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PRONAC 204866Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Diário de Um Louco

RAINER CADETE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA ME
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-03-01
Término
2021-05-09
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Adaptado do conto homônimo de Nikolai Gogol (1809 _ 1852), o "Diário de um Louco", escrito no século XIX, o monólogo antecipa a fase áurea do realismo russo,com rasgos do que viria a ser o surrealismo. O autor retrata a vida de um funcionário público, Axenty Ivanovitch Propritchine, que vive a fantasia esquizofrênica do poder e da riqueza, que é a encarnação da insignificância. O espetáculo promove um espelhamento entre ator e espectador, sob a premissa de pôr uma luz nas múltiplas camadas humanas. Voltado a homens e mulheres a partir de 16 anos de todas as classes sociais.

Sinopse

“Diário de um Louco” é uma aventura invulgar vivida por Axenty Ivanovitch Propritchine, um funcionário público atormentado, patético e vítima de uma sociedade injusta, e que, perdido de amores pela filha do diretor e condenado, por vezes, “a ouvir e ver coisas que ainda ninguém viu nem ouviu”, decide perseguir o animal de estimação da moça, para descobrir “quem ela é e o que pensa”, misturando o real e o fantástico, o normal e o patológico, o razoável e o delírio.

Objetivos

Obetivo Geral: Montagem e realização do espetáculo solo DIÁRIO DE UM LOUCO. Serão realizadas apresentações em diferentes cidades para alcançar um público estimado de 7.200 pessoas. Artisticamente, DIÁRIO DE UM LOUCO reunirá profissionais renomados do mercado teatral nacional, além de abordar metáforas relevantes à sociedade, como a alienação, mergulhando profundamente nas causas sociais da loucura, mostrando que, na cisão entre realidade e desejo, entre o mundo que se oferece para ser vivido e o mundo a que não se tem acesso, cria-se um abismo que cinde a personalidade. Através do teatro, explorar o potencial transformador da arte e sua contribuição a uma sociedade mais rica culturalmente. Obetivo específico: - Realizar 24 apresentações do espetáculo; - Realizar formação de público através de 02 ensaios abertos seguidos de debates entre elenco, equipe artística e público sobre as etapas de produção do projeto e concepção do espetáculo em tempos de pandemia e 01 oficina presencial gratuita sobre a história do teatro do século XIX, com enfase no realismo e surrealismo, voltadas totalmente a estudantes e professores, sendo, pelo menos, 50% dos participantes da rede pública de ensino.

Justificativa

Neste momento, trazer à cena o "Diário de um Louco", um texto clássico sob uma perspectiva permeada pela realidade do século é XXI é, ao mesmo, desafiador e necessário, pois apresenta a estética da linguagem e costumes da época de uma maneira crível e pertinente aos dias atuais. No texto, o personagem do "louco" se perde na cronologia dos dias e, através de seu emprego numa repartição e de sua paixão pela filha de seu chefe, expõe seus pensamentos, anseios e percepções do mundo através de uma ótica de clausura e solidão de quem não é notado. Um clássico que reflete na atualidade as camadas humanas reveladas neste momento tão delicado e de grande reflexão para a sociedade. Nikolai Gogol é considerado o mais importante autor da primeira metade do século XIX, influenciou grandes escritores da literatura, tais comoMelville e Dostoiévski, que chegou a declarar que "todos nós saímos do capote Gogol", referindo-se ao conto "O capote", uma das obras primas da literatura mundial. O projeto está de acordo com os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e no Art. 03: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos no local de apresentação; DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos no local de apresentação; DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.

Democratização do acesso

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Além disso, ofereceremos 10% da cota de ingressos gratuitamente a pessoas de baixa renda e beneficiários de Ongs e Instituições Filantrópicas.

Ficha técnica

Eu, Rhayner da Cunha Cadete, proponente do projeto, realizarei as atividades de ator e produtor, sendo o responsável geral pela realização do mesmo. FICHA TÉCNICA AUTOR: Nikolai Gogo ELENCO: Rainer Cadete DIREÇÃO: Elias Andreato TRILHA SONORA: Jonatan Harold ILUMINAÇÃO: Cleber Eli PRODUTORA: Priscilla Squeff CURRÍCULOS: ELIAS ANDREATO – DIRETOR Elias Andreato dispensa apresentações. Referência no teatro brasileira, Elias é um dos diretores e atores de maior produção e renome no mercado. Seus vários prêmios, seu currículo e seus espetáculos falam por si. Vencedor do Prêmio Shell, do APCA, do Kikito de Ouro entre tantos outros, Elias tem em sua carreira uma vasta e reconhecida trajetória em monólogos dramáticos onde interpretou nomes como Vincent Van Gogh, Oscar Wilde, Fauzi Arap e Fernando Pessoa. Em seus trabalhos, figuram nomes como Renato Borghi, Fauzi Arap, Maria Bethania, Marilia Pêra, Marília Gabriela, Fabiana Cozza, entre tantos outros artistas. Com Raphael Gama, trabalharam em espetáculos como Araca, Esperando Godot, A Língua em Pedaços, Palavra de Stela dentre outros. RAINER CADETE - ATOR Com dezessete anos de carreira no teatro, televisão e no cinema, Rainer Cadete consagrou-se como um dos grandes talentos da nova geração após interpretar o divertido booker “Visky”, na novela “Verdades Secretas”, e mais recentemente fez sucesso como o fotógrafo Téo, em “A Dona do Pedaço”, personagem que ganhou um importante destaque na trama. Ao longo da carreira colecionou diversos prêmios, como, por exemplo, o de Melhor Ator Coadjuvante do Jornal Extra, Melhor Ator Coadjuvante do Melhores do Ano, do Domingão do Faustão e o Homem Revelação do Ano da GQ Brasil Magazine, entre outros, além disso, em 2015 entrou para a lista dos 30 jovens mais promissores do Brasil abaixo dos 30 anos, da revista Forbes Brasil. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), o brasiliense que cursou psicologia e cinema, estreou nas novelas em 2009, como o protagonista “Gabriel”, na primeira fase de “Caras & bocas”. No ano seguinte, atuou em “Cama de Gato”, trabalho este que lhe rendeu indicação de Ator Revelação no Prêmio Contigo!. Mas foi em 2013, ao interpretar um advogado que se envolvia com uma personagem autista, na novela “Amor à Vida”, que Rainer ganhou destaque e reconhecimento nacional pelo seu trabalho como ator. Em 2016, Rainer Cadete recebeu o convite para dar vida ao complexo vilão “Celso” na novela “Êta Mundo Bom”, personagem que conquistou o carinho e a torcida do público. Rainer iniciou sua carreira no teatro, atuando em diversos espetáculos, como, por exemplo, “Tudo que há Flora”, com direção de Daniel Herz, “O Louco e a Camisa”, com texto do argentino Nélson Valente e direção de Elias Andreato, sucesso de público e de crítica, “O Cachorro Riu Melhor”, com direção de Cininha de Paula e texto adaptado por Artur Xexéo. Atuou também em “Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal, “Os Campeões”, adaptação do livro As Meninas de Lygia Fagundes Telles, produziu e atuou em “Dorotéia”, de Nelson Rodrigues, "Nós - O Intervalo em Cordélia e o Peregrino", com direção dos irmãos Guimarães, além de musicais como “Mar Morto”, adaptação da obra de Jorge Amado, com direção de Jefferson Almeida, “O Muro”, baseado em “Pink Floyd – The Wall”, com direção de Adriana Lodi e “Zé Vagão da Roda Fina e Sua Mãe Leopoldina”, de Silvia Orthof. No cinema, atuou no premiado filme “Cine Holiúdy’ 1 e 2, de Halder Gomes, “Polícia Federal: A Lei é Para Todos”, com direção de Marcelo Antunez, Carcereiros - O Filme, com direção de José Eduardo Belmonte, que foi um grande sucesso de bilheteria em 2019 e também atuou no longa-metragem italiano, com diversas indicações e premiações internacional: “O Traidor”, com direção de Marco Bellocchio. Além disso, coproduziu e atuou no longa-metragem “Intervenção”, de Rodrigo Pimentel e protagonizou o filme “Virando a Mesa”, ambos com direção de Caio Cobra, sendo o último com estreia prevista para o primeiro semestre de 2020. JONATAN HAROLD - TRILHA SONORA Jonatan é músico e ator, com formação erudita e popular em piano, canto, regência e teatro (UNESP, CDMCC de Tatuí, Berklee Scholarship), indicado ao Prêmio Shell 2014 na categoria “Musica”, especializou-se na junção dessas linguagens artísticas. Buscando sempre a união da técnica e sensibilidade, faz trilhas originais para peças, direção musical, composições, produção musical, arranjos, preparação vocal, performances e recitais no Brasil e exterior. Trabalhando com renomados artistas premiados, sempre presente no processo de criação e idealização dos projetos. Seus últimos trabalhos de destaque foram “Amigas Pero No Mucho”, “Florilégio 2 – Nas Ondas do Rádio”, “Camille e Rodin”, “Meu Deus”, “Elza e Fred”, “Eu Não Dava Praquilo”, “Sou Toda Coração”, “Jocasta”, “A Graça do Fim”, “Isadora”, “Peer Gynt”, “Uma Peça Por Outra”, “Boca de Ouro” e “Estado de Sítio”. CLEBER ELI - ILUMINADOR Iniciou a carreira no meio artístico há 20 anos, fazendo parte de projetos para Teatro. Estreou auxiliando na montagem do Espetáculo Coração Bazar dirigido por José Possi Neto com a atuação de Regina Duarte e, a partir desse trabalho, passou a operar e participar do processo criativo de diversos espetáculos, tais como: · Cartas de Amor – com Herson Capri e Angela Vieira · Por um Fio – com Regina Braga e elenco · Noites Brancas – com Debora Falabela e elenco · Andaime – com Elias Andreato e Claudio Fontana · Hamelet – com Tiago Lacerda e grande elenco · Rei Lear – com Juca de Oliveira · A tempestado – com Celso Frateschi e grande elenco · O Louco e a camisa – com Rosi Campos e Rainer Cadete e grande elenco · Boca de Ouro – com Malvino Salvador e elenco · Os espetáculos que participei totalizam mais de 50 trabalhos realizados. Adquiriu conhecimento por trabalhar com diversos iluminadores como: Maneco Quideré, Aurélio de Simoni, Wagner Freire, Domingos Quintiliano entre outros. Atualmente faz projetos de iluminação para de Shows musicais e peças Teatrais em parceria com diretores renomados como; Elias Andreato, Gabriel Vilela, Ron Daniels, Dagoberto Feliz, entre outros. PRISCILLA SQUEFF - PRODUTORA Atriz e jornalista por formação, vem construindo sua carreira nos palcos e também nos bastidores, pois desde 2010 também atua como produtora na Nectar Cultural, ao lado dos sócios Leandro Luna e Danny Olliveira, que juntos têm em seus currículos espetáculos como o musical Off-Broadway “Pacto”, indicado a diversos prêmios, “Meu Amigo, Charlie Brown- um musical da Broadway”, com Tiago Abravanel e grande elenco, “La Mamma”, com Rosi Campos e Leonardo Miggiorin, “Se você me der a mão”, direção de Ernesto Piccolo, no qual também atuou, e diversos outros projetos, tanto no teatro quanto no audiovisual. Já participou da escola de atores Wolf Maya, de oficinas com o tradicional grupo TAPA e também com o Zé Henrique de Paula, pelo Nucleo Experimental. Porém, atribui sua vivência com o Antunes Filho, através do CPTzinho, uma das experiências mais marcantes em sua trajetória. Como atriz, entre seus últimos trabalhos estão “Uma Assim outra Assando”, direção de Eduardo Martini, com Luiza Tomé, "Non é Vero, é Verissimo", com direção de Imara Reis, "Caos Leminski", de Chico Pennafiel e "O Cravo e a Rosa", direção e autoria de Xico Abreu e “O Louco e a Camisa”, o qual também assina a tradução, sob direção de Elias Andreato.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.