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Apresentações do texto argentino do dramaturgo e diretor Martin Flores Cárdenas. Traremos a fusão da linguagem argentina e brasileira com jogo cênico e musicalidade. Criação de um espetáculo instigante e reflexivo sobre as polaridades Mulher - Homem, revelando disputas irreconciliáveis de poder. Além do produto principal, que são as apresentações teatrais, traremos para público de escola da rede pública debatespor videoconferência com convidados argentinos e brasileiros a fim de estimular o intercâmbio cultural e as formas de criar e fazer destes dois países.
Onze personagens em um labirinto de histórias. Uma dona de casa planeja o crime perfeito. Um homem abandona sua família ao telefone. Uma garçonete esconde do filho a verdadeira identidade de seu pai. Um alcoólatra recuperado interrompe uma gravidez de sua esposa. Um policial tenta sonhar em possuir uma antiga namorada de seu pai. Um cafetão oferece tratamento diferenciado a uma prostituta inexperiente. As histórias podem ser várias ou uma. Mas seus protagonistas são todos remanescentes do mesmo mundo, em algum lugar distante. Eles passam por situações que são sintoma de uma cultura afetiva em que ninguém parece estar apegado a nada e, no entanto, nem tudo é banal. Uma tarefa difícil, então, sobreviver neste lugar longínquo, onde quer que ele seja. Especialmente para as mulheres, que sempre serão condenadas à criação em um mundo que despreza a vida. Alguns podem ser capazes de lidar com seu papel, naturalizando o vazio. Outros buscarão alternativas não-ortodoxas, sem medir riscos ou consequências.
Geral: O presente projeto vem fomentar o diálogo entre as culturas brasileira e Argentina, desde um ponto de vista da globalização da discussão das estruturas sociais que abarcam o mundo atual. Neste sentido, abarca questões universais de relações entre os gêneros, tocando na questão primordial da parentalidade, da fetichização do feminino, da supremacia masculina e da violência gerada e normalizada no comportamento contemporâneo. É, sobretudo, uma proposta que conta com a contribuição de artistas brasileiros de peso, e recai no jogo de atuação como motor principal. É uma ode ao teatro dramático por excelência, com forte presença musical - o jazz, que sugere o diálogo entre forças em oposição, que hora se harmonizam, hora se digladiam em busca de um equilíbrio. Específicos: > Realizar 24 apresentações na cidade de SP; >Realizar 2 masterclass para 248 alunos; >Realizar 2 sessões de bate-papo após apresentação; >Realizar 1 ensaio aberto em escola de teatro (atender inciso V do Art. 21) >Distribuição de ingressos para ONGs locais de São Paulo; >No masterclass, pretendemos fomentar o intercâmbio entre realizadores brasileiros e argentinos numa dinâmica de bate-papo por vídeo conferência que terá por finalidade levantar questões pertinentes às cenas teatrais de cada lugar. >Realização de uma sessão com intérprete de libras em São Paulo. >Realização de uma sessão com audiodescrição em São Paulo.
A peça Mulher Armada, Homem Dormindo foi montada em Buenos Aires, em 2012, sendo nomeada aos prêmios Teatro del Mundo (Germán Rodríguez), Trinidad Guevara (Javier Casielles) e Florencio Sánchez (Martín Flores Cárdenas), participando das prestigiosas XXVII Fiesta Nacional Del Teatro en la Rioja e Fiesta CABA. A proposta de uma montagem brasileira vem, no entanto, trazer uma visão colaborativa de reelaboração do texto teatral. Propõe-se um processo de criação poroso na forma de diálogo entre Martin e os atores, na intenção de tornar a obra mais afinada com a atualidade dos avanços do debate comportamental e político da nossa época. Trata-se, portanto, da montagem de um texto em certa monta inédito, cuja coluna vertebral é o forte trabalho de direção de atores, numa montagem que favorece e ressalta a qualidade do elenco como agentes criativos e cerne da potência da obra. A obra deste autor, já é conhecida dos brasileiros. Não apenas os paralelos entre os países latino americanos , que carregam a herança cultural da influência pop estrangeira, mas a universalidade dos temas trazidos por Martin, são os ingredientes que geram furor entre os espectadores. Em 2017, a montagem da peça Entonces Bailemos, idealizada por Paulo César Medeiros (que no presente projeto ocupa a função de iluminador), ficou mais de 8 meses em cartaz. Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Art. 3º: II. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV. a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V. b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Não se aplica
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: O produto garante local que contemple essa medida de acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: Realização de uma sessão com audiodescrição em SP. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de uma sessão com interprete de libras em SP. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O produto garante local que contemple essa medida de acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá disponibilidade para audiodescrição . Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá disponibilidade para interprete de libras.
DO PRODUTO PRINCIPAL & CONTRA-PARTIDAS Realizaremos 1 ensaio aberto do espetáculo atendendo ao disposto V (realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22)
Dramaturgia: Martin Flores CárdenasDireção: Martin Flores CárdenasElenco: Sérgio Guizé e Anna HartmannProdução: Bruna Lemela e Iza Marie MiceliDiretor musical: Rui BarossiIluminador: Paulo César MedeirosFigurino: Marichileni ArtsevisksCenografia: Rusian AlastairAderecista: Pedro Canales ATUAÇÃO E DIREÇÃO GERAL - ANNA HARTMANN (proponente - função remunerada)Formada em Técnica Meisner no Ted Bardy Studio (NY-2009), fez parte do Teatro Oficina de 2012 a 2018. Desde 2017, é pesquisadora do Método Lee Strasberg. Estudou no CPTzinho com Antunes Filho e com Augusto Fernandes em Buenos Aires, 2018. No Teatro Cemitério de Automóveis, sob direção de Mário Bortolotto, fez as peças Killer Joe (2014, 2015, 2016), Quartos de Hotel (2015), Tanto Faz (2015), Criança Enterrada (2016) e Tudo que Dói (2017). No Teatro Oficina, sob a direção de Zé Celso Martinez Correa, fez as 5 peças da Odisseia Cacilda, Macumba Antropófaga (2017) e Bacantes (2017). Em 2015, recebeu o Prêmio Quem de Melhor Atriz Revelação de Teatro. Na televisão e streaming, fez Onde Nascem os Fortes (Globo - 2018), Feras (MTV - 2018), Me Chama de Bruna (Fox Premium - 2018), Hard (HBO - 2018) e em 2020 protagoniza a série Reality Z (Netflix). No cinema, faz parte do elenco do filme O Pastor e o Guerrilheiro (José Eduardo Belmonte, 2020). DRAMATURGIA E DIREÇÃO - MARTIN FLORES CÁRDENASSeu primeiro texto em teatro foi EXITUS - estreou em 2003 no Actors Pátio sob a direção de Elvira Onetto. Em 2008, apresentou no Teatro del Pueblo EXATAMENTE O SOL, de Silvina Lopez Medin. Este trabalho foi premiado no 7o INT Nacional e selecionado para participar no Festival Internacional de Buenos Aires VII. Em 2008/09, CATEDRAL, de Raymond Carver e ainda em 2009, QUEM TINHA DORMIDO NESSA CAMA. Carver foi duas vezes apresentado no Teatro Prêmios Mundial de 2009. No mesmo ano, ganhou a Bolsa Nacional de criação concedido pelo National Endowment for the Arts e viajou para Vancouver(Canadá). Em 2011, ele estreou MULHER ARMADA, HOMEM DORMINDO. Também em 2011, ele estreou MATANÇA CANSA, indicada a melhor montagem no prêmio Florencio Sánchez. Em 2013, estreou Entonces Bailemos, circulando por festivais nacionais e internacionais e nomeado a prêmios, como a ACE na categoria "Melhor Performance Alternativa". Em 2018, estreou Entonces la Noche no circuito comercial de Buenos Aires. ATUAÇÃO - SÉRGIO GUIZÉSérgio estreou no teatro em 1998, atuando em O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues. Depois fez Ópera Punk, Existe Alguém Mais Punk que Eu?, Crime e Castigo e Apocalipse 1,11. Em 2004, fez Da Cor do Pecado, novela da Rede Globo. Na mesma emissora, atuou também em Por Toda a Minha Vida no episódio sobre Dolores Duran, Caminho das Índias e Tapas & Beijos. Atuou também em 9mm: São Paulo (Fox), Macbeto (TV Cultura) e Sessão de Terapia (GNT). No cinema, atuou nos filmes: O Abismo Prateado, O Crime do Pato Branco, Quanto Dura o Amor?, Até o Fim do Dia, Tempos de Aquário, O Diário de Simonton, Bruna Surfistinha, Onde Está a Felicidade?, Os Inquilinos e Vai que Dá Certo. Em 2013, protagonizou a novela Saramandaia, na Rede Globo. Na mesma emissora, em 2014, protagonizou a novela Alto Astral, em 2016 protagonizou a novela Êta Mundo Bom! e em 2017, foi Gael na novela O Outro Lado do Paraíso. Em 2019, integrou no elenco da novela A Dona do Pedaço. DIRETOR MUSICAL - RUI BAROSSICompositor. Arranjador. Baixista.Bacharel em Música pela UNICAMP (Universidade de Capinas).Como compositor é autor de trilhas sonoras para peças teatrais e curta-metragens. Para teatro compôs trilhas para diversas peças, entre as quais “RevoltaR”, "Ausência", "Metamorfose", "6 da Tarde" e "Não Distância". No ano de 2005 ganhou o "Prêmio Nascente", pela autoria da trilha sonora da peça "Vazantes".Compôs a trilha sonora dos filmes "Cigano", com direção de Eduardo Mattos e do curta-metragem "Bolo de Morango", da diretora Júlia Jordão.Em 1997 apresentou-se no "Festival de Inverno de Campos de Jordão", em São Paulo. Dois anos depois voltou ao mesmo festival.No ano 2000 atuou como baixista no "Festival de Música de Curitiba".Integrou diversos grupos musicais de variados gêneros, entre eles, Gato Negro, à Deriva, Orquestra Mundana e grupo Comboio. ILUMINAÇÃO - PAULO CÉSAR MEDEIROSCom 31 anos de carreira e com mais de 1.000 projetos de iluminação realizados, seguem alguns trabalhos e prêmios: Prêmio Shell 2007 ,“7, o Musical, Dir. Charles Moeller e Cláudio Botelho; Prêmio APTR 2007 por 7 espetáculos: “7, O Musical”, “Sassaricando” (Cláudio Botelho), “Auto de Anjicos” (Amir Haddad), “Eu Sou Minha Própria Mulher” (Herson Capri), “Cheiro de Chuva” (Bosco Brasil), “Mundo dos Esquecidos” (Flávio Graff), “Farsa” (Luiz Arthur Nunes). Prêmio Shell e APTR 2009-RJ (“O Despertar da Primavera”), Dir. Charles Moeller e Cláudio Botelho, Prêmio Bibi Ferreira- 2012 (“Rock in Rio”), Dir. João Fonseca, Prêmio CENIM- 2013 (“Alô Dolly”), Dir. Miguel Fallabela, Prêmio Shell- 2015 (“A Santa Joana dos Matadouros”),Dir. Marina Vianna, Prêmio CBTIJ- 2015, (“As Aventuras do Menino Yogi”), Dir. Arlindo Lopes/Juliana Terra. FIGURINO - MARICHILENE ARTISEVSKISFormada na Faculdade de Belas Artes de São Paulo e na Faculdade Senac Moda, fez o Figurino de peças como “17x Nelson” – direção Nelson Baskerville -2011/2012, “Os Sete Gatinhos” – direção Nelson Baskerville – 2012, “Camille e Rodin” – direção de Elias Andreatto – 2012, “Cortéx” – direção Nelson Baskerville – 2012, “Pais e Filhos” direção Adolf Shapiro – 2012, “A Geladeira” direção de Nelson Baskerville – 2014, “1Gaivota”, direção de Nelson Baskerville - 2015, “Já pra Cama” direção de Fernando Escrich – 2015, “A Paixão Segundo Nelson” dir. de Debora de Dubois – 2016, “Isadora” dir. Elias Andreatto – 2016, “A Vida” dir. Nelson Baskerville – 2017, “Pousada Refúgio” dir. Pedro Granato - 2018, “O Mal-Entendido” dir. Ivan Andrade – 2018, “Os 3 Mundos” dir. Nelson Baskerville – 2018,, “Condomínio Visniec” dir. Clara Carvalho – 2019, “Entre” dir. Yara Novaes e Carlos Gradim – 2019 “A Queda” dir. Nelson Baskerville – 2019 “Nós” dir. Cris Louzano - 2019. CENOGRAFIA - RUSLAN ALASTAIR Formado e Pós- graduado em Comunicação pela USP. Durante cinco anos trabalhou diretor de comerciais de televisão o para grandes anunciantes e posteriormente como assistente de direção na Rede Globo em programas como; Criança Esperança, Roberto Carlos, Festival de Verão e Estação Globo.Em 20 anos de carreira como diretor criativo e cenógrafo realizou mais de 150 projetos projetos através da Truque Produções, dentre eles: cenografias para peças de teatro, programas de televisão e campanhas publicitarias; GNT, Globo, Globosat, Gloob, Alcione, Anitta, Colcci, SPFW, Coca-Cola, Fanta, Oi Futuro, Oi, CuFa, MPT, MAP, Grupo Boticário entre outros. ARRANJISTA - PEDRO CANALES Pedro Canales é músico multi-instrumentista, com pesquisa na área de arte sonora, música experimental e improvisação livre.É técnico formado pelo Instituto de Áudio e Vídeo, estudou Composição na Faculdade Santa Marcelina, e é formado em Sonoplastia pela SP Escola de Teatro.Integrou a Orquesta Errante da USP, coordenada por Rogério Costa, assim como o Ensemble de Música Experimental da EMESP, dirigido por Alex Buck, e o coletivo de teatro PlataformaDois, organizado por Vinícius Torres Machado.Na área de teatro, trabalha com composição, tecnologia interativa, operação e técnica de som. Colabora regularmente com a Cia DeFeitos e com a Cia Les Commediens Tropicales, além de ter realizado produções com a Cia. do Fubá, com a Cia. das Atrizes, e com a Cia. Livre, entre outros projetos.
PROJETO ARQUIVADO.