| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 00001180000207 | CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 280,0 mil |
| ***072617** | Fernando Cariola Travassos | 1900-01-01 | R$ 14,4 mil |
O Festival Internacional de Harpas, na sua 16ª edição, fará concertos em cidades do Brasil e, eventualmente, em cidades na Europa ratificando a inclusão do Brasil, com grande destaque, no roteiro mundial da harpa e no seu cenário internacional. A HARPA é um dos mais antigos instrumentos da humanidade, com registros de mais de 5.500 anos de história e somente com a Lei de Incentivo à Cultura poderíamos presentear o grande público, com a sua história e apresentações totalmente gratuitas, privilegiando-as com o melhor da música de todas as épocas: desde a medieval, os clássicos europeus, dos românticos aos impressionistas, dos modernos aos contemporâneos brasileiros, na interpretação dos melhores solistas e grupos brasileiros e internacionais. Estas apresentações de artistas ou grupos musicais representam o projeto no seu item Apresentação Musical, que é o seu produto principal. Já no item Contrapartida Social teremos palestras de estudiosos e historiadores.
Realização, de forma virtual de concertos de harpas sob a denominação de 'Festival Internacional de Harpas' dando sequência às versões anteriores que obtiveram excelentes registros na crítica, na mídia e grande público, incluindo repercussão internacional nas maiores publicações europeias e americanas de música clássica. O Festival Internacional de Harpas insere-se no Música no Museu uma série de concertos gratuitos que busca privilegiar a música de boa qualidade, sem distinção de procedência, escola ou época - da música medieval aos clássicos europeus, dos românticos aos impressionistas, dos modernos aos contemporâneos brasileiros, na interpretação dos melhores solistas além de grupos brasileiros e internacionais. Serão concertos musicais, com músicos interpretando sucessos de todos os tempos, com a HARPA, um instrumento com mais de 5.500 anos na história da humanidade, e cada concerto terá a duração de aproximadamente 75 minutos. Antes o apresentador fará a apresentação do espetáculo, com um breve histórico do instrumento (harpa), do artista que estará se apresentando e da obra que será apresentada.
Objetivo Geral:Trata-se da continuidade de um evento de grande expressão internacional já na sua 18ª versão e que colocou o Brasil e mais especialmente o Rio de Janeiro no circuito mundial da harpa.O Festival Internacional de Harpas visa, no Brasil, popularizar a harpa, um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo com a participação de instrumentistas renomados e que desde a sua 13ª edição em 2018 expandiu-se de cidades brasileiras para a Europa. Trata-se da continuidade de versões anteriores resgatando uma história dos seus 5.500 anos e apresentando todos os seus tipos, sons e ritmos com ampla repercussão nacional e internacional, e, assim, sucesso de crítica, mídia e público que vem se verificando ano a ano. Em 2023, dar-se-á a continuidade de um festival na sua 18ª versão no Rio de Janeiro, 7ª em São Paulo e ª versão em Brasília, além, eventualmente em cidades da Europa. Considerado o maior do mundo, e que colocou o Brasil no circuito mundial do instrumento ao lado cidades da Austrália, Canadá, USA, Inglaterra, Holanda, Japão, Irlanda que realizam eventos similares. Da música clássica, barroca ao heavy metal, a toda diversidade de gêneros e estilos serão apresentados em concertos gratuitos em lindos espaços: museus, centros culturais e pontos turísticos, formando plateias principalmente estudantes que assistem aos concertos e visitam estes espaços e suas exposições com uma integração dos vários aspectos culturais que dele emanam: história, arquitetura, artes plásticas, tendo a música como elo. Importante, também, ressaltar a inserção das Comunidades nos eventos ali realizando programas especiais, ou absorvendo suas iniciativas musicais inserindo-as na programação e mantendo importante relacionamento entre seus membros e os harpistas participantes, principalmente os estrangeiros com a participação de orquestras oriundas de comunidades carentes ao lado dos grandes nomes da harpa mundial proporcionando-lhes um importante intercâmbio. O RioHarpFestival permeia o clássico e o popular brasileiro além do clássico internacional, buscando ressaltar, também, a produção musical brasileira através de seus nomes mais importantes onde o erudito e o popular se fundem e a alma brasileira é o pano de fundo deste encontro especial.O Festival Internacional de Harpas faz parte do Música no Museu que, a mais de 25 anos, privilegia a música de boa qualidade, sem distinção de procedência, escola ou época, na interpretação dos melhores músicos e grupos brasileiros e internacionais e, assim, beneficia-se da sua mídia espontânea de milhares de registros em todos os veículos do Brasil, rádios, TVs, jornais, revistas, internet e até do exterior. Música no Museu, em sua versão presencial, destaca-se por:1-realizar concertos gratuitos em museus, igrejas, centros culturais, palácios.2-levar alunos de escolas para assistir os concertos e depois visitar as exposições/acervos dos espaços.3-programar orquestras de inclusão social na sua programação.4-renovar o panorama da música clássica já que destina 30% dos seus concertos aos jovens músicos.5-realizar um concurso para jovens músicos cujo vencedor ganha uma bolsa de 105 mil dólares como Mestrado/Doutorado e na sua volta se apresenta na Série.6-Realizar uma Oficina de Música para Maiores de 60 anos (Música no Museu- Oficina de Cantoria +60. em um trabalho de retardamento das doenças cognitivas através da música.7- Realizar a versão internacional- Música no Museu Internacional, concertos em cidades de países de todos os continentes, levando música e músicos brasileiros para o exterior.8- Realizar o live Musica no Museu Concerts on line destacando concertos de 11 grandes músicos brasileiros com divulgação no Brasil, Espanha, Portugal e países de língua portuguesa na África além do Timor-Leste.9- Dividir-se em temporadas: Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal e a cada mês privilegia um tema ou um naipe. E nesta programação inserir Harpas - RioHarpFestival já na 18a versão, SPHarpFestival 7ª. versão (junho) e Sopros (X RioWindsFestival, com o foco internacional. No caso da versão virtual, serão divulgados concertos previamente gravados e através de plataformas de stream e utilização de toda a mídia social. Objetivos específicos:Serão realizados 30 concertos no Rio de Janeiro e que poderão agregar 10 concertos em São Paulo e 10 concertos em Brasília, bem como, também até 5 em cidades da Europa (Portugal, Espanha, França e Bélgica)Paralelamente serão apresentadas 3 palestras no Rio de Janeiro e 1 palestra no CCBB-SP, com o tema "A HISTÓRIA DA HARPA" dividida em três módulos em texto e imagens, mostrando a trajetória do instrumento musical mais antigo do mundo em suas muitos formatos, desde a lira do mitológico Deus Apolo, passando pelo majestoso instrumento de concerto da música erudita até o seu uso em ritmos contemporâneos como o Rock.OS LOCAIS:RIO DE JANEIRO _ CCBB e outros a serem escolhidos dentre espaços que já fazem parte do projeto Música no Museu: Museu da Justiça, Centro Cultural Justiça Federal, Palácio São Clemente, Museu do Exército-Forte de Copacabana, Iate Clube, Clube Hebraica, igrejas, além de pontos turísticos do Rio de Janeiro: Corcovado, Ilha Fiscal, AquaRio, Jockey Club etc.SÃO PAULO: CCBB-SPBRASÍLIA: CCBB-DF
O Festival Internacional de Harpas insere-se em Música no Museu que une a música às artes plásticas tendo como cenários templos culturais de excelência como museus, centros culturais, igrejas, clubes, palácios etc. ressaltando aspectos históricos, arquitetônicos do país e do exterior. Iniciado em 1997, no Museu Nacional de Belas Artes-Rio de Janeiro e, reconhecido pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guinness Book, tornou-se a maior Série de música clássica do Brasil. Seus números são expressivos, chegando a fazer mais de 500 concertos por ano, de norte a sul do Brasil, e ocupando cerca de 2.500 músicos/ano cuja escolha é sempre através de seleção por currículos, além de uma vertente internacional, desde 2006, em cidades de todos os continentes: Américas nos Estados Unidos como o Carnegie Hall em Nova Iorque, o LACMA Museu de Arte Moderna de Los Angeles, Kennedy Center, em Washington, (Argentina, Chile), na Europa (Espanha, França, Itália, Áustria, Áustria, República Tcheca, Bélgica), África (Marrocos), Ásia (Índia, Vietnã), Oceania (Austrália) além do Líbano. Nesta trajetória recebeu cerca de 30 Prêmios nacionais e internacionais: os maiores da Cultura Brasileira - Ordem do Mérito Cultural (Federal), Cultura do Rio de Janeiro - Golfinho de Ouro-, Mérito Cultural Carioca, da cidade do Rio de Janeiro além de Urbanidades do IAB, Internacionais (Cultura Viva- UNESCO), Prêmios Quality Awards da América Latina, Cultura Viva em Madrid, Excelência em Cultura em Lisboa entre outros. Sediou em 2009 o Pianestival, Festival Internacional de Pianistas Amadores pela primeira vez na América Latina e que até então realizado em cidades da Europa e África. Paralelamente e no seu âmbito, realiza um Festival Internacional de Harpas- RioHarpFestival, já na sua 15ª versão em 2020 e que colocou o Brasil no circuito mundial da harpa e um festival de sopros, o XI RioWindsFestival que vem traçando o mesmo caminho. Já 2017 foi um ano especial e a sua programação girou em torno dos 270 anos de música (130 de Villa-Lobos, 120 de Mignone e 20 de M úsica no Museu) e em 2020 homenageou Beethoven nos seus 250 anos. Propõe-se a renovar a música clássica do Brasil não só porque já que atinge um alto percentual de jovens talentos na sua programação normal como realiza o Concurso Jovens Músicos, em parceria com a centenária James Madison University, USA, que já levou oito músicos jovens para os cursos de Mestrado ou Doutorado da Universidade premiando-os com 105 mil dólares em cada concurso. Nestes 23 anos de atividades, registra um público de 1.000.000 pessoas e uma mídia espontânea de milhares de registros em todos os veículos do Brasil, rádios, TVs, jornais, revistas, internet e até do exterior, com destaques para matérias no New York Times, Le Monde de La Musiques, Pariscope, L´Officiel entre outras. Também a excelência do projeto gerou a monografia de Marie Hoffman, da Humboldt-Universität Zu Berlin Philosophische Fakultät III Institut für Musikwissenschaft und Medienwissenschaft Musik und Medien/Kulturwissenschaft sob o t&iacut e;tulo Die Rolle der "Klassik" im öffentlichen Leben in Rio de Janeiro und die Konzertreihe "Música no Museu" (Musik im Museum) The Role of "Classical Music" in The Public Life of Rio de Janeiro and the Series of Concerts "Música no Museu" (Music at the Museum) (a música clássica na vida pública do Rio de Janeiro e a Série de Concertos Musica no Museu). Importante ressaltar que a TAP em sua revista de bordo de novembro de 2015 fez uma ampla publicação sobre Música no Museu e, assim, atestando a visibilidade internacional do projeto dando-lhe grande expressão ao colocar em todos os seus voos nacionais e internacionais. E desde 20 de maio de 2020 está no ar a Rádio Música no Museu-Web divulgando as atividades do projeto. - www.radiomusicanomuseu.com IMPACTO DO PROJETO: Música no Museu, sua programação, a cada mês, privilegia um tema ou um naipe: Janeiro/Fevereiro: Os clássicos do carnaval e os Clássicos no Carnaval. Março mês das mulheres: só musicistas mulheres tocando, preferencialmente, músicas compostas por mulheres ou com nomes de mulheres. Abril: 90 anos de Roberto de Regina e o concerto do pianista Arthur Moreira Lima no Museu da República. Maio/Junho: harpas, o RioHarpFestival. Julho: ênfase na voz. Agosto: Cordas. Setembro: pianos. Outubro/Novembro: X RioWindsFestival. Dezembro: músicas de Natal. O formato do projeto também mescla as ações com músicos de excelentes currículos gerando uma ótima relação de colaboração e fomento à cultura brasileira e um intercâmbio com músicos estrangeiros. O evento reforça a posição de pioneirismo do proponente que já realiza há vários anos concertos de janeiro a dezembro e, assim, antecipando e mudando o calendário da música clássica no Brasil. Como chega a realizar 500 concertos/ano com a participação de cerca de 2.500 músicos, fica difícil focá-los separadamente, mas tem a seu favor já ter apresentado os maiores musicistas brasileiros: Nelson Freire, Arthur Moreira Lima, Arnaldo Cohen, Turíbio Santos, Yamandu Costa, Paulo Moura (falecido), Miguel Proença, muitas orquestras nacionais e internacionais além de outros musicistas de expressiva repercussão mundial. E no RioHarpFestival, desde o seu início, tem apresentado os maiores nomes da harpa mundial, representando 25 a 28 países, anualmente. Assim Música no Museu é um sucesso de público, no mundo do entretenimento popular, ressaltando a cultura brasileira através de concertos musicais gratuitos que levam às cidades do Brasil e do exterior a música e o músico brasileiros ao lado de grandes expoentes mundiais . Trata-se da exaltação da produção musical brasileira registrada com destaque, pela crítica nacional e internacional. Este conjunto de ações faz com que o Festival Internacional de Harpas se enquadre nos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) seja na preservação e difusão do nosso patrimonio artistico, cultural e histórico, seja no estimulo ao conhecimentos dos bens e valores culturais, demorzatizando o acesso à cultura já que todos os concertos são gratuitos. Para tanto estaremos cumprindo com os seguintes requisitos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - com apresentações gratuitas e abertas a toda população; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - apresentando as obras e dando os devidos créditos aos autores e exaltando o intérprete do concerto; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - ressaltando as obras de artistas nacionais e de nossos intérpretes; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações - com apresentações de obras de todo mundo, inserindo o evento nacional entre os maiores e mais bem qualificados festivais de todo planeta; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - apresentando obras e intérpretes ao grande público nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País - apresentação de obras brasileiras e intérpretes nacionais. Bem como atendendo os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Como já existe uma logo e uma imagem consolidadas que vem desde versões anteriores, vamos utilizá-la apenas com uma diferença qual seja a mudança de sua cor de fundo. Também por ser a continuidade de iniciativas vitoriosas e já consolidada no panorama de harpa e na cultura mundial, o simples anuncio de sua realização através dos sites www.rioharpfestival.com.br e www.musicanomuseu.com.br já servem de ponto de partida para a sua realização. A favor do festival também o pronunciamento dos harpistas que já participaram e que colocaram nos seus facebook, sites e demais veículos considerações e fotos dos eventos anteriores e que servem de respaldo para as ações futuras. As especificações técnicas das peças gráficas e/ou visuais (catálogo, banners, flyers, programas) seguirão o mesmo modelo das versões anteriores e já consagrados pelo público que vê, assim, uma identidade visual e uma folheteria de qualidade, já consolidada, a par de sua qualidade musical. O mesmo acontecerá com a mídia impressa e a midia social.
Continuidade de uma ação vitoriosa, sucesso de crítica, mídia e público sendo importante ressaltar que nas versões anteriores sempre teve a presença de mais de 20.000 espectadores, mas de maior amplitude do que a ora proposta. Premiado pelas circunstâncias da atual situação mundial, sua realização de formal virtual foi a grande novidade em 2020 que chegou a atingir a um público 10 vezes maior.Para o projeto em 2021, esperamos que tudo tenha sido normalizado e que o grande público possa voltar a apreciar, ao vivo, os grandes espetáculos mas sem deixar de lado a possibilidade de inserir a sua versão virtual.Neste caso todos os eventos poderão ser transmitidos, ao vivo, com toda a experiência adquirida ao longo de 2020.
Como realizado de forma virtual e, eventualmente, presencial o acesso será geral inclusive para portadores de necessidades especiais. Também serão observados os termos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência Especialmente o seu Art. 4º - Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.Serão enfatizados todos os princípios da lei que regula estes direitos e, em especial, o artigo V com as formas de interação dos cidadãos e as linguagens próprias a serem desenvolvidas neste sentido. Os concertos, assim, serão abertos para portadores de deficiências visuais, auditivas e cognitiva. As apresentações musicais virtuais serão precedidas por uma pequena fala de um locutor (até 5 minutos) sobre o músico, país, repertório e acompanhadas por um intérprete de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Na sequência, o programa inteiro de música. Por se tratar de divulgação através da Internet, não temos como identificar o público, mas a transmissão será aberta a todos. Espetáculo Musical: - acessibilidade física - todas as apresentações serão em locais (museus, centro culturais e afins) já preparados para receber pessoas com qualquer tipo de deficiência física e serão contratados dois moniores para ajudar a todas as pessoas que precisarem de auxílio. - acessibilidade para deficiêntes visuais - estes serão auxiliados por nossa equipe e pelos monitores contratados para prestar auxílio aos deficientes visuais, conduzindo-os até os assentos de prioridade. - acessibilidade para deficientes auditivos - todas as apresentações terão intérprete de libras para este público. Contrapartida Social: - acessibilidade física - todas as palestras serão em locais (museus, centro culturais e afins) já preparados para receber pessoas com qualquer tipo de deficiência física e serão contratados dois moniores para ajudar a todas as pessoas que precisarem de auxílio. - acessibilidade para deficiêntes visuais - estes serão auxiliados por nossa equipe e pelos monitores contratados para prestar auxílio aos deficientes visuais, conduzindo-os até os assentos de prioridade. - acessibilidade para deficientes auditivos - todas as apresentações terão intérprete de libras para este público.
Quantidade de concertos: 50 concertos, 30 no Rio de Janeiro, 10 em São Paulo e 10 em Brasília.Importante ressaltar que o acesso à versão de mídia social será gratuito. Aliás a tônica do projeto Música no Museu e, consequentemente, do Festival Internacional de Harpas com acesso ao evento de todas as camadas da população podendo usufruir dos seus concertos. Trata-se de um evento temático de foco muito restrito, mas capaz de revelar um imenso e rico universo, podendo ter o belo efeito de atrair um público misto, formado tanto por aficionados quanto por curiosos ávidos por novas experiências.Teremos, para atender ao art. 21 da IN n° 02/2019, do Ministério da Cidadania, as seguintes medidas adotadas para a democratização de acesso para a apresentação musical:1) todas as apresentações serão disponibilizadas integralmente na internet, na página do Música no Museu e do Rio HarpFestival(inciso III);2) serão permitidas captação de imagens, de parte ou do todo, de todas as apresentações por qualquer tipo de mídia que se apresente para tal (inciso IV);3) antes de cada apresentação, serão realizadas apresentações sobre o instrumento musical (harpa), bem como das obras que serão executadas pelos artistas (inciso V);Quanto a contrapartida social, para atender ao art. 21 da IN n° 02/2019, do Ministério da Cidadania, as seguintes medidas adotadas para a democratização de acesso:1) todas as palestras serão disponibilizadas integralmente na internet, na página do Música no Museu e do RioHarpFestival (inciso III);2) serão permitidas captação de imagens, de parte ou do todo, de todas as palestras por qualquer tipo de mídia que se apresente para tal (inciso IV);
A CARPEX é uma empresa com mais de 25 anos de atuação na produção de projetos culturais, sendo este Festival o 18° a ser realizado, onde a CARPEX administra todo o projeto, como a demanda pela contratação de locais para a transmissão dos eventos, artistas que realizarão as apresentações, bem como todos os fornecedores que vão prestar serviços para a realização do projeto (hotel, alimentação, transporte, passagens aéreas e demais fornecedores eventualmente), realizando os pagamentos contratados e prestando contas aos patrocinadores e ao Ministério da Cidadania.Sérgio da Costa e Silva - Diretor ExecutivoCriador e Diretor do projeto Música no Museu, que em 2019 completará 21 anos, tornou-se a maior Série de Música Clássica do Brasil. Em 2006 realizou 428 concertos; em 2007 foram 503 concertos; em 2008 foram 507 concertos; em 2009 foram 450 concertos; em 2010 foram 460 concertos; em 2011 foram 440 concertos; em 2012 foram 400 concertos; em 2013 foram 400 concertos; em 2014 foram 430 concertos; em 2015 foram 400 concertos; em 2016 foram 435 concertos; em 2017 foram 420 concertos; em 2018 foram 385 concertos e uma previsão de 395 concertos em 2019, todos gratuitos.A CARPEX será remunerada pelas atividades que irá desempenhar neste projeto.Sonia Quinane - Direção AdministrativaFormação Acadêmica: Curso Primário Instituto de Educação. - Curso Ginasial - Colégio Pedro II. - Curso Clássico - Colégio Pedro II. - Curso Normal - Instituto de Educação. - Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense - UFF. - Diversos Cursos na área de seguros. - Diversos Cursos na área de Educação. Experiência Profissional:Professora do ensino Primário(do antigo Estado da Guanabara, posteriormente Município do Rio de Janeiro(de 1968 a 1982). - Funcionária do Instituto de Resseguros do Brasil(de 1974 á 1995).Guilherme Campos- Programação VisualFormação Acadêmica: 2005 - Politécnico em Design Gráfico, Universidade Estácio de Sá. Experiência Profissional: Trabalho de Produção Gráfica e Design Gráfico e encarregado de pré - impressão da Antograf Gráfica e Editora Ltda.Maria Célia Machado – Consultoria MusicalAutora dos projetos "Trio D'Ambrosio" e "Orquestra Brasileira de Harpas", lecionou na Escola de Música/UFRJ, onde exerceu o cargo de Diretora. Primeira Harpa Solista na Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, atua, também, como conferencista, recitalista e solista de concerto, no Brasil e no exterior. Mestre em Educação (UFRJ), recebeu prêmio de publicação , pela Livraria Francisco Alves, de sua Tese: "Heitor Villa-Lobos -Tradição e Vanguarda na Música Brasileira".Maria Helena Andrade – Consultoria Musical Maria Helena é Mestra em Música pela UFRJ, defendeu tese sobre Mignone, que escreveu uma suíte especialmente para o assunto de sua tese. Como solista e camerista, exerce intensa atividade. Apresentou-se sob a regência de diversos maestros como Alceo Bocchino e Henrique Morelenbaum. Participou do júri de concursos nacionais e internacionais. Atuou como presidente da Associação dos ex-professores da Escola de Música da UFRJ, Supervisora do Setor Artístico da mesma Escola, Diretora Artística dos Seminários de Música Pro Arte e do Centro Cultural Francisco Mignone. Lecionou nas Universidades Federais do Rio de Janeiro, do Pará. Em 2013, foi eleita para a Academia Brasileira e Artes.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.