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Este projeto propõe a realização do Festival "Palco Hip Hop ‐ Danças Urbanas", com a valorização, difusão e promoção das Danças Urbanas oriundas do Hip Hop, visando a integração entre grupos e artistas do Estado com nomes consagrados Hip Hop Nacional e Internacional. As ações do festival, que chega a sua 10ª Edição, se dão em um circuito pelas periferias e área central nas cidades de circulação, utilizando-se de espaços que abrigam e democratizam o acesso às manifestações artísticas da cultura Hip Hop.
Não se aplica. A exemplo das nove edições anteriores: O projeto Palco Hip Hop-Danças Urbanas é um festival de Danças Urbanas, toda a sua programação artística será devidamente escolhida pela curadoria do projeto, que possui vasta experiência para compor todo o projeto, com isso não conseguimos citar no processo de elaboração do projeto a sinopse de nenhuma das obras que irá compor o festival. Informamos que assim que a etapa da curadoria for executada enviamos a sinopse de cada obra participante.
O projeto Palco Hip Hop‐Danças Urbanas ‐ pretende consolidar e promover as danças urbanas e a cena local do Hip Hop mineiro. Valorizar artistas e grupos da cidade de Belo Horizonte e do Estado, ao propor o intercâmbio entre grupos e artistas locais e nomes já consagrados da cena nacional e internacional. O Festival Palco Hip Hop, que acontece em Belo Horizonte desde 2011, já integra o calendário cultural de festivais de BH, como grande fomentador das Danças Urbanas, oriundas do Hip Hop em Minas Gerais e traz o foco para as danças urbanas, que nasceram a partir dessa cultura. As danças urbanas referem‐se aos estilos de dança sociais ou coreografadas, relacionados à música e à cultura hip hop. Isto inclui uma grande variedade de estilos como b.boying, locking, popping, que surgiram nos anos setenta e foram criadas nos Estados Unidos, por afros e latino‐americanos, inicialmente em Nova York, na região do Bronx. O que diferencia as danças urbanas de outros estilos de dança é o improviso e as batalhas ‐ competições de dança formais ou informais. Sessões informais e batalhas de "freestyle" (improviso) são geralmente realizadas em uma "cyipher" ‐ espaço de dança circular que se forma naturalmente quando a música inicia. Os três elementos freestyle, batalhas e ciphers ‐ são os componentes da dança no hip hop. O festival tem o objetivo de valorizar as danças e difundir os trabalhos dos grupos e artistas solo de linguagens do Breaking, Popping, Locking, Wacking, Voguing, House, Hip Hop Freestyle, Krumping, Soul, Funk, Ragga, Dancehall e Freestep, entre outros. O projeto propõe estabelecer uma comunicação direta com o público, através das manifestações artísticas de dançarinos solos, grupos e dois espetáculos nacionais e dois internacionais, com a companhia de mc’s, grafiteiros e DJ’s que colaboram junto para o fortalecimento das danças urbanas dentro do Hip Hop. Busca também promover a diversidade cultural e o encontro de manifestações artísticas em vários pontos da região metropolitana. Além disso, visa uma descentralização dos eventos culturais abertos em praças públicas da região central de Belo Horizonte, levando‐os para as praças e espaços das regionais e cidades a RMBH (Região Metropolitana de Belo Horizonte) e da cidade de São Paulo. Um festival de grande porte devido a sua intensa programação artística de qualidade, atividades de formação e atuação crítica, através de oficinas, palestras e debates para a comunidade em geral e jovens de entidades convidadas sobre o mundo das Danças Urbanas, onde os artistas e pesquisadores terão a oportunidade de contar sobre seus processos criativos e experiências dentro do Mundo do Hip Hop. Essa interação entre público e artistas tende a criar uma experiência única, acrescentando reflexão, debate e cultura, além de estabelecer trocas e preservar os valores componentes da identidade do Hip Hop. Atividades realizadas nas localidades em três etapas distribuídas nos eventos de rua, intervenções e em Grande Teatro de Belo Horizonte Objetivos Específicos: 1) Realizar a 10ª Edição do Festival Palco Hip Hop _ Danças Urbanas em 3 Etapas, uma por cidade, sendo ao total a seguinte programação: 10 Apresentações e performance de Artistas/grupos de Danças Urbanas Nacionais. 03 Apresentações e performance de Artistas/grupos de Danças Internacionais. 01 Apresentação de Artista de Rap Nacional. 08 Apresentações de Artistas/Grupo de Rap Mineiro. 08 Apresentações de DJ'S Nacionais. 04 Debates com Temática nas Danças Urbanas e Hip Hop. 04 Palestras com Temática nas Danças Urbanas e Hip Hop. 80 Hora/Aula de workshops de Danças Urbanas, com os artistas/grupos Nacionais e Internacionais. 10 Batalhas de Danças Urbanas com premiação em dinheiro para o primeiro e segundo colocado de cada batalha. 03 Feira de Cultura Hip Hop/Diversidade Cultural com venda de produtos dos artistas/grupos participantes. 2) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Diante da necessidade de uma formação para o público oriundo das periferias da cidade de Belo Horizonte, o projeto irá realizar um curso de Hip Hop que envolve as seguintes oficinas: - Oficinas de Danças Urbanas - Oficinas de DJ - Oficinas de Graffiti - Oficinas de MC - Oficina de Produção Cultural Serão ao todo, um total de 400 beneficiados, jovens e adultos, em 4 (quatro) escolas públicas das periferias de Belo Horizonte, durante o período de 06 meses. Previsão de 960 Hora/Aula de Oficina de Produção Cultural com módulos dos elementos da Cultura do Hip Hop. (Danças Urbanas, DJ, MCing, Graffiti e Produção Cultural que insere o quinto elemento que é o conhecimento)
O festival caracteriza-se pelos becos periféricos, constituindo-se em um movimento de reivindicação de espaço e voz das periferias. Tem na cultura Hip Hop, traduzida no ritmo forte e intenso da dança, nas imagens e mensagens grafitadas, uma realidade que é invisível para a maior parte da população nacional. Organizado em três grandes eventos, o festival tem como uma das suas missões a difusão da cultura Hip Hop. O Hip Hop mineiro cresce e, assim, há necessidade de se ocupar ainda mais espaços, garantindo ainda uma maior representação nacional, as danças urbanas hoje, são destaques em eventos de todos os gêneros, e consumidas e intercambiadas por várias manifestações artísticas, provando que a sua origem nunca foi esquecida e necessitando de espaço para mostrar suas origens e a reflexão sobre a mesma, O evento acontecerá em três etapas compostas por oficinas de dança de rua, debates, seminários e palestras acontecendo de quinta a domingo, em vários espaços... As oficinas acontecem em parcerias com as escolas públicas da rede municipal e estadual de ensino público e ONG'S. O último dia de cada etapa do festival acontece em um domingo, com a realização de várias cipher’s simultâneas, apresentações de DJ’S e MC’S, apresentações e batalhas de danças com artistas mineiros e convidados nacionais e internacionais. A infraestrutura também irá abrigar uma exposição/feira dedicada a celebrar a cultura Hip Hop e a diversidade cultural, com a possibilidade de proporcionar parcerias e contatos entre artistas e público. Ocorrerá venda de cd's, camisas, montagem de stands institucionais, stands dos parceiros, feira de escambo, troca e venda de vinil, estúdios musicais, ações sustentáveis, feira gastronômica típica entre outras atividades, em cada etapa. A etapa final acontecerá em um grande teatro da cidade, será realizado uma grande confraternização com os espetáculos internacionais, artistas mineiros representantes das danças urbanas, além de MC’s, DJ’s e grafiteiros que se destacaram em sua trajetória, em um grande teatro da cidade, com entrada franca. Com isso, é ampliado o intercâmbio das comunidades de periferia para um espaço cultural na área central da cidade. Um festival com sua programação inteiramente dedicada às origens das danças urbanas e à celebração da cultura Hip Hop. Os artistas e grupos participantes serão selecionados pela curadoria do projeto - possuidora de grande competência e experiência dentro do movimento Hip Hop Mineiro, representada pelo coletivo Família de Rua, que é realizador do evento Duelo de MC'S há cinco anos, na cidade de Belo Horizonte. E o Bailarino Eduardo Sô, conhecedor é um dos precursores da dança de Rua no Brasil, com vasta experiência internacional dão a magnitude do presente projeto e seus objetivos de proporcionar a construção da cidadania a partir do apoio e divulgação das ações de arte e cultura da periferia. Para a realização do projeto "Palco Hip Hop _ Danças Urbanas", em grande maioria com ações gratuitas, é preponderante o apoio do Governo Federal através da chancela via Lei de Incentivo à Cultura, mecanismo de viabilização financeira junto à iniciativa privada. Referente ao Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento das finalidades do Art. 1º, o projeto se enquadra no Inciso II - alínea "c" e "e"; e no Inciso IV - alínea "a" do Art. 3º, a saber: I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
- Os trechos aéreos e terrestres são estimados, uma vez que não houve definição dos artistas pela curadoria, podendo compreender traslados em todo território Nacional, de acordo com as agendas dos grupos contratados. - O projeto contará com mídia espontânea nos veículos de comunicação (programas voltados a entretenimento, rádios, cadernos culturais, sites especializados) e, além disso, o proponente possui uma lista de endereços eletrônicos para divulgação ao público especializado. - Anexo no campo “INFORMAÇÕES ADICIONAIS”, documento assinado pelo dirigente da instituição, condicionando a movimentação dos recursos captados (caso a proposta em tela seja transformada em projeto e o mesmo seja aprovado) à apresentação da prestação de contas do Projeto PALCO HIP HOP - DANÇAS URBANAS - PRONAC 16-1836, comprometendo-se assim a só executar a próxima edição após o encerramento deste. - Conforme art. 11 da Instrução Normativa nº 02/2019, será objeto de remuneração do proponente os seguintes itens orçamentários: Coordenador de Projeto, Coordenação de Produção e Gestão. - Declaro para os devidos fins que obterei alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente para os eventos realizados em espaços públicos, nos moldes da Lei. - Declaro, para os devidos fins, que obterei autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto. RESPOSTA DILIGÊNCIA 19.10.2020 Para prosseguir com a análise da proposta: Insira TODOS os produtos citados nos objetivos no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO (APRESENTAÇÃO MUSICAL, SEMINÁRIO/ SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA, CURSO/OFICINA/ESTÁGIO/EXPOSIÇÃO DE ARTES. - Conforme solicitado, todos os produtos solicitados foram criados, a exceção de Curso/Oficina/Estágio, pois se trata da Contrapartida Social. Dúvida, esclarecida mediante, Minhas solicitações. Assim sendo, peço a continuidade da análise para conversão em PRONAC. Att, Victor Magalhães
CONTRAPARTIDA SOCIAL: Diante da necessidade de uma formação para o público oriundo das periferias da cidade de Belo Horizonte, o projeto propõe a realização de um curso de Hip Hop para atendimento da Contrapartida Social, que envolve as seguintes oficinas, divididas em O5 módulos: - Oficinas de Danças Urbanas – 240 h/aula - Oficinas de DJ– 240 h/aula - Oficinas de Graffiti – 240 h/aula - Oficinas de MC – 240 h/aula - Oficina de Produção Cultural – 300 h/aula Serão ao todo, um total de 400 beneficiados, jovens e adultos, em 4 (quatro) escolas públicas das periferias de Belo Horizonte, durante o período de 06 meses. Público-alvo: crianças a partir de 12 anos de idade, adolescentes e adultos. Seleção: se dará por meio de inscrição e está aberta a todos os alunos da Rede Pública. O material didático (de apoio pedagógico) necessário a realização das oficinas será de responsabilidade do projeto e estão devidamente planilhados. O curso total de 960 horas divididas ao longo de seis meses. NO FESTIVAL: os workshops, debates e palestras serão livres, de acordo com o perfil dos selecionados pela curadoria. Os workshops serão ofertadas em espaços públicos de Belo Horizonte em região Metropolitana, durante a realização do projeto serão ofertadas 60 hora-aula ao total e 20 hora-aula em São Paulo, totalizando 80 horas-aula. As Oficinas de Danças Urbanas serão executadas por integrantes dos grupos e artistas selecionados pela Curadoria. O projeto Pedagógico/ Plano de execução será enviando posteriormente assim que os artistas forem selecionados e juntamente na prestação de contas do projeto. - sítio eletrônico ou portal - Descrição das páginas que comporão; 1- Principal: Aba com informações sobre o Palco Hip Hop-Danças Urbanas, o que é, como acontece, quem participa, qual seu objetivo. 2- O Projeto: Aba com informações exclusivas sobre o Projeto Palco Hip Hop-Danças Urbanas, como e onde irá acontecer, informações sobre a curadoria, artistas/grupos participantes, apoios culturais, patrocinadores e demais informações elaboradas pela assessoria de comunicação do projeto. 3- Programação: Aba com toda a programação do projeto, contendo local, dia e horário de cada atração, pequeno release e demais informações. 4-Depoimentos: Aba com depoimentos do público participante, por meio de vídeos e texto, relato sobre a sua participação, elogios, críticas e sugestões ao projeto. 5- Fotos: Aba com fotos das etapas do projeto, espetáculos dos artistas/grupos, público, montagem e desmontagem dos eventos, oficinas e demais ações. 6- Vídeos: Aba com os vídeos de divulgação do projeto (teaser's) e das coberturas feitas dentro das etapas do projeto, mostrando um pouco do festival. 7- Ficha Técnica: Aba com toda a ficha técnica do projeto, contendo realização, produção, patrocinadores, incentivos, e demais informações pertinentes a ficha técnica. 8- Contatos: Aba com caixa box( nome, email, cidade/bairro e mensagem até 1.000 caracteres) para envio do público sobre o projeto com dúvidas, informações, sugestões, criticas abaixo, endereço de email e telefones de contato para informações. - Descrição das fontes de alimentação de conteúdo; As fontes de Alimentação de conteúdo serão as informações do projeto, e dos artistas/grupos participantes que disponibilizaram fotos com crédito e pequenos releases para adaptação ao site pela Coordenadora de Comunicação responsável pelo site. - Definição de conteúdos (pesquisa e sua organização e roteiros). Como informado anteriormente a definição de conteúdos seguirá conforme cronograma de execução do projeto, onde todas as informações postadas no site, serão exclusivas sobre o projeto Palco Hip Hop-Danças Urbanas e seus participantes artistas/grupos não tendo nenhuma fonte terceirizada de conteúdo ligado ao projeto.
Visando promover a inclusão de pessoas com necessidades especiais ao projeto, e em atendimento à Lei 13.146/15, Art. 42, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º: NA DIVULGAÇÃO · Linguagem simples e direta, letras aumentadas, serviços e gratuidade em destaque. · Na distribuição e mailing, inclusão de associações de pessoas com necessidades especiais. . Todo material de divulgação conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas. 1) PRODUTO PRINCIPAL: NO FESTIVAL (APRESENTAÇÃO DE ARTES CÊNICAS; APRESENTAÇÕES MUSICAIS;WORKSHOPS/PALESTRAS/DEBATES) Obs.: Trata-se de um único produto, a 10ª edição do Festival Palco Hip Hop, conforme a própria diligência trás em seu texto, como o Produto principal é Festival/Mostra e não há rubricas para pagamento do “artístico”, cadastramos um produto secundário para inserção das rubricas pertinentes ao pagamento dos cachês, mas o evento é o Festival exclusivamente de conteúdo de Hip Hop, em 3 etapas (cidades). Acessibilidade física: · Escolha de logradouro público de grande circulação e fácil acesso. · Espaço dos eventos adaptados com rampas e sinalização adequados. · Sanitários para pessoas com deficiência. · Espaços delimitados na plateia para pessoas com deficiência · Espaços delimitados na plateia para idosos. Acessibilidade para deficientes auditivos: · Espaços delimitados na plateia para pessoas com deficiência · Tradução de libras durante todo o evento. Acessibilidade para deficientes visuais: · Espaços delimitados na plateia para pessoas com deficiência . Será disponibilizado audiodescrição durante os eventos. O conteúdo do Festival será disponibilizado nas plataformas de mídias sociais, a exemplo do Youtube e serão amplamente divulgadas as informações que após editado, os vídeos contarão com tradução em libras (ou legendagem) e audiodescrição. O site do projeto contará com recursos de áudio, que proporcionaram aos deficientes visuais conhecer todo o projeto e sua programação. O projeto na realização dos shows destinará uma parte do backstage ao acesso de pessoas com necessidades especiais e terceira idade. Além disso, no local onde ocorrerão as demais atividades, tais como palestras, debates, oficinas, teatros cuidaremos da facilidade de acesso desse público, como instalação de rampas dentre outros para facilitar o acesso. 2) PRODUTO SECUNDÁRIO/CONTRAPARTIDA SOCIAL: NAS OFICINAS (ESCOLAS PÚBLICAS) Acessibilidade física: · Escolha de escolas públicas com espaços adaptados, rampas, sanitários adequados. Acessibilidade para deficientes visuais: · Criação de uma turma especialmente adaptada no conteúdo para atendimento aos portadores de necessidades especiais, em caso de inscrição para as oficinas. · Contratação de um Monitor com domínio em audiodescrição e locação dos equipamentos necessários (cabine e Fones/rádios) para atendimento aos deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: · Criação de uma turma especialmente adaptada no conteúdo para atendimento aos portadores de necessidades especiais, em caso de inscrição para as oficinas. · Contratação de um Monitor com domínio em Libras para atendimento aos deficientes auditivos. OBS.: os custos para atendimento da acessibilidade à todos os públicos foi devidamente ajustado no projeto.
O projeto visa atingir todas as camadas da população e classes sociais. Por ser realizado nas periferias e em sua maioria de forma gratuita, o festival certamente, atingirá camadas da população de baixa renda moradora dessas localidades, carentes de acesso aos bens-culturais e artísticos. Com base nas edições anteriores, estamos seguros em afirmar que a faixa etária do Festival engloba pessoas a partir de 05 anos de idade em diante. Nas etapas realizadas em Minas Gerais, o projeto pretende atingir, além da cidade de Belo Horizonte e região metropolitana (Betim, Caeté, Contagem, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano). Os eventos realizados no teatro em Belo Horizonte terão cobrança de ingresso no valor de R$ 2,00 (inteira). As entidades artístico-culturais serão beneficiadas com ingressos a participação como público no evento de encerramento, assim como as comunidades participantes do projeto e a outra parte dos ingressos será ofertada na bilheteria para o público em geral. OBS.: Como há vários produtos cadastrados para pagamento do artísitico (Apresentações de Artes Cênicas, apresentações musicais, palestras/workshops), afora do Produto principal, Festival, distribuimos o público total em todos estes produtos, que se somados, representa o público total previsto para o Festival. Ainda de acordo com a Seção II, , o plano de distribuição do referido projeto atende ao Art. 20, da Instrução Normativa n°2, de 2019, contendo: Art. 20 - A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-cultura, nos termos do Art 8º da Lei 12.761, de 2012; e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto de R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; e O Festival atende a todas as alíneas do Art. 20. Apenas o Evento que ocorre no Grande Teatro em Belo Horizonte tem cobrança de ingresso no valor de R$ 2,00 (inteira). Esclarecemos que as atividades só não são totalmente gratuitas em virtude do valor cobrado pelo ECAD (conforme anos anteriores cerca de vinte mil reais), que inviabiliza a execução sem cobrança de ingresso. De acordo com o Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea “a”, Incico I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - O projeto só tem cobrança de ingresso na atividade que acontece em Grande Teatro na cidade de belo Horizonte, em 2 dias. Apenas 50% dos ingressos terão cobrança de valor simbólico de R$ 2,00 (dois reais) (inteira). E como nos anos anteriores, a produção se compromete em disponibilizar gratuitamente os ingressos para as intituições e pessoas interessadas mediante prévio cadastro. III – Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art.22; - Todo o conteúdo do Festival é gravado e disponibilizado na Internet. IV – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Conforme edições anteriores, a produção do Festival se compromete em permitir a captação de imagens das atividades e sua veiculação, por meio da Coordenação de Comunicação. V – realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamento, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art.22; - Afora as apresentações artísticas, o Festival contempla em suas ações, ao total, nas 3 etapas, a realização de 04 Debates com Temática nas Danças Urbanas e Hip Hop; 04 Palestras com Temática nas Danças Urbanas e Hip Hop; e 80 Hora/Aula de Oficinas de Danças Urbanas, com os artistas/grupos Nacionais e Internacionais.
Victor Luciano Magalhães (PROPONENTE) FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador Geral | Coordenador de Produção (1) | Gestão Empreendedor e Produtor Cultural, formado pelo curso de gestão cultural da extinta Secretaria de Cultura de Belo Horizonte (2004), graduado do curso Organização e Produção de Eventos-UNIBH. Com o sucesso da 1ª edição do projeto Palco Hip Hop – Danças Urbanas em 2011, veio a criação da Neon Cultura e Entretenimento (nome fantasia da empresa), aberta em 2012 para absorver este e outros projetos na cidade de Belo Horizonte e no Brasil. A empresa vem atuando na gestão e execução de 3 projetos culturais, Festival Palco Hip Hop (em andamento na esfera Federal, mas também com edições financiadas por meio da Lei Estadual de incentivo à Cultura de Minas Gerais e Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte), Acordes-Sintonia Musical (já na 2ª edição) e Arautos do Gueto – Formando com arte e Cultura (que vem sendo executado desde 2017 via Lei Federal). Atuou entre 2003 a 2006 como Coordenador e Produtor Executivo do Grupo Cultural Arautos do Gueto. De 2006 a 2010, trabalhou como produtor executivo do Grupo de Dança Primeiro Ato, da Catibrum Teatro de Bonecos e de grandes eventos como Festival Internacional de Teatro de Bonecos/2008/2009/2010, Mostra Viva do Ministério da Cultura. Desenvolveu ainda como produtor executivo e assistente trabalhos junto a importantes produtoras culturais de Minas, como Napele Produções (Festejo do Tambor Mineiro, shows de Maurício Tizumba e Marina Machado), Ori Comunicação (Grupo Teatral Espanca, Banda Black Sonora e produção local de espetáculos), Cria! Cultura (Conexão Vivo), Agentz Produções (Rede TC Arte e Cidadania, Inauguração Complexo Cultural Praça da Liberdade), Malab Produções (Show Maite Perronni, Festival Planeta Brasil) Festival de Arte Negra 2011/2012, Festival Internacional de Teatro Palco e Rua 2012, Duelo Nacional 2012 dentre outras Maria Carolina de Assis Torres FUNÇÃO PROJETO: Coordenação de produção (2) Graduação em Comunicação Social: Habilitação em Produção Editorial UNI-BH _Pós Graduação: Curso de Pós-Graduação Latu Sensu em Gestão Cultural – Centro - Universitário UNA e Palácio das Artes – Pesquisa :O Candomble do Açudes Suas Riquezas e Transformações : De Patrimônio Cultural a Cultura De Entretenimento . _Produtora da cantora Fabiana Cozza; _Elaboração de Projetos Sociais e Culturais; _Planejamento e execução de Projetos Culturais; _Gestora Cultural do Centro Cultural Casa África atuando na elaboração,planejamento e execução de Projetos 2006 a 2011; _Coordenação de Produção dos Projetos Noite do Griot - 2007, 2008 E 2010 _Coordenação de Produção do Projeto Fest´Afrobrasil – 2007; _Produção Executiva da Gravação do DVD da Cantora Fabiana Cozza e convidados no Auditório Ibirapuera, com Participação de Maria Rita, Chico César, Rappin’ Hood e Quinteto em Branco e Preto – Maio de 2008; _Gestão Cultural e Produção da Turnê Quando O Céu Clarear - Fabiana Cozza– 2009; _Pré Produção, Produção e Pós Produção Exposição Campolina e Mangalarga -2009 E 2010; _Produção Guardas de Congado de BH no evento Dia da Consciência Negra de São Paulo – 2009; _Cordenação de Produção do Festival Transamazonieens - Ano da França No Brasil – 2009; _Produção Congresso Internacional de Cultura e Religião Yoruba – 2010; _Assistente de Produção do Festejo do Tambor Mineiro - 2009 , 2010; _Produção do Projeto A Cor da Cultura em Belo Horizonte – 2010; _Coordenação de Produção do Dia da Consciência Negra realizada Pela CCPIR ( Prefeitura de Belo Horizonte) – 2010; _Produção Mangalarga´Fest – 2010. − Coordenação de Produção do Dia da Consciência Negra realizada Pela CCPIR( Prefeitura de Belo Horizonte) – 2010; − Produção Mangalarga´Fest – 2010 ,2011 e 2012. − Produção Palco Hip Hop 2011; − Coordenação de produção Festival de Artes Negras 2011; − Produção show de lançamento CD Fabiana Cozza em Belo Horizonte 2011; − Produção Palco Hip Hop 2012; − Coordenação de produção Espaços Alternativos – FITBH 2012; Familia de Rua- Curadoria 2012 Dezembro – Realização da primeira edição do “Família de Rua Skateboarding Celebra”, no Espaço CentoeQuatro, em Belo Horizonte. Dezembro – Realização de uma edição especial do “Duelo de MCs” no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte. Dezembro – Coprodução e realização de uma edição especial do “Duelo de MCs” no Festival Boombox 98FM. Novembro – Realização do show “O Som que vem das Ruas” na Semana Baiana de Hip Hop, em Salvador (BA). Novembro – Realização do show “O Som que vem das Ruas” no Festival Fora do Eixo, durante o Congresso Fora do Eixo Minas. Novembro – Realização do show “O Som que vem das Ruas” no Festival Mamucha Beats, em Timóteo, Minas Gerais. Outubro – Realização do show “O Som que vem das Ruas” no Festival Recontagem, em Contagem, Minas Gerais. Setembro – Participação no I Seminário Internacional Cidade e Alteridade: Convivência Multicultural e Justiça Urbana. Setembro – Realização do Duelo de MCs no evento Noite Branca, em Belo Horizonte. Setembro – Participação no debate “Cultura Urbana – Territórios Mineiros”, na cidade de Uberaba (MG), durante o festival Novas Tendências. Agosto – Participação no Debate “Cidade que Queremos”, na cidade de Patos de Minas (MG), durante o festival Marreco. Agosto – Realização do evento final do projeto “Duelo de MCs Nacional”, com a presença de MCs de 7 cidades brasileiras, e apresentações com Rappin Hood e Emicida. Agosto – Participação no Seminário Minas + Viva, promovido pelos Diários Associados de Minas Gerais. Agosto – Intervenção cultural realizada no seminário Teias da Cidadania, da Universidade Federal de Minas Gerais. Julho – Realização do “Duelo de MCs” na final nacional do Manny Mania, campeonato de skate promovido pela Red Bull. Julho – Realização das eliminatórias de Minas Gerais para o “Duelo de MCs Nacional” Julho – Realização do “Duelo de MCs” na edição 2012 do N’Design, Encontro Nacional dos Estudantes de Designs. Junho – Participação do festival Natura Musical junto aos rappers Renegado e Emicida. Junho – Apresentação do show “O Som que vem das Ruas” na edição 2012 do Festival de Arte Negra (FAN). Maio – Participação no show da banda Metaleiras da Amazônia no Conexão Vivo BH 2012. Maio – Curadoria artística e realização do “Duelo de MCs” na terceira edição do “Palco Hip Hop”. Maio – Apresentação do show “O Som que vem das Ruas” dentro do Conexão Vivo BH 2012. Maio – Realização do “Hip Hop no FAN” dentro da programação do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Proposta realizada em parceria com o Coletivo Bambata e o Palco Hip Hop. Maio – Exibições do documentário “O Som que vem das Ruas” no festival Movida, promovido pela plataforma Conexão Vivo. Abril – Participação no Workshop Mozaiko (para estudantes de design) – Apresentação da experiência de ocupação do espaço urbano a partir da realização do “Duelo de MCs”. Março – Realização do “Duelo de MCs” e curadoria da segunda edição do “Palco Hip Hop”. Março – Realização do “Duelo de MCs” na primeira ½ Virada Cultural do Bairro São Matheus. 2011 Janeiro – Apresentação do espetáculo “Guerra de Estilos” no Grande Teatro do Palácio das Artes dentro do Festival Verão Arte Contemporânea Março – Realização do “Duelo de MCs” dentro do FIMPRO – Festival Internacional de Improvisação Abril – Participação “Juventude Okupa a Cidade” Maio – Realização do “Duelo de MCs” dentro do Festival “Cidade Hip Hop” Maio – Realização do “Duelo de MCs” dentro da programação do “Palco Hip Hop” Junho – Realização do show de lançamento do CD/DVD “O som que vem das ruas” Junho – Participação no 2º “Juventude Okupa a Cidade” Agosto – Realização da primeira etapa do Projeto “Família de Rua na Estrada” - Salvador (BA). Setembro – Realização da segunda etapa do projeto “Família de Rua na Estrada” - Juiz de Fora (MG) Setembro – Exibição comentada do documentário “O Som que Vem das Ruas” no “Transborda – Festival de Artes Transversais”. Outubro – Realização da terceira etapa do projeto “Família de Rua na Estrada” – Belém (PA). Novembro – Realização da terceira etapa do projeto “Família de Rua na Estrada” – Uberlândia (MG). Novembro – Exibição documentário “O Som que vem das Ruas” no “Eletronika 2011”. Dezembro – Realização do Duelo de MCs no festival “Cultura de Quinta” na Universidade Federal de São João del Rei (MG). 2010 Janeiro – O Duelo de MCs venceu a primeira edição do “Prêmio Mixsórdia” na categoria “Melhor Evento de Rua” Janeiro / Fevereiro – O Duelo de MCs integrou a programação da quarta edição do Verão Arte Contemporânea (VAC) Fevereiro – Intervenção artística da Família de Rua na volta às aulas da Oi Kabum! – Escola de Arte e Tecnologia Fevereiro – O Duelo de MCs venceu a primeira edição do Prêmio Mixsórdia (informativo cultural), na categoria Melhor Evento de Rua Maio – Realização do Duelo de MCs especial no Cidade Hip Hop, evento que contou com debates, workshops, exposição e diversos shows Agosto – Realização Duelo de MCs especial Circle Princz 2010 Agosto – O Duelo de MCs integrou a programação da IV Mostra Movimentos Urbanos, dentro do FIT-BH 2010 Setembro – Duelo de MCs no Festival Transborda Outubro – Publicação do documentário “Debaixo do Viaduto”, produzido por Fausto Di Quarto Dezembro – O Duelo de MCs integrou a programação da Feira Musica Brasil, em Belo Horizonte. Dezembro – Intervenção artística do Coletivo Família de Rua durante formatura das primeiras turmas da escola de arte e tecnologia Oi Kabum! 2009 Janeiro / Fevereiro – O Duelo de MCs integrou a programação da terceira edição do Verão Arte Contemporânea (VAC) Junho – Intervenção Artística do Coletivo Família de Rua durante o seminário “Memória Emotiva – Olhares sobre o patrimônio”, em Sabará, Minas Gerais Julho – Duelo de MCs especial Circle Princz – dentro da programação da eliminatória sul-americana do Circle Kingz, um dos maiores eventos de dança da cultura Hip Hop do mundo Agosto – Aniversário de dois anos do Duelo de MCs, realizado debaixo do Viaduto Santa Tereza, centro de Belo Horizonte Setembro – Realização do desfile da Grife Daspu junto ao Rodo Coletivo, durante o Duelo de MCs, debaixo do Viaduto Santa Tereza, centro de BH Setembro – Palestra sobre a experiência do Duelo de MCs conferida na Faculdade Metodista Isabela Hendrix Outubro – Intervenção Artística do Coletivo Família de Rua durante a solenidade de abertura da Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum!, iniciativa do Instituto Oi Futuro Outubro – Realização de seletivas (dentro da programação do Duelo de MCs) para a Liga dos MCs nacional, que aconteceu em dezembro de 2009, no Rio de Janeiro Novembro – Pré-estreia do documentário “Entre a Luz e a Sombra”, de Luciana Burlamaqui, durante o Duelo de MCs Ainda em 2009, o Duelo de MCs foi tema de dois filmes – “Duelo”, de Danilo Marcos Azevedo Vilaça, e “Rap Embaixo do Viaduto”, de Fábio Féter – que participaram do Segundo Festival Favela É Isso Aí – Imagens da Cultura Popular Urbana, realizado pela ONG Favela É Isso Aí. 2008 Abril – Realização do Duelo de MCs no BPM ALL – evento que celebra a diversidade da música eletrônica Agosto – Aniversário de um ano do Duelo de MCs, realizado debaixo do Viaduto Santa Tereza, centro de Belo Horizonte Setembro – O Duelo de MCs fez parte da programação da Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte Setembro / Outubro / Novembro – Realização do evento “Família de Rua – A Festa” Dezembro - Realização do Duelo de MCs na segunda edição do Hip Hop In Concert – Festival de Hip Hop apoiado pela Prefeitura de Belo Horizonte Em 2008 o Duelo de MCs e o Coletivo Família também foram tema de dois documentários: “Se Essa Rua Fosse Minha” – realizado em parceria com a ONG Associação Imagem Comunitária (AIC) “BH nos Toca Discos – A história do Duelo de MCs” – Curta Metragem que faz parte do DVD “Riskos Urbanos” – um filme sobre o graffiti em Belo Horizonte 2007 Agosto – Realização do primeiro Duelo de MCs Outubro / Novembro – Realização do Duelo de MCs especial Estrada Real Rap – evento de lançamento da coletânea Estrada Real Rap Novembro – Participação no Festival de Arte de Negra (FAN) como convidado do Grupo Cultural NUC (Negros da Unidade Consciente. Novembro – Realização do Duelo de MCs no Hip Hop In Concert – Festival de Hip Hop apoiado pela Prefeitura de Belo Horizonte. Observações *Desde o dia 24 de agosto de 2007, o Duelo de MCs acontece regularmente, toda noite de sexta-feira, sob o Viaduto Santa Tereza, centro de Belo Horizonte. * Desde 2008, o “Família de Rua Game of Skate” também é realizado sob o Viaduto Santa Tereza. O encontro acontece nas tardes do segundo domingo de cada mês. Eduardo Sô FUNÇÃO NO PROJETO: Curadoria Integrante da primeira geração da Cultura Hip Hop brasileira, Eduardo Sô se dedica ao estudo das danças urbanas desde 1983. Especializou-se em diferentes estilos, aprendendo com os precursores da chamada "Street Dance", entre eles Don Campbell, Boogaloo Sam, Fluke Luke, Suga Pop e Ken Swift, para citar apenas alguns. Foi coreógrafo da Cia Discípulos do Ritmo durante 10 anos e coordenador da Área dos Professores da Dança de Rua da FEBEM de São Paulo. Além de fundar o grupo "CO4 Crew" em 2005, em Belo Horizonte – MG Ana Cristina Jardim Melo- Coordenação de Comunicação Bacharelado em Comunicação Social - Habilitação Relações Públicas pela Pontífica Universidade Católica de Minas Gerais (PUC MG) - Dez/07 _Agência de Eventos: Programas de Incentivos Culturais - 2009 ate o momento.Vivo Lab Vivo Arte.Mov _Projeto Palco Hip Hop - 2011/2012 _Contato: Centro de referência da Juventude - Julho/2008 a Setembro/2009. _Grupo Tronco: Espetáculo "Geraldo" - Temporada de 1º a 11 de maio/2008. _Associação dos Empregados da Associação das Pioneiras Sociais - Hospitais Sarah Belo Horizonte - Julho/2006 a Junho/2008. _Grupo Cultural NUC - setembro/2006 a dezembro/2008. _Naepe: Núcleo Avançado de Estudos e Pesquisas Endodônticas - fevereiro/2005 a julho/2006 Luciana Teixeira da Silva- Coordenadora de Comunicação para Redes Sociais (blogueira) Estágio em Comunicação Social - ONG Favela É Isso Aí / 2006 a 2007 - Textos para web e jornal, organização de clipping, produção de newsletters e Assessoria de Imprensa na área cultural.Elaboração de textos e fotos para a Coleção de Livros da ONG Favela É Isso Aí "Prosa e Poesia no Morro" - Lançada em 2008.Em 2011, atua na área de Comunicação Colaborativa, na qual produz conteúdo web para Coletivo Bambata (Hip Hop/ Circuito Fora do Eixo), Coletivo Pegada (Música / Circuito Fora do Eixo), além de prestar serviço de Assessoria de Comunicação para MC Monge. (2011/2012). Em 2012 trabalhou como Assistente de Comunicação para Mídias Sociais, nas duas edições do projeto Palco Hip Hop. Graduada em Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade e Propaganda pelo Uni-BH | Centro Universitário de Belo Horizonte - 1º/2008. Participou do Núcleo de Pesquisa em Jornalismo Cultural do Galpãp Cine Horto 36h/aula - Junho /2012. Pós-graduanda em Gestão de Eventos e Cerimonial, pelo Uni-BH - 2º/2013. Carolina Mayrink- Produção Executiva Graduação: Centro Universitário UNA - Habilitação e Design e Negócios de Moda. I Love Jazz 3ªedição - Coordenadora de Logística - 2011/2012 _Palco Hip Hop - Assistente de Produção - 2011/2012 _Arte.mov - Coordenadora de receptivo - 2010 _Geografias Imaginárias - Logística - 2010 _Palco Brasil - Supervisão de desmontagem do evento - 2010 _Programa de TV - Programa Genial! 12 capítulos exibidos no canal Brasil – Figurinista - 2010 _Curta metragens: Hora do Trabalho – Figurinista – 2009 Habeas Corpus – Assistente de figurino - 2009 Bodas – Figurinista – 2009 Próxima parada Figurinista- 2009 _Figurino em teatro – As casadas solteiras – Figurinista - 2009 _Longa metragem – Bem próximo do mal – Figurinista - 2007 Cris Lima FUNÇÃO NO PROJETO: Assessoria Contábil para Prestação de Contas _Graduada em Contabilidade pela Universidade Presidente Antônio Carlos, em Barbacena (1994) _MBA em Gestão de Negócios no Contexto do Empreendedor – PUC Minas Gerais (2008) _Sócia-Diretora da Clac Cultural, empresa prestadora de serviços de consultoria e auditoria cultural, elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais (desde janeiro de 2009). _Gestora Cultural da Cria Cultura Produção e Desenvolvimento Cultural nas áreas administrativa, financeira e de projetos (2008) / • Prestadora de Serviços para o Grupo Carona Brasil e Associação Cultural Sempre um Papo, ambos de Belo Horizonte, na área de elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos de lei de incentivo (desde 2009) _Diretora de Programação da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes (2007). _Prestadora de Serviços para a Cia. SeráQuê?, de Belo Horizonte, na área de gestão financeira e prestação de contas dos projetos de lei de incentivo (desde 2007) / • Prestadora de Serviços para o Grupo de Dança Primeiro Ato, de Belo Horizonte, na área de gestão financeira e prestação de contas de projetos de lei de incentivo e consultoria na formação de grupos (dese 2006). _Prestadora de Serviços para a produtora Camisa Listrada, de Belo Horizonte, na área de prestação de contas de projetos de lei de incentivo (desde 2007). _Elaboradora e Gestora Administrativa Financeira dos projetos de lei de incentivo da preparadora vocal Babaya (desde 2006), do violonista Gilvan de Oliveira (desde 2004) e da Cia. Elas por Elas (desde 2006). _Diretora de Produção do Grupo Ponto de Partida (2003 a set/2006) _Produtora do Coro dos Meninos de Araçuaí (2001 a set/2006). _Diretora de Produção e Gestão Financeira da Bituca - Universidade de Música Popular, em Barbacena (2004 a set/2006). _Produtora Executiva do Grupo Ponto de Partida (1999 a 2003). CRISTIANE GAZZINELLI FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação administrativo financeira e Prestação de Contas FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 3º grau incompleto - Curso de Administração - Puc Minas / Unidade Coração Eucarístico; Cursos de Nível Técnico no SEBRAEMG: - Análise e Planejamento Financeiro; - Contabilidade na Prática; - Controles Financeiros EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Santa Rosa Bureau Cultural Ltda. - de 2001 a 2004 - Assessoria administrativo-financeira / auxiliar de gestão e prestação de contas de projetos Culturais (projetos do Instituto Cultural Flávio Gutierrez- Implementação do Museu de Artes e Ofícios, manutenção do Museu do Oratório, Livro Franciso Vieira Servas; Difusão e Restauração de Partituras do séculos XVII e XVIII em Mariana; Alguns Livros da Fundação João Pinheiro; Projeto Trem da Vale); Instituto Artivisão - Fevereiro a setembro de 2006 -Assessoria administrativo-financeira, auxiliar de gestão e prestação de contas de projetos culturais (Trem das Artes 2006; Arte na Praça; Artesanato do Caraça); Bangalô Produções Ltda. - outubro de 2006 a setembro de 2010 - Assessoria administrativo-financeira, assistente de produção, gestão e prestação de contas de projetos culturais, a saber: Trem das Artes 2007/ 2008/ 2009 (música e teatro/folclórico/ bricantes/circense); Arte na Praça 2007/2008(música isntrumental e teatro infantil); MB Gentil Urbanus (intervenções circenses); Afro-bossa-samba - Armandinho e Paulo Moura (música instrumental); Sabará Musical 2007/ 2008/ 2009 (música instrumental); CDs (Iluminuras - Flávio Henrique; O Bicho que Mora dentro da Gente - Lucas Avelar; Foi Agora - Lílian Nunes; Colheita - Beto Reis); Gestão administrativo-financeira do Projeto Conexão Mineira de Música - Ano VIII e Ano IX (Conexão Vivo) - 2009 e 2010; Gestão Administrativo-financeira da HC promoções e Eventos (antiga PoloBh), dos Projetos: Programa Gente de Ouro, Pop Extravaganza e Programa Gente de Ouro 2014, com patrocínio da AngloGold Anshanti e pareceria do Concurso Auditions – Desde 2009; Parecerista do Ministério da Cultura, selecionada através de Edital público - de 2010 a 2013; Clac Cultural, primeiro como funionária e depois em parceria, desempenhando as funções de consultoria e auditoria cultural, elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais (principais clientes: Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Victor Luciano Magalhães (Neon Cultura e entretenimento), Grupo de Dança 1º Ato, Sempre Um Papo, Camisa Listrada, Polobh, Coreto Cultural, Nitro Imagens, Árvore de Comunicação entre outros) desde setembro de 2010. Abertura da empresa Cristiane Gazzinelli Miranda ME em julho/2019 e desde então vem prestando serviço a vários clientes em captação de recurso, elaboração de projetos culturais, coordenação, consultoria e gestão administrativo-financeira e prestação de contas.
PROJETO ARQUIVADO.