Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Orquestra em Cena" tem como principal objetivo a produção, montagem e circulação do espetáculo cênico musical infantil "E no entanto é preciso cantar". O espetáculo será composto por uma orquestra de câmara com 12 integrantes, sendo seis violinos, duas violas, dois violoncelos, um contrabaixo e um piano e seis artistas cênicos. O roteiro e dramaturgia serão desenvolvidos a partir de um processo coletivo entre os artistas cênicos, sob a coordenação do dramaturgo e diretor teatral Cássio Pinheiro. O espetáculo será apresentado em cidades do interior de Minas Gerais. Um coral com aproximadamente 30 crianças, será montado em cada cidade e fará uma participação na apresentação do espetáculo, como contrapartida do projeto.
Espetáculo Cênico Musical "E no entanto é preciso cantar" Classificação indicativa estária: Crianças a partir de 01 ano e todos os públicos que se interessarem. Duração: 60min Contrapartida Social - Coral Infantil coral com aproximadamente 30 crianças, que será montado em cada uma das cidades em que o espetáculo se apresentar. O coral fará uma participação na apresentação do espetáculo com um repertório de cinco músicas. Bela Vista de Minas: 30 crianças João Molevade: 30 crianças Itatiaiuçu: 30 crianças Totalizando: 90 crianças Classificação indicativa estária: A partir de 07 anos até 12 anos 5 dias de ensaio com duração de 2 horas por dia.
Objetivo Geral Produção, montagem e circulação do espetáculo cênico musical infantil "E no entanto é preciso cantar" Objetivo Específico · Realizar apresentações do espetáculo "E no entanto é preciso cantar" em três cidades do interior · Montar coral com aproximadamente 30 crianças em cada cidade que o espetáculo for se apresentar. · Despertar nas crianças o interesse pela música e teatro por meio da execução do projeto · Proporcionar lazer, entretenimento e protagonismo às crianças da comunidade de atuação; · Mobilizar a comunidade a participar da atividade cultural, interagindo com a montagem do coral e ensaios; · Oferecer à comunidade um produto de qualidade, como apresentação de espetáculo cênico musical com orquestra e coral; · Fomentar, valorizar e promover a importância de apresentações nas cidades do interior; · Promover o intercâmbio entre a comunidade e os artistas do espetáculo; · Contribuir para fruição do gênero teatro musical, possibilitando que sua aplicabilidade seja rentável aos participantes e aos nossos colaboradores. · Proporcionar trabalho direto ou indireto para mais de 50 profissionais. · Expandir e valorizar o trabalho artístico da equipe por meio da realização do projeto em cidades do interior. · Manter o gênero teatro musical em evidência durante todo o ano, possibilitando que o projeto tenha continuidade no ano seguinte.
Integrar teatro, orquestra e coral, numa pluralidade de significados atribuídos ao lúdico e o lugar da ludicidade na música orquestrada e na cena teatral. Buscar a harmonia e o equilíbrio entre as diversas formas de criar um espetáculo cênico musical trazendo o público para uma viagem auditiva, visual e sensorial. Pretende-se com um projeto dessa envergadura, despertar nas crianças o interesse pelo teatro musical e a arte em geral, proporcionar lazer, entretenimento e protagonismo. Possibilitar que a comunidade tenha acesso a uma apresentação de teatro musical com orquestra, além de assistirem a participação das crianças da comunidade junto com o espetáculo. O teatro e a música podem oferecer criatividade e auto expressão, favorecer a interação social positiva e contribuir para que a criança participe dos acontecimentos da sociedade. O desenvolvimento musical está relacionado com outros processos de cognição, tais como o desenvolvimento da memória, da imaginação e da comunicação verbal e corporal, os processos de montagem de coral em cada cidade, podem gerar na comunidade o interesse de manter o coral e contribuir para fruição da arte nas cidades do interior. O teatro começou a fazer parte da nossa cultura desde os primórdios, numa necessidade que o homem sempre teve de representar, demonstrando sua alegria, tristeza e angustias. No início, para cultuar deuses e paulatinamente se tornou uma atividade cultural encenada por muitos povos. Ao analisar a raiz da palavra "teatro" que deriva dos verbos gregos "ver, enxergar", lugar de ver, ver o mundo, se ver no mundo, se perceber, perceber o outro e a sua relação com o outro. Percebemos que pedagogicamente, o teatro busca mostrar o comportamento social e moral, por meio do aprendizado de valores e pelo bom relacionamento com as pessoas. E tem sido assim, desde Platão o teatro vem sendo abordado com a intenção de educar, sendo estudado e embasado em valores didáticos, com o propósito formador da personalidade do homem. Dessa maneira, o teatro contribui no desenvolvimento da criança, ajudando-a no aperfeiçoamento de suas próprias potencialidades de comunicação e expressão. O processo de criação de um espetáculo cênico musical com uma orquestra de câmara contribui para fruição da música orquestrada e evidencia a importância da música na cena. O roteiro e dramaturgia serão desenvolvidos a partir de um processo coletivo entre os artistas cênicos, sob a coordenação do dramaturgo e diretor teatral Cássio Pinheiro. Diante do atual cenário é de suma importância o suporte de um patrocínio ou incentivo para realização de um trabalho com essa qualidade. A solicitação de apoio é uma das poucas maneiras de levarmos esse tipo de trabalho às camadas mais populares, sendo imprescindível a sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
PROJETO ORQUESTRA EM CENA SOBRE O ROTEIRO DO ESPETÁCULO CÊNICO MUSICAL “E NO ENTANDO É PRECISO CANTAR” O teatro, o circo, a dança... o espetáculo. A música dando cor e vida às cenas, ao tombo do palhaço ao salto da bailarina. À dor da personagem ou ao frenesi das cenas de vaudeville. Os avanços das comunicações sustentadas nas plataformas de mão das novas tecnologias digitais e a velocidade de informações e dados têm mudado significativamente nosso comportamento físico/corporal e nossa visão estética do mundo, da cultura e das artes A inversão ou imposição de valores simbólicos que nos são ofertados por produtores de conteúdos aliado à sedução dessa velocidade de dados e imagem estão nos levando ao risco de vivenciarmos uma monocultura. As artes presenciais, em especial o teatro, o circo e a dança que ao longo de algumas centenas de anos eram as responsáveis pela afirmação do simbólico como valor pessoal, individual e coletivo passam a enfrentar um novo desafio: a ressignificação desses valores simbólicos para a modernidade, sendo resistência e o contraponto a esse monopólio de “produção de conteúdos”. Esse contraponto por vir a consolidar-se no resgate e no encontro de culturas, na troca de valores simbólicos e na assimilação do outro e do que o difere para o reposicionamento e transformações individuais e coletivos diante dos avanços de meios e mensagens. Por isso a proposta de “E NO ENTANDO É PRECISO CANTAR”. Um espetáculo cênico/musical trazendo para o centro da cena alguns valores já quase esquecidos das cenas do picadeiro e suas músicas. O teatro em forma de canto e a dança como condutora da leveza de cada nota musical ou acorde orquestrado. Buscando nos temas musicais e circenses, árias de ópera e do teatro musical até trechos de coreografias resgatando uma parte da história dessas artes presenciais e ofertando a crianças e jovens para contrapor o que hoje recebem como arte e o que tivemos de mais significativo para sua escolha e ressignificação. Essa é a proposta de “E NO ENTANDO É PRECISO CANTAR”. Música orquestrada, imagens, gestuais e palavras recompondo um pouco das artes presenciais.
Projeto "Orquestra em Cena" tem como objetivo a produção, montagem e circulação de espetáculo cênico musical "E no Entanto é Preciso Cantar". 3 Apresentações do espetáculo cênico musical "E no Entanto é Preciso Cantar" em três cidades do interior de Minas Gerais [Itatiaiuçu, João Molevade, Bela vista de Minas] Projeto será realizado em período de 5 meses.
· As apresentações podem ser assistidas por pessoas com necessidades especiais, · Vamos priorizar espaços que sejam de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida · Reserva de lugares para pessoas com necessidades especiais. APRESENTACÃO DE ESPETÁCULO CÊNICO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: APRESENTAÇÃO SERÁ EM ESPAÇO ABERTO AO PÚBLICO E DE FÁCIL ACESSO AO MESMO DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição antes das apresentações. O LOCAL - A acessibilidade do espaço físico Vamos priorizar espaços que sejam de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida, com espaço para cadeirantes. O local será espaçoso e apto para receber os cães-guia dos deficientes visuais. Reserva de lugares para pessoas com necessidades especiais. A COMUNICAÇÃO - Além da comunicação tradicional, utilizaremos a divulgação em mídias sociais, utilizando uma linguagem inclusiva. Uso das hashtags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas e descrição das imagens postadas. Assim, o conteúdo fica acessível para os deficientes visuais e a interação desse público com o conteúdo aumenta. Veiculação de vídeos com intérprete de libras. O TRANSPORTE - Priorizaremos local que seja acessível por transporte público. ORIENTAÇÃO DA EQUIPE - Vamos Contratar pessoas capacitadas para lidar com as diferenças. O EVENTO - Todas as apresentações contará com a presença do tradutor de libras e audiodescrição antes de cada apresentação explicando como será o evento. CONTRAPARTIDA SOCIAL - MONAGEM DE CORAL INFANTIL Crianças com necessidades especiais poderão particiar. Não recomendado para crianças surdas e mudas, por se tratar de coral. ACESSIBILIDADE FÍSICA: OS ENSAIOS SERÃO EM ESPAÇO DE FÁCIL ACESSO PARA CRIANÇAS COM DIFICULDADES DE LOCOMOÇÃO DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição - Teremos uma pessoa para receber essas crianças e descrever o ambiente e tudo que estiver acontecendo durante os ensaios.
APRESENTACÃO ESPETÁCULO CÊNICO MUSICAL Todas as apresentações serão abertas o público -GRATUITO Disponibilização de registros do espetáculo na internet. Em complemento às medidas de ampliação de acesso, o projeto se enquadra do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Christiano Cosso Caldas - [O proponente exercerá as funções abaixo e será remunerado por elas] Função: Arranjador, produtor musical e Coordenador Financeiro - Responsável por todo processo decisório do projeto CURRÍCULO Músico, arranjador, engenheiro de som, produtor musical Curso DGC Áudio (Fundamentos de áudio) Módulos 1,2 e 3 Bacharelando em piano UFMG Christiano Caldas iniciou sua carreira musical aos 13 anos, em bandas de baile na cidade de Belo Horizonte. Autodidata, aos 17 anos começou desenvolver trabalhos de direção musical e engenharia de som em estúdios de gravação. Como pianista e tecladista, acompanha músicos de grande relevância, tais como, Milton Nascimento, Flávio Venturini, 14 Bis, Jane Dubock, Bebel Gilberto, Hamilton de Holanda, Sá & Guarabyra , Roberto Menescal(RJ), Chico Amaral, Yamandu Costa, Wagner Tiso, Pepeu Gomes, João Donato, Affonsinho, Marina Machado, Leo Gandelman, Célio Balona, Beto Guedes, Juarez Moreira, Celso Fonseca, Carlos Malta (RJ), Nivaldo Ornelas, Marku Ribas, Toninho Horta, Vander Lee, Thiago Delegado, entre outros. Como engenheiro de som , fez trabalhos com Trio Corrente, Wilson Lopes, Stella Caymmi, Milton Nascimento, Darcy James (NY), Mike Stern, Aline Calixto e Emicida, Chris Washburne (NY), entre outros. Trabalhou como arranjador para Flávio Venturini, 14 Bis, Orquestra Ouro Preto, Célio Balona, entre outros. Cursos Lecionados Oficina de Harmonia sobre a Obra de Marku Ribas no “Festival Minas canta Marku” – 2019. Workshop produção musical – Escola EMP-BH Professor de piano para o concurso Jovem Instrumentista BDMG Professor no Camp Musical 2016 Iris Figueiredo Prates Função: Produtora Executiva e Coordenadora Geral CURRICULO Publicidade e Propaganda Atriz – DRT/MG: 5.168 Produtora Cultural – MEI CNPJ: 15.808.999/0001-77 Cadoro Eventos - Produtora Executiva da Orquestra Mineira de Rock de 2019 até o momento. Produtora Nos Shows: ExpoBarbacena 2019 | Encontro Marcado - Flávio Venturini, 14 Bis e Sá&Guarabyra (Nova Lima, São Paulo e Santos) | Quinteto Violado e Banda de Pau e Corda (Juiz de Fora) Produtora Executiva: Lima Produções Culturais / O Trem Companhia de Teatro / Tríplice Cultural-SP Boca Cheia D´água - 2016 / O que mora no escuro - 2015 / O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto -2017 / Projeto Diversão em Cena ArcelorMittal e Circuito Cultural Contagem BelgoBekaert 2015/2016/2017/2018 Obra-prima Produção e Eventos -Produção espetáculo cênico musical para primeira infância "Concertos para Bebês-Brasil" 2017 - Produção espetáculo infantojuvenil "Beijo de Tangerina" 2016 Produção do Festival de Inverno de Araxá 2013/2014 (Shows Musicais / Teatro / Dança) Produção do Espetáculo Sobre Atos e Palavras 2013/2014 / 2015/2016/2017 Produção do espetáculo "Com o diabo no Corpo" 2003 - Equipe 1 Produtora de Vídeo/Produção de Vídeo para empresa Rima - Produção de Vídeo Grupo Rima Institucional / Automotiva / Sílício Metálico / Magnésio / Ferro-Ligas (BH / Várzea da Palma / Bocaiúva / Buritizeiro / Capitão Enéas / Olhos D´Água) Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte/Gestora do Teatro Francisco Nunes Participação na produção do 2º Seminário/Audiovisual, Artes Visuais, Literatura e Música -Programa Agenda Criativa Mídia Filmes Digitais Ltda/Produção de Vídeo - Produção de Vídeo Construtoras Rossi e Direcional Granja Werneck (BH / Campinas / Curitiba) - Produção de Vídeo Construtora MRV - Rios d´Itália (São José do Rio Preto) Produção de Vídeo Mining Ventures Brasil (Rio de Janeiro / São Paulo / Minaçu Goiás) Produção de Vídeo Patrimar/Novolar (BH)/Link: http://vimeo.com/midia/videos Cássio Pinheiro Função: Dramaturgo e Direção Artistica CURRÍCULO Curso de Formação de Ator da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes; Curso de Diretor de Teatro da Escola de Artes Dramáticas de São Paulo; Curso de Administração de Espaços Cênicos do INACEN (Instituto Nacional de Artes Cênicas/Ministério da Cultura) Curso de Marketing Cultural e Produção ministrada em parceria da PBH com a Faculdade Cândido Mendes do Rio de Janeiro; Curso de Mobilização Social da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. - Concertos para Bebês Brasil Roteirista e Diretor (2017) - A Comédia dos Sexos (de Gugu Olimecha) Produtor, diretor e ator (2006 e 2012) - Bastidores de Romeu e Julieta (para adolescentes) Produtor, Iluminador, diretor e ator (2001/2006); - Peter Pan (do Clássico de James Barrie para Crianças) Adaptação do texto, Iluminador, produtor e diretor (1992/2010); - Não é Nada Disso, Companheiro (Comédia para Adultos). Dramaturgo, Iluminador e diretor (2000/2002); - Namoro (de Ilder Miranda Costa para Adolescentes) Produtor, Iluminador e diretor (1993/2000); - As Mulheres se Odeiam (Comédia para adultos de Jair Raso) Ator (1998/2000); - A Comédia dos Sexos (Comédia para adultos de Gugu Olimecha) Produtor, Iluminador, diretor e ator (1991/1992); - Tistu – O Menino do Dedo Verde (para crianças) Adaptacão do texto, diretor, Iluminador e Produtor (1990/1993 e 2003 a 2005); - Entre Amigos (Ballet Teatro para adultos) Diretor (1988); - Uxa, ora fada, ora bruxa (de Sylvia Ortoff para crianças) Adaptacão do texto, diretor e produtor (1988) - Hello Boy (de Kleber Junqueira) Diretor (1988) - Inimigos de Classe (de Nigel Willians para adultos) Ator e Iluminador (1986); - A Revolta dos Perus (Comédia Musical Infantil de Carlos Queiroz Teles) Produtor e diretor e Ator (1985/1987); - A Lira dos Vinte Anos (de Paulo César Coutinho para adultos) Produtor, Assistente de Direção e ator (1984/85); - Três Histórias Estranhas (de Fernando Limoeiro e Mechel de Guelderot) Diretor (1983) Luiz Gomide Função - Ator e cantor CURRÍCULO Participou de workshops em interpretação teatral com Eid Ribeiro, de meteorologia do corpo, com Heinrich Winkelmann, de performances teatrais, com Roberto Cordovanni, de teatro de rua com o Grupo Potlash de Teatro e de cursos em terapias corporais, ministrado pelo Psicólogo José de Freitas, especialista em terapias corporais e bioenergética. Estudou canto popular e erudito, bem como teoria musical e teve como professores: Babaya, Neide Zivianne, José Carlos Leal, Elizete Xavier, Rafael Grimaldi da Fonseca. Luiz Gomide estudou técnicas de dança clássica e moderna, em cursos sequenciais e em diversos níveis, bem como em workshops nas seguintes escolas: Corpo Escola de Dança, Transforma – Centro de Dança Contemporânea, Escola de Dança Primeiro Ato, Fundação Clóvis Salgado, Academia Internacional de Ballet e De Pernas Pro Ar - Escola de Dança. Teve como professores, dentre outros, Hector Zaraspe, Miriam e Pedro Pederneiras, Bettina Bellomo, Jairo Sette, Dudude Herrmann, Suzanne Link, Jeanny Ruddy, Leda Iuqui, Norma Binaghi, Graça Salles, e Paola Rettore. Estudou conscientização e expressão corporal com o Professor Klauss Vianna, na Fundação Clóvis Salgado, no Centro Klauss Vianna de Dança Contemporânea, em São Paulo, e também como aluno particular do referido professor. Integrou os elencos dos seguintes espetáculos: Magma (de Arnaldo Alvarenga), Take This Walts (de Luiz Gomide e Paula Lena Biasizzo), Peter Pan (de Cássio Pinheiro e Rômulo Duque), Mulheres de Hollanda, 1a Montagem (de Pedro Paulo Cava), As Troianas (de Eurípides – direção de Christina Tolentino), Take Off (de Rodrigo Campos), A Paixão Segundo Shakespeare (de Jota Dângelo), Quatro Movimentos Para Corpo e Alma (de Luiz Gomide e Cláudia Lima), Vem Skall Trösta Mona, Eller Sveriges Förlorade Heder (de Richard Turpin), Morte e Vida Severina (de Pedro Paulo Cava), Fugaz & Eterno (de Giovano Iannotti), Samba Amor e Malandragem (de Kalluh Araújo), Aqui tem Papo de Pato (de Pedro Paulo Cava), Branca de Neve e os Sete Anões (de Kalluh Araújo), Ópera Carmen (da Fundação Clóvis Salgado), Nos Porões da Loucura (de Luiz Paixão). Realizou shows solo de MPB em BH na década de 90. Integrou o naipe dos segundos baixos dos seguintes coros: Ars Nova, Coral da UFMG, Corpo Coral Estável da Escola de Música da UFMG, Coral Lírico da Fundação Clóvis Salgado, Madrigale Nansen e Stockholm Gay Kör. Bailarino, ator e cantor, atuou em BH, Sabará, São João D’El Rei, Mariana, Ouro Preto, Tiradentes, Nova Lima, Campo Belo e Bom Fim–MG, Salvador, Itabuna e Ilhéus–BA, Vitória–ES, Porto Velho–RO, Curitiba–PR, Campina Grande–PB, Natal–RN, Rio de Janeiro–RJ, São Paulo e Guarulhos–SP, Estocolmo–SWE, Antuérpia–BG. Tem vasta atuação como coreógrafo junto a grupos de dança e corais em Belo Horizonte, Itaúna, Campo Belo-MG e Porto Velho–RO. Tem vasta atuação como assistente de direҫão, diretor artístico, diretor corporal e diretor geral, destacando-se os espetáculos Hijos De La Tierra (Cuerpo de Baile Español La Vanguardia), Alma de Bolero (de Carlos Alberto Rattom), Vestido de Noiva (de Nelson Rodrigues, Direҫão de Luís Otávio), Dois Perdidos Numa Noite Suja (direҫão geral–o espetáculo recebeu uma série de prêmios teatrais em 1999), Yepá, A Avó Do Mundo (do Grupo Aldeia – Teatro de Formas Animadas – direҫão geral) e Bagagem (Mimulus Cia. de Dança–assessoria cênica) e Anima, O Canto Das Sibilas (direҫão geral do musical). Ensinou, durante 15 anos consecutivos, as técnicas clássica e moderna de dança, conscientização e expressão corporal e interpretação cênica, em diversas escolas de dança e teatro de BH, Itaúna, Campo Belo, Porto Velho–RO. Concebeu e ministrado o Curso de Conscientização Corporal Através da Dança e Trabalhos de Expressividade para a pós-graduação em enfermagem psiquiátrica, enfermagem pediátrica, psicopedagogia, psicologia, assistência social e fisioterapia e literatura estrangeira, na UFMG (para as escolas de Enfermagem e Letras) Integrou os elencos de bailarinos das companhias de dança: Gerais Cia. de Dança, Grupo de Dança Primeiro Ato, e Cia. de Dança de Minas Gerais. Jonnathan Martins Galvão Função: Tradutor e Intérprete de Libras CURRICULO Graduado no curso Tecnólogo em Comunicação Assistiva: Libras e Braille pela PUC Minas, em 2013, certificação do CAS – BH. Atuou como educador cultural e intérprete de Libras no Circuito Cultural Praça da Liberdade e no IEPHA – MG, atualmente trabalha na Associação de Surdos de Minas Gerais - ASMG na área de educação. Ampla experiência em atuação com tradução e interpretação de Libras em: palestras, visitas turísticas, visitas em museus, congressos. Atualmente tem referência por trabalhar com espetáculos teatrais, shows musicais, aberturas de eventos culturais, tradução de poesias, leituras dramáticas. Desenvolve pesquisas sobre a área de inclusão de pessoas surdas. Rodrigo de Oliveira Função: Músico - Violino Formado pela Escola Municipal de Artes “Maestro Fêgo Camargo” no qual concluiu o curso de Qualificação Profissional de Auxiliar Técnico e Habilitação Técnica de Violino. Graduando em Música pela Universidade Metropolitana de Santos. Foi integrante, solista e spalla da Camerata Zajdenbaum, Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté e Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Participou de inúmeros festivais brasileiros dentre eles estão: Festival de Música de Santa Catarina, Festival Música nas Montanhas, Semana da Música em Ouro Branco e o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Aperfeiçoou em masterclasses como inúmeros professores de diferentes países, são eles: Charles Stegeman, Clara Takarabe, Igor Sarudiansky, Pablo de León, Vadim Gluzman, Roberto Díaz, Misha Keylin, Rachel Barton Pine, Augustin Hadelich. Ganhador do V Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais 2016 e do I Concurso Nacional de Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Goiânia 2017. Fez parte do documentário intitulado “Prova de Artista”, no qual é um dos cinco protagonistas do filme. Atualmente está graduando no ensino superior em música, é membro da Orquestra Ouro Preto, spalla da Orquestra Jovem Uirapuru, e integrante do naipe de primeiros violinos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Rodrigo Garcia Função: Músico - Violoncelo Graduação em música pela Escola de Música da UFMG: Regência (2008), Violoncelo (2014) e Composição (2015); Membro da banda Cartoon (guitarrista, violonista, baixista, violoncelista, vocalista e compositor) desde 2002. Rege atualmente os corais Ases-MG (desde 2008), Vozes da Liberdade (desde 2011), Madrigal Cura d'Ars (desde 2012) e Vozes de Minas - Correios (desde 2018). Integra o Quarteto de Cordas Minueto (desde 2009). Todos estes grupos executam vários de seus arranjos. Foi regente do Coral da ALMG e atuou como Produtor Musical, Arranjador, Orquestrador e Diretor Musical durante a Cantata de Natal da ALMG (2011) e ainda foi regente do Grupo Orguel Musical (desde 2011 até seu final em 2017). Participou de vários festivais e concertos como regente e violoncelista. Gravou o DVD Concerto para Curvas Sinos e Anjos, ao vivo em Ouro Preto, de Paulinho Santos do Uakti, como regente do grupo e, também, gravou os CDs Bigorna, Estribo, Unbeatable e V, com a banda Cartoon. Regeu e fez arranjos para a orquestra no DVD/CD Ventos de Outono, ao vivo no Pal cio das Artes, da Banda Cálix e gravou (regendo, arranjando e coproduzindo) o CD instrumental Trilhas Imaginárias, do flautista Renato Savassi. Participou, com a banda Cartoon, da Canadian Music Week em 2012 e de um reality show do canal Sony chamado Breakout Brasil, sendo uma das 4 finalistas entre mais de 2.000 bandas participantes e também, em Junho de 2014 do lançamento internacional do CD do Cartoon - Unbeatable em Dublin - Irlanda, durante o festival YouBloom. Participou da turnê pela costa oeste dos Estados Unidos durante o mês inteiro de Julho de 2015 com a banda Cartoon com shows em Morro Bay, Sacramento, Mill Valley, San Francisco, Seattle e outros. Integrante da Orquestra Mineira de Rock, projeto formado pelas bandas Cartoon, Cálix e Somba com as três bandas tocando juntas. Fundador e membro do quinteto Rockin' Strings (desde 2016). Regente, diretor artístico e fundador da Fractal Orchestra com a qual fez o concerto The Wall - o filme, onde também fez a transcrição e adaptação de todo o material para orquestra, com a banda Pink Floyd Reunion com três noites de casa cheia no Cine Theatro Brasil em 2017, projeto que contava com orquestra, banda e o filme The Wall sendo executados ao vivo em sincronia. Este concerto fez sua estréia fora de MG recentemente lotando o Tom Brasil (uma das principais casas do gênero no Brasil) em São Paulo - SP.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.