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PRONAC 204801Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Dani da Lua

CABORE PRODUTORES ASSOCIADOS LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RN
Município
Natal
Início
2021-06-01
Término
2022-06-01
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisNatal Rio Grande do Norte

Resumo

O projeto "Dani da Lua" visa a realização de um curta-metragem de animação direcionado ao público infantil. O filme traz discussões relevantes sobre preservação ambiental e representatividade de pessoas com deficiências. Atrelado ao curta-metragem, o projeto inclui a produção de um livro infantil que traz detalhes sobre a história de Dani, o primeiro menino a nascer na Lua. Produto principal: Produção de filme de animação / curta-metragem / 7min / Finalização em 2K / Tema: preservação ambiental e representatividade de pessoas com deficiências Produto secundário: Livro infantil

Sinopse

Estamos em 2060 e a Terra deixou de ser o lugar ideal para se viver. Os danos à natureza causados pelos humanos são irreversíveis e a habitação de qualquer espaço do planeta se tornou arriscada. Na tentativa de continuar o seu domínio pelas galáxias, a raça humana se estabeleceu na superfície da lua, onde edificou a cidade de MOONVILLE e, recentemente, deu origem aos FILHOS DA LUA: a primeira geração de crianças nascidas fora da Terra. Nesse contexto, o curta-metragem de animação “Dani da Lua” apresenta Dani, o primeiro humano a nascer na lua. Dani alimenta o sonho impossível de visitar o planeta de origem de seus pais e todos os lugares que sua bisavó centenária costumava contar desde que ele abriu os olhos pela primeira vez após sair da barriga de sua mãe há exatos sete anos! Gracinha contava ao bisneto histórias sobre o mar, toda aquela imensidão azul que ele se acostumou a ver de longe e que não conseguia entender como era possível tomar banho e não ficar também azul; sobre o vento no rosto, isso o menino não tinha ideia do que poderia ser, mas sentia uma coisa boa no pé da barriga só em pensar em algo que não podia se ver, mas que balançava seu cabelo ao passar por você; sem falar nas árvores... verdes e frondosas que davam origem às frutas que ele só conhecia a versão em cápsulas ou pequenas porções embaladas em um plástico duro que seus pais costumavam chamar de “avacu”. Como Dani sonhava em subir numa árvore… talvez se ele estivesse na Terra, ele não precisasse usar aquela cadeira de rodas e poderia caminhar livre por todos os lugares que quisesse. Dani carrega esses desejos consigo e, a cada dia, eles se tornam mais fortes. Porém, todas essas imagens só ganham vida e se tornam reais quando o garoto fecha os olhos e entra na sua imaginação, recriando todas as lembranças compartilhadas pela senhora que praticamente o criou. Todo o estímulo dado por sua bisavó o faz querer, cada dia mais, acreditar na possibilidade de um dia conhecer a Terra e ver todas aquelas maravilhas com seus próprios olhos. Apesar de tudo o que os demais adultos falam, ele não consegue acreditar que um lugar tão maravilhoso possa estar totalmente destruído. É acreditando na grandiosidade da Terra, que Dani da Lua se dedica à busca de viver os simples, porém, mais verdadeiros sonhos. E um dia, de maneira inesperada, Dani consegue enfim estabelecer contato com um terráqueo. Quantas aventuras aguardam nosso protagonista! O livro infantil “Dani da Lua” traz a história do roteiro adaptada para crianças que se encontram em processo de alfabetização. Através de muitas imagens e de um texto de fácil leitura (adequado à faixa etária do público-alvo), o livro conta a história de Dani, o primeiro menino a nascer longe da Terra. Nele, somos apresentados à sua família, às histórias contadas por Gracinha, a bisa de Dani, e aos seus amigos. Descobrimos quais aventuras o menino da Lua apronta no controle da sua tecnológica cadeira de rodas. Guiado por imagens do filme, com páginas para colorir, o enredo traz também detalhes de como é viver na gélida cidade de Moonville. O curta-metragem de animação possui classificação indicativa Livre. Ele e o livro infantil, que conta com a história ilustrada e atividades educativas de “Dani da Lua”, têm como público-alvo principal crianças até 6 anos de idade, dentro do escopo chamado de primeira infância. A produção de conteúdo audiovisual brasileiro voltada a esse público ainda é escassa e acreditamos que o incentivo ao desenvolvimento e realização de projetos desse porte ajudam a criar uma relação empática de novos cidadãos com a diversidade do mundo.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral deste projeto é a realização de um curta-metragem de animação e de um livro de atividades, ambos voltados ao público infantil. Objetivos específicos: - Atingir o público infantil - Discutir a importância da preservação do meio ambiente e do planeta Terra; - Oferecer representatividade a portadores de necessidades especiais ao mostrar o protagonismo de um personagem infantil excepcional; - Participar de festivais e mostras de cinema de curta-metragem nacionais e internacionais; - Destinar 1 máster do curta-metragem para preservação no Centro Técnico Audiovisual (CTAV); - Destinar 1 cópia digital e 3 DVDs para a Cinemateca Brasileira; 1 cópia digital e 1 DVD para a Cinemateca Potiguar; 10 DVDs para escolas públicas municipais (Natal-RN) e estaduais (RN). - Distribuir gratuitamente para a população 160 ingressos do evento de pré-lançamento do filme e livro;- Distribuir gratuitamente 60 exemplares do livro, sendo: 53 para crianças que estiverem no evento de pré-lançamento; 2 para o patrocinador; 5 para divulgação.

Justificativa

"Dani da Lua" é uma animação que tem como intenção primeira a discussão e o despertar da atenção para os simples privilégios que nos rodeiam no cotidiano, principalmente em um universo muitas vezes poluído pelo excesso de informação e por todos os problemas socioambientais que permeiam os grande centros. Por meio de uma linguagem acessível, o filme se dedica a refletir sobre o que é realmente importante no que diz respeito às experiências e vivências humanas, como o afeto, o respeito à memória e à história oral, além da necessidade da preservação ambiental, por exemplo. Guiado por uma criança pertencente à primeira geração de humanos nascidos na lua após o planeta Terra entrar em colapso, "Dani da Lua" é um projeto permeado por metáforas visuais que instiga a pensar o que estamos fazendo para preservar a nossa existência e o nosso habitat. Dani é um garoto de sete anos, portador de deficiência locomotora e faz uso de uma cadeira de rodas - adaptada para o território lunar - para poder se locomover. A escolha de um personagem que pudesse ser representativo para uma grande parcela de pessoas é um ponto importante no debate de aceitação de grupos comumente não representados. Segundo dados de 2020 do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 45 milhões de brasileiros portam algum tipo de deficiência; a cada 100 pessoas, 7 apresentam deficiência motora, por exemplo. A pesquisa mostra também que apenas cerca de 1% dos portadores de deficiência estão no mercado de trabalho. Discutir a deficiência e o sonho na infância é discutir o futuro de crianças e adolescentes e a sua inclusão na vida cotidiana de uma sociedade, bem como o seu acesso à circulação, habitação e futuro profissional; além de ajudar a diminuir a desigualdade e o preconceito. Apesar de ter como público-alvo principal crianças na faixa etária de 0 a 6 anos, "Dani da Lua" tem o potencial de conversar também com crianças mais velhas, além do público adulto, causando percepções diversas de acordo com as vivências pessoais e conhecimento de mundo de cada espectador. Porém, é na discussão dos aspectos comuns da vida cotidiana e da preservação do planeta que residem os elos que unem as diversas gerações, ajudando na compreensão de que todos nós estamos unidos e nos influenciamos direta ou indiretamente. Sendo assim, o respeito à individualidade é a chave para a manutenção de uma vida saudável na Terra. A determinação de Dani em explorar o que nunca viveu é o fio condutor de uma história que foca em questões existenciais e práticas ao ser humano. A produção de conteúdo audiovisual voltado à primeira infância (0 a 6 anos) é escassa no Brasil e a sua ampliação é fundamental; especialmente o apoio a obras que ajudem a discutir a diversidade do ser humano, o respeito às suas singularidades e a preservação do planeta. Formar gerações conscientes do seu papel dentro da sociedade é uma forma de ajudar a edificar um mundo melhor e mais justo. No que tange a Lei de Incentivo à Cultura, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. De acordo com o Art. 3º, destacamos os objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) obra cinematográfica de curta-metragem; b) edição de obras relativas às letras;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A Lei de Incentivo à Cultura foi escolhida como meio de viabilização do projeto "Dani da Lua" devido a falta de incentivo para obras de curta-metragem de animação no estado e município onde a produtora proponente se encontra, bem como se faz necessária a descentralização da produção artístico-cultural do Brasil. A preservação da memória de um povo se dá para além das característica estereotipadas que a grande mídia ajuda a criar e por isso é importante que mostremos a produção artística e a memória do povo nordestino para além da imagem da seca e da arte sertaneja. Existe, sim, uma produção de conteúdo midiático no Nordeste que foge à literatura de cordel e ao gibão de couro e se centra nas nova tecnologias e em linguagens narrativas diversas. Neste ano, a Petrobrás lançou uma chamada, que inclui o formato curta-metragem de animação, intitulada "Petrobras Cultural para Crianças - Animação Infantil", na qual este projeto também está sendo inscrito.

Especificação técnica

Curta-metragem: 7min | Técnica de animação: 2DCor | Áudio: Stereo e 5.1 | Finalizado em 2K/DCP | Janela de projeção: 1.85- Inserção dos recursos de acessibilidade: Libras, Legenda Descritiva e Audiodescrição- Traduzido e legendado para as línguas: Inglês, Espanhol e Francês Livro infantil: 10 páginas- História “Dani da Lua” | Inserção de páginas para colorirFormatos: Digital e Impresso Impresso: Tamanho A4 - 21 x 28 cm (aprox) | Encadernação: Grampo | Papel: Offset

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC e buscando promover a democratização do acesso às produções cinematográficas, o curta-metragem contará com os recursos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), Audiodescrição e Legendagem Descritiva, garantindo igualdade de oportunidades à população com deficiência. Se tratando de acessibilidade física, a estreia do filme será realizada em local com infraestrutura de acessibilidade, com rampas, corrimões e banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, além da destinação de espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência.

Democratização do acesso

Durante a produção de “Dani da Lua”, pretendemos realizar pequenas gravações de bastidores e fazer postagens em redes sociais atualizando o público a respeito de nossa produção. Após a finalização, realizaremos um evento de pré-lançamento do filme e livro na cidade de Natal-RN, o qual contará com a distribuição de 160 ingressos gratuitos para a população. Faremos convites a escolas públicas municipais e estaduais a fim de ter um maior número de crianças presentes e distribuiremos 50 exemplares do livro para as que estiverem presentes, além da entrega de DVDs para algumas escolas. Além das escolas, convidaremos duas associações da cidade de Natal-RN: ADEFERN-Associação dos Deficientes Físicos do RN e CRI - Centro de Reabilitação Infantil. Ambas trabalham com crianças que possuem deficiências. A partir do lançamento, nossa estratégia de distribuição e comercialização da obra é, primeiramente, inscrever em festivais e mostras para que o filme seja conhecido pelo público e pela crítica. Esses festivais, em sua grande maioria, são de acesso gratuito, sendo muitos deles feitos em praças e lugares abertos em diferentes cidades do nordeste e de todo o Brasil. Cada festival possui um público diferente e eles alcançam pessoas de todas as classes sociais. Em paralelo aos festivais, ocorrem eventos em escolas e universidades, nos quais o filme pode ocasionalmente ser convidado e/ou selecionado a participar. Isto faz com que a animação alcance um público completamente diferente dos mencionados acima. Após o circuito de festivais, pretendemos licenciar o filme para canais de televisão, o que proporciona o alcance da obra para um outro público. Por fim, ao término do período de licenciamento, disponibilizaremos o filme gratuitamente em uma plataforma de vídeos, a exemplo de YouTube ou Vimeo. Isso permitirá que o filme seja visto e apreciado por qualquer pessoa em qualquer lugar do Brasil e do mundo, estimulando a democratização do acesso ao cinema nacional.No que tange a democratização de acesso elencada no art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, adotaremos as seguintes medidas: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. De acordo com o inciso I, distribuiremos exemplares de livros, além da distribuição de DVDs do curta-metragem para escolas públicas municipais (Natal-RN) e estaduais (RN), Cinemateca Brasileira e Cinemateca Potiguar. De acordo com o inciso VII, realizaremos uma ação cultural através da exibição do curta-metragem para o público infantil. Para o cumprimento da Contrapartida Social, atendendo ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019, realizaremos uma Ação Formativa Cultural através da "Oficina de criação de histórias para crianças". A oficina será realizada em uma escola pública na cidade de Natal-RN, com carga horária total de 6 horas. O público-alvo são crianças da primeira infância, mesmo público da obra de curta-metragem, e teremos como beneficiários cerca de 20 crianças.

Ficha técnica

Produtora ProponenteA Caboré Audiovisual, produtora proponente, fará o gerenciamento do projeto, por meio dos sócios André Santos e Babi Baracho, que exercerão o cargo de Produção Executiva conjuntamente. Isso quer dizer que eles se responsabilizarão pela administração financeira, contratação, cronograma, pagamentos, dentre outras tarefas que garantam o andamento, boa execução e realização da obra. Segue o currículo resumido dos principais participantes. Produção Executiva - Babi Baracho Babi é sócio-fundadora e administradora da Caboré Audiovisual. Foi Diretora de Produção dos curtas "Som do Morro" (Canal Futura), “No Fim de Tudo” (Canal Brasil) e “Vai Melhorar”, além de Produtora dos projetos de longa-metragem “Todas as Cores do Branco” e “Meu Sofá”, contemplados para desenvolvimento pela Ancine/FSA. É Produtora Executiva do projeto LabMEDEIAS, dos curtas “Dias Felizes”, “Em Reforma”, “Natureza do Homem”, da websérie “Septo” e da série “O Mundo Delas”, em fase de contratação com a Ancine/FSA (Travel Box Brazil). Produção Executiva - André SantosAndré é sócio-fundador e administrador da Caboré Audiovisual. Foi Produtor dos curtas “Natureza do Homem” e “Em Reforma” (Ancine/FSA). Foi Produtor de “Dias Felizes”, viabilizado pela Lei Câmara Cascudo (RN). Foi Produtor dos programas “Rota InterTV” e “Resenhas do RN” na InterTV Cabugi (afiliada da Rede Globo) e da websérie “SEPTO”. É Produtor Executivo do projeto de longa-metragem “Destino Coletivo” e Diretor de Produção da série “Encantarias” (Ancine / Cine Brasil TV), ambas em fase de pós-produção. Além disso, é Produtor Executivo da série “Estados da Arte – 2º Temporada – Norte e Nordeste” (Ancine / Canal Curta), que se encontra em fase de pré-produção. Direção e roteiro - Victor Ciriaco Iniciou com o curta “Abraço de Maré” (2013), que dirigiu e roteirizou. O filme participou de diversos festivais e soma mais de 30 prêmios recebidos. Em 2014, dirigiu e escreveu “Sailor”, que participou de mais de 30 festivais, recebeu diferentes prêmios e foi licenciado para o Canal Brasil. Em 2016, co-dirigiu a primeira temporada da websérie “Septo”, pela qual ganhou prêmio de Melhor Direção no SP WebFest. Em 2017, dirigiu e roteirizou “No Fim de Tudo”, curta que tem Silvero Pereira como protagonista e que participou de mais de 30 festivais, possui mais de 20 prêmios e está licenciado para o Canal Brasil. Atualmente, atua como produtor de conteúdo para Internet na Flocks TV, no Rio de Janeiro. Direção de Animação - Tiago RibeiroBacharel em Cinema de Animação pela UFPEL (RS), escreveu e dirigiu o curta-metragem “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina”, que participou de 35 festivais e ganhou 12 prêmios. Atuou como animador publicitário nas áreas de animação tradicional, motion graphics e animação de recortes na produtora Dr. Smith!. Em seguida, fez parte da equipe de animação tradicional na série “Icamiabas na Cidade Amazônia” e “Brinquedonautas”, no Estúdio iluminuras. Em No Spirit Animation Studios, atuou como animador de séries, sendo diretor numa delas. Atualmente trabalha como Animador Sênior no longa-metragem “Chef Jack, o Cozinheiro Aventureiro” no Estúdio Immagini. Animador - Gizandro SantosIlustrador, animador audiovisual e ator. Entre 2013 e 2017, desenvolveu vídeos e cartilhas educativas para a ONG Radio Margarida (Belém/PA). Como Animador 2D, trabalhou no Iluminuras Estúdio de Animação, onde animou e a série “Brinquedonautas” e a série “Icamiabas na Amazônia de Pedra” (TV Cultura do Pará). Trabalhou também como animador 2D na websérie “Hidro e Fluido”, produzida pelo estúdio Alopra de Animação e no curta-metragem “Solitude”, produzido pelo Estúdio Castanha Filmes (Macapá/AP). Gizandro também ministrou oficinas de Desenho Animado e Desenho de Fotografia pela Fundação Curro Velho e, atualmente, trabalha como animador no longa-metragem “America: The Motion Picture”, nova superprodução original da Netflix, através do Combo Estúdio. Ilustrador - Vitor MouraBacharel em Comunicação Social - Publicidade pela UFRN, Vitor é ilustrador criativo e artista autônomo. Possui experiência no mercado editorial e produção para jogos digitais. Versátil e dedicado, com excelente competência para gerenciar, desenvolver e dirigir projetos visuais. Trabalhou na EDUFRN - Editora da UFRN, auxiliando na produção de livros publicados pela Editora, no âmbito do projeto de diagramação e elaboração de capas, com foco em ilustração. Enquanto artista conceitual e animador, trabalhou Gamelogica (Natal/RN), elaborando e desenvolvendo elementos visuais e animações para jogos digitais, abrangendo concepção visual e coerência estética, até o produto final. Direção de Produção - Helio RonyvonGraduado em Rádio e TV e mestre em Estudos da Mídia. É diretor, produtor e roteirista de “Sêo Inácio (ou O cinema do imaginário)”, primeiro filme potiguar a competir no Festival de Cinema de Gramado e vencedor de diversos prêmios. Escreveu e produziu “Abraço de maré”, vencedor de mais de 30 prêmios. Produtor de “Sailor”, curta premiado no Santo Domingo OutFest Trabalhou como assistente da produtora Carina Schulze, que produziu, ao lado de Guillermo del Toro, a animação “Festa no Céu”, indicada no Globo de Ouro 2015. Helio também produziu “Rastro da Flor”, selecionado para o OFF Camera, na Polônia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.