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PRONAC 204834Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NOVO MUSEU DO ZEBU - FASE 1 - ELABORAÇÃO DE PROJETOS EXECUTIVOS (Arquitetônicos e Museológicos)

MUSEU DO ZEBU EDILSON LAMARTINE MENDES
Solicitado
R$ 3,29 mi
Aprovado
R$ 3,29 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberaba
Início
2021-03-10
Término

Resumo

O projeto do Novo Museu do Zebu _ Fase 1 visa à requalificação do Museu do Zebu, localizado na cidade de Uberaba, Minas Gerais. Para tanto, prevê a elaboração de projetos executivos de arquitetura, museologia e museografia, baseados em projetos preliminares já desenvolvidos, com vistas à construção de uma nova sede para o Museu, a ser edificada no Parque Fernando Costa, com projeto arquitetônico do arquiteto Gustavo Penna. Prevê também a demolição da sede atual, a transferência de todos os acervos e infraestrutura administrativa para um local provisório. A execução da obra será objeto de uma segunda proposta que será inscrita na lei federal de incentivo à cultura. No âmbito das contrapartidas sociais, realizaremos palestra voltada ao público universitário de áreas de interesse para apresentar essa fase do projeto e maquete tátil do edifício.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo deste projeto é o desenvolvimento de um conjunto de estudos e projetos executivos de arquitetura, museologia e museografia necessários para embasar o processo de construção da nova sede do Museu do Zebu "Edilson Lamartine Mendes", localizado em Uberaba, no Parque Fernando Costa, e que abriga anualmente a ExpoZebu _ Exposição Internacional de Gado Zebu. Os projetos executivos serão realizados sob a coordenação da empresa Gustavo Penna Arquiteto & Associados para os projetos arquitetônicos, e da Expomus para o desenvolvimento do Plano museológico e projetos complementares ligados à museologia e museografia/expografia, tendo como base Estudos Preliminares realizados por ambas as empresas (anexados). O Museu do Zebu "Edilson Lamartine Mendes" foi criado na década de 1980 com o objetivo de pesquisar, coletar, preservar, expor e divulgar a história e a cultura relativas à pecuária zebuína em Uberaba e no Brasil, além de desenvolver atividades educativas e culturais relacionadas ao seu objeto de estudo e divulgação. Com sede localizada dentro do Parque Fernando Costa, o Museu do Zebu está diretamente ligado à Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) _ entidade com mais de 100 anos que reúne criadores de zebu de todas as regiões brasileiras e é responsável por coordenar e centralizar todas as atividades relacionadas à criação zebuína no país, através do registro, melhoramento e promoção das raças. Em sua sede, no Parque Fernando Costa, a ABCZ promove a ExpoZebu, feira anual que é realizada desde 1935 e que recebe atualmente mais de 200 mil visitantes que participam de leilões, exposições, palestras, cursos, debates sobre diversos temas relacionados à atividade de pecuária e acompanham os julgamentos de animais e concursos leiteiros. Outra feira promovida pela ABCZ é a ExpoGenética, feira que reúne em exposição os principais programas de melhoramento genético do país. O Museu do Zebu é um equipamento cultural atualmente ativo na cidade, que oferece atividades educativo-culturais como exposições temporárias, capacitações, palestras, seminários e oficinas voltadas a públicos de diferentes perfis. A proposta de requalificação arquitetônica e museológica do Museu, com a otimização de seu espaço físico por meio da construção de uma nova sede, e a intensificação de sua programação educativo-cultural, com a montagem de uma nova exposição de longa duração e dinamização das ações desenvolvidas, ampliará sua rede de alcance, beneficiando não só a população local e regional, como também o país como um todo, contribuindo para o incremento da oferta turístico-cultural do município. Vídeo Projeto Arquitetônico Como forma de apresentar os estudos prévios para a elaboração e desenvolvimento do projeto arquitetônico da nova sede do Museu do Zebu, a empresa Gustavo Penna Arquiteto & Associados desenvolveu peça multimídia disponível para consulta em: https://gustavopenna-my.sharepoint.com/:f:/g/personal/taimara_gustavopenna_com_br/Elc5GSEit89Bq8JWoOoFo1sBXA89jq3fNG5sfovzLAulmg?e=Kxcgza Objetivos Específicos - Realização de atividades ligadas à demolição das edificações existentes, limpeza e preparação do terreno. - Transferência de todos os acervos e infraestrutura administrativa para um local provisório. - Elaboração de projeto básico e executivo de arquitetura da nova sede do Museu do Zebu, somando uma área de cerca de 2400m², incluindo espaços de exposição de longa duração, temporárias, áreas técnicas e programáticas, espaços de convivência, áreas de difusão. - Elaboração de projetos básicos e executivos complementares ao projeto arquitetônico: projeto estrutural, fundações e contenções; elétrico; hidrossanitário; acústica e sonorização; ar condicionado; iluminação predial; prevenção e combate a incêndio; paisagismo; sinalização; esquadrias. - Elaboração de projeto básico e executivo de expografia para a exposição de longa duração, a ser instalada em área de 530m², - Elaboração de projetos básicos e executivos complementares à expografia: projeto de comunicação visual da exposição de longa duração; projeto luminotécnico para os espaços expositivos; projeto de tecnologia (multimídias); projeto de acessibilidade; projeto educativo; projeto de segurança patrimonial. - Pesquisa, levantamento e seleção de acervos e desenvolvimento dos conteúdos para a exposição de longa duração. - Contrapartida social _ realização de 01 palestra voltada ao público universitário que apresentará o projeto arquitetônico, museológico e museográfico/expográfico do novo Museu do Zebu. - Confecção de 01 maquete tátil do novo edifício, que ficará em exposição na sede da ABCZ.

Justificativa

O Museu do Zebu está situado em Uberaba, Minas Gerais. Com população estimada em cerca de 330 mil habitantes, Uberaba é a oitava maior cidade do estado em termos populacionais e compõe, ao lado de outros municípios, o chamado Triângulo Mineiro. Considerada uma das regiões mais ricas do estado, o Triângulo Mineiro concentra atividades econômicas ligadas ao agronegócio, genética bovina e produtos químicos, que representam parcela expressiva do PIB estadual. A potência econômica do município foi recentemente destacada pelo índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local (Isdel), que apontou Uberaba como a terceira cidade com melhor desenvolvimento econômico de Minas Gerais. No eixo das relações contemporâneas que acreditam na força e competência das cidades criativas, a cultura e o turismo igualmente vêm sendo compreendidos como segmentos estratégicos para o desenvolvimento do município. Por meio da Fundação Cultural de Uberaba e Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, o município tem investido de forma sistemática no incremento da sua oferta cultural e turística. Nesse sentido, cabe destacar a proposta de candidatura de Uberaba à categoria de Geoparque, postulada pela UNESCO. A titulação de Geoparque foi criada pela UNESCO com a finalidade de contribuir para a valorização e preservação de áreas marcadas por expressiva significância do patrimônio geológico. Somado à importância histórica, cultural, paisagística e científica, o Geoparque tem a potencialidade de promover o desenvolvimento socioeconômico por meio do turismo cultural sustentável, com geração de emprego e trabalho digno para todos. O projeto Geoparque Uberaba _ Terra de Gigantes está sendo formatado pela Prefeitura de Uberaba, em parceria com uma série de instituições e entidades parceiras. Para tanto, integra três dimensões do patrimônio cultural de Uberaba: o Museu dos Dinossauros, com um dos mais importantes sítios paleontológicos do Brasil; o Memorial Chico Xavier e o Museu do Zebu. Esses três aspectos projetam a cidade nacional e internacionalmente e são os principais indutores do turismo no município. Ao abarcar importantes eixos do desenvolvimento econômico, cultural, social e simbólico de Uberaba, envolvendo toda a extensão do município, o projeto Geoparque Uberaba _ Terra de Gigantes se projeta como potencializador da identidade territorial e vetor estratégico do desenvolvimento local pelo viés da cultura e do turismo. Dentro dessa proposta, o Museu do Zebu se constitui como um dos pilares essenciais do projeto. Instalado dentro do Parque Fernando Costa, em frente à sede nacional da ABCZ, o Museu do Zebu "Edílson Lamartine Mendes" foi inaugurado durante a realização da 50ª ExpoZebu, em 1984. O nome escolhido para a instituição foi uma homenagem ao fundador e ex-presidente da antiga Sociedade Rural do Triangulo Mineiro (SRTM), embrião da ABCZ. Desde então, o Museu é responsável pelo desenvolvimento de uma série de atividades e ações voltadas à preservação e divulgação de seus objetivos, como a realização de exposições temporárias e de longa duração, capacitações, palestras, seminários, ações educativas e oficinas, todas elas voltadas a públicos de diferentes perfis. Todas as atividades são gratuitas. Durante o ano de 2019, o Museu do Zebu atendeu, por meio de diferentes linhas de ações internas e externas, o expressivo público de 49.074 pessoas (dados do Relatório de Atividades do Museu do Zebu). Deste total, 15.663 visitantes foram recebidos na sede do Museu, e 27.411 foram atendidas pelo desenvolvimento de atividades que extrapolaram as cercanias da instituição, com a oferta de ações em escolas, universidades, e em eventos promovidos pela ABCZ no Parque Fernando Costa e na cidade de Uberaba, com destaque para a ExpoZebu e ExpoGenética. Em termos de estrutura física, o Museu ocupa desde 1995 um imóvel dentro do Parque, com área de 980m2, considerando o ajardinamento externo. Tal área tornou-se diminuta diante do crescimento de seus acervos, que sofreu expressivo incremento nos últimos anos. Diante desse cenário, torna-se necessária a expansão dos espaços destinados ao processamento, guarda e exposição dos acervos, o quer permitirá a potencialização de suas ações de atendimento ao público, salvaguarda, pesquisa e comunicação de universo patrimonial do Museu. Para tanto, compreende-se ser necessária a construção de uma nova estrutura física que abarque, de forma mais funcional e qualitativa, os setores já existentes, bem como os espaços de circulação e fruição públicas. No cenário das celebrações dos 200 anos de Uberaba, em 2020, e do fomento do turismo no município, a construção de uma nova sede para o Museu do Zebu, com projeto arquitetônico contemporâneo assinado por um arquiteto de renome e desenho de uma nova exposição de longa duração com linguagem arrojada, se projetam como uma oportunidade para Uberaba. O Museu, por meio de intensa programação educativo-cultural e otimização de seu espaço físico, ampliará sua rede de alcance, ampliando a capacidade do Museu de acolher novos públicos, beneficiando não só a população local e regional, como também o país como um todo, contribuindo para o incremento da oferta turístico-cultural do município. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização dessas ações. O projeto, ora apresentado, se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1o. em praticamente todos os incisos, entre eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3o da mesma lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 1. Nessa etapa, serão desenvolvidos e entregues os seguintes produtos: a) Projetos básicos e executivos de arquitetura e complementares, abarcando: Projeto de arquitetura Projeto de paisagismo Projeto de iluminação Projeto de terraplanagem e geométrico Projeto de fundações Projeto de estruturas concreto e metálica Projeto de esquadrias Projeto de condicionamento de ar e ventilação mecânica Projeto de tratamento e isolamento acústico Projeto de impermebilização Projeto de sinalização e comunicação visual Projeto de sistema de proteção contra descargas atmosféricas Projeto de sistemas hidráulicos Projeto de instalações elétricas Projeto de sistemas eletrônicos para circuito fechado de TV Projeto de sistemas eletrônicos de automação predial Projeto de sistemas eletrônicos alarme e detecção de incêndio Projeto de sistemas de telecomunicações Projeto de sistemas de prevenção e combate à incêndio e pânico b) Projetos básicos e executivos de museologia e complementares, abarcando: Projeto de expografia Projeto de comunicação visual para exposição LD Projeto de iluminação para exposição LD + temporárias Projetos de segurança dos acervos Projetos de tecnologia (multimídias exposição LD) Projeto de Acessibilidade: orientações para as equipes envolvidas no projeto a partir dos marcos legais vigentes Projeto Educativo: definição conceitual, programas e estratégias educacionais A referida etapa não contempla a execução da obra e de todos os projetos executivos listados acima. Tais execuções estão previstas para ocorrer em etapa sucessiva, a ser inscrita na Lei Federal de Incentivo à Cultura em 2021. 2. As contratações serão feitas entre Uberaba, Rio de Janeiro e São Paulo. Mas só teremos certeza do local das empresas após levantamento orçamentário definitivo. Os orçamentos que embasaram a inscrição dessa proposta estão anexados, todos em único arquivo (Informações adicionais). 3. De acordo com o estabelecido na IN no. 2 de 2019, explicamos abaixo quais anexos obrigatórios se aplicam ou não a este projeto. INFORMAÇÕES RELACIONADAS A PROPOSTAS NA ÁREA MUSEOLÓGICA: a) em caso de restauração:O imóvel não é tombado e não será restaurado b) em caso de aquisição de acervo: O projeto não prevê aquisição de acervo, ele será somente deslocado de prédio para permitir a demolição da sede atual. c) em caso de exposição com acervo da própria instituição: Não se aplica. d) em caso de exposição com obras emprestadas de outras instituições ou coleções particulares: Não se aplica. e) em caso de exposição itinerante:Não se aplica. f) em caso de criação de museus: 1. Plano Museológico, conforme estabelecido nos art. 45, 46 e 47 da Lei nº 11.904/2009 e em consonância com o § 1º do art. 8º da referida Lei ou, caso ainda não tenha sido elaborado, apresentar na planilha orçamentária rubrica/profissional para produzir o referido documento; Apresentamos em anexo o documento Plano Museológico Preliminar do Museu do Zebu, com as orientações e necessidades técnico-conceituais que subsidiaram os projetos arquitetônicos preliminares que estão anexados ao projeto. O Plano Museológico final, contendo o detalhamento dos 12 programas que o compõem, será desenvolvido ao término do projeto de requalificação e reinauguração do museu, em fase posterior a ser apresentada. 2. Plano básico de sustentabilidade com indicação das ações de manutenção, em caso de proposta que trate da criação de acervos ou museus; Não se aplica, porque o acervo já existe. O Museu já existe e seu mantenedor, conforme já explicado no texto do projeto é a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) – entidade com mais de 100 anos que reúne criadores de zebu de todas as regiões brasileiras e é responsável por coordenar e centralizar todas as atividades relacionadas à criação zebuína no país. 3. Todos os documentos listados nas alíneas "b" e "c" desse inciso, quando for o caso; Não se aplica. 4. Todos os documentos listados no tópico INFORMAÇÕES RELACIONADAS A PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM CONSTRUÇÃO OU INTERVENÇÃO EM ESPAÇOS CULTURAIS desse anexo, quando se tratar de construção de espaço para abrigar o museu; 4a) projetos arquitetônicos e complementares detalhados da intervenção ou construção pretendida, contendo o endereço da edificação e o nome, a assinatura e o número de inscrição do responsável técnico no Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU, bem como a assinatura do proprietário ou detentor do direito de uso; Anexamos os projetos preliminares com todas as identificações solicitadas acima, pois os básicos e os executivos serão desenvolvidos durante este projeto. 4b) memorial descritivo detalhado, assinado pelo responsável técnico, bem como orçamento analítico completo apresentado em acordo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, especialmente no que diz respeito ao sequenciamento as etapas; Esses documentos serão produzidos durante este projeto, e serão apresentados para a inscrição da 2ª. FASE, que será a construção do prédio. Anexamos os projetos preliminares com todas as identificações solicitadas acima, pois os básicos e os executivos serão desenvolvidos durante este projeto. 4c) especificações técnicas dos materiais e equipamentos utilizados, assinado pelo autor da proposta cultural e pelo responsável técnico do projeto arquitetônico; Esses documentos serão produzidos durante este projeto, e serão apresentados para a inscrição da 2ª. FASE, que será a construção do prédio. 4d) cronograma físico-financeiro das obras; Esses documentos serão produzidos durante este projeto, e serão apresentados para a inscrição da 2ª. FASE, que será a construção do prédio. Anexamos cronograma de atividades dessa fase. 4e) escritura do imóvel ou de documento comprobatório de sua situação fundiária, quando a proposta envolver intervenção em bens imóveis; Documento anexado. 4f) autorização do proprietário do imóvel ou comprovação da posse do imóvel, por interesse público ou social, condicionadas à garantia subjacente de uso pelo prazo mínimo de vinte anos; Documento anexado. 4g) registro documental fotográfico ou videográfico da situação atual dos bens a receberem a intervenção; Documento anexado. 4h) ato de tombamento ou de outra forma de acautelamento, quando se tratar de bens tombados ou protegidos por legislação específica; Não se aplica. 4i) proposta de intervenção aprovado pelo órgão responsável pelo tombamento, quando for o caso; Não se aplica. 4j) levantamento arquitetônico do edifício e planialtimétrico do terreno, devidamente cotados e em escala adequada, especificando os possíveis danos existentes quando se tratar de bens tombados ou protegidos por legislação que vise sua preservação; e Não se aplica. 4k) termo de compromisso de conservação do imóvel objeto da proposta, pelo prazo mínimo de 20 (vinte) anos devidamente assinado pelo proponente. Documento anexado ------------------ Em atendimento à diligência de admissibilidade de 02/12/2020, descadastramos e desvinculamos dos demais projetos em execução, a dirigente anterior da instituição, Sra. Dionir Dias de Oliveira Andrade. Reafirmamos que o único dirigente responsável pelo proponente é o Sr. Jairo Machado Borges Furtado, tal qual explicado em ofício e comprovado em ata de eleição, todos anexados ao Salic. Documento do Sr. Jairo anexo ao Salic - constam duas páginas. A primeira com cópia autenticada do RG e a segunda com o original escaneado. No RG consta o número do CPF e a assinatura.

Especificação técnica

PLANO MUSEOLÓGICO PRELIMINAR (anexado como Memorial descritivo) Documento de caráter estratégico que segue a legislação nacional (Lei 11.904/2009) e que tem por objetivo nortear técnica e conceitualmente o projeto de requalificação arquitetônica e museológica do Museu do Zebu. Para tanto, está organizado em três grandes blocos: diagnóstico museológico, missão visão e valores, e programas museológicos preliminares. De caráter retrospectivo, o diagnóstico consiste na primeira etapa de elaboração do Plano Museológico e tem a finalidade de mapear a situação atual da instituição, tanto em termos internos (quadro funcional, atividades de salvaguarda, comunicação, pesquisa, gestão institucional, financiamento e fomento, etc.), quanto em termos externos (contexto institucional, social, político, econômico e cultural no qual o museu se insere). O diagnóstico do Museu do Zebu foi elaborado com a participação direta da equipe da instituição, que forneceu dados sobre a realidade institucional e, num segundo momento, participou ativamente da construção da matriz SOWT (fortalezas, debilidades, oportunidades e ameaças) e da missão, visão e valores da instituição. A partir desse mapeamento inicial, o documento aponta perspectivas para o Museu em termos de futuro, através do delineamento de diretrizes conceituais que deverão ser materializadas em seus programas, projetos e ações. Tendo em conta que se trata de um Plano preliminar, os 12 programas que compõem o documento foram esboçados, sendo prevista a consolidação final do documento ao término do projeto de requalificação e reinauguração do museu, em fase posterior a ser apresentada. Vídeo Projeto Arquitetônico Como forma de apresentar os estudos prévios para a elaboração e desenvolvimento do projeto arquitetônico da nova sede do Museu do Zebu, a empresa Gustavo Penna Arquiteto & Associados desenvolveu peça multimídia disponível para consulta em: https://gustavopenna-my.sharepoint.com/:f:/g/personal/taimara_gustavopenna_com_br/Elc5GSEit89Bq8JWoOoFo1sBXA89jq3fNG5sfovzLAulmg?e=Kxcgza IMPACTO AMBIENTAL Um espaço vasto, leve e generoso. Integrado à terra através das suas aberturas, portais e janelas, o edifício desmaterializa sua base para que o parque e a praça possam ser incorporados ao espaço interno do Museu. Sua ambiência paisagística permite a permeabilidade deste edifício aberto, sem bloqueio visual. As proporções que embasam sua volumetria e o gabarito da edificação, inferior às construções presentes no local, possibilitam a formação de uma paisagem em harmonia com o parque. O tripé da sustentabilidade aborda as esferas social, econômica e ambiental. Essas três esferas também fizeram parte da conformação da proposta. Na esfera social, entrega-se uma proposta desenvolvida para a apropriação e a identificação da comunidade a partir de novas espacialidades. Na esfera econômica buscou-se aplicar materiais locais e convencionais. Na esfera ambiental considerou-se o uso consciente dos recursos naturais, promovendo sua constante renovação e reaproveitamento. Foi proposto assim, um sistema de execução rápida, em estrutura metálica, gerando economia de água, luz e resíduos no canteiro de obras. Os espaços verdes de convivência e o replantio das árvores Ashopalos no entorno garantem a manutenção da memória de um símbolo na comunidade. Para a eficiência energética da edificação, são previstos painéis fotovoltaicos (energia renovável), filtros de janelas para controle e aproveitamento da luz natural, equipamentos de climatização com alto índice de desempenho (COP mínimo 4,0) nos ambientes climatizados, iluminação LED com baixa potência instalada e automação predial para controle de cargas e dimerização de iluminação (DALI). Buscou-se também eficiência hídrica através da captação e reuso de água pluvial e uso de equipamentos economizadores. *ÁREA PERMEÁVEL: 26%

Acessibilidade

PRODUTO: BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO Acessibilidade física De modo a proporcionar uma experiência qualificada para os diferentes públicos do Museu do Zebu, os projetos que serão elaborados nessa fase da proposta cultural seguirão todas as normas e legislações que dizem respeito ao acesso físico, cognitivo, sensorial e intelectual dos diferentes públicos do Museu do Zebu. A nova sede do Museu do Zebu disporá de condições físicas que permitam o acesso e a circulação de público, interno e externo, com ou sem deficiências, respeitando as especificações da Norma Brasileira de Acessibilidade (NBR 9050). Nesse sentido, os projetos arquitetônicos e complementares irão prever, dentre uma série de itens, rampas de acesso, instalações sanitárias acessíveis, piso podotátil e elevadores. Acessibilidade de conteúdo Da mesma forma, ao longo do desenvolvimento das etapas de trabalho, o projeto contará com uma consultora em acessibilidade, que irá fornecer orientações sobre acessibilidade para as equipes envolvidas no projeto. Durante o período de obras, após a elaboração e aprovação dos projetos executivos arquitetônicos, uma maquete tátil do edifício ficará em local de destaque na sede da ABCZ, podendo ser observada por todos e tocada por portadores de deficiência visual parcial e total. PRODUTO: MANUTENÇÃO DE MUSEU Acessibilidade física Na fase de pré-produção será feita a coordenação museológica para transferência do acervo, pois a sede atual será demolida. O acervo, as áreas técnicas e a administração do Museu serão realocados, provavelmente em galpão alugado provisoriamente. Os estudos de realocação serão feitos de forma a permitir a continuidade de pesquisas e os trabalhos técnicos. Será critério de escolha que o local seja totalmente acessível À pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Acessibilidade de conteúdo O local não será de visitação pública. Serão tomadas providências para auxiliar deficientes auditivos e visuais que venham a efetuar pesquisas no acervo. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física As atividades de formação serão presenciais na universidade e ela já deve contar com toda a infraestrutura necessária ao atendimento de seus alunos e professores. Acessibilidade de conteúdo Acessibilidade para portadores de deficiência auditiva e visual - A legislação brasileira para inclusão educacional de alunos portadores de deficiência é bastante efetiva, por exemplo, a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. Através dela, é previsto que as instituições de ensino estejam preparadas para receber todos os alunos. O Programa Escola Acessível promove a acessibilidade a todos os ambientes escolares, por meio de salas com recursos multifuncionais e adequação do espaço físico, medidas necessárias à consecução da meta de inclusão plena. Caso seja detectado que a Universidade visitada pelo programa não seja totalmente capacitada, um educador especializado acompanhará a atividade. Os vídeos que serão produzidos para a apresentação presencial terão tradução em Libras. Os custos para a execução dessas ações estão inseridos na planilha orçamentária do projeto.

Democratização do acesso

PRODUTO: BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO Este projeto visa à elaboração de projetos executivos arquitetônicos, museológicos, museográficos e expográficos para posterior execução da obra no Museu do Zebu (próximo projeto a ser apresenado), para abertura à população, promovendo acesso irrestrito ao local e contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O programa de necessidades elaborado (anexado ao Salic como Memorial Descritivo), definiu a implementação de ampla área de convívio, com jardins externos e internos, áreas técnicas e programáticas, incluindo espaço multiuso e espaço educativo, bem como áreas para exposições de longa duração e temporárias. Nessa fase não há recepção de público voltado ao objetivo do projeto, mas o Museu do Zebu permanecerá ainda um período em funcionamento na sede atual. Através dele, em atendimento ao art. 21 da IN nº 02/2019, adotaremos como ações complementares de medida de democratização de acesso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Em observância ao inciso X acima: Finalizado e aprovado o projeto executivo, será feita a exibição pública de uma maquete tátil do projeto na sede da ABCZ, localizada dentro do Parque Fernando Costa, por tempo indeterminado. PRODUTO: MANUTENÇÃO DE MUSEU Como explicado anteriormente, esse produto se destina à transferência do acervo, pois a sede atual será demolida. O acervo, as áreas técnicas e a administração do Museu serão realocados, provavelmente em galpão alugado provisoriamente. Os estudos de realocação serão feitos de forma a permitir a continuidade de pesquisas e os trabalhos técnicos. O local não será de visitação pública, mas todo o acesso a pesquisa de acervo e de documentos continuarão sendo gratuitos. Paralelamente às demais ações, propomos como Contrapartida Social, ações de engajamento com a comunidade das universidades públicas locais (Vide detalhamento no bloco de “Descrição da Atividade do Produto”.

Ficha técnica

Museu do Zebu “Edílson Lamartine Mendes” - PROPONENTE Pessoa jurídica de direito privado, tem como mantenedora a Associação Brasileira de Criadores de Zebu - ABCZ. A organização dessa instituição se iniciou em 19 de dezembro de 1983, através da assinatura de um convênio entre a ABCZ com as então, Faculdades Integradas de Uberaba - FIUBE, hoje Universidade de Uberaba - UNIUBE; Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba, hoje Faculdades Associadas de Uberaba - FAZU e a Fundação Cultural de Uberaba - FCU. Em 1884, durante a 50ª Expozebu, o Museu do Zebu foi aberto ao público no dia 2 de maio com o lançamento de sua primeira mostra. O nome escolhido para a instituição, "Edílson Lamartine Mendes", foi uma maneira de homenagear esse importante criador e ex-presidente daquela que seria a antecessora da ABCZ - a antiga Sociedade Rural do Triangulo Mineiro. Nos seus primeiros tempos de existência, o Museu do Zebu era apenas um departamento da ABCZ. Durante a década de 1990, na busca pela ampliação de sua atuação e o compromisso sócio educacional, a instituição passou a ser uma Fundação. Ao longo dessa trajetória, o órgão tem buscado direções que privilegiem o conhecimento, a seleção, a pesquisa e a apresentação de mostras relacionadas a um universo de fontes que abranjam diferentes linguagens, que vão desde os bens culturais intangíveis e tangíveis ao mundo variado da história e das artes, como a música, o teatro, as danças típicas, as tradições locais, o artesanato, a culinária e diversos outros saberes. Além de fotografias, livros, diários, revistas, jornais, filmes históricos, gravações de depoimentos e uma vasta gama de peças e obras dotadas de singulares valores históricos e artísticos. Ao abordar o desenvolvimento da cultura do Zebu pelo Brasil e o mundo, o acervo museológico do Museu do Zebu é considerado atualmente um dos mais completos em relação ao tema. O Proponente irá prestar serviços remunerados ao projeto nas rubricas de: COORDENADOR DO PROJETO CAPTAÇÃO GESTÃO ADMINISTRATIVO FINANCEIRA – registramos que o proponente é responsável por todo o processo decisório do projeto. Citamos aqui a composição da ficha técnica do projeto, com fornecedores que já estão definidos. As demais funções serão determinadas na fase de pré-produção do projeto, após levantamento de preços e análise de currículos dos profissionais necessários. Os curriculuns de todos está anexo ao Salic porque não havia espaço suficiente neste campo (Materiais diversos que comprovam a atuação do candidato). Gustavo Penna Arquiteto & Associados Coordenação projetos de Arquitetura / Engenharia e seus complementares EXPOMUS - Exposições, Museus, Projetos Culturais Ltda. Coordenação museológica e de se seus projetos complementares JACA – JARDIM CANADÁ CENTRO DE ARTE E TECNOLOGIA PROJETO EDUCATIVO MUSEUS ACESSIVEIS - Carla Grião e Viviane Sarraf PROJETO DE ACESSIBILIDADE METRÓPOLE ARQUITETOS - Anna Helena Villela PROJETO EXPOGRÁFICO ESTÚDIO PRETO E BRANCO PROJETO AUDIOVISUAL E TECNOLOGIA GRECO DESIGN PROJETO DE COMUNICAÇÃO VISUAL DA EXPOSIÇÃO DE LONGA DURAÇÃO LIGHTING DESIGN PROJETO DE ILUMINAÇÃO PARA AS EXPOSIÇÕES

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Uberaba Minas Gerais