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O Projeto trata de uma exposição de Artes da Geometria na Arte Brasileira, composta de pintura, desenho e gravuras de 21 artistas agrupados em três momentos: vanguardas pioneiras da década de 1950; poéticas geométricas independentes (séc. XX); artistas geométricos contemporâneos.
Exposição: Geometria Viva será composta de pintura, desenho e gravura de 21 artistas agrupados em tres momentos: Geração Pioneira - Movimentos Concreto e Neo-concreto - 1950 Poeticas Geométricas Independentes - Século XX Geométricos Contemporâneos Total de previsto de 160 obras. Será exposto de 06 a 12 trabalhos de cada Artista. Documentário: 5 spots de 06 minutos cada um a serem exibidos em loopping ininterrupatamente, com foco nos temas antecedentes da arte geométrica. (01) na Rússia, a partir das primeiras décadas do século XX; (02) Bauhaus e sua influência; (03) obras de artistas emblemáticos: Mondrian, Kandinsky, Albers; (04) exposição de Max Bill no Masp e advento da Bienal de São Paulo, em 1951; (05) Movimentos Ruptura em São Paulo e Frente no Rio de Janeiro.
Objetivos Geral Projeto será realizado no Centro Cultural do Banco do Brasil - praças São Paulo e Rio de Janeiro, a mostra trata da presença dos conceitos de arte geométrica desenvolvidos pelos movimentos da década de 1950 (grupos, Ruptura e Frente) na geometria contemporânea da arte brasileira. Com esse propósito, o projeto pretende a realização de uma exposição de pintura e de obras realizadas sobre papel, de 21 artistas brasileiros representativos do que se convencionou entender como dois ciclos da arte geométrica no Brasil. No primeiro grupo, a geração representada por nomes que surgiram nos anos 50, logo após a instalação da Bienal de São Paulo e que foram diretamente marcados pela presença de Max Bill entre nós — Antônio Maluf, Waldemar Cordeiro, Luiz Sacilotto, Hermelindo Fiaminghi, Ivan Serpa, Hélio Oiticica, Hércules Barsotti, Amilcar de Castro, Alexandre Wollner e Ferreira Gullar. Houve ainda artistas que na década de 50 foram influenciados pelo movimento geométrico, mas atuaram com poéticas pessoais, desvinculados dos movimentos concretistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, tais como: Alfredo Volpi, Milton Dacosta, Rubem Valentim. O segundo ciclo, surgiu principalmente a partir dos anos 70, entre os artistas que recriaram poéticas geométricas e que fazem parte da contemporaneidade _ Emanoel Araújo, Manfredo Souzanetto, Luiz Deolino, Macaparama, Tuneu, Gonçalo Ivo e Ricardo Homem. Pretendemos expor, entre 6 a 12 trabalhos de cada artista, totalizando um conjunto de 160, entre pinturas, desenhos, gravuras e cartazes. Haverá também material visual que contará a história da abstração geométrica entre o anos de 1951 até a contemporaneidade. Documentário de Walter Lima Jr e Pedro Paulo. Para melhor entendimento dos antecedentes que facultaram a proliferação no Brasil do conceito geométrico, será apresentado no ambiente expositivo um documentário produzido para este evento, onde o desenvolvimento dos conceitos da arte geométrica firmaram no meio artístico brasileiro. Walter Lima Jr. _ um dos mais consagrados nomes da cinematografia nacional, autor e diretor de várias e premiadas obras para cinema e televisão — será o diretor e responsável pela realização de vários spots, onde a tradição e a genealogia da pintura abstrata geométrica, desde os primórdios do século XX até sua absorção pelo imaginário dos criadores brasileiros a partir da I Bienal de São Paulo, realizada em 1951, estarão no foco de suas lentes. O projeto prevê a realização de 5 spots de 6 minutos cada um — a serem exibidos em loopping ininterruptamente — deverão focalizar os seguintes temas: antecedentes da arte geométrica: (01) na Rússia, a partir das primeiras décadas do século XX; (02) Bauhaus e sua influência; (03) obras de artistas emblemáticos: Mondrian, Kandinsky, Albers; (04) exposição de Max Bill no Masp e advento da Bienal de São Paulo, em 1951; (05) Movimentos Ruptura em São Paulo e Frente no Rio de Janeiro. Objetivo Específico Exposição: Realizar Exposição gratuita, com duração de 3 meses (em cada ponto Expositivo) no CCBB São Paulo e Rio de Janeiro. Folder: Com tiragem de 10000 no total (5000 para cada ponto expositivo) - Serão distribuídos gratuitamente Catálogo com tiragem de 3000, com 2400 para distribuição gratuíta.
No final da década de 1940, pós Segunda Guerra Mundial e no início dos anos 1950, houve grande efervescência cultural nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1947, foi criado o Museu de Arte de São Paulo e, no ano seguinte os Museus de Arte Moderna, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Essas instituições provocaram mudanças significativas nos ambientes artístico e cultural nas duas cidades mais importantes do país. O surto industrial transformava a provinciana cidade de São Paulo em metrópole. O Rio de Janeiro, Capital da República era o centro político, mas atuava também como "tambor" cultural, ou seja, tudo que lá ocorria, repercutia em todo o Brasil. Em São Paulo, o Masp e o MAM, desenvolviam suas atividades através de um olhar contemporâneo, voltado às questões de seu tempo, dentro de uma dinâmica sem precedentes e abriram seus espaços para outras expressões _ a arquitetura, a fotografia e o design. Na agitação daqueles anos surgiu uma nova geração de intelectuais e artistas contrários à acomodação modernista dos anos 30. Voltados à construção de uma nova plástica, desenvolveram novos conceitos visuais compatíveis com as novas tecnologias, com a industrialização crescente e com a transformação acelerada das cidades. A dinâmica dos novos museus e a criação da Bienal de São Paulo em 1951 ajudaram a acertar nosso "relógio" cultural com as vanguardas artísticas mundiais e ampliaram a polêmica em relação às novas tendências estéticas e aos novos processos de produção que ocorriam no mundo industrializado. As exposições realizadas nos recém inaugurados museus causaram bulício e provocaram grande impacto no meio cultural, principalmente as mostras de Alexander Calder, em 1948, e de Max Bill, em 1950, ambas realizadas no MASP, também a mostra "Do Figurativismo ao Abstracionismo" realizada em 1949 no MAM _ SP que acirrou a polêmica da figuração versus abstração e contribuiu para o fortalecimento da corrente abstrata junto às novas gerações. Em 1952, o MAM _ SP inaugurou uma exposição do Grupo Ruptura que lançou seu manifesto, marco inaugural do movimento de arte concreta no país. Merece destaque a criação no Masp do IAC _ Instituto de Arte Contemporânea, (1950) que trouxe os conceitos fundamentais para o desenvolvimento das linguagens construtivas no Brasil. Alexandre Wollner e Antônio Maluf frequentaram os cursos do IAC. Nos anos de 1950 os artistas debatiam as vanguardas europeias e passaram a se interessar por novos temas, como fotografia, design, paisagismo, fashion-design, que ampliavam a discussão da arte e de sua a função na sociedade. Adotaram a arte abstrata e se interessaram pelo desenho industrial. Naqueles anos, os conceitos da Gestalt (termo que em alemão significa o todo unificado) eram ainda novidade no meio artístico, que passou a discuti-los após Mário Pedrosa ter apresentado no Rio de Janeiro, em 1949, a sua tese "Da natureza afetiva da forma na obra de arte". Os princípios da Gestalt e os estudos de percepção visual foram adotados pelos artistas construtivos. O Projeto da Exposição de Artes Visuais, a respeito da necessidade de incentivo fiscal, advindo da Lei Rouanet, justifica-se sua pertinência em virtude de que o tema do projeto se enquadra nos incisos do artigo artigo 1º. da Lei 8313/91. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os spots, dirigindo pelo consagrado realizador Walter Lima Jr, abordarão a trajetória do conceito Arte Geométrica desde o seu lançamento mundial por meio do Manifesto de Kasimir Malevich na primeira década do século passado na Rússia chegando até 1951, ano da primeira edição da Bienal de São Paulo, que, entre outros legados, trouxe para o Brasil a discussão desses princípios, com a presença estelar de Max Bill entre nós. O roteiro desses suportes audiovisuais abordarão os primeiros impulsos do movimento geométrico, desde a apresentação do quadro Branco sobre branco, obra emblemática de Malevich. Detêm-se nos trabalhos dos artistas que passaram a mediar essa proposta estética e que, na sequência, se converteram em mestres da Bauhaus — Wassily Kandinsky, Piet Mondrian, Joseph Albers, entre outros. Sobre os cinco spots — seguindo uma cronologia — teríamos: 1 - antecedentes russos no início do século XX 2 - Bauhaus 3 - nomes relevantes — Mondrian, Kandinsky etc 4 - Bienal de São Paulo — Max Bill no Brasil 5 - Grupo Ruptura/Frente Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Catálogo capa moleTiragem: 3000250 páginasFormato:Aberto: 74 x 21 cm.Fechado: 21 x 21 cm.Capa:4 x 4 papel supremo 350 gr.laminação soft touch frente; verniz uv reserva na frente, área de 50%; lombada quadrada costuradaMiolo:Aberto: 42 x 21 cm.Fechado: 21 x 21 cm.papel Munken lynx rough 120 g/m²4 x 4 coresAcabamentos: shrink individual Folder Dimensões: 15cm x 20cm , 4 x 4 cores, papel couche 280 gramas CartazDimensões: 60cm x 40cm , 4 x 4 cores, papel couche 280 gramas BannerDimensões: 60cm x 80cm (será definido o tamanho ideal apos as visitas tecnicas)
Exposição: Acessibilidade Fisica: Local adaptado com rampas de acesso, Corrimões, banheiros, adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. Deficientes Auditivos: Intérprete de libras, legendagem. Deficientes Visuais: Audio descrição. Contrapartida Social Palestra Acessibilidade Fisica: Local adaptado com rampas de acesso, Corrimões, banheiros, adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. Deficientes Auditivos: Intérprete de libras Deficientes Visuais: linguagem oral
Exposição será totalmente Gratuita com publico estimado de 60.000 pessoas sendo 30.000 para cada praça. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. O projeto oferece uma palestra com com os Curadores, Walter Lima Junior e Assistente do Diretor, contara com interprete de libras. Em atendimento ao Art. 20. da IN nº 02/2019, serão produzidos 1.000 exemplares do livro:Sendo: 10% - dos exemplares referente a cota de divulgação 10% - dos exemplares referente a cota de patrocínio80% - dos exemplares referente a cota população, Escolas públicas e Bibliotecas, etc.
Instituto Cidadania Corporativa - O proponente responderá pelo projeto junto a Secretaria Especial da Cultura, realizando também toda a Coordenador geral, em todas as fases do projeto. O Instituto Cidadania Corporativa, atua em diversos segmentos da produção cultural, desde a formatação de projetos para as leis de incentivo fiscal à finalização integral de eventos. Realiza, também, estudos e planos de marketing cultural para empresas. O ICC tem em seu currículo a produção de importantes eventos culturais, entre eles a exposição internacional “Arte de Contradições. Pop, Realismos e Política. Brasil-Argentina 1960”, exposição sobre a influência da Pop Arte na América do Sul durante o período de repressão destes países. A exposição já foi realizada nos seguintes museus: Museu Oscar Niemayer, em Curitiba, Fundação Proa, em Buenos Aires, Galleria d’Arte Moderna e Contemporânea di Bergamo (GAMeC), em Bergamo e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ). Fabio Magalhães - Será remunerado no item do Orçamento - Curador(Fábio Luiz Pereira de Magalhães)Nascido - São Paulo, 05 novembro 1942;Estado Civil –Casado;Estudou no Institut d’Art et Archéologie –Paris (1964/65)Museólogo - Conselho Regional de Museologia 2 Região - Inscrição 0101 IVAtualmente é curador independente e Diretor Artístico do MACS - Museu de Arte Contemporânea de SorocabaFabio é museólogo e estudou no Institut d'Art et Archéologie de Paris. Foi Diretor da Pinacoteca do Estado de SP, no início dos anos 80, Conservador Chefe do MASP, no início dos 90, Diretor Presidente da Fundação Memorial da América Latina - SP e Secretário Adjunto da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, entre outras posições relevantes para o cenário da cultura brasileira e também dentro do meio acadêmico. Luis Felipé de Abreu Duarte - Mendes Será remunerado no item do Orçamento - Curador Produtor e Empreendedor Cultura Atuação Profissional São Paulo, SP, Brasil 2020 - PESQUISA E PRODUÇÃO PARA O FILME “AGORA E ANTES”, DO ARTISTA LUIZ DOLINO 2019 - CURADORIA DA EDITORA PAPEL ASSINADO NA “SP-ARTE” CURADORIA PARA PAPEL ASSINADO NA FEIRA “CASA PARTE” PESQUISA E PRODUÇÃO PARA O FILME “RICARDO HOMEN” SÓCIO-FUNDADOR DO ATELIÊ MATRIZ EM SÃO PAULO – ESTABELECIMENTO ESPECIALIZADO EM GRAVURA EM METAL, E QUE JÁ TEVE ENTRE OS ARTISTAS QUE TRABALHARAM NO LOCAL NOMES COMO: SHIRLEY PAES LEME; ANTONIO PETICOV; GONÇALO IVO; MACAPARANA; LUIZ DOLINO; JORGE PEREIRA; RICARDO HOMEN. 2018 - CURADORIA DA EDITORA PAPEL ASSINADO NA “SP-ARTE” CURADORIA PARA PAPEL ASSINADO NA FEIRA “PARTE” PESQUISA E PRODUÇÃO PARA O CURTA-METRAGEM “OLHE BEM AS MONTANHAS”, DO ARTISTA PLÁSTICO MANFREDO SOUZANETTO SÓCIO-FUNDADOR DA PLATAFORMA LAART (LAART.ART.BR ), ESPECIALIZADA NA VENDA ONLINE DE GRAVURAS DE EDIÇÃO LIMITADA DE IMPORTANTES ARTISTAS BRASILEIROS E LATINOAMERICANOS 2017 - CURADORIA PARA PAPEL ASSINADO NA FEIRA “PARTE” 2013 – 2017 - DIRETOR NA EDITORA DE ARTE PAPEL ASSINADO RESPONSÁVEL PELA CURADORIA E PRODUÇÃO DE OBRAS DE EDIÇÃO LIMITADA DE ARTISTAS COMO REGINA SILVEIRA, GONÇALO IVO, RICARDO HOMEN, MACAPARANA, JORGE PEREIRA Walter Lima Junior - Será remunerado no item do Orçamento - Diretor de Documentário Nescido - Niterói, 26 de novembro de 1938 Cineasta brasileiro, bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Também atuou na direção de diversos documentários para a televisão brasileira. Começou escrevendo críticas para jornais diários. Em 1963, conheceu Glauber Rocha, que o convidou para fazer assistência de direção em Deus e o Diabo na Terra do Sol.Seu primeiro longa-metragem foi Menino de engenho (1965), uma adaptação do romance de José Lins do Rego. Fez em seguida Brasil ano 2000 (1968), Urso de Prata do Festival de Berlim e Concha de Ouro no Festival de Cartagena; e Na boca da noite (1970).Entre 1973 e 1978, dirigiu documentários para a televisão, como Os índios Kanela (1974). Em 1977, concluiu o longa-metragem A lira do delírio', prêmio de melhor filme no Festival de Brasília. Fez em seguida dois trabalhos originalmente destinados à televisão que tiveram versões para cinema: Joana Angélica (1979) e Chico Rei, série de oito episódios para a televisão alemã com versão reduzida para o cinema finalizada em 1985. Em 1983 fez Inocência, prêmio de direção em Brasília e prêmio Coral no Festival de Havana; em seguida, Ele, o Boto (1986).Nos anos 1990 dirigiu, sob encomenda de um produtor americano, O monge e a filha do carrasco (1995) e pouco depois fez A Ostra e o Vento (1997), baseado no livro de Moacir C. Lopes, selecionado para a competição do Festival de Veneza.Vem alternando, entre seus filmes de ficção, documentários de duração média, como Em cima da terra, embaixo do céu (1991) e Uma casa para Pelé (1992), realizado para o Channel Four. Para a televisão fez também minisséries, como Capitães da areia e Dossiê Chatô, além de um telefilme, Meu filho teu (2001).Em 2002 teve sua biografia e filmografia publicadas no livro de Carlos Alberto de Matos: Walter Lima Júnior, Viver Cinema. Em 2003, realizou o documentário em curta-metragem Thomas Farkas, e, em 2005, filmou o longa-metragem de ficção Os desafinados, que estreou em 2008.Tem ministrado cursos de direção de atores e assistência de direção para cinema no Rio de Janeiro. Atualmente é professor no curso de Direção Cinematográfica da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, e na Pontifícia Católica Universidade (PUC-Rio), no Rio de Janeiro. Pedro Paulo Mendes - Será remunerado no item do Orçamento - Assistente de DiretorEditor de Gravuras e ProdutorPedro Paulo Mendes atua no mercado de artes plásticas há mais de 35 anos tendo como atividades produções de vídeos de arte e edição de gravuras. Produziu mais de 15 documentários certificados pelo Concine (Embrafilme), exibidos em cinema a nível nacional, parte deles comprados pelo Itamaraty para distribuição nas embaixadas brasileiras no exterior com fins culturais e pelo Centro Cultural do Banco Itaú. Destacam-se: Mário Gruber (direção Nelson Pereira dos Santos), Teruz, Claudio Tozzi e Jenner Augusto (direção Fernando Coni Campos), Inima de Paula (direção Tizuka Yamazaki), Carlos Bracher (direção Olivio Tavares de Araújo.Nesse período, editou mais de 80 artistas brasileiros, entre eles: Iberê Camargo, Cícero Dias, Fulvio Pennacchi, Antonio Poteiro, Siron Franco, Roberto Magalhães, Rubens Gerchmann, Angelo de Aquino, Carlos Bracher, Inimá de Paula, Gonçalo Ivo, Leda Catunda, Iran do Espírito Santo, Paulo Pasta, Hércules Barsotti, Eduardo Sued, Antonio Maluf, Macaparana, Judith Lauand, Jenner Augusto, Yara Tupinamba, Marcos Coelho Benjamin, Ruben Valentim, Sacilotto, Judith Lauand, Ferreira Gullar, Ricardo Homen, Luiz Hermano, Niobe Xandó entre outros.Realizou exposições de vários artistas na Galeria Passagem, de sua propriedade, durante 8 anos.No final da década de 90 passou a produzir e dirigir vídeos de arte em formato digital, destacando –se os vídeos de Wakabayashi, Aldir Mendes de Sousa, Yutaka Toyota, Fang, Paulo Pasta, Eduardo Sued, Aldemir Martins, Ricardo Homen, Macaparana, Manafredo de Sousa Neto e Niobe Xandó.Em 2017 recebeu o prêmio APCA pelo conjunto de sua obra neste segmento.
PROJETO ARQUIVADO.