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PRONAC 204903Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cine Ilusion - Espetáculo Teatral

EMEGE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 787,0 mil
Aprovado
R$ 787,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-10-12
Término
2021-10-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a produção e temporada do espetáculo teatral "CINE ILUSIÓN". Durante o processo de criação do espetáculo haverá ensaios abertos e leitura dramática do texto, ambos com entrada gratuita. Depois da última apresentação da temporada haverá debate com os diretores sobre os temas do espetáculo e seu processo de criação. Haverá apresentações com tradução simultânea para Libras (Língua Brasileira de Sinais) e outras com audiodesrição para deficientes visuais Como contrapartida social haverá ações formativas culturais em formato de oficinas, todas gratuitas, de atuação para teatro, de direção teatral e de dramaturgia contemporânea. Está previsto, ainda dentro do escopo da contrapartida social outra ação formativa cultural: uma sessão gratuita exclusiva para estudantes do ensino médio da rede pública, com a disponibilização de transporte gratuito entre o teatro e a escola.

Sinopse

Uma mulher, Tereza, e um homem, Horácio, estão de frente um para o outro num cinema em ruínas – andaimes, fuligem e uma tela de cinema compõe esse cenário. É proibido falar de amor em tempos caóticos, mas, por aqui, o tempo do caos é constante. O reencontro amoroso, o desamor, a fuga, a resiliência, o masculino e o feminino são os pilares desse texto. É proibido falar de amor em tempos caóticos e, mesmo assim, as pessoas amam, seguem amando. Falar sobre amor é, sobretudo, falar sobre o discurso amoroso. Como fazer com que esse discurso ainda tenha peso e corpo, num cenário movediço e violento? "Cine Ilusión" tem como início uma conversa aleatória sobre uma receita que Tereza viu ser entregue, na farmácia. Horácio responde, mas ficamos com a impressão acertada de que cada um tem um monólogo próprio. Ao longo da peça esses monólogos se encontram e desencontram, formam diálogos corriqueiros, intensos, permeáveis. Cada cena é independente e desafia o tempo linear, no início da peça Horácio está com um ferimento no estômago e na cena seguinte não está mais, logo após algo parecido acontece com Tereza, artifícios que remetem à teatralidade e à ilusão como operação de metalinguagem. Ao longo do texto, pilares dramatúrgicos se solidificam: o discurso amoroso, a fuga da realidade, a violência – tanto interna quanto externa - , o reencontro, a vida individual versus a vida em dupla, o saltar rumo ao desconhecido, o espelho (reconhecer-se no outro, na outra), a disputa de poder, o dar as mãos. Numa miscelânea amorosa que parte referências desde Fragmentos de Um Discurso Amoroso, de Roland Barthes, até Romeu e Julieta, de Shakespeare, acompanhamos a trajetória destes dois personagens em busca à um entendimento comum. Do que aconteceu, do que acontece, do que permeia a memória, a experiência. Como, talvez, o que não lembremos seja, de fato, o mais importante.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir o espetáculo teatral "CINE ILUSIÓN", com texto e direção de Louise Belmonte e Rodrigo Pocidônio e realizar vinte e uma (21) apresentações do produto e outras ações formativas na cidade de São Paulo/SP. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Realizar uma temporada de vinte e uma (21) apresentações do espetáculo teatral "CINE ILUSIÓN", na cidade de São Paulo/SP, em um teatro com capacidade entre cento e cinquenta 150 e trezentas (300) pessoas; E ainda as ações descritas abaixo: _ 3 (três) sessões da temporada com tradução simultânea para Libras (Língua Brasileira de Sinais):_ 3 (três) sessões do espetáculo com audiodesrição para deficientes visuais: _ 1 (uma) oficina formativa gratuita de atuação para teatro na cidade de São Paulo/SP, para 15 alunos;_ 1 (uma) oficina formativa gratuita de direção teatral na cidade de São Paulo/SP para 15 alunos;_ 1 (uma) oficina formativa gratuita de dramaturgia contemporânea na cidade de São Paulo/SP para 15 alunos;_ 1 (uma) sessão gratuita do espetáculo ""CINE ILUSIÓN", " exclusiva para alunos do ensino médio da rede pública com disponibilização de transporte gratuito entre a escola e o teatro, na cidade de São Paulo/SP;_ 2 (dois) ensaios abertos gratuitos do espetáculo teatral ""CINE ILUSIÓN", na cidade de São Paulo/SP;_ 1 (uma) leitura dramática gratuita do texto teatral ""CINE ILUSIÓN", na cidade de São Paulo/SP;_ 1 (um) debate gratuito sobre os temas do espetáculo e seu processo de criação entre diretores e o público na última apresentação da temporada na cidade de São Paulo/SP;_ Realizar ampla divulgação de todas as ações do projeto através de material gráfico impresso, material gráfico digital, contratação de assessoria de imprensa, anúncios em guias especializados e divulgação patrocinada nas redes sociais.

Justificativa

O projeto apresenta um largo escopo de contrapartidas gratuitas e de interesse público incluindo ações pedagógicas, de compartilhamento de processo criativo, acessibilidade à população com deficiência auditiva e visual. Isso aliado a toda a excelência artística apresentada, pleiteamos a aprovação da produção e tempotada do "CINE ILUSIÓN" no Artigo 18 da Lei Rouanet, uma vez que as atividades são de Artes Cênicas e o projeto atende integralmente as exigências deste artigo. Transformar por meio da arte, despertando para um novo olhar acerca da realidade local, utilizando o poder da cultura: esta é a missão do projeto Cine Ilusión. Esta proposta se enquadra nos incisos I a V do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como dos objetivos dos incisos II c) e IV a) do Art. 3° da referida norma. O largo escopo que este projeto oferece garantem ainda mais a necessidade de sua execução e a consonância com as diretrizes da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991. É importante ressaltar que este é um projeto de invenção de linguagem, de pesquisa cênica e voltado para o teatro como obra de arte, no sentido de criar uma experiência transformadora ao público que a assistir, gerando reflexão, aprendizado e fruição artística. É um espetáculo que foge radicalmente às regras do mercado do entretenimento, não tendo assim meios de ser viabilizado sem o apoio das leis de incentivo à cultura. A valorização da dramaturgia brasileira contemporânea como patrimônio imaterial da cultura brasileira também aumenta a relevância deste projeto e afina seus objetivos com os da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO ESPETÁCULO "CINE ILUSIÓN":Duração estimada: 90 minutosQuantidade Estimada de Público por Sessão: 300 pessoasUma mulher, Tereza, e um homem, Horácio, estão de frente um para o outro num cinema em ruínas – andaimes, fuligem e uma tela de cinema compõe esse cenário. É proibido falar de amor em tempos caóticos, mas, por aqui, o tempo do caos é constante. O reencontro amoroso, o desamor, a fuga, a resiliência, o masculino e o feminino são os pilares desse texto. É proibido falar de amor em tempos caóticos e, mesmo assim, as pessoas amam, seguem amando. Falar sobre amor é, sobretudo, falar sobre o discurso amoroso. Como fazer com que esse discurso ainda tenha peso e corpo, num cenário movediço e violento? ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO DEBATE PÓS ESPETÁCULO:Duração: 30 minutosQuantidade Estimada de Público: 300 pessoasDepois da última sessão da temporada do espetáculo, ainda no teatro, haverá um debate de 30 minutos. Nele, diretor e ator irão compartilhar as impressões do processo de criação do espetáculo: criação dramatúrgica, ensaios, concepções de cenário, figurino, música etc. Depois será aberto espaço para perguntas e impressões críticas por parte do público. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OFICINA DE ATUAÇÃO PARA TEATRO:Duração: 15 Horas (divididas em 5 encontros)Quantidade Estimada de Público: 15 pessoasA oficina de vídeo-cenografia será ministrada pela atriz Georgette Fadel. A oficina terá caráter prático, e tratará de um compartilhamento de sua trajetória de mais de 25 anos como atriz, em exercícios focados para jovens atores e atrizes, no início de suas carreiras. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, entusiastas das artes cênicas, atores e interessados em atuação para teatro em geral. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OFICINA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA:Duração: 15 Horas (divididas em 5 encontros)Quantidade Estimada de Público: 15 pessoasA oficina de dramaturgia contemporânea será ministrada por Rodrigo Pocidônio (um dos autores do texto de "Cine Ilusión"). A oficina terá caráter teórico-prático versando sobre a história da dramaturgia, os modelos clássicos até o território da dramaturgia contemporânea. Serão analisadas estratégias dramatúrgicas de autores antigos, renascentistas, modernos e contemporâneos como Ésquilo, Shakespeare, Racine, Tcheckov, Ibsen, Beckett, Heiner Muller, Koltès, Sarah Kane e Novarina. As referências teóricas principais serão A Poética de Aristóteles, A Teoria do Drama Moderno de Peter Szondi, e Poética do Drama Moderno de Jean Pierre Sarrazac. Serão propostos exercícios práticos para os alunos, a patir das teorias, modelos e estratégias estudados. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, escritores e interessados em dramaturgia em geral. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OFICINA DE DIREÇÃO TEATRAL:Duração: 15 Horas (divididas em 5 encontros)Quantidade Estimada de Público: 15 pessoasA oficina de direção teatral será ministrada pela diretora Louise Belmonte (uma das diretoras do espetáculo "Cine Ilusión"), será uma oficina prático-teórica que versará sobre a história do desenvolvimento da direção teatral observando desde o trabalho de artistas como Stanislavski, Meierhold e Bertold Brecht até seus desdobramentos mais contemporâneos em diretores como Susanne Kennedy, Angelica Liddell e Thomas Ostermeier. O público alvo desta oficina serão estudantes, jovens diretores, entusiastas das artes cênicas e interessados em direção teatral em geral.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: será garantida pelo compromisso agora assumido da escolha de teatro com acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Todos os teatros pesquisados para as temporadas de CINEILUSÓN possuem rampas de acesso à sala e banheiros e guias táteis. Acessibilidade para deficientes visuais: 3 sessões do espetáculo com audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: 3 sessões com intérpretes de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: todos os teatros possuem rampas de acesso à sala, banheiros e guias tatéis. Acessibilidade para deficientes visuais: Serviço de audiodescrição para sessão especial Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras para sessão especial

Democratização do acesso

Para as apresentações do espetáculo teatral "Cine Ilusión" foram escolhidas as seguintes medidas como democratização de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; *Contrapartidas Sociais (ações formativas culturais): Serão realizadas gratuitamente oficinas formativas (direção teatral, atuação para o teatro e dramaturgia) e uma sessão gratuita exclusiva para alunos do ensino médio da rede pública. 50% de todo o público das ações de formação de plateia serão reservados para as instituições do ensino médio da rede pública. Nas contrapartidas sociais foram escolhidas as seguintes medidas como democratização de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente,

Ficha técnica

Produção Geral: Mônica Guimarães (proponente) Texto e Direção:Louise Belmonte e Rodrigo Pocidônio; Elenco: Georgette Fadel e Caco Ciocler; Direção Musical e Trilha Sonora Original: Dr. Morris; Cenário, Figurino e Visagismo: Leo Pacheco; Iluminação: Eduardo Reyes; Direção de Produção, Administração da Temporada e responsável pela Administração técnico-financeira: MoG Currículos Resumidos: Mônica Guimarães: É produtora e Diretora nas área de audiovisual e cênicas. Fundou a empresa no ano de 2004. Há 16 edições, é Produtora Executiva do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários. Dirigiu espetáculos de teatro, atuou, produziu e co-produziu documentários onde se destacam “27 Cenas sobre Jorgen Leth” com direção de Amir Labaki e Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra” com direção de Jorge Bodanzky e co-direção de João Farkas. Acabou de estrear o filme, São Paulo, uma Cidade Segregada, com direção de João Farkas. Em teatro vale destacar a direção e coprodução de “Depois do Ensaio” de Ingmar Bergman e a produção de “A Desumanização” de Valter Hugo Mãe com direção de José Roberto Jardim. É gestora organizadora da iniciativa Documenta Pantanal. Rodrigo Pocidônio é ator, dramaturgo e pesquisador. Formado em Artes Cênicas pela Unicamp (2010) com mestrado também pela Unicamp (2014). Foi membro-fundador da cia. Academia de Palhaços na qual atuou durante mais de dez anos como proponente, idealizador, ator e dramaturgista em mais de dez espetáculos diferentes sob patrocínio de diversos editais públicos e privados como Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, Proac, Sesi, Petrobrás Distribuidora de Cultura, Caixa Cultural etc. Tem participações internacionais como ator em festivais de teatro como no World Stage Design Taiwan 2017 com Adeus, Palhaços Mortos, de Matei Visniec, direção de José Roberto Jardim; e no XVIII Festival de Teatro de La Habana de Cuba 2019 com o espetáculo Fim de Partida de S. Beckett, direção de Yoshi Oida e Matteo Bonfitto. Antes do isolamento social gerado pela pandemia de COVID-19 viajava o interior paulista como ator no referido espetáculo Fim de Partida que estreou em 2019 no Sesc Ipiranga/SP e também cumpriu temporada no mesmo ano no Theatro Municipal de São Paulo. Em colaboração com o Núcleo Performa Teatro participa como ator do processo criativo do espetáculo Três Noites com Madox, de Matei Visniec, direção de José Roberto Jardim, no âmbito de um projeto contemplado pela mais recente edição do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, que foi idealizado e escrito por Pocidônio em parceria com o ator e diretor Matteo Bonfitto, fundador do Núcleo Performa Teatro. Atualmente também dedica-se a seus projetos autorais de dramaturgia. Louise Belmonte é formada em cinema pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Seus trabalhos buscam o afeto através da memória, permeando as linguagens do cinema, do teatro e da literatura. Foi Assistente de Produção Internacional no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade (2014), Terceira Assistente de Direção pela Produtora Conspiração (2015), fez Preparação de Elenco no curta-metragem “Ainda Não” (2016, Festival Primeiro Plano, Semana Paulistana do Curta-Metragem do Centro Cultural São Paulo, Festival Mix Brasil, 21a Mostra de Cinema de Tiradentes, Chigago Latino Film Festival, Mostra Sesc de Cinema, 11 Curta Taquary, Festival Cine Jardin), fez Preparação de Elenco no curta-metragem “Com Cassis” (2017, Festival de Curtas do Rio), foi assistente de Direção da Peça Teatral “Entre o Trem e a Plataforma”, dirigida por André Cortez (2017), dirigiu e escreveu o curta-metragem La Mer (Festival de Cinema de Ouro Preto, 2018) e fez Assistência de Direção na Peça Teatral “A Desumanização”, de Valter Hugo Mãe, dirigida por José Roberto Jardim (2019). Cursa a pós-graduação de formação de escritores no Instituto Vera Cruz. Uma das selecionadas pelo edital promovido pelo Itaú Cultural; Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência - Literatura, 2020. Primeira Pele, seu romance de estréia, será publicado em 2021, pela Editora Quelônio. Georgette Fadel é atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP e diretora formada pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA, USP. Professora de interpretação na Escola Livre de Teatro de Santo André e no Estúdio Nova Dança, São Paulo. Prêmio Shell 2007 de Melhor Atriz por Gota d’água, um breviário.Com a Cia. S. Jorge de Variedades dirigiu Pedro o cru, de Antonio Patricio, Um credor da fazenda nacional, de Qorpo-Santo, Biedermann e os incendiários, de Max Frisch e Quem não sabe mais quem é, o que é e onde está, precisa se mexer, vencedora do Prêmio Shell 2009 na Categoria Especial. Dirigiu ainda Primeiro amor, de Samuel Beckett, com Marat Descartes (vencedor do Prêmio Shell 2007 como Melhor Ator), Love n blembers, dramaturgia de Georgette Fadel e elenco, Santa Luzia passou por aqui com seu cavalinho comendo capim, no Sesi SP e Bartolomeu, o que será que nele deu ?, com o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, entre outras.Como atriz, atuou em Rainha[(s)] – duas atrizes em busca de um coração, adaptação de Mary Stuart de Schiller e direção de Cibele Forjaz, Anjo negro – lembrança de uma revolução: a Missão, adaptação de Nelson Rodrigues e Heiner Müller e direção de Frank Castorf, As Bastianas, direção de Luis Mármora, Esperando Godot, direção de Cristiane Paoli-Quito, Marat-Sade, de Peter Weiss e direção de Francisco Medeiros, entre outras. Com a Cia. do Latão atuou em Ensaio para Danton, Santa Joana dos Matadouros e O nome do sujeito. Caco Ciocler é ator e diretor com diversos trabalhos em teatro, cinema e televisão. Interpreta personagens reconhecidos pelo público e pela crítica, como Geremias Berdinazzi, na novela O Rei do Gado (1996-1997), e Luís Carlos Prestes, no longa-metragem Olga (2004). Integra o elenco de espetáculos teatrais que marcam época, como Rei Lear (2000) e Os Sete Afluentes do Rio Ota (2002).Estudou Engenharia na Escola Politécnica e simultaneamente a Escola de Artes Dramáticas (EAD), ambas na Universidade de São Paulo (USP). Nessa época, atua em Píramo e Tisbe (1995), adaptação teatral do mito latino dirigida por Vladimir Capella (1951-2015). Recebe o Prêmio Mambembe de ator coadjuvante por sua atuação na peça, o que lhe abre as portas da teledramaturgia na Rede Globo. Convidado pelo diretor Luiz Fernando Carvalho (1960) para participar da novela O Rei do Gado (1996-1997), Ciocler interpreta o jovem Berdinazzi e conquista mais um prêmio: Revelação Masculina na Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Atua em outros programas da emissora – como na novela Corpo Dourado (1998) e em alguns episódios da série Você Decide –, mas Ciocler continua a atuar no teatro. Após 23 anos atuando, em 2006 ele começa a trabalhar como diretor no teatro e no cinema. Em 2014, dirige o documentário Esse Viver Ninguém me Tira, sobre Aracy Moebius de Carvalho (1908-2001), mulher do escritor Guimarães Rosa (1908-1967), que ajuda judeus a emigrarem da Alemanha para o Brasil durante o nazismo. O crítico Carlos Alberto Mattos define seu empenho como sincero e comovente, sobretudo quando coloca sua voz a serviço da memória de Aracy.Dr. Morris compôs a música e fez direção musical dentre outros de A Serpente, de Nelson Rodrigues, direção Yara de Novaes; O Continente Negro, direção de Aderbal Freire Filho; Contrações, direção de Grace Passô; Tio Vanya – aos que vierem depois de nós do Grupo Galpão; O Homem Elefante, direção de Cibele Forjaz; Do Amor, direção de Francisco Medeiros, Esconde Onde de Marcelo Romagnolli; Cabras, Cabeças Que Voam, Cabeças Que Rolam de Luis Alberto De Abreu e Maria Thais; Tiros Em Osasco de Cássio Pires, direção de Yara de Novaes e Gagá, de Marcelo Romagnolli. Principais Premiações: Prêmio Shell 2016 Melhor Trilha Sonora - Cabras, Cabeças que Voam, Cabeças que Rolam; Prêmio Femsa de Melhor Trilha infantil 2011 - POP; Prêmio Shell 2012 de Melhor Trilha Sonora - Facas Nas Galinhas (indicação). Leo Pacheco é ator de carreira reconhecida no teatro, no cinema e na televisão brasileira, Leo é também um grande artista visual que transita entre artes plásticas, cenografa, figurino e visagismo para teatro. Em seus mais de trinta anos de carreira coleciona troféus e indicações nos principais prêmios do país como Prêmio Shell, Prêmio Governador do Estado, Troféu Mambembe e Prêmio APCA em diversas categorias como Melhor Ator, Melhor Maquiagem, Melhor Figurino e Melhor Cenário. Eduardo Reyes é bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP, trabalha profissionalmente há 19 anos. Atuou nos espetáculos Édipo Rei e Fausto Zero, ambos sob direção de Marcio Aurélio. Trabalhou como ator com Gabriel Villela nos espetáculos Gota D’agua, de Chico Buarque e A Ponte e a Água de Piscina, de Alcides Nogueira. Fez Romeu em Romeu e Julieta, sob direção de Willian Pereira, no SESI Paulista. Fez ainda o espetáculo O Rim, sob direção de Elias Andreatto, com Adriane Galisteu e Carolina Ferraz. Atuou no espetáculo A vingança do espelho: a vida de Zezé Macedo, de Flávio Marinho com direção de Hamir Hadad, com Betty Gofman interpretando Zezé. Com Lilia Cabral atuou no espetáculo Maria do Caritó, texto de Newton Moreno com direção de João Fonseca. Fez ainda o espetáculo O Misantropo, com direção de Marcio Aurelio, em 2016, no Teatro Aliança Francesa de São Paulo. Como iluminador, participou dos espetáculos Deus Sabia de Tudo, Ferro em Brasa, Assombrações do Recife Velho (assistente de Alessandra Domingues), Memória da Cana, A Mulher do Trem, Terra de Santo e O Encontro das Águas.Foi indicado ao prêmio Shell na categoria Inovação além do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro, na categoria Mostras, ambos pelo Projeto Baú da Arethuzza. Foi indicado ao prêmio Shell e prêmio Questão de Crítica - RJ, como melhor iluminador pelo espetáculo Memória da Cana. Conquistou o prêmio de Melhor Iluminador no Festival de Teatro de Americana, com O Encontro das Águas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.