Unicentro Newton Paiva/BH (incompleto). Fez curso técnico de cinema pela Escola de Cinema Daller e o curso de Produção de Cinema e Vídeo pelo FAT, dentre outros. Atua na área audiovisual em Belo Horizonte/MG desde 2000, como Diretor, Roteirista, Diretor de Produção, Produtor de Locação, Editor e trabalhos de pós-produção em diversos projetos, tanto curtas quanto longas-metragens, videoclipes e vídeos publicitários. Trabalhou em diversas produtoras, como: Carabina Filmes, FAM Produções, Filmakers, Transversal Produções, Icom Produções e HF Produções, onde trabalha atualmente. Foi ainda professor de edição de vídeo pela Escola de Imagem, também em Belo Horizonte/MG.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.