| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 12,70 mi |
| 33417445000120 | MINERACOES BRASILEIRAS REUNIDAS S A MBR | 1900-01-01 | R$ 2,30 mi |
Ressignificar, projetar e implementar espaços museológicos no complexo histórico-cultural Trem da Vale Cultural, a partir do conceito de Museu de Território, com revitalização das áreas e nova expografia para abrigar exposições de longa duração e temporárias, programação cultural e educativas, beneficiando a população local e frequentadores de suas estações e equipamentos.
Renovação do Complexo Cultural Trem da Vale 1. Desenvolvimento e Implantação do Complexo Cultural Trem da Vale: 1.1. Como metodologia inicial do processo de renovação dos seus espaços e apoio para a potencialização das suas ações junto às comunidades locais, serão idealizadas duas importantes iniciativas para o presente projeto. Elas têm como objetivo a escuta da comunidade para o desenvolvimento das ações de mobilização social e cultural, portanto, devem ser realizadas no período inicial do projeto. São elas: 1.1.1 - Mobilização: Pesquisas Sociocultural e Econômica – Tem como finalidade de levantamento e reconhecimento do perfil do público, identificação de suas demandas, expectativas e potencialidades econômicas e viabilização de parcerias para subsidiar os projetos e as ações de renovação, potencializando os espaços e serviços adequados à realidade nas localidades onde estão inseridos. A pesquisa vem para reforçar o conceito de um projeto que possa contribuir de maneira efetiva para o desenvolvimento social, econômico e cultural das cidades contempladas, o que exige, necessariamente, a escuta da comunidade local. Para tanto, propõe-se a realização de pesquisas, em sua etapa inicial de implantação, com a finalidade de levantamento e reconhecimento do perfil do público local, artístico e de turistas, bem como a identificação de suas demandas, expectativas e potencialidades econômicas e de viabilização de parcerias. Assim, a realização da pesquisa tem também como objetivo subsidiar os projetos e as ações de sua implementação no ano de 2021/2022, bem como os procedimentos organizacionais que garantam a potencialização dos espaços e serviços adequados à realidade do empreendimento nas localidades onde estão inseridos. 1.1.2 - Diálogos com a comunidade - Visa possibilitar a escuta da comunidade para a construção conceitual da renovação e também para desenvolver as ações de mobilização social. Propomos uma série de oito Encontros, denominados Diálogos com a Comunidade divididos por etapas e executados da seguinte forma: a primeira fase, 6 encontros locais, que serão executados nas comunidades e 2 encontros gerais, um no início dos trabalhos e outro no final do processo com todos os participantes das comunidades convidados. Em 2021, a realização de encontros deve ser em formato híbrido, virtuais mesclados com encontros presenciais que possam ser feitos em espaços mais abertos. Convocar a comunidade para dialogar com especialistas a partir de temas de interesses comuns, em busca de soluções coletivas para a retomada de convívio social e de novas perspectivas para os espaços culturais contemporâneos. 1.2 - Trem como espaço museológico: O Trem, como um dos objetos centrais do projeto (acervo de relevância histórica), traz na sua essência um grande poder simbólico para os mineiros e, principalmente, para as comunidades que vivem no seu entorno. O mundo ferroviário é identificado com uma memória afetiva muito forte e referência histórica.Os projetos executados para o Trem da Vale tiveram como objetivo realizar ações formativas patrimoniais diversificadas de valorização dos bens culturais e naturais da região. Este novo projeto diversifica as atividades a partir do conceito de museu de território, ampliando suas atuações, agregando ao trajeto, a paisagem, as conexões com seus diversos públicos: comunidade, artistas locais e nacionais, estudantes, turistas, escolas, instituições diversas. Para isso, será necessário ampliar a capacidade de estabelecer parcerias locais, criando condições reais de pertencimento e inclusão das comunidades de Mariana e de Ouro Preto, a fim de contribuir para o crescimento e fortalecimento dos laços sociais e afetivos para com as atividades desenvolvidas. 1.3 – Descrição técnica dos espaços: O objetivo da Descrição é fazer um diagnóstico da situação de cada área do projeto e levantar todas as necessidades para a ressignificação e implantação dos novos espaços culturais e museais do Trem da Vale, que serão utilizados para visitação e desenvolvimento de programação cultural e ações educativas.Serão 21 espaços culturais de 4.825m² (2.818,18m² em 12 espaços de Ouro Preto, 1595m² em 10 espaços de Mariana, 277m² em 6 espaços em Passagem de Mariana, 135m² em 4 espaços em Vitorino Dias) que serão destinados à visitação do público (exposições de longa duração, programações culturais e educativas). Para o desenvolvimento das atividades idealizadas para o Projeto Trem da Vale Cultural, serão necessárias intervenções nas edificações, nos vagões estacionados, nos jardins, nas áreas externas e em seus acessos. A seguir, as intervenções por complexo: COMPLEXO TREM DA VALE – MARIANA: MARIA FUMAÇA EM EXPOSIÇÃO: Ressignificar e revitalizar como espaço de visitação: - Projeto expográfico que determinará elementos a serem adicionados ao equipamento;- Projeto de restauro;- Projeto arquitetônico;- Projeto paisagístico;- Projeto luminotécnico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias. A área de projeção da locomotiva é de aproximadamente 56m², não possui cobertura, o acesso é restrito e fica distante da Estação Ferroviária, apesar de ser no mesmo pátio.A locomotiva 201, modelo Skoda, fabricada na República Tcheca em 1946, fica atualmente em exposição no pátio de Mariana, ao lado da Oficina de Manutenção e do Escritório Administrativo do trem. O modelo tem 168 toneladas e 22 metros de extensão, seu combustível era sólido, ou seja, a carvão e a lenha. PRAÇA LÚDICO MUSICAL: Incluir elementos que garantam mais conforto aos usuários, ampliando a utilização para pessoas com deficiência.Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico de cobertura para a praça;- Afinação periódica dos instrumentos;- Plano de manutenção dos brinquedos;- Troca das peças do piso auto drenante;- Criação e confecção de novos brinquedos;- Outras intervenções que se fizerem necessárias. A praça possui área total de 674 metros quadrados a céu aberto; piso auto drenante em placas que apresentam pontos de deterioração em razão da ação das intempéries. ESTAÇÃO DE MARIANA: Apesar de ter recebido recente recuperação do telhado, a Estação ainda precisa de adequações para se tornar um espaço vivo de programações culturais e educativas. A estação possui AVCB válido. Para que as atividades pensadas para aproveitamento desse espaço ocorram, é necessário realizar:- Projeto arquitetônico de acessibilidade, considerando todos os requisitos da legislação em questão;- Projeto de adequação das instalações elétricas à NR-10;- Projeto de climatização;- Projeto de automação;- Projeto de monitoramento;- Projeto luminotécnico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias. SALA MULTIUSO: Transformar o espaço interno em um ambiente mais moderno, colorido e flexível para abrigar o Projeto Educativo. Para ser realizado, necessita de:- Projeto de ambientação visual e sonora e outras intervenções que se fizerem necessárias.O ambiente possui 25,18 metros quadrados, piso de tábuas, rodapé argamassado e forro de madeira. As esquadrias em madeira almofadada também foram restauradas. As paredes que exercem a função de elemento corta-fogo possuem revestimento de pintura.As paredes podem receber a instalação de elementos e móveis sem a necessidade de prévia proteção. O pé direito de 4,90m de altura possibilita a inclusão de elementos verticais sem comprometer o uso do espaço. BIBLIOTECA: Modificar o conceito tradicional de biblioteca, criando um espaço que possibilite a interação, de modo que promova uma nova dinâmica de utilização que vá além, para as áreas externas da plataforma cimentada e da praça dos vagões. Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico para um novo conceito do uso proposto;- Projeto de mobiliário;- Projeto de acessibilidade do equipamento;- Projeto de ambientação visual e sonora;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Ambiente de 79 metros quadrados, também recuperado pela obra de 2020. É ambientada com mobiliário de madeira escura, iluminação intimista e nenhuma interação com os outros espaços do Complexo. Como a sala multiuso, possui piso de tábuas, rodapé argamassado, forro de madeira e esquadrias em madeira almofadada. As paredes também funcionam como elemento corta-fogo, e são revestidas por pintura. PLATAFORMAS DE EMBARQUE E DE ACESSO: Conferir maior conforto aos usuários, ampliando a área coberta para o embarque e desembarque. Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico de cobertura tensionada integrada com a cobertura da praça e da Estação e outra intervenções que se fizerem necessárias;É possível verificar 03 revestimentos na plataforma: um de pedra, original da construção da estação, um cimentado mais grosso nas áreas que são descobertas e um terceiro com placas metálicas que compõem as rampas de acesso lateral das plataformas. Ao todo são 538 metros quadrados de área de plataforma que podem acrescentar possibilidades de convivência ao uso do complexo. PRAÇA DOS VAGÕES: Transformar praça em um espaço vivo, de atração da comunidade, além dos turistas. Para ser realizado, necessita:- Projeto de desenho do mobiliário urbano;- Projeto arquitetônico para a praça, o anfiteatro e o espaço de convivência;- Projeto luminotécnico;- Projeto de acústica;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.A praça precisa reunir os dois níveis de piso (o de acesso aos vagões e o de acesso à rotunda). Ainda, há três tipos de revestimento na área: pedra, placa drenante e placa metálica. Esta variedade de revestimento, somada a caixa d’água localizada bem entre a plataforma e os vagões, dificulta a integração visual da área nestes 885 metros quadrados. A falta de iluminação também impede o uso noturno do local. VAGÃO DOS SENTIDOS: Readequar o conteúdo e a forma de interação deste com os visitantes, deixando-o mais tecnológico e acessível. Para ser realizado, necessita:- Projeto de expografia;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Vagão da antiga RFFSA que foi adaptado para receber o projeto Trem da Vale em 2006. Não possui plano de manutenção periódica. É possível que seja necessária a troca dos revestimentos atuais. VAGÃO SALA DE HISTÓRIAS: Ressignificar a função do espaço. Para ser realizado, necessita:- Projeto de expografia;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Também sem plano de manutenção periódica, como o Vagão dos Sentidos. É possível que seja necessária a troca dos revestimentos atuais. VAGÃO CAFÉ: Transformar o Vagão Café em uma extensão da Biblioteca. Criar um espaço de convivência. Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico do conceito do Vagão Café;- Projeto de expografia;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Projeto de sonorização;- Outras intervenções que se fizerem necessárias. JARDINS: Acrescentar elementos sensoriais às experiências dos visitantes ao local. Para ser realizado, necessita:- Projeto paisagístico;- Projeto luminotécnico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.São 455 metros quadrados de área verde que tem o potencial de elevar a experiência dos visitantes a um patamar de lugar inesquecível. Atualmente a vegetação é maciçamente rasteira e, apenas nos limites entre a praça dos sentidos e a comunidade é que se faz arbustiva. Este é um local que deve ser repensado, já que o tipo de vegetação no local dificulta a limpeza da área.Ainda, a área que antecede a rotunda, não possui nenhum tratamento visual, o que desfavorece este elemento na rotina de visitação do complexo. TREM DA VALE – OURO PRETO: ESTAÇÃO OURO PRETO: Restaurar as estruturas e transformar os usos e as experiências de seus visitantes. Para ser realizado, necessita:- Projeto museográfico;- Projeto arquitetônico de restauro, que também considere todos os requisitos da legislação de acessibilidade;- Projeto de adequação das instalações elétricas a NR-10;- Projeto de climatização;- Projeto de automação;- Projeto de monitoramento;- Projeto luminotécnico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.A Estação de Ouro Preto é onde se inicia o passeio. Ela contém a bilheteria, banheiro feminino e masculino, o Museu da UFOP que possui miniaturas de itens da ferrovia e conta a história do trajeto e sua relação com a Escola de Minas (tradicional escola de Engenharia fundada anteriormente a Universidade) e a sala da maquete. Possui também vagões fixos para visitação e uma lona circense. No andar de cima há um banheiro unissex, uma cozinha, a sala multiuso, um escritório administrativo do projeto e um escritório patrimonial. SALA DA UFOP ou MUSEU FERROVIÁRIO: Renovar e modernizar a proposta de experiência dos visitantes com as informações que estão sendo disponibilizadas no espaço. Oportunizar interações tecnológicas e multilíngues. Para isso é necessário:- Projeto de expografia de redesenho do museu ferroviário;- Projeto arquitetônico de acessibilidade, conforme o uso estabelecido no projeto de expografia;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.O espaço, de 70 metros quadrados, ocupa um dos ‘armazéns’ originais da Estação Ouro Preto. Possui piso e pedra, forro de madeira, estilo catedral, e paredes de alvenaria que cumprem as funções corta-fogo. As grandes portas de madeira podem permanecer abertas para a praça e para a plataforma. SALA DE MEMÓRIAS: Ressignificar o uso do espaço. Incluir imagens e sons interativos que transformem a maneira de contar as histórias que o trem pretende fazer conhecidas. Para ser realizado, necessita:- Projeto de expografia;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.A sala de 20 metros quadrados é o espaço que mais sofreu com as infiltrações de água pluvial nos últimos 05 anos. Sem nenhuma manutenção, perdeu parte do forro de lambri, tem pontos de deterioração do revestimento das paredes e tábuas do piso empenadas e danificadas.Está localizado neste ambiente o quadro de distribuição elétrica da edificação. Faz-se necessário o reposicionamento deste equipamento na estação, de forma que o mesmo esteja protegido de ação de terceiros. SALA DA MAQUETE: Transformar a experiência dos visitantes com a maquete e com a história que ela conta. Trazer a magia da ‘praia do circo’ para o espaço. Restaurar a maquete. Para isso é necessário:- Projeto de expografia;- Projeto arquitetônico de acessibilidade, conforme o uso estabelecido no projeto de expografia;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.O espaço, de 70 metros quadrados, ocupa o segundo ‘armazém’ da Estação Ouro Preto. Possui piso de pedra, forro de madeira, estilo catedral e paredes de alvenaria que cumprem as funções corta-fogo. As grandes portas de madeira dão acesso à praça e à plataforma. PLATAFORMAS: Incrementar o espaço para que ele seja mais que o ponto de chegada e de partida do trem. Para ser realizado, necessita:- Projeto integração das áreas internas e externas do Complexo;- Projeto de mobiliário;- Projeto luminotécnico do local;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.São 250 metros quadrados de uma grande varanda de piso de pedra e cobertura de telha cerâmica. Possui alguns bancos de ferro e madeira e variados instrumentos e equipamentos para a vivência ferroviária. Permite plena visão do Circo da Estação, da Fonte do Trem e da Rotunda. É a conexão entre a viagem e a permanência! FONTE: Acrescentar elementos sensoriais às experiências dos visitantes ao local. Para ser realizado, necessita:- Projeto de reforma e recuperação para reaproveitamento da água;- Projeto paisagístico;- Projeto luminotécnico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.São 207 metros quadrados que possui uma vegetação arbustiva, como floreira em meio ao espelho d’água. ESTACIONAMENTO: Criar um espaço que possibilite a interação, inspirado em conceitos de ‘coworking’, ‘labs urbanos’ ‘hubs’, que promova a atração de cidadãos locais e globais para um ambiente que reúna todas as estruturas externas do Complexo. Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico para um novo conceito, considerando os diversos usos que o local pode ter;- Projeto de mobiliário;- Projeto de acessibilidade do equipamento;- Projeto ambientação visual e sonora;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Nos 798 metros quadrados da área revestida de pedra sabão, é necessária a individualização dos espaços de manobra e guarda de veículos, de uma área de permanência e vivência comunitária. É possível a instalação de uma estrutura modular, com conceito contemporâneo de trabalho. LOCOMOTIVA 3 BRIGADIER EM EXPOSIÇÃO: Transformar em um local possível de explorar seu potencial para inclusão nos programas cultural e educativo. Para ser realizado, necessita:- Projeto expográfico que determinará elementos a serem adicionados ao equipamento;- Projeto de restauro;- Projeto arquitetônico;- Projeto paisagístico;- Projeto luminotécnico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.A área de projeção da locomotiva é de aproximadamente 20 metros quadrados, não possui cobertura e o acesso é restritivo. VAGÃO CAFÉ: Transformar o Vagão Café em cyber-café. Criar um espaço de convivência. Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico do conceito do Vagão Café;- Projeto de expografia;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Projeto de sonorização;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Vagão da antiga RFFSA que foi adaptado para receber o projeto Trem da Vale em 2006. Não possui plano de manutenção periódica. É possível que seja necessária a troca dos revestimentos atuais. VAGÃO SONORO AMBIENTAL: Ressignificar a função do espaço. Para ser realizado, necessita:- Projeto de expografia;- Projeto arquitetônico de acessibilidade;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Também sem plano de manutenção periódica, como o Vagão Café. É possível que seja necessária a troca dos revestimentos atuais. Possui um desnível grande do acesso que acontece somente por escada. VAGÃO CAMARIM: Restaurar a estrutura. Para ser realizado, necessita:- Projeto de acessibilidade do equipamento;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias.Também sem plano de manutenção periódica, como os outros vagões do Complexo. É possível que seja necessária a troca dos revestimentos atuais. VAGÃO BIBLIOTECA: Reformular proposta atual para uma que possibilite a interação dos usuários com as tecnologias atualmente disponíveis. Para ser realizado, necessita:- Projeto arquitetônico para um novo conceito do uso proposto;- Projeto de mobiliário;- Projeto de acessibilidade do equipamento;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto de restauro do vagão;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias. ESTAÇÃO PASSAGEM DE MARIANA e ESTAÇÃO VITORINO DIAS:As estações estão reformadas (parte elétrica, banheiros, telhado, esquadrias). A estação de passagem de Mariana possui uma área total de 277 metros quadrados divididos em 6 espaços internos e externos. A estação de Vitorino Dias tem uma metragem total de 135 metros quadrados divididos em 4 espaços externos e internos. A intenção é que sejam utilizadas como espaços multiuso para realização de eventos e exposições temporárias. Para ser realizado, necessita:- Projeto expográfico;- Projeto de mobiliário;- Projeto de acessibilidade do equipamento;- Projeto de instalações elétricas / NR-10;- Projeto de climatização e ventilação;- Projeto luminotécnico;- Projeto de tecnologia interativa;- Projeto de conforto térmico e acústico;- Outras intervenções que se fizerem necessárias. OBS. - Detalhamento e Propostas Orçamentárias de Renovação e Implantação em anexo. - Propostas Orçamentárias dos demais serviços técnico-profissionais em anexo.
Objetivo Geral - Ressignificar, projetar e implementar espaços museológicos no complexo histórico- cultural Trem da Vale Cultural, a partir do conceito de Museu de Território, com revitalização das áreas e nova expografia para abrigar exposições de longa duração e temporárias, programação cultural e educativas, beneficiando a população local e frequentadores das estações e equipamentos dos municípios de Ouro Preto e Mariana. Objetivos específicos - Realizar a renovação e implantação de nova expografia do complexo histórico cultural Trem da Vale, com adequação e restauração de 21 espaços distribuídos nas estações de Ouro Preto, Mariana, Vitorino Dias e Passagem de Mariana, incluindo a ampliação da acessibilidade física e cognitiva, totalizando 4.825m². - Como Ação Formativa Cultural (Contrapartida Social, nos termos do Art. 22 da IN MC 02/2019), realizar uma palestra visando a conscientização para a importância da arte e da cultura no desenvolvimento local.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; [...] VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; O presente se enquadra no art. 18, §3°, letra "g" da Lei 8.313/1991: Art. 18. Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei[...]§ 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos:[...]g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial. O projeto Trem da Vale havia estabelecido um vínculo afetivo e efetivo com a população de Ouro Preto e Mariana por meio de múltiplas atividades que possibilitaram construir relações qualificadas com a comunidade local. Além disso, promoveu a difusão do conhecimento por meio da educação patrimonial aos demais visitantes. Considerando sua relevância cultural e histórica, além da geração e circulação de renda para a região, bem como o engajamento do público, pretende-se reestruturar os espaços para reativar essas atividades gratuitas em um novo projeto que promova a escuta ativa a essas comunidades, além do acesso e a integração com as cidades por meio da arte e da cultura. Com as discussões coletivas levantadas ao longo do desenvolvimento do projeto, além de um processo de escuta interna, foram considerados aspectos importantes a serem ressaltados, justificando essa necessidade urgente de retomada do projeto e de sua revisão após cerca de 10 anos de atuação. O primeiro aspecto consiste na identificação da geração de valor conceitual, carregado de significados simbólicos e de memória, mais especificamente, a memória ferroviária e todos os elementos no entorno do tema para as cidades que têm o trem como um valor afetivo e, ainda, uma possível alternativa de transporte interurbano. Outro aspecto é o potencial para fomentar o desenvolvimento da cadeia produtiva local a partir da lógica da economia criativa, principalmente nos espaços culturais e turísticos de Mariana e de Ouro Preto e, nesta nova concepção, a incorporação das duas estações de Passagem de Mariana e Vitorino Dias com atenção para seu entorno. Assim, justifica-se a retomada do Projeto a partir de conceitos norteadores para a construção de um Museu de Território, visando promover envolvimento e identificação com a comunidade. Ressalta-se, mais uma vez, sua importância como conjunto de espaços museológicos, culturais e educativos, bem como fortes atrativos turísticos para as cidades envolvidas, atrelados à criação de valor para a comunidade local e à valorização da memória ferroviária e histórica da região. Diante disso, o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental para a realização do projeto, pois o mesmo intensifica esse diálogo com a comunidade e moradores da região com o intuito de estimular o protagonismo de diversos setores das duas cidades.
Em resposta à diligência de 04/12/2020, ANEXAMOS a justificativa solicitada nos documentos da proposta. *** Em resposta à diligência de 28/11/2020 desta I. Coordenação, a proponente informa que realizou a conferência em todo o projeto, estando ele de acordo com as instruções enviadas. *** 1. Justificativa – Proposta Excepcional – Art. §3º, artigo 3º da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. Tendo em vista que a Proponente é titular do Pronac nº 204287 que tem como objeto exclusivo o Plano Anual de Atividades do Memorial Minas Gerais Vale - equipamento museal por ela gerido em Belo Horizonte - a realizar-se durante o ano de 2021, a proponente esclarece que a presente proposta se trata de uma proposta excepcional, na acepção do §3º, do artigo 3º da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. A excepcionalidade da proposta encontra-se em seu propósito de criar a nova expografia para a renovação dos espaços das estações de trem dos municípios de Ouro Preto e Mariana e incorporação de duas novas estações (Victorino Dias e Passagem de Mariana) que criarão um diálogo com a programação cultural e educativa a ser implementada futuramente, após a finalização desta etapa. Considerando a relevância cultural e histórica, além da geração e circulação de renda para as cidades atendidas diretamente e para a região, bem como o engajamento do público beneficiado pelas atividades gratuitas, em especial as comunidades, verificou-se a necessidade de revisitar o projeto Trem da Vale Cultural como vinha sendo realizado de 2006 a 2018 - na perspectiva de trazer uma nova concepção do projeto a partir de 2021. Essa nova concepção trouxe atenção ao fator Comunidade, tanto no quesito ser ouvida, contribuindo para o conteúdo, quanto para identificar elementos que gerem pertencimento ao novo projeto. Assim, foi adotado, de forma mais abrangente, o conceito museológico - Museu de Território - para essa atual realidade e amplitude do projeto Trem da Vale Cultural, entendendo-se que a nomenclatura percurso está contemplada, ou seja, a partir do momento que será um museu de território, sua área de ação vai de Ouro Preto a Mariana, delimitada pela linha férrea e seu entorno próximo que inclui as comunidades. O conceito de Museu de Território enriquece a proposta de renovação do Trem da Vale Cultural, com a reestruturação dos espaços das duas estações de Ouro Preto e de Mariana e a incorporação de novos espaços com a revitalização de mais duas novas estações, Passagem de Mariana e Vitorino Dias, que fazem parte do complexo cultural e turístico interligados pelo Trem. Para alcançar essa finalidade, este processo envolverá uma equipe transdisciplinar, com base na troca de experiências de profissionais de diversas áreas como pesquisa, expografia, design, acessibilidade, museologia e também com processos de escutas permanentes à comunidade e diversos públicos que envolvem a iniciativa, com período de execução específico de 18 (dezoito) meses. Por fim, a Proponente esclarece que os itens orçamentários previstos nesta Proposta não se sobrepõem a itens orçamentários do referido Plano Anual de Atividades (declaração em anexo firmada pela Proponente), uma vez que este se refere exclusivamente a despesas relacionadas ao Memorial Minas Gerais Vale de Belo Horizonte. 2. Plano de Distribuição - Produto - MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS: Tendo em vista que o produto se trata tão somente de elaboração e implantação da nova expografia e a museologização do Complexo Histórico Cultural Trem da Vale, foi inserida simbolicamente a quantidade de beneficiários como “01 (um)”, já que o SALIC não permitiu que a quantidade ficasse como “0 (zero)”. Futuramente, após inauguração do Complexo, os espaços e sua programação cultural serão abertos ao público em geral, de forma 100% gratuita, o que será objeto de um novo projeto a ser apresentado posteriormente. Estima-se que 10 mil pessoas sejam beneficiadas no primeiro ano após a inauguração do Complexo.
Não se aplica
I. PRODUTO MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS: I.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: I.1.1. A configuração atual das estruturas das estações é a mesma desde a inauguração do Projeto Trem da Vale em 2007, ou seja, obedece às normas ainda sob a primeira edição da NBR9050, publicada em 2004. Os espaços do Complexo Histórico-Cultural de Ouro Preto e Mariana possuem rampas de acesso, com seus respectivos corrimãos, vãos de passagens e portas com dimensões maiores que 90cm, assim como a plataforma para o trem nas duas estações que contam com uma rampa móvel para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Possui banheiros nas duas estações, de uso individual, e acessíveis a cadeirantes. A Praça Lúdico Musical em Mariana possui balanço para cadeirantes. Existem rampas de acesso à estação e ao trem em Mariana, bem como à praça onde ficam os vagões estacionados e à Praça Lúdico-Musical. Nas estações de Victorino Dias e Passagem de Mariana, também é possível adentrar às estruturas sem ressaltos. Na estação de Ouro Preto, há uma rampa lateral de acesso à estação com inclinação superior ao recomendado pela norma vigente (NBR9050/2020). I.1.2. Os novos projetos expográficos e arquitetônicos do futuro Museu Trem da Vale atenderão a todas as determinações legais de acessibilidade como rampas, instalações sanitárias acessíveis e demais itens preconizados pelas diversas legislações nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal. I.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: No que tange à acessibilidade cognitiva (conteúdo) o futuro museu empreenderá e implantará projetos específicos para acesso a pessoas com deficiência. Tal projeto será contratado pela presente proposta cultural, conforme previsto na planilha orçamentária e nos objetivos específicos. I.2.1.1. DEFICIENTE VISUAL: 1) Os encontros de escuta da comunidade sobre os projetos a serem desenvolvidos (“Diálogos com a Comunidade”) serão realizados com Linguagem Oral. 2) As exposições e programação do futuro museu contarão com acessibilidade para deficientes visuais, tais como linguagem oral, audiodescrição e visitas guiadas. I.2.1.2. DEFICIENTE AUDITIVO: 1) Os encontros de escuta da comunidade sobre os projetos a serem desenvolvidos (“Diálogos com a Comunidade”) contarão com Intérprete de libras. 2) As exposições e programação do futuro museu contarão com acessibilidade para deficientes auditivos, tais como intérprete de libras e visitas guiadas. II. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL (ART. 22 DA IN MC 02/2019) - PALESTRA II.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Palestra será realizada em instituição de ensino que possua todas as determinações legais de acessibilidade física tais como rampas, corrimãos, instalações sanitárias acessíveis e espaços para cadeirantes. II.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: II.2.1. DEFICIENTE VISUAL: Linguagem Oral. II.2.2. DEFICIENTE AUDITIVO: Intérprete de libras.
PRODUTO MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS IN MC 02/2019 - Art. 22, Inciso VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; IN MC 02/2019 - Art. 22, Inciso V - realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
1. ASSOCIAÇÃO MEMORIAL MINAS GERAIS VALE - AMMGV (Proponente) Função no Projeto: Coordenação Geral (A proponente será remunerada por tal função). Currículo: A AMMGV é uma instituição sem fins lucrativos e que atua exclusivamente no campo da cultura, desde 2011. Desde então, é a entidade gestora do Memorial Minas Gerais Vale. Caracterizado como MUSEU DE EXPERIÊNCIA, o Memorial Minas Gerais Vale traz a alma e as tradições mineiras contadas de forma original e interativa. Cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Longe de dar visibilidade apenas a um recorte histórico, o Memorial coloca em contato direto presente e passado promovendo, com esse gesto, outras formas de aproximação do público com as questões que atravessam nosso tempo. Desde 2019, a AMMGV é também responsável pela gestão do Complexo Histórico Cultural Trem da Vale nos municípios de Mariana e Ouro Preto, Minas Gerais. 2. WAGNER LUIZ GOMES TAMEIRÃO Função no projeto: Direção (profissional não remunerado pelo projeto, mas com recursos de outra fontes); Currículo: Formado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, e pós-graduado em Administração em Marketing pela Fundação João Pinheiro. Tem diversos cursos na área de gestão cultural. Trabalha na área cultural há 27 anos. Atualmente é Gestor do Memorial Minas Gerais Vale, integrante do Circuito Liberdade e foi Presidente da Estação Conhecimento Vale do Jequitinhonha. Também atua como professor de gestão e produção cultural. Dirige o "Horizontes Urbanos - Mostra Internacional de Dança em Espaços Urbanos" e o “1, 2 na Dança” em parceria com Jacqueline Castro. Trabalhou na gestão do Teatro Alterosa de 1994 a 2011, tendo criado projetos culturais que promoveram o mercado cultural da cidade 3. EQUIPE A SER CONTRATADA E REMUNERADA PELO PROJETO: 3.1. CÉLIA CORSINO E ROSÂNGELA GUIMARÃES (Cor Exposições e Projetos) Função no Projeto: Museologia - Elaboração do Plano Museológico, incluindo Pesquisa Histórica Currículo: Célio Corcino é Coordenadora Museológica do Museu de Ciências da Terra, CPRM; Superintendente de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secretaria de Cultura e Turismo do Governo de Minas Gerais; Superintendente do IPHAN em Minas Gerais de 2015 - 2019; Diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN de 2011 a 2015; Coordenadora museológica do Museu de Artes e Ofícios – Instituto Cultural Flávio Gutierrez – Minas Gerais 2002 - 2011; Diretora Nacional do Departamento de Identificação e Documentação do IPHAN /MinC – 1996/2000. Rosângela Guimarães é historiadora formada pela UFMG. Mestre pela PUC-MG na área Cidades e Cultura. Trabalhou em diversas instituições culturais, como o CraV, hoje Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte; Fundação e Memorial Tancredo Neves; Rádio Inconfidência; Centro de Arte Popular-Circuito Praça da Liberdade; assessora da presidência no Palácio das Artes entre outras. Atuou como chefe de gabinete e assessora da Superintendência do IPHAN-MG, na gestão de Célia Corsino. 3.2. FERNANDO MACULAN (MACh Arquitetos) Função no Projeto: Arquitetura. Coordenação Técnica e Compatibilização de projetos. Museografia/Expografia. Currículo: O escritório MACh Arquitetos foi criado em 2005 e seu campo de atuação é bastante amplo, e abrange projetos urbanísticos, esportivos, residenciais e institucionais, ao lado de intervenções no patrimônio histórico edificado. Entre as premiações recebidas pela MACh Arquitetos e/ou por seus sócios destacam-se: 2018 4o lugar no concurso nacional para o Memorial às Vítimas da Boate Kiss, com Edgar Mazo, Sebastián Mejía (Connatural); 2016 Primeiro Lugar no prêmio Retail Design Institute Brasil 2016 na categoria Pop up / Ambientações / Shop in Shop, com o projeto Silos de Luz; 2014 Menção Honrosa no I Prêmio Akzo Nobel | Instituto Tomie Ohtake – Beco São Vicente, com Mariza Machado Coelho e Rafael Prates Yanni; 2013 Primeiro lugar no Prêmio “Melhor da Arquitetura”, categoria Projetos Comerciais. 2013 XV Prêmio IAB-MG, categoria Planos e Projeto – Parque Científico e Tecnológico de Itajubá; 2010 Fernando Maculan, através do Laboratório Piracema de Design, é selecionado para a II Bienal Ibero-Americana de Design (BID-10) em Madri, Espanha. Seu sócio Fernando Maculan é arquiteto e urbanista pela UFMG em 1997. Trabalha com projetos de naturezas e escalas bastante distintas, mas que se completam e se informam mutuamente. Idealizador e curador do evento Coarquitetura, realizado em 2011 na Casa do Baile. Foi um dos integrantes do projeto Designing Across Boundaries, realizado em Londres em 2006-2007 e arquiteto colaborador do escritório Hayano Gumi, em Tóquio, em 2004-2005. Foi membro do Fórum Municipal de Assuntos Estratégicos da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, membro do Conselho Curador da Fundação Clóvis Salgado e integrante do grupo de consultores da Casa da Economia Criativa do SEBRAE-MG. Recebeu premiações no Brasil, México, Bélgica e China. Desde 2006, Maculan atua como integrante do Laboratório Piracema de Design, que estuda a cultura brasileira através de vivências de trocas de saberes entre profissionais com formação acadêmica e artesãos em todo o território brasileiro. 3.3. ISABELA VECCI E SAMY LANSKY (Vecci Lansky Arquitetura) Função no Projeto: Execução da Expografia. Currículo: Empresa formada pelos arquitetos Isabela Vecci e Samy Lansky. Isabela é arquiteta, Mestre em Educação pela UFMG, ao longo destes anos busca inspiração especialmente no campo da História e da Filosofia para suas criações em espaços culturais, comerciais, residenciais e mobiliário. Seguem seus principais prêmios recebidos: PRÊMIO INDÚSTRIA SALÃO DESIGN - Linha Canguru, Líder Interiores. 2017; PRÊMIO IDÉIA BRASIL - Bronze, Categoria Ambientes 2009. PRÊMIO DESIGN MUSEU DA CASA BRASILEIRA - 1o. Lugar, Cerâmica Mallarmé. São Paulo, 2005. Prêmio Design Estado de Minas - 1o. Lugar Casa Cor, Galeria de Arte. Belo Horizonte, 2000. Samy Lansky é arquiteto, Mestre e Doutor em Educação, desenvolve projetos para espaços escolares, culturais e de lazer públicos e privados. Desde 1993 planeja e constrói espaços com crianças, sejam estes na escala urbana, escolares, públicos, de recreação ou culturais. Realiza pesquisa sobre a criança e a cidade. Cria e desenvolve brinquedos para parques infantis. Participou em 2010 da elaboração do Plano Metropolitano de Desenvolvimento Integrado para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (PDDI RMBH), em equipe que traçou diretrizes para políticas públicas para as áreas da cultura e educação. Seguem alguns prêmios recebidos: Dissertação Praça Jerimum: cultura infantil no espaço público - PRÊMIO DESIGN MUSEU DA CASA BRASILEIRA, São Paulo, 2009; Tese de Doutorado em Educação UFMG: Na cidade com crianças: uma etno-grafia espacializada, 2013 - PRÊMIO MELHOR TESE EM EDUCAÇÃO UFMG e PRÊMIO MUSEU DA CASA BRASILEIRA. 3.4. VIVIANE PANELLI SARRAF E CARLA GRIÃO (Museus Acessíveis Treinamento e Desenvolvimento de Acessibilidade Ltda) Função no Projeto: Projeto de Acessibilidade. Currículo: A Museus Acessíveis é uma empresa social, que investe seu patrimônio e conquistas na melhoria da qualidade de vida das pessoas e na mudança cultural do cenário da acessibilidade no Brasil. Em sua estrutura atual a empresa conta com consultores com deficiência para avaliação e desenvolvimento de projetos e produtos culturais acessíveis, além de consultores técnicos especializados em arquitetura acessível, avaliação de acessibilidade 360º, ação educativa acessível, acessibilidade na web. A Museus Acessíveis conta com parcerias estratégicas de empresas e instituições que desenvolvem produtos e serviços que apoiam suas ações de acessibilidade, como: Fundação Dorina Nowill para Cegos, Instituto Mara Gabrilli, Efeito Visual, Usina Maquetes, Voice Versa, Livre Acesso Braille, entre outros. Viviane Panelli Sarraf é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, mestre em Ciência da Informação pela Escola de Comunicações e Artes da USP, especialista em Museologia pelo Museu de Arqueologia da USP e graduada em Licenciatura em Educação Artística pela FAAP.Diretora técnica e fundadora da Museus Acessíveis, criadora e coordenadora da RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus, Professora do Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Curso de Pós- Graduação Lato Sensu em Arte Contemporânea e Docência no Ensino Superior da Universidade Camilo Castelo Branco – UNICASTELO, Pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia – CISC da PUC-SP e Assessora Ad Hoc da FAPESP. Carla Grião é Diretora Técnica da Museus Acessíveis. Mestranda em Estudos Brasileiros pela Universidade de São Paulo, bacharela em Museologia pela Universidade Federal de Ouro Preto. Participa do Grupo de Estudos e Pesquisas em Acessibilidade em Museus da Universidade de São Paulo. Possui experiência em Sociomuseologia, Museologia e Educação e Curadoria Acessível. 3.5. MICHELLE ANTUNES (Andorinha Produções Culturais) Função no Projeto: Produção Executiva. Currículo: A Andorinha Produções Culturais é uma empresa fundada em 2012 na cidade de Belo Horizonte que atua no desenvolvimento, produção, promoção e gestão de projetos culturais. Sua diretora, Michelle Antunes, é Gestora cultural com mestrado em Gestão de empresas e instituições culturais e especialização em Cooperação Cultural Internacional pela Universidade de Barcelona. Publicitária com especialização em Comunicação, imagens e culturas midiáticas pela UFMG. É coordenadora do projeto de renovação das exposições permanentes do Memorial Minas Gerais Vale e professora do EAD do Itaú Cultural, da Inspire Gestão Cultural e do Arena da Cultura. Foi gestora de projetos transmídia do Projeto Infâncias e gestora de projetos do grupo cultural Meninas de Sinhá. Participou da criação do projeto do percurso turístico cultural do Trem da Cana (SP), do Programa de Soluções Estratégicas para as Artes Cênicas do SEBRAE, do Programa de Formação em Gestão Cultural para Pontos de Cultura do Brasil (Comuna), da consultoria do Programa de Cultura e Educação da CEMIG, da criação das plataformas virtuais EAD do Observatório Itaú Cultural, website do IPHAN MG e Biblioteca Virtual Inspire. Trabalhou na produção executiva do núcleo de TV e Multiplataformas da Conspiração Filmes, na produção de vídeos do programa Revelando os Brasis e da série de TV Almanaque Brasil. 3.6. FERNANDA VIDIGAL (Agentz Produções Culturais) Função no Projeto: Coordenação de Produção. Currículo: A Agentz Produções Culturais é uma empresa especializada em produção executiva de eventos, espetáculos, shows, mostras, festivais, espaços culturais e em formatação, planejamento e gestão de projetos corporativos e programas culturais. Fundada em 1999, a Agentz consolidou sua atuação no mercado cultural criando e realizando projetos diferenciados, que ao longo de sua trajetória obtiveram reconhecimento local, nacional e internacional, dos quais se destaca o Festival Mundial de Circo do Brasil. Em 2019, a Agentz Produções completou 20 anos de atuação no mercado cultural de Minas Gerais. Fernanda Vidigal é sócia da empresa Agentz Produções Culturais na Agentz Produções Culturais. Graduou-se em Relações Públicas pela PUC/MG e tem Pós-Graduação em Gestão e Planejamento Cultural pelo Centro Universitário Una (MG). Foi Diretora de Politicas Culturais e Participação Social da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte. 3.7. CLARICE DE ASSIS LIBÂNIO (Habitus Consultoria e Pesquisa Ltda) Função no Projeto: Coordenação Técnica (Realização do "Diálogos com a Comunidade" e Realização de "Pesquisa Sócio-Econômica") Currículo: A Habitus é uma empresa que atua na elaboração e gerenciamento de Projetos, Metodologia de pesquisa, Elaboração de Estudos de Impacto Ambiental, Diagnósticos socioeconômicos, Acompanhamento social para desenvolvimento de comunidades, Planejamento Urbano e Regional, Gestão e planejamento na área cultural, Elaboração, aplicação e análise de questionários, Consultoria em projetos de Desenvolvimento Local, Integrado e Sustentável, Articulação Comunitária, Projetos de Geração de Emprego e Renda. Algumas empresas e projetos já realizados: ANGLOGOLD ASHANTI – Programa Gente de Ouro – Diagnóstico Sociocultural das entidades instaladas no município de Sabará – MG; PBH / SMAS – Consultoria em Mobilização Comunitária para os 25 CRAS – Centro de Referência em Assistência Social – instalados na cidade de Belo Horizonte; VALE / Trem da Vale – Pesquisa de opinião sobre o projeto Trem da Vale – Municípios de Ouro Preto e Mariana; Ministério das Cidades / CAIXA – Programa de Aceleração do Crescimento – PAC. SEBRAE-MG - Projeto SEBRAE de Desenvolvimento Local - PSDL – de 2003 até 2007 – elaboração de diagnósticos em mais de 50 municípios, entre outros. Clarice de Assis Libânio é Sócia-diretora da Habitus Consultoria e Pesquisa Ltda. É graduada em Ciências Sociais com habilitação em antropologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992). Mestre em Sociologia pela UFMG (2008). Doutora (2017) e pós-doutora (2019) em Arquitetura e Urbanismo pela Escola de Arquitetura da UFMG. Fez estágio doutoral junto ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal (2016). . Consultora de diversos órgãos, públicos e privados, nas áreas de cultura, desenvolvimento local, estudos ambientais e diagnósticos socioeconômicos. Autora do Guia Cultural das Vilas e Favelas de Belo Horizonte. Foi coordenadora-executiva da ong Favela é Isso Aí entre agosto de 2004 e maio de 2018. Professora de metodologia de pesquisa, planejamento estratégico, diagnóstico, elaboração de projetos sociais e culturais e monitoramento e avaliação em diversos cursos.
PROJETO ARQUIVADO.