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PRONAC 204805InadimplenteMecenato

EXPOSIÇÃO INSÓLITOS

MARIA LUIZA MEYER ABRANTES
Solicitado
R$ 126,6 mil
Aprovado
R$ 126,6 mil
Captado
R$ 126,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2021-01-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O presente projeto visa a realização da exposição inédita Insólitos. Além da exposição, o projeto prevê visitas guiadas e arealização de quatro oficinas para alunos de escolas públicas e doação de obras inéditas para o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná.

Sinopse

O projeto INSÓLITOS é a realização de uma exposição de arte contemporânea dos artistas Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição terá duração de dois meses e será realizada no Museu de Arte Contemporânea do Paraná, na Sala Adalice Araújo. Após a realização da exposição, cada artista participante irá doar uma obra da exposição para o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná - MAC, totalizando cinco obras inéditas criadas para este projeto. O acesso ao projeto será totalmente gratuito e durante o período de visitação, haverá monitoria para os visitantes e visitas guiadas para alunos de escolas públicas, que receberão como suporte transporte gratuito cedido pelo projeto. O projeto também irá proporcionar o transporte gratuito para uma instituição para surdos e ensurdecidos. Para este público, o projeto também irá realizar quatro oficinas educativas como desdobramento das visitas à exposição. Como medidas de acessibilidade, o projeto irá realizar audiodescrição da exposição e Libras em uma visita guiada e oficina de contrapartida voltada para surdos e ensurdecidos, além da tradução em Libras no video de divulgação do Projeto.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Produção da Exposição Insólitos, com dois meses de duração;Ampliar a difusão cultural e a produção em arte;Valorizar a memória artística paranaense e a arte contemporânea produzida no estado;Contribuir com a produção de materiais educativos para o ensino da arte na educação formal; OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar a exposição de Arte Contemporânea "Insólitos" com duração de 02 meses, com 01 (um) evento de lançamento na cidade de Curitiba/PR;Disponibilização de transporte para 03 (três) instituições públicas de ensino; Realizar 4 oficinas educativas gratuitas para alunos das escolas públicas;Realizar visita guiada à exposição para os alunos da rede pública;Disponibilização de transporte para 01 (uma) instituição de surdos e ensurdecidos;Visita guiada à exposição para público surdo e ensurdecido;Realizar a produção de vídeo de divulgação com tradução em Libras;Doar cinco obras de arte para o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná;Realizar e divulgar vídeo registro sobre o processo de pesquisa e produção.Proporcionar acesso gratuito à todas as ações do projeto. Adotar medidas de prevenção à covid-19 como aferição de temperatura na entrada do espaço expositivo, assim como disponibilização de materiais de higiene (alcool gel)

Justificativa

Este projeto Justifica-se pela originalidade da proposta e por fomentar a Arte Contemporânea produzida no Estado do Paraná, reunindo artistas distintos e com produções irreverentes, que apresentarão obras inéditas e produzidas anteriormente. As cinco obras inéditas serão doadas ao acervo de um dos equipamentos culturais mais importantes do Estado, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná. O projeto também irá propor uma programação de qualidade e gratuita por dois meses, com a participação de um público expressivo de alunos de escolas públicas, que receberão suporte através das mediações do setor educativo do Projeto, além de um material didático inédito voltado para professores de escolas públicas do Paraná. O projeto também prevê medidas de acessibilidade e democratização de acesso, cumprindo o papel da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ao possibilitar um alcance a todas e todos sem restrições. Para a curadora Pollyana Quintella: Insólito é tudo aquilo que não é habitual; é o incomum, anormal, infrequente. Muitas vezes, para melhor compreender a realidade, é preciso produzir nela alguma diferença, um desvio de padrão, um distanciamento que nos leva a observar assituações a partir de outro ponto de vista. Orientados por essa perspectiva, os artistas reunidos neste projeto possuem a profícua capacidade de estranhar as coisas, deslocá-las de seu uso habitual, revisitar seu sentido no mundo. Washington Silveira é conhecido por suas esculturas delirantes, frutos de uma íntima experiência com o saber artesanal e os procedimentos surrealistas. Diante delas, desconfiamos de que estamos dentro de um sonho. A forma de um violão cresce e se expande como um corpo mole, uma cadeira se funde com uma mesa, um tabuleiro de xadrez se alonga, toda a realidade está elástica, revisitada. Daniel Acosta, ao transitar entre a arquitetura e o design, produz esculturas, desenhos e brinquedos que convidam o espectador a um exercício ativo de participação, nos fazendo questionar a usual funcionalidade das coisas. Com suas proposições, refletimos sobre a função dos mobiliários urbanos na malha das cidades, bem como o uso de toda a sorte de objetos artificiais presentes em nosso cotidiano. Tony Camargo, por sua vez, debruça-se sobre as possibilidades da pintura no campo expandido, e sua pesquisa se desdobra em composições que envolvem fotografia e vídeo. Suas famosas séries -- Planopinturas, Fotomódulos e Vídeomódulos -- são caracterizadas por superfícies limpas e densas, com amplo domínio de cores e signos que configuram jogos de luminosidade e movimento.Também não encontramos aqui uma pintura convencional, e se vez ou outra identificamos referenciais de imagens ou objetos banais, logo somos levados a enxergar neles suas qualidades plásticas e visuais. Sua lição é a de que a pintura está em todo lugar. Falando em pintura, Maya Weishof nos presenteia com uma pesquisa pictórica que compõe uma multiplicidade de personagens desconhecidos dotados de corpos deformados e inusitados. Suas composições também são delirantes, e não constituem uma narrativa única e linear. Ao contrário, nos fazem emergir em fragmentos entre a sedução e a repulsa. Por fim, Mano Penalva debruça-se sobre materiais e utensílios presentes nos mercados populares e nos afazeres domésticos. O que o artista faz com o vocabulário da casa é animar seus utensílios, despertá-los da funcionalidade a partir de rearranjos, acúmulos, contrastes, pequenos deslocamentos de sentido, operando gestos que podem ser atrelados ao pensamento construtivo, nesse caso, um construtivo popular. Cinco artistas de distintas trajetórias e repertórios, mas que juntos revisitam o modo como compreendemos nosso entorno. Podemos dizer que, cada um ao seu modo, estão alinhados ao que dizia o poeta matogrossense Manoel de Barros, "O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo". A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei Federal de Incentivo à Cultura (LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991):I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições.

Estratégia de execução

A divulgação das medidas de acessibilidade será realizada com antecedência para que este público tenha conhecimento prévio. A divulgação das atividades com LIBRAS será realizada através de vídeo promocional adaptado a ser encaminhado às entidades, associações e ONGs vinculadas a este público. Para as atividades com audiodescrição, serão realizadas parcerias com instituições que atendam deficientes visuais, buscando estimular o acesso deste público ao bem cultural.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - EXPOSIÇÃO Duração: 2 meses Projeto expográfico disponível nos anexos. Público alvo: Artistas, estudantes de arte, estudantes universitários, estudantes de escolas públicas, curadores de arte, educadores, interessados em arte e público em geral

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: a exposição será realizada em local adequado para atendimento de pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção, conforme determina a lei. DEFICIENTES AUDITIVOS: os vídeos de divulgação e os que comporão a exposição terão tradução em LIBRAS, sendo que, por não haver obras que usem da sonoridade, não é necessária medida de acessibilidade ao público surdo e ensurdecido na exposição em si. DEFICIENTES VISUAIS: todas as obras contarão com audiodescrição, garantindo o acesso do público com deficiência visual. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção do projeto se compromete a realizar as atividades em espaço acessível para pessoas com dificuldade de locomoção (com rampas, banheiros adaptados, etc), se comprometendo ainda a providenciar todas as adaptações necessárias para receber este público. DEFICIENTES AUDITIVOS: tradução em LIBRAS em 01 (uma) visita guiada, destinada exclusivamente ao público surdo e ensurdecido. DEFICIENTES VISUAIS: todas as obras contarão com audiodescrição, garantindo o acesso do público com deficiência visual tanto à exposição quanto às visita guiadas.

Democratização do acesso

Em conformidade com a Lei de Incentivo à Cultura, o projeto irá oferecer entrada gratuita em todas as ações resultantes do projeto: 20% (vinte por cento) do produtos cultural (exposição) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; O projeto também irá oferecer a distribuição de até 10% (dez por cento) para distribuição de convites por patrocinadores e até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita pelo proponente; Os demais 60% (sessenta por cento) terão distribuição gratuita para o público em geral. Atendendo ao Art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, estão previstas ainda as seguintes ações: Disponibilização de transporte (4 ônibus) para estudantes da rede pública de ensino e instituição voltada ao público surdo e ensurdecido, para participação nas ações do projeto, atendendo ao inciso II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;Produção e divulgação de um vídeo-documentário sobre o processo de criação, atendendo ao inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;Realização e distribuição de material didático, atendendo ao inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO DO PROJETO: Maria Luiza Meyer Abrantes (Malu Meyer) Formada em Comunicação visual e atuação em produtoras e agências de publicidade. Tem cursos de especialização no Cultura e Mercado e NYIT. À frente da Galeria Soma, é responsável pela organização exposições de arte, eventos e montagens diversas. *A proponente Maria Luiza Meyer Abrantes atuará na função de Coordenadora Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica de Coordenação Geral COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Isadora Flores Graduada em Música pela UNESPAR (2017 - Curitiba), com 12 anos de atuação na área de Gestão de Projetos Culturais. Foi sócia da Fuá Produções de 2009 a 2013, onde trabalhou como Diretora de Produção e Produtora Executiva em projetos culturais nas áreas de Música, Artes Cênicas, Quadrinhos, Patrimônio Cultural, Literatura e Artes Visuais. De 2013 a 2017 foi Produtora Executiva da Companhia Brasileira de Teatro, na gestão do Projeto “Brasil – Manutenção da Companhia Brasileira de Teatro”, patrocinado pela Petrobras. Com a Companhia trabalhou na montagem e circulação dos espetáculos PROJETO BRASIL (2015) e KRUM, com Renata Sorrah (2015), vencedores dos Prêmios (SHELL, CESGRANRIO, APCA, APTR). Na área de Artes Visuais, trabalhou em projetos de artistas independentes e na produção da 14 Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba (2019) com a curadoria de Tereza de Arruda. PRODUÇÃO EXECUTIVA: Gilmar Kaminski Técnico em contabilidade e produtor cênico formado pela Universidade Federal do Paraná. Realizou período de mobilidade acadêmica no curso de Teatro da Universidade do Minho (Portugal). Desde 2015 desenvolve projetos nas diversas linguagens artísticas (audiovisual, teatro, performance, artes visuais e música). Dentre seus principais trabalhos destacam-se: Molière, uma Comédia Musical, do Teatro Promíscuo/Renato Borghi Produções (gestão administrativa de projeto), Armadilha Cia de Teatro (produtor executivo), Festival de Teatro de Curitiba (produtor da Mostra Oficial) e Festival Psicodália (produtor administrativo entre 2017 e 2019). Criador da Flutua Produções, produtora especializada em gestão de projetos culturais. COORDENAÇÃO EDUCATIVA: Elisa Cordeiro Brito Elisa Cordeiro é arte educadora e artista visual. Como educadora desenvolve propostas de arte-educação para diversos públicos e instituições. Atuou como coordenadora pedagógica nas galerias Círculo (2020), Boiler(2018-19) e Soma (2015-16). Em museus desenvolveu projetos educacionais no Museu da Gravura (2016), MusA (2017), Museu Museu Oscar Niemeyer,(2017,2018) Caixa Cultural (2018), Museu Municipal de Arte de Curitiba,(2019). Participou e desenvolveu projetos de arte-educação em escolas como Escola Iara Bergmann (2017), Colégio Tiradentes (2018) e Colégio Sion (2016-17-18-19). É formada em Jornalismo (2009) e graduanda em pedagogia pela UFPR. ARTISTA: Daniel Albernaz Acosta (Rio Grande, Rio Grande do Sul, 1965). Escultor, desenhista, gravador, professor. Faz curso de fundição em bronze com Elvo Benito Damo (1948), em Curitiba, em 1986. No ano seguinte, forma-se em desenho e artes plásticas, com habilitação em escultura, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. Freqüenta workshops com José Resende (1945), Mílton Machado (1947), Artur Lescher (1962) e Ricardo Basbaum (1961), entre outros. É professor de escultura do Instituto de Letras e Artes da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), desde 1989. ARTISTA: Tony Camargo Paula Freitas, PR, 1979. Realizou até o momento 18 mostras individuais nos espaços: CCBNB, Fortaleza (2014); Funarte SP, São Paulo (2012); Museu da Gravura, Curitiba (2012); Galeria Adalice Araújo/UTP, Curitiba (2011); Galeria Casa Triângulo, São Paulo (2007, 2008, 2010, 2012); Paço das Artes, São Paulo (2008); Galeria Casa da Imagem,Curitiba (2005, 2010); SIM Galeria, Curitiba (2016); Fundação Cultural de Curitiba (2007); Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba (2007); Casa Andrade Muricy, Curitiba (2004); Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (2004, 2016); Museu Alfredo Andersen, Curitiba (2002). Dentre as principais participações em mostras coletivas, destacam-se: A Cor do Brasil, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2016; 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, 2015; Panorama da Arte Brasileira, MAM SP; Minimalist and Conceptual Work by Brazilian Artists, The Drake Public Spaces, Toronto, 2007; Poética da Percepção, MON, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, 2008; Nova Arte Nova, CCBB, Rio de Janeiro e CCBB, São Paulo, 2008 e 2009; Bienal de Curitiba, MAC PR, Curitiba, 2009; Ponto de Equilíbrio, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2010; Geração 00, SESC Belenzinho, São Paulo, 2011; L’éloge de Vertige, Maison Européenne de la Photographie, Paris, 2012; e no Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, em 2012. ARTISTA: Washington Silvera Curitiba/PR, 1969. Washington Silvera expõe desde 1994. Participou de diversas coletivas, entre elas: 8ª Bienal Nacional de Santos, 2002, São Paulo; “Metaforismos Visuais”, 2002, Ybakatu Espaço de Arte, Curitiba,PR; Bienal de Valencia 2007 “Encuentro entre dos mares” Valência, ES; “Pequeños Rituales Domésticos”, 2007, Galeria Cubo,Barcelona, ES; “Os olhos mágicos das Américas”, 2009, Museu Afro Brasil, São Paulo e “O Estado da Arte”, 2010, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba,PR; além de sete participações no Salão Paranaense no Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Participou das edições da ARCO Madrid em 2012, 2013 e 2014 e da SP Arte de 2012 a 2016. Entre suas exposições individuais destacam-se: “Consciência Expandida”, no Memorial de Curitiba, em 2007; “Galeria Abierta”, em 2008, Plaza Joan Miró, Barcelona,ES; “Viu?”, 2011, Ybakatu Espaço de Arte, Curitiba-PR. “O que dizem as coisas”, 2012, Museu Afro Brasil, São Paulo, SP; “ Inventário”, 2014, MuMA, Curitiba,PR; TRIO Bienal,2016, Rio de Janeiro,RJ. ARTISTA: Mano Penalva Vive e trabalha em São Paulo, Brasil. O trabalho de Mano Penalva tem sua poética obtida pelo deslocamento dos objetos de seu contexto cotidiano e reflete o interesse do artista na Antropologia e Cultura Material. Podemos notar uma repetição frequente dos materiais utilizados para compor seus trabalhos, como sacos de ráfia, cintos de carro, palhinhas, adesivos refletivos, lonas e uma infinidade de artigos comuns encontrados e adquiridos na rua e mercados populares. A escolha desses materiais exibe nitidamente a identidade latino-americana do artista baiano, como nos quadros da série “Origem” feitos com embalagens provenientes dos locais por onde Mano transitou e que, mesmo sem seus respectivos insumos, são resquícios de uma relação de trocas e acordos. ARTISTA: Maya WeishofGraduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná – UFPR, onde também participou do Projeto de Extensão em Artes Visuais sob orientação de Geraldo Leão. Em 2016 foi selecionada para o programa de residência artística da Zaratan Arte Contemporânea em Lisboa, Portugal e selecionada para o edital Novas poéticas que contemplava estudantes de artes visuais de todo o Brasil. Também em 2016 realiza a individual Tente ver o Oceano na Boiler Galeria. Integrou em 2017 a exposição A Vastidão dos Mapas no MON (Museu Oscar Niemeyer) com curadoria de Agnaldo Farias com 3 trabalhos. No começo de 2017 foi indicada pela revista Amarello como um dos nomes proeminentes da nova geração na publicação “Turma de 2017”. Participou em 2017 do grupo de investigações práticas em pintura sob orientação de Regina Parra e Rodolpho Parigi em São Paulo e também do Núcleo de Artes Visuais SESI sob orientação de Ricardo Basbaum em Curitiba. Em 2018 participa do projeto expositivo Confluências Poéticas do SESC Paço da liberdade em Curitiba junto com outros três artistas proeminentes na cena artística local e realiza sua primeira individual em São Paulo na Zipper Galeria com curadoria de Nathalia Lavigne.

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.