| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 650,0 mil |
| ***172719** | Nicoli Leite Kochla | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***854719** | EDSON BIAZUSSI | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
Este projeto pretende a produção do"XIII AMAZÔNIA ENCENA NA RUA" em uma ediçao especial a ser realizada no Estado do Pará, marcando o início da itinerância do festival por estados da Amazônia. O festival é composto por apresentações de espetáculos de teatro, dança e circo, oficinas e workshops (contrapartida). Grupos da Amazônia legal e do Brasil serão selecionados para compor a programação. São realizada ainda uma itinerância com um dos espetáculos da progração por cidades do interior do estado, além deações formativase bate papo pós-espetáculo nas cidades onde o festival ocorrer.
CONTRAPARTIDA SOCIAL * AÇÃO PEDAGÓGICA – PREPARAÇÃO DO PÚBLICO Realização de atividades a serem realizadas nas Escolas da Rede Municipal, Estadual de Ensino e Universidade, visando a formação de plateia por meio da consciência ambiental e cultural de cada indivíduo. Instigando cada participante das ações a irem assistir aos espetáculos do festival. Ação de classificação indicativa livre. * CAPACITAÇÃO DOS ARTISTAS E TÉCNICOS Debates, oficinas e bate papos sobre produção cultural e especificidades das artes cênicas. Ação para jovens e adultos. * CONTAÇÃO DE HISTÓRIA E CANTIGAS Uma homenagem à oralidade, à mitologia amazônica e à arte publicas da Amazônia. Classificação indicativa Livre * RODAS DE CONVERSA E DEMONSTRAÇÃO DE TRABALHO DOS GRUPOS Todos os dias, durante a programação de apresentações dos espetáculos (oito dias). Classificação indicativa livre. O FESTIVAL Festival de artes cênicas que reúne milhares de espectadores para assistir inúmeros espetáculos e intervenções culturais em vários pontos da cidade de Belém. Se apresentando como mediador da relação entre o Teatro, o Público e a Cidade. Classificação indicativa Livre.
Geral: Produzir uma edição especial do AMAZÔNIA ENCENA NA RUA no estado do Pará, levando para as ruas e praças de Belém-PA os melhores espetáculos de artes cênicas (teatro, dança e circo) que foram produzidos na Amazônia Legal. Na sequência realizar uma itineância por três cidades do Pará trabalhando a descentralização das atividades. As cidades contempladas serão Marabá, Parauapebas e Xinguara. Essas ações visam integrar os fazedores e coletivos das artes cênicas da Amazônia, além fortalecer a Rede de Teatro da Floresta. Específicos: > Seleção de 8 (oito) grupos, um de cada estado da Amazônia Brasileira (exceto Pará), 5 (cinco) grupos do Pará e 3 (três) grupos de outras regiões do Brasil para integrarem a programação; > Realização de 30 (trinta) apresentações em Belém, para um público aproximado de 7 (sete) mil pessoas de todas idades, credos, ideologias e classes sociais. > Realização de 10 (dez) ações formativas (oficinas, workshops e demonstração de processo de trabalho de grupo), para um público aproximado de 1.000 (mil) pessoas, priorizando alunos e professores de escolas públicas (Contrapartidas Sociais); > Realização do IV Seminário Amazônico de Teatro de Rua, para um público estimado de 100 (cem) artistas e convidados; > Realização de turnê/itinerância de um espetáculo da programação do festival por 03 (três) cidades do interior do Pará (Marabá, Parauapebas e Xinguara), para um público estimado de 1.500 (mil e quinhetas) pessoas de todas idades, credos, ideologias e classes sociais. Serão realizadas de 06 apresentações durante a turnê/itinerância; > Realização de 03 (três) oficinas durante a turnê, para um público estimado de 200 pessoas (Contrapartida Social); > Realização de 03 (três) rodas de conversa com os artistas das cidades onde ocorrerá a turnê (Contrapartida Social); > Produção de Curta Metragem Documental de 15 (quinze) minutos sobre a arte amazônica, tendo como plano de fundo o evento.
Este evento vem para preencher uma lacuna no cenário cultural da Amazônia Legal, que ainda não possui outro evento como esse que busca dar visibilidade e fazer difusão das artes cênicas produzidas aqui. Todas ações do evento são gratuitas e realizadas em locais públicos, garantindo que haja democratização do acesso à arte pela comunidade. Nas edições anteriores do Festival, a cidade de Porto Velho parou para ver o teatro de rua. Mais de meio milhão de pessoas tiveram acesso aos espetáculos e atividades do Festival nas onze edições realizadas. O AMAZÔNIA ENCENA NA RUA é uma grande festa das Artes Cênicas e já é um evento que pertence à Amazônia Legal, fato que nos leva a insistir na busca de recursos financeiros para continuar produzindo o festival, pois ele se constitui em uma importante ferramenta de política pública para fruição, fomento, difusão e circulação da produção artística amazônica, além da formação de plateia. O Festival tem como mote estimular na comunidade o interesse pelas atividades artísticas por meio de programação ampla, descentralizada e gratuita, além de difundir o trabalho dos artistas, grupos e companhias de teatro de rua pelas praças, parques e todos os demais espaços públicos, garantindo o direito do cidadão à arte e à cultura, assegurados na Constituição Federal Brasileira, além, é claro, da troca e do intercâmbio das linguagens, das estéticas e dos grupos e companhias da Amazônia e do Brasil. Dentro do Festival realizamos o SEMINÁRIO AMAZÔNICO DE TEATRO DE RUA que chega a sua quarta edição e discute perspectivas para o teatro e as particularidades da produção das artes cênicas na Amazônia, levando em consideração as problemáticas de fomento, as grandes distâncias que dificultam a circulação e o custo amazônico. Apesar de as edições anteriores terem sido realizadas em Rondônia, sempre esteve nos nossos planos realizar edições especiais do festival nos outros estados amazônicos, esse também é o desejo dos artistas participantes do Seminário Amazônico de Teatro de Rua e da Rede de Teatro da Floresta, por isso acreditamos na potência dessa edição especial no Pará, uma edição que será marcada pela descentralização das atividades, levando arte e cultura para três cidades afastadas da capital e eternizada por meio de um documentário. Este é um projeto que se encaixa nas diretrizes da Lei de incentivo, pois, em acordo com o Art. 1° da Lei 8313/91 o evento tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Assim como, o evento está em acordo com o Art. 3, inciso II que visa o fomento à produção cultural e artística, mediante a alínea "e" que se refere a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
A associação tem como dirigente apenas sua presidente e ela está devidamente cadastrada como responsável pela associaçã proponente.
AÇÃO PEDAGÓGICA – PREPARAÇÃO DO PÚBLICO (CONTRAPARTIDA SOCIAL): 10 escolas, ação de 30 minutos, cada. CAPACITAÇÃO DOS ARTISTAS E TÉCNICOS (CONTRAPARTIDA SOCIAL): 7 oficinas de 4 horas, cada. CICLOS DE DEBATES (CONTRAPARTIDA SOCIAL):2 ações de 2 horas, cada. O FESTIVAL:08 dias com 30 apresentações de 40 minutos em média.ITINERÂNCIA: 10 dias com 03 apresentações de 40 minutos em média. (Não há roteiro para ser anexado, já que os roteiros serão selecionados no decorrer da execussão do projeto, quando os espetáculos forem selecionados. Priorizaremos espetáculos com classificação indicativa livre)
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: Os locais escolhidos para as apresentações possuirão condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003(*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999(**) além de acentos para obesos. Acessibilidade para deficientes visuais: Em 08 apresentações do FESTIVAL em belém, haverá interpretes de LIBRAS; EM TODAS apresentações da turnê haverá interprete de LIBRAS; Transmissão ao vivo da abertura e primeira apresentação do festival pelo Facebook e Youtube com tradução em LIBRAS. Acessibilidade para deficientes auditivos: Visitação tátil aos cenários e figurinos em todas as apresentações do festival em Belém e nas apresentações da itinerência CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: Os locais escolhidos para a realização de oficinas de contrapartidas possuirão condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003(*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999(**) além de acentos para obesos. Acessibilidade para deficientes visuais: Em todas as oficinas e haverá tradução em LIBRAS. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as ações de contrapartida contará com linguagem oral.
Atendendo ao que está disposto no Art. 21 da IN 2 de 23 de abril de 2019 ofereceremos para os dias de festival o que está proposto nos incisos: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Art. 21 da IN 2 de 23 de abril de 2019, inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; NAS OFICINAS DE CONTRAPARTIDA: Art. 21 da IN 2 de 23 de abril de 2019, inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
O IMAGINÁRIO - INSTITUIÇÃO PROPONENTE FUNÇÃO: Coordenação geral do PROJETO - responsável pela gestão do processo decisório e pela execução das atividades propostas no projeto. O Imaginário foi fundado em 2005, com o objetivo de estudar, pesquisar e investigar as diversas linguagens teatrais. Criado e dirigido pelo Ator e Diretor Chicão Santos, que trouxe para o panorama amazônico um jeito inovador e transgressor de pensar o fazer teatral. Em seus trabalhos, O Imaginário sempre busca discutir a relação do público, do teatro e da cidade, e investe na vinda de especialistas em teatro para qualificar e melhorar o nível técnico dos espetáculos, promovendo a troca de experiências e de interações estéticas. Já realizou eventos importantes tais como: A Cultura Popular no Imaginário Amazônico (encontro de reuniu 300 artistas populares do Acre e Rondônia, no ano de 2006), Caravanas de Teatro pelo Interior do Mato Grosso, Acre e Rondônia, Oficinas, Montagem de espetáculos, Campanhas de popularização do teatro, em praças e ruas de Porto Velho, Ponto de Cultura, participações em encontro (Angra dos Reis/2007, Uberlândia (2007) e RODA – O Teatro de Rua em questão/Salvador/2008), Participações em Festivais (da Amazônia-Manaus e FESTAC-Acre) e trocas de experiências, com a vinda de especialistas de outros Estados Brasileiros, sendo de fundamental importância para o crescimento e qualificação da produção teatral local. Participamos de varias edições do Festival de Teatro da Amazônia, na cidade de Manaus – AM, quando da oportunidade realizamos capacitação nas áreas de iluminação teatral, contação de histórias e interpretação teatral, além de realizar várias apresentações de performances e colaborar no processo de discussão da organização do movimento de teatro da Amazônia. Participação em Eventos Nacionais: Conferência Nacional de Cultural, Encontro Nacional e II Encontro Latino Americano de Culturas Populares, Encontro Nacional de Teatro de Rua, I Encontro de Artes Cênicas do Cerrado/2007, em Uberlândia e RODA – o teatro de rua em questão, em Salvador-Bahia. Encontros Nacionais da Rede Brasileira de Teatro de Rua e do Redemoinho. Desenvolvemos trabalhos, cursos e pesquisas da linguagem teatral, em parceria com outros grupos. FLÁVIA ALESSA DINIZ GALVÃO FUNÇÃO NO PROJETO: REPRESENTANTE LEGAL DA INSTITUIÇÃO PROPONENTE (Não remunerado devido a natureza da instituição que preside não permitir remuneração ao seu presidente, não consta no orçamento) Atriz e produtora. DRT: 851/RO Trabalhos: • 2012 - Festival Amazônia encena na Rua - PRODUTORA. • 2012 - Caravana nas trilhas de Rondon – ATRIZ. • 2012 - ferrovia dos invisíveis, Narrativas do outro lado – ATRIZ. • TRÊS DE SEMPRE – ATRIZ E PRODUTORA. • 2015 - Comercial para campanha do DETRAN Maio Amarelo – ATRIZ. • 2015 - TRÊS DE SEMPRE – ATRIZ. • 2015 - O MISTÉRIO DO FUNDO DO POTE – ATRIZ. • 2016 - ESTUDO E FUTURO, ATRIZ. • 2016 - MULHERES DO ALUÁ (SESC AMAZÔNIA DAS ARTES 2016) ATRIZ. • 2018 - AS MULHERES DO ALUÁ (SESC PALCO GIRATÓRIO) ATRIZ. • 2019 - AS MULHERES DO ALUÁ (PELAS TRILHAS DE RONDON) ATRIZ E PRODUTORA. • 2019 – QUE PALHAÇADA É ESSA (PRÊMIO SESC DE PRODUÇÃO TEATRAL) ATRIZ. • 2019 – PESQUISA MEMÓRIAS POÉTICAS: SOBREVIVENTES DO CRESCIMENTO DAS ÁRVORES (RUMOS – ITAÚ CULTURAL); • 2019 – ESPETÁCULO A BORRACHEIRA (RUMOS – ITAÚ CULTURAL) ATRIZ. • 2020 - Isolamento Social: Leituras Dramatizadas Virtual do espetáculo “A Borracheira”. ____________________ FRANCISCO SANTOS LIMA - DIRETOR DE PRODUÇÃO - Ex-Presidente do Conselho Estadual de Política Pública/RO, pesquisador das artes cênicas e diretor de audiovisual. Organizador do Festival Amazônia Encena na Rua, diretor dos espetáculos: Filhas da Mata e As Mulheres do Aluá, que circularam pelo Brasil pelo Palco Giratório, foi selecionado em duas edições do Edital Rumos do Instituto Itaú Cultural e duas edições do Petrobras Distribuidora de Cultura, com circulação nacional de espetáculos. ÉDIER WILLIAM MEDEIROS DA SILVA – PRODUTOR EXECUTIVO Graduado em Letras, técnico em audiovisual. Produtor, escritor ator e diretor de teatro e cinema, com obras premiadas no brasil e no exterior. É o organizador do Madeira Festival de Teatro e vencedor de prêmios nacionais da ANCINE, SESC, ITAÚ CULTURAL e outras instituições. LEONEL RODRIGUES FERREIRA - COORDENADOR DE PRODUÇÃO - Sociólogo, especialista em Educação, Cultura e Organização Social. É ator, contador de histórias, diretor, produtor cultural e instrutor em teatro. Organizador do Festival de Teatro de Rua ENCENA. MARTA REGINA SILVA FERREIRA - PRODUTORA Pós-graduada pela Universidade do Estado do Pará. Atriz pelo Curso de Formação de Atores da UFPA (2002). Atriz/Pesquisadora da Companhia de Teatro Madalenas. Colaboradora de atividades para crianças em brinquedotecas, feiras de livros e grupos de contadores de histórias.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.