| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33164021000100 | TOKIO MARINE SEGURADORA S.A. | 1900-01-01 | R$ 145,2 mil |
| 02001597000114 | Gelnex Industria e Comercio Ltda. | 1900-01-01 | R$ 130,0 mil |
| 01597589000209 | Consigaz Distribuidora de Gás Ltda | 1900-01-01 | R$ 61,0 mil |
| 61310256000190 | Eletrica Danúbio IND e Com de materiais eltétricos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 35,2 mil |
| 03081895000205 | INDUSTRIA DRYKO LTDA | 1900-01-01 | R$ 9,0 mil |
O Projeto consiste no planejamento, organização e realização de oficinas de formação cultural nos vários tipos de ritmos da dança e expressões artísticas para crianças, adolescentes e público em geral, inclusive idosos, com especial atenção a pessoas com deficiências (total ou parcial). Como atividades complementares para a formação dos beneficiários, oficinas formativas (contrapartida social), sendo todos produtos com 100% gratuidade.
O projeto, prevê 10 oficinas de dança, 2 oficinas formativas em dança. O objetivo e mostrar que a música e dança pode e deve ser apreciada e conhecida por todos independente da classe social.
1. Objetivos Gerais: I. Executar um programa que visa a formação cultural de pessoas advindas de famílias de baixa renda moradores da cidade de São Paulo e arredores; II. Permitir o acesso gratuito dos beneficiários a formação e realização cultural de qualidade; III. Colaborar com a formação de público para as linguagens artísticas do projeto de dança IV. Aprofundar os conhecimentos profissionais e remunerar arte-educadores. 2. Objetivos Específicos: I. Atender até 5000 pessoas, de todas as idades, com ênfase naquelas que têm deficiências, capacitando-as nos caminhos da arte e cultura; II. Realização de 10 oficinas de formação cultural com capacidade para receber até 500 pessoas por oficina (5000 pessoas no total); III. Realização de 2 oficinas formativas cada uma para até 500 pessoas tendo 1000 pessoas no final das duas.
A proposta é ser responsável pela formação artístico-cultural de gerações de crianças, adolescentes e público em geral, inclusive idosose acessíveis advindos de famílias de baixa renda da cidade de São Paulo e arredores. O programa oferecido proporciona oportunidades de acesso à cultura de qualidade e possibilidade de desenvolvimento de seus próprios talentos a partir da arte-educação. Embora o projeto seja aberto a toda a população, busca em especial dar ênfase àquelas pessoas mais necessitadas, portadoras de deficiências (físicas, visuais, auditivas e intelectuais), idosos e população de baixa renda. Os produtos serão todos gerados a partir da descoberta e treino de atividades culturais focadas na música divididos em: 1. Produtos Principais: 1.1. Proporcionar oficinas dde dança ao longo do ano de 2021 a diversas pessoas da população em geral; Atingindo um público de 5000 pessoas no final do projeto 2. Duas oficinas de formação para um público de 500 pessoaas por oficina. Com relação a obrigatoriedade de enquadramento para a Lei Federal informamos que este projeto converge para os objetivos da referida lei ao se enquadrar no seu artigo 1º principalmente nos seus incisos I, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III, ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também se enquadra na mesma lei no seu art. 3º pela alínea c, do inciso II, pela realização de espetáculos de música, mas também pela alínea c, do inciso V, por ser uma ação que apesar de não previstas nos incisos anteriores é consideradas relevantes.
Plano de Curadoria A curadoria partirá do princípio de criar um alinhamento das oficinas seja perceptível e de fácil entendimento para o público e que contextualiza informações entre si. A pré-seleção dos oficineiros será feita a partir das questões quantitativas e qualitativas, e a curadora e diretora observará a qualidade dos profissionais e a capacidade de relacionamento dos mesmos com o público.
Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços, informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em determinada população (*). Oficinas de dança Com o objetivo de tornar o projeto mais amplo e acessível, adotaremos as seguintes medidas de inclusão e acessibilidade: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde acontecerá as apresentações estará equipado, obrigatoriamente, com rampas e elevadores para facilitar o acesso dos portadores de necessidades especiais e idosos, além dos assentos especiais para este público. Teremos facilitadores para a locomoção no espaço físico rampas de acesso. ACESIBILIDADE VISUAL: Teremos audiodescrição para traduzir 100% do conteúdo. ACESSIBILIDADE AUDITIVOS: Teremos libras e a Tom Maior conta com uma pista vibratória que será disponibilizada (sem custos na planilha) para os deficientes auditivos terem uma experiência completa. Oficinas formativas (contrapartida social): ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde acontecerá as apresentações estará equipado, obrigatoriamente, com rampas e elevadores para facilitar o acesso dos portadores de necessidades especiais e idosos, além dos assentos especiais para este público. Teremos facilitadores para a locomoção no espaço físico rampas de acesso. ACESIBILIDADE VISUAL: Teremos audiodescrição para traduzir 100% do conteúdo. ACESSIBILIDADE AUDITIVOS: Teremos libras e a Tom Maior conta com uma pista vibratória que será disponibilizada (sem custos na planilha) para os deficientes auditivos terem uma experiência completa.
Democratização de acesso Oficinas: Evento gratuito com ampla divulgação para termos um público de 500 pessoas por oficina. – Além disso disponibilizaremos na internet a íntegra dos registros audiovisuais existentes dos shows de forma gratuita. – Permitiremos a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; Haverá um convite por e-mail e confecção de cartazes com destribuição para Instituições como exemplo: Associação Desportiva para Deficientes (SP), Fundação Dorina Nowill para cegos (SP), Instituição de Cegos Padre Chico (SP), Laramara (SP) e outras instituições que realizem atividades culturais sem fins lucrativos a serem selecionadas. Além disso faremos após projeto captado e aprovado estaremos fazendo uma mídia bem ampla com foco em atingir a maior quantidade de público. Além disso estaremos executando: - Doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Contrapartida Social Oficinas As inscrições nas oficinas serão realizadas através de plataforma digital e postos de inscrição presencial. Teremos uma midia e comunicação específica para priorizar os 50% de alunos e professores da rede pública. – Além disso disponibilizaremos na internet a íntegra dos registros audiovisuais existentes dos shows de forma gratuita. – Permitiremos a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; Haverá um convite por e-mail e confecção de cartazes com destribuição para Instituições como exemplo: Associação Desportiva para Deficientes (SP), Fundação Dorina Nowill para cegos (SP), Instituição de Cegos Padre Chico (SP), Laramara (SP) e outras instituições que realizem atividades culturais sem fins lucrativos a serem selecionadas.Além disso faremos após projeto captado e aprovado estaremos fazendo uma mídia bem ampla com foco em atingir a maior quantidade de público. Além disso estaremos executando: - Doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
A Tom Maior (Proponente): Administração físico-financeira e gestão do projeto, atuará ainda na coordenação geral e técnica e receberá na linha de locação do espaço. A Tom Maior completa 25 anos de vida em 2020. A empresa desenvolve desde 2011 vários projetos de Oficinas Culturais gratuitas tanto na área de música, fotografia e dança, que leva formação artística e entreterimento inclusive para as pessoas que necessitam de acessibilidade. São mais de 10.000 pessoas, que já receberam aulas gratuitas de música e dança. Abaixo alguns links que comprovam as informações: https://www.musicdrops.com.br/2019/06/tom-brasil-tem-oficina-gratuita-de-fotografia-nesse-sabado/ https://namidia.com.br/tom-brasil-oferece-oficina-gratuita-de-tango-e-bolero/ http://www.sodapop.com.br/curso-oficina-gratuita-de-tango-e-bolero-no-tom-brasil/ http://vercompalavras.com.br/blog/fazendo-arte-acessibilidade-e-cultura-4-oficinas-com-audiodescricao-no-tom-brasil/ Direçao e Curadoria do projeto: GISELE BELLOT Há 41 anos atuando como profissional na área da dança como bailarina, coreógrafa e maître de ballet teve sua formação com grandes mestres, Halina Biernacka, Ady Addor e Ismael Guiser. Foi premiada com bolsa de estudos na The National School of Canada onde estudou com Miss Oliver Smith e no Estúdio Olga Ferri estudando com Enrique Lommi e Olga Ferri, em Buenos Aires. Como primeira bailarina, esteve a frente do Ballet Clássico de São Paulo sod direção de Halina Biernacka, sempre em papéis principais na Ady Adoor Cia de Dança e da Cia de Dança Ismael Guiser. Como bailarina, dançou diversas obras do repertório tradicional com bailarinos de renome internacional como o russo Alexander Valouev do Teatro Bolshoi e na linha contemporânea, teve o privilégio de trabalhar e dançar com nomes de grande expressão artística como Luis arrieta. Recebeu da APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte, reconhecimento e elogios em 1997. Como diretora fundou a Cia Dans la Danse e com seus trabalhos coreográficos foi premiada nos mais diversos encontros de dança onde conquistou reconhecimento artístico por suas obras no Brasil, na Argentina, no Canadá e nos Estados Unidos. Remontou e dirigiu o ballet O Lago do Cisne com a Orquestra Sinfônica de Campinas sob a regência do maestro Benito Juarez na reinalguração do Teatro Castro Mendes/Campinas, e desde 2013 após convite para remontar trechos do ballet Dom Quixote e Coppélia na Sala São Paulo ao lado do maestro João Maurício Galindo com a Sinfonieta Tucca Fortíssima, se tornou coreógrafa oficial do Aprendiz de Maestro (projeto TUCCA - Música pela cura). Como maître empenhada na formação de bailarinos, direcionou muitos de seus alunos para a profissionalização na dança e que hoje integram companhias nacionais e internacionais com carreiras sólidas e de muito prestígio. É integrante do conselho de notáveis do IBAC - Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (segmento dança) e do CID - Conselho Internacional de Dança da UNESCO, atualmente ministra aulas e workshops de ballet clássico em companhias, festivais e em escolas de dança como convidada, é jurada em diversos festivais de dança no país, além de dirigir sua escola e sua companhia de Dança. Coordenaçao das Oficinas: JÚLIO CÉSAR Formado em Educação Física pela Universidade Paulista, também foi aluno de dança na Faculdade Marcelo Tupinambá. Dedicou todo seu estudo para este segmento trabalhando com crianças, adultos e idosos desde 1995 e posteriormente para a área que mais atua, o ballet clássico. Se profissionalizou como artista/bailarino em 1999 quando ingressou no Grupo Dans la Danse fundado e dirigido por Gisele Bellot onde atua desde então. Teve como principais professores Cleusa Fernandes, Ismael Guiser e Gisele Bellot além de fazer cursos com outros profissionais da área como Ady Addor, Fauzi Mansur (RJ), Sergei Alexandrov e Boris Storojkov (Russia), Laura de Aira (Argentina), Eriberto Jimenez (EUA), Laura Alonso (Cuba); estudou dança contemporânea com Wilson Aguiar, Luciana Porta, Maurício de Oliveira, Aléssio Silvestrin (Itália) e Vagner Varela, e Jazz com Maisa Tempesta, Vivian Fortes e Roseli Rodrigues. Pela linha clássica, dançou diversos balés do repertório tradicional em montagens completas e fragmentadas, já em linhas mais atuais da dança, trabalhos de Gisele Bellot, Ismael Guiser e Luiz Arrieta. Trabalhou na turnê nacional do Show de 20 anos de carreira do cantor sertanejo Daniel, na televisão trabalhou no programa Criança Esperança e Show da Virada pela TV Globo, programa Márcia Goldschmidt pela TV Bandeirantes, além de comerciais por diversas agências. Como coreógrafo, possui diversos trabalhos premiados entre solos, duos e conjuntos, nas áreas clássica, neoclássica e contemporânea. Atualmente coordena e ministra aulas de ballet clássico e condicionamento físico na Gisele Bellot Escola de Dança, produz o “Encontro à Dança” (evento com caráter de inclusão, não competitivo), além de desenvolver espetáculos com JCProduções Artísticas.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.